TEXTO 1 História do Atendimento ao adolescente autor de ato infracional no Brasil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TEXTO 1 História do Atendimento ao adolescente autor de ato infracional no Brasil"

Transcrição

1 TEXTO 1 História do Atendimento ao adolescente autor de ato infracional no Brasil A construção da política de atendimento aos adolescentes a quem se atribua a prática do ato infracional acompanhou o desenvolvimento político, social e econômico do Estado Brasileiro. Para compreender essa construção, vamos dividir a história do Brasil em ciclos e descobrir o que caracterizou a assistência aos adolescentes em cada um deles. É desta maneira, apreendendo o passado para compreender criticamente o presente, que seremos capazes de construir políticas que venham a rompercom a tradição conservadora, paternalista, assistencialista e repressoraque permeou o trato com os adolescentes ao longo da história.

2 República Velha (Até 1900) Período marcado pela assistência caritativa da igreja católica que, através das Santas Casas de Misericórdia, auxiliavam a população desvalida e pobre, em especial crianças órfãs trazidas pelos jesuítas de Portugal, crianças indígenas, filhos de escravosou indesejados que perambulavam nas ruas. As crianças eram recolhidas através das denominadas Rodas dos Expostos. Mario Volpi afirma que nesses locais o índice de mortalidade infantil chegou a 70%. O Brasil seguia, neste momento, as orientações políticas de Portugal e a igreja detinha o monopólio sobre a área social, sem qualquer política social de Estado. Fonte: Google Crianças e adolescentes no asilo dos expostos

3 República Nova ( ) Período marcado pelo surgimento do Juizado de Menores e a promulgação, em 1927, do primeiro Código de Menores. Esta lei, entretanto, não era para toda e qualquer criança ou adolescente. De cunho ao mesmo tempo protecionista e repressor, o código estabelecia diretrizes para o trato com aqueles em situação irregular, ou seja, abandonados e/ou delinquentes menores de 18 anos, regulamentando situações como trabalho infantil, tutela, delinquência e liberdade vigiada. Tem grande destaque a figura do juiz que vê firmada sua posição em decidir pela vida daqueles que ficam a mercê de seu julgamento. As instituições (públicas ou privadas) responsáveis pelo trato com a infância e adolescência que surgem no Brasil a partir desta época, tinham como orientação desenvolver ações no âmbito da educação, do adestramento físico, moral e para o trabalho, numa combinação de aspectos repressivos, coercitivos e violentos.

4 Estado Novo ( ) As lutas sociais desta época culminam com a destituição da oligarquia rural do poder político. Em seu lugar, no entanto, surge um Estado autoritário com políticas sociais que mesclam conquistas com ações de controle. Surge, em 1942, o SAM (Serviço de Assistência a Menor), órgão do Ministério da Justiça responsável pelo atendimento aos menores de dezoito anos quando da prática do ato infracional ou em situação de abandono e carência, com orientação correcionalrepressiva descrita nas ações abaixo: Prática de ato infracional Encaminhamento para casa de correção e reformatório Fonte: Portal Pró Menino,2007 SITUAÇÃO Menor em situação de abandono ou com família sem condições de prover seu sustento Patronatos agrícolas e escolas de aprendizagem de ofícios urbanos

5 Regime Militar ( ) Época de repressão, da instalação da ditadura militar e da promulgação de nova Constituição onde a questão do menor passa a ser tratada no âmbito da Doutrina de Segurança Nacional. A presença autoritária do Estado se fez presente na nova ordem estabelecida e, em 1964, são criadas a FUNABEM Fundação Nacional do Bem Estar do Menor (Lei de 1/12/64) e as FEBENS Fundação Estadual do Bem Estar do Menor, ancoradas na nova Política Nacional do Bem-Estar do Menor. Esta fase culmina com a promulgação do novo Código de Menores em 1979 que dispõe sobre a assistência, proteção e vigilância aos menores a qual tiveram de se subordinar todas as entidades públicas e particulares que prestavam atendimento à criança e ao adolescente. A nova lei ampliou ainda mais o poder dos juízes.

6 Redemocratização e consolidação da democracia (final século XX em diante) O final do século XX foi emblemático, segundo Antônio Carlos Gomes da Costa, do surgimento do Estado Democrático de Direito na vida brasileira, que viu surgir a Constituição de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente em 1990(Lei 8.069/90), reflexos da nova forma de pensar o público infanto-juvenil. Este foi um período de efervescência política, com a consolidação dos movimentos sociais e da organização da classe trabalhadora na luta por melhorias nas condições de dignidade para a população brasileira, especialmente em torno dos direitos de crianças e adolescentes. Os princípios inovadores do Estatuto da Criança e do Adolescente colocam este público como prioridade absoluta decorrente da fase peculiar de desenvolvimento e da necessidade imperiosa de proteção integral para garantia do conjunto de direitos imprescindíveis a vida humana com dignidade. A luta pelo estabelecimento de políticas e práticas que assegurem esta nova concepção vem ocupando, desde então, lugar central na formulação de políticas públicas. As FEBEMs foram paulatinamente dando lugar a novas Fundações (FUNASE em Pernambuco, FUNDAÇÃO CASA em São Paulo, FASE no Rio Grande do Sul) entre outras denominações que pretendiam transformar radicalmente o modo de operar das instituições voltadas aos adolescentes em cumprimento de Medidas Socioeducativas..

