CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: CEP: FAX: Nº SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO

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1 1 CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO PRAÇA DA REPÚBLICA, 53 - FONE: CEP: FAX: Nº SUBSÍDIOS PARA ANÁLISE DO PLANO DE CURSO 1. APRESENTAÇÃO É com satisfação que apresentamos este documento com o objetivo de subsidiar a análise do Plano de Curso de educação profissional técnica., tanto pelos especialistas, como pelos supervisores de ensino. Assim, tem ele finalidade precípua pedagógica. Destina-se aos profissionais que farão a análise do Plano, e, além de ser um instrumento de analise, pretende ainda conferir uniformidade à elaboração de parecer técnico por seus especialistas. Para tanto, traz uma seleção de critérios comuns para utilização das instituições credenciadas, mas vale destacar que o apoio para a elaboração pela escola está previsto na própria Deliberação. Não menos importante, com este documento pretende-se também estabelecer um padrão de qualidade para a oferta de ensino técnico no sistema estadual de ensino, permitindo estender a experiência acumulada pelas instituições credenciadas a outras escolas do Estado de São Paulo, em um saudável intercambio de boas práticas. Pretendemos, portanto, que estes subsídios sejam uma referencia para as escolas na elaboração de planos de curso de Ensino profissionalizante técnico, colaborando para sua elaboração e proporcionando-lhes avaliação externa, para seu continuo aperfeiçoamento. À leitura, pois, e à prática! Os autores Página 1 de 12

2 2 2. INTRODUÇÃO Este documento se destina a orientar a análise do Plano de Curso de educação profissional técnica, cuja aprovação cabe ao órgão próprio de supervisão do sistema de ensino, conforme dispõem os itens 14.3, 14.4 e 14.5 da Indicação CEE nº 8/2000. O parecer técnico, elaborado por especialista vinculado à instituição de ensino credenciada pelo CEE, deve contemplar o exame de todos os itens apresentados no Plano de Curso, que devem estar estruturalmente articulados. O referido parecer integra o Plano de Curso e constitui, nos termos da Indicação CEE nº 108/2011, peça fundamental para análise e aprovação do Plano de Curso, com o fim de subsidiar a análise e decisão do órgão próprio do sistema para fins de aprovação e autorização de funcionamento do curso. A análise do Plano de Curso, pelo órgão próprio do sistema, deve ser feita de modo integrado para verificar a unidade e coerência interna do seu conteúdo. O presente documento foi elaborado com base nas normas próprias expedidas pelo CEE, em particular a Indicação CEE nº 8/2000, Deliberação e Indicação CEE nº 87/2009, Deliberação CEE nº 105/2011 e Indicação CEE nº 108/2011. Para a elaboração da Análise dos itens do plano de curso, serviuse também de documentos disponibilizados pelas instituições credenciadas. Para subsidiar a elaboração do parecer técnico, o especialista poderá valer-se do documento Itens de qualidade, direcionado para os cursos técnicos em EaD aplicável também aos cursos presenciais, no que couber. 3. ANÁLISE DOS ITENS DO PLANO DE CURSO 3.1. Identificação da Escola Além de identificar a escola, o especialista avaliará a capacidade de oferta do curso pretendido, a partir da análise de sua experiência em educação e das relações institucionais mantidas com o setor produtivo da área do curso. As questões relativas à regularidade de autorização, de funcionamento dos cursos e dos atos escolares da escola solicitante serão objeto de análise da supervisão de ensino. Página 2 de 12

3 Identificação do curso O curso proposto pela instituição deve estar previsto em um dos eixos tecnológicos do Catálogo Nacional de Cursos Técnicos do Ministério da Educação (CNCT/MEC). Quando o curso não constar do CNCT, o especialista deve verificar a pertinência da classificação proposta, comparando as informações disponíveis no CNTC com o perfil profissional, organização curricular e infraestrutura indicados no plano de curso. Cabe ainda, verificar se a carga horária proposta para o curso atende aos mínimos estabelecidos pelo CNTC para o eixo tecnológico ou curso Justificativa e objetivos De acordo com a Indicação CEE nº 108/2011, as Justificativas e objetivos devem indicar as razões da instituição para a oferta do curso na região, fundamentada em estudos e pesquisas do setor produtivo e das ocupações existentes. Devem explicitar as razões que levaram a instituição a propor o curso e incluir dados socioeconômicos, educacionais e profissionais da região para caracterizar a necessidade da proposta de formação do técnico. A contextualização socioeconômica poderá ser detalhada com número de empresas do setor que atuam na região e quantidade de empregos gerados; informações sobre investimentos e indicadores de renovação tecnológica e de crescimento da área do curso proposto. Dentre as informações educacionais da região poderão ser incluídas a oferta de cursos técnicos destinados à formação profissional e pesquisa de interesse junto a jovens e trabalhadores do setor. As informações da área profissional incluem a estrutura ocupacional do setor na região e a relação das ocupações de nível técnico oferecidas pelas empresas que podem ser exercidas pelo técnico a ser formado. Para cursos não incluídos no CNTC será indispensável caracterizar que os técnicos atualmente formados não suprem a demanda de mão de obra qualificada que o curso proposto irá atender. As informações e dados devem conter referência das fontes pesquisadas. Os Objetivos devem indicar, de forma clara e objetiva, os propósitos do curso e os resultados esperados em consonância com as justificativas apresentadas. Página 3 de 12

