GESTÃO DO CONHECIMENTO EM PORTAIS DE E-GOV VIA FERRAMENTAS DA WEB 2.0

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GESTÃO DO CONHECIMENTO EM PORTAIS DE E-GOV VIA FERRAMENTAS DA WEB 2.0"

Transcrição

1 1 GESTÃO DO CONHECIMENTO EM PORTAIS DE E-GOV VIA FERRAMENTAS DA WEB 2.0 Flávia Ferreira 1, Jussara Borges 2 1 Bibliotecária SIBI/UFBA, Especialista em Gestão do Conhecimento, Mestranda em Ciência da Informação,PPGCI, Instituto de Ciência da Informação (ICI), UFBA, Salvador, Bahia. 2 Docente, ICI, UFBA, Mestre em Ciência da Informação, PPGCI, Doutoranda, Pós-Com, UFBA, Salvador, Bahia. RESUMO O universo do presente trabalho investigativo foi formado por 12 municípios da Região Metropolitana de Salvador (RMS), que possuíam Portais Municipais de e-gov. As técnicas de pesquisa consistiram de revisão da bibliografia e da observação sistemática, com utilização de formulário pré-estruturado para coleta de dados, em conformidade com os objetivos propostos. Visou-se à investigação dos portais municipais de e-gov, da RMS, que disponibilizassem ferramentas da web 2.0; e à averiguação de como os gestores destes portais usavam os conhecimentos explicitados pelos cidadãos por meio de ferramentas de participação social a fim de avaliar, aprimorar e/ou criar novos produtos e serviços. Os procedimentos incluíram sistematização, análise e discussão de dados. Os resultados evidenciaram que as iniciativas de gestão do conhecimento dos munícipes, apesar de estarem em fase incipiente, são reconhecidas e adotadas pelos gestores de 6 dos 12 Portais pesquisados. Os gestores, por sua vez, utilizam-se de conhecimentos explicitados pelos cidadãos para avaliar, aprimorar, criar novos serviços e até para formular políticas que venham a beneficiar o Município. Palavras-chave: Gestão do conhecimento; Portais Municipais de e-gov; Cultura participativa; Participação social; Ferramentas da web 2.0. ABSTRACT The research has focused on 12 municipalities of Metropolitan Region of Salvador (RMS) that had a e-gov Municipal Portals. The research techniques consisted of general bibliographic research and systematic observation, using pre-structured form to collect data, according to our main propose. The aim of the research consisted therefore in the investigation of e-government municipal portals in the RMS that provides Web 2.0 tools, and also the investigation of how managers of these portals used the citizens explicit knowledge using tools of social participation to assess, improve and / or create new products and services. The procedures included the systematization, analysis and discussion of data.the results showed that knowledge management initiatives of the citizens, although in the early stages, are recognized and adopted by the managers of 6 of the 12 surveyed Portals. The managers,on the other hand, utilized the citizens explicit knowledge to evaluate, improve, create new services and even to formulate policies that would benefit the County. Keywords: Knowledge management; Portals Municipal e-gov; Participatory culture; Social participation, web 2.0 tools

2 2 1 INTRODUÇÃO O advento das ferramentas da web 2.0 inaugura novas formas fazer uso do conhecimento. Essas ferramentas estão sendo utilizadas em portais governamentais, em páginas pessoais, como também nos sítios dos arquivos e das bibliotecas, sobretudo nos sítios das bibliotecas universitárias. Nos portais de e-gov o uso das ferramentas da web 2.0 promovem mudanças na forma como os cidadãos se relacionam com os portais, seja postando comentários, sugestões, críticas, reclamações ou elogios. Dessa forma, os portais de e-gov que disponibilizam ferramentas da web 2.0, aliado a informações que favoreçam a participação dos cidadãos, potencialmente funcionam como verdadeiros espaços favoráveis ao desenvolvimento da cultura participativa e da consequente participação social por parte dos cidadãos. Contudo, é necessário investigar se os municípios da Região Metropolitana de Salvador (RMS) oferecem mecanismos de comunicação em via dupla com a população ou vêm atuando unilateralmente como provedores de conteúdo e serviços? Outro aspecto a ser averiguado refere-se à importância da gestão do conhecimento dos cidadãos via ferramentas de participação para uma posterior disseminação via portal municipal. Deste modo é relevante também investigar se existem práticas de gestão do conhecimento dos munícipes por parte dos Portais de E-gov? Com a valorização da construção colaborativa do conhecimento, hoje, mais do que nunca, torna-se relevante realizar estudos que enfatizem a importância da participação social junto aos portais que disponibilizam conteúdos para acesso público. No que se refere aos portais municipais é relevante pensar como os gestores dos portais podem realizar a gestão do conhecimento, convertendo-o em benefícios para a população. Em sintonia com exposto, esta pesquisa tem como objetivos: investigar se os portais municipais de e-gov da RMS disponibilizam ferramentas da web 2.0 e averiguar como os gestores desses portais utilizam o conhecimento explicitado pelos cidadãos via ferramentas de participação.

3 3 2 Portais municipais de governo eletrônico (e-gov) Uma das demandas do cidadão contemporâneo é participar ativamente das decisões políticas da comunidade da qual faz parte. Jardim (2000) acrescenta que o Estado pode utilizar estrategicamente o e-gov para oferecer à sociedade melhores condições, não somente de acesso à informação, mas, sobretudo, maiores oportunidades de participação social no processo democrático. Então, quais seriam as vantagens da participação do cidadão no processo democrático? Ferrer e Borges (2004, p. 245) destacam duas vantagens [...] o aumento considerável da transparência nas ações e a mudança na forma como os indivíduos verão o governo pela mudança na interação com o cidadão. Conforme Ruediger (2004) os portais de e-gov não podem ser considerados como meros produto ofertados ao cidadão em formato acabado, mas, considerandose sua natureza eminentemente política, e, portanto, pública, podem ser vistos como bem público sujeitos a constantes transformações. Jardim (2004) propôs os 5 estágios para classificar os portais de governo eletrônico, a saber: informatização, comunicação em duas vias, transação, integração e participação. O estágio de participação, segundo o autor, ainda não foi alcançado totalmente pela maioria dos países. Esse estágio é caracterizado pela generalização dos procedimentos de participação política nas decisões via meios eletrônicos, que oferecem privacidade e segurança ao cidadão. As constantes transformações que ocorrem na sociedade impulsionam as mudanças de estágios nos portais de e-gov. O último estágio, o participativo é considerado atualmente o ideal para a construção de portais colaborativos. A colaboração dos munícipes via ferramentas de participação faz com que a noção de cultura participativa esteja cada vez mais presente nos portais que querem ser incluídos no último estágio, ou seja, o de participação. No entanto, é relevante deixar posto que para uma efetiva participação social é de extrema importância a criação de estratégias, a partir da disponibilização de ferramentas como chats, fóruns, fale conosco, enquetes entre outras. Em acréscimo os gestores dos portais de e-gov poderiam utilizar essas ferramentas para mapear os conhecimentos dos munícipes, sistematizando-os para tomada de decisão,

