Rondônia: do leito do Madeira às margens da BR-364

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3 R771 Rondônia: do leito do madeira às margens da BR-364 / Belo Horizonte: Instituto Bioterra, p.: il. (especialmente fotografias) Publicação oriunda da experiência do Instituto Bioterra no Comunidade Eficiente, um dos Programa de Eficiência Energética da Eletrobras Distribuição Rondônia. ISBN Energia elétrica Rondônia 2. Energia elétrica Consumo sustentável. 3. Eficiência energética. I. Instituto Bioterra 2. Projeto de Eficiência Energética - Comunidade Eficiente. CDD: CDU: Informação bibliográfica deste livro, conforme a NBR 6023:2002 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT): RONDÔNIA: do leito do Madeira às margens da BR-364. Belo Horizonte: Instituto Bioterra, p. 2

4 SUMÁRIO Seringueiros, barbadianos, soldados da borracha e pioneiros com quantos migrantes se forja um estado 5 Energia elétrica em Rondônia 15 Comunidade Eficiente 19 Cidades contempladas 23 Cadastramento 31 Visitas domiciliares 41 Lâmpadas 53 Geladeiras 61 Padrões 79 Eventos socioeducativos 93 Repercussão na mídia 105 Fontes consultadas 115 3

5 Dana Merril. Índios Caripuna. Acervo do Museu Paulista. 4

6 SERINGUEIROS, BARBADIANOS, SOLDADOS DA BORRACHA E PIONEIROS - COM QUANTOS MIGRANTES SE FORJA UM ESTADO Rondônia, cujo nome é uma homenagem ao Marechal Rondon, é um estado tardio. Somente no final de 1981 foi assim reconhecido, ao ascender de sua condição de território federal. Localizado na Amazônia Ocidental, o estado abrange áreas das antigas províncias do Mato Grosso e do Amazonas. A conformação atual de Rondônia é resultado dos avanços e retrocessos de diversos movimentos de ocupação de um território distante do centro político, econômico e industrial do país. Habitado pela maior floresta tropical do mundo, o estado conta com uma biodiversidade sem paralelos: são mais de 5 mil espécies de árvores, 300 de mamíferos, de pássaros, e milhões de insetos. Rondônia abriga, ainda, aproximadamente 36 povos indígenas. Pelo Tratado de Tordesilhas, toda a região pertencia à Espanha. Mas, com a penetração das bandeiras e por meio do Tratado de Madri (1750), houve uma redefinição dos limites coloniais entre Portugal e Espanha. Ainda no final do século XVIII, a política de conservação de fronteiras do Marquês de Pombal resultou na construção do Real Forte Príncipe da Beira, na margem direita do rio Guaporé, atual Guajará-Mirim, um exemplar monumental da engenharia militar portuguesa no Brasil. Contudo, até o século XIX praticamente apenas a população indígena habitou a região. Foram necessários muitos séculos para fazer dessas terras Brasil. A borracha nativa da Amazônia, muito demandada no século XIX pelos países recémindustrializados, desencadeou o Primeiro Ciclo da Borracha, ocorrido entre 1877 e 1912, com deslocamento de grande contingente de mão de obra para sua exploração. Estima-se que mais de 8 mil homens tenham se estabelecido nos seringais, dentre os quais estavam principalmente nordestinos atingidos pela grande seca de Entretanto, apenas uma pequena parcela da população usufruiu da riqueza gerada pela borracha, e os principiais municípios beneficiados foram Manaus e Belém. 5

