REFIS OPORTUNIDADE PARA AS EMPRESAS

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1 REFIS OPORTUNIDADE PARA AS EMPRESAS

2 PROGRAMA DE PARCELAMENTO INCENTIVADO DE DÉBITOS FISCAIS Abrangência do Programa APRESENTAÇÃO Prezados (as) Industriais Desenvolvemos uma cartilha contendo uma síntese das principais conquistas consolidadas no Programa de Parcelamento Incentivado de Débitos Fiscais publicado no Diário Oficial do Estado do Espírito Santo em 30 de dezembro de 2013, na Lei nº /2013. A cartilha traz ainda os prazos previstos na lei e uma cópia do termo de adesão ao Programa de Recuperação Fiscal (Refis/ES), permitindo que as empresas interessadas tenham um breve painel das vantagens e das exigências básicas para a adesão. O objetivo deste material é subsidiar os empresários que necessitam repactuar seus débitos fiscais junto ao Estado. O Refis/ES foi uma das conquistas da Federação das Indústrias do Espírito Santo - Findes, com o apoio de outras federações, junto ao governador Renato Casagrande, concretizada por meio da Secretaria de Estado da Fazenda, que prontamente atendeu à nossa reivindicação. Vale ressaltar que o Governo do Estado do Espírito Santo tem sido grande parceiro da nossa gestão. Desejo a todos uma boa leitura. Marcos Guerra Presidente da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo - Regularização de débitos fiscais relacionados com o ICM e o ICMS, suas multas e demais acréscimos legais. - Fatos geradores ocorridos até 30/06/ Débitos constituídos ou não. - Débitos denunciados ou informados espontaneamente pelo contribuinte. - Débitos inscritos ou não em dívida ativa, ainda que ajuizados. Formalização - O ingresso no Programa implicará o reconhecimento dos débitos tributários nele incluídos. - O ingresso no Programa impõe ao sujeito passivo a autorização de débito automático das parcelas em conta-corrente mantida no Banco do Estado do Espírito Santo Banestes. Pagamento - Em parcela única, com redução de 90%(noventa por cento) das multas punitivas e moratórias e de 80%(oitenta por cento) dos juros incidentes. - Em até 60 (sessenta) parcelas mensais e sucessivas, com redução de 65%(sessenta e cinco por cento) das multas punitivas e moratórias e de 60%(sessenta por cento) dos juros incidentes; ou - Em até 120 (cento e vinte) parcelas mensais e sucessivas, com redução de 50% (cinquenta por cento) das multas punitivas e moratórias e de 50% (cinquenta por cento) dos juros incidentes. Na data do pedido de ingresso no Programa, será consolidado o débito de forma individualizada, com todos os acréscimos legais vencidos previstos na legislação de regência do imposto, na data dos respectivos fatos geradores da obrigação tributária. Parcelamento de débitos - A parcela mensal não será inferior a duzentos Valores de Referência do Tesouro Estadual VRTEs, ressalvada a hipótese de débito fiscal consolidado cujo montante seja igual ou inferior a dois mil VRTEs, caso em que será admitida parcela com valor mínimo de cinquenta VRTEs. - Não haverá restituição ou compensação de importâncias já recolhidas - O parcelamento de débitos aplica-se também aos saldos remanescentes de parcelamentos em curso, desde que estes não tenham sido beneficiados por quaisquer programas de parcelamento incentivado, observando-se que os cálculos relativos à fruição do benefício serão efetuados automaticamente, independentemente de pedido do contribuinte.

3 - O número das parcelas acordadas no contrato de parcelamento original não poderá ser alterado. - O parcelamento poderá ser deferido independentemente da existência de outros parcelamentos celebrados anteriormente. Solicitação de parcelamento - No endereço na Agência Virtual da Receita Estadual, para os contribuintes signatários de Termo de Adesão. - Na Agência da Receita Estadual a que estiver circunscrito o contribuinte, caso este não seja signatário de Termo de Adesão à Agência Virtual da Receita Estadual. - Na Procuradoria-Geral do Estado, quando se tratar de processo em que tenha sido proposta a competente ação para cobrança judicial. Prazo para Adesão A formalização deverá ocorrer no período compreendido entre os dias 03 de fevereiro e 31 de março de 2014, sendo homologado no momento do pagamento da parcela única ou da primeira parcela. Contrato de Parcelamento Para cada débito consolidado será celebrado um contrato de parcelamento. O contrato considerado descumprido será automaticamente rescindido, independentemente de qualquer ato da autoridade fazendária, quando ocorrer: - falta de pagamento integral de qualquer uma das parcelas, por prazo superior a sessenta dias; - inadimplemento do imposto declarado e inscrito em dívida ativa, relativamente a fatos geradores ocorridos após a data da homologação do ingresso no Programa; - falta de entrega do Documento de Informações Econômico-Fiscais DIEF; e - inobservância de quaisquer exigências estabelecidas na lei. Outras condições - Desistência de eventuais ações ou embargos à execução fiscal, com renúncia ao direito sobre o qual se fundam os autos judiciais respectivos. - Desistência de eventuais impugnações, defesas e recursos apresentados no âmbito administrativo. - O benefício da lei será condicionado a que o contribuinte efetue o pagamento das custas judiciais em relação às ações de cobrança já ajuizadas. - Os honorários advocatícios decorrentes das ações judiciais relativas aos débitos alcançados pelo benefício serão cobrados no percentual mínimo de 5% (cinco por cento) e máximo de 10% (dez por cento) SOBRE QUAL VALOR?, conforme Resolução do Conselho da Procuradoria-Geral do Estado - Na hipótese de apresentação de DIEF retificadora, a retificação deverá ser efetuada previamente ao parcelamento, até 28 de março de 2014 Fonte: Lei nº / e Decreto nº R de LEI Nº /13 Dispõe sobre parcelamento de débitos fiscais, nas condições que especifica. O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO Faço saber que a Assembléia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º Fica instituído o Programa de Parcelamento Incentivado de Débitos Fiscais destinado a promover a regularização de débitos fiscais relacionados com o ICM e o ICMS e suas multas e demais acréscimos legais, decorrentes de fatos geradores ocorridos até 30 de junho de 2013, constituídos ou não, inscritos ou não em dívida ativa, ainda que ajuizados. 1º O débito será consolidado, de forma individualizada, na data do pedido de ingresso no Programa, com todos os acréscimos legais vencidos previstos na legislação de regência do imposto, na data dos respectivos fatos geradores da obrigação tributária. 2º Poderão ser incluídos na consolidação os valores espontaneamente denunciados ou informados pelo contribuinte, decorrentes de infrações relacionadas a fatos geradores do ICMS ocorridos até 30 de junho de Art. 2º Atendidas as condições previstas no art. 1.º, o débito consolidado poderá ser pago: I - em parcela única, com redução de noventa por cento das multas punitivas e moratórias e de oitenta por cento dos juros incidentes; II - em até sessenta parcelas mensais e sucessivas, com redução de sessenta e cinco por cento das multas punitivas e moratórias e de sessenta por cento dos juros incidentes; ou III - em até cento e vinte parcelas mensais e sucessivas, com redução de cinquenta por cento das multas punitivas e moratórias e de cinquenta por cento dos juros incidentes. 1º Para cada débito consolidado será celebrado um contrato de parcelamento. 2º No pagamento de parcela em atraso serão aplicados os acréscimos legais previstos na Lei n.º 7.000, de 27 de dezembro de 2001 e no Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação do Estado do Espírito Santo RICMS/ES, aprovado pelo Decreto n.º R, de 25 de outubro de º O ingresso no programa impõe ao sujeito passivo a autorização de débito automático das parcelas em conta corrente mantida no Banco do Estado do Espírito Santo Banestes.

