SUJEITO EMISSOR: O BOLSA PROSTITUIÇÃO COMO VERDADE NAS REDES SOCIAIS Helton Costa 1 Rafael Kondlatsch 2

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1 ISSN: SUJEITO EMISSOR: O BOLSA PROSTITUIÇÃO COMO VERDADE NAS REDES SOCIAIS Helton Costa 1 Rafael Kondlatsch 2 Resumo: o presente artigo tem como objetivo a análise do boato como verdade viral na Internet, tendo como ponto de análise a falsa informação postada no blog de Joselito Müller e a análise do fato feita por Sérgio Motta Albuquerque no diário digital Observatório da Imprensa, edição 747 em 23 de maio de Para tanto, faz uso de descrições sucintas sobre jornalismo para Internet, redes sociais e ética jornalística dentro do âmbito on-line, na nova configuração que se estabelece com o pensamento de que todo usuário é uma fonte de informação na web, onde a Internet deixa de ser um para um e se mostra um para muitos. Palavras-chave: Boatos; Jornalismo; Redes Sociais; Brasil. Resumen: Este artículo tiene como objetivo analizar el rumor como verdad viral en Internet, con el objeto de análisis de la información falsa publicada en el blog de Joselito Müller y el análisis del hecho realizada por Sérgio Motta Albuquerque en el diario digital Observatório da IMprensa, edición 747 del 23 de mayo de Por lo tanto, se hace uso de descripciones breves sobre periodismo en Internet, la ética periodística y las redes sociales en el ámbito online, la nueva configuración se estableció con la idea de que cada usuario es una fuente de información en la web, donde hace Internet dejar de ser de uno a uno y se pone como de uno para muchos. Palabras-chave: Rumores; Periodismo; Redes Sociales; Brasil. 1 Professor nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda na Universidade Estadual do Centro-Oeste e doutorando em Comunicação e Linguagens na universidade Tuiuti do Paraná. 2 Jornalista e mestre em comunicação pela Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho Unesp.

2 COSTA, Helton. KONDLATSCH, Rafael. 66 INTRODUÇÃO Em maio de 2013, uma informação, no mínimo inusitada, ganhou corpo e começou a circular na Internet via redes sociais. O conteúdo dizia que o Governo Federal começaria a pagar uma bolsa de R$ 2 mil para profissionais do sexo para que elas utilizassem esse dinheiro para uma vida mais digna e para prevenção de doenças. O projeto de lei foi atribuído à senadora Ana Rita, do Partido dos Trabalhadores, e logo ganhou o nome de Bolsa Prostituta. Mais tarde, na tentativa de evitar problemas legais, o autor mudou o nome de Ana para Maria e deixou o post no ar. A partir da primeira publicação a matéria se espalhou tanto à ponto do Governo Federal ter que fazer uma nota desmentindo o fato e ainda prometer colocar a Polícia Federal para achar o culpado pela falsa informação. Este artigo resgata a história a partir da visão jornalística que o fato desperta, com o uso das redes sociais como fonte de informação ao usuário e os questionamentos éticos que são levantados por conta do compartilhamento de uma informação, seja ela verdadeira ou não. Antes, porém, é preciso conceituar de forma resumida jornalismo online, seu uso nas redes sociais e a ética da checagem dos fatos como meio de prevenção à propagação de boatos. JORNALISMO ONLINE Iniciado em 1995 o jornalismo online hoje é um dos meios de informação mais utilizados no Brasil a frente de meios tradicionais como revistas e jornais, que frequentemente têm anunciado fechamento de suas portas e cancelamento de edições impressas. Desde a década de 60, quando a Internet ainda estava em fase de pesquisa até sua popularização, nos anos 90, passando pela criação dos primeiros ciberjornais nos Estados Unidos, até os dias atuais essa área de conhecimento só tem se expandido e ganhado adeptos porque, segundo Quadros (2002, p.7), empresários da comunicação tiveram a ideia de distribuir notícias na Internet aproveitando a sua rapidez de difusão. De lá para cá muita coisa mudou e a Internet deu um grande salto. O site Registro.br, que comercializa os domínios de sites do país, divulga que ultrapassa a marca de 3,1 milhões o número de sites registrados no país até 28 de março de Nesse contexto estão também inseridos os webjornais, tantos os transmediados da versão impressa, quanto àqueles feitos especificamente de atender o público da Internet, o que leva a uma separação cronológica da evolução em andamento na área específica do Jornalismo com veiculação pela Internet. 3 Disponível em acesso em agosto de 2013.

