PRODUÇÃO INDUSTRIAL. TÉCNICO EM AÇÚCAR E ÁLCOOL 1600 horas 000 horas 120 horas. LABORATÓRIO 800 horas 000 horas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PRODUÇÃO INDUSTRIAL. TÉCNICO EM AÇÚCAR E ÁLCOOL 1600 horas 000 horas 120 horas. LABORATÓRIO 800 horas 000 horas"

Transcrição

1 Nome da Instituição CNPJ Data Número de Plano Eixo Tecnológico CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA / PRODUÇÃO INDUSTRIAL Plano de Curso para: 01. Habilitação Módulo IV Carga Horária Estágio TCC 02. Qualificação Módulo II Carga Horária Estágio 03. Qualificação Módulo III Carga Horária Estágio Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM AÇÚCAR E ÁLCOOL 1600 horas 000 horas 120 horas Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR DE LABORATÓRIO 800 horas 000 horas Qualificação Técnica de Nível Médio de ASSISTENTE DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO 1200 horas 000 horas Página Nº 1

2 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Praça Cel. Fernando Prestes, 74 Bom Retiro CEP: São Paulo SP Presidente do Conselho Deliberativo Yolanda Silvestre Diretor Superintendente Laura M. J. Laganá Vice-Diretor Superintendente César Silva Chefe de Gabinete Elenice Belmonte R. de Castro Coordenador de Ensino Técnico Almério Melquíades de Araújo Equipe Técnica Coordenação Almério Melquíades de Araújo Mestre em Educação Organização Soely Faria Martins Supervisora Educacional Colaboradores: Luis Ramon Moreno Toni Licenciatura em Química Dulcinéia Alves Licenciatura em Ciências do 1º Grau Graduação em Química Eliana Pigozzi Biudes Licenciatura em Química Joesley Teixeira Lemos Tecnólogo em Açúcar e Álcool Antonio Carlos Ottoboni de Oliveira Graduação em Zootecnia Licenciatura Plena em Ciências Zootécnicas ETEC Paulo G. Franco Vera Cruz Márcia Regina de Oliveira Poletine Graduada em Engenharia Agronômica Licenciatura Plena em Técnicas Agropecuárias Especialização em Educação Profissional ETEC Pedro D Arcádia Neto - Assis Elaine Augusta de Freitas Assistente Técnico - CEETEPS Marcio Prata Assistente Administrativo - CEETEPS Página Nº 2

3 Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Praça Cel. Fernando Prestes, 74 Bom Retiro CEP: São Paulo SP S U M Á R I O CAPÍTULO 1 Justificativa e Objetivos CAPÍTULO 2 Requisitos de Acesso CAPÍTULO 3 Perfil Profissional de Conclusão CAPÍTULO 4 Proposta de Carga Horária por Temas CAPÍTULO 5 Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores CAPÍTULO 6 Critérios de Avaliação da Aprendizagem CAPÍTULO 7 Instalações e Equipamentos CAPÍTULO 8 Pessoal Docente e Técnico CAPÍTULO 9 Certificados e Diplomas PARECER TÉCNICO DO ESPECIALISTA 34 PORTARIA DO COORDENADOR, DESIGNANDO COMISSÃO DE SUPERVISORES 35 APROVAÇÃO DO PLANO DE CURSO 36 PORTARIA DO COORDENADOR, APROVANDO O PLANO DE CURSO ANEXOS Proposta de Carga Horária, Competências, Habilidades e bases Tecnológicas por Temas Página Nº 3

4 CAPÍTULO 1 JUSTIFICATIVAS E OBJETIVOS 1.1 Justificativa A cana-de-açúcar, nome científico Saccharum officinarum, é uma das seis espécies do gênero Saccharum, gramíneas altas provenientes do Sudeste Asiático. É o vegetal com o qual se fabrica açúcar e álcool. É uma planta da família Poaceae, com as quais se relaciona com a forma da inflorescência (espiga), o crescimento do caule em colmos, e as folhas com lâminas de sílica em suas bordas e baínha aberta. No Brasil, a indústria açucareira remonta a meados do século XVI. Nascia então o ciclo do açúcar, que durou 150 anos. O Brasil, embora grande produtor de açúcar desde a Colônia expandiu muito a cultura de cana-de-açúcar a partir da década de 1970, com o advento do Pro -Álcool - programa do governo que substituiu parte do consumo de gasolina por etanol, álcool obtido a partir da cana-de-açúcar - sendo pioneiro no uso, em larga escala, deste álcool como combustível automotivo. O Programa Nacional do Álcool (Pro -Álcool), lançado em 14 de novembro de 1975, deveria suprir o país de um combustível alternativo e menos poluente que os derivados do petróleo, mas acabou sendo desativado. Com o programa de Melhoramento Genético de Cana-de-Açúcar, da Coopersucar, é que surgem as novas variedades de cana, com direitos a royalties sobre sua multiplicação e uso comercial, que criam perspectivas concretas para a auto-sustentação do programa. No período em análise, foram lançadas 24 novas variedades, contribuindo para ampliar de 48% para 60% a participação do plantel de variedades SP nas lavouras das unidades cooperadas nestes últimos seis anos. Nas áreas dos demais produtores, a participação das variedades SP é da ordem de 43% na região Centro-Sul. Com modernos equipamentos, a partir de imagens do satélite, o Centro de Tecnologia Canavieira rastreia e identifica variedades de cana com extrema eficácia e precisão, apresentando potencial de aprimorar a previsão da safra e melhorar o acompanhamento da lavoura de cana-de-açúcar. Além de eficientes controles biológicos de pragas, o Centro de Tecnologia Canavieira desenvolveu sistemas mais eficientes e seguros de diagnóstico e soluções de doenças por meio de análise do DNA da cana-de-açúcar. O controle da cigarrinha e o seqüenciamento genético de bactéria que causa o raquitismo em soqueiras de cana são exemplos recentes nessa área. Nesse campo da genética, a Copersucar encontra-se tecnologicamente preparada e na vanguarda do conhecimento para responder à evolução que a sociedade brasileira desejar para o assunto de variedades transgênicas. Em 1993, a mecanização da produção dos canaviais não atingia 0,5% do total da produção. Em 2003, aproximadamente 35% da produção brasileira já era mecanizada. A intensa mecanização dos canaviais tem gerado algum atrito político e social. Tem havido grande perda de empregos no setor, que usa mão-de-obra intensiva e pouco qualificada: os chamados bóias-frias. Essa ainda é a única ocupação disponível para populações inteiras no interior do Brasil. Nas lavouras, além da introdução de novas técnicas de manejo, mais conservacionistas, ganhou espaço o conceito de Ambientes de Produção que permite explorar todo o Página Nº 4

5 potencial das variedades. Nas operações agrícolas, a inovação de destaque no período foi o sistema de corte de base flutuante para cana picada, já instalada em 80 colhedeiras. Procedimentos de produção e armazenagem de açúcar de excelente qualidade e a aplicação do conceito de segurança alimentar na produção de açúcar, dentre outras iniciativas sobre qualidade de produtos, mantém a Coopersucar em constante sintonia com as expectativas dos clientes. No processamento da cana-de-açúcar, merece destaque o Sistema de Extração Hidrodinâmica, uma das maiores evoluções no processo de extração, já em fase de implantação de protótipo em unidade industrial. No mesmo campo, o sistema de limpeza a seco para cana crua, colhida mecanicamente, reduz impurezas e aumenta a eficiência na moagem e no aproveitamento energético da palha e resíduos da cana-de-açúcar.coopersucar disponível em acesso em O Brasil, desde a década de 20, usa o álcool combustível. Com o Pro -Álcool, implementado em escala comercial no final dos anos 70, foi pioneiro na efetiva substituição da gasolina em meio à crise dos preços do petróleo. Desde então, o álcool da cana é usado como combustível no País de duas maneiras: como álcool etílico hidratado carburante (AEHC), em carros 100% movidos a álcool, ou como álcool anidro (AEAC), em carros a gasolina, com adição média variando de 20% a 25%. Considerado um programa bastante eficaz e de grande sucesso mundial foi, durante alguns anos, responsável por mais de 66,4% da produção interna total de automóveis (movidos a álcool etílico hidratado carburante). Isso garantiu ao País não só a produção em larga escala de etanol de biomassa como, também, a atuação de uma forma mais competitiva do que qualquer outro país no mercado mundial do açúcar, graças aos intensos investimentos em P&D. Apesar da desaceleração do Pro -Álcool durante os anos 90, a produção de etanol se manteve, graças à mistura do álcool etílico anidro carburante na gasolina, cujo crescimento compensou a queda no consumo de álcool hidratado Os avanços tecnológicos continuaram e o Brasil detém, hoje, supremacia na geração e difusão de tecnologias da cadeia açúcar / álcool de cana. São crescentes os esforços em pesquisa e desenvolvimento tecnológico em todos os elos da cadeia (empresas privadas, universidades, institutos de pesquisa e governo). Novas variedades de cana de açúcar - mais ricas em sacarose, mais resistentes a doenças -, adaptabilidade a solos, pesquisas para redução do custo de produção da cana, melhoramentos do processo de moer, fermentar e destilar aumentaram a eficiência do setor, ao mesmo tempo em que a introdução de um avançado sistema de usos alternativos dos subprodutos e derivados do processo produtivo tem contribuído para marcantes ganhos potenciais. Dos resíduos, utilizam-se a vinhaça e o vinhoto como fertilizante, existem ainda outros derivados: dextrana, xantan, sorbitol, glicerol, cera refinada de torta, antifúngicos, etc..utilização do bagaço de cana hidrolisado para alimentação animal, fabricação de vários tipos de papéis, fármacos e produtos como o furfurol, de alta reatividade, para a síntese de compostos orgânicos, com grande número de aplicações na indústria química e farmacêutica; a obtenção de plástico biodegradável via bagaço de cana; e a co-geração Página Nº 5