7 A contribuição do Estatuto da Criança e do Adolescente O abandono de bebês, a venda de crianças escravas que eram separadas de seus pais, a vida em instituições que no melhor dos casos significavam mera sobrevivência, as violências cotidianas que não excluem os abusos sexuais, as doenças, queimaduras e fraturas que sofriam no trabalho escravo ou operário foram situações que empurraram por mais de três séculos a história da infância no Brasil. O registro histórico no desenvolvimento da atenção à infância e adolescência no Brasil a partir da chegada dos Europeus, passando pelo extermínio dos índios, o rapto de crianças negras e chegando aos dias atuais, onde ainda verifica-se a prática de abusos e violação de direitos, revela a emergência na mudança do sistema social vigente, amparado por grandes contradições e acesso desigual aos bens materiais e culturais produzidos pela humanidade que castiga e exclui sobremaneira os mais pobres. A mudança na visão da criança e do adolescente como coitadinha ou como ameaça foi transformada radicalmente com o advento do Estatuto da Criança e do Adolescente que passa a reconhecê-los enquanto cidadãos, sujeitos de direitos, trazendo detalhadamente o conjunto destes direitos em forma de diretrizes gerais que devem subsidiar a elaboração de políticas para este público, conforme descrito abaixo:

8 ARITGO 88 ECA DIRETRIZES DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO - Municipalização do atendimento; - Integração operacional de órgãos do Judiciário, Ministério Público, Defensoria, Segurança Pública e Assistência Social, - Criação de conselhos municipais, estaduais e nacional dos direitos da criança e do adolescente; - Manutenção de fundos nacional, estaduais e municipais; - Descentralização político-administrativa; - Mobilização da opinião pública para a indispensável participação dos diversos segmentos da sociedade. Estas diretrizes traduzem a nova concepção no trato com a infância e adolescência e a ruptura definitiva entre o antigo Código e o ECA, o que pode ser observado já em seu primeiro artigo: Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a proteção integral à criança e ao adolescente. DOUTRINA DA SITUAÇÃO IRREGULAR DOUTRINA DA PROTEÇÃO INTEGRAL Para os adolescentes a quem se atribui a prática de atos infracionais, o Estatuto prevê a aplicação das chamadas MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS (artigo 112), sendo estas a resposta sancionatórias do Estado quando a prática delituosa envolve adolescente, com prevalência do aspecto pedagógico.

9 Art Verificada a prática de ato infracional, a autoridade competente poderá aplicar ao adolescente as seguintes medidas: I - advertência; II - obrigação de reparar o dano; III - prestação de serviços à comunidade; IV - liberdade assistida; V - inserção em regime de semi-liberdade; VI - internação em estabelecimento educacional; VII - qualquer uma das previstas no art. 101, I a VI. É importante ressaltar que segundo o ECA a medida de privação de liberdade deve ser utilizada como último recurso. Nenhum adolescente será privado de sua liberdade senão em flagrante de ato infracional ou por ordem escrita e fundamentada da autoridade judiciária competente (ECA, art.106). Na aplicação das medidas socioeducativas devem ser observados e respeitados os seguintes aspectos: - A capacidade do adolescente em cumpri-las, - As circunstâncias em que o ato infracional foi praticado e, - A gravidade da infração, pois cada adolescente traz consigo sua história e trajetória. Apesar do aspecto de sanção as medidas socioeducativas não equivalem a pena aplicada aos adultos vez que o objetivo e natureza da medida socioeducativa não é punir, mas primordialmente ressocializar. Contexto favorável para o surgimento do SINASE No que se refere ao adolescente a quem se atribua a prática do ato infracional podemos dizer que os avanços no campo jurídico ainda não representam conquistas efetivas na garantia de direitos. As violações estão presentes desde o momento da apreensão do adolescente até o cumprimento da medida socioeducativa, entre as quais:

10 Abusos por parte dos juízes na aplicação das medidas socioeducativas Excessos na aplicação de medidas de privação da liberdade Casos de violência registrados no interior dos centros de atendimentos Constrangimento e aplicação do uso da violência no momento da apreensão O debate estimulado pela promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente fez surgir a necessidade de se construir parâmetros mais objetivos no atendimento ao adolescente autor de ato infracional frente às recorrentes denúncias de abuso, procedimentos inadequados e uso de métodos violentos. A Política de atendimento ao adolescente autor de ato infracional ganha, então, uma importante ferramenta para consolidação dos preceitos do Estatuto: o SINASE Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo no ano de Como veremos mais adiante, o SINASE constitui-se em ferramenta fundamental para os operadores do Sistema Socioeducativo (gestores, técnicos, orientares, agentes socioeducativos, policiais, juízes, promotores, defensores entre outros) que visam a humanização do atendimento e a garantia de direitos humanos. Para reflexão: - A história nos mostra que o desenvolvimento econômico, social e político do País estiveram ancorados em um modelo excludente e promotor de violências, em especial contra a infância e adolescência. Apesar dos avanços alcançados com as lutas sociais em torno da garantia de direitos do público infanto-juvenil, por que situações de violação de direitos ainda persistem e vitimizam tantas crianças e adolescentes?

11 - O adolescente envolvido com a prática do ato infracional foi assistido por políticas de estado que foram alteradas ao longo da história, resultado da pressão social por um tratamento mais digno e humano. Mesmo com esta pressão social, o modelo correcionalrepressivo do século passado parece ainda vigorar dentro da maioria das instituições de atendimento a adolescentes em conflito com a lei. Por que as leis em vigência parecem não ser respeitadas? BIBLIOGRAFIA BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Saraiva, BRASIL. Lei nº 8.069, de 13 de julho de Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Diário Oficial [da] União, Poder Executivo, Brasília, DF, 16 de jul COSTA, Antônio Carlos Gomes. É Possível Mudar, Malheiros Editores, FALEIROS, Vicente de Paula. Infância e Processo Político no Brasil. In: RIZZINE, Irene e PILOTTI, Francisco (Org). A arte de Governar Crianças. São Paulo: Editora Cortez, PRIORE, Mary Del (Org.) História das crianças no Brasil. São Paulo: Contexto RIZZINI, Irene. Crianças e menores Do Pátrio Poder ao Poder Dever. Um Histórico da Legislação para a Infância no Brasil. In: RIZZINE, Irene e PILOTTI, Francisco (Org). A arte de Governar Crianças. São Paulo: Editora Cortez, WERNECK LORENZI, Gisella. Uma Breve História dos Direitos da Criança e do Adolescente no Brasil. Portal Pró Menino,2007 Uma década de avanços para a criança e o adolescente. Revista Papel Social. Edição Especial, nº 57, ano 13, ALVES, Selma Maria Pereira.http://www.webartigos.com/artigos/os-direitos-das-criancas-e-adolsecentesa-partir-da-aprovacao-do-estatuto-da-crianca-e-do-adolescente-eca-um-novo-lhar/45417/#ixzz271bBPqcu (artigo)

12 SILVA, Roberto. Construção do direito à convivência familiar e comunitária no Brasil. - Adolescência e Juventude. Elaboração: Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente / NESSA-UERJ. Apoio: Ministério da Saúde e Fundação Kellogg. FILMES: - A Invenção da Infância: - Contexto da infância no Brasil:

Jornada Pedagógica Pastoral 2011. Divane Nery

Jornada Pedagógica Pastoral 2011. Divane Nery Jornada Pedagógica Pastoral 2011 Divane Nery Uma Breve História dos Direitos da Criança e do Adolescente no Brasil Por Gisella Werneck Lorenzi* Até 1900 Final do Império e início da Republica Não se tem

Leia mais

ASPECTOS HISTÓRICOS RESGATE DA HISTÓRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NO BRASIL Maria Izabel Rocha Simão e Silva Capacitação de Candidatos ao Conselho Tutelar Barbacena, julho/2010 Objetivos: 1- Entendimento

Leia mais

Projeto de Decreto. (Criar uma denominação/nome própria para o programa)

Projeto de Decreto. (Criar uma denominação/nome própria para o programa) Projeto de Decreto Dispõe sobre as atribuições e competência do Programa de Execução de Medidas Socioeducativas em Meio Aberto, atendendo à Resolução do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente,

Leia mais

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL

AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL AÇÕES DE POTENCIALIZAÇÃO DE JOVENS EM CUMPRIMENTO DE MEDIDA SOCIOEDUCATIVA ATENDIDOS NO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DA ASISTÊNCIA SOCIAL RESUMO AMORIM 1, Tâmara Ramalho de Sousa SIMÕES 2, Poliana

Leia mais

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN

PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN PLANO MUNICIPAL DE ATENDIMENTO SÓCIOEDUCATIVO DO MUNICÍPIO DE ESPÍRITO SANTO/RN ESPÍRITO SANTO/RN, OUTUBRO DE 2014. FRANCISCO ARAÚJO DE SOUZA PREFEITO MUNICIPAL DE ESPÍRITO SANTO/RN ELIZANGELA FREIRE DE

Leia mais

DIREITOS DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO. doutrina e legislação. Del Rey. Belo Horizonte, 2006

DIREITOS DA CRIANÇA, DO ADOLESCENTE E DO IDOSO. doutrina e legislação. Del Rey. Belo Horizonte, 2006 CARLOS CABRAL CABRERA Membro do Ministério Público do Estado de São Paulo. Professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da Universidade Paulista UNIP. ROBERTO MENDES DE FREITAS JUNIOR Membro

Leia mais

MÓDULO II Introdução ao Estatuto da Criança e do Adolescente AULA 04

MÓDULO II Introdução ao Estatuto da Criança e do Adolescente AULA 04 MÓDULO II Introdução ao Estatuto da Criança e do Adolescente AULA 04 Por Leonardo Rodrigues Rezende 1 1. Apresentação O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completa 24 anos este ano, mas sua história

Leia mais

NOTA TÉCNICA 003/2012_ DA OBRIGAÇÃO DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL NO ATENDIMENTO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO À COMUNIDADE DE ADOLESCENTES

NOTA TÉCNICA 003/2012_ DA OBRIGAÇÃO DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL NO ATENDIMENTO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO À COMUNIDADE DE ADOLESCENTES Prezada, NOTA TÉCNICA 003/2012_ DA OBRIGAÇÃO DO PODER EXECUTIVO MUNICIPAL NO ATENDIMENTO DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇO À COMUNIDADE DE ADOLESCENTES Florianópolis, 18 de abril de 2012. Interessados: Secretarias

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação O SERVIÇO DE PROTEÇÃO SOCIAL A ADOLESCENTES

Leia mais

CURSO PREPARATÓRIO. VIII Processo de Escolha dos Membros dos Conselhos Tutelares de Belo Horizonte/MG

CURSO PREPARATÓRIO. VIII Processo de Escolha dos Membros dos Conselhos Tutelares de Belo Horizonte/MG CURSO PREPARATÓRIO VIII Processo de Escolha dos Membros dos Conselhos 2015 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ECA Fernanda Flaviana de Souza Martins Assistente Social, Doutora Psicologia pela PUCMinas,

Leia mais

Cartilha da CRianca e do adolescente

Cartilha da CRianca e do adolescente Cartilha da CRianca e do adolescente Mais um dia vivido pela familia Brasilino Oi, pessoal, cheguei! Oi, filho, tudo bem? Hum... que cheiro bom! Tô morrendo de fome! Vou lá dentro lavar as mãos, guardar

Leia mais

O ADOLESCENTE INFRATOR E OS DESAFIOS DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO À INFÂNCIA E À ADOLESCÊNCIA INSTITUCIONALIZADA.

O ADOLESCENTE INFRATOR E OS DESAFIOS DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO À INFÂNCIA E À ADOLESCÊNCIA INSTITUCIONALIZADA. O ADOLESCENTE INFRATOR E OS DESAFIOS DA POLÍTICA DE ATENDIMENTO À INFÂNCIA E À ADOLESCÊNCIA INSTITUCIONALIZADA. ANTONIO GANDINI JÚNIOR Núcleo de Estudo e Pesquisa: Política e Gestão da Educação Doutorando

Leia mais

DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ANTONIO CEZAR LIMA DA FONSECA DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE 3!! Edição Ampliada, revisada e atualizada de acordo com as Leis n~ 12.594/12 (SINASE), 12.696/12 (Conselho Tutelar), 12.852/13 (Estatuto

Leia mais

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE HISTÓRICO DA PROTEÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO BRASIL PERÍODO COLONIAL 1551 - fundada no Brasil a primeira Casa de Recolhimento: gerida pelos jesuítas, objetivava

Leia mais

DA SITUAÇÃO IRREGULAR À PROTEÇÃO INTEGRAL A tutela constitucional da criança e do adolescente

DA SITUAÇÃO IRREGULAR À PROTEÇÃO INTEGRAL A tutela constitucional da criança e do adolescente ANAIS - I Congresso Norte Mineiro de Direito Constitucional - Outubro de 2015 ISSN 2447-3251- Montes Claros, MG-p. 1 DA SITUAÇÃO IRREGULAR À PROTEÇÃO INTEGRAL A tutela constitucional da criança e do adolescente

Leia mais

O sistema de garantias dos direitos da criança e do adolescente

O sistema de garantias dos direitos da criança e do adolescente O sistema de garantias dos direitos da criança e do adolescente SISTEMA DE GARANTIA DE DIREITOS PROMOÇÃO CONTROLE SOCIAL DEFESA A Convenção Internacional sobre o direito da criança e do adolescente Busca