4 4º Os benefícios concedidos na forma desta Lei não alcançam a atualização monetária, que deverá ser calculada com base na variação do Valor de Referência do Tesouro Estadual - VRTE, do Estado do Espírito Santo. Art. 3º A formalização de ingresso no Programa de que trata esta Lei implica reconhecimento dos débitos tributários nele incluídos, desistência de eventuais ações ou embargos à execução fiscal, com renúncia ao direito sobre o qual se fundam, nos autos judiciais respectivos, bem como desistência de eventuais impugnações, defesas e recursos apresentados no âmbito administrativo. 1º O ingresso no programa de parcelamento dar-se-á por opção do contribuinte, a ser formalizada no período compreendido entre os dias 3 de fevereiro e 31 de março de 2014 e será homologado no momento do pagamento da parcela única ou da primeira parcela; 2º O parcelamento de débitos com os benefícios previstos nesta Lei: I - não admitirá parcela mensal inferior a duzentos Valores de Referência do Tesouro Estadual VRTEs, ressalvada a hipótese de débito fiscal consolidado cujo montante seja igual ou inferior a dois mil VRTEs, caso em que será admitida parcela com valor mínimo de cinquenta VRTEs; II - não autoriza a restituição ou compensação das importâncias já recolhidas; III - aplica-se também aos saldos remanescentes de parcelamentos em curso, desde que estes não tenham sido beneficiados por quaisquer programas de parcelamento incentivado, observado o seguinte: a) os cálculos relativos à fruição do benefício serão efetuados automaticamente, independente de pedido do contribuinte; b) o limite mínimo de cada parcela poderá ser inferior ao previsto no inciso I; c) não será admitida a alteração do número de parcelas acordadas no contrato do parcelamento original; e d) no caso deste inciso não serão aplicadas as disposições contidas no art. 4.º, II e III; IV - será concedido, no que couber, de acordo com as regras contidas no RICMS/ ES; V - poderá ser deferido, independentemente da existência de outros parcelamentos anteriormente celebrados; VI - fica condicionado a que o contribuinte efetue o pagamento das custas judiciais em relação às ações de cobrança já ajuizadas; VII - não se aplica: a) a contribuinte que possua parcelamento em curso e que não esteja rigorosamente em dia com o pagamento das parcelas acordadas; e b) a débito fiscal cujo parcelamento esteja expressamente vedado pelo RICMS/ES; 3º O pedido de parcelamento será efetuado: I - por meio da internet, no endereço na Agência Virtual da Receita Estadual, para os contribuintes signatários de Termo de Adesão; II - na Agência da Receita Estadual a que estiver circunscrito o contribuinte, caso este não sejasignatário de Termo de Adesão à Agência Virtual da Receita Estadual; ou III - na Procuradoria Geral do Estado, quando se tratar de processo em que tenha sido proposta a competente ação para cobrança judicial. 4º Na hipótese de apresentação de DIEF retificadora, a retificação deverá ser efetuada previamente ao parcelamento, até 28 de março de º Os honorários advocatícios decorrentes das ações judiciais relativas aos débitos alcançados pelo benefício previsto no art. 2.º serão estipulados no percentual mínimo de 5% (cinco por cento) e máximo de10% (dez por cento), conforme Resolução do Conselho da Procuradoria Geral do Estado. 6º Vetado Art. 4º O contrato celebrado em decorrência do parcelamento previsto nesta Lei será considerado descumprido e automaticamente rescindido, independentemente de qualquer ato da autoridade fazendária,quando ocorrer: I - falta de pagamento integral de qualquer uma das parcelas, por prazo superior a sessenta dias; II - inadimplemento do imposto declarado e inscrito em dívida ativa, relativamente a fatos geradores ocorridos após a data da homologação do ingresso no Programa; III - falta de entrega do Documento de Informações Econômico-Fiscais DIEF; e IV - a inobservância de quaisquer das exigências estabelecidas nesta Lei. Parágrafo único. Ocorrida a rescisão nos termos previstos no caput, deverão ser restabelecidos, em relação ao saldo devedor, os valores originários das multas e dos juros dispensados, prosseguindo-se a cobrança do débito remanescente. Art. 5º Para fins de pagamento dos débitos fiscais apurados na forma desta Lei, a atualização monetária deverá ser calculada com base na variação do Valor de Referência do Tesouro Estadual - VRTE, do Estado do Espírito Santo, e os juros de mora serão equivalentes a 1% (um por cento) por mês ou fração. Art. 6º Ato do Poder Executivo disporá sobre as normas complementares necessárias à implementação das disposições contidas nesta Lei. Art. 7º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Palácio Anchieta, em Vitória, 27 de dezembro de JOSÉ RENATO CASAGRANDE Governador do Estado DOE:

5 DECRETO N.º R, DE 15 DE JANEIRO DE Introduz alteração no RICMS/ES, aprovado pelo Decreto n.º R, de 25 de outubro de O GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, no uso das atribuições que lhe confere o art. 91, III, da Constituição Estadual; DECRETA: Art. 1.º O Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação do Estado do Espírito Santo RICMS/ES, aprovado pelo Decreto n.º R, de 25 de outubro de 2002, fica acrescido dos arts a 1.177, com a seguinte redação: Art Os débitos fiscais relacionados com o imposto, decorrentes de fatos geradores ocorridos até 30 de junho de 2013, constituídos ou não, inclusive os espontaneamente denunciados pelo contribuinte, inscritos ou não em dívida ativa, ainda que ajuizados, poderão ser pagos em moeda corrente, de acordo com o Programa instituído pela Lei n.º , de 27 de dezembro de 2013 e pelo Convênio ICMS 157/13, observadas as condições que seguem: 1.º O débito será consolidado, de forma individualizada, na data do pedido de ingresso no Programa, com todos os acréscimos legais vencidos previstos na legislação de regência do imposto, na data dos respectivos fatos geradores da obrigação tributária. 2.º Poderão ser incluídos na consolidação os valores espontaneamente denunciados ou informados pelo contribuinte, decorrentes de infrações relacionadas a fatos geradores ocorridos até 30 de junho de Art Atendidas as condições previstas no art , o débito consolidado poderá ser pago: I - em parcela única, com redução de noventa por cento das multas punitivas e moratórias e de oitenta por cento dos juros incidentes; II - em até sessenta parcelas mensais e sucessivas, com redução de sessenta e cinco por cento das multas punitivas e moratórias e de sessenta por cento dos juros incidentes; ou III - em até cento e vinte parcelas mensais e sucessivas, com redução de cinquenta por cento das multas punitivas e moratórias e de cinquenta por cento dos juros incidentes. 1.º Para cada débito consolidado será celebrado um contrato de parcelamento. 2.º No pagamento de parcela em atraso serão aplicados os acréscimos legais previstos na Lei n.º 7.000, de 2001 e neste Regulamento. 3.º O ingresso no programa impõe ao sujeito passivo a autorização de débito automático das parcelas em conta corrente mantida no Banco do Estado do Espírito Santo Banestes. 4.º Os benefícios previstos no art não alcançam a atualização monetária, que deverá ser calculada com base na variação do VRTE, devendo os juros de mora ser equivalentes a um por cento por mês ou fração. 5.º Na hipótese de existência de denúncia espontânea já formalizada, auto de infração ou notificação de débito que contenha, também, período de apuração não alcançado pelo benefício, será observado que: I - para pagamento em parcela única: a) do montante integral do débito fiscal, deverá ser emitido DUA eletrônico, até 31 de março de 2014, observando-se que somente a parte relativa aos fatos geradores abrangidos pelo benefício terá direito às reduções previstas no caput; ou b) da parte do débito fiscal relativa aos fatos geradores abrangidos pelo benefício: 1. o contribuinte deverá protocolizar requerimento até 15 de março de 2014; 2. o processo será enviado à GEARC, que disponibilizará ao contribuinte a emissão do DUA eletrônico correspondente; e 3. em relação ao débito remanescente, o processo seguirá o seu curso normal. II - para pagamento parcelado, admitido somente o parcelamento do montante integral do débito fiscal, observado que: a) os fatos geradores sujeitos ao benefício serão parcelados nas condições previstas no caput: e b) os fatos geradores não sujeitos ao benefício serão parcelados de acordo com as disposições deste Regulamento. Art A formalização de ingresso no Programa de que trata o art implica reconhecimento dos débitos tributários nele incluídos, desistência de eventuais ações ou embargos à execução fiscal, com renúncia ao direito sobre o qual se fundam, nos autos judiciais respectivos, bem como desistência de eventuais impugnações, defesas e recursos apresentados no âmbito administrativo. 1.º O ingresso no programa de parcelamento dar-se-á por opção do contribuinte, a ser formalizada no período compreendido entre os dias 3 de fevereiro e 31 de março de 2014 e será homologado no momento do pagamento da parcela única ou da primeira parcela. 2.º O parcelamento de débitos com os benefícios de que trata o art I - não admitirá parcela mensal inferior a duzentos VRTEs, ressalvada a hipótese de débito fiscal consolidado cujo montante seja igual ou inferior a dois mil VRTEs, caso em que será admitida parcela com valor mínimo de cinquenta VRTEs; II - não autoriza a restituição ou compensação das importâncias já recolhidas; III - aplica-se também aos saldos remanescentes de parcelamentos em curso, desde que estes não tenham sido beneficiados por quaisquer programas de parcelamento incentivado, observado o seguinte:

6 a) os cálculos relativos à fruição do benefício serão efetuados automaticamente, independente de pedido do contribuinte; b) o limite mínimo de cada parcela poderá ser inferior ao previsto no inciso I; c) não será admitida a alteração do número de parcelas acordadas no contrato do parcelamento original; e d) no caso deste inciso não serão aplicadas as disposições contidas no art , II e III; IV - será concedido de acordo com as regras contidas neste Regulamento, no que couber; V - poderá ser deferido, independentemente da existência de outros parcelamentos anteriormente celebrados; VI - fica condicionado a que o contribuinte efetue o pagamento das custas judiciais em relação às ações de cobrança já ajuizadas; VII - não se aplica: a) a contribuinte que possua parcelamento em curso e que não esteja rigorosamente em dia com o pagamento das parcelas acordadas; e b) a débito fiscal cujo parcelamento esteja expressamente vedado neste Regulamento. 3.º O pedido de parcelamento será efetuado: I - por meio da internet, no endereço na Agência Virtual da Receita Estadual, para os contribuintes signatários de Termo de Adesão; II - na Agência da Receita Estadual a que estiver circunscrito o contribuinte, caso este não seja signatário de Termo de Adesão à Agência Virtual da Receita Estadual; ou III - na Procuradoria Geral do Estado, quando se tratar de processo em que tenha sido proposta a competente ação para cobrança judicial. 4.º Na hipótese de apresentação de DIEF retificadora, a retificação deverá ser efetuada previamente ao parcelamento, até 28 de março de º Os honorários advocatícios decorrentes das ações judiciais relativas aos débitos alcançados pelo benefício previsto no art serão equivalentes ao percentual mínimo de cinco por cento e máximo de dez por cento, conforme Resolução do Conselho da Procuradoria Geral do Estado. Parágrafo único. Ocorrida a rescisão nos termos previstos no caput, deverão ser restabelecidos, em relação ao saldo devedor, os valores originários das multas e dos juros dispensados, prosseguindo-se a cobrança do débito remanescente. (NR) Art. 2.º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Palácio Anchieta, em Vitória, aos 15 de janeiro de 2014, 193. da Independência, 126. da República e 480. do Início da Colonização do Solo Espiritossantense. JOSÉ RENATO CASAGRANDE DINEIA SILVA BARROSO Secretária de Estado da Fazenda (em exercício) *Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial. Art O contrato celebrado em decorrência do parcelamento previsto no art será considerado descumprido e automaticamente rescindido, independentemente de qualquer ato da autoridade fazendária, quando ocorrer: I - falta de pagamento integral de qualquer uma das parcelas, por prazo superior a sessenta dias; II - inadimplemento do imposto declarado e inscrito em dívida ativa, relativamente a fatos geradores ocorridos após a data da homologação do ingresso no Programa; III - falta de entrega do Documento de Informações Econômico-Fiscais DIEF; e IV - a inobservância de quaisquer das exigências estabelecidas nos arts a

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