3 SUJEITO EMISSOR: O BOLSA PROSTITUIÇÃO COMO VERDADE NAS REDES SOCIAIS 67 CRONOLOGIA EVOLUTIVA Esse jornalismo online estaria agora entrando em uma quarta fase de evolução. Conforme explica Palacios (2006), a primeira fase teria sido o da reprodução de partes dos grandes jornais impressos na Internet. Na segunda fase o modelo tradicional ainda foi mantido, mas com alguns implementos específicos do jornalismo online, como ferramentas interativas , para comunicação entre jornalista e leitor; fóruns de debates; surgem as seções como últimas notícias (MACHADO, 2003, p.49). Agora estaria terminando a terceira fase que Palacios (2006) define como new journalism online, na qual os sites ultrapassam a ideia de uma versão para a web de um veículo já existente e empresas jornalísticas são criadas não mais em decorrência de uma tradição do jornalismo impresso (TORQUATO, 2005, p.33). Nessa terceira fase citada, há uma sistematização de atributos que são debatidos e organizados como características que definem o ciberjornalismo. São apontadas como características a interatividade, o hipertexto, a localidade, a personalização, a instantaneidade e a apetência pela profundidade através da navegabilidade. (TORQUATO, 2006, p. 45). Machado e Palacios (2003) concentram as seis características citadas em cinco: multimidialidade/convergência, interatividade, hipertextualidade, personalização e memória (MACHADO & PALACIOS, 2003, p. 2). Essas seis características ainda estão dentro da terceira geração do jornalismo, uma fase que teve avanço tecnológico considerável e que pode ser vista com revolucionária dentro do próprio universo que compõe. A caracterização desse estágio pressupõe base tecnológica ampliada, acesso expandido por meio de conexões banda larga, proliferação de plataformas móveis, redação descentralizada e adoção de sistemas que permitam a participação do usuário, produtos criados originalmente para veiculação no ciberespaço, conteúdos dinâmicos formatados em narrativas multimídia, experimentação de novos elementos conceituais para organização da informação, assim como de novos gêneros. (BARBOSA, 2007, p.129). Já a quarta geração, que Canavilhas (2012) chama de Quarto Ecrã, traz como novidade a entrada em cena de outros dispositivos para recebimento de conteúdo jornalístico, que são os chamados dispositivos móveis, podendo significar os aparelhos telefônicos ou os populares tablet s, por exemplo, que são possíveis de navegabilidade através de redes sem fio (wireless) (CANAVILHAS, 2012). Nesse novo patamar, Canavilhas (2012) vê uma mudança também na forma de se direcionar conteúdo, uma vez que o público consumidor de conteúdo estaria ficando mais exigente. A emergência dos chamados terceiro e quarto ecrã (AGUADO, 2008) obrigou os meios de comunicação a efetuar reajustamentos nas suas estratégias de distribuição. A possibilidade de fazer chegar os conteúdos aos computadores e telemóveis dos consumidores abriu novos canais, mas criou igualmente a oportunidade de lançar novos formatos jornalísticos mais apelativos e adaptados a utilizadores cada vez mais exigentes. (CANAVILHAS, 2012, p. 7)

4 COSTA, Helton. KONDLATSCH, Rafael. 68 Apesar desta mudança de cenário, desde 1995 até a data de publicação deste artigo, alguns formatos de apresentação da notícia por canais via Internet continuam imutáveis. Principalmente em pequenas cidades do interior em estados com pouca infraestrutura tecnológica e pouco público consumidor de notícia. Nesses lugares mudaram-se os meios, permaneceram os formatos. REDES SOCIAIS Há muito que a comunicação instantânea no seu sentido mais básico (de pessoa para pessoa) deixou de ser um gesto presencial. A evolução tecnológica, que ganhou força com a invenção do telefone no século XIX, deu novos caminhos às palavras, permitindo que ausências pudessem ser aplacadas através de cabos (em um primeiro momento) e de outras formas de conexão sem fio ao longo dos anos. Justamente por conta desse desenvolvimento o mundo atual resultou em uma sociedade fortemente atrelada ao aumento da capacidade de comunicação e difusão de informação em escala intercontinental e com velocidade de resposta quase instantânea. Os avanços das Tecnologias de Comunicação e Informação (TCIs), que (...) a partir de 1975 passaram a unir as telecomunicações analógicas com a informática (LEMOS, 2008, p. 68) deram possibilidade de veiculação através de um mesmo suporte - o computador -, de diversas formatações de mensagens. Essa união de tecnologias em uma mesma base, segundo Lemos (2008, p. 68), implicou na (...) passagem do mass media - cujos símbolos são a TV, o rádio, a imprensa, o cinema -, para formas individualizadas de produção, difusão e estoque de informação. Nesse momento, para o autor, deu-se início à passagem da circulação de informações hierarquizadas verticalmente - de um para todos -, para a circulação com multiplicidade rizomática - de todos para todos. No ciberespaço, Lemos (2008, p. 71) afirma que os computadores interligados seguem na contramão da comunicação impressa, retornando o sujeito ao que ele chama de (...) tribalismo anterior à escrita e à imprensa. Para ele, (...) a dinâmica social atual do ciberespaço nada mais é que esse desejo de conexão se realizando de forma planetária (LEMOS 2008, p. 71), na qual essa relação transforma o Computador Pessoal (PC) um objeto individual e desconectado, em um Computador Coletivo (CC). Essa união de máquinas abre precedente para o que os pesquisadores irão chamar de Comunicação Mediada por Computador (CMC), uma teia de conexões na qual emerge diferentes redes sociais interligando sujeitos de diversas partes do globo terrestre, estejam eles na mesma cidade ou do outro lado do mundo, partilhando ou não o mesmo idioma. Uma inovação que culminou em sites e ferramentas de comunicação como as redes e mídias sociais que, para alguns autores, (...) ampliaram o espectro de produção e consumo de informações para qualquer cidadão capaz de interagir com as ferramentas disponíveis na web (CORRÊA et. al., 2009, p. 1). Para Altermann (2010, online) (...) uma rede social é um grupo de pessoas que tem algum nível de relação ou interesse mútuo, o que na Internet, recebe a denominação de relationship site (site de relacionamentos), hoje popularmente conhecidos como Redes Sociais.

5 SUJEITO EMISSOR: O BOLSA PROSTITUIÇÃO COMO VERDADE NAS REDES SOCIAIS 69 Figura 17. Diagrama utilizado por Altermann (2010) para exemplificar como funciona uma rede social na internet. A figura foi encontrada em diversos sites que tratam da diferenciação sendo difícil atribuir crédito ao seu autor. Fonte: ALTER- MANN, 2010, online disponível em acesso em Nesse ambiente interligado, o boato ganha força pelo seu imediatismo, de modo que um indivíduo ao ter contato com a primeira informação que recebeu, busca transmiti-la para terceiros, passá-la para frente, sem que isso possa implicar em uma checagem dos fatos, como deveria ocorrer, por exemplo, no jornalismo. Para Zago (2010) a informação primária, enquanto boato virtual, seria uma informação falsa circulando de pessoa a pessoa na Internet. Para a autora, a utilização de expressões apelativas ou a associação do rumor a nomes ou instituições respeitadas constituiria uma estratégia para dar credibilidade ao fato e potencializar a sua visibilidade, atingindo muitas vezes órgãos de imprensa. Dessa forma, inseridos nesse contexto (...) sites de redes sociais como o Twitter constituem um ambiente propício para se observar a propagação de um boato virtual, na medida em que a interação é facilitada por essas ferramentas (ZAGO, 2010, p. 177). Foi o que ocorreu com o boato da chamada Bolsa Prostituta, no qual, depois de veiculada pelo blog de Joselito Müller, a informação se propagou e ainda se propaga, via redes sociais e também blogs, o que é possibilitado pelo caráter da característica da memória (sobre o conceito, ver PALACIOS, 2006), onde um assunto fica armazenado na rede, mas pode ser resgatado e acessado a qualquer momento, podendo, portanto, voltar a circular e assim ganhar caráter de informação atual.