Leia mais

Os Atores do Sistema de Garantia aos Direitos da Criança e do Adolescente e o Significado do Controle Social

Os Atores do Sistema de Garantia aos Direitos da Criança e do Adolescente e o Significado do Controle Social Os Atores do Sistema de Garantia aos Direitos da Criança e do Adolescente e o Significado do Controle Social INGRID CATARINA SOLEDADE CALASANS ingridcalasans@gmail.com ARYADNE MARTINS SOARES BOHRER aryadneadv@gmail.com

Leia mais

Coleção Sinopses para Concursos... 15 Guia de leitura da Coleção... 17 Apresentação da 2ª edição... 19 Apresentação... 21

Coleção Sinopses para Concursos... 15 Guia de leitura da Coleção... 17 Apresentação da 2ª edição... 19 Apresentação... 21 Sumário Sumário Coleção Sinopses para Concursos... 15 Guia de leitura da Coleção... 17 Apresentação da 2ª edição... 19 Apresentação... 21 Capítulo I LIÇÕES PRELIMINARES... 23 1. Introdução... 23 2. Proteção

Leia mais

Projeto Ação Proteção

Projeto Ação Proteção Projeto Ação Proteção Políticas Públicas Para Infância e Juventude: Conquistas e Desafios. José Carlos Bimbatte Junior Email = josecarlos@bimbatte.com.br Agosto de 2010. 1 O que trabalharemos... Concepção

Leia mais

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR Mantendo um abrigo legal O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR Segundo o art. 19, da Lei n. 8069/90, do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): Toda criança ou adolescente tem direito a ser criado e educado

Leia mais

UMA LEITURA SOBRE O PROJETO EDUCAÇÃO E CIDADANIA E A INCLUSÃO ESCOLAR DO ADOLESCENTE AUTOR DE ATO INFRACIONAL

UMA LEITURA SOBRE O PROJETO EDUCAÇÃO E CIDADANIA E A INCLUSÃO ESCOLAR DO ADOLESCENTE AUTOR DE ATO INFRACIONAL UMA LEITURA SOBRE O PROJETO EDUCAÇÃO E CIDADANIA E A INCLUSÃO ESCOLAR DO ADOLESCENTE AUTOR DE ATO INFRACIONAL Ivani Ruela de Oliveira Silva* Leila Maria Ferreira Salles** *Mestranda do Programa de Pós

Leia mais

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes

Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes Plano Decenal dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Diretriz 01 - Promoção da cultura do respeito e da garantia dos direitos humanos de

Leia mais

PROGRAMA DE MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS EM MEIO ABERTO

PROGRAMA DE MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS EM MEIO ABERTO PROGRAMA DE MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS EM MEIO ABERTO CONTEXTUALIZAÇÃO DOUTRINA DA SITUAÇÃO IRREGULAR DOUTRINA DA PROTEÇÃO INTEGRAL. Código de menores;. Menores em situação irregular;. Carentes, abandonados,

Leia mais

Justiça restaurativa nas escolas: novas alianças e velhas estratégias?

Justiça restaurativa nas escolas: novas alianças e velhas estratégias? 2 Justiça restaurativa nas escolas: novas alianças e velhas estratégias? Klelia Canabrava Aleixo 1 Introdução O presente artigo visa analisar e discutir a inserção da justiça restaurativa nas escolas.

Leia mais

Os direitos das crianças e adolescentes no contexto das famílias contemporâneas. Ana Paula Motta Costa anapaulamottacosta@gmail.

Os direitos das crianças e adolescentes no contexto das famílias contemporâneas. Ana Paula Motta Costa anapaulamottacosta@gmail. Os direitos das crianças e adolescentes no contexto das famílias contemporâneas Ana Paula Motta Costa anapaulamottacosta@gmail.com Pressuposto: Direito à Convivência Familiar, um direito fundamental de

Leia mais

O SIGNIFICADO DA LUTA PELA APROVAÇÃO DO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E A AVALIAÇÃO DE SUA APLICAÇÃO

O SIGNIFICADO DA LUTA PELA APROVAÇÃO DO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E A AVALIAÇÃO DE SUA APLICAÇÃO O SIGNIFICADO DA LUTA PELA APROVAÇÃO DO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E A AVALIAÇÃO DE SUA APLICAÇÃO CRUZ, Osafá Pereira; DOMINGUES, André Luiz (UEM-PMM/SASC) osafa@ig.com.br/dominguestoc@hotmail.com

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação TEMA: CREAS: SERVIÇOS OFERTADOS, INTERSETORIALIDADE,

Leia mais

Violação dos Direitos da Criança e do Adolescente

Violação dos Direitos da Criança e do Adolescente Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal Violação dos Direitos da Criança e do Adolescente Conceito Onde denunciar Procedimentos Renato Rodovalho Scussel Juiz de Direito Simone Costa Resende

Leia mais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais

Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Carta Aberta aos candidatos e candidatas às prefeituras e Câmaras Municipais Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos, 18 Compromissos A criança e o adolescente no centro da gestão municipal O Estatuto

Leia mais

PROCESSO DE ESCOLHA DOS NOVOS MEMBROS DO CONSELHO TUTELAR PALMEIRA/SC

PROCESSO DE ESCOLHA DOS NOVOS MEMBROS DO CONSELHO TUTELAR PALMEIRA/SC PROCESSO DE ESCOLHA DOS NOVOS MEMBROS DO CONSELHO TUTELAR PALMEIRA/SC 26/07/2015 Nome do Candidato: CADERNO DE PROVA INSTRUÇÕES GERAIS: Caro (a) Candidato (a): Leia com o máximo de atenção e siga as seguintes

Leia mais

Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas

Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas Assistência Social da benesse ao Direito A experiência de Campinas Arnaldo Rezende Setembro/2010. Um pouco da origem... 1543 Implantação da 1ª. Santa Casa de Misericórdia. 1549 - Chegada dos Jesuítas no

Leia mais

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 2 PROTEÇÃO E DEFESA DOS DIREITOS: PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PAIR

PROGRAMA NACIONAL DE ENFRENTAMENTO DA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES PAIR Presidência da República Secretaria de Direitos Humanos Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Departamento de Políticas Temáticas dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