7 Dana Merril. Negras barbadianas e norte-americano da lavanderia a vapor, em Porto Velho. Acervo do Museu Paulista. 6

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9 A expansão da produção de borracha e a incorporação de novas áreas de exploração levaram os brasileiros a ocuparem parte do território da Bolívia, tensionando a relação entre os dois países. A solução do conflito se deu em 1903, com a assinatura do Tratado de Petrópolis, segundo o qual o governo brasileiro anexava o Acre ao seu território. Em troca disso, o Brasil pagaria uma indenização em dinheiro à Bolívia e assumiria o compromisso de construir uma ferrovia às margens do trecho encachoeirado do Rio Madeira, ou Alto Madeira. A ferrovia possibilitaria o acesso da Bolívia ao Oceano Atlântico e, com isso, a vazão da borracha produzida naquele país e na região de Guajará-Mirim. Tentativas fracassadas de construir a ferrovia vinham sendo feitas desde o século XIX. Construída entre 1907 e 1912, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM), com 364 km de extensão, consumiu a mão de obra de mais de 20 mil trabalhadores do Brasil e de outros 40 países (italianos, alemães, espanhóis, ingleses, gregos, portugueses, hindus, chineses etc.), entre eles os barbadianos, negros não escravos oriundos do Caribe de colonização inglesa. Os problemas médicos e sanitários da região geraram incontáveis baixas entre os operários. A malária, a malária hemolítica, o beribéri (deficiência de vitamina B1), a disenteria, a ancilostomíase e a pneumonia resultaram na morte estimada de pelo menos cinco mil trabalhadores. Esse ciclo econômico se encerrou quando a borracha natural brasileira passou a ser substituída pela cultivada na Ásia, a partir de 1912; ironicamente, a mesma época em que a ferrovia ficou pronta. O saldo populacional e econômico do período foi tão-somente a ocupação de Guajará-Mirim e Porto Velho, os dois extremos da EFMM. A ferrovia operou por menos de 60 anos, sendo desativada em Entre 1907 e 1915, Cândido Rondon comandou a Comissão de Linhas Telegráficas Estratégicas do Mato Grosso ao Amazonas, com o objetivo de superar o isolamento da região e de estender uma linha telegráfica entre Cuiabá e Santo Antônio do Madeira. Foram construídos milhares de quilômetros de linhas e dezenas de postos telegráficos. Alguns desses postos cresceram e transformaram-se em povoados, como Vilhena, Marco Rondon, Pimenta Bueno, Vila Rondônia e Ariquemes, entre outros. Logo após a conclusão da linha surgiu o rádio, que suplantou por completo o telégrafo nas comunicações. Mas o legado da Comissão é muito mais amplo e importante do que as linhas telegráficas propriamente ditas, uma vez que incluiu levantamento topográfico, demarcação de fronteiras, correção de mapas, identificação de rios e seus afluentes, além de pesquisas etnográficas, linguísticas, geológicas, botânicas e zoológicas. Durante a Segunda Guerra Mundial ( ), os grandes produtores de borracha da Ásia ficaram sob o domínio japonês. O Brasil, incentivado e apoiado pelos Estados Unidos, retomou a produção da borracha e estimulou o movimento migratório para a região por meio do Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia (Semta). 8

10 Dana Merril. Castanheira derrubada na abertura do traçado da Ferrovia Madeira-Mamoré. Acervo do Museu Paulista. 9

11 Dana Merril. Cachoeira de Santo Antônio. Acervo do Museu Paulista. 10

12 Estima-se que mais de pessoas tenham se deslocado para a Amazônia com o intuito de trabalharem como soldados da borracha. Em 1943, Getúlio Vargas criou o Território Federal do Guaporé, posteriormente Território de Rondônia, desmembrado de terras do Amazonas e do Mato Grosso. A experiência de retomada da produção de borracha na Amazônia terminou junto com a Segunda Guerra, e parte dos ex-seringueiros fixou-se nas colônias agrícolas instaladas pelo governo de Getúlio Vargas ao longo da EFMM. Na década de 1950, foram descobertos os primeiros aluviões de cassiterita em Rondônia, o que deu início à atividade de garimpo na região. Essa atividade induziu o fluxo de migrantes oriundos de diversos estados brasileiros, os quais se concentraram em Porto Velho e em alguns povoados que praticamente haviam desaparecido com a desativação da EFMM. Entre 1958 e 1970, a economia local se desenvolveu à sombra da exploração manual da cassiterita. Em 1971, o Ministério das Minas e Energia proibiu a garimpagem manual do minério, o que promoveu a substituição dos garimpeiros por empresas de grande porte, predominantemente multinacionais. Em 1960, durante o governo de Juscelino Kubitschek, o antigo trajeto da Comissão Rondon serviu de guia para a construção da BR-364, ligando Cuiabá a Porto Velho e Rio Branco. A rodovia foi fundamental para fomentar a atividade agropecuária e iniciar uma ocupação mais permanente da região. 11