6 COSTA, Helton. KONDLATSCH, Rafael. 70 O BOATO A primeira versão foi veiculada no blog de pseudônimo Joselito Müller, que apenas se identifica como sendo um jornalismo destemido. Começou a circular em 10 de maio de 2013 e desde então não saiu do ar. No dia 15, o mesmo autor chegou a desmentir o boato e ainda admitiu que foi leviano ao espalhar tal informação 4. A primeira notícia, antes do desmentido, dizia que a proposta havia sido aprovada naquela tarde por maioria de votos. Trata-se do pagamento de uma bolsa mensal no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais) para garotas de programa em todo país 5. Para atribuir veracidade ao fato, conforme citou Zago (2010, p. 177), foram atribuídas falas à senadora que ela nunca disse e terminava sustentando que o projeto seria sancionado pela presidente Dilma para que entrasse em vigor até o início da Copa de Não só os internautas comuns compartilharam o fato e veículos de comunicação maiores, que se propunham ao jornalismo, chegaram a repercutir o falso post, entre eles, a Rádio Criciúma (16/5), o que levou à uma resposta desmentindo o fato, por conta da própria senadora citada, do Estado de Minas (16/5) e da Agência Senado (no mesmo dia) 7. No dia 15, quando viu o tamanho da repercussão da falsa notícia, Joselito Müller continuou os ataques e não se retratou. Publicou o título Quando mentiras cretinas passam a se tornar verossímeis, é sinal que o país vai mal, onde se dizia preocupado pelo fato de que mentiras descabidas, redigidas em linguagem supostamente jornalística são verossímeis atualmente no Brasil terem sido entendidas como verdadeiras,o que não isentou um novo ataque ao Governo Federal 8. Isso é um sintoma de que algo vai mal na política nacional e demonstra que representantes dos poderes da República vem protagonizando atos capazes de deixar o povo estarrecido. Por isso qualquer absurdo se torna crível no Brasil de hoje em dia. (MÜLLER, 2013, online) O fato motivou o usuário e mestre em Planejamento Sérgio Motta Albuquerque a escrever o artigo O boato nefasto da bolsa-prostituição, no qual classifica a falsa informação postada por Joselito como bizarro fato, mentira e postagem maligna. Sobre o autor, levanta suspeitas sobre sua autenticidade e dá a entender que o blog faz parte de uma ação orquestrada com o intuito de atacar a imagem da administração da presidente Dilma Roussef, do PT, frente à República 9. (ALBUQUERQUE, 2013,) 4 Disponível em -programa, acesso em agosto de Idem. 6 Disponível em acesso em agosto de Disponível em acesso em agosto de Disponível em acesso em agosto de Disponível em perigosa_nas_redes_sociais, acesso em agosto de 2013.

7 SUJEITO EMISSOR: O BOLSA PROSTITUIÇÃO COMO VERDADE NAS REDES SOCIAIS 71 A experiência iniciada por Joselito Müller demonstra que grande parte dos usuários das redes sociais contenta-se em ler a penas os títulos dos artigos. Depois, se aprovam os mesmos, partilham na mídia social. Mesmo não tendo tido qualquer contato com o conteúdo da postagem. Como foi o caso aqui relatado: a postagem falsa era passada adiante aparentemente sem qualquer verificação ou um mínimo de senso-comum. Principalmente no Facebook. É o que eu chamo, nas redes sociais, de síndrome de incêndio australiano : a coisa se alastra com uma velocidade tamanha que pouco há a ser feito. Mas também foi muito mais do que isto: foi uma tentativa de desacreditar as instituições democráticas, um governo eleito, a imprensa e o público incauto das redes sociais que não verifica a autenticidade do que lê e partilha na rede. (ALBUQUERQUE, 2013, online) Joselito ainda utilizou o blog dele para responder a Sérgio Motta Albuquerque, no artigo Breves considerações sobre a cretinice resposta ao artigo de Sergio da Motta e Albuquerque, dizendo que as críticas partiram porque Sérgio é ligado à esquerda do Brasil (e ao PT) e após várias defesas sobre a mentira que escreveu e ataques ao opositor, afirma que Sérgio não tem cérebro 10. APURAÇÃO E ÉTICA JORNALÍSTICA O caso citado está intimamente ligado à obrigação criada na Internet, e em alguns canais de TV, sobre a notícia em tempo real. Franciscato (2003) atenta para os problemas que esse aceleramento do fluxo de informação pode trazer para o jornalismo praticado no país. Para ele: O jornalismo que opera em uma dimensão de tempo real se defronta com a possibilidade de romper práticas tradicionais tanto na produção quanto na circulação do seu produto. A experiência de atualidade, ao se aproximar dramaticamente da meta da instantaneidade e utilizar o instante como ordenador temático, gera uma tensão entre sua real capacidade de relatar o instante e a secundarização do atendimento a outras tarefas fundamentais do jornalismo, como a apuração rigorosa da informação (FRANCISCATO, 2003, p. 236). A reflexão de Franciscato é importante quando pensamos sobre o compromisso da apuração no jornalismo, uma tarefa atrelada diretamente ao fundamento de noticiar apenas um fato que tenha suas informações confirmadas com exatidão. Não é atrelar notícia unicamente ao conceito de verdade, até porque (...) há notícias falsas que nem por isso deixam de ser notícia (ALSINA, 2005, p. 182). O que é imperativo no jornalismo, porém, é a necessidade da veracidade dos fatos relacionados à ocorrência. Observando a afirmação de Franciscato (2003) e fazendo uma correlação com o caso relatado anteriormente é fundamental questionar se a apuração sofre de uma diminuição de sua importância quando contraposta com a urgência da notícia em tempo real. Contraditoriamente, em uma época em que as comunicações foram exponenciadas e há o crescimento da disponibilidade de aparelhos móveis e outras 10 Disponível em acesso em agosto de 2013.

