Consolidação do Refis da Crise Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2/2011

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1 Consolidação do Refis da Crise Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2/2011 Omar Augusto Leite Melo Advogado e Consultor Tributário; editor da Revista Eletrônica Refis da Crise / (014)

2 SUMÁRIO Considerações gerais sobre o Refis da Crise; Legislação, modalidades, adesão, débitos parceláveis, rescisão, benefícios; Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2/2011. Confira o nosso Manual do Refis da Crise, gratuitamente disponibilizado para download no site Neste site, há tudo sobre o Refis: notícias comentadas, artigos, jurisprudência, videos, legislação completa, arquivos para download etc.

3 REFIS: O QUE É? O que significa Refis : RECUPERAÇÃO FISCAL. Origem do nome na Lei nº 9.964/2000: programa de recuperação fiscal (Refis 1). O Refis é uma modalidade especial de parcelamento, que se contrapõe ao chamado parcelamento ordinário da Lei nº /2002 (regulamentado pela Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 15/2009).

4 REFIS: O QUE É? Por que da crise? Porque foi concedido sob a justificativa da crise econômica mundial. Em todo o Brasil, segundo a Receita Federal, contribuintes aderiram ao Refis da Crise, dos quais validaram sua opção com o pagamento do total do débito à vista ou da primeira parcela, proporcionando uma arrecadação de pouco mais de R$ 3 bilhões. De acordo com a Receita, os programas anteriores Refis 1, Paes e Paex tiveram juntos um total de pouco mais de 974 mil adesões.

5 HISTÓRICO Os Refis estão sendo concedidos de três em três anos, desde 2000: REFIS (o autêntico): 2000 (Lei nº 9.964/00; Decretos nº 3.431/00 e nº 3.712/00); PAES (Parcelamento Especial): 2003 (Lei nº /03); PAEX (Parcelamento Excepcional): 2006 (MP 303/06);

6 HISTÓRICO Parcelamento especial sem nome da Lei nº /2009, apelidado de Refis da Crise. Oficialmente, tem sido tratado como Parcelamento ou pagamento à vista da Lei nº /2009. Previsão: em 2012 (ou 2013/2014), quem sabe, teremos um Refis da Copa. Vamos aguardar!

7 LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA Lei nº /2009 (arts. 1º a 13): criou o parcelamento. Lei nº /2010 (art. 127): a simples adesão suspendeu a exigibilidade dos débitos parceláveis. Art Até que ocorra a indicação de que trata o art.5 o da Lei , de 27 de maio de 2009, os débitos de devedores que apresentaram pedidos de parcelamentos previstos nos arts. 1 o, 2 o e 3 o da Lei , de 27 de maio de 2009, vencidos até 30 de novembro de 2008, que tenham sido deferidos pela administração tributária devem ser considerados parcelados para os fins do inciso VI do art. 151 da Lei 5.172, de 25 de outubro de Código Tributário Nacional. Parágrafo único. A indicação de que trata o art. 5 o da Lei , de 27 de maio de 2009, poderá ser instada a qualquer tempo pela administração tributária.

8 ART. 127 DA LEI Essa suspensão da exigibilidade ocorrida com a mera adesão torna NULA a inscrição em Dívida Ativa de débitos parceláveis; Essa suspensão da exigibilidade deve ensejar a EXTINÇÃO das execuções fiscais ajuizadas durante esse período.

9 Art. 127 da Lei Art. 12, 3º, da Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 2/2011: no caso da consolidação referir-se a nova modalidade decorrente de procedimento de retificação, o disposto neste artigo não implica o cancelamento de inscrição em Dívida Ativa da União (DAU) ou de ajuizamento de ação de execução fiscal, ocorridos entre a data considerada para o requerimento de adesão e a data em que o sujeito passivo concluir a apresentação das informações de que trata o caput, sem prejuízo de eventual verificação em que fique comprovado erro no envio para inscrição ou ajuizamento.

10 PORTARIAS CONJUNTAS PGFN/RFB Este Refis vem sendo regulamentado por tais portarias conjuntas da PGFN e RFB: Portaria nº 6/2009: regulamento do Refis, principal portaria que trata do parcelamento especial. Já foi alterada pelas Portarias 10/2009, 13/2009, 15/2010. Portaria nº 3/2010: dispõe sobre a declaração do sim (inclusão total de débitos parceláveis) e do não (inclusão parcial). Foi alterada pela Portaria 13/2010.