4 4 avaliação ou implementação de novos produtos e/ou serviços. 2.1 Cultura participativa e participação social via ferramentas da web 2.0 A participação da sociedade junto aos portais de e-gov é iniciativa indispensável para a construção de portais que disponibilizem conteúdos e serviços de real utilidade para a comunidade. A participação social [...] é expressão de todos, na medida de sua capacidade, vontade, preparo, domínio dos meios necessários e disposição de participar em sua construção (JAMBEIRO e outros, 2009, p.2). Nesse âmbito, a emergência de uma nova cultura, nomeada por Jenkins (2008), de cultura participativa, anuncia mudanças significativas no modelo de relação entre os cidadãos e o Estado. Ela inaugura um [...] estágio de evolução, de interativa para participativa (YAKOB, 2008, p.12). A cultura participativa, nesse contexto, é defina por Jenkins (2008, p. 333) como a cultura em que os cidadãos [...] são convidados a participar ativamente da criação e da circulação de novos conteúdos. Borges e Jambeiro (2009, p. 1) reafirmam essa mudança cultural - caracterizada também pelo aumento da participação do cidadão - na sociedade contemporânea - quando propõe que [...] a cultura em desenvolvimento a partir do meio digital ressitua o indivíduo de uma posição de usuário, aquele que acessa e usa a informação, para aquele que participa de sua construção, avaliação, significação, reformulação. Blatman e Silva (2007) acrescentam que o fazer participativo está aliado ao uso das ferramentas diversas que permitem a participação dos usuários, a saber: feeds RSS usuários podem criar e divulgar informações e notícias; blogs favorecem a criação e compartilhamento de informações, páginas de Flickr objetiva compartilhamento de fotografias, You Tube usuários podem postar vídeos, compartilhando-os na rede. Outra opção de participação são os fóruns de discussão. Eles se apresentam como espaços de sociabilidade e participação. Nesse contexto, é relevante acrescentar outras ferramentas de participação, que segundo Oliveira, Barros e Borges (2009), favorecem a mudança do paradigma do acesso para o da participação, são elas:

5 5 Blogs: representam uma nova forma de publicação, uma vez que o autor pode inserir novos posts sem a necessidade de escrever ou compreender qualquer tipo de código em HTML (CURTY, 2008). Mensagens instantâneas (MI): proporciona uma comunicação textual em tempo real, através de serviços de referência por chat, onde os usuários podem se comunicar sincronicamente com profissionais da área de informação, assim como eles fariam em um contexto de referência face a face (MANNES, 2007). Twitter: é uma nova tecnologia que permite enviar uma curta mensagem numa conta partilhada com outras pessoas que estão marcadas como nossos seguidores. Também há formas de manter as mensagens em privado e enviá-las só para alguns, mas a palavra de ordem é partilhar e as mensagens são majoritariamente públicas (ALVIM,[2009]). Wikis: são essencialmente páginas abertas, onde qualquer pessoa registrada pode publicar, melhorar o conteúdo e mudá-lo, mesmo que não tenha conhecimento em HTML (MANNES, 2007). Quadro 1 Ferramentas de participação Fonte: adaptado de Oliveira, Barros e Borges (2009, p.12-14). Outras ferramentas que também podem ser encontradas nos portais de e-gov são: as enquetes (ferramenta de pesquisa de opinião na qual usuário contribui a partir de resposta a questões de múltipla escolha), o fale conosco (permite que os usuários enviem mensagens, seja para solicitar esclarecimentos de dúvidas, seja para elogiar, sugerir ou criticar) e a ouvidoria online (é semelhante ao fale conosco, no entanto, pode promover uma maior garantia de resposta ou resolução referente a uma manifestação do cidadão, seja ela, uma denúncia, reclamação, elogio ou sugestão). As inúmeras formas de participação, permitidas a partir do uso das ferramentas de participação, vêm reafirmar que pensar em participação social significa considerar que a sua efetivação depende do investimento em ações que proporcionem a interação entre governo e cidadão. Uma dessas ações deve consistir no ato de ouvir o cidadão, a partir da criação de canais que favoreçam o registro de reclamações, denúncias, expectativas e sugestões. 2.2 Gestão do conhecimento via ferramentas da web 2.0 Entre os processos preconizados pelo e-gov como sendo gestão do conhecimento, as ações de captação, armazenamento, tratamento e

6 6 disseminação de conhecimento, podem ser vistas como conhecimento explícito (PAULA; CIANCONI, 2007, p.55). Deste modo, a partir da coleta e sistematização desses conhecimentos, os gestores dos portais de e-gov, segundo Sousa (2006) serão capazes de tomar decisões orientadas para seus objetivos principais. Os gestores dos portais de e-gov podem utilizar as ferramentas que fomentam a cultura participativa para mapear os conhecimentos dos munícipes, sistematizando-os para tomada de decisão, avaliação ou implementação de novos produtos e/ou serviços. Quanto a isso, Fresneda (2005) enumera uma série de estratégias para efetiva gestão do conhecimento. A compreensão delas é de suma importância para construção de portais que atendam as necessidades informacionais dos cidadãos, conforme quadro a seguir: Estratégias Criação de um repositório de informações pertinentes às comunidades formação da memória da organização, composta principalmente das informações utilizadas / geradas em atividades semi-estruturadas ou desestruturadas executadas pelos seus membros Desenvolvimento de cultura participativa que ampare e incentive o compartilhamento de conhecimentos, o trabalho colaborativo e aprendizagem em rede; Criação de um contexto capacitante - ambiente onde se compartilha, cria e utiliza conhecimento. Combina aspectos de espaço físico, virtual e mental; Desenvolvimento de processos internos para gerenciar conhecimentos criados pela comunidade; Encorajamento da participação dos colaboradores (cidadão), removendo barreiras; Respeito às diferenças individuais nas observações e pontos de vistas de cada um e criação de condições para que as pessoas desenvolvam, com espontaneidade, suas características próprias em termos de habilidades e formas de operação. Quadro 2 - Estratégias para a gestão do conhecimento nos portais de e-gov Fonte: adaptado de Fresneda (2005). É notório que a cultura participativa e o processo de participação social via tecnologias de informação e comunicação viabilizam o compartilhamento de conhecimento para futura gestão, permitindo revelar que a era da inteligência em rede é promissora, cheia de oportunidades inimagináveis. Não se trata apenas da organização em rede da tecnologia, mas da organização em rede dos seres humanos por meio da tecnologia (ROSSETTI e outros, 2008, p. 70, grifo do autor). Então, cabe aos gestores dos portais de e-gov empreender esforços para gerir os conhecimentos dos seus munícipes de forma estratégica, utilizando-os para

7 7 manter e criar portais municipais que traduzam as expectativas, anseios e necessidades informacionais do município representado. 3 Materiais e Métodos A escolha do universo da pesquisa foi realizada a partir da participação numa disciplina do curso de especialização: Engenharia/gestão da informação e do conhecimento, mediante acesso dos sítios dos portais das diversas Regiões brasileiras. Nesse momento percebeu-se a necessidade do desenvolvimento de estudos que investigassem, sobretudo, os portais municipais de e-gov da RMS. Dos 13 municípios da RMS, apenas Candeias não possuía portal de e-gov até a data final da pesquisa empírica : 31 de março de 2010, em virtude disso, a pesquisa foi realizada junto aos 12 municípios que possuíam portal municipal de e-gov. As técnicas de pesquisa deste trabalho consistiram de revisão da bibliografia e da observação sistemática com a utilização de formulário pré-estruturado para a coleta de dados junto aos portais da RMS. Foi utilizado em acréscimo, o fale conosco e contato via telefone, visando investigar se os gestores estavam realizando a gestão do conhecimento postado pelos munícipes e averiguar como os gestores utilizam esses conhecimentos. Os procedimentos consistiram incluíram sistematização por meio de tabelas e gráficos, análise e discussão. Os dados foram analisados qualitativamente, mediante confronto com as informações encontradas na literatura pertinente. 4 Resultados finais Dos 13 municípios da RMS, somente o município de Candeias, em pleno século XXI não disponibiliza portal municipal de e-gov na web. Isso é preocupante, já que os portais podem auxiliar no exercício da cidadania e na comunicação entre cidadão e governo e vice-versa. A pesquisa revelou que 10 dos 12 portais municipais de e-gov disponibilizavam alguma ferramenta de participação. Os tipos de ferramentas que se

8 8 destacaram, conforme a Tabela 1, foram: fale conosco 10 (84%), ouvidoria 5 (42%), enquetes 4 (34%). A ferramenta chat foi encontrada apenas no Portal de Salvador - na Secretaria de Cultura - e as ferramentas flick e You Tube, apenas no portal de Mata de São João. Tabela 1 - Ferramentas de participação que são disponibilizadas nos portais Ferramentas Fa % Fale conosco Ouvidoria 5 42 Enquetes 4 34 Blogs 2 17 RSS Feed 2 17 Twitter 2 17 Fóruns 1 8 Chats 1 8 Flickr 1 8 You Tube 1 8 Fonte: Pesquisa dos autores. A Tabela 1 ilustra a diversidade de ferramentas que viabilizam a interação entre cidadão e governo, assim como cidadão e cidadão ainda não é uma realidade presente na maior parte dos portais de e-gov da RMS. É válido relembrar que favorecer a atuação do cidadão via ferramentas de participação deveria ser adotada como premissa básica nos portais municipais, pois segundo Oliveira, Barros e Borges (2009, p.2) ela [...] ressitua o indivíduo de uma posição de usuário, àquele que acessa e usa a informação, para aquele que participa de sua construção, avaliação, significação, reformulação. Assim, registra-se uma das contribuições dos cidadãos de Mata de São João. Ele postou comentários acerca do novo portal municipal criado pela Prefeitura de Mata de São João no espaço do portal intitulado Depoimentos : achei ótimo, mas falta algo mais para ele fikar melhor como radios online e uma coisa importante vc devem promover no site Chat para a galera interagir mais no site!!!! essa é a minha sugestão (ALISSON, 2009, sic). O cidadão destaca a importância da utilização de chats no portal de e-gov, de modo a possibilitar a participação, não somente entre cidadão e governo, como também entre cidadão e cidadão.

9 9 A Tabela 2 oferece maiores informações acerca das formas de participação social dos cidadãos que mais se destacaram nos 12 portais: Tabela 2 - Participação social do cidadão junto aos portais Formas de participação Fa % Registro de críticas e sugestões 7 59 Participação em pesquisa de opinião no portal de e-gov (Ex: 4 34 enquetes) Participação na avaliação de serviços oferecidos pela prefeitura 3 25 Colaboração com postagem de informações no portal 3 25 Orçamento participativo 2 17 Eleição de representantes da comunidade para indicar interesses dos munícipes 2 17 Fonte: Pesquisa dos autores. No Gráfico 1 fica evidente que 50% (6) dos gestores dos portais ainda não realizam a gestão do conhecimento dos seus munícipes, por meio das ferramentas de participação. Ressalte-se que isso não impossibilita que esses portais adotem outras formas para gerir o conhecimento dos seus munícipes. Gráfico 1 Gestão do conhecimento dos munícipes Fonte: Pesquisa dos autores. Foi possível observar que em 6 portais, apesar de incipientes, as iniciativas de gestão do conhecimento via ferramentas de participação estão se tornando cada vez mais uma realidade, são eles: os Portais de Salvador, São Francisco do Conde, Camaçari, Madre de Deus, Mata de São João e Pojuca (Gráfico 4). No Portal municipal de Salvador a experiência de gerir o conhecimento vem possibilitado avaliações periódicas dos serviços prestados à comunidade. Para o gestor essas práticas têm indicado que se deve prosseguir nesse caminho para viabilizar, cada vez mais, o atendimento às demandas dos cidadãos.

10 10 Outro exemplo de gestão do conhecimento é o da Prefeitura de São Francisco do Conde. A proposta do gestor desse Portal consiste na coleta dos conhecimentos explicitados, das dúvidas, das sugestões e das reclamações recebidas, além do envio para um banco de dados. A partir daí, esses conteúdos são sistematizadas e transformados em ações que visem à melhoria da qualidade dos serviços. De acordo com dados do Gráfico 2 os gestores dos portais estão utilizando os conhecimentos dos seus munícipes para avaliar os serviços disponibilizados com oferecimento de sugestões para a melhoria do portal (6), na utilização como subsídio à tomada de decisão (4) - a partir das pesquisas de opinião, como no caso das enquetes e plebiscito - na socialização dos conhecimentos postados, visando responder possíveis dúvidas de outros cidadãos (3), nas sugestões para a criação de novos serviços (2) e na formulação de políticas para o município (1). Esse último item citado foi encontrado somente em um Portal, nesse caso, o Portal de São Francisco do Conde. Gráfico 2 Gestão do conhecimentos dos munícipes Fonte: Pesquisa dos autores. Salienta-se que o item formulação de políticas para o município foi encontrado somente em um Portal (Portal de São Francisco do Conde). Nesse Portal o gestor afirmou adotar estratégias para gestão do conhecimento explicitado pelos munícipes (Gráfico 2). 5 Considerações finais No âmbito dos portais municipais de e-gov da RMS o fazer participativo,

11 11 como intitula Blatman e Silva (2007), ou seja, a participação social, ocorreu a partir da colaboração dos munícipes via ferramentas da web 2.0, seja na postagem, na alteração, na criação e/ou no compartilhamento de informações. Os gestores dos portais de e-gov, por sua vez, utilizavam os conhecimentos explicitados pelos cidadãos para avaliar, aprimorar, criar novos serviços e até formular políticas que beneficiassem o município. Detectou-se que as iniciativas de gestão do conhecimento dos munícipes, apesar de estarem em fase incipiente, eram reconhecidas e adotadas pelos gestores dos 6 Portais (Salvador, Camaçari, Madre de Deus, Mata de São João, Pojuca e São Francisco do Conde). Esse último adotou a estratégia de criação de um banco de dados, visando registrar os conhecimentos explicitados, além de sistematizá-los, utilizando-os, quando pertinente, para a formulação de políticas ou ações direcionadas ao município. Notou-se que o desenvolvimento da cultura participativa nos Portais da RMS, não ocorreu a somente a partir da disponibilização de ferramentas da web 2.0, mas, sobretudo, a partir da ação de empreender esforços para o desenvolvimento da participação social via ferramentas da web 2.0. Essa foi a realidade presente em 50%(6) dos Portais Municipais de e-gov da Região Metropolitana de Salvador. Nesses Portais os munícipes atuaram como agentes que postavam sugestões, elogiavam, criticavam, avaliavam ou participavam, em certa medida, das decisões de interesse do seu município via ferramentas da web 2.0. REFERÊNCIAS ALISSON. Depoimentos. Mata de São João: Portal Municipal, Disponível em : < Acesso em: 22 mar BLATTMANN, Úrsula; SILVA, Fabiano C. Corrêa da. Colaboração e integração na web 2.0 e Biblioteca 2.0. Revista ACB, Florianopólis, v.12, n.2, p , jul./dez., BORGES, J.; JAMBEIRO, O. Do acesso à participação: novas relações entre indivíduos e informação. In: ENCONTRO NACIONAL DE PESQUISA DA ANCIB (ENANCIB), 10., Anais... Paraíba, FERRER, Florencia; BORGES, Zilma. Governo eletrônico: transparência, eficiência e inclusão In: CHAHIN, Ali et al. E-gov: a próxima revolução brasileira: eficiência,