TRABALHO INFANTIL. CEREST ESTADUAL Márcia Peixoto Lucimeira Costa

TRABALHO INFANTIL. CEREST ESTADUAL Márcia Peixoto Lucimeira Costa TRABALHO INFANTIL CEREST ESTADUAL Márcia Peixoto Lucimeira Costa O que é trabalho infantil? São crianças e adolescentes economicamente ativos, meninos e meninas com idade até 18 anos que contribuam para

Leia mais

CEDCA I SEMINÁRIO CATARINENSE PRÓ CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA ECA 18 ANOS

CEDCA I SEMINÁRIO CATARINENSE PRÓ CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA ECA 18 ANOS CEDCA I SEMINÁRIO CATARINENSE PRÓ CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA ECA 18 ANOS Pedro Caetano de Carvalho Filósofo, Juiz de direito aposentado (inverno 2008). 1 LEIS FESTEJADAS EM 2008 Comemora se em

Leia mais

Lei Federal n. 12.594/12. SINASE (Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo)

Lei Federal n. 12.594/12. SINASE (Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo) Lei Federal n. 12.594/12 SINASE (Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo) PRINCIPAIS ASPECTOS DA NOVA LEI PLANO MACROPOLÍTICO COMPETÊNCIAS UNIÃO(artigo 3º) a) Política Nacional e Plano Nacional

Leia mais

A LIBERDADE ASSISTIDA DE ADOLESCENTES EM CONFLITO COM A LEI

A LIBERDADE ASSISTIDA DE ADOLESCENTES EM CONFLITO COM A LEI 110 A LIBERDADE ASSISTIDA DE ADOLESCENTES EM CONFLITO COM A LEI SILVA, Gustavo de Melo 1 Resumo: O artigo pretende investigar brevemente a implantação do Programa Liberdade Assistida em Belo Horizonte

Leia mais

Adolescente em conflito com a lei no Brasil: da situação irregular à proteção integral.

Adolescente em conflito com a lei no Brasil: da situação irregular à proteção integral. Adolescente em conflito com a lei no Brasil: da situação irregular à proteção integral. Adolescent in conflict with the law in Brazil: the irregular situation to the full protection. Gustavo de Melo Silva

Leia mais

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES O DIREITO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Josefa Adelaide Clementino Leite 1 Maria de Fátima Melo do Nascimento 2 Waleska Ramalho Ribeiro 3 RESUMO O direito à proteção social

Leia mais

CADERNO DE QUESTÕES OBJETIVAS

CADERNO DE QUESTÕES OBJETIVAS CADERNO DE QUESTÕES OBJETIVAS 1. Criança e adolescente são definidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente não mais pela situação em que se encontram, mas por serem titulares de direitos. Este entendimento

Leia mais

TERMO DE COMPROMISSO FIRMADO PERANTE O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ PELOS CANDIDATOS A PREFEITOS MUNICIPAIS DE BELÉM, NAS ELEIÇÕES 2012.

TERMO DE COMPROMISSO FIRMADO PERANTE O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ PELOS CANDIDATOS A PREFEITOS MUNICIPAIS DE BELÉM, NAS ELEIÇÕES 2012. TERMO DE COMPROMISSO FIRMADO PERANTE O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ PELOS CANDIDATOS A PREFEITOS MUNICIPAIS DE BELÉM, NAS ELEIÇÕES 2012. O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARÁ, daqui por diante

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes. Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes. Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL, SUAS e legislações pertinentes Profa. Ma. Izabel Scheidt Pires REFERÊNCIAS LEGAIS CF 88 LOAS PNAS/04 - SUAS LOAS A partir da Constituição Federal de 1988, regulamentada

Leia mais

MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS

MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS FASES PROCESSUAIS FASE POLICIAL OU INVESTIGATÓRIA Apreensão do adolescente pela prática de ato infracional Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA) AUTO DE APREENSÃO Flagrante

Leia mais

Teresina, 08 de junho de 2015.

Teresina, 08 de junho de 2015. Faculdade Estácio CEUT Coordenação do Curso de Bacharelado em Direito Disciplina: História do Direito Professor: Eduardo Albuquerque Rodrigues Diniz Turma: 1 B Alunas: Alice Brito, Larissa Nunes, Maria

Leia mais

CURSO DE RESOLUÇÕES DE QUESTÕES JURÍDICAS Disciplina: Estatuto da Criança e do Adolescente Prof.: Luciano Alves Data: 03.12.

CURSO DE RESOLUÇÕES DE QUESTÕES JURÍDICAS Disciplina: Estatuto da Criança e do Adolescente Prof.: Luciano Alves Data: 03.12. CURSO DE RESOLUÇÕES DE QUESTÕES JURÍDICAS Disciplina: Estatuto da Criança e do Adolescente Prof.: Luciano Alves Data: 03.12.2010 Aula nº 2 MATERIAL DE APOIO MONITORIA 01) (Defensor Público DPE/SP 2010).

Leia mais

ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES: MUDANÇAS NA HISTÓRIA BRASILEIRA

ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES: MUDANÇAS NA HISTÓRIA BRASILEIRA 1 ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES: MUDANÇAS NA HISTÓRIA BRASILEIRA Ana Maria Augusta dos Santos 1 RESUMO Esse artigo apresenta um estudo bibliográfico e uma reflexão sobre a institucionalização

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO 55. Planejamento Estratégico

MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO 55. Planejamento Estratégico PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO 55 Planejamento Estratégico Criança e Adolescente 2010 PROCURADORIA FEDERAL DOS DIREITOS DO CIDADÃO 56 INTRODUÇÃO Tema: Criança e Adolescente A questão da infância

Leia mais

MEDIDAS PROTETIVAS E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS

MEDIDAS PROTETIVAS E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS MEDIDAS PROTETIVAS E MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS Ato Infracional: é tudo o que para um adulto seria crime ou contravenção penal. Se praticado por criança, serão aplicadas as medidas protetivas. Se for cometido

Leia mais

Núcleo de Pesquisa e Extensão do Curso de Direito NUPEDIR VII MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) 25 de novembro de 2014

