TRIBUNAL DE JUSTIÇA PODER JUDICIÁRIO São Paulo

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1 fls. 1 Registro: ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos de Apelação nº , da Comarca de Sertãozinho, em que é apelante/apelado MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO, são apelados PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE PITANGUEIRAS e PREFEITURA MUNICIPAL DE BARRINHA, Apelados/Apelantes SAID IBRAIM SALEH e SINDICATO REGIONAL DOS SERVIDORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DE PITANGUEIRAS. ACORDAM, em 3ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de, proferir a seguinte decisão: "Não conheceram do Recurso Adesivo do Sindicato, negaram provimento ao Agravo Retido de Said Ibraim Saleh, negaram provimento à Apelação do Ministério Público e deram parcial provimento à Apelação de Said Ibraim Saleh. V.U.", de conformidade com o voto do Relator, que integra este acórdão. O julgamento teve a participação dos Exmos. Desembargadores ANTONIO CARLOS MALHEIROS (Presidente) e JOSÉ LUIZ GAVIÃO DE ALMEIDA., 20 de outubro de MAURÍCIO FIORITO RELATOR Assinatura Eletrônica

2 fls. 2 Apelação nº Apelante/Apelado: Ministério Público do Estado de Apelados: Prefeitura do Município de Pitangueiras e Prefeitura Municipal de Barrinha Apdos/Aptes: Said Ibraim Saleh e Sindicato Regional dos Servidores Públicos Municipais de Pitangueiras Comarca: Sertãozinho Voto nº 7569 APELAÇÃO AÇÃO CIVIL PÚBLICA IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA Celebração de convênios, sem licitação ou concurso público, entre o Município de Barrinha e Sindicato para fornecimento de mão de obra para diversas áreas da administração nos anos de 2005 a 2007 Violação ao princípio da acessibilidade aos cargos públicos por meio de concurso público Inteligência do art. 37, da CF Reconhecimento de ato de improbidade previsto nos arts. 10, inc. IX, e art. 11, inc. V, da Lei 8.429/92 Sentença de procedência. Recurso Adesivo Ausência de preparo Deserção Impossibilidade de se estender a isenção de despesas processuais do Ministério Público, no âmbito do recurso principal, ao recorrente adesivo particular Precedentes Recurso Adesivo não conhecido. Agravo Retido Reiteração nas razões de apelação Conhecimento. Lei 8.429/92 (LIA) Constitucionalidade reconhecida pelo STF na ADI 2.182/DF, julgada em 12/05/2010 Inconstitucionalidade afastada. Inépcia da inicial Inocorrência Indicação dos fatos e os fundamentos jurídicos do pedido, nos termos do art. 282, III, do CPC. Litisconsórcio passivo necessário Descabimento Ausência de relação jurídica unitária. Agravo Retido improvido. APELAÇÃO Indevida dispensa de concurso público Contratação de ao menos 206 pessoas para o exercício de funções de natureza técnica, com caráter de atividade-fim, não se enquadrando entre as hipóteses de cargo em comissão ou necessidade temporária de excepcional interesse público Infração ao art. 37, incs. I, II e IX, da CF e ao art. 11, inc. V, da LIA Farta prova documental e oral Repasses julgados irregulares pelo Tribunal de Contas do Estado Atos ímprobos e dolo comprovados Ausência de prova de dano Não comprovação de superfaturamento Serviços efetivamente prestados Impossibilidade de condenação em ressarcimento do valor total dos contratos, sob pena de enriquecimento ilícito da Administração Inteligência do art. 59, par. único, da LIA Descaracterização do ato ímprobo previsto no art. 10, inc. XII, da LIA Reforma parcial da sentença para adequação das sanções à gradação Apelação nº Voto nº