12 12 qualidade e democracia: o governo eletrônico no Brasil e no mundo. São Paulo: Prentice Hall, p FRESNEDA, Paulo Sérgio Vilches. O papel das comunidades virtuais na gestão do conhecimento. Brasília: Coordenação de documentação e Informação da Casa Civil, [S.l.: s.n], Disponível em: <Comunidade_REAGE_Arquivos_BibliotecaFederal>. Acesso em: 10 dez JAMBEIRO, Othon; ANDRADE, Ricardo ; SOBREIRA, Rosane; RABELO, Priscila. Políticas de informação e comunicação, participação social e controle da gestão pública, em websites municipais. Verso e Reverso, Rio Grande do Sul, ano 22, n. 50, JARDIM, José Maria. A construção do e-gov no brasil: configurações político-informacionais. In: CINFORM, 5, 2004, Salvador. Anais... Salvador, Disponível em: <www.cinform.ufba.br/v_anais/artigos/josemariajardim.html>. Acesso em: 20 jan JARDIM, José Maria. Capacidade governativa, informação e governo eletrônico. DataGramaZero, Rio de Janeiro, v.1, n.5, out JENKINS, Henry. Cultura da convergência. São Paulo: Aleph, OLIVEIRA, Louise A. F. de; BARROS, Susane S.; BORGES, Jussara. Do acesso à participação: redefinindo fluxos de informação. In: SECIN, 3., Anais... Minas Gerais, Disponível em: <http://jussaraborges.wordpress.com>. Acesso em: 20 jan PAULA, Danúzia da Rocha de; CIANCONI, Regina de Barros. Práticas de gestão do conhecimento: caso dos sítios associados ao portal corporativo da FIOCRUZ. Persp. Ci. Inf., Minas Gerais, v. 12, n. 2, p.49-63, maio/ago RUEDIGER, Marco Aurélio. Governo Eletrônico ou Governança Eletrônica: conceitos alternativos no uso das tecnologias de informação para o provimento de acesso cívico aos mecanismos de governo e da reforma do Estado. [S.l: s.n], Disponível em:< portal.cnti.ve/cnti_docmgr/ sharedfiles/gobiernoelectronico7.pdf>. Acesso em: 3 jun SOUSA, Paulo de Tarso Costa de. Capital Social e Gestão do Conhecimento: união responsável socialmente. DataGramaZero, [S.l], v.7, n. 6, dez Disponível em:< Acesso em: 07 dez YAKOB, Faris. Prefácio. In: JENKINS, Henry. Cultura da convergência. São Paulo: Aleph, p

Política Nacional de Participação Social

Política Nacional de Participação Social Política Nacional de Participação Social Apresentação Esta cartilha é uma iniciativa da Secretaria-Geral da Presidência da República para difundir os conceitos e diretrizes da participação social estabelecidos

Leia mais

PROJETO OUVIDORIA VAI À ESCOLA

PROJETO OUVIDORIA VAI À ESCOLA PROJETO OUVIDORIA VAI À ESCOLA SALVADOR 2012 GOVERNADOR Jaques Wagner VICE-GOVERNADOR Otto Alencar SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO Osvaldo Barreto Filho SUB-SECRETÁRIO DA EDUCAÇÃO Aderbal de Castro Meira Filho

Leia mais

Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz

Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz Uma Experiência Prática da Utilização da Ferramenta Moodle para Comunidades Virtuais na ENSP - Fiocruz Autores: Ana Paula Bernardo Mendonça Ana Cristina da Matta Furniel Rosane Mendes da Silva Máximo Introdução

Leia mais

Projeto Escola com Celular

Projeto Escola com Celular Projeto Escola com Celular Rede Social de Sustentabilidade Autores: Beatriz Scavazza, Fernando Silva, Ghisleine Trigo, Luis Marcio Barbosa e Renata Simões 1 Resumo: O projeto ESCOLA COM CELULAR propõe

Leia mais

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6

MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE 2.6 PERFIL ALUNO Versão 1.0 2014 NÚCLEO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NTIC MANUAL DE UTILIZAÇÃO DO MOODLE

Leia mais

OUVIDORIA VIVA RIO MANUAL DE PROCEDIMENTOS

OUVIDORIA VIVA RIO MANUAL DE PROCEDIMENTOS OUVIDORIA VIVA RIO MANUAL DE PROCEDIMENTOS CONTEÚDO 1. OUVIDORIA INTERNA... 4 2. OUVIDORIA EXTERNA... 6 3. PESQUISA DE SATISFAÇÃO DO USUÁRIO... 7 4. CALL CENTER ATIVO DA SAÚDE... 12 5. OUVIDORIA UNIDADES

Leia mais

BIBLIOTECA 2.0 uso das ferramentas Web 2.0 na biblioteca INATEL

BIBLIOTECA 2.0 uso das ferramentas Web 2.0 na biblioteca INATEL Temática 2: Direito à Informação, Acesso à Informação e Inclusão Social BIBLIOTECA 2.0 uso das ferramentas Web 2.0 na biblioteca INATEL Alexander Willian Azevedo aw.azevedo@yahoo.com.br Universidade Federal

Leia mais

1. Introdução. 2. Conceitos. 3. Metodologia. 4. Resultados. 5. Considerações

1. Introdução. 2. Conceitos. 3. Metodologia. 4. Resultados. 5. Considerações Comunidades de Prática Experiências e Contribuições da Tecnologia para a Educação Profissional Lane Primo Senac Ceará 2012 Sumário 1. Introdução 2. Conceitos 3. Metodologia 4. Resultados 5. Considerações

Leia mais

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia.

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia. XIV Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação - Região Sul - Florianópolis - 28 de abril a 01 de maio de 2012 RESUMO OBSERVATÓRIO DE

Leia mais

Relatório de comunicação digital da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis Janeiro a Julho/2012

Relatório de comunicação digital da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis Janeiro a Julho/2012 Relatório de comunicação digital da Rede Social Brasileira por Cidades Justas e Sustentáveis Janeiro a Julho/2012 Índice Apresentação...2 Público-alvo...2 Plataformas utilizadas: Ning...3 Twitter...4 Facebook...5

Leia mais

PROJETO CIDADÃO EM REDE: DE CONSUMIDOR A PRODUTOR DE INFORMAÇÃO SOBRE O TERRITÓRIO PLANO DE TRABALHO

PROJETO CIDADÃO EM REDE: DE CONSUMIDOR A PRODUTOR DE INFORMAÇÃO SOBRE O TERRITÓRIO PLANO DE TRABALHO PROJETO CIDADÃO EM REDE: DE CONSUMIDOR A PRODUTOR DE INFORMAÇÃO SOBRE O TERRITÓRIO PLANO DE TRABALHO CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA PRODEB-UFBA PRODEB/DSS Diretoria de Sistemas e Serviços UFBA/LCAD

Leia mais

Governador do Estado da Bahia Jaques Wagner. Secretário da Saúde Jorge Solla. Coordenadora da Ouvidoria SUS BAHIA Elide Oliveira de Carvalho