11 PORTARIAS CONJUNTAS PGFN/RFB Portaria nº 11/2010: dispõe sobre providências a serem tomadas para quem incluiu apenas parte dos débitos parceláveis. Portaria nº 15/2010: dispõe sobre procedimentos especiais a serem adotados em caso de incorporação, fusão ou cisão; situação cadastral; adesão feita por órgãos públicos; efeitos do cancelamento de requerimento de adesão; reabertura de prazo para desistência de ações e processos administrativos, altera a Portaria 6/2009.

12 PORTARIAS CONJUNTAS PGFN/RFB Portaria nº 2/2011: procedimentos finais para a consolidação. É a última norma editada referente ao Refis IV (até hoje, pelo menos).

13 INSTRUÇÕES NORMATIVAS DA RFB IN RFB nº 968/2009: dispõe sobre a constituição de débitos a serem incluídos no Refis. IN RFB nº 1.049/2010: altera e revoga totalmente a IN RFB nº 968/2009.

14 DEMAIS NORMAS Outras normas pertinentes: Portaria RFB nº 2.357/2010: indica as pessoas jurídicas submetidas a acompanhamento diferenciado e especial no ano de Lei nº /2002 (parcelamento comum) e Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 15/2009 (idem). CTN e outras normas.

15 BENEFÍCIOS ESPECIAIS Trata-se de um benefício fiscal federal que abrange: anistias totais ou parciais de multas (moratórias, de ofício e isoladas), juros (SELIC) e encargos do DL 1.025/69 (10% ou 20%); Concessão de prazos especiais (longos, até 180 meses) para pagamento: acima dos 60 meses convencionais (parcelamento ordinário);

16 BENEFÍCIOS ESPECIAIS Utilização de prejuízo fiscal e base de cálculo negativa (25% e 9%, respectivamente) como forma de quitação das multas e juros; Suspensão e/ou extinção dos processos criminais;

17 Estimula a regularização fiscal: CND, tirar do CADIN, suspender execuções fiscais etc.; Não há vedação de débitos de qualquer natureza; Desnecessidade de garantia; BENEFÍCIOS ESPECIAIS Possibilidade de antecipação de parcelas com desconto do pagamento à vista; A regularidade dos tributos correntes não é condição de permanência; Verdadeiro cardápio de opções: modalidades, tipos de débitos, parcelas.

18 OPORTUNIDADE ESPECIAL Os Refis também forçam os contribuintes a repensarem suas situações fiscais: Discussão de débitos (em especial, prescrição, teses consagradas no Judiciário, redução de multas sobre contribuições previdenciárias); Ferramenta para administração de passivo tributário; Planejamento tributário; Blindagem do patrimônio da empresa e dos sócios; Regularização fiscal.

19 ADESÃO E DÉBITOS PRAZO para adesão: até 30/11/2009. Defendemos a tese de que o artigo 65, 18 da Lei nº /2010 reabriu o prazo até dezembro/2010. DUAS ETAPAS: adesão e consolidação (com subfases ). DÉBITOS VENCIDOS ATÉ NOVEMBRO/2008: inscritos ou não em Dívida Ativa, ajuizados ou não, discutidos judicialmente ou não, discutidos administrativamente ou não.

20 CONTRIBUINTES BENEFICIADOS O novo Refis abrange tanto as pessoas JURÍDICAS como também as pessoas FÍSICAS! Outra novidade: as pessoas físicas responsabilizadas pelos débitos de pessoas jurídicas poderão pagar ou parcelar os débitos em nome próprio, na condição de devedores solidários. Principal exemplo: sócios, gerentes e administradores. Qualquer pessoas jurídica pode aderir ao Refis IV, inclusive ME/EPP optante pelo Simples Nacional, desde que o débito parcelado ou pago (à vista) não decorra do Simples Nacional.