3 fls. 3 prevista no inc. III, do art. 12, da LIA. Recurso Adesivo do Sindicato não conhecido, Agravo Retido improvido, Apelo do Ministério Público improvido e Apelo de Said Ibraim Saleh parcialmente provido. Trata-se de ação civil pública por ato de improbidade administrativa 1 ajuizada pelo Ministério Público do Estado de São Paulo em face de Said Ibraim Saleh, Município de Barrinha, e Sindicato Regional dos Servidores Públicos Municipais de Pitangueiras, objetivando a condenação dos réus nas penas da Lei 8.429/1992, ao fundamento de que aquele, então prefeito municipal de Barrinha, celebrou convênios entre os anos de 2005 e 2007 com este, no valor total de R$ ,90, para contratação de pessoal, em suposta violação aos princípios da licitação e do concurso público (fls. 02/25). Após defesas prévias (fls. 779/780; 804/848; 866/878; 882), a decisão de fls. 884/885, rejeitou as preliminares de impossibilidade jurídica do pedido e inconstitucionalidade da Lei nº 8.429/92, recebeu a inicial e indeferiu a liminar. Citados, apenas Said Saleh apresentou contestação (fls. 896/942; 944/947) e as partes especificaram as provas (fls. 981; 984/986; 988; 989). O juízo a quo afastou as preliminares de inépcia da inicial, inconstitucionalidade da Lei nº 8.429/92 e litisconsórcio passivo 1 Valor da causa de R$ 1.000,00 em 03/06/2008. Apelação nº Voto nº

4 fls. 4 necessário, e saneou o feito, com a designação de audiência, na qual foram ouvidas três testemunhas (fls. 990/990vº; 1.038/1.047; 1.108/1.112). O correquerido Said interpôs agravo retido contra o saneador, reiterando as preliminares (fls. 993/1.003). Às alegações finais (fls ; 1.114/1132; 1.141/1.144; 1.145/1.149; 1.153/1.162), sobreveio a sentença de fls /1.167 que, ante a contratação de pessoal para prestação de serviços de caráter continuado, para o desempenho de atividades-fim, em diversas áreas da Administração Pública entre 1º/09/2005 e 1º/09/2007, reconheceu a prática do ato de improbidade administrativa que causou prejuízo ao erário por contratação sem licitação e sem concurso público, nos termos dos arts. 10, caput e inc. XII, 11, inc. V e 12, incs. II e III, da Lei nº 8.429/92, ressaltando que o prejuízo decorre da ilegalidade da celebração dos convênios celebrados. Em razão disso, julgou parcialmente procedente a ação para a) declarar nulos os convênios impugnados; b) impor a Said Saleh a perda da função pública e a suspensão dos direitos políticos por 2 anos; e condenar ele e o Sindicato a: c) ressarcirem solidariamente o dano causado ao Município de Barrinha, no valor equivalente ao montante pago indevidamente decorrente dos contratos, atualizado e acrescido de juros, a ser apurado em fase de liquidação; d) pagarem multa civil no valor de uma vez o valor do dano ao erário público e; e) na proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, Apelação nº Voto nº

5 fls. 5 direta ou indiretamente, pelo prazo de 5 anos (fls /1.167). Irresignado, o Ministério Público apelou para, se mantida a condenação com espeque no art. 10 da LIA, seja corretamente fixado o prazo de suspensão dos direitos políticos de Said Saleh dentre 5 e 8 anos e seja fixado o valor do dano ao erário em R$ ,90. Caso não seja mantida a condenação pelo citado art. 10, seja aplicado o art. 11, incs. I e V, da LIA, para declarar a perda da função pública, expressamente e independentemente do cargo ou função ocupados quando do transito em julgado, a suspensão dos direitos polícitos pelo período de 4 anos, a fixação de multa civil de 30 vezes o valor da ultima remuneração recebida, o dever de indenizar o dano em quantum fixado por este Tribunal e a proibição de contratar com o Poder Público pelo prazo de 3 anos (fls /1.193). Said Ibraim Saleh também recorreu, pugnando, preliminarmente, pelo conhecimento do agravo retido de fls. 993/1.003, versando inépcia da inicial, inconstitucionalidade da Lei nº 8.429/92 e litisconsórcio passivo necessário. No mérito, diz não ser possível a condenação ao ressarcimento, pois os serviços foram prestados e não houve dano ao erário. Ademais, afirma serem regulares os convênios celebrados, porque é possível a terceirização dos serviços e havia autorização legal para tanto. Afirma ainda que não houve dolo e os valores das contratações não foram superiores aos valores de mercado (fls /1.273). Apelação nº Voto nº