13 Dana Merril. Ferrovia Madeira Mamoré. Acervo da Fundação Biblioteca Nacional. 12

14 A partir da década de 1970, com a criação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) pela Ditadura Militar, a colonização da Amazônia tornou-se uma política de Estado, sob o slogan Integrar para não entregar. Por meio dos Projetos Integrados de Colonização (PICs), implementados entre 1970 e 1975, o Estado se tornou o grande indutor das modificações socioespaciais ocorridas no centro de Rondônia, divulgado como O novo Eldorado. Foram distribuídos lotes de cerca de 100 hectares para milhares de famílias dos então chamados pioneiros. Com isso, até meados da década de 1980 chegaram ao estado cerca de migrantes, a maioria agricultores provenientes do Sul e do Centro-Sul do país, com destino ao interior de Rondônia. Os projetos de colonização da década de 1970 e o asfaltamento da BR-364 na década de 1980 configuram o ponto de inflexão da história de Rondônia. Além de provocar a quebra da estrutura espacial até então existente com a população e a economia concentradas nos municípios de Porto Velho e Guajará-Mirim e o deslocamento do eixo de importância para os municípios situados ao longo da BR-364, eles foram determinantes no processo de desmatamento da região para a agricultura e a pecuária: 30% da área do estado foi desmatada a partir do final da década de Os empreendimentos mais recentes e de maior impacto social e econômico na região são as construções das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no Alto Madeira. Mas essa história ainda está para ser contada e, o seu saldo, contabilizado. Será que, agora, o rio será domesticado? O grande desafio do estado de Rondônia em particular, e do país como um todo, é compreender que não haverá desenvolvimento sustentável e qualidade de vida sem a preservação da biodiversidade da Amazônia, uma imensa riqueza ainda não completamente mensurada e conhecida. Esta é uma tarefa árdua, que se impõe a esta e às gerações futuras. Durante a execução do Comunidade Eficiente pelo Instituto Bioterra, foi possível conhecer seis municípios do estado, com suas marcas e identidades inscritas pelas idas e vindas da construção de Rondônia como parte do Brasil. Dana Merril. Vista panorâmica de Porto Velho. Acervo do Museu Paulista. 13

15 Usina Termoelétrica, Acervo da Eletrobras Distribuição Rondônia. 14

16 ENERGIA ELÉTRICA EM RONDÔNIA A construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM) trouxe para o coração da floresta amazônica duas das maiores conquistas tecnológicas do início do século XX: a ferrovia e a eletricidade. Em 1913, em Porto Velho, a iluminação domiciliar era feita por lâmpadas incandescentes de corrente alternada, de 16 a 32 velas. A EFMM produzia energia elétrica por meio de usina térmica para uso próprio, mas disponibilizava uma parte para os serviços essenciais de Porto Velho. Em 1954, foi criado o Serviço de Abastecimento de Água, Luz e Força do Território de Rondônia (SAALFT), desvinculando-se assim do serviço de suprimento de energia elétrica à cidade da empresa ferroviária. Em 1968 foi criada a Ceron, Centrais Elétricas de Rondônia S.A., com o objetivo de gerar, transmitir e distribuir energia elétrica para a capital, Porto Velho, e para o município de Guajará-Mirim. Praticamente toda a geração da empresa era feita por meio de termelétricas a diesel. Com o frenético e caótico processo de ocupação de Rondônia, a partir dos anos de 1970, a empresa se viu acuada pelo grande crescimento da demanda de energia elétrica e pela insatisfação dos clientes com o serviço oferecido. Somava-se a insuficiente capacidade geradora para o atendimento do interior com um deficiente sistema de distribuição. Em 1982, iniciou-se a construção da primeira hidrelétrica em Rondônia, a Hidrelétrica Samuel, localizada no rio Jamari, em Candeias, mais por motivações políticas do que estratégicas. Em tempos de Ditadura Militar e nenhuma discussão ambiental, a hidrelétrica resultou em grande impacto para o meio ambiente e baixa eficiência em geração de energia, sem que seus reais custos fossem conhecidos. 15

17 16 Acervo da Eletrobras Distribuição Rondônia

18 No início da década de 1990, o interior do estado viveu uma grave crise de fornecimento de energia. No final da mesma década, em 1998, a Ceron foi federalizada e passou ao controle da Eletrobras. Em 2008, passou a ser denominada Eletrobras Distribuição Rondônia, marca ainda em construção, sendo que a população a identifica como a antiga Ceron. Atualmente, estão em construção no Alto Madeira duas hidrelétricas: Jirau e Santo Antônio. Os planos que consideram a Amazônia como a próxima fronteira energética do país tomaram impulso com a grave crise de energia vivida pelo Brasil em 2001, conhecida como apagão. Espera-se que as Usinas Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau tenham capacidade instalada para gerar MW. Porém, se realmente os benefícios dos projetos suplantarão os custos sociais, ambientais e econômicos pagos por Rondônia e por seus habitantes com essa construção, só o tempo dirá. 17

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20 COMUNIDADE EFICIENTE O Comunidade Eficiente é um dos Programas de Eficiência Energética da Eletrobras Distribuição Rondônia, dirigido ao Atendimento à Comunidades de Baixo Poder Aquisitivo. Entre suas estratégias estão: cadastro das unidades consumidoras residenciais de baixa renda, substituição de equipamentos ineficientes (refrigerador em condições precárias e lâmpadas incandescentes), ações educativas e regularização de padrões. O objetivo principal do projeto é conscientizar as famílias quanto ao uso correto e seguro da energia elétrica, contribuindo para a mudança nos hábitos de consumo. 19

21 Usina de Santo Antônio Usina de Jirau Porto Velho Jaru Rolim de Moura Cacoal Espigão d Oeste Vilhena Bolívia 20

22 BR-364 Porto Velho Jaru Rondônia Cacoal Rolim de Moura Espigão do oeste Vilhena 21

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24 CIDADES CONTEMPLADAS PORTO VELHO Porto Velho, capital do estado, nasceu às margens do rio Madeira, um dos principais afluentes do Amazonas, devido à construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. O rio Madeira é dividido em Alto e Baixo Madeira. O primeiro trecho, o Alto Madeira, com dez corredeiras, três saltos e sete cachoeiras, possui 360 km e não se presta à navegação. Já o Baixo Madeira, com uma extensão de km, vai da Cachoeira de Santo Antônio até sua foz, no Amazonas, e é francamente navegável. No final do século XIX, quando ocorreram as primeiras tentativas de construção da ferrovia, o ponto definido como marco inicial da estrada de ferro foi a localidade de Santo Antônio do Madeira, que ficava em frente a uma cachoeira de mesmo nome, na época situada na província de Mato Grosso. Somente no século XX, quando a empreitada de construir a ferrovia se concretizou, definiu-se que Porto Velho, sete quilômetros abaixo de Santo Antônio, na então província do Amazonas, seria seu ponto de partida. Em 7 de setembro de 1919, Porto Velho foi elevada à categoria de cidade. 23

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26 ROLIM DE MOURA O Setor Rolim de Moura, iniciado em dezembro de 1975, foi criado para assentar os colonos excedentes do PIC Gy-Paraná, na região de Cacoal. O nome é uma homenagem a Antônio Rolim de Moura Tavares, primeiro governador da Capitania de Mato Grosso. Dada a ocupação intensa e acelerada às margens do rio Anta Atirada, em 1977 a localidade já era denominada de Vila Rolim de Moura. Rolim de Moura tornou-se município em 1983, a partir de área desmembrada de Cacoal. JARU Terra dos índios Jarus, a região já era ocupada por seringais e seringueiros desde o século XIX. Em 1912, um posto telegráfico foi instalado na área pelas Linhas Telegráficas Estratégicas do Mato Grosso ao Amazonas. Em 1975, o INCRA implantou na região o PIC Padre Adolpho Rohl. Em 1981, foi criado o município de Jaru, com áreas desmembradas dos municípios de Ariquemes e Ji-Paraná. 25

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28 ESPIGÃO D OESTE O início da ocupação da área do município de Espigão d Oeste data de 1967, quando a Colonizadora Itaporanga, com base em documentação sem valor legal, vendeu lotes de hectares em terras públicas e indígenas localizadas à margem esquerda da BR-364. Em 1975, os colonos de Espigão entraram em confronto com os funcionários do Incra pela regularização das terras. Espigão d Oeste é o principal foco de migração de luteranos pomeranos para Rondônia, a maioria vinda do Espírito Santo. O município foi criado por Lei federal, em CACOAL A vila de Cacoal surgiu na década de 1960, com a abertura da BR-364. Seu nome se deve à impressionante quantidade de cacaueiros nativos existentes na floresta das redondezas. A formação do povoado teve grande impulso em 1972, com a implantação do PIC Gy-Paraná. O município foi criado em 11 de outubro de

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30 VILHENA A formação do povoado de Vilhena teve início em 1912, com a instalação de um posto telegráfico das Linhas Telegráficas Estratégicas do Mato Grosso ao Amazonas nos campos do Planalto dos Perecis. O nome Vilhena foi escolhido, pelo próprio Rondon, em homenagem ao engenheiro chefe da Organização Telegráfica Pública, Álvaro Coutinho de Melo Vilhena. Na década de 1960, com a abertura da BR-364, foi instalado um acampamento e construído um campo de pouso na área. Em 1973, o Incra implantou o PIC Paulo Assis Ribeiro na região do cone sul do estado. Em 11 de outubro de 1977, foi criado o município de Vilhena, com áreas desmembradas dos municípios de Porto Velho e Guajará-Mirim. 29

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32 CADASTRAMENTO Clientes cadastrados para recebimento da Tarifa Social de Energia Elétrica 31

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42 VISITAS DOMICILIARES Visitas domiciliares realizadas pelos agentes, para substituição de lâmpadas e diagnóstico de geladeiras e padrões 41

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54 LÂMPADAS Lâmpadas incandescentes substituídas por fluorescentes compactas e encaminhadas para reciclagem 53

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62 GELADEIRAS Geladeiras ineficientes substituídas por refrigeradores selo A do Procel e encaminhadas para reciclagem 61

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80 PADRÕES 500 Padrões de entrada de energia regularizados 79

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94 EVENTOS SOCIOEDUCATIVOS 55 Eventos socioeducativos realizados 93

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106 REPERCUSSÃO NA MÍDIA 193 Mídias espontâneas, sendo: 18 matérias de TV 6 matérias de rádio 161 notícias em sites 8 notícias em jornais impressos 105