Núcleo de Pesquisa e Extensão do Curso de Direito NUPEDIR VII MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA (MIC) 25 de novembro de 2014 O ACOLHIMENTO INSTITUCIONAL E O DIREITO À CONVIVÊNCIA COM A FAMÍLIA Graciele Benisch 1 Deise Josene Stein 2 SUMÁRIO: 1 INTRODUÇÃO. 2 ASPÉCTOS HISTÓRICOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. 3 MEDIDAS DE ACOLHIMENTO

Leia mais

ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA

ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( x ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ATUAÇÃO DO

Leia mais

01 Direito da Criança e do Adolescente

01 Direito da Criança e do Adolescente 01 Direito da Criança e do Adolescente Constitui-se em um direito dos pais ou responsáveis, assegurado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente, a) adentrar no prédio escolar até as salas de aula em qualquer

Leia mais

A EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS RESIDENTES EM ABRIGOS

A EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS RESIDENTES EM ABRIGOS A EDUCAÇÃO DE CRIANÇAS RESIDENTES EM ABRIGOS TORRES, Diana de Farias Dianafarias_83@hotmail.com Faculdade das Américas Resumo: Através de estudos bibliográficos busca-se neste artigo compreender como se

Leia mais

Articular o Conselho Escolar, os Grêmios Estudantis, os trabalhadores de educação, as Associações de Pais e Mestres e a comunidade em geral.

Articular o Conselho Escolar, os Grêmios Estudantis, os trabalhadores de educação, as Associações de Pais e Mestres e a comunidade em geral. EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Garantir a elaboração e implementação da Política e do Plano Decenal de Direitos Humanos de Criança e Adolescente nos âmbitos federal, estadual,

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ EDITAL N. 01/2013

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ EDITAL N. 01/2013 MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ EDITAL N. 01/2013 Teste seletivo para ingresso ao quadro de Assessor Jurídico DAS-5 do Ministério Público do Estado do Paraná. A Promotora de Justiça, Dra. FABIANA

Leia mais

O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Alicia Santolini TONON 1 Juliene AGLIO 2

O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Alicia Santolini TONON 1 Juliene AGLIO 2 1 O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES Alicia Santolini TONON 1 Juliene AGLIO 2 RESUMO: Este artigo apresenta uma reflexão sobre a violência

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: D- 51 PERÍODO: 3º CRÉDITO: 04 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 45

1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: D- 51 PERÍODO: 3º CRÉDITO: 04 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 45 1. IDENTIFICAÇÃO CÓDIGO DA DISCIPLINA: D- 51 PERÍODO: 3º CRÉDITO: 04 CARGA HORÁRIA SEMANAL: 03 CARGA HORÁRIA SEMESTRAL: 45 NOME DA DISCIPLINA: DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NOME DO CURSO: DIREITO

Leia mais

1 Embora o ECA, o Sistema Nacional de Atendimento Sócio-educativo SINASE e o Conselho Estadual

1 Embora o ECA, o Sistema Nacional de Atendimento Sócio-educativo SINASE e o Conselho Estadual MEDIDAS SÓCIO-EDUCATIVAS: UM OLHAR SOBRE AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DESENVOLVIDAS JUNTO AOS ADOLESCENTES EM CONFLITO SOCIAL NO CENTRO EDUCACIONAL REGIONAL DE LAGES/SC PEREIRA, Josilaine Antunes UNIPLAC antunesjo@hotmail.com

Leia mais

CARTA DA BAHIA. Tema: ENFRENTAMENTO AO ABUSO E A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

CARTA DA BAHIA. Tema: ENFRENTAMENTO AO ABUSO E A EXPLORAÇÃO SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES CARTA DA BAHIA O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente- CONANDA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei Federal no 8.242, de 12 de outubro de 1991, e pelo seu Regimento

Leia mais

SIM SENHOR, NÃO SENHOR: desvelando o significado dos processos educativos para a realidade dos adolescentes em conflito com a lei

SIM SENHOR, NÃO SENHOR: desvelando o significado dos processos educativos para a realidade dos adolescentes em conflito com a lei SIM SENHOR, NÃO SENHOR: desvelando o significado dos processos educativos para a realidade dos adolescentes em conflito com a lei Ivana Marques dos Santos Silva Universidade Federal Rural de Pernambuco

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A 9 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Cód. 19/A QUESTÃO 16 O Capítulo II das Entidades de Atendimento ao Idoso, da Lei nº 10.741, de 2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso, coloca no Parágrafo Único

Leia mais

Implantação de Rede de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos

Implantação de Rede de Identificação e Localização de Crianças e Adolescentes Desaparecidos Programa úmero de Ações 12 0153 Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente Objetivo Indicador(es) Promover a ampla defesa jurídico-social de crianças e adolescentes Taxa de Municípios com

Leia mais

Expert Consultation on Prevention of and Responses to Violence against Young Children Lima, 27 28 August 2012

Expert Consultation on Prevention of and Responses to Violence against Young Children Lima, 27 28 August 2012 Expert Consultation on Prevention of and Responses to Violence against Young Children Lima, 27 28 August 2012 JANDIRA FEGHALI (Deputada Federal/Brasil) Temas: Trabalhando com autoridades e parlamentares

Leia mais

Módulo 01 Professor Antonio Carlos Gomes da Costa 1

Módulo 01 Professor Antonio Carlos Gomes da Costa 1 Módulo 01 Professor Antonio Carlos Gomes da Costa 1 Vídeo Aula 1 2 A Constituição Federal de 1988 e o Estatuto da Criança e do Adolescente O contexto da Constituição Federal de 1988 foi inspirado nau idéia

Leia mais

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014

DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE MINAS GERAIS DELIBERAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA N 01/2014 A Diretoria Executiva do Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente

Leia mais

Introdução. Estudante de graduação, Universidade Estadual da Paraíba, Brasil. 3. Professora, Universidade Estadual da Paraíba, Brasil.

Introdução. Estudante de graduação, Universidade Estadual da Paraíba, Brasil. 3. Professora, Universidade Estadual da Paraíba, Brasil. Os desafios na implementação da política de atendimento à criança e ao adolescente: a realidade do Conselho Tutelar Sul no município de Campina Grande (PB) 1 Carlos Drumond de Andrade Vieira 2 Maria Noalda

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 285, DE 2006

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 285, DE 2006 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 285, DE 2006 Autoriza o Poder Executivo a criar o Programa Cantando as Diferenças, destinado a promover a inclusão social de grupos discriminados e dá outras providências. O

Leia mais

INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR PARA A GARANTIA DOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS DE ADOLESCENTES

INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR PARA A GARANTIA DOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS DE ADOLESCENTES INTERVENÇÃO MULTIDISCIPLINAR PARA A GARANTIA DOS DIREITOS SEXUAIS E REPRODUTIVOS DE ADOLESCENTES Resumo Daiane Carvalho de Oliveira 1 Christiane Zeitoune 2 Eliana Silva 3 O presente trabalho objetiva relatar

Leia mais

ADOLESCENTE, ATO INFRACIONAL E A REINCIDÊNCIA

ADOLESCENTE, ATO INFRACIONAL E A REINCIDÊNCIA 8. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ADOLESCENTE, ATO INFRACIONAL E A REINCIDÊNCIA BRANDÃO, Rosângela Fátima Penteado 1 HOLZMANN, Liza 2 QUADROS, Débora

Leia mais

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS

8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS 8ª CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE MINAS GERAIS DOCUMENTO FINAL EIXO 1 PROMOÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Ações de mobilização: 1. Ampla mobilização, por

Leia mais

EXERCÍCIOS ATO INFRACIONAL.

EXERCÍCIOS ATO INFRACIONAL. EXERCÍCIOS ATO INFRACIONAL. 1.José foi inserido em medida sócio-educativa de internação, com prazo indeterminado. Durante o cumprimento da medida sócio-educativa, já tendo completado dezoito anos, praticou

Leia mais

MUDANÇAS NO CONTEXTO FAMILIAR

MUDANÇAS NO CONTEXTO FAMILIAR 1 MUDANÇAS NO CONTEXTO FAMILIAR 1 SOUZA, M. A. 2 ZAMPAULO, J. 3 BARROS, D. R. B. Resumo: Com esse breve estudo buscou se refletir sobre as mudanças que a família tem vivenciado no contexto social. Procura

Leia mais

A existência de equipes multidisciplinares é um fator importante no trabalho dos defensores?

A existência de equipes multidisciplinares é um fator importante no trabalho dos defensores? Simone Moreira Souza Entrevista concedida para a matéria Diagnóstico aborda atuação da Defensoria Pública em infância e juventude, página 7, Proteção Integral, boletim impresso da ABMP. Entrevista realizada,

Leia mais

Por que defender o Sistema Único de Saúde?

Por que defender o Sistema Único de Saúde? Por que defender o Sistema Único de Saúde? Diferenças entre Direito Universal e Cobertura Universal de Saúde Cebes 1 Direito universal à saúde diz respeito à possibilidade de todos os brasileiros homens

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis

Políticas Setoriais Secretarias Municipais: Saúde, Assistência Social, Educação, Direitos Humanos(quando houver). Participações Desejáveis PARÂMETROS PARA A CONSTITUIÇÃO DAS COMISSÕES INTERSETORIAIS DE ACOMPANHAMENTO DO PLANO NACIONAL DE PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E DEFESA DO DIREITO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA

Leia mais

Palestrante: Selma Leite Sauerbronn de Souza - Professora do UniCEUB e Promotora de Justiça de Defesa da Infância e da Juventude no Distrito Federal

Palestrante: Selma Leite Sauerbronn de Souza - Professora do UniCEUB e Promotora de Justiça de Defesa da Infância e da Juventude no Distrito Federal Palestrante: Selma Leite Sauerbronn de Souza - Professora do UniCEUB e Promotora de Justiça de Defesa da Infância e da Juventude no Distrito Federal Regressão Histórica Grécia antiga - morte dos filhos

Leia mais

O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE COMO INSTRUMENTO DE EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS INFANTO- JUVENIS NO BRASIL

O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE COMO INSTRUMENTO DE EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS INFANTO- JUVENIS NO BRASIL O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE COMO INSTRUMENTO DE EFETIVAÇÃO DOS DIREITOS INFANTO- JUVENIS NO BRASIL Adriana Preti Nascimento "Não é possível refazer este país, democratizá-lo, humanizá-lo, torná-lo

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

Medida Sócio - Educativa de Liberdade Assistida

Medida Sócio - Educativa de Liberdade Assistida Medida Sócio - Educativa de Liberdade Assistida Ninguém, depois de acender uma candeia, a cobre com um vaso ou a põe debaixo duma cama; pelo contrário, coloca-a sobre um velador, a fim de que os outros

Leia mais

APROVEITO PARA INFORMAR QUE EM BREVE LANÇAREI PELA EDITORA FERREIRA - O LIVRO ESTATUTO DO IDOSO COMENTADO.

APROVEITO PARA INFORMAR QUE EM BREVE LANÇAREI PELA EDITORA FERREIRA - O LIVRO ESTATUTO DO IDOSO COMENTADO. PREZADO(A)S CANDIDATO(A)S, PRIMEIRAMENTE GOSTARIA DE PARABENIZAR A TODOS OS GUERREIROS E GUERREIRAS QUE PARTICIPARAM DO TÃO ESPERADO E CONCORRIDO CONCURSO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO.

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS PLANO DE ENSINO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS PLANO DE ENSINO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS PLANO DE ENSINO Disciplina: DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Curso: DIREITO Turma B01-1 Código CR PER Co-Requisito Pré-Requisito

Leia mais

CARTA ABERTA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF E ÀS AUTORIDADES POLÍTICAS E JUDICIÁRIAS BRASILEIRAS SOBRE A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL

CARTA ABERTA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF E ÀS AUTORIDADES POLÍTICAS E JUDICIÁRIAS BRASILEIRAS SOBRE A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL Boaventura de Sousa Santos Coimbra, 20 de Julho de 12015 CARTA ABERTA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF E ÀS AUTORIDADES POLÍTICAS E JUDICIÁRIAS BRASILEIRAS SOBRE A REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL DAS VIOLÊNCIAS

Leia mais

Palavras-chave: adolescência, medida socioeducativa, educação, interdisciplinaridade, Estatuto da Criança e do Adolescente.