6 de energia a partir do bagaço de cana (energia elétrica da biomassa), garantindo a energia consumida pela própria usina e obtendo excedente comercializável. Todos esses avanços tecnológicos vêm permitindo que as usinas pratiquem custos mais baixos e operem com os melhores índices de produtividade do mundo na fabricação do açúcar e álcool. Assim, a tecnologia da produção e uso da cana-de-açúcar é, hoje, totalmente dominada pela indústria brasileira e está apoiada por normas, regulamentos, especificações, engineering e know-how disponíveis aos países interessados na utilização dessa alternativa energética renovável e limpa. Vários projetos de consolidação, aperfeiçoamento e criação de novos usos derivados encontram-se em permanente pesquisa nos institutos, universidades e empresas. À eficiência produtiva somam-se benefícios socioeconômicos e ambientais. O setor é responsável por grande geração de empregos: foram criados mais de empregos rurais com modesto investimento (US$ /cada); e dados seus efeitos multiplicadores responde pela dinâmica econômica de várias regiões de alguns Estados brasileiros.ecen-(luiz Celso Parisi Negrão) disponível em em Objetivos Capacitar o TÉCNICO EM AÇÚCAR E ÁLCOOL para desenvolver e aplicar tecnologias nos processos de produção de açúcar e álcool e subprodutos. Adicionalmente pretende-se capacitar para : atuar na condição e controle de operações, processos industriais e trabalhos técnicos; efetuar análise físico-química de amostras de matérias primas e produtos; executar projetos de controle de qualidade, segurança no trabalho e preservação ambiental. 1.3 Organização do Curso A necessidade e pertinência da elaboração de currículo adequados às demandas do mercado de trabalho, à formação profissional do aluno e aos princípios contidos na LDB e Catálogo Nacional de Cursos Técnicos, e as determinações contidas no Eixo Tecnológico Produção Industrial levou o Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, sob a coordenação do profº. Almério Melquíades de Araújo, Coordenador de Ensino Médio e Técnico, a instituir o Laboratório de Currículo com a finalidade de atualizar os Planos de Curso das Habilitações Profissionais oferecidas por esta instituição. No Laboratório de Currículo foram reunidos profissionais da área, docentes especialistas, supervisão escolar para estudo do material produzido pela CBO Classificação Brasileira de Ocupações e para análise das necessidades do próprio mercado de trabalho. Uma sequência de encontros de trabalho previamente planejados possibilitou uma reflexão maior e produziu a construção de um currículo mais afinado com esse mercado. O Laboratório de Currículo possibilitou, também, a construção de uma metodologia adequada para o desenvolvimento dos processos de ensino aprendizagem e sistema de avaliação que pretendem garantir a construção das competências propostas nos Planos de Curso. Página Nº 6

7 CAPÍTULO 2 REQUISITOS DE ACESSO O ingresso ao Curso TÉCNICO EM AÇÚCAR E ÁLCOOL dar-se-á por meio de processo seletivo para alunos que tenham concluído, no mínimo, a primeira série do Ensino Médio. O processo seletivo será divulgado por edital publicado na Imprensa Oficial, com indicação dos requisitos, condições e sistemática do processo e número de vagas oferecidas. As competências e habilidades exigidas serão aquelas previstas para a primeira série do Ensino Médio, nas três áreas do conhecimento: linguagem, códigos e suas tecnologias; ciências da natureza, matemática e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias. Por razões de ordem didática e/ou administrativa que justifiquem, poderão ser utilizados procedimentos diversificados para ingresso, sendo os candidatos deles notificados por ocasião de suas inscrições. O acesso aos demais módulos ocorrerá por classificação, com aproveitamento do módulo anterior, ou por reclassificação. CAPÍTULO 3 PERFIL PROFISSIONAL DE CONCLUSÃO 3.1 Perfil da Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM AÇÚCAR E ÁLCOOL O TÉCNICO EM AÇÚCAR E ÁLCOOL é o profissional que atua no controle e na supervisão dos processos tecnológicos da produção de açúcar e álcool e subprodutos. Efetua análise físico-química de amostras de matérias-primas e produtos nas etapas dos processos de industrialização da cana-de-açúcar, faz o controle de qualidade dos processos, aplica normas internacionais e nacionais seguidas pela empresa, respeita os padrões de higiene e segurança do trabalho e preservação ambiental. Compõe equipes de programas e procedimentos de segurança e análise de riscos, desde a produção da matéria prima até a expedição dos produtos finais. MERCADO DE TRABALHO Usinas de açúcar e álcool, destilarias, empresas distribuidoras de combustíveis e de produção e venda de insumos industriais, fazendas e cooperativas de cana-deaçúcar, laboratórios de análises, órgãos públicos. Ao concluir os módulos I, II, III, IV, o TÉCNICO EM AÇÚCAR E ÁLCOOL deverá ter construído competências gerais da área, abaixo relacionadas: utilizar-se das bases conceituais e tecnológicas dos processos químicos; Página Nº 7

8 organizar o trabalho no laboratório atendendo aos padrões de higiene e segurança no trabalho; executar análises físico-químicas de matéria-prima e produtos; realizar análises físico-químicas de amostras em diversas partes do processo, utilizando aparelhos e instrumentos adequados; efetuar o monitoramento das máquinas e equipamentos durante os processos/etapas da fabricação do álcool e açúcar; atuar como assistente na linha de produção do açúcar e álcool. ATRIBUIÇÕES Reconhecer o caráter ácido e básico das soluções dentro das normas de higiene e segurança laboratorial. Preparar e padronizar soluções. Manusear adequadamente matéria-prima, reagentes e produtos. Identificar máquinas e equipamentos do setor sucroalcooleiro. Organizar e controlar estocagem e a movimentação de matéria-prima, reagentes e produtos. Interpretar procedimentos e manuais. Coletar amostras de matéria-prima, produtos intermediários e finais. Preparar amostras instrumentos e reagentes. Interpretar e analisar a qualidade da matéria-prima. Utilizar ferramentas de análise de riscos de processos de acordo com os princípios de segurança. Controlar a qualidade da matéria-prima, reagentes, produtos intermediários e finais e sistemas de utilidades. Selecionar procedimentos de preparação e execução de análises. Operar, monitorar e controlar processos industriais, químicos e sistemas de qualidade. Utilizar ferramentas de análise de riscos de processos de acordo com os princípios de segurança. Identificar e distinguir a necessidade de manutenção preventiva e corretiva em instrumentos e equipamentos. Otimizar o processo produtivo, utilizando as bases conceituais dos processos químicos. Operar equipamentos de processos. Operar equipamentos de sistemas de utilidades. Calibrar instrumentos de análises nos processos. Preparar equipamentos para manutenção. Efetuar análises físico-químicas e microbiológicas. Página Nº 8

9 Supervisionar a entrada de matérias-primas, amostras e reagentes. Atuar nos programas de higiene industrial e de prevenção de acidentes. Fazer leitura de carta controle em sistemas de controle analógico e digital. Coordenar preparação de análises, metodologia analítica, análises instrumental e controle de qualidade em laboratório. Controlar a operação de processos químicos e equipamentos, tais como, caldeira industrial, torre de resfriamento, troca iônica e refrigeração industrial. Controlar mecanismos de transmissão de calor, operação de equipamentos com trocas térmicas, destilação, absorção, extorção e cristalização. Planejar e executar a supervisão e manutenção autônoma e preventiva rotineira em equipamentos, instrumentos e acessório. Aplicar normas do exercício profissional, princípios éticos na conduta do profissional da área. Operar equipamentos de processos. Operar equipamentos de sistemas de utilidades. Calibrar instrumentos de análises nos processos. Preparar equipamentos para manutenção. Efetuar análises físico-químicas e microbiológicas. Supervisionar a entrada de matérias-primas, amostras e reagentes. Atuar nos programas de higiene industrial e de prevenção de acidentes. Fazer leitura de carta controle em sistemas de controle analógico e digital. Coordenar preparação de análises, metodologia analítica, análise instrumental e controle de qualidade em laboratório. Controlar a operação de processos químicos e equipamentos, tais como, caldeira industrial, torre de resfriamento, troca iônica e refrigeração industrial. Controlar mecanismos de transmissão de calor, operação de equipamentos com trocas térmicas, destilação, absorção, extração e cristalização. Planejar e executar a supervisão e manutenção autônoma e preventiva rotineira em equipamentos, instrumentos e acessório. Aplicar normas do exercício profissional, princípios éticos na conduta do profissional da área. ÁREA DE ATIVIDADES A - PLANEJAR O TRABALHO Especificar os materiais. Calcular os materiais e insumos. Selecionar os procedimentos para cada atividade. Página Nº 9

10 Verificar as condições de segurança ambiental e de equipamentos de proteção individual. Comunicar o cronograma à equipe. B - PARTICIPAR DE PESQUISAS PARA MELHORIA, ADEQUAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS SOB SUPERVISÃO Definir estratégias para melhoria, adequação e desenvolvimento de novos produtos. C - SUPERVISIONAR TECNICAMENTE OS PROCESSOS DE PRODUÇÃO Assegurar a disponibilidade dos insumos. Assegurar condições de apoio(manutenção, caldeira, refrigeração e serviços gerais). Monitorar processos de mistura, cocção, fermentação e outros. Acompanhar a concentração do produto por meio de sensores. Verificar as condições do empacotamento e embalagem do produto final. Corrigir desvios do processo. D- SUPERVISIONAR O CONTROLE DA QUALIDADE NAS ETAPAS DE PRODUÇÃO Realizar análises microbiológicas das matérias primas e produtos nas diversas fases da fabricação. Realizar análises físicas de matérias primas e produtos desde a fabricação até o produto final. Efetuar auditoria no estoque. E - PROMOVER A VENDA DE INSUMOS, PROCESSOS E EQUIPAMENTOS Realizar visitas técnicas para apresentar produtos. Mostrar a forma correta da utilização de insumos, processos e equipamentos. Prestar assistência técnica aos laboratórios. F - COORDENAR EQUIPES Acompanhar o desempenho no local de trabalho. Supervisionar equipes de trabalho. Identificar necessidade de treinamento. G - ELABORAR DOCUMENTOS Emitir laudos com parecer técnico. H - DEMONSTRAR COMPETENCIAS PESSOAIS Exercer liderança Coordenar equipes. Demonstrar visão sistêmica do processo de produção. Sintetizar informações e idéias. MÓDULO I - SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA Trata-se de um módulo básico o qual o aluno irá construir competências e desenvolver habilidades básicas na área de Química, as quais servirão de base para as qualificações posteriores. Página Nº 10

11 ATRIBUIÇÕES Reconhecer o caráter ácido e básico das soluções dentro das normas de higiene e segurança laboratorial. Preparar e padronizar soluções. Manusear adequadamente matéria-prima, reagentes e produtos. Identificar máquinas e equipamentos do setor sucroalcooleiro. Organizar e controlar estocagem e a movimentação de matéria-prima, reagentes e produtos. ÁREA DE ATIVIDADES A - PLANEJAR O TRABALHO Interpretar a ordem de serviço. Providenciar a disponibilidade dos materiais, insumos. B - PARTICIPAR DE PESQUISA PARA MELHORIA, ADEQUAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS SOB SUPERVISÃO Testar formulação do produto. C - SUPERVISIONAR TECNICAMENTE OS PROCESSOS DE PRODUÇÃO Controlar o peso através da balança D - SUPERVISIONAR O CONTROLE DA QUALIDADE NAS ETAPAS DE PRODUÇÃO Acompanhar testes de desempenho da matéria-prima e insumos na linha de produção. E - ELABORAR DOCUMENTOS Redigir relatórios. Elaborar relatórios de análises. F - DEMONSTRAR COMPETENCIAS PESSOAIS Trabalhar em equipe. Demonstrar capacidade de acuidade visual. Redigir com clareza. MÓDULOS I + II - Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR DE LABORATÓRIO O AUXILIAR DE LABORATÓRIO é o profissional que organiza o trabalho no laboratório atendendo aos padrões de higiene e segurança no trabalho, assim como, executa análises físico-químicas de matéria-prima e produtos. ATRIBUIÇÕES Interpretar procedimentos e manuais. Coletar amostras de matéria-prima, produtos intermediários e finais. Página Nº 11

12 Preparar amostras instrumentos e reagentes. Interpretar e analisar a qualidade da matéria-prima. Utilizar ferramentas de análise de riscos de processos de acordo com os princípios de segurança. Controlar a qualidade da matéria-prima, reagentes, produtos intermediários e finais e sistemas de utilidades. ÁREA DE ATIVIDADES A - PLANEJAR O TRABALHO Especificar os materiais. Calcular os materiais e insumos. Selecionar os procedimentos para cada atividade. Verificar as condições de segurança ambiental e de equipamentos de proteção individual. B - PARTICIPAR DE PESQUISAS PARA MELHORIA, ADEQUAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS SOB SUPERVISÃO Acompanhar as necessidades. C - SUPERVISIONAR TECNICAMENTE OS PROCESSOS DE PRODUÇÃO Assegurar condições higiênico-sanitárias. Assegurar condições operacionais ( temperatura, pressão e outros ). Controlar o ph através de painel de controle ou potenciômetro. D - SUPERVISIONAR O CONTROLE DA QUALIDADE NAS ETAPAS DE PRODUÇÃO Realizar as análises sensoriais das matérias primas e dos produtos nas diversas fases da fabricação. E - ELABORAR DOCUMENTOS Elaborar relatórios de visitas técnicas. F - DEMONSTRAR COMPETENCIAS PESSOAIS Aplicar as ferramentas de informática. MÓDULO III Qualificação Técnica de Nível Médio de ASSISTENTE DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO O ASSISTENTE DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO é o profissional que realiza análises físico-químicas de amostra em diversas partes do processo, utilizando aparelhos e instrumentos adequados, monitora máquinas e equipamentos durante os processos/etapas da fabricação do álcool e açúcar, e atua como assistente na linha de produção do açúcar e álcool. ATRIBUIÇÕES Selecionar procedimentos de preparação e execução de análises. Página Nº 12

13 Operar, monitorar e controlar processos industriais, químicos e sistemas de qualidades. Utilizar ferramentas de análise de riscos de processos de acordo com os princípios de segurança. Identificar e distinguir a necessidade de manutenção preventiva e corretiva em instrumentos e equipamentos. Otimizar o processo produtivo, utilizando as bases conceituais dos processos químicos. A - PLANEJAR O TRABALHO Verificar as condições de segurança ambiental e de equipamentos de proteção individual. Estabelecer cronograma de atividades. B - PARTICIPAR DE PESQUISAS PARA MELHORIA, ADEQUAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE NOVOS PRODUTOS SOB SUPERVISÃO Assessorar a implementação das mudanças aprovadas. Aplicar normas técnicas e legislação vigente. C - SUPERVISIONAR TECNICAMENTE OS PROCESSOS DE PRODUÇÃO Verificar a temperatura através do painel de controle e/ou termômetro. Verificar a pressão através do painel de controle ou manômetro. Controlar o tempo de produção. D - SUPERVISIONAR O CONTROLE DA QUALIDADE NAS ETAPAS DE PRODUÇÃO Realizar análises físico - químicas das matérias - primas e produtos nas diversas fases da fabricação. E - PROMOVER A VENDA DE INSUMOS, PROCESSOS E EQUIPAMENTOS Mostrar a forma correta da utilização de insumos, processos e equipamentos. F - ELABORAR DOCUMENTOS Elaborar procedimentos operacionais na produção e no controle de qualidade. G - DEMONSTRAR COMPETENCIAS PESSOAIS Exercer liderança. Distinguir com sensibilidade odores. CAPÍTULO 4 ORGANIZAÇÃO CURRICULAR 4.1 Estrutura Modular O currículo foi organizado de modo a garantir o que determina Resolução CNE/CEB 04/99 atualizada pela Resolução CNE/CEB nº 01/2005, o Parecer CNE/CEB nº 11/2008,a Resolução CNE/CEB nº 03/2008 a Deliberação CEE nº 79/2008 e as Indicações CEE nº Página Nº 13

14 8/2000 e 80/2008, assim como as competências profissionais que foram identificadas pelo CEETEPS, com a participação da comunidade escolar. A organização curricular da Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM AÇUCAR e ALCOOL está organizada de acordo com o Eixo Tecnológico de Produção Industrial e estruturada em módulos articulados, com terminalidade correspondente às qualificações técnicas de nível médio identificadas no mercado de trabalho. Os módulos são organizações de conhecimentos e saberes provenientes de distintos campos disciplinares e, por meio de atividades formativas, integram a formação teórica à formação prática, em função das capacidades profissionais que se propõem desenvolver. Os módulos, assim constituídos, representam importante instrumento de flexibilização e abertura do currículo para o itinerário profissional, pois que, adaptando-se às distintas realidades regionais, permitem a inovação permanente e mantêm a unidade e a equivalência dos processos formativos. A estrutura curricular que resulta dos diferentes módulos estabelece as condições básicas para a organização dos tipos de itinerários formativos que, articulados, conduzem à obtenção de certificações profissionais. 4.2 Itinerário Formativo O curso de TÉCNICO EM AÇÚCAR E ÁLCOOL é composto por quatro (4) módulos. O Módulo I não oferece terminalidade, desenvolverá um conjunto de experiências, objetivando a construção de habilidades e competências que constituirão a base para os módulos subsequentes. O aluno que cursar os Módulos I e II concluirá a Qualificação Técnica de Nível Médio de AUXILIAR DE LABORATÓRIO. O aluno que cursar os módulos I, II e III concluirá a Qualificação Técnica de Nível Médio de ASSISTENTE DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO. Ao completar os quatro módulos, o aluno receberá o Diploma de Técnico em Açúcar e Álcool desde que tenha concluído, também, o Ensino Médio. MÓDULO I MÓDULO II MÓDULO III MÓDULO IV SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA QUALIFICAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DE AUXILIAR DE LABORATÓRIO QUALIFICAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DE ASSISTENTE DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO HABILITAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DE TÉCNICO EM AÇÚCAR E ÁLCOOL Página Nº 14

15 4.3 Proposta de Carga Horária por Temas MÓDULO I SEM CERTIFICAÇÃO TÉCNICA TEMAS Carga Horária Horas Aula Teórica Teórica - 2,5 Prática Profissional Prática Profissional - 2,5 Total Total 2,5 Total em Horas Total em Horas 2,5 I.1 Produção Vegetal Açucareira I I.2 Controle Ambiental e Segurança Industrial I.3 Operação de Equipamentos e Processos I I.4 Análise de Processos Inorgânicos I.5 Operação de Processos I I.6 Análise de Processos Orgânicos I.7 Linguagem, Trabalho e Tecnologia I.8 Aplicativos Informatizados em Açúcar e Álcool TOTAL MÓDULO II QUALIFICAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DE AUXILIAR DE LABORATÓRIO Carga Horária Horas Aula TEMAS Teórica Teórica - 2,5 Prática Profissional Prática Profissional - 2,5 II.1 Produção Vegetal Açucareira II II.2 Operação de Equipamentos e Processos II II.3 Operação e Controle dos Processos Industriais II.4 Inglês Instrumental II.5 Operação de Processos II II.6 Projetos e Instalações Industriais II.7 Análise e Controle de Processos TOTAL Total Total 2,5 Total em Horas Total em Horas 2,5 Página Nº 15

16 MÓDULO III QUALIFICAÇÃO TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DE ASSISTENTE DOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO Carga Horária Horas Aula TEMAS Teórica Teórica - 2,5 Prática Profissional Prática Profissional- 2,5 Total Total 2,5 Total em Horas Total em Horas 2,5 III.1 Automação Industrial I III.2 Controle de Qualidade I III.3 Tecnologia da Fabricação do Álcool I III.4 Tecnologia da Fabricação do Açúcar I III.5 Gestão de Processos e Atividades III.6 Análise Sensorial dos Produtos Açucareiros III.7 Ética e Cidadania Organizacional III.8 Planejamento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Açúcar e Álcool TOTAL MÓDULO IV HABILITAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DE TÉCNICO EM AÇÚCAR E ÁLCOOL TEMAS Carga Horária Horas Aula Teórica Teórica - 2,5 Prática Profissional Prática Profissional- 2,5 Total Total 2,5 Total em Horas Total em Horas 2,5 IV.1 Controle de Qualidade II IV.2 Sistema de Utilidades e Energia IV.3 Tecnologia da Fabricação do Açúcar II IV.4 Tecnologia de Fabricação do Álcool II IV.5 Higiene e Sanitização na Produção de Açúcar e Álcool IV.6 Tecnologia de Subprodutos IV.7 Automação Industrial II IV.8 Densenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Açúcar e Álcool TOTAL Página Nº 16