6 fls. 6 O Sindicato recorreu adesivamente, alegando, preliminarmente, nulidade da citação, pois os convênios foram celebrados em sua delegacia regional de Barrinha e não em Pintangueiras. No mérito, afirma que os convênios foram autorizados por lei e que os serviços foram prestados, o que afasta qualquer prejuízo à Administração (fls /1.324). Os recursos foram recebidos, processados e respondidos, com preliminar de não conhecimento do recurso adesivo por falta de preparo (fls ; 1.276/1.316; 1.358/1.389). A Procuradoria de Justiça opinou pelo provimento do recurso do Ministério Público (fls /1.431). É O RELATÓRIO. FUNDAMENTO. Cinge-se a controvérsia à suposta prática de ato de improbidade administrativa na celebração de convênios, sem licitação ou concurso público, entre o Município de Barrinha, representado pelo então prefeito municipal, Said Ibraim Saleh, e o Sindicato Regional dos Servidores Públicos Municipais de Pitangueiras, por valor superior a 2 milhões de reais, para fornecimento de mão de obra para diversas áreas da administração nos anos de 2005 a Apelação nº Voto nº

7 fls. 7 Respeitado o entendimento do douto juiz de 1ª instância, a sentença merece reforma em parte. Frise-se, inicialmente, que o Recurso Adesivo apresentado pelo Sindicato não comporta conhecimento por falta de preparo. Com efeito, estabelece o art. 500, par. único, do CPC, que se aplicam ao recurso adesivo as mesmas regras do recurso que a parte interporia espontaneamente, inclusive no que tange à disciplina do preparo, prevista no art. 511 do mesmo diploma. Verbis: Art (...) Parágrafo único. Ao recurso adesivo se aplicam as mesmas regras do recurso independente, quanto às condições de admissibilidade, preparo e julgamento no tribunal superior. Art No ato de interposição do recurso, o recorrente comprovará, quando exigido pela legislação pertinente, o respectivo preparo, inclusive porte de remessa e de retorno, sob pena de deserção. 1º São dispensados de preparo os recursos interpostos pelo Ministério Público, pela União, pelos Estados e Municípios e respectivas autarquias, e pelos que gozam de isenção legal. 2º A insuficiência no valor do preparo implicará deserção, se o recorrente, intimado, não vier a supri-lo no prazo de cinco dias. Como o Sindicato não é beneficiário da justiça gratuita, não se insere entre os entes isentos de custas previstos no aludido art. 511, e não recolheu o preparo, de rigor o reconhecimento da deserção do recurso. Nesse sentido, a jurisprudência do STJ: Apelação nº Voto nº

8 fls. 8 Adesivo. PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ADESIVO AJUIZADO POR PARTICULAR. RECURSO PRINCIPAL DA FAZENDA. IMPOSSIBILIDADE DE DISPENSA DE PREPARO. 1. O Superior Tribunal de Justiça unificou seu entendimento em torno da impossibilidade de se estender a isenção de despesas processuais da Fazenda Pública, no âmbito do recurso principal, ao recorrente adesivo particular. Precedente: EREsp nº /SP, Rel. Ministro Benedito Gonçalves, DJe Agravo regimental não provido. (AgRg nos EDcl no REsp /PR, Rel. Ministro CASTRO MEIRA, SEGUNDA TURMA, julgado em 06/03/2012, DJe 16/03/2012) Com isso, de rigor o não conhecimento do Recurso Por outro lado, conhece-se do Agravo Retido de Said Saleh, porque regularmente reiterado no apelo, para, no mérito, negarlhe provimento, com a rejeição das preliminares de inépcia da inicial, inconstitucionalidade da Lei nº 8.429/92 e litisconsórcio passivo necessário. De fato, rejeita-se a inconstitucionalidade da Lei nº 8.429/92, vez que a norma tem vigência e validade plenas, tendo sido declarada constitucional pelo STF na ADI 2182/DF, julgada pelo pleno em 12/05/2010. Ademais, não há se falar em ilegalidade derivada de excessiva abertura nos seus termos, tendo em vista que a norma define com precisão os atos ímprobos e as respectivas sanções, de natureza civil, sem prejuízo da ação penal cabível, nos termos do art. 378, 4º, da Constituição Federal. Apelação nº Voto nº