21 A QUESTÃO CRIMINAL O parcelamento suspende a pretensão punitiva, enquanto estiver sendo cumprido. O pagamento do débito (ou término do parcelamento) extingue a punibilidade. No caso do Refis da Crise : independe da fase processual: inquérito, antes ou depois da denúncia criminal. Com o advento da Lei nº /2011 (vigência a partir de 1º/03/2011): parcelamento comum somente suspenderá a pretensão punitiva se for anterior ao RECEBIMENTO da denúncia.

22 A QUESTÃO CRIMINAL Entendimento pacificado do STF (Súmula Vinculante nº 24): a tipificação penal do crime contra a ordem tributária pressupõe o término do processo administrativo tributário (art. 83 da Lei nº 9.430/96).

23 DÉBITOS ABRANGIDOS Tipos de débitos compreendidos nos benefícios da Lei nº /2009: Débitos administrados pela Receita Federal do Brasil: previdenciários (INSS) e não previdenciários. Débitos administrados pela Procuradoria da Fazenda Nacional: previdenciários e não previdenciários. Débitos decorrentes da utilização (indevida) do crédito do IPI, relativamente às operações de entrada não tributadas pelo imposto (NT, isenção ou alíquota zero). Débitos virgens ou que tenham sido objeto de parcelamento(s) anterior(es): Refis, Paes, Paex, parcelamento ordinário.

24 SALDO REMANESCENTE DE PARCELAMENTOS ANTERIORES Poderão ser incluídos no Refis os débitos anteriormente parcelados, ainda que excluídos. Perda dos benefícios concedidos pelas legislações anteriores. Nova imputação do pagamento das parcelas: restabelecimento dos valores originais mais SELIC (1); Os pagamentos feitos também serão corrigidos pela SELIC (2); O saldo remanescente será o resultado do valor restabelecido menos os pagamentos (1-2).

25 REPARCELAMENTO A Lei nº /2009 nem as normas regulamentares admitem a migração do parcelamento especial para ingresso ao Simples Nacional (art. 79 da LC 123/2006) para o novo Refis! Vedação que pode ser discutida judicialmente, por violar os princípios da igualdade, proporcionalidade e da razoabilidade.

26 REPARCELAMENTO Os débitos que foram objeto de parcelamentos ordinários concedidos a partir de 28/04/2009 consideram-se como virgens (não parcelados anteriormente), ou seja, com direito ao maior benefício. Falta uma regulamentação específica em torno da imputação (alocação) dos pagamentos feitos dentro de um parcelamento.

27 REPARCELAMENTO A ordem do art. 163 do CTN deve ser aplicado na amortização (conferir isso na migração): 1º) débitos próprios; depois débitos decorrentes de responsabilidade (retenções); 2º) contribuição de melhoria, taxa e imposto. Não tem contribuição social previdenciária; 3º) ordem crescente dos prazos de prescrição; 4º) ordem decrescente dos montantes.

28 IDENTIFICAÇÃO DOS DÉBITOS O pedido de parcelamento (e/ou pagamento à vista) deverá identificar os débitos separadamente por órgão e por tipo de débito, consistindo em modalidades distintas de parcelamentos: Débito previdenciário cobrado pela PGFN; Débito não previdenciário cobrado pela PGFN; Débito previdenciário cobrado pela RFB; Débito não previdenciário cobrado pela RFB; Débito da utilização indevida do IPI cobrado na PGFN; Débito da utilização indevida do IPI cobrado na RFB; Débitos virgens e débitos reparcelados.

29 Simples Nacional Muito embora a Lei nº /2009 não afaste tal possibilidade, a Portaria Conjunta da PGFN/RFB nº 6/2009 afastou o benefício para os débitos do Supersimples. Através de notícia em seu site, a Receita Federal também afastou a migração dos parcelamentos para ingresso no Simples Nacional.

30 Simples Nacional A vedação não alcança os débitos do Simples Federal (anterior à julho/2007). Logo, poderão ser parcelados, ainda que o contribuinte seja, hoje, ME/EPP optante pelo Simples Nacional (desde que o débito não seja do Supersimples). Há decisões judiciais derrubando o impedimento, permitindo a inclusão de débitos do Simples Nacional no Refis 4.