17 4.4 Enfoque Pedagógico do Currículo Constituindo-se em meio para guiar a prática pedagógica, o currículo organizado por meio de competências será direcionado para a construção da aprendizagem do aluno, enquanto sujeito do seu próprio desenvolvimento. Para tanto, a organização do processo de aprendizagem privilegiará a definição de projetos, problemas e/ou questões geradoras que orientam e estimulam a investigação, o pensamento e as ações, assim como a solução de problemas. Dessa forma, a problematização, a interdisciplinaridade, a contextuação e os ambientes de formação se constituem em ferramentas básicas para a construção das habilidades, atitudes e informações relacionadas que estruturam as competências requeridas. 4.5 Prática Profissional A Prática Profissional será desenvolvida em empresas e nos laboratórios e oficinas da unidade escolar. A prática será incluída na carga horária da Habilitação Profissional e não está desvinculada da teoria; constitui e organiza o currículo. Será desenvolvida ao longo do curso por meio de atividades como estudos de caso, visitas técnicas, conhecimento de mercado e das empresas, pesquisas, trabalhos em grupo, individual e relatórios. O tempo necessário e a forma para o desenvolvimento da prática profissional realizada na escola e nas empresas serão explicitados na proposta pedagógica da Unidade Escolar e no plano de trabalho dos docentes. 4.6 Trabalho de Conclusão de Curso TCC A sistematização do conhecimento sobre um objeto pertinente à profissão, desenvolvido mediante controle, orientação e avaliação docente, permitirá aos alunos o conhecimento do campo de atuação profissional, com suas peculiaridades, demandas e desafios. Ao considerar que o efetivo desenvolvimento de competências implica na adoção de sistemas de ensino que permitam a verificação da aplicabilidade dos conceitos tratados em sala de aula, torna-se necessário que cada escola, atendendo às especificidades dos cursos que oferece, crie oportunidades para que os alunos construam e apresentem um produto final Trabalho de Conclusão de Curso TCC. Caberá a cada escola definir, por meio de regulamento específico, as normas e as orientações que nortearão a realização do Trabalho de Conclusão de Curso, conforme a natureza e o perfil de conclusão da Habilitação Profissional. O Trabalho de Conclusão de Curso deverá envolver necessariamente uma pesquisa empírica, que somada à pesquisa bibliográfica dará o embasamento prático e teórico necessário para o desenvolvimento do trabalho. A pesquisa empírica deverá contemplar uma coleta de dados, que poderá ser realizada no local de estágio supervisionado, quando for o caso, ou por meio de visitas técnicas e entrevistas com profissionais da área. As atividades extraclasse, em número de 120 (cento e vinte) horas, destinadas ao desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso, serão acrescentadas às aulas previstas para o curso e constarão do histórico escolar do aluno. Página Nº 17

18 O desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso pautar-se-á em pressupostos interdisciplinares, podendo exprimir-se por meio de um trabalho escrito ou de uma proposta de projeto. Caso seja adotada a forma de proposta de projeto, os produtos poderão ser compostos por elementos gráficos e/ ou volumétricos (maquetes ou protótipos) necessários à apresentação do trabalho, devidamente acompanhados pelas respectivas especificações técnicas; memorial descritivo, memórias de cálculos e demais reflexões de caráter teórico e metodológico pertinentes ao tema. A temática a ser abordada deve estar contida no âmbito das atribuições profissionais da categoria, sendo de livre escolha do aluno Orientação Ficará a orientação do desenvolvimento do Trabalho de Conclusão de Curso por conta do professor responsável pelos temas do Planejamento do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Açúcar e Álcool, no 3º Módulo e Desenvolvimento de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em Açúcar e Álcool, no 4º Módulo Estágio Supervisionado A Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de TÉCNICO EM AÇÚCAR E ÁLCOOL não exige o cumprimento de estágio supervisionado em sua organização curricular, contando aproximadamente com 500 horas aulas de práticas profissionais, que poderão ser desenvolvidas integralmente na escola ou em empresas da região, por meio de simulações, experiências, ensaios e demais técnicas de ensino que permitam a vivência dos alunos em situações próximas da realidade do setor produtivo. O desenvolvimento de projetos, estudos de casos, realização de visitas técnicas monitoradas, pesquisas de campo e aulas práticas desenvolvidas em laboratórios, oficinas e salas-ambiente garantirão o desenvolvimento de competências específicas da área de formação. O aluno, a seu critério, poderá realizar estágio supervisionado, não sendo, no entanto, condição para a conclusão do curso. Quando realizado, as horas efetivamente cumpridas deverão constar do Histórico Escolar do aluno. A escola acompanhará as atividades de estágio, cuja sistemática será definida através de um Plano de Estágio Supervisionado devidamente incorporado ao Projeto Pedagógico da Unidade Escolar. O Plano de Estágio Supervisionado deverá prever os seguintes registros: sistemática de acompanhamento, controle e avaliação; justificativa; metodologias; objetivos; identificação do responsável pela Orientação de Estágio; definição de possíveis campos/ áreas para realização de estágios. O estágio somente poderá ser realizado de maneira concomitante com o curso, ou seja, ao aluno será permitido realizar estágio apenas enquanto estiver regularmente matriculado. Após a conclusão de todos os temas será vedada a realização de estágio supervisionado 4.8 Novas Organizações Curriculares O Plano de Curso propõe a organização curricular estruturada em quatro módulos, com um total de horas ou 2000 horas aulas. Página Nº 18

19 A Unidade Escolar, para dar atendimento às demandas individuais, sociais e do setor produtivo, poderá propor nova organização curricular, alterando o número de módulos, distribuição das aulas e componentes curriculares. A organização curricular proposta levará em conta, contudo, o perfil de conclusão da habilitação, das qualificações e a carga horária prevista para o Eixo Tecnológico. A nova organização curricular proposta entrará em vigor após a homologação pelo Órgão de Supervisão Educacional do CEETEPS. CAPÍTULO 5 CRITÉRIOS DE APROVEITAMENTO DE CONHECIMENTOS E EXPERIÊNCIAS ANTERIORES Poderá haver aproveitamento de conhecimentos adquiridos na Educação Profissional, inclusive no trabalho, para fins de prosseguimento e de conclusão de estudos: das disciplinas de caráter profissionalizante cursadas no Ensino Médio; de disciplinas ou módulos cursados em outra habilitação profissional; de estudos formação inicial e continuada ou qualificação profissional; de estudos realizados fora do sistema formal; de competências adquiridas no trabalho. O aproveitamento de estudos do Ensino Médio, da Educação Profissional de Nível Técnico, de disciplinas ou módulo cursados, de inter-habilitações profissionais poderão ser aproveitados desde que relacionados ao perfil de conclusão do técnico. Os cursos de formação inicial e continuada de trabalhadores, cursados em escolas técnicas, instituições especializadas, ONGs, entidades sindicais e empresas poderão ser aproveitados mediante avaliação pela comissão de professores e profissionais da área. Quando o aproveitamento tiver como objetivo a certificação de conclusão, seguir-se-ão as diretrizes apontadas pelo Sistema Nacional de Certificação, a serem definidas. CAPÍTULO 6 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM 6.1 Avaliação da Aprendizagem A avaliação, elemento fundamental para o acompanhamento e redirecionamento do processo de desenvolvimento de competências estará voltada para a construção dos perfis de conclusão, estabelecidos para as habilitações profissionais ou qualificações. Constitui-se num processo continuo e permanente com a utilização de instrumentos diversificados textos, provas, relatórios, auto-avaliação, roteiros, pesquisas, portfólio, projetos, etc que permitam analisar de forma ampla o desenvolvimento de competências em diferentes indivíduos e em diferentes situações de aprendizagem. O caráter diagnóstico dessa avaliação permite subsidiar as decisões dos Conselhos de Classe e das Comissões de Professores acerca dos processos regimentalmente previstos de: classificação; reclassificação; Página Nº 19

20 aproveitamento de estudos. E permite orientar/ reorientar os processos de: recuperação contínua; recuperação paralela; progressão parcial. Estes três últimos, destinados a alunos com aproveitamento insatisfatório, constituir-se-ão de atividades, recursos e metodologias diferenciadas e individualizadas com a finalidade de eliminar /reduzir dificuldades que inviabilizam o desenvolvimento das competências visadas. Acresce-se ainda que, o instituto da Progressão Parcial cria condições para que os alunos com menção insatisfatória em até três componentes curriculares possam, concomitantemente, cursar o módulo seguinte, ouvido o Conselho de Classe. Por outro lado, o instituto da Reclassificação permite ao aluno a matricula em módulo diverso daquele que está classificado, expressa em parecer elaborado por Comissão de Professores, fundamentada nos resultados de diferentes avaliações realizadas. Também por meio de avaliação o instituto de Aproveitamento de Estudos permite reconhecer como válidas as competências desenvolvidas em outros cursos dentro do sistema formal ou informal de ensino, dentro da formação inicial e continuada de trabalhadores, da educação técnica ou do Ensino Médio ou adquiridas do trabalho. Ao final de cada módulo, após análise com o aluno, os resultados serão expressos por uma das menções abaixo conforme estão conceituadas e operacionalmente definidas: Menção Conceito Definição Operacional MB B R I Muito Bom Bom Regular Insatisfatório O aluno obteve excelente desempenho no desenvolvimento das competências do componente curricular no período. O aluno obteve bom desempenho no desenvolvimento das competências do componente curricular no período. O aluno obteve desempenho regular no desenvolvimento das competências do componente curricular no período. O aluno obteve desempenho insatisfatório no desenvolvimento das competências do componente curricular no período. Será considerado concluinte de curso ou classificado para o módulo seguinte o aluno que tenha obtido aproveitamento suficiente para promoção MB, B ou R e a freqüência mínima exigida. A freqüência mínima exigida será de 75% (setenta e cinco) do total das horas efetivamente trabalhadas pela escola, calculada sobre a totalidade dos componentes curriculares de cada módulo e terá apuração independente do aproveitamento. A emissão de Menção Final e demais decisões, acerca da promoção ou retenção do aluno, refletirão a análise do seu desempenho feita pelos docentes nos Conselhos de Página Nº 20