9 fls. 9 Ainda, não se verifica inépcia da petição inicial, pois a peça indicou os fatos e os fundamentos jurídicos do pedido, nos termos do art. 282, III, do CPC, com a descrição adequada dos fatos, com a individualização suficiente da conduta dos requeridos e das respectivas sanções, possibilitando-se a apresentação de contestação pelos requeridos e a apreciação da causa com exatidão pelo magistrado a quo. Além disso, para o reconhecimento da improbidade não se exige a declaração de inconstitucionalidade das leis que supostamente autorizaram a celebração dos malsinados convênios. Por fim, não se trata de hipótese de litisconsórcio passivo necessário, regulado pelo art. 47, do CPC, por não se tratar de relação jurídica unitária, tendo em vista que as pessoas contratadas, apesar de terem prestado serviço à Administração por meio de convênios supostamente ilegais, não participaram da celebração dos aludidos contratos, razão pela qual não podem ser responsabilizadas pelo reconhecimento de eventual ato ímprobo. Desse modo, ante a insubsistência das preliminares, nega-se provimento ao Agravo Retido. Feitas essas considerações, passa-se à análise das Apelações do Ministério Público e de Said Ibraim Saleh. No caso, restou incontroverso que o Município de Barrinha, representado pelo então prefeito municipal, Said Ibraim Apelação nº Voto nº

10 fls. 10 Saleh, dispensando licitação ou concurso público, celebrou convênios com o Sindicato Regional dos Servidores Públicos Municipais de Pitangueiras, por valor superior a 2 milhões de reais, para fornecimento de mão de obra para diversas áreas da administração nos anos de 2005 a A disciplina para a contratação de pessoal pela Administração Pública é estabelecida pelo art. 37, incisos I, II e IX, da Constituição Federal: Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: I - os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei, assim como aos estrangeiros, na forma da lei; II - a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração; (...) IX - a lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público; Logo, visando recrutar os melhores candidatos ao serviço público e assegurar o respeito à igualdade dos interessados, a impessoalidade, moralidade e demais princípios consagrados em seu art. 37, preceitua a Constituição Federal como regra geral que o provimento dos cargos, empregos e funções públicos se dará por meio de concurso público, ressalvadas a nomeação em cargo em comissão e Apelação nº Voto nº

11 fls. 11 a contratação por tempo determinado em razão do excepcional interesse público. No entanto, no caso, as funções preenchidas em razão dos convênios, na verdade, ostentam caráter de atividade-fim, de natureza técnica, não se enquadrando assim entre os cargos de provimento em comissão, que implicam no exercício de atribuições a serem confiadas a pessoas de absoluta confiança das autoridades superiores, especialmente dos agentes políticos, nem para atender à necessidade temporária de excepcional interesse público, pois ausente qualquer situação excepcional a justificar a contratação. À luz dessas considerações e da prova coligida, chega-se à conclusão de que estão ausentes os elementos autorizadores da dispensa do concurso público, razão pela qual os convênios celebrados entre a Administração e o Sindicato são nulos de pleno direito, por terem sido celebrados em fragrante violação ao princípio da acessibilidade aos cargos públicos por meio de concurso público, nos termos do citado art. 37, da CF. Com efeito, a prova documental, ratificada pela prova oral, revela que o então prefeito municipal de Barrinha, por meio de convênios celebrados com o Sindicato, sem qualquer concurso ou processo seletivo, contratou ao menos 206 pessoas indicadas pelo Sindicato para prestação de serviços nas mais diversas funções públicas (médico, dentista, psicólogo, agente comunitário de saúde, Apelação nº Voto nº