4 Requisitos de Acesso Condições exigidas para a admissão do candidato ao curso, podendo contemplar critérios mínimos de idade e escolaridade; aspectos legais de profissões regulamentadas; conhecimentos e habilidades adquiridas previamente, quando necessários Perfil profissional O perfil profissional define a identidade do curso. Pela Indicação CEE nº 108/2011 deve conter as competências requeridas para o exercício da profissão ou da ocupação. Seu detalhamento inclui as atribuições, responsabilidades e atividades que serão exercidas pelo futuro profissional. Nesta descrição sugerese recorrer à Classificação Brasileira de Ocupações (CBO). Obrigatoriamente, a constituição do perfil deverá prever as atribuições profissionais quando se tratar de profissões ou ocupações regulamentadas por lei específica. O perfil profissional proposto deve ser coerente com as descrições do eixo tecnológico e do técnico, bem como com a área de atuação, presentes no CNCT. Se o currículo for estruturado com módulos ou etapas com certificações intermediárias, será oportuno verificar se o perfil proposto, para as qualificações técnicas, corresponde a ocupações existentes no mercado de trabalho. Nos cursos que não constam do CNCT, o perfil profissional proposto deve estar abrangido pela descrição do eixo tecnológico e configurar identidade própria em relação aos demais cursos previstos no referido eixo e no CNTC Organização curricular As normas do CEE estabelecem que a organização curricular deve contemplar a estrutura básica do curso, contendo itinerários formativos e temas a serem desenvolvidos, coerentes com requisitos do perfil profissional de conclusão. A instituição deve esclarecer como será estruturado o currículo: etapas, módulos, séries/semestres, temas, blocos, projetos ou outra forma de organização, indicando sua distribuição e integração na composição do itinerário formativo. No caso de estruturação com saídas intermediárias, deve haver a previsão de eventuais certificações parciais, quando adotadas. Página 4 de 12

5 5 É relevante que a organização curricular seja coerente, adequada e suficiente para conduzir ao perfil previsto. Do ponto de vista metodológico, deverá explicitar a integração entre teoria e prática profissional, em consonância com a orientação pedagógica adotada para a elaboração do currículo. O exame das práticas profissionais, que serão desenvolvidas pelo aluno durante o curso, é fundamental para aferir a adequação do currículo com o perfil proposto. A organização curricular deve incluir matriz curricular, com a distribuição dos componentes do currículo com indicação das respectivas cargas horárias e apresentar uma breve relação dos conhecimentos e competências profissionais a serem desenvolvidas Proposta de Estágio Supervisionado A instituição indicará em seu plano de curso a proposta de estágio supervisionado, quando for o caso, especificando sua natureza e modalidade, nos termos da Deliberação CEE 87/09. O estágio é obrigatório, quando definido em função das exigências decorrentes da natureza do curso e ou como parte integrante do itinerário formativo, planejado, executado e avaliado em conformidade com o perfil profissional de conclusão para o curso, como no caso da enfermagem. As escolas poderão prever estágio não obrigatório, entendido como opção da escola definida em seu projeto ou plano do curso, o que o torna obrigatório para seus alunos, devendo manter coerência com o perfil profissional de conclusão previsto para o curso. A escola poderá ainda propor outras modalidades de estágio, conforme previsto na citada Deliberação. A escola deve indicar a natureza, a modalidade, a carga horária, normas e orientações sobre apresentação de relatórios periódicos e sobre seu acompanhamento e avaliação. Todo estágio será supervisionado e se articulará com as demais atividades de prática profissional Critérios de Aproveitamento de Conhecimentos e Experiências Anteriores Página 5 de 12