21 Classe e /ou nas Comissões Especiais, avaliando a aquisição de competências previstas para os módulos correspondentes. 6.2 Avaliação do Curso Será feita avaliação, também, da metodologia de trabalho, dos materiais instrucionais, dos instrumentos de avaliação, dos profissionais envolvidos no processo ensino /aprendizagem, com a finalidade de aprimorar ou reformular o Plano de Curso. CAPÍTULO 7 INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS Para o acompanhamento do processamento da cana-de-açúcar para a produção de álcool, açúcar e seus derivados há necessidade no mínimo de dois Laboratórios: Químico e Microbiológico. A) LABORATÓRIO QUÍMICO Este projeto é para no máximo 20 alunos e os equipamentos contemplados é unitário, sendo então as aulas práticas apresentadas pelo professor e todos os alunos em observação. Após essa explicação, o aluno poderá realizar a prática e os demais observar, por isso se torna necessário o leiaute em que todos possam enxergar de todos os ângulos. Necessário também 20 banquetas da altura dos balcões para acomodação dos alunos. As aulas ministradas deverão ser todas práticas, porém um quadro branco com escrita em caneta e retroprojetor se faz necessário. Não é aconselhável quadro de giz, pois o pó produzido poderá causar danos aos equipamentos eletrônicos. As análises que deverão ser realizadas envolverão desde a matéria-prima, produtos intermediários e produtos finais. Dentre elas: A1. Extração: brix, pol, ART, AR, fibra, umidade cana, Índice de Preparo, ph. A2. Tratamento do caldo: Brix, pol, AR, impureza, Pol na torta, umidade torta, ph. A3. Fabricação do Açúcar: nas massas e méis brix, pol, cor. No açúcar: pol, umidade, cor, cinzas, granulometria. A4. Fabricação do Álcool: vinho e levedo - acidez, ph, concentração levedo, %álcool. No vinhoto: % álcool. No álcool: ph, acidez, ºINPM, ºGL, condutividade. A5. Águas e vapor: pureza, ph, condutividade, dureza, sulfito, sílica, alcalinidade hidróxida, alcalinidade total. A área física principal deve ter no mínimo 80m 2 (8x10m) e conter bancada em forma de U (conforme croqui em anexo com ± 6,2,m de comprimento para abrigar 9 banquetas). Elas Página Nº 21

22 devem ter fornecimento de água potável nas pias, tampo de granito, fornecimento de energia 110x220V com cerca de 30 tomadas em conduletes não embutidos e tubulação com 6 tomadas de gás GLP. Uma bancada também centralizada (0,80mx1,5m) com revestimento de granito para o professor apoiar seu material e demonstrar as técnicas necessárias. A área física secundária é um coberto tipo rabo de pato com 8mx2,5m = 20m2 com um lado fechado por grade. Nesse local deverá ser instalados equipamentos que produzem calor, ruído e vibração como: destilador de água, estufa Spencer, digestor de bagaço, estufa de secagem. O mobiliário necessário é um balcão de cerca 0,50x 4m, com 5 tomadas 220V, e água potável encanada para alimentar o digestor, e uma cuba de pia para anexo ao balcão citado com uma torneira. Sob as bancadas do Laboratório principal deverão ser construídos armários de madeiras revestidos de fórmica ou material liso, com portas para guardar vidrarias e materiais. Além desses armários, deve haver 1 armário com gavetas com chaves para guardar manuais, calibradores e outros materiais que mereçam maior cuidado. Outro material necessário é um computador e um programa específico para gerenciar as análises realizadas, bem como para o aluno já ter contato com esses software específicos. Deve haver climatização a 20ºC e o cálculo para deve ser considerado a presença de 20 alunos mais o professor e alguns equipamentos que produzam um pouco de calor. As paredes devem ser de uma pintura lavável, podendo ser tinta óleo ou outro material. Os cantos inferiores devem ser arredondados para facilitar a limpeza. O piso deve ser claro e fácil de ser lavado, resistente à abrasão e impacto, com nível favorecendo o escoamento para os ralos. Estes devem ser em aço inox, sifonado e com fechamento. Janelas em altura superior a 2,0m a partir do piso para possibilitar a disposição de prateleiras e equipamentos, mas que possibilitem a boa iluminação e aeração do ambiente. Essas prateleiras citadas são do mesmo material dos armários e devem ser afixadas nas paredes para abrigarem os reagentes e alguns materiais. Cerca de 20 m lineares x 0,3m de profundidade. Seguindo as normas vigentes de segurança, o laboratório deve ter uma segunda saída como saída de emergência, além de as portas abrirem para o lado de fora. Deve-se observar a necessidade e a disposição de extintores de incêndio apropriados ao tipo de risco do local (classe do fogo). Página Nº 22

23 Equipamentos 01 microdestilador tipo Kjeidal com cuba de 80 ml, provido de dreno, condensador tipo bola, regulador de aquecimento eletrônico, com base em aço inox, 220V. 01 aparelho Redutec para determinar açúcares redutores, caldeira de vidro e resistência para aquecimento, com controlador de temperatura eletrônico, com base em aço inox, 220V. 02 medidor de ph, digital, microprocessado, compensador automático de temperatura, faixa de leitura de 0-14, conexão BNC com 2 eletrodos cada (um para medição de ph em águas e outro para medição de ph em álcool). 01 condutivímetro digital, microprocessado, com correção automática de temperatura. Faixa de leitura de 0 até mS/cm. Acompanhar 01 célula de condutividade para água com conector BNC. 01 balança analítica, com sistema de calibração automática, sistema de proteção de sobrecarga. Temp. de operação de 0 a 40ºC, legibilidade 0,1mg, capacidade máxima 210g (ou superior), 110x220V. Acompanhar peso padrão para calibração. 01 balança semi-analítica, cap gr, legibilidade: 0,1g, microprocessada 110V ou 220V. 01 Estufa de secagem e esterilização, constituída de aço com pintura externa em epóxi eletrostática a pó e interna em tinta alumínio resistente ao calor, prateleiras removíveis, vedação da porta por silicone o material semelhante, termostato ajustável até 250ºC, volume mínimo 40 litros. 01 Agitador magnético com aquecimento, construído em aço carbono com pintura eletrostática e plataforma de aquecimento de alumínio fundido 180x180mm, atingindo até 250ºC, capacidade de agitação até 5 litros (ou superior) com controle de agitação de 100 a 200 RPM, 220V. 02 Agitador magnético sem aquecimento, caixa em chapa de aço carbono, capacidade para agitação de até 5 litros, controle de agitação de 100 a 1700 RPM, 220V, plataforma em alumínio fundido, escala de agitação ajustável de 100 a 2000 RPM. Bomba de vácuo, gabinete em aço carbono com pintura eletrostática, dispositivo para retenção de contaminantes e instrumentos indicadores de vácuo e pressão. Compressor hermético com vácuo ajustável de 0 a 1,25 Kgf/cm2, 220V, 500W. Vazão: 20 litros/min. Página Nº 23

24 Espectrofotômetro, faixa de leitura de 330 a 1100nm, largura da banda 8nm. Monocromador com rede de difração de 1200 linhas/nm. Lâmpada de tungstêniohalogênio. Compartimento de amostras que permite percurso ótico desde 0,1mm. Carrinho manual para 3 posições, acompanhar suporte para 3 cubetas quadradas de 10mm. Funções ajuste de 100,0%T ou Abs automático, regressão linear simples. Acompanhar 3 cubetas de vidro ótico de 10x45mm. 01 agitador eletromagnético, com capacidade para 6 peneiras granulométricas redondas, aro rígido em latão ou aço inox com 8,5 diâmetro x 2 altura, conforme Norma ABNT/ASTM/Tyler nas malhas:25, 30, 35, 40, 45 e 60. Voltagem 110x220V com reostato para controle de intensidade das vibrações e timer para desligar o aparelho automaticamente em até 30 minutos, com escala minuto a minuto. Acompanhar as peneiras citadas, tampa e fundo. 01 Capela para exaustão de gases, capacidade para 10m3/min, com estrutura em fibra de vidro e pintura em PU, porta em acrílico, deslocamento em forma de guilhotina, com trava, possibilitando a abertura e fixação em qualquer altura, iluminada com lâmpada brindada a prova de explosão. Exaustor tipo centrífugo, 110x220V. 01 Banho ultratermostatizado, digital, cuba em aço inox, controlador de temperatura eletrônico microprocessado, faixa de 10 a 99,9ºC. Capacidade de refrigeração mínima de 340 BTU/hora a 0ºC. Capacidade de aquecimento: 1000W, capacidade de bombeamento de 0 a 3 litros/minuto, pressão de 3mca. Volume útil de 10 litros. 01 Destilador de água tipo Pilsen, cap. 5 litros/h com condutividade máxima até 2,4mS/cm, totalmente construído em aço inoxidável, caixa com contato eletrônico e disjuntores de segurança que proporciona desligamento automático quando ocorrer falta de água, suporte de fixação e condensador em aço inoxidável cromado. Voltagem: 220V. 01 centrífuga, modelo Combate, microprocessada, com timer e trava de segurança na tampa, capacidade mínima 8 tubos. Rotação regulável até 3400 RPM. Construção em chapa de aço e ABS, pintura em poliuretano. Motor industrial sem escova, com rolamento em esfera de alta precisão. Moinho tipo Digestor, para tratamento de cana-de-açúcar e bagaço. Construído em chapa, com proteção para correias, mancal principal com sistema de resfriamento, com 2 facas retangulares para corte 24x90mm em aço 1070, copo em aço inox 304, modelo cônico com sistema de resfriamento, Voltagem: 220V. Página Nº 24

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO

CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1 CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: 3255-2044 CEP: 01045-903 - FAX: Nº 3231-1518 SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1. APRESENTAÇÃO É com satisfação que apresentamos este

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FARMÁCIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL 1.1. Perfil Comum: Farmacêutico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva.