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116 FONTES CONSULTADAS A história de Rolim de Moura através da fotografia. Rolim de Moura RO: 28 anos de progresso e conquistas no coração da Amazônia. Disponível em php?t= , acesso em 2 ago ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E EMPRESARIAL DE VILHENA. História de Vilhena. Disponível em php?act=40000&mod=1&id=5135, acesso em 8 ago AZEVEDO, Inácio. Ceron e seus 40 anos. Disponível em portalrondonia.com/site/artigo,,,ceron,e,seus,40,anos,20154.htm, acesso em 9 ago BINSZTOK, Jacob et al. Projetos Integrados de Colonização: paradigma da contra-reforma agrária promovido pelo regime militar nos anos 70 na Amazônia. Disponível em Projetos%20Integrados%20de%20Coloniza%E7%E3o.pdf, acesso em 9 ago BINSZTOK, Jacob. Cacoal RO: a constituição de um campesinato na fronteira agrícola da Amazônia Meridional. GEO-graphia, v. 5, n. 10, Disponível em acesso em 20 ago BRASIL, Manha Carvalho. Os fluxos migratórios na Região Norte nas décadas de 70 e 80: uma análise exploratória. Cadernos de Estudos Sociais, Recife, v. 13, II.1, p , Disponível em acesso em 20 ago COSTA, Mariete Pinheiro da. O Parlamento e os soldados da borracha no limiar da 2ª Guerra Mundial. Monografia (Especialização) Curso de Especialização em Instituições e Processos Políticos do Legislativo, Câmara dos Deputados, Centro de Formação, Treinamento e Aperfeiçoamento (Cefor), Brasília, Disponível em br/bd/bitstream/handle/bdcamara/543/parlamento_borracha_mariete. pdf?sequence=1, acesso em 23 ago

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119 EQUIPE BIOTERRA Alexsandre Costa Lima Anderson Pereira Pantoja Antônia de Souza Soares Ariano Felipe Cruz de Queiroz Carlos Alberto Pereira Rodrigues Daniel Pereira da Rocha Elisângela Uchôa Costa Esequiel Moreira Eucione Istevo dos Santos Éverton Chagas Ribeiro Fabricio Silva Dallalibera Felipe Abner Santos Oliveira Franciele Guimarães Libório Francisco de Assis Oliveira Francisco Felipe Rocha Francisco Ferreira Camurça Hítalo Gonçalves de Resende Iracilda de Sousa Isabel Moura Campos Jonas Santos Nascimento Jose Augusto Neves Ribeiro Juan Pedro Amaro Júlio Moreira Filho Leandro Pereira dos Santos e Silva Mônica Bara Maia Pâmela Katrine da Silva Monteiro Raimundo da Silveira Rejane Marques da Silva Rodrigo Ferreira de Souza Rogério Ferreira de Vasconcelos Rosileia dos Santos Oliveira Silmara Maia de Moraes Silvia Cristina Ferreira Nazareth Suzy Cardoso dos Santos Vanderléia Mello Belfort Vinicius Antonio Figueiredo Costa Walter Batista Ramos Prado Zelimar Andrade Lima EQUIPE ELETROBRAS DISTRIBUIÇÃO RONDÔNIA Assessoria de Pesquisa, Desenvolvimento e Eficiência Energética Maria Helena Schaedler Ildefonso Dorizete e Silva Madruga Sílvia Dantas da Silva Carvalho Maria Silvana Aires Furtado Rodrigues 118

120 Realização Instituto Bioterra Diretoria Célio Ayres Carvalho Luiz Carlos Diniz Marcelo Aires Ribeiro de Carvalho Pesquisa e redação Mônica Bara Maia Revisão Maria Elisa Rodrigues Moreira Fotos As fotos constantes neste livro foram produzidas pela equipe relacionada na página 118 durante a execução do Projeto Comunidade Eficiente, e pertencem ao acervo do Instituto Bioterra. Projeto gráfico Designlândia Impressão 500 exemplares Parceiros Determinantes Fox Indústria HG Descontaminação A presente publicação é um registro do Programa Comunidade Eficiente II, Termo de Referência DRP/001/2012 e Contrato DR/075/2012, executado entre setembro de 2012 e outubro de 2013 pelo Instituto Bioterra para a Eletrobras Distribuição Rondônia. 119

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