31 ESCOLHA DOS DÉBITOS O contribuinte não é obrigado a parcelar TODOS os seus débitos. A escolha compete ao contribuinte, que poderá, inclusive, desmembrar auto de infração, inserindo apenas a parte incontroversa do débito. Isso também poderá ser feito com relação aos débitos judicialmente questionados. Sempre mediante desistência parcial do recurso administrativo ou processo judicial.

32 ESCOLHA DOS DÉBITOS A indicação se dará no momento da CONSOLIDAÇÃO do Refis 4 (2ª etapa): maio, junho ou julho, dependendo do débito ou contribuinte. A Portaria Conjunta 2/2011 não prevê o desmembramento de auto de infração, processo administrativo ou CDA. Mas também não veda!

33 BENEFÍCIOS Para pagamento à vista: a. Redução de multas de mora e de ofício de 100%; b. Redução de multas isoladas de 40%; c. Redução de juros de mora de 45%; d. Redução de encargos legais de 100%; Mesmos descontos em caso de antecipação de parcelas (mínimo de doze parcelas).

34 BENEFÍCIOS No caso de opção pelo parcelamento, dependendo da modalidade: a. Pagamento em até 180 parcelas mensais; b. Redução de multas de mora e de ofício de até 100%; c. Redução de multas isoladas de até 40%; d. Redução de juros de mora de até 40%; e. Redução de encargos legais de 100% (sempre). Critérios: 1) número de parcelas (30, 60, 120 ou 180 meses); 2) débito virgem ou reparcelado.

35 Prestações mínimas (por parcelamento): Pessoa física: R$ 50,00; PRESTAÇÕES Pessoa jurídica: R$ 100,00 (ainda que a pessoa física assuma o débito); Parcelamento especial do IPI: R$ 2.000,00. Apuração: [valor débito consolidado menos prestações pagas] dividido pelo [número de prestações restantes] Juros mensais: SELIC. Atualização das parcelas: a partir do mês seguinte ao da consolidação??

36 PRESTAÇÕES MÍNIMAS Alguns débitos reparcelados terão um valor mínimo diferente (maior) dos R$ 50,00 / R$ 100,00. 1) Débitos objeto dos parcelamentos que estavam ATIVOS em novembro/2008 e sejam: a) Provenientes do Refis = 85% da média das prestações devidas entre os meses de 12/2007 e 11/2008; b) Provenientes dos demais parcelamentos = 85% do valor da prestação devida em 11/ ) Débitos provenientes do Refis cuja exclusão tenha ocorrido entre 12/2007 e 11/2008 = 85% da média das prestações devidas nesse período.

37 RESCISÃO Não há exigência de regularização dos tributos correntes (vincendos). Exige-se apenas a regularidade no pagamento das parcelas do Refis. A inadimplência (logo, a rescisão) deve se basear em CADA MODALIDADE DE PARCELAMENTO, individualmente considerada. Rescisão cancelamento do parcelamento.

38 RESCISÃO Art. 21 da Portaria nº 6/2009 (reproduz art. 1º, 9º e 10, Lei /09): Implicará rescisão do parcelamento a falta de pagamento: I - de 3 (três) parcelas, consecutivas ou não, desde que vencidas em prazo superior a 30 (trinta) dias; ou II de, pelo menos, 1 (uma) prestação, estando pagas todas as demais. A prestação paga com até 30 (trinta) dias de atraso não configura inadimplência.

39 RESCISÃO Demais prestações = prestações posteriores. Força o pagamento sempre da parcela em aberto mais antiga. Comunicado de exclusão: por meio eletrônico, com prova de recebimento. Não será por Diário Oficial!! Ver art. 12, 7º a 10 da Portaria nº 6/2009.

40 RESCISÃO Caberá recurso contra a exclusão, no prazo de 10 dias, com efeito suspensivo. Autoridades julgadoras: Delegado da RFB; Procurador-Regional ou Seccional da PGFN local. Julgamento em uma única instância administrativa.

41 RESCISÃO ATENÇÃO: Dentro do prazo de 10 dias para apresentar o recurso administrativo contra a rescisão do parcelamento, o contribuinte poderá optar pela LIQUIDAÇÃO INTEGRAL do débito consolidado, com os benefícios da Lei nº /2009. Trata-se de uma alternativa para o contribuinte SALVAR o seu REFIS! Art. 22, 1º, Portaria 6/2009.

42 PORTARIA CONJUNTA Nº 2/2011 Trata dos procedimentos finais para a consolidação dos parcelamentos, a serem adotados pelos contribuintes que tiveram suas adesões deferidas. Estima-se que cerca de 350 mil contribuintes deverão tomar as providências desta Portaria, sob pena de cancelamento do parcelamento (art. 15, 3º, Portaria Conjunta nº 6/2009). Por isso, a justificativa fazendária de abrir vários prazos por tipo de contribuinte.

43 O art. 1º prevê: PRAZOS um prazo COMUM PARA TODOS (inciso I), de 1º a 31 de março de 2011, para consulta débitos parceláveis em cada modalidade. Importante: checar os débitos parceláveis que constam no sistema e as modalidades selecionadas. Também vale conferir a regularidade das antecipações. Atenção para as empresas com situação inativa: Portaria Conjunta PGFN/RFB nº 15/2010.

44 PRAZOS Prazos para contribuinte apresentar informações relativas à consolidação dos débitos: abril a julho. Prazo de 4 a 15 de abril de 2011 apenas para quem pagou à vista COM UTILIZAÇÃO de prejuízo fiscal ou base negativa de CSLL. Este prazo NÃO vale para quem optou pelo parcelamento com utilização de prejuízo fiscal (inciso II); Prazo de 2 a 25 de maio de 2011 para TODAS AS PESSOAS FÍSICAS e para as modalidades de parcelamento do IPI decorrente do aproveitamento indevido de créditos (inciso III).

45 PRAZOS Prazo de 7 a 30 de junho de 2011 para (inciso IV): A) pessoa jurídica submetida ao acompanhamento especial e diferenciado no ano de 2011, conforme Portaria RFB nº 2.357, de 14/12/2010, ou seja: A.a) auferiu receita bruta no ano-calendário de 2009 acima de R$ 90 milhões; ou A.b) declarou em DCTF, relativamente ao ano de 2009, débitos acima de R$ 9 milhões; ou A.c) massa salarial informada em GFIP, referente ao ano de 2009, acima de R$ 15 milhões; ou A.d) declarou em GFIP, relativamente ao ano de 2009, débitos acima de R$ 5 milhões.

46 O art. 1º, IV, ainda prevê: PRAZOS Prazo de 7 a 30 de junho de 2011 para (inciso IV): B) pessoa jurídica que optou pelo lucro presumido em 2009, cuja DIPJ/2010 tenha sido apresentada até 30/09/2010. E se a DIPJ/2010 foi entregue após esta data ou nem foi entregue ainda? Entendemos que, nestes casos, o contribuinte sai deste prazo de junho, entrando na vala comum do inciso V (julho).

47 PRAZOS O inciso V do art. 1º prevê prazo de 6 a 29 de julho para demais pessoas jurídicas, ou seja, para quem não foi referido nos incisos II a IV. Exceção prevista para os contribuintes com matriz na região serrana do Rio de Janeiro: comparecer na PGFN/RFB entre 1º a 12 de agosto de Situação específica prevista no 6º do art. 1º: deverá ser levada em conta a situação da SUCESSORA, na hipótese de incorporação, fusão ou cisão total de contribuinte que tinha aderido ao Refis da Crise (arts. 1º e 2º da Portaria 15/2010).

48 FORMA O art. 1º, 2º, da Portaria 2/2011 determina que todos os procedimentos deverão ser realizados exclusivamente nos sites da RFB ou PGFN, até às 21 horas do dia de término de cada prazo. Logo, declarações eletrônicas!

49 RETIFICAÇÃO Prazo para a retificação de modalidades: 1º a 31 de março de Modalidades = tipos de parcelamentos, com base nos seguintes critérios: RFB ou PGFN; previdenciário ou demais débitos ; débitos virgens ou reparcelados; débitos de IPI decorrentes de aproveitamento indevido de créditos.