Leia mais

USO DE SUBPRODUTOS PARA GERAÇÃO DE CALOR E ENERGIA. Lisandra C. Kaminski

USO DE SUBPRODUTOS PARA GERAÇÃO DE CALOR E ENERGIA. Lisandra C. Kaminski USO DE SUBPRODUTOS PARA GERAÇÃO DE CALOR E ENERGIA Lisandra C. Kaminski Casca de café Estudo realizado em 2008, pelo agrônomo Luiz Vicente Gentil, da UnB. Pode ser uma excelente opção como substituição

Leia mais

ETEC TAKASHI MORITA HABILITAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DE TÉCNICO EM INSTRUMENTAÇÃO

ETEC TAKASHI MORITA HABILITAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DE TÉCNICO EM INSTRUMENTAÇÃO ETEC TAKASHI MORITA HABILITAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO DE TÉCNICO EM INSTRUMENTAÇÃO PLANO TRABALHO DOCENTE 2º SEMESTRE 2013 1 Sumário 2º Módulo Componente Curricular: Instrumentação Aplicada

Leia mais

Parecer de Autorização de Funcionamento: CEED nº 650/2014.

Parecer de Autorização de Funcionamento: CEED nº 650/2014. CURSO TÉCNICO EM ELETROTÉCNICA O Curso Técnico de Nível Médio em Eletrotécnica, Eixo Tecnológico Controle e Processos Industriais são organizados em 3 módulos de 400 horas. Ao final do curso, 400 horas

Leia mais

PRIMEIRA AULA IPQ DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS QUÍMICOS

PRIMEIRA AULA IPQ DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS QUÍMICOS PRIMEIRA AULA IPQ DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM PROCESSOS QUÍMICOS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, Campus Capivari Coordenador : Prof. Dr. André Luís de Castro Peixoto

Leia mais

Centro de Inovação e Tecnologia SENAI FIEMG - Campus CETEC

Centro de Inovação e Tecnologia SENAI FIEMG - Campus CETEC Centro de Inovação e Tecnologia SENAI FIEMG Campus CETEC O Centro de Inovação e Tecnologia SENAI FIEMG Campus CETEC, compõe-se por um conjunto de institutos de inovação e institutos de tecnologia capazes

Leia mais

CNPJ: 62823257/0001-09 122 Página nº 1

CNPJ: 62823257/0001-09 122 Página nº 1 Nome da Instituição CNPJ 62823257/0001-09 Data 07-10-2010 Número do Plano 122 Eixo Tecnológico Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza Produção Industrial Plano de Curso para 01. Habilitação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UNED PARANAGUÁ Ensino Médio Subsequente PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA ENSINO MÉDIO SUBSEQUENTE

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UNED PARANAGUÁ Ensino Médio Subsequente PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA ENSINO MÉDIO SUBSEQUENTE UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ UNED PARANAGUÁ Ensino Médio Subsequente PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO TÉCNICO EM MECÂNICA ENSINO MÉDIO SUBSEQUENTE 2009 SUMÁRIO 1. JUSTIFICATICA... 3 2. OBJETIVO... 3 3. REQUISITOS

Leia mais

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades

Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades Descrição dos Cargos, Atribuições e Responsabilidades 1. DESCRIÇÕES DO CARGO - ESPECIALISTA EM DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA NUCLEAR E DEFESA a) Descrição Sumária Geral Desenvolver, projetar, fabricar,

Leia mais

www.keelautomacao.com.br Linha KSDX Solução em processamento CNC

www.keelautomacao.com.br Linha KSDX Solução em processamento CNC Linha KSDX Solução em processamento CNC Automatize a produção de sua empresa Instalada em Tubarão, SC, a KEEL atua na fabricação de equipamentos para Corte, Solda e Sistemas (CNC). Fundada em 2002, a empresa

Leia mais

MANUAL DO CANDIDATO. PROCESSO SELETIVO 2013 Cursos Técnicos a Distância 2 SEMESTRE

MANUAL DO CANDIDATO. PROCESSO SELETIVO 2013 Cursos Técnicos a Distância 2 SEMESTRE MANUAL DO CANDIDATO PROCESSO SELETIVO 2013 Cursos Técnicos a Distância 2 SEMESTRE APRESENTAÇÃO Neste Manual, desenvolvido pela Comissão de Processo Seletivo (COPESE) do Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014.

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

PRODUÇÃO DE VAPOR E ELETRICIDADE A EVOLUÇÃO DO SETOR SUCROALCOOLEIRO

PRODUÇÃO DE VAPOR E ELETRICIDADE A EVOLUÇÃO DO SETOR SUCROALCOOLEIRO PRODUÇÃO DE VAPOR E ELETRICIDADE A EVOLUÇÃO DO SETOR SUCROALCOOLEIRO II GERA: Workshop de Gestão de Energia e Resíduos na Agroindustria Sucroalcooleira FZEA - USP Pirassununga, 12 de junho de 2007 Helcio

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos - SP Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Habilitação Profissional: Técnico em Mecatrônica

Leia mais

Novo Marco Regulatório do Etanol Combustível no Brasil. Rita Capra Vieira Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos - ANP

Novo Marco Regulatório do Etanol Combustível no Brasil. Rita Capra Vieira Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos - ANP Novo Marco Regulatório do Etanol Combustível no Brasil Rita Capra Vieira Superintendência de Biocombustíveis e Qualidade de Produtos - ANP Novembro de 2011 Evolução dos Biocombustíveis no Brasil 1973 Primeira

Leia mais

Laboratórios de Pesquisa da Biologia

Laboratórios de Pesquisa da Biologia Laboratórios de Pesquisa da Biologia 1 - Laboratório de Biologia e Ecologia Animal (B 1.01) Conta com um espaço físico de 12m x 12m (144m²) phmetro ou medidor de ph: é um aparelho usado para medição de

Leia mais

Plano Plurianual de Gestão 2013-2017. Etec Rubens de Faria e Souza. Município: Sorocaba Plano Político Pedagógico

Plano Plurianual de Gestão 2013-2017. Etec Rubens de Faria e Souza. Município: Sorocaba Plano Político Pedagógico Plano Plurianual de Gestão 2013-2017 Etec Rubens de Faria e Souza Município: Sorocaba Plano Político Pedagógico ORIENTAÇÕES: O Projeto Político Pedagógico é a identidade da escola. Nesta tela, apresente

Leia mais

Etanol Brasileiro Evolução da Legislação e Marco Regulatório

Etanol Brasileiro Evolução da Legislação e Marco Regulatório Etanol Brasileiro Evolução da Legislação e Marco Regulatório 14 de abril de 2007 Senado Federal Produção Sucroalcooleira: Introdução Agroindústrias: processam um produto agrícola Cana-de-açúcar: Origem

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015/1 SELEÇÃO PARA CURSOS TECNICOS SUBSEQUENTES DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015/1 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS CURSO TÉCNICO EM AGRIMENSURA Aprovado

Leia mais

SENAI - Educação profissional

SENAI - Educação profissional MAPA DO PORTAL (HT T P: //WWW. PORT AL DAINDUST RIA. COM. B R/CNI/MAPADOSIT E /) SITES DO SISTEMA INDÚSTRIA (HT T P: //WWW. PORT AL DAINDUST RIA. COM. B R/CANAIS/) CONT AT O (HT T P: //WWW. PORT AL DAINDUST

Leia mais

Integrado em Automação Industrial

Integrado em Automação Industrial Plano de Trabalho Docente (PTD) Integrado em Automação Industrial Ano Letivo de 2014 1 Sumário 1º Módulo COMPONENTE CURRICULAR: ELETRICIDADE BÁSICA... 5 COMPONENTE CURRICULAR: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS...

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO COLEGIADO CES MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: Conselho Nacional de Educação / Câmara de Educação Superior ASSUNTO: Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Engenharia RELATOR(A):

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Componente Curricular: Processamento de alimentos de origem vegetal

Plano de Trabalho Docente 2013. Componente Curricular: Processamento de alimentos de origem vegetal Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Dr Francisco Nogueira de Lima Código: 059 Município: Casa Branca Eixo Tecnológico: Produção Alimentícia Habilitação Profissional: Técnico em Alimentos

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Código: 031 Município: Marília Eixo Tecnológico: Segurança Habilitação Profissional: Auxiliar Técnico de Nível Médio em Segurança do Trabalho Qualificação:

Leia mais

PARECER CEE/PE Nº 35/2008-CEB APROVADO PELO PLENÁRIO EM 08/04/2008 I RELATÓRIO:

PARECER CEE/PE Nº 35/2008-CEB APROVADO PELO PLENÁRIO EM 08/04/2008 I RELATÓRIO: INTERESSADO: SENAC CENTRO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO RECIFE JOÃO RODRIGUES MAIA ASSUNTO: AUTORIZAÇÃO DO CURSO DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL TÉCNICA DE NÍVEL MÉDIO EM ADMINISTRAÇÃO E SUPORTE DE REDES E DE SISTEMAS

Leia mais

AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 1. FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL 1. FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA OU QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL GLOSSÁRIO EDUCAÇÃO PROFISSIONAL SENAC DIRETORIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL RIO DE JANEIRO NOVEMBRO/2009 AÇÕES DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Ações educativas destinadas ao desenvolvimento de competências necessárias

Leia mais

CONSIDERANDO: os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais;

CONSIDERANDO: os critérios e os padrões de qualidade estabelecidos pela UFPB para formação de profissionais; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 34/2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Química Industrial, Bacharelado,

Leia mais

Anexo D Divisão de Análises Clínicas HU/UFSC. Versão 01. Atribuições dos Cargos

Anexo D Divisão de Análises Clínicas HU/UFSC. Versão 01. Atribuições dos Cargos DOC MQB -02 MQB.pdf 1/5 Cargo: Assistente de Laboratório 1. Planejar o trabalho de apoio do laboratório: Interpretar ordens de serviços programadas, programar o suprimento de materiais, as etapas de trabalho,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE. Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E ESPORTE Curso: Licenciatura em Educação Física Projeto Pedagógico Ingressantes em 2007 Dados: Sigla: Licenciatura em Educação Física Área: Biológicas

Leia mais

LABORATÓRIO DE MODELOS, INCLUSÃO E FUNDIÇÃO

LABORATÓRIO DE MODELOS, INCLUSÃO E FUNDIÇÃO LABORATÓRIO DE MODELOS, INCLUSÃO E FUNDIÇÃO 1. Descrição Física A área mínima deste laboratório deve ser igual ou superior a 59,00 m 2 ; sala quente com área mínima de 10,00 m² e almoxarifado com 9,50

Leia mais

RESOLVE: Art. 1 o Aprovar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, modalidade Bacharelado, do Centro de Tecnologia, no Campus I.