12 fls. 12 auxiliar de serviços gerais, operador de poço artesiano, vigia, técnico de futebol, auxiliar de escritório, recepcionista, inspetor de alunos, motorista, eletricista, etc.) (fls. 29 e ss.; 295/361; 362/417; 418/536). Conforme se verifica dos autos, o Tribunal de Contas do Estado, nos procedimentos TC /006/2007 e /006/2007, julgou irregulares parte dos repasses feitos em decorrência dos contratos celebrados, ao fundamento de que o negócio configurou hipótese de contratação de pessoal, em flagrante burla ao concurso público e clara caracterização de desvio de finalidade, na medida em que destoa dos objetivos dos sindicato que, aliás, por ter sua personalidade jurídica de direito privado, não se submete aos rigorismos da legislação inerente ao setor público (fls. 972/979; 1328/1343). A respeito, extrai-se da prova oral, em especial do depoimento do então Diretor De Recursos Humanos da Prefeitura, que o serviço prestado pelo Sindicato era de prestação de pessoal mesmo, mão de obra de diversos cargos e que eles [o Sindicato] passavam o pessoal que a gente solicitava em determinados cargos e depois cada departamento encaminhava esse pessoal para os departamentos e encarregados, os chefes que tomavam conta deles, sendo certo que os contratados prestaram serviços como funcionários e eram pagos pelo Sindicato, com o valor repassado pela Prefeitura (fls /1.041). Do depoimento de outro funcionário da Prefeitura, colhe-se que, para a contratação do Sindicato, foi realizada uma cotação de Apelação nº Voto nº

13 fls. 13 preços, requerida pelo Prefeito à época, para poder saber, em questão de valores, o que seria mais viável, que não chegou a ser formalizada, pois foi anotada em um papel (fls /1.047). Logo, como as pessoas foram contratadas para o exercício de funções de natureza técnica, não se enquadrando entre as hipóteses de provimento de cargo em comissão ou de contratação por tempo determinado por situação excepcional, era mesmo de rigor o reconhecimento da ilegalidade da dispensa do concurso público. Vale frisar que a prática de ato ilegal não implica necessariamente no reconhecimento da existência de ato ímprobo. Para que esta se verifique, necessária se faz a figura do dolo, ou ao menos de culpa inescusável, enquanto elemento subjetivo norteador da conduta do agente em detrimento do erário ou dos princípios norteadores da Administração Pública. Sem imoralidade qualificada pelo enriquecimento ilícito, prejuízo ao erário, prática de ato atentatório aos princípios da Administração Pública, não há que se falar em improbidade administrativa de repercussão na esfera civil e criminal, mas tão somente em ilícito administrativo, sujeito exclusivamente às regras deste microssistema. No caso, a sucessão de graves irregularidades, todas devidamente comprovadas nos autos, demonstra, sem sombra de dúvida, que os requeridos dolosamente dispensarem a contratação por concurso público, lesando os princípios da administração Apelação nº Voto nº

14 fls. 14 pública, restando clara a improbidade administrativa, nos termos do art.11, inc. V, da Lei nº 8.429/92. O agente público e o particular que com ele celebra ajustes têm a obrigação de conhecer a lei. Se resta caracterizada a dispensa indevida de concurso público, sem qualquer controle da despesa pública pela Administração por mais de 2 anos, em valor superior a 2 milhões de reais, não há como elidir o dolo dos responsáveis pelos atos envolvidos, a ensejar a aplicação das sanções previstas no art. 12 da Lei nº 8.429/92. Logo, provado o dolo dos partícipes no ato ímprobo, de rigor a declaração de nulidade dos contratos, como bem reconhecido na sentença. Nada obstante, ao contrário do entendido pelo juízo a quo, o pagamento referente aos convênios deve ser admitido como válido, devendo, em princípio, ser evitado o enriquecimento ilícito da Administração, nos termos do art. 59, da LIA, a descaracterizar a prática do ato improbo previsto no art. 10 da mesma lei. Isso porque, segundo lição de Hely Lopes Meirelles, mesmo no caso de contrato nulo ou de inexistência de contrato pode tornar-se devido o pagamento dos trabalhos realizados para a Administração ou dos fornecimentos a ela feitos, não com fundamento em obrigação contratual, ausente na espécie, mas, sim, no dever moral e legal (art. 59, parágrafo único) de indenizar o benefício auferido pelo Estado, que não pode tirar proveito da atividade do particular sem o Apelação nº Voto nº

15 fls. 15 correspondente pagamento (Direito Administrativo Brasileiro, 26ª ed.,, Malheiros, 2001, p. 223/224). Desse modo, o ressarcimento integral do dano pleiteado pelo Ministério Público jamais poderia consistir na devolução pura e simples do montante pago em decorrência dos contratos julgados irregulares, mas tão somente na eventual restituição da diferença entre o valor pago aos funcionários contratados e o valor pago aos funcionários efetivos da Administração, ou do montante efetivamente apropriado pelo Sindicato, o que, entretanto, sequer foi objeto de prova nos autos. Em suma, mesmo com a ilegalidade da contratação, é certo que os funcionários prestaram os serviços e, não havendo qualquer evidência de superfaturamento nos valores pagos e nem relação do montante recebido pelo Sindicato, não há razão para instar os requeridos a recomporem o erário do ente público local por todas as despesas realizadas, pois a lesividade, apresentou-se nos autos no plano meramente potencial. O patrimônio público lesado deve ser reposto na proporção do dano; se não houve dano, a reposição pelos requeridos dos pagamentos efetuados implicará não uma reposição, mas um acréscimo indevido ao patrimônio municipal, em evidente enriquecimento ilícito da Administração. No tocante à aplicação das penalidades deve ser observada Apelação nº Voto nº

16 fls. 16 a devida proporcionalidade. A Lei de Improbidade Administrativa abarca atos de diferentes graus de lesividade, razão pela qual o seu art. 12 traz um rol de sanções, que podem ser aplicadas cumulativamente ou não, concedendo ao magistrado a oportunidade de adequar, no caso concreto, a reprimenda cabível àquela determinada conduta comprovada. As penas devem guardar equilíbrio com a gravidade do ilícito, a extensão do dano e o proveito patrimonial obtido, mensurandose, ainda, a reprovabilidade da conduta, a posição hierárquica do agente, o objetivo público da exemplaridade da resposta judicial e natureza dos bens jurídicos lesados. Assim sendo, em observância à razoabilidade, caracterizada a prática de ato de improbidade que atenta contra os princípios da administração pública, de rigor a reforma da sentença, para a adequação das sanções à gradação prevista no inciso III, do art. 12, da LIA. Desse modo, quanto a Said Ibraim Saleh, na qualidade de chefe do executivo municipal e ordenador da despesa com contrato sem finalidade pública e sem justificativa da dispensa de concurso público, devem ser aplicadas as penas de perda da função pública eventualmente ocupada e suspensão dos direitos políticos por três anos. E, a Said e ao Sindicato, devem ser aplicadas as penas da proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de três anos e o pagamento de multa civil, solidariamente, no valor de vinte vezes o Apelação nº Voto nº

17 fls. 17 valor da remuneração recebida por Said, atualizado e acrescido de juros, a ser apurado em fase de liquidação. Assim, não se conhece do recurso adesivo do Sindicato, nega-se provimento ao agravo retido e ao apelo do Ministério Público e dá-se parcial provimento ao recurso de apelação de Said, para reformar em parte a sentença, nos termos acima aludidos. DECIDO. Ante o exposto, pelo meu voto, não conheço do Recurso Adesivo do Sindicato, nego provimento ao Agravo Retido de Said Ibraim Saleh, nego provimento à Apelação do Ministério Público e dou parcial provimento à Apelação de Said Ibraim Saleh para reformar em parte a sentença, fixando-se a condenação com base no art. 11, inc. V, e art. 12, inc. III, da Lei nº 8.429/92, para afastar a pena de ressarcimento do dano, aplicar a Said Ibraim Saleh as penas de perda da função pública eventualmente ocupada e suspensão dos direitos políticos por três anos, e, a ele e ao Sindicato, as penas da proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios pelo prazo de três anos e o pagamento de multa civil, solidariamente, no valor de vinte vezes o valor da remuneração recebida por Said, atualizado e acrescido de juros, a ser apurado em fase de liquidação. Apelação nº Voto nº

18 fls. 18 MAURICIO FIORITO Relator Apelação nº Voto nº

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