6 6 Procedimentos e instrumentos destinados à avaliação de competências e de conhecimentos adquiridos anteriormente pelo candidato, para fins de prosseguimento de estudos Critérios de Avaliação de Aprendizagem É o sistema de avaliação utilizado pela escola e as formas de recuperação oferecidas para a superação de dificuldades de aprendizagem dos alunos. A concepção de avaliação deve ser coerente com o desenvolvimento das competências, prevendo a realização durante o processo de ensino. A escola deve indicar os procedimentos, os instrumentos de avaliação, a forma de expressão dos resultados e os critérios para promoção ou retenção e os mecanismos a serem oferecidos para a superação de possíveis dificuldades de aprendizagem dos alunos, em consonância com o Regimento Escolar Instalações e equipamentos As instalações e equipamentos constituem a infra-estrutura necessária para o curso, devendo incluir aquela recomendada no CNCT. O plano de curso descreverá: I- salas de aula e instalações dos laboratórios, oficinas, salas-ambiente e outras dependências destinadas à prática profissional, vinculadas ao curso proposto, com indicação da área, capacidade de alunos de cada uma deles e das condições de funcionamento; II- outras dependências de uso dos alunos, dos professores e de outros profissionais da instituição ligadas ao curso; III- equipamentos e materiais didáticos, inclusive softwares, necessários e recomendados para o desenvolvimento do curso; IV- acervo bibliográfico e de multimídia específicos do curso. O especialista verificará as dependências e instalações descritas, considerando as especificações, condições físicas e de uso, capacidade, adequação didática etc. Os equipamentos, acervo bibliográfico, softwares e outros materiais didáticos, utilizados para aulas práticas e teóricas, serão objeto de avaliação do especialista, consideradas sua utilidade e pertinência para o processo de ensinoaprendizagem e adequação curricular, entre outras. Página 6 de 12

7 Pessoal docente e técnico O plano de curso deve apresentar o quadro de pessoal envolvido no curso, com a indicação da adequada formação e qualificação para a função. Este quadro deve conter informações sobre o corpo docente e técnicoadministrativo responsável pelo desenvolvimento do curso, incluindo o atendimento aos requisitos de qualificação e habilitação previstos na legislação, a formação escolar e pedagógica e a experiência profissional docente e não docente. Sugere-se identificar a existência de equipe de coordenação (coordenador pedagógico e de curso), de pessoal de apoio (auxiliares de ensino, monitores) e de serviços ao aluno (orientação educacional e profissional, supervisão de estágios). A análise deste quadro deve ser feita conjuntamente com o supervisor escolar Certificados e Diplomas São documentos que contêm as informações relativas à conclusão de etapas e de cursos, a serem expedidos pela escola conforme a proposta pedagógica. Os certificados se referem à conclusão de qualificações intermediárias e os diplomas correspondem à conclusão de curso técnico. Ambos devem indicar corretamente a denominação do curso e do eixo tecnológico em que está inserido. É condição para a emissão do diploma de técnico, que o aluno tenha concluído o Ensino Médio e apresentado o respectivo certificado e histórico escolar. 4. ASPECTOS RELEVANTES NA ANÁLISE DO CURSO - ITENS DE QUALIDADE 4.1. Curso para o qual a IE solicita autorização 4.2. Perfil Profissional Analisar o perfil de saída previsto do ponto de vista de sua coerência com o perfil profissional constante no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Classificar, de acordo com os seguintes critérios: Página 7 de 12