Governador do Estado da Bahia Jaques Wagner. Secretário da Saúde Jorge Solla. Coordenadora da Ouvidoria SUS BAHIA Elide Oliveira de Carvalho 1 2 Governador do Estado da Bahia Jaques Wagner Secretário da Saúde Jorge Solla Coordenadora da Ouvidoria SUS BAHIA Elide Oliveira de Carvalho Equipe Técnica: Celurdes Carvalho Flávia Guimarães Simões

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO SUPERIOR DO ESTADO DO CEARÁ SECITECE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ UECE PROJETO DE AUTO-AVALIAÇÃO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ

Leia mais

Thursday, October 18, 12

Thursday, October 18, 12 O Site Legado do IFP é uma comunidade online e global dos ex-bolsistas do programa. É um recurso e um lugar para você publicar notícias profissionais, recursos e teses para a comunidade global do IFP,

Leia mais

EDITAL CHAMADA DE CASOS

EDITAL CHAMADA DE CASOS EDITAL CHAMADA DE CASOS INICIATIVAS INOVADORAS EM MONITORAMENTO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL E AVALIAÇÃO DE IMPACTO O Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVces) e as empresas

Leia mais

Universidade Federal de Uberlândia OUVIDORIA

Universidade Federal de Uberlândia OUVIDORIA Universidade Federal de Uberlândia OUVIDORIA 2008 Universidade Federal de Uberlândia Ouvidoria Avenida João Naves de Ávila, nº. 2121 Sala 14, Bloco 1A - Bairro Santa Mônica Uberlândia-MG CEP: 38400-902

Leia mais

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS ASSISTENTE

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS ASSISTENTE COMPETÊNCAS ESPECÍFCAS SSTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS - SEBRAE / TO UNDADE: GESTÃO ESTRATÉGCA PROCESSO: GESTÃO DO CONHECMENTO COMPETÊNCAS ESPECÍFCAS 1. Desenvolvimento da gestão do no 2. Promoção de estratégias

Leia mais

O acesso a informações públicas será assegurado mediante:

O acesso a informações públicas será assegurado mediante: SIMRECI Sistema de Relacionamento com o Cidadão O SIMRECI é um programa de computador que oferece ferramentas para a gestão do relacionamento com o cidadão e, especialmente garante ao poder público atender

Leia mais

Janine Garcia 1 ; Adamo Dal Berto 2 ; Marli Fátima Vick Vieira 3

Janine Garcia 1 ; Adamo Dal Berto 2 ; Marli Fátima Vick Vieira 3 ENSINO A DISTÂNCIA: UMA ANÁLISE DO MOODLE COMO INSTRUMENTO NO PROCESSO ENSINO-APRENDIZAGEM DO ENSINO MÉDIO E SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CATARINENSE (IFC) - CÂMPUS ARAQUARI

Leia mais

INVESTIMENTO SOCIAL. Agosto de 2014

INVESTIMENTO SOCIAL. Agosto de 2014 INVESTIMENTO SOCIAL Agosto de 2014 INVESTIMENTO SOCIAL Nós promovemos o desenvolvimento sustentável de diversas maneiras Uma delas é por meio do Investimento Social INVESTIMENTO INVESTIENTO SOCIAL - Estratégia

Leia mais

Intranets e Capital Intelectual

Intranets e Capital Intelectual Intranets e Capital Intelectual Intranets e Capital Intelectual As mídias sociais ultrapassaram os limites da vida privada. Os profissionais são 2.0 antes, durante e depois do expediente. É possível estabelecer

Leia mais

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico Secretaria de Educação a Distância Departamento de Planejamento em EAD Coordenação Geral de Planejamento de EAD Programa TV Escola Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola Projeto Básico

Leia mais

Ouvidorias virtuais em Instituições de Educação Superior: novos resultados 1. Laís Marcolin Lucca (bolsista) 2 Larissa Lofrano Souza (bolsista) 3

Ouvidorias virtuais em Instituições de Educação Superior: novos resultados 1. Laís Marcolin Lucca (bolsista) 2 Larissa Lofrano Souza (bolsista) 3 Ouvidorias virtuais em Instituições de Educação Superior: novos resultados 1 Laís Marcolin Lucca (bolsista) 2 Larissa Lofrano Souza (bolsista) 3 Profª. Dr. Cleusa Maria Andrade Scroferneker (coordenadora)

Leia mais

GESTÃO PARTICIPATIVA E TECNOLOGIA: UMA ABORDAGEM NO ÂMBITO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA LOCAL

GESTÃO PARTICIPATIVA E TECNOLOGIA: UMA ABORDAGEM NO ÂMBITO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA LOCAL GESTÃO PARTICIPATIVA E TECNOLOGIA: UMA ABORDAGEM NO ÂMBITO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA LOCAL Ana Paula Magalhães Maciel 1 A Administração Pública brasileira enfrentou a partir da década de 80 um processo

Leia mais

NORMAS REGULADORAS DO PROCESSO SELETIVO Edital Nº 17/2014-SEDIS

NORMAS REGULADORAS DO PROCESSO SELETIVO Edital Nº 17/2014-SEDIS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO PROGRAMA NACIONAL DE FORTALECIMENTOS DOS CONSELHOS ESCOLARES PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO CENTRO DE EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Leia mais

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social

O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social II Fórum de Informação em Saúde IV Encontro da Rede BiblioSUS O Projeto Casa Brasil de inclusão digital e social Maria de Fátima Ramos Brandão Outubro/2007 1 Apresentação O Projeto Casa Brasil Modelos

Leia mais

ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO

ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO 1. DIMENSÃO PEDAGÓGICA 1.a) ACESSIBILIDADE SEMPRE ÀS VEZES NUNCA Computadores, laptops e/ou tablets são recursos que estão inseridos na rotina de aprendizagem dos alunos, sendo possível

Leia mais

34 respostas. Resumo. 1. Qual sua principal ocupação ou vínculo institucional? 2. Como tomou conhecimento desta oficina? 1 of 7 15-06-2015 17:22

34 respostas. Resumo. 1. Qual sua principal ocupação ou vínculo institucional? 2. Como tomou conhecimento desta oficina? 1 of 7 15-06-2015 17:22 opensocialsciences@gmail.com 34 respostas Publicar análise Resumo 1. Qual sua principal ocupação ou vínculo institucional? Estudante d Estudante d Professor e Professor ou Trabalho e Funcionário Profissional

Leia mais

cada fator e seus componentes.

cada fator e seus componentes. 5 CONCLUSÃO Conforme mencionado nas seções anteriores, o objetivo deste trabalho foi o de identificar quais são os fatores críticos de sucesso na gestão de um hospital privado e propor um modelo de gestão

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Case de Sucesso. Integrando CIOs, gerando conhecimento. COM PLATAFORMA DE MOBILIDADE, SEPLAN AMPLIA NÚMERO E QUALIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS

Case de Sucesso. Integrando CIOs, gerando conhecimento. COM PLATAFORMA DE MOBILIDADE, SEPLAN AMPLIA NÚMERO E QUALIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS Case de Sucesso Integrando CIOs, gerando conhecimento. COM PLATAFORMA DE MOBILIDADE, SEPLAN AMPLIA NÚMERO E QUALIDADE DOS SERVIÇOS PÚBLICOS Perfil O Decreto nº 32.716/2011 fixou a nova estrutura do Poder

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

Política do Programa de Voluntariado Corporativo GRPCOM ATITUDE

Política do Programa de Voluntariado Corporativo GRPCOM ATITUDE Política do Programa de Voluntariado Corporativo GRPCOM ATITUDE O Programa de Voluntariado Corporativo GRPCOM ATITUDE visa fortalecer a missão de desenvolver a nossa terra e nossa gente e contribuir para

Leia mais

GUIA DE SOCIAIS EM REDES BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS.