8 COSTA, Helton. KONDLATSCH, Rafael. 72 formas de contato, a verificação parece ter se tornado um problema para os jornalistas que atuam no webjornalismo. Mas como exigir esse compromisso do leitor? Como exigir que o Código de Ética da profissão seja usado também pelos usuários da Internet? Já no segundo parágrafo do referido código, é defendido que a divulgação da informação precisa e correta é dever dos meios de comunicação e deve ser cumprida independentemente da linha política de seus proprietários e/ou diretores ou da natureza econômica de suas empresas. (FENAJ, 2007, online) 11. Como fazer com que o leitor siga esses mesmos padrões, já que a produção e a divulgação da informação devem se pautar pela veracidade dos fatos e ter por finalidade o interesse público? Essa visão de que o usuário deva agir como jornalista é defendida pelo próprio Sérgio Motta Albuquerque na crítica ao artigo de Joselito 12. Se os cidadãos contemporâneos também são informadores hoje em dia, é necessário que comecem a comportar-se como gente de imprensa: tudo o que é lido e partilhado deve ser verificado. Não custa nada, não é difícil e com apenas alguns cliques uma mentira pode ser desmascarada facilmente. Em alguns casos não é preciso chegar a tanto: a mentira é tão óbvia que um pouco de bom senso basta. Joselito debochou do povo que acreditou nele. Chamou todos de deficientes cognitivos. Agora ficou sem apoio e marcado pelos que foram enganados e ofendidos, os que já desconfiaram desde o início, e aqueles que tomaram conhecimento do caso e condenaram sua postagem absurda e maligna. (ALBUQUERQUE, 2013, online) Nesse ponto é importante ressaltar que o boato sempre existiu (Reule, 2008), porém, que com a Internet, ele se propaga com maior velocidade e que da mesma maneira que no mundo fora da grande rede, não há como controlá-lo sem que haja interferência na liberdade de expressão de quem o espalha, mesmo que o fato seja falso, já que sua disseminação pressupõe que o autor aceitará suas consequências. Para evitar a disseminação desse tipo de conteúdo, seria necessário um modo de organização e controle do mundo virtual. E obviamente, uma mediação na rede, ambiente de constante evolução, é impossível de ser imaginada nos dias de hoje. Sem entrar em assuntos como os chamados crimes virtuais (sobre os quais já nascem mecanismos de controle baseados em legislações do mundo offline), qualquer manifestação para se barrar a produção e o acesso do conteúdo na rede é considerada censura prática adotada por governos de alguns países. (REULE, 2008, p.110) Portanto, não há como exigir que o usuário siga os mesmos padrões éticos do jornalismo e nem que o Estado ou quem quer que seja interfira no direito de produzir informações e veicular na rede, mesmo que essas sejam falsas, já que a outorga do direito de expressão exige esse risco. Talvez o mais próximo possível de uma saída, sejam a educação ética e a crítica continuada da qual já falava Pierre Lévy no início do século CONSIDERAÇÕES FINAIS 11 Disponível em _brasileiros.pdf, acesso em agosto de Disponível em acesso em agosto de 2013.