8 8 ( ) O perfil de saída do concluinte previsto é coerente com o perfil profissional constante no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. ( ) O perfil de saída do concluinte previsto considera parte dos aspectos do perfil profissional constante no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. ( ) O perfil de saída do concluinte previsto não leva em consideração o perfil profissional constante no Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Observações adicionais sobre o perfil de saída do concluinte: 4.3. Aspectos curriculares Analisar, conjuntamente a matriz curricular, os conteúdos curriculares e o perfil de saída do concluinte e classificar, de acordo com os seguintes critérios: ( ) Os conteúdos curriculares são adequados e suficientes para conduzir ao perfil que o aluno deve atingir, ao final do curso. Estão previstas atividades presenciais em quantidade e tipo suficientes para garantir o bom aproveitamento do aluno e o acompanhamento de seu desenvolvimento. Atividades práticas em laboratórios e/ou oficinas são privilegiadas. ( ) Os conteúdos curriculares seriam adequados e suficientes para conduzir ao perfil que o aluno deve atingir, ao final do curso. As atividades presenciais, contudo, não estão previstas em quantidade e tipo suficientes para garantir o bom aproveitamento do aluno e o acompanhamento de seu desenvolvimento. Atividades práticas em laboratórios e/ou oficinas deveriam ser incrementadas. ( ) Os conteúdos curriculares seriam adequados, mas não suficientes para conduzir ao perfil que o aluno deve atingir, ao final do curso. As atividades presenciais não estão previstas em quantidade e tipo suficientes para garantir o bom aproveitamento do aluno e o acompanhamento de seu desenvolvimento. Atividades práticas em laboratórios e/ou oficinas são insuficientes. ( ) Os conteúdos curriculares não são adequados e suficientes para conduzir ao perfil que o aluno deve atingir, ao final do curso. Observações adicionais sobre os aspectos curriculares: 4.4. Material didático Analisar cada um dos tipos de material didático que serão utilizados quanto a: estética, linguagem, correção de conteúdo e redação, facilidade de uso; e coerência com os aspectos curriculares (matriz e conteúdos curriculares). Classificar de acordo com os seguintes critérios: ( ) O material didático a ser utilizado é correto, tanto do ponto de vista das informações contidas, como da utilização da Língua Portuguesa; tem boa Página 8 de 12

9 9 apresentação; a linguagem é acessível e o material é de fácil utilização (com indicações de sequência e sugestões de estudo). Foi elaborado especialmente para o curso, apresentando, portanto, total coerência com a matriz e com os conteúdos curriculares. ( ) O material didático a ser utilizado é correto, tanto do ponto de vista das informações contidas, como da utilização da Língua Portuguesa; tem boa apresentação; a linguagem é acessível e o material é de fácil utilização (com indicações de sequência e sugestões de estudo). Parte dos materiais foi adquirida no mercado, havendo lacunas em relação à matriz e aos conteúdos curriculares. ( ) O material didático a ser utilizado é correto, tanto do ponto de vista das informações contidas, como da utilização da Língua Portuguesa. Nem sempre a linguagem é acessível e o material não é de fácil utilização. Parte dos materiais foi adquirida no mercado, havendo lacunas em relação à matriz e aos conteúdos curriculares. ( ) O material didático a ser utilizado apresenta incorreções nas informações contidas e/ou na utilização da Língua Portuguesa. Observações adicionais sobre o material didático: 4.5. Equipe multidisciplinar para preparação e atividades centralizadas do curso Nota: Este item trata da disponibilidade de profissionais para coordenação e preparação de material didático, quer se trate de ensino presencial, quer a distância. Analisar a disponibilidade de profissionais de acordo com a matriz curricular. Analisar os perfis profissionais alocados à preparação e atividades centralizadas do curso. Classificar de acordo com os seguintes critérios: ( ) A instituição de ensino dispõe (por seus próprios meios ou vinculados a parceiros) de coordenador de curso, coordenador pedagógico e coordenador de estágio, bem como de professores / conteudistas para todos os componentes da matriz curricular. ( ) A instituição de ensino dispõe (por seus próprios meios ou vinculados a parceiros) de coordenador de curso, coordenador pedagógico e coordenador de estágio e de professores / conteudistas para parte dos componentes da matriz curricular. ( ) A instituição de ensino dispõe (por seus próprios meios ou vinculados a parceiros) de coordenador de curso, coordenador pedagógico e coordenador de estágio, mas não dispõe de professores / conteudistas. ( ) A instituição de ensino não dispõe de coordenador pedagógico, nem de coordenador de estágio, nem de professores / conteudistas. Dispõe, apenas, de um coordenador de curso. Página 9 de 12