GUIA DE SOCIAIS EM REDES BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS. GUIA DE BOAS PRÁTICAS EM GESTÃO DO ATENDIMENTO E RELACIONAMENTO EM REDES SOCIAIS MELHORES PRÁTICAS. MELHORES RESULTADOS. APRESENTAÇÃO OBJETIVO A ABA - Associação Brasileira de Anunciantes, por meio de

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL

ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL ESTATUTO DAS COMUNIDADES DE PRÁTICA - COPs NO PODER EXECUTIVO ESTADUAL RESOLUÇÃO SEPLAG no. xx/xxxx Disciplina o funcionamento das Comunidades de Prática CoPs no âmbito do Poder Executivo Estadual, vinculadas

Leia mais

Proposta Revista MARES DE MINAS

Proposta Revista MARES DE MINAS SATIS 2011 Proposta Revista MARES DE MINAS 21/03/2011 A SATIS Índice 1 A Satis 1 A Proposta 1 Serviços 2 Mapa do Site 2 SEO 3 Sistema de gerenciamento de conteudo 4 Cronograma e Prazos 5 Investimento 6

Leia mais

Alfabetização Digital

Alfabetização Digital Ferramentas de interação e sua utilização pedagógica nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem evidenciando o papel do professor e do estudante Prof. Ana Carolina de Oliveira Salgueiro de Moura Prof. Antônio

Leia mais

Elementos Centrais da Metodologia

Elementos Centrais da Metodologia Elementos Centrais da Metodologia Apostila Virtual A primeira atividade que sugerimos é a leitura da Apostila, que tem como objetivo transmitir o conceito essencial de cada conteúdo e oferecer caminhos

Leia mais

Utilização da plataforma Ning para o desenvolvimento de rede social temática para o agronegócio do leite

Utilização da plataforma Ning para o desenvolvimento de rede social temática para o agronegócio do leite Utilização da plataforma Ning para o desenvolvimento de rede social temática para o agronegócio do leite Leonardo Mariano Gravina Fonseca 1, Myriam Maia Nobre 1, Denis Teixeira da Rocha 1, Elizabeth Nogueira

Leia mais

Social Media. Criação Personalização Gerenciamento.

Social Media. Criação Personalização Gerenciamento. Criação Personalização Gerenciamento. A Cafuné Design trabalha com as principais mídias e plataformas digitais do momento: Facebook, Twiiter, Instagram, Youtube e LinkedIn. Novas ferramentas de mídia social

Leia mais

ANEXO V À RESOLUÇÃO Nº XX/2015, DE XX DE XXXX DE 2015.

ANEXO V À RESOLUÇÃO Nº XX/2015, DE XX DE XXXX DE 2015. ANEXO V À RESOLUÇÃO Nº XX/2015, DE XX DE XXXX DE 2015. 1 OBJETIVO O objetivo deste documento é estipular um plano de ação para criar e gerenciar perfis do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2004 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

Participação política na internet: o caso do website Vote na web

Participação política na internet: o caso do website Vote na web Participação política na internet: o caso do website Vote na web Lívia Cadete da Silva 1 Lucas Arantes Zanetti 2 Orientadora: Caroline Kraus Luvizotto 3 Universidade Estadual Paulista, Bauru, SP RESUMO

Leia mais

Elementos Centrais da Metodologia

Elementos Centrais da Metodologia Elementos Centrais da Metodologia Apostila Virtual A primeira atividade que sugerimos é a leitura da Apostila, que tem como objetivo transmitir o conceito essencial de cada conteúdo e oferecer caminhos

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org documento inicial Portal do Fórum Social Mundial introdução Entendemos que um site como do Fórum

Leia mais

Página 1 de 19 Data 04/03/2014 Hora 09:11:49 Modelo Cerne 1.1 Sensibilização e Prospecção Envolve a manutenção de um processo sistematizado e contínuo para a sensibilização da comunidade quanto ao empreendedorismo

Leia mais

OUVIDORIA. A Ouvidoria da UNISC em 2014

OUVIDORIA. A Ouvidoria da UNISC em 2014 OUVIDORIA Ouvidora: Ana Claudia de Almeida Pfaffenseller Localização: Sala 105 A, Bloco 1 Telefone: (51) 3717-7313 E-mail: ouvidoria@unisc.br A Ouvidoria da UNISC em 2014 Sumário: 1. Caracterização Geral...2

Leia mais

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003

RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 RELATÓRIO DAS ATIVIDADES 2003 1. Palestras informativas O que é ser voluntário Objetivo: O voluntariado hoje, mais do que nunca, pressupõe responsabilidade e comprometimento e para que se alcancem os resultados

Leia mais

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR: O

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE PARA INSTITUIÇÕES DE ENSINO SUPERIOR: O IV Simpósio sobre Gestão Empresarial e Sustentabilidade: Negócios Sociais e seus Desafios 24 e 25 de novembro de 2015 Campo Grande-MS Universidade Federal do Mato Grosso do Sul INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE

Leia mais

A PRODUÇÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES NA PERSPECTIVA DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO

A PRODUÇÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES NA PERSPECTIVA DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO 22 a 24 de julho de 205 A PRODUÇÃO DE DISSERTAÇÕES E TESES NA PERSPECTIVA DA CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO INTRODUÇÃO Eva Dayane Jesus dos Santos Bibliotecária da Universidade do Estado da Bahia eva@uneb.br Marivaldina

Leia mais

UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA GABINETE DA REITORIA ASCOM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO. Relatório de Gestão Setorial do Exercício 2012

UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA GABINETE DA REITORIA ASCOM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO. Relatório de Gestão Setorial do Exercício 2012 UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA GABINETE DA REITORIA ASCOM ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Relatório de Gestão Setorial do Exercício 2012 Cruz das Almas BA 2013 UFRB UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO

Leia mais

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas Julie Caroline de Alcântara Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: juliealcantara.31@gmail.com

Leia mais

Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação: Professora e Pesquisadora da FSS/ graduação e pós-graduação

Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação: Professora e Pesquisadora da FSS/ graduação e pós-graduação PROJETO DE PESQUISA: Condições de Acesso das Pessoas com Deficiência às Universidades do RS Responsável: Profa Dra Idília Fernandes Vínculo institucional: FADERS e PUCRS Faculdade de Serviço Social / Atuação:

Leia mais

O PAINEL OUVIDORIA COMO PRÁTICA DE GESTÃO DAS RECLAMAÇÕES NA CAIXA

O PAINEL OUVIDORIA COMO PRÁTICA DE GESTÃO DAS RECLAMAÇÕES NA CAIXA PRÁTICA 1) TÍTULO O PAINEL OUVIDORIA COMO PRÁTICA DE GESTÃO DAS RECLAMAÇÕES NA CAIXA 2) DESCRIÇÃO DA PRÁTICA - limite de 8 (oito) páginas: A Ouvidoria da Caixa, responsável pelo atendimento, registro,

Leia mais

Interação das Escolas do Tocantins

Interação das Escolas do Tocantins SINDICATO DOS PEDAGOGOS DO ESTADO DO TOCANTINS - SINPETO www.sinpeto.com.br Interação das Escolas do Tocantins Palmas 2010. SINDICATO DOS PEDAGOGOS DO ESTADO DO TOCANTINS - SINPETO www.sinpeto.com.br Projeto:

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: compartilhamento de conhecimento; gestão do conhecimento; responsabilidade social.

PALAVRAS-CHAVE: compartilhamento de conhecimento; gestão do conhecimento; responsabilidade social. PROGRAMA DE VALORIZAÇÃO DOS SERVIDORES DA UNICENTRO, PROVARS: COMPARTILHANDO CONHECIMENTOS PARA A EFETIVAÇÃO DE UMA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL. RESUMO: O presente trabalho pretendeu verificar

Leia mais

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C Mídias sociais como apoio aos negócios B2C A tecnologia e a informação caminham paralelas à globalização. No mercado atual é simples interagir, aproximar pessoas, expandir e aperfeiçoar os negócios dentro

Leia mais

OFICINA DE REESTRUTURACÃO DA REABRI Data: 14 de Maio de 2010 UNIDAVI - Rio do Sul

OFICINA DE REESTRUTURACÃO DA REABRI Data: 14 de Maio de 2010 UNIDAVI - Rio do Sul OFICINA DE REESTRUTURACÃO DA REABRI Data: 14 de Maio de 2010 UNIDAVI - Rio do Sul Moderação: Graciane Regina Pereira e Katiuscia Wilhelm Kankerski 13h Apresentação dos objetivos e da metodologia de trabalho.

Leia mais

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional COMPILADO DAS SUGESTÕES DE MELHORIAS PARA O IDGP/2011 por critério e indicador 1 LIDERANÇA O critério Liderança aborda como está estruturado o sistema de liderança da organização, ou seja, o papel da liderança

Leia mais

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal.

e construção do conhecimento em educação popular e o processo de participação em ações coletivas, tendo a cidadania como objetivo principal. Educação Não-Formal Todos os cidadãos estão em permanente processo de reflexão e aprendizado. Este ocorre durante toda a vida, pois a aquisição de conhecimento não acontece somente nas escolas e universidades,

Leia mais

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015

XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 XVI Congresso Brasileiro de Biblioteconomia e Documentação 22 a 24 de julho de 2015 Modelo 2: resumo expandido de relato de experiência Resumo expandido O Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas de São

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

Planejamento estratégico, Portal e Redes Sociais. A experiência da Assembleia de Minas

Planejamento estratégico, Portal e Redes Sociais. A experiência da Assembleia de Minas Planejamento estratégico, Portal e Redes Sociais A experiência da Assembleia de Minas Um pouco de história 1979: início da informatização 1995: lançamento do Portal da Assembleia de Minas segunda casa

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM)

FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) FACULDADE METODISTA DE BIRIGUI REGIMENTO DO NÚCLEO DE EXTENSÃO EMPRESARIAL (NEXEM) A extensão é o processo educativo, cultural e científico que articula, amplia, desenvolve e reforça o ensino e a pesquisa,

Leia mais

*PROJETO DE LEI N.º 2.431, DE 2015 (Da Sra. Luizianne Lins)

*PROJETO DE LEI N.º 2.431, DE 2015 (Da Sra. Luizianne Lins) CÂMARA DOS DEPUTADOS *PROJETO DE LEI N.º 2.431, DE 2015 (Da Sra. Luizianne Lins) Dispõe sobre o patrimônio público digital institucional inserido na rede mundial de computadores e dá outras providências.

Leia mais

OUVIDORIA GERAL RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2006

OUVIDORIA GERAL RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2006 OUVIDORIA GERAL RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2006 Apresentação Nossa história Objetivos, Atribuições e Compromisso Nosso Método de Trabalho Manifestações dos Usuários 1. Quantidade 2. Tipos 3. Percentual

Leia mais

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo

5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo 5 Conclusões 5.1. Síntese do estudo Este estudo teve como objetivo contribuir para a compreensão do uso das mídias sociais, como principal ferramenta de marketing da Casar é Fácil, desde o momento da sua

Leia mais

IESG - INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GARÇA LTDA. Rua América, 281 Garça/SP CEP 17400-000 (14) 3407-2505 www.uniesp.edu.br/garca

IESG - INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GARÇA LTDA. Rua América, 281 Garça/SP CEP 17400-000 (14) 3407-2505 www.uniesp.edu.br/garca IESG - INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DE GARÇA LTDA. Rua América, 281 Garça/SP CEP 17400-000 (14) 3407-2505 www.uniesp.edu.br/garca PROGRAMA DE ACOMPANHAMENTO DOS EGRESSOS O Instituto de Ensino de Garça,

Leia mais

Módulo 1. Introdução. 1.1 O que é EAD?

Módulo 1. Introdução. 1.1 O que é EAD? Módulo 1. Introdução Cada vez mais o mundo social e do trabalho necessitam de sujeitos capazes de fazer a diferença através de suas ações e atitudes. A utilização do ambiente virtual, como meio de interação

Leia mais

COLIVRE Cooperativa de Tecnologias Livres www.colivre.coop.br contato@colivre.coop.br Telefone: (71) 3011-2199 CNPJ: 07.970.

COLIVRE Cooperativa de Tecnologias Livres www.colivre.coop.br contato@colivre.coop.br Telefone: (71) 3011-2199 CNPJ: 07.970. Razões para usar Noosfero como plataforma de rede social da USP COLIVRE Cooperativa de Tecnologias Livres www.colivre.coop.br contato@colivre.coop.br Telefone: (71) 3011-2199 CNPJ: 07.970.746/0001-77 Contato:

Leia mais

Melhorias na Gestão do Fale Conosco do Website do CDTN

Melhorias na Gestão do Fale Conosco do Website do CDTN Melhorias na Gestão do Fale Conosco do Website do CDTN Soares, Wellington Antonio Chefe do Serviço de Comunicação soaresw@cdtn.br Câmara, Fábio de Souza Técnico camaraf@cdtn.br Cristóvão, Marilia Tavares

Leia mais

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política

Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política Como usar o monitoramento de mídias sociais numa campanha política No Brasil, há poucas experiências conhecidas de uso de ferramentas de monitoramento de mídias sociais em campanhas políticas. Uma delas

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO AMBIENTE COLABORATIVO TIDIA-AE PELO GRUPO DE GERENCIAMENTO DO VOCABULÁRIO CONTROLADO DO SIBiUSP - BIÊNIO 2011-2013

UTILIZAÇÃO DO AMBIENTE COLABORATIVO TIDIA-AE PELO GRUPO DE GERENCIAMENTO DO VOCABULÁRIO CONTROLADO DO SIBiUSP - BIÊNIO 2011-2013 UTILIZAÇÃO DO AMBIENTE COLABORATIVO TIDIA-AE PELO GRUPO DE GERENCIAMENTO DO VOCABULÁRIO CONTROLADO DO SIBiUSP - BIÊNIO 2011-2013 Adriana Nascimento Flamino 1, Juliana de Souza Moraes 2 1 Mestre em Ciência

Leia mais

BIBLIOTECA PROF. JOSÉ ROBERTO SECURATO RELATÓRIO DE GESTÃO 2014. São Paulo

BIBLIOTECA PROF. JOSÉ ROBERTO SECURATO RELATÓRIO DE GESTÃO 2014. São Paulo BIBLIOTECA PROF. JOSÉ ROBERTO SECURATO RELATÓRIO DE GESTÃO 2014 São Paulo 2015 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 3 2. REALIZAÇÕES... 3 2.1 Acervo... 3 2.2 Plano de atualização e expansão do acervo... 3 2.3 Divulgação...