RESOLVE: Art. 1 o Aprovar o Projeto Político Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, modalidade Bacharelado, do Centro de Tecnologia, no Campus I. SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N 23/2008 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Engenharia Elétrica, do Centro

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial. Curso Superior de Tecnologia em Construção Naval

Curso Superior de Tecnologia em Automação Industrial. Curso Superior de Tecnologia em Construção Naval Automação Industrial Indústria O Tecnólogo em Automação Industrial é um profissional a serviço da modernização das técnicas de produção utilizadas no setor industrial, atuando na execução de projetos,

Leia mais

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO CURSO: MECÂNICO DE AR CONDICIONADO AUTOMOTIVO - PRONATEC 200 horas ÁREA: AUTOMOTIVA MODALIDADE: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL UNIDADE(S) HABILITADA(S): CT PALMAS Plano de Curso

Leia mais

Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. Biomassa

Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica. Biomassa Universidade Federal do Ceará Departamento de Engenharia Elétrica Disciplina: Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica Universidade Federal do Ceará Biomassa Professora: Ruth Pastôra Saraiva

Leia mais

Lista dos tópicos tecnológicos

Lista dos tópicos tecnológicos Centro de Gestão e Estudos Estratégicos Ciência, Tecnologia e Inovação Energia Anexo 1 Lista dos tópicos tecnológicos 1 2 Energia 1. Tecnologias para a geração de energia elétrica Combustíveis fósseis

Leia mais

EMISSÃO DE PARECER TÉCNICO. Deliberação CEE 105/2010 e Indicação CEE 108/2010

EMISSÃO DE PARECER TÉCNICO. Deliberação CEE 105/2010 e Indicação CEE 108/2010 1 EMISSÃO DE PARECER TÉCNICO Deliberação CEE 105/2010 e Indicação CEE 108/2010 Parecer Técnico 2 O parecer técnico, elaborado por especialista vinculado à instituição de ensino credenciada pelo CEE, deve

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2014

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plano de Trabalho Docente 2014 Etec Dr. José Luiz Viana Coutinho Código: 073 Município: Jales - SP EE: Eixo Tecnológico: Recursos Naturais Habilitação

Leia mais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais

O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais O papel do engenheiro agrônomo no desenvolvimento das plantas medicinais Alexandre Sylvio Vieira da Costa 1 1.Engenheiro Agrônomo. Professor Universidade Vale do Rio Doce/Coordenador Adjunto da Câmara

Leia mais

ANEXO XVII PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E EDIFICAÇÕES

ANEXO XVII PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E EDIFICAÇÕES ANEXO XVII PLANO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E EDIFICAÇÕES Complexo Esportivo de Deodoro Edital 1.10 1. Instalações Hidráulicas e Sanitárias Os serviços de manutenção de instalações hidráulicas e sanitárias,

Leia mais

Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação

Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Diretrizes curriculares nacionais e os projetos pedagógicos dos cursos de graduação Curso de Atualização Pedagógica Julho de 2010 Mediador: Adelardo Adelino Dantas de Medeiros (DCA/UFRN) Diretrizes Curriculares

Leia mais

O Melhoramento de Plantas e o Aquecimento Global. Arnaldo José Raizer P&D - Variedades

O Melhoramento de Plantas e o Aquecimento Global. Arnaldo José Raizer P&D - Variedades O Melhoramento de Plantas e o Aquecimento Global 1 Arnaldo José Raizer P&D - Variedades Roteiro Aquecimento Global Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) O setor sucro-energético Melhoramento Genético e

Leia mais

CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013

CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013 CURSOS TÉCNICOS 1º SEMESTRE/2013 NOVEMBRO/2012 1) CURSOS OFERTADOS: Automação Industrial Eletrônica Eletrotécnica* Informática Informática para Internet* Mecânica* Química* Segurança do Trabalho* * Cursos

Leia mais

Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial 4.1-Histórico:

Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial 4.1-Histórico: Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial 4.1-Histórico: O Curso Superior de Tecnologia em Manutenção Industrial da Faculdade Sul Fluminense FASF, tendo como Entidade Mantenedora o Instituto

Leia mais

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA

FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA 1 FEFUC - FOLDER EXPLICATIVO DE FUNCIONAMENTO DE CURSOS CURSO DE FARMÁCIA 1ª LINHA CONCEITUAL: CARACTERIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DE FARMÁCIA O PROFISSIONAL FARMACÊUTICO O Farmacêutico é um profissional da

Leia mais

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/educacao-a-distancia/2012/09/1,5682/novos-cursos.html Novos Cursos O SENAI criou 40 novos cursos a distância, sendo 10 cursos

Leia mais

Análise do processo produtivo industrial de uma usina sucroalcooleira do centro-oeste mineiro

Análise do processo produtivo industrial de uma usina sucroalcooleira do centro-oeste mineiro Análise do processo produtivo industrial de uma usina sucroalcooleira do centro-oeste mineiro Romenique José AVELAR 1 ; Hector Helmer PINHEIRO 1 ; Ricardo Resende CABRAL 1 ; João Antônio de CASTRO 1 ;

Leia mais

d) Faz parte de Grupo empresarial:

d) Faz parte de Grupo empresarial: IDÉIA DE PROJETO PROGRAMA IBEROEKA Projetos em colaboração com empresas dos seguintes países: Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Espanha, Guatemala, Honduras,

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada (Decreto Federal nº 5154/04 e Lei Federal nº 11741/08) PLANO DE CURSO Área Tecnológica: Logística

Leia mais

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO

DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO Objetivo DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO Este documento tem como objetivo definir diretrizes e orientações para projetos de laboratórios de Sistemas de Tratamento de Água. Considerações iniciais Para estabelecimentos

Leia mais

1ª RETIFICAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL PARA REGISTRO DE PREÇOS Nº 413/2014 - CPL 04 SESACRE

1ª RETIFICAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL PARA REGISTRO DE PREÇOS Nº 413/2014 - CPL 04 SESACRE 1ª RETIFICAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL PARA REGISTRO DE PREÇOS Nº 413/2014 - CPL 04 SESACRE OBJETO: Aquisição de Equipamentos, Mobiliários, Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos, para atender as Necessidades

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Plano de Trabalho Docente - 2015 ETEC MONSENHOR ANTÔNIO MAGLIANO Código: 088 Município: GARÇA EE: Controle e Processos Industriais Eixo Tecnológico: INDÚSTRIA

Leia mais

Soluções em Equipamentos Industriais

Soluções em Equipamentos Industriais Soluções em Equipamentos Industriais QUEM SOMOS Com atuação a nível nacional e internacional, a Jemp Equipamentos é a maior empresa brasileira na área de equipamentos industriais, acumulando uma experiência

Leia mais

Apresentação Wintek.Center... 4. Programa das Ações de Formação... 3. Básico de Refrigeração e Climatização... 6

Apresentação Wintek.Center... 4. Programa das Ações de Formação... 3. Básico de Refrigeração e Climatização... 6 ÍNDICE Apresentação Wintek.Center... 4 Programa das Ações de Formação... 3 Básico de Refrigeração e Climatização... 6 Automação, Controlo e Instrumentação... 7 Electricidade de Sistemas de Refrigeração

Leia mais

BOLETIM de ENGENHARIA Nº 001/15

BOLETIM de ENGENHARIA Nº 001/15 BOLETIM de ENGENHARIA Nº 001/15 Este boletim de engenharia busca apresentar informações importantes para conhecimento de SISTEMAS de RECUPERAÇÃO de ENERGIA TÉRMICA - ENERGY RECOVERY aplicados a CENTRAIS

Leia mais

Biocombustíveis. Também chamados de agrocombustíveis

Biocombustíveis. Também chamados de agrocombustíveis Biocombustíveis Também chamados de agrocombustíveis Biomassa É o combustível obtido a partir da biomassa: material orgânico vegetal ou animal Uso tradicional: lenha, excrementos Etanol: álcool combustível.

Leia mais

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL

ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ITINERÁRIOS FORMATIVOS: CAMINHOS POSSÍVEIS NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Resumo Gabriel Mathias Carneiro Leão1 - IFPR, UFPR Rosane de Fátima Batista Teixeira2 - IFPR Grupo de Trabalho Cultura, Currículo e Saberes

Leia mais

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO. Parte 1 (solicitante)

Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Formulário de Aprovação de Curso e Autorização da Oferta PROJETO

Leia mais

Curso de Especialização Técnica em Gestão da Manutenção do Ambiente Hospitalar

Curso de Especialização Técnica em Gestão da Manutenção do Ambiente Hospitalar FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO CNPJ: 33 781 055/0017 00 Razão Social: Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio/ FIOCRUZ Esfera Administrativa: Federal Endereço (Rua,

Leia mais

PROCESSO N 337/11 PROTOCOLO N.º 07.595.260-0 PARECER CEE/CEB N.º 1019/11 APROVADO EM 09/11/11

PROCESSO N 337/11 PROTOCOLO N.º 07.595.260-0 PARECER CEE/CEB N.º 1019/11 APROVADO EM 09/11/11 PROTOCOLO N.º 07.595.260-0 PARECER CEE/CEB N.º 1019/11 APROVADO EM 09/11/11 CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA INTERESSADO: COLÉGIO INSTITUTO CRISTÃO ENSINO MÉDIO E PROFISSIONAL MUNICÍPIO: CASTRO ASSUNTO: Pedido

Leia mais

Curso de Serviço Social Manual do estagiário

Curso de Serviço Social Manual do estagiário Curso de Serviço Social Manual do estagiário I - Apresentação Caro aluno, A disciplina denominada Supervisão Acadêmica em Serviço Social, objetiva contribuir na compreensão das atividades relativas ao

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso: Gestão Ambiental campus Angra Missão O Curso Superior de Tecnologia em Gestão Ambiental da Universidade Estácio de Sá tem por missão a formação de Gestores Ambientais