50 RETIFICAÇÃO O próprio sistema já dividiu automaticamente os débitos parceláveis de acordo com as modalidades, ou seja, o contribuinte pode consultar as modalidades possíveis desde 1º/03 até 31/03/2011. A Portaria nº 15/2010 já permitia a, retificação de modalidades mas de forma implícita e discreta, sem regulamentação específica. Isso somente foi feita com a Portaria nº 2/2011.

51 RETIFICAÇÃO Formas de RETIFICAÇÃO (art. 3º, 1º, Portaria 2/2011): I ALTERAÇÃO: cancela uma modalidade, coloca uma nova. II INCLUSÃO: insere uma nova modalidade, mantendo-se intactas as modalidades até então escolhidas. Condições para a validade da alteração ( 2º): inexistência de débitos na modalidade a ser cancelada; modalidade cancelada aguardando consolidação; e existência de débitos a serem parcelados na modalidade a ser incluída.

52 RETIFICAÇÃO A inclusão de (nova) modalidade retroagirá a 30/11/2009, e fica condicionado ao pagamento das antecipações devidas. Neste caso, deverá ser observado o seguinte (art. 3º, 6º): pagamento de todas as antecipações desde novembro/2009 até o mês anterior ao da conclusão da consolidação, inclusive complementação da parcela mínima, se for o caso; apuração da parcela mínima de conformidade com os arts. 3º e 9º da Portaria 6/2009. Em caso de incorporação, fusão ou cisão total: retificação poderá ser feita pela empresa sucessora.

53 INFORMAÇÕES PRÉVIAS O art. 4º da Portaria 2/2011 trata da prestação de informações específicas para quem pretende utilizar prejuízo fiscal e base negativa da CSLL para amortizar multas e juros, bem como para quem vai incluir débitos não previdenciários ainda não constituídos, em relação aos quais o sujeito passivo esteja desobrigado da entrega de declarações (art. 2º, III, IN RFB nº 1.049/2010). Arts. 5º a 8º versam sobre a indicação dos montantes disponíveis de prejuízo fiscal e de base negativa da CSLL.

54 INFORMAÇÕES PRÉVIAS Prazo: depende da modalidade e do contribuinte de maio a julho de Para quem optou pelo pagamento à vista com prejuízo fiscal abril/2011.

55 INDICAÇÃO DOS MONTANTES DE PREJUÍZOS FISCAIS Além dos arts. 5º a 8º da Portaria 2/2011, os arts. 27 e 28 da Portaria 6/2009 também versam sobre a utilização desses créditos fiscais. Tais créditos somente podem ser usados para abater multas e juros. Devem ser créditos PRÓPRIOS. Alíquotas dos créditos: 25% sobre o prejuízo fiscal; e 9% sobre a base negativa da CSLL.

56 INDICAÇÃO DOS MONTANTES DE PREJUÍZOS FISCAIS Período a ser considerado: período de apuração encerrados até 27/05/2009. Portanto, o contribuinte deverá apurar o prejuízo fiscal (base de cálculo negativa) em 31/03/2009 (1º trimestre/2009), caso apure trimestralmente o IRPJ (artigo 220 do RIR/99); se a empresa apurar anualmente o IRPJ (artigo 221 do RIR/99), o valor corresponderá ao prejuízo fiscal (ou base negativa) em 31/12/2008, consoante artigos 15 e 16 da Lei nº 9.065/1995 e artigos 220 e 221 do RIR/99.

57 INDICAÇÃO DOS MONTANTES DE PREJUÍZOS FISCAIS Contribuinte deverá indicar, separadamente, a totalidade dos montantes disponíveis de prejuízo fiscal que pretende utilizar. Art. 5º da Portaria 2/2011: os montantes deverão corresponder aos saldos disponíveis para utilização, após deduzidos os montantes já utilizados em compensação, ocorridos ao longo dos períodos anteriores à data da prestação das informações de que trata esta Portaria. Contribuinte deverá indicar os montantes a serem utilizados EM CADA MODALIDADE do parcelamento (art. 9º, IV).

58 INDICAÇÃO DOS MONTANTES DE PREJUÍZOS FISCAIS Se os valores não forem totalmente deferidos pela RFB, será feita a imputação dos descontos de acordo com o art. 6º da Portaria 2/2011. Art. 7º da Portaria 2/2011: os montantes não poderão ser alterados após a conclusão da consolidação.

59 INDICAÇÃO DOS MONTANTES DE PREJUÍZOS FISCAIS Exceções permitidas para alterar o montante: I aumento do montante: se tiver havido hipótese de retificação de modalidade, na espécie INCLUSÃO e, ainda, exista montante indicado disponível para utilização e não solicitado em outra modalidade. II redução do montante: até o valor correspondente ao somatório dos montantes solicitados pelo sujeito passivo. Deverá ser dada a baixa na escrituração fiscal dos montantes utilizados nas modalidades consolidados (art. 8º da Portaria 2/2011).

60 INDICAÇÃO DOS MONTANTES DE PREJUÍZOS FISCAIS E se houver indeferimento por parte da RFB, sobre os montantes solicitados? Caberá requerimento de revisão ou manifestação de inconformidade endereçada ao Delegado da RFB (art. 20, parágrafo único, Portaria 6/2009; arts. 16 e 17 da Portaria 2/2011). Prazo: até último dia útil do mês subsequente à ciência da decisão (ciência pelo portal art. 12, 7º a 10 da Portaria 6/2009).

61 INDICAÇÃO DOS MONTANTES DE PREJUÍZOS FISCAIS Defesa terá efeito suspensivo. Em caso de parcelamento, o sujeito passivo continuará pagando as prestações devidas de acordo com o valor apurado por ele, desconsiderando os efeitos da revisão fiscal (art. 16, 4º, Portaria 2/2011). Decisão em uma única instância, notificada por meio eletrônico. Para reverter essa decisão, somente por meio de ação judicial. Contribuinte terá até o mês subsequente para pagar a diferença, sob pena de rescisão do parcelamento (modalidade envolvida).

62 Deverão ser indicados (art. 9º): INFORMAÇÕES I os débitos a serem parcelados ou aqueles que foram pagos à vista; II faixa de prestações (até 30, 60, 120 ou 180), com relação às modalidades de parcelamento de débitos virgens ; III montantes de prejuízo fiscal a serem utilizados por modalidade ; IV pagamentos feitos à época da adesão pela MP 449/2008; V número de prestações pretendido, quando for o caso.

63 INDICAÇÃO DOS DÉBITOS A indicação é exigida, mesmo para quem aderiu pela inclusão total de débitos parceláveis ( sim ). Quem indicou os débitos nos formulários (inclusão parcial não ) também deverá indicar os débitos. Aliás, quem optou, em 2010, pela inclusão parcial, poderá revisar os débitos, ou melhor, indicar novos. Poderá ser excluído débito incluído em 2010? Entendemos que não, por conta do art. 1º, 4º, da Portaria 11/2010.

64 CONCLUSÃO DA CONSOLIDAÇÃO Art. 10 da Portaria 2: a conclusão da consolidação de modalidade somente será efetivada se o sujeito passivo tiver efetuado, em até 3 (três) dias úteis antes do término do prazo para prestar informações (art. 1º), o pagamento das antecipações (parcelas da data da adesão até a do mês anterior). Para quem retificar modalidade, será exigido o pagamento de todas as antecipações desde o mês de adesão até o mês anterior ao da consolidação, inclusive com as complementações do valor da prestação mínina, quando for o caso.

65 DÉBITOS COM EXIGIBILIDADE SUSPENSA Contribuinte deve desistir do processo administrativo ou de ação judicial em que haja a suspensão da exigibilidade (com liminar, tutela antecipada, depósito etc.). Art. 13 da Portaria 2/2011. Prazo: prorrogou para até o último dia útil do mês subsequente à ciência do deferimento da respectiva modalidade de parcelamento ou da conclusão da consolidação.

66 DÉBITOS COM EXIGIBILIDADE SUSPENSA No momento da prestação de informações, o contribuinte deverá selecionar débito com exigibilidade suspensa. Em caso de processo administrativo, a desistência poderá ser dispensada pela autoridade administrativa.

67 FIM DA APRESENTAÇÃO Muito obrigado pela sua atenção! OMAR AUGUSTO LEITE MELO Visite nossos sites: :: - (014) Veja no nosso site: Manual do Refis, videos, artigos, notícias, palestras, tudo sobre o Refis!

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