Leia mais

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA

SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA SUA ESCOLA, NOSSA ESCOLA PROGRAMA SÍNTESE: NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA Resumo: O programa traz uma síntese das questões desenvolvidas por programas anteriores que refletem sobre o uso de tecnologias

Leia mais

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS!

QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! QUER TER SUCESSO NOS NEGÓCIOS? CONFIRA NOSSAS DICAS! 4 Introdução 5 Conheça seu público 5 Crie uma identidade para sua empresa 6 Construa um site responsivo 6 Seja direto, mas personalize o máximo possível

Leia mais

O uso de blogs no ensino de Matemática 2

O uso de blogs no ensino de Matemática 2 Claudinei Flavia Batista Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil bs_flavia@hotmail.com Sirlândia Souza Santana sirlandiasantana@hotmail.com Resumo Este trabalho tem como principal objetivo

Leia mais

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica

Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica Política do Programa de Voluntariado do Grupo Telefônica INTRODUÇÃO O Grupo Telefônica, consciente de seu importante papel na construção de sociedades mais justas e igualitárias, possui um Programa de

Leia mais

Política da IFC sobre Divulgação de Informações Análise e Atualização Visão Geral do Processo de Consulta e Participação

Política da IFC sobre Divulgação de Informações Análise e Atualização Visão Geral do Processo de Consulta e Participação Política da IFC sobre Divulgação de Informações Análise e Atualização Visão Geral do Processo de Consulta e Participação Corporação Financeira Internacional 26 de agosto de 2009 SUMÁRIO PÁGINA Resumo executivo...

Leia mais

Navegue e utilize as ferramentas do Portal do Professor

Navegue e utilize as ferramentas do Portal do Professor Navegue e utilize as ferramentas do Portal do Professor Aa Índice Como se inscrever no Portal Problemas com Login e Senha Descrição do Portal do Professor Descubra se sua escola ou Secretaria de Educação

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL

ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL JÚNIOR/2013 Mostra de Trabalhos do Ensino Fundamental ORIENTAÇÕES PARA TRABALHOS DE PESQUISA NO ENSINO FUNDAMENTAL Novo Hamburgo, abril de 2013. 1 APRESENTAÇÃO Estas orientações foram elaboradas baseadas

Leia mais

PORTAL EDUCACIONAL CLICKIDEIA. Ensino Fundamental (séries finais)

PORTAL EDUCACIONAL CLICKIDEIA. Ensino Fundamental (séries finais) PORTAL EDUCACIONAL CLICKIDEIA Ensino Fundamental (séries finais) O Clickideia é um portal educacional (www.clickideia.com.br), desenvolvido com o apoio do CNPq e da UNICAMP, que apresenta conteúdos didáticos

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO OESTE DA BAHIA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO Manual com normas para solicitação de produção e publicação de material informativo jornalístico no site, lista de

Leia mais

O POSICIONAMENTO DA ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO NA GOVERNANÇA DE TI

O POSICIONAMENTO DA ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO NA GOVERNANÇA DE TI O POSICIONAMENTO DA ARQUITETURA DA INFORMAÇÃO NA GOVERNANÇA DE TI Claudio Gottschalg Duque Professor Departamento de Ciência da Informação Universidade de Brasília (UnB) Brasil Mauricio Rocha Lyra Aluno

Leia mais

SocialDB Social Digital Library

SocialDB Social Digital Library Social Digital Library Laboratório L3P NARRATIVA DO PROJETO SOCIALDB 06/2015 Gestor de uma coleção "Sou produtor cultural (ou fotógrafo) e quero criar um lugar na internet com uma seleção de obras artísticas

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação

Leia mais

A importância do marketing de relacionamento na gestão de bibliotecas universitárias

A importância do marketing de relacionamento na gestão de bibliotecas universitárias Autorização concedida ao Repositório da Universidade de Brasília (RIUnB) pelo organizador do evento, em 31 de janeiro de 2014, com as seguintes condições: disponível sob Licença Creative Commons 3.0, que

Leia mais

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MENONITA FACULDADE FIDELIS BACHARELADO EM TEOLOGIA

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MENONITA FACULDADE FIDELIS BACHARELADO EM TEOLOGIA FUNDAÇÃO EDUCACIONAL MENONITA FACULDADE FIDELIS BACHARELADO EM TEOLOGIA OUVIDORIA REGULAMENTO CURITIBA 2012 Regulamento Ouvidoria Art. 1º Projeto de implantação da Ouvidoria nesta Faculdade apresentado

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Rendimento escolar, fracasso escolar, prática educativa.

PALAVRAS-CHAVE: Rendimento escolar, fracasso escolar, prática educativa. 1 RENDIMENTO ESCOLAR: ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO PARA ESTIMULOS À APRENDIZAGEM NO ENSINO DE FÍSICA E MATEMÁTICA. Lidiane Prestes Auad 1 Professora Orientadora: Sonia Regina Silva Duarte 2 Resumo O estudo

Leia mais

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC

Incentivar a inovação em processos funcionais. Aprimorar a gestão de pessoas de TIC Incentivar a inovação em processos funcionais Aprendizagem e conhecimento Adotar práticas de gestão participativa para garantir maior envolvimento e adoção de soluções de TI e processos funcionais. Promover

Leia mais

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital

1 Introdução. 1.1 A Nova Era Digital 11 1 Introdução Com o advento da nova era da internet, conhecida com web 2.0, e o avanço das tecnologias digitais, o consumidor passa a ter maior acesso à informação bem como à facilidade de expressar

Leia mais

ÁREA DO PROFESSOR (TUTOR)

ÁREA DO PROFESSOR (TUTOR) ÁREA DO PROFESSOR (TUTOR) 2- FÓRUM O fórum serve para avaliar os alunos através da participação na discussão sobre um ou mais assuntos, inserção de textos ou arquivos. Os fóruns de discussão compõem uma

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

PPG - Programa de Profissionalização da Gestão. Pequenas e Médias Empresas

PPG - Programa de Profissionalização da Gestão. Pequenas e Médias Empresas PPG - Programa de Profissionalização da Gestão Pequenas e Médias Empresas 2010 Comunidade de interesse em Gestão Empresarial + Convidados Discutir novas idéias e estimular o uso de conceitos e práticas

Leia mais

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS: CIDADANIA E DEMOCRACIA NA SAUDE

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS: CIDADANIA E DEMOCRACIA NA SAUDE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS: CIDADANIA E DEMOCRACIA NA SAUDE INTERNACIONAL CONTEXTO HISTÓRICO -1978 Declaração de Alma Ata Cazaquistão: Até o ano de 2000 todos os povos do mundo deverão atingir um nível

Leia mais

Proposta Comercial. Proposta Comercial de prestação de serviços de Desenvolvimento de web site para o Vereador Marcelo Ramos.

Proposta Comercial. Proposta Comercial de prestação de serviços de Desenvolvimento de web site para o Vereador Marcelo Ramos. Proposta Comercial de prestação de serviços de Desenvolvimento de web site para o Vereador Marcelo Ramos. 1 1. APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA Brasília, 14 de maio de 2010. A LTDA. vem, por meio deste documento,

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL. O que é Marketing Multicanal?

Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL. O que é Marketing Multicanal? Curso Marketing Político Digital Por Leandro Rehem Módulo III MULTICANAL O que é Marketing Multicanal? Uma campanha MultiCanal integra email, SMS, torpedo de voz, sms, fax, chat online, formulários, por

Leia mais