Leia mais

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA

14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA 14 COMBUSTÍVEIS E TEMPERATURA DE CHAMA O calor gerado pela reação de combustão é muito usado industrialmente. Entre inúmeros empregos podemos citar três aplicações mais importantes e frequentes: = Geração

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA DO ENSINO DE GRADUAÇÃO

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA DO ENSINO DE GRADUAÇÃO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA DO ENSINO DE GRADUAÇÃO Aprovado no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) e Conselho de Administração Superior (CAS) em 18 de junho de 2015, Processo 016/2015

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*)

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 8, DE 7 DE MAIO DE 2004. (*) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Psicologia. O Presidente

Leia mais

GERAÇÃO DE ELETRICIDADE A PARTIR DA BIOMASSA DA

GERAÇÃO DE ELETRICIDADE A PARTIR DA BIOMASSA DA GERAÇÃO DE ELETRICIDADE A PARTIR DA BIOMASSA DA Títuloda CANA-DE-AÇÚCAR Apresentação Bioeletricidade A segunda revolução energética da cana-de-açúcar Autor Rio de Janeiro, 24 de novembro de 2005 Helcio

Leia mais

FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI

FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI ASSOCIAÇÃO DE ENSINO SUPERIOR DE IBAITI FACULDADE DE EDUCAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E TECNOLOGIA DE IBAITI - FEATI REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE BACHARELADO EM CIÊNCIAS CONTÁBEIS COORDENADORA

Leia mais

Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa)

Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa) Aspectos Tecnológicos das Fontes de Energia Renováveis (Biomassa) Aymoré de Castro Alvim Filho Eng. Eletricista, Dr. Especialista em Regulação, SRG/ANEEL 10/02/2009 Cartagena de Indias, Colombia Caracterização

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL

REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Cacoal RO REGULAMENTO DE ESTÁGIOS

Leia mais

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo

Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial Departamento Regional de São Paulo Formação Inicial e Continuada (Decreto Federal nº 11741/08 e Lei nº 11.741/08) PLANO DE CURSO Área: Manutenção Mecânica Qualificação:

Leia mais

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO

PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO PLANO DE CURSO SIMPLIFICADO CURSO: ELETRICISTA INSTALADOR PREDIAL DE BAIXA TENSÃO - PRONATEC 224 horas ÁREA: ENERGIA MODALIDADE: QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL UNIDADE(S) HABILITADA(S): CT PALMAS Plano de Curso

Leia mais

4. O Ciclo das Substancias na Termoelétrica Convencional De uma maneira geral todas as substâncias envolvidas na execução do trabalho são o

4. O Ciclo das Substancias na Termoelétrica Convencional De uma maneira geral todas as substâncias envolvidas na execução do trabalho são o 1.Introdução O fenômeno da corrente elétrica é algo conhecido pelo homem desde que viu um raio no céu e não se deu conta do que era aquilo. Os efeitos de uma descarga elétrica podem ser devastadores. Há

Leia mais

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA Cachoeira, março de 2011 REGULAMENTO DE MONITORIA ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º

Leia mais

ANEXO II EDITAL 002/2015 - PROEX/IFMS DAS ATRIBUIÇÕES DO ESTAGIÁRIO

ANEXO II EDITAL 002/2015 - PROEX/IFMS DAS ATRIBUIÇÕES DO ESTAGIÁRIO ANEXO II EDITAL 002/2015 - PROEX/IFMS DAS ATRIBUIÇÕES DO ESTAGIÁRIO CÂMPUS AQUIDAUANA CURSO Informática Edificações ATRIBUIÇÕES - Prestar serviço de suporte na área de tecnologia da informação; - Prestar

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico em Administração Qualificação:

Leia mais

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área;

a importância de formar profissionais para atuar nos campos de trabalho emergentes na área; SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n. 66/ 2012 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Graduação em Computação, Licenciatura

Leia mais

GESTÃO DE RESÍDUOS EM UMA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA NO VALE DO SÃO FRANCISCO: O REAPROVEITAMENTO DO BAGAÇO DA CANA DE AÇÚCAR.

GESTÃO DE RESÍDUOS EM UMA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA NO VALE DO SÃO FRANCISCO: O REAPROVEITAMENTO DO BAGAÇO DA CANA DE AÇÚCAR. GESTÃO DE RESÍDUOS EM UMA AGROINDÚSTRIA CANAVIEIRA NO VALE DO SÃO FRANCISCO: O REAPROVEITAMENTO DO BAGAÇO DA CANA DE AÇÚCAR. Roberta Daniela da Silva Santos Universidade Federal do Vale do São Francisco,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM ELETROELETRÔNICA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO TÉCNICO EM ELETROELETRÔNICA Das

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS

FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO UBERABA MG INSTITUTO EDUCACIONAL GUILHERME DORÇA PRESIDENTE: LUIZ HUMBERTO DORÇA FACULDADE DE TALENTOS HUMANOS DIRETOR

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec:PAULINO BOTELHO Código: 091 Município:São Carlos Eixo Tecnológico: Controle e Processos Industriais Habilitação Profissional: Técnico em Mecatrônica

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Código: 031 Município: Marília Eixo Tecnológico: Segurança Habilitação Profissional: Auxiliar Técnico de Nível Médio em Segurança do Trabalho Qualificação:

Leia mais

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO

(Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO (Anexo II) DESCRIÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO... 3 2 ESPECIALISTA EM EDUCAÇÃO Missão: Atuar nas diferentes áreas (administração, planejamento e orientação educacional) com o intuito

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL. Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Plano de Trabalho Docente - 2015 ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça - SP Eixo Tecnológico: Controle e Processo Industrial Habilitação

Leia mais

CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA

CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA SERTÃO PERNAMBUCANO DIREÇÃO DE ENSINO DEPARTAMENTO DE ENSINO SUPERIOR 1. Perfil do Curso CURSO DE LICENCIATURA

Leia mais

Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz.

Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz. Implantação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo do Ceca/Fiocruz. Objeto Desenvolver Projeto para a implementação de um Programa de Educação Continuada em Bioterismo no Cecal. Introdução:

Leia mais

Aproveitamento Energético de Resíduos e Biomassa. Eng Rogério C. Perdoná

Aproveitamento Energético de Resíduos e Biomassa. Eng Rogério C. Perdoná Aproveitamento Energético de Resíduos e Biomassa Eng Rogério C. Perdoná 00 Apresentação Pessoal Rogério Carlos Perdoná Graduação Engenharia Elétrica Escola de Engenharia de Lins 1987 a 1992. Pós-graduação

Leia mais

Lavadora de Pisos Lava e seca simultaneamente

Lavadora de Pisos Lava e seca simultaneamente Lavadora de Pisos Lava e seca simultaneamente LST51 E LST51 B (Elétrica a cabo) (Bateria) A maior concentração de soluções técnicas de engenharia e de experts em limpeza, aplicadas a uma lavadora de piso

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plano de Trabalho Docente 0 Etec PAULINO BOTELHO Código: 09 Município:São Carlos EE: Eixo Tecnológico:Controle e Processos Industriais Habilitação

Leia mais

Respeito ao meio ambiente, colocando o conhecimento científico adquirido a serviço da sociedade e permitindo o desenvolvimento sustentável.

Respeito ao meio ambiente, colocando o conhecimento científico adquirido a serviço da sociedade e permitindo o desenvolvimento sustentável. Coordenação do Curso de Engenharia Química da UFPR (CCEQ) Planejamento Estratégico 2012-2017 Apresentação: O curso de Engenharia Química da UFPR foi criado em 1954 pelo Decreto-Lei nº 6.489, assim completará

Leia mais

Capítulo 4: Diagnóstico do Sistema Normativo do SISMETRA

Capítulo 4: Diagnóstico do Sistema Normativo do SISMETRA Capítulo 4: Diagnóstico do Sistema Normativo do SISMETRA Caracterizado no Capítulo 3, à luz da prática internacional de normalização, o sistema normativo do SISMETRA foi objeto de criteriosa análise de

Leia mais

SENAI - Educação profissional

SENAI - Educação profissional www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/unindustria/2013/11/1,29083/senai-educacao-profissional.html 21 de Novembro de 2013 SENAI - Educação profissional As possibilidades

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

LABORATÓRIO DE CALIBRAÇÕES E PLANTA DIDÁTICA

LABORATÓRIO DE CALIBRAÇÕES E PLANTA DIDÁTICA LABORATÓRIO DE CALIBRAÇÕES E PLANTA DIDÁTICA 1. Descrição Física O laboratório deve dispor de estrutura mínima de uma área igual ou superior a 58m2; com pé direito de 3,5m, piso em material isolante, resistente

Leia mais

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO

EMENTA CURSO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICO-ALVO: Os Cursos Técnicos são destinados a todos que estão cursando o 2º ano ou já completaram o Ensino Médio e que desejam aprender uma profissão, entrar no mercado de trabalho ou buscar uma melhor

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antônio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Indústria Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico de Técnico

Leia mais

FACULDADE SANTA TEREZINHA CEST CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL NORMAS COMPLEMENTARES DE ESTÁGIO DO CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL

FACULDADE SANTA TEREZINHA CEST CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL NORMAS COMPLEMENTARES DE ESTÁGIO DO CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL FACULDADE SANTA TEREZINHA CEST CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL NORMAS COMPLEMENTARES DE ESTÁGIO DO CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL São Luís 2015 NORMAS COMPLEMENTARES DE ESTÁGIO CURRICULAR

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC DE MANEJO DE PASTAGENS EM BOVINOCULTURA DE LEITE. Parte 1 (solicitante)

Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC DE MANEJO DE PASTAGENS EM BOVINOCULTURA DE LEITE. Parte 1 (solicitante) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO

Leia mais

1 DIFERENCIAIS. de CO do forno são até 200% menores do que exige a legislação.

1 DIFERENCIAIS. de CO do forno são até 200% menores do que exige a legislação. FORNO CREMATŁRIO JUNG - CR270012 1 2 Obs.: As imagens acima são meramente ilustrativas. O equipamento das fotos é semelhante ao modelo cotado, entretanto, sua aparência, acessórios e funcionalidade podem

Leia mais