Palavras-chave: adolescência, medida socioeducativa, educação, interdisciplinaridade, Estatuto da Criança e do Adolescente. REFLEXÃO SOBRE O TRABALHO INTERDISCIPLINAR NAS MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS Miriam Aparecida Guedes 1 Resumo Este estudo contextualiza a Doutrina de Proteção Integral à criança e ao adolescente, constituídas

Leia mais

AULA 05 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 05

AULA 05 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 05 AULA 05 ROTEIRO CONSTITUIÇÃO FEDERAL ART. 5º; 37-41; 205 214; 227 229 LEI 8.069 DE 13/07/1990 ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE E C A PARTE 05 DO DIREITO À EDUCAÇÃO, À CULTURA, AO ESPORTE E AO LAZER

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE COMO CAMPO DE ESTÁGIO PARA O SERVIÇO SOCIAL

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE COMO CAMPO DE ESTÁGIO PARA O SERVIÇO SOCIAL VIII Jornada de Estágio de Serviço Social VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE COMO CAMPO DE ESTÁGIO PARA O SERVIÇO SOCIAL ALMEIDA, Mayara Rodrigues 1 ARAÚJO, Sâmela Keren de Carvalho 2 CARVALHO, Sherryl Cristina

Leia mais

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS EDUCAÇÃO BÁSICA ENSINO SUPERIOR EDUCAÇÃO NÃO-FORMAL EDUCAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO SISTEMA DE JUSTIÇA E SEGURANÇA EDUCAÇÃO E MÍDIA Comitê Nacional de Educação

Leia mais

Adolescentes Ameaçados de Morte

Adolescentes Ameaçados de Morte PPCAAM Programa de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente Secretaria de Direitos Humanos Presidência da República

Leia mais

8. SUAS: Desafio histórico de construção da Rede de Proteção Social para famílias em situação de vulnerabilidade, risco pessoal e social.

8. SUAS: Desafio histórico de construção da Rede de Proteção Social para famílias em situação de vulnerabilidade, risco pessoal e social. C E N S O D A P O P U L A Ç Ã O I N F A N T O J U V E N I L A B R I G A D A N O E S T A D O D O R I O D E J A N E I R O 433 8. SUAS: Desafio histórico de construção da Rede de Proteção Social para famílias

Leia mais

1.CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE.

1.CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE. DIREITO A VIDA E A SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Celsa Silva Machado 1 Joana Paula Piardi 2 Luana Maiara Echhardt ³ Ética e Direitos Humanos INTRODUÇÃO Este artigo é fruto das indagações e estudos

Leia mais

Carta de Princípios dos Adolescentes e Jovens da Amazônia Legal

Carta de Princípios dos Adolescentes e Jovens da Amazônia Legal Carta de Princípios dos Adolescentes e Jovens da Amazônia Legal A infância, adolescência e juventude são fases fundamentais no desenvolvimento humano e na formação futura dos cidadãos. No plano social,

Leia mais

Rede de Defesa e Segurança

Rede de Defesa e Segurança Rede de Defesa e Segurança 1 PROGRAMA ALIANÇA PELA VIDA Objetivo: Estruturar ações integradas de prevenção, acolhimento e tratamento dos usuários e dependentes de álcool e outras drogas e seus familiares,

Leia mais

CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CEDCA GOIÁS CONFERÊNCIA MAGNA

CONSELHO ESTADUAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CEDCA GOIÁS CONFERÊNCIA MAGNA CONFERÊNCIA MAGNA MOBILIZANDO, IMPLEMENTANDO E MONITORANDO A POLÍTICA E O PLANO DECENAL DE DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES NOS ESTADOS, NO DISTRITO FEDERAL E NOS MUNICÍPIOS. Página 1 de 12

Leia mais

Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes: barreiras ao convívio democrático Josevanda Mendonça Franco Professora-Especialista

Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes: barreiras ao convívio democrático Josevanda Mendonça Franco Professora-Especialista CURSO DE APERFEIÇOAMENTO PARA O PROCESSO SELETIVO E CONSULTIVO PARA DIRETORES ESCOLARES Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes: barreiras ao convívio democrático Josevanda Mendonça Franco Professora-Especialista

Leia mais

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 CAMPANHA * COMPROMISSO PELA CRIANÇA E PELO ADOLESCENTE

ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 CAMPANHA * COMPROMISSO PELA CRIANÇA E PELO ADOLESCENTE ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2008 CAMPANHA * COMPROMISSO PELA CRIANÇA E PELO ADOLESCENTE Carta Aberta aos candidatos e candidatas às Prefeituras e Câmaras Municipais: Estatuto da Criança e do Adolescente: 18 anos,

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 Estabelece parâmetros para orientar a constituição, no âmbito dos Estados, Municípios e Distrito Federal, de Comissões Intersetoriais de Convivência

Leia mais

DA LEGISLAÇÃO MENORISTA AO ECA: MUDANÇAS E PERMANÊNCIAS NOS DISCURSOS E IMAGINÁRIO SOBRE A CONDUTA INFANTO-JUVENIL

DA LEGISLAÇÃO MENORISTA AO ECA: MUDANÇAS E PERMANÊNCIAS NOS DISCURSOS E IMAGINÁRIO SOBRE A CONDUTA INFANTO-JUVENIL DA LEGISLAÇÃO MENORISTA AO ECA: MUDANÇAS E PERMANÊNCIAS NOS DISCURSOS E IMAGINÁRIO SOBRE A CONDUTA INFANTO-JUVENIL Isis S. Longo 1 Este trabalho aborda o conceito de menor como uma construção datada historicamente

Leia mais

CARTA DE CONSTITUIÇÃO DE ESTRATÉGIAS EM DEFESA DA PROTEÇÃO INTEGRAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

CARTA DE CONSTITUIÇÃO DE ESTRATÉGIAS EM DEFESA DA PROTEÇÃO INTEGRAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE CARTA DE CONSTITUIÇÃO DE ESTRATÉGIAS EM DEFESA DA PROTEÇÃO INTEGRAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA, na pessoa de seu Excelentíssimo Senhor Presidente, Ministro

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 19/3/2013, Seção 1, Pág. 10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 19/3/2013, Seção 1, Pág. 10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PARECER HOMOLOGADO Despacho do Ministro, publicado no D.O.U. de 19/3/2013, Seção 1, Pág. 10. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

Leia mais

O Desafio da Implementação das Políticas Transversais

O Desafio da Implementação das Políticas Transversais O Desafio da Implementação das Políticas Transversais Professora: Juliana Petrocelli Período: Novembro de 2013 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS SECRETARIA NACIONAL DE PROMOÇÃO DOS

Leia mais