10 Equipe multidisciplinar para coordenação das atividades locais e tutoria Nota: Neste item, a figura do "tutor presencial aplica-se à educação a distância. Nesse caso, o que se analisa são os profissionais alocados às chamadas unidades operacionais, que consistem nos diferentes locais onde os alunos realizarão atividades presenciais. Havendo mais de uma unidade operacional prevista, o aspecto deve ser analisado para cada uma delas, colocando-se, como subtítulo, o nome do local. Caso se trate de ensino presencial, substituir, na análise, "tutores presenciais" por professores e instrutores, ou seja, pelos responsáveis pelas atividades em sala de aula, laboratórios e oficinas). Analisar a disponibilidade de profissionais para coordenação local e tutoria presencial, de acordo com a matriz e os conteúdos curriculares. Analisar a disponibilidade de tutores presenciais para laboratórios e oficinas, considerando, tanto os conteúdos curriculares, como os ambientes para desenvolvimento das atividades locais. Analisar os perfis dos profissionais. Classificar de acordo com os seguintes indicadores e critérios: ( ) A instituição de ensino dispõe (por seus próprios meios ou vinculados a parceiros) de coordenador local e tutores presenciais (se ensino presencial, considerar professores e instrutores) para todos os componentes e atividades curriculares. Todos possuem formação superior e experiência na área. ( ) A instituição de ensino dispõe (por seus próprios meios ou vinculados a parceiros) de coordenador local e tutores presenciais (se ensino presencial, considerar professores e instrutores) para todos os componentes e atividades curriculares. Todos possuem formação, mas apenas alguns deles possuem experiência na área. ( ) A instituição de ensino dispõe (por seus próprios meios ou vinculados a parceiros) de coordenador local e tutores presenciais (se ensino presencial, considerar professores e instrutores) para as partes teóricas dos componentes curriculares. Todos possuem formação superior, mas nenhum possui experiência na área. ( ) A instituição de ensino dispõe apenas (por seus próprios meios ou vinculados a parceiros) de alguns poucos "tutores generalistas" (se ensino presencial, considerar professores e instrutores). Observações adicionais sobre equipe multidisciplinar para desenvolvimento do curso: 4.7. Ambientes para desenvolvimento das atividades Nota: Neste item, em se tratando de ensino presencial, analisar as salas de aula, laboratórios e oficinas de que dispõe a instituição de ensino, para desenvolvimento do curso. Em se tratando de educação a distância, analisar as Página 10 de 12

11 11 condições unidades operacionais, individualmente, colocando, como subtítulo, o nome do local. Analisar a variedade de ambientes e seu dimensionamento, considerando o número de vagas oferecidas (se educação a distância, vagas oferecidas na unidade operacional). Analisar a compatibilidade com os conteúdos curriculares (realização de atividades presenciais e/ou práticas). Classificar de acordo com os seguintes critérios: ( ) A instituição de ensino (ou a unidade operacional) dispõe de todos os ambientes necessários ao desenvolvimento das atividades do curso, em quantidade compatível com o número de vagas oferecidas. ( ) A instituição de ensino (ou a unidade operacional) dispõe dos ambientes essenciais ao desenvolvimento das atividades do curso, em quantidade compatível com o número de vagas oferecidas. ( ) A instituição de ensino (ou a unidade operacional) dispõe dos ambientes essenciais ao desenvolvimento das atividades do curso, mas eles não são em quantidade compatível com o número de vagas oferecidas. ( ) A instituição de ensino (ou a unidade operacional) não dispõe dos ambientes essenciais ao desenvolvimento das atividades do curso. Observações adicionais sobre ambientes para desenvolvimento do curso: 4.8. Equipamentos e materiais duráveis (bancadas, instrumentos e ferramental) para desenvolvimento das atividades Nota: A análise realizada neste item será complementar ao item anterior, devendo-se, também aqui, identificar cada uma das unidades operacionais (se várias), no caso de educação a distância. Analisar a variedade de equipamentos e materiais duráveis e seu dimensionamento, considerando o número de vagas oferecidas (se educação a distância, vagas oferecidas na unidade operacional). Analisar a compatibilidade com os ambientes para desenvolvimento das atividades. Classificar de acordo com os seguintes critérios: ( ) A instituição de ensino (ou a unidade operacional) dispõe, em todos os ambientes essenciais ao desenvolvimento das atividades do curso, de equipamentos e materiais duráveis com a variedade requerida, em quantidade compatível com o número de vagas oferecidas. ( ) A instituição de ensino (ou a unidade operacional) dispõe, em parte dos ambientes essenciais ao desenvolvimento das atividades do curso, de equipamentos e materiais duráveis com a variedade requerida, em quantidade compatível com o número de vagas oferecidas. ( ) A instituição de ensino (ou a unidade operacional) dispõe, nos ambientes essenciais ao desenvolvimento das atividades do curso, de equipamentos e Página 11 de 12

12 12 materiais duráveis com a variedade requerida, mas eles estão subdimensionados em relação ao número de vagas oferecidas. ( ) A instituição de ensino (ou a unidade operacional) não dispõe, nos ambientes essenciais ao desenvolvimento das atividades do curso, de equipamentos e materiais duráveis com a variedade requerida. ( ) A instituição de ensino (ou a unidade operacional) não dispõe dos ambientes essenciais ao desenvolvimento das atividades do curso (conforme análise do item anterior). Observações adicionais sobre equipamentos e materiais duráveis para desenvolvimento do curso: Página 12 de 12

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