9 SUJEITO EMISSOR: O BOLSA PROSTITUIÇÃO COMO VERDADE NAS REDES SOCIAIS 73 O que se percebe do caso Joselito, é que na atual sociedade, cada vez mais conectada, o conceito de informação verdadeira ou falsa não parece importar, já que o imediato, o que os jornalistas chamam de furo, é que importa. Nessa busca, quem repassa algo que provoca resposta de outros usuários é brindado com troféus simbólicos, que são os comentários, curtidas, retuítes e compartilhamentos. Cientes disso, grupos políticos ou ideológicos podem criar mecanismos de propagação de suas ideias, como blogs e sites, nos quais possam postar informações em linguagem jornalística que, se não checadas, acabam aceitas como sendo verdadeiras e inquestionáveis, mesmo depois de desmentidas. Isso se dá não só através do compartilhamento da informação, que corresponde ao ato de passar para frente o que lhe foi dito, mas também através do que Reule (2008) chama de dispositivos fortalecedores, que seriam os recursos utilizados pelo participante de uma comunidade para reforçar ou dar continuidade para um boato, mesmo que não seja essa sua intenção. (REULE, 2008, p.92). Por outro lado, há no mesmo espaço, o elemento enfraquecedor, elemento oposto ao fortalecedor, o que faz com que surjam discussões que mantém o assunto na pauta dos dois lados e que por vezes pode contribuir para minimizar uma informação falsa, mas que por outro lado, pode reforçar um posicionamento contrário. Portanto, não há como exigir que o usuário faça um uso ético da Internet com procedimentos de checagem e questionamento sobre autenticidade das informações. Como bem colocou Lévy (2003), a utilização para o bem ou para o mal da rede é um risco que deve ser assumido em prol da liberdade de expressão, caso contrário caberia ao Estado controlar a difusão de falsas informações, o que poderia acarretar ao mesmo tempo, por exemplo, controle de assuntos veiculados na rede que fossem contrários ao Poder Central. Logo, os problemas decorrentes do mundo conectado à Internet, por conta de boatos, tendem à uma solução na esfera offline, inclusive na Justiça, amparados pela Constituição e pelo Código Penal Brasileiro, extinguindo neste ponto, a separação entre a esfera virtual (mediada pela Internet) e do não virtual, se é que se pode defender essa fronteira como existente. Em uma visão pessimista da questão, não seria exagero dizer que outros falsos boatos serão cada vez mais frequentes na Rede, visto que a tendência é o aumento do número de brasileiros com acesso aos serviços de Internet, portanto, mais potenciais usuários para as redes sociais e mais potenciais emissores e refletores de informação, verdadeira ou não. Já em uma visão otimista, a rede se auto-regularia, criaria seus próprios mecanismos para refutação de boatos, experiência que em nenhum país do mundo foi implementada até o momento, ficando a critério do usuário a decisão sobre o conteúdo. Porém, no caso do Brasil, o que tem se visto é que esses boatos tem afetado a própria pauta dos jornais tradicionais nos mais diversos meios, que acabam por cobrir os desdobramentos que os mesmos têm junto à sociedade. Exemplo disso, foi a cobertura dos boatos sobre o fim do bolsa-família, que mobilizou beneficiários e em seguida pautou a imprensa sobre o caso. Somente o tempo mostrará qual dos dois modelos prevalecerá no Brasil: o otimista ou o pessimista.

10 COSTA, Helton. KONDLATSCH, Rafael. 74 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALBUQUERQUE, O boato nefasto da bolsa-prostituição, disponível em Acesso em 6 de agosto de ALSINA, Miquel Rodrigo. La construcción de la noticia. Barcelona: Paidós Comunicación, ALTERMANN, Dennis. Qual a diferença entre redes sociais e mídias sociais? Artigo online disponível em Acesso em 9 de agosto de BARBOSA, Suzana. (Org.). Jornalismo digital de terceira geração. Coleção Estudos em Comunicação. Covilhã: LabcomBooks, [e-book]. Disponível em: <http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/barbosa_suzana_jornalismo_digital_terceira_geracao.pdf>. Canavilhas, João (2012). Jornalismo para dispositivos móveis: informação hipermultimediática e personalizada. Actas do IV CILCS - Congreso Internacional Latina de Comunicación. CANAVILHAS, João. Webnoticia: propuesta de modelo periodístico para la WWW. Covilhã, Livros Lab- Com, CORRÊA, Elizabeth Saad; LIMA, Marcelo Coutinho: Modus Operandi Digital. Reflexões sobre o impacto das mídias sociais nas empresas informativas. In: XVIII ENCONTRO DA COMPÓS, 2009, Belo Horizonte. Anais... Belo horizonte: COMPÓS, FRANCISCATO, Carlos Eduardo. A atualidade no jornalismo: bases para sua delimitação teórica. Tese (Doutorado em Comunicação e Cultura Contemporânea) - Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia, Salvador, IBGE. Acesso à Internet e posse de telefone móvel celular para uso pessoal Disponível em Acesso em 6 de julho de 2013 IBOPE, Além de informar, meios funcionam como companhia para os brasileiros. Disponível em LEMOS, André. Cibercultura: tecnologia e vida social na cultura contemporânea. 4. ed. Porto Alegre: Sulina, LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, MACHADO, Elias. O ciberespaço como fonte para jornalistas. Salvador, Calandra, MÜLLER, Daniela. As semelhanças e diferenças entre o jornalismo impresso e on-line no Grupo Sinos, de Novo Hamburgo. Centro Universitário Feevale, Novo Hamburgo, RS, Novo Hamburgo RS, pelo link scholar.google.com/scholar?q=author:%22quadros%22+intitle:%22uma+breve+vis%c3%83o+hist%-

11 SUJEITO EMISSOR: O BOLSA PROSTITUIÇÃO COMO VERDADE NAS REDES SOCIAIS 75 C3%93RICA+DO+JORNALISMO+ON-LINE%22+&hl=pt-BR&um=1&oi=scholarr, acessado em 30/03/2007 MÜLLER, Joselito.. Quando mentiras cretinas passam a se tornar verossímeis é sinal que o país vai mal, disponível em Acesso em 6 de agosto de Senado aprova pagamento de bolsa mensal de R$ para garotas de programa, disponível em Acesso em 6 de agosto de Breves considerações sobre a cretinice; resposta ao artigo de Sérgio Motta Albuquerque, disponível em -resposta-ao-artigo-de-sergio-da-motta-e-albuquerque/). Acesso em 6 de agosto de MULLER, Karla Maria. Práticas socioculturais fronteiriças na mídia local: marcas de limite e mobilidade. I Seminário de Ciências Sociais Ciência Política: Buscando o Sul, promovido pela Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA)/ Campus de São Borja, Nov/2011. PALÁCIOS, Marcos (org), Ferramentas para Análise de Qualidade no Ciberjornalismo. Vol 1: Modelos, Covilhã (Portugal) - UBI: Labcom books, E-book disponível em: PALÁCIOS, Marcos e MACHADO, Elias. Modelos de jornalismo digital. Salvador, Calandra, PALACIOS, Marcos. Hipertexto, Fechamento e o uso do conceito de não-linearidade discursiva. Revista Lugar Comum, Rio de Janeiro, n. 08, p , Disponível em: pdf/1999_palacios_hipertexto_naolinearidade.pdf, acesso em 21 de setembro de PALACIOS, Marcos. O lugar da memória. Salvador, Bahia, 2006, p.231. Disponível em ufba.br/jol/pdf/2003_palacios_olugardamemoria.pdf, acesso em 21 de setembro de PALACIOS, Marcos. O que há de (realmente) novo no Jornalismo on-line? Conferência proferida por ocasião do concurso público para professor da FACOM, Salvador, Bahia, em , citado em MACHA- DO, Elias (organizador). Modelos de Jornalismo Digital. Salvador, Bahia, 2006 QUADROS, Cláudia Irene de. Uma Breve história do jornalismo on-line. CONGRESSO NACIONAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA INTERDISCIPLINAR DE PESQUISA EM COMUNICAÇÃO, 25, Salvador, Anais eletrônicos... GT de Jornalismo. Disponível em: <http://www.intercom.org.br/papers/xxv-ci/np02/np- 2QUADROS.pdf>. REULE, Danielle Sandri. A Dinâmica dos rumores na rede: a web como espaço de propagação de boatos virtuais. Dissertação (Mestrado em Comunicação e Informação) - Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, TORQUATO, Ricardo Cassiolato, Jornalismo Digital: a forma e a produção da notícia. Dissertação apresentada ao Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade de Marília, para obtenção de título de Mestre em Comunicação, Marília/SP, Disponível em

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