Transporte de Artigos Perigosos

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1 Transporte de Artigos Perigosos Substâncias Biológicas e Infectantes Stella Silvia Dias Especialista em Regulação de Aviação Civil Contato: (21)

2 Artigos Perigosos Artigo ou substância que, quando transportada por via aérea, pode constituir risco à saúde, à segurança, à propriedade e ao meio ambiente e que figure na Lista de Artigos Perigosos TABELA 3-1 do DOC AN/905 ou esteja classificada conforme o DOC AN/905. Exceto como previsto no RBAC 175, os artigos perigosos não podem ser transportados em aeronaves civis, como carga ou bagagem, sem o prévio conhecimento do transportador e sem a necessária documentação exigida para o transporte. Pessoa Jurídica Explosivo venenosos Corrosivos Substâncias Infecciosas...

3 Definições dos Principais termos utilizados nesta palestra Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) Documento de existência exclusivamente digital, emitido e armazenado eletronicamente com o intuito de documentar a prestação do serviço de transporte aéreo doméstico, com validade jurídica garantida pela assinatura digital do transportador e pela autorização de uso fornecida pela administração tributária do domicílio do contribuinte. AWB : Air Waybill ou Conhecimento Aéreo (AWB) Documento legal que estabelece o contrato entre o expedidor de carga e o transportador, para a prestação de serviço aéreo. DGD : Declaração de Artigo Perigoso (Shipper s Dangerous Good Declaration) Documento que apresenta todas as características dos artigos perigosos que estão sendo expedidos. NOTOC : Notificação ao comandante Formulário utilizado para notificar ao comandante da aeronave a respeito de artigos perigosos a bordo da aeronave. CBA: Código Brasileiro de Aeronáutica

4 No dia 4 de abril de 2014 foi publicada a Instrução Suplementar com o objetivo de orientar quanto aos procedimentos para a expedição e transporte de substâncias biológicas e infectantes em aeronaves civis. Base da Regulamentação

5 Base da Regulamentação DOC 9284 AN/905 RBAC 175 A IATA segue os requisitos das Instruções Técnicas da ICAO e inclui normas adicionais mais restritivas, refletindo os padrões operacionais e da indústria

6 Responsáveis durante o transporte: EXPEDIDOR AGENTE DE CARGA OPERADOR AÉREO TERMINAL DE CARGA Todas as responsabilidades previstas para a expedição de artigos perigosos classificados como substâncias biológicas ou infectantes obedecem aos mesmos requisitos dos artigos perigosos dispostos no RBAC 175 e no Doc 9284 da OACI.

7 Responsabilidades definidas no RBAC 175: Expedidores Identificar Classificar Embalar Documentar Etiquetar Marcar

8 Base da Regulamentação Código Brasileiro da Aeronáutica CBA : Art Sem prejuízo da responsabilidade penal, o expedidor responde pela exatidão das indicações e declarações constantes do conhecimento aéreo e pelo dano que, em conseqüência de suas declarações ou indicações irregulares, inexatas ou incompletas, vier a sofrer o transportador ou qualquer outra pessoa.

9 Transporte de Substâncias Biológicas e Infectantes: Responsabilidades do Transportador Aéreo Apenas operadores de transporte aéreo que possuam autorização para o transporte de artigos perigosos em suas Especificações Operativas EO podem transportar substâncias biológicas e infectantes.

10 Classificação de Substâncias Biológicas e Infectantes Os artigos perigosos dividem-se em Classes, que, por sua vez, podem ser subdivididos em Divisões devido à grande extensão de tipos de produtos e riscos envolvidos na Classe. A classificação do artigo perigoso será feita dentro de uma das 9 (nove) classes de perigo estipuladas pelo Comitê de Peritos das Nações Unidas.

11 Classificação de Substâncias Biológicas e Infectantes As substâncias infectantes são classificadas como artigo perigoso da Divisão 6.2 e atribuídas, conforme apropriado, aos seguintes números ONU: UN 2814, UN 2900, UN 3291 ou UN As substâncias classificadas na Divisão 6.2 são divididas em Categoria A ou em Categoria B.

12 Substâncias Infectantes Divisão 6.2 Categoria A UN Substância que afetam seres humanos, ou humanos e animais; UN Substâncias que afetam apenas animais; Categoria B UN Substâncias Biológicas UN Resíduos médicos ou clínicos Espécime humano/animal de risco mínimo Exceções não estão sujeitos às instruções do Doc 9284, a menos que satisfaçam os critérios de inclusão em outra classe.

13 Classificação de Substâncias Infectantes Categoria A Substância infectante da Categoria A é aquela capaz de causar incapacidade permanente, risco de morte ou doença fatal em seres humanos ou em animais saudáveis, quando expostos a tais substâncias durante o transporte.

14 Classificação de Substâncias Infectantes Categoria A O nome apropriado de expedição da UN 2814 é Infectious substance, affecting humans + Nome Técnico O nome apropriado de expedição da UN 2900 é Infectious substance, affecting animals only + Nome Técnico

15 Classificação de Substâncias Infectantes Categoria A Exemplos indicativos de substâncias da Categoria A são dispostos na Tabela 1 da IS A. A Tabela 1 não é exaustiva. Substâncias infectantes, incluindo agentes patogênicos novos ou emergentes, que não aparecem na Tabela 1, mas que respeitem os mesmos critérios, devem ser atribuídos à categoria A.

16 Instrução de Embalagem para Substâncias Infectantes Categoria A Substâncias infectantes da Categoria A devem satisfazer aos requisitos dispostos na Instrução de Embalagem 620 apresentados no item 6.7 da IS A.

17 Documentação para Substâncias Infectantes Categoria A a) CT-e para transporte doméstico ou Air Waybill AWB para o transporte internacional; b) Declaração do Expedidor de Artigos Perigosos DGD; c) Notificação ao Comandante NOTOC; d) Lista detalhada do conteúdo entre a embalagem secundária e a embalagem externa; f) Certificado de Conformidade original da embalagem emitido pelo fabricante; e

18 Documentação para Substâncias Infectantes Categoria A g) Documento de aprovação da ANAC, para as embalagens nacionais, ou o documento de embalagem aprovada por outra autoridade de aviação civil ou órgão competente para tal aprovação, para as embalagens importadas; h) Embalagem aprovada por outra autoridade de aviação civil ou órgão competente para tal aprovação, para as embalagens importadas. i) Para fins de documentação, o nome apropriado para transporte deve vir acompanhado do nome técnico entre parênteses.

19 Limitação de quantidade para Substâncias Infectantes Categoria A A quantidade máxima de substâncias infectantes Categoria A contida em uma única embalagem externa permitida é de: 50mL ou 50g para aeronaves de passageiros; e 4L ou 4kg para aeronave cargueira. Esta limitação exclui o peso do gelo, do gelo seco ou do nitrogênio líquido utilizado para refrigerar o artigo perigoso. Não se aplicam ao transporte de partes do corpo, de órgãos ou de corpos inteiros que contenham ou que se suspeite que contenham substâncias infectantes

20 Etiquetagem para Substâncias Infectantes Categoria A A etiqueta de risco da Divisão 6.2, apresentada na Figura 1, deve ser sempre afixada na embalagem externa. Como regra geral, a etiqueta apresentada na Figura 1 deve estar na forma de um losango com dimensões mínimas de 100mm x 100mm. Aceita-se, entretanto, cada um dos lados com um comprimento de pelo menos 50mm quando a embalagem for de dimensões tais que suportem somente etiquetas menores. Figura 1

21 Etiquetagem para Substâncias Infectantes Categoria A A parte inferior da etiqueta deve conter o termo Substância infectante Em caso de danos ou vazamento notifique imediatamente a autoridade de saúde pública. Quando as embalagens contendo artigos perigosos são colocadas em uma sobrembalagem, a etiqueta de risco presente na Figura 1 de cada embalagem deve estar claramente visível. Se não for possível, a sobrembalagem deve ter afixada a etiqueta da Figura 1 além de ser marcada com o termo Sobrembalagem, em português, ou Overpack, em inglês.

22 Marcação para Substâncias Infecciosas Categoria A As marcações presentes na embalagem externa são: a) nome apropriado para transporte; b) número UN; c) dados e endereços do remetente e do destinatário; d) marca de embalagem homologada. Não é necessário exibir os nomes técnicos nas embalagens externas.

23 Restrições para Substâncias Infecciosas Categoria A Substâncias Infectantes Categoria A não devem ser carregadas na aeronave no mesmo compartimento de animais, alimentos, rações ou outras substâncias comestíveis destinadas ao consumo por seres humanos ou por animais, exceto quando: a) a substância infectante, o animal e o alimento são carregados em ULD separados e quando armazenados a bordo da aeronave não ficam um ao lado do outro; ou b) a substância infectante é carregada em um ULD fechado e o alimento, ou o animal é carregado em outro dispositivo de carga.

24 Embalagens Substâncias infectantes - Categoria A Recipiente primário (tubo de teste) Embalagem secundária ( à prova d água) Tampa Material absorvente Registro de amostra (inclui lista detalhada do conteúdo) Embalagem externa Etiqueta de orientação de embalagem ( não é necessária quando recipientes primários não excedem 50 ml) Marcação de Especificação UN

25 Classificação de Substâncias Infectantes Categoria B Uma substância infecciosa que não satisfaça os critérios de inclusão na categoria A. As substâncias Infectantes de categoria B devem ser atribuídas à UN O nome apropriado de expedição da UN 3373 é Biological Substances, category B.

26 Instrução de Embalagem para Substâncias Infectantes Categoria B Substâncias biológicas da Categoria B devem satisfazer aos requisitos dispostos na Instrução de Embalagem 650 apresentados na IS A.

27 Documentação para Substâncias Infectantes Categoria B O transporte de substância infectante da Categoria B necessita do CT-e para transporte doméstico ou do AWB para o transporte internacional. Recomenda-se que o artigo perigoso atribuído a UN 3373 seja aceito pelo operador de transporte aéreo mediante a utilização de lista de verificação.

28 Limitação de quantidade para Substâncias Infecciosas Categoria B A quantidade máxima de substâncias infectantes da Categoria B contida em uma única embalagem externa permitida é de 4L ou 4kg. Esta limitação exclui o peso do gelo, do gelo seco ou do nitrogênio líquido utilizado para refrigerar o artigo perigoso. Não se aplicam ao transporte de partes do corpo, de órgãos ou de corpos inteiros que contenham ou que se suspeite que contenham substâncias infectantes

29 Etiquetagem para Substâncias Infecciosas Categoria B Não há etiqueta de risco aplicável ao artigo perigoso UN 3373.

30 Marcação para Substâncias Infecciosas Categoria B As marcações presentes na embalagem externa são: a) nome apropriado para transporte; b) marca em forma de losango UN 3373, conforme Figura 2; c) dados e endereços do remetente e do destinatário; e d) o nome e número de telefone 24 horas da pessoa responsável, se não estiver presente em um documento escrito. Se for utilizado gelo seco como material refrigerante, a embalagem externa deve ser marcada conforme disposto no item 16 da IS A.

31 Marcação para Substâncias Infecciosas Categoria B Marca em forma de losango UN 3373 Figura 2

32 Embalagens Substâncias infectantes - Categoria B: UN 3373 tampa à prova d água Recipiente primário (à prova de vazamento) o material de embalagem absorvente (isopor, esponja) lista detalhada do conteúdo (registro da amostra) Embalagem secundária ( à prova de vazamento) Embalagem externa rígida Nome de expedição Etiquetas expedidor/consignatário Marcação de embalagem

33 Classificação de Espécime Humano/Animal de Risco Mínimo Amostras de pacientes para as quais há probabilidade mínima de presença de agentes patogênicos são consideradas espécimes humanos/animais de risco mínimo desde que obedeçam ao disposto na IS A. Não são classificadas como artigos perigosos.

34 Exemplos de Espécime Humano/Animal de Risco Mínimo Testes de sangue ou de urina para monitorar os níveis de colesterol, os níveis de glicose no sangue, os níveis hormonais ou os níveis do Antígeno Prostático Específico (PSA); Testes necessários para monitorar um órgão como o coração, o fígado ou os rins de seres humanos ou de animais com doenças não infecciosas; Testes necessários para monitorar drogas terapêuticas; Testes realizados para fins de seguro ou de emprego que visam determinar a presença de drogas ou álcool;

35 Exemplos de Espécime Humano/Animal de Risco Mínimo Teste de gravidez; Biópsias para detectar câncer; Testes para detectar anticorpos em seres humanos ou em animais, desde que não haja suspeita de infecção (avaliação de imunidade induzida por vacina, diagnóstico de doença autoimune etc); ou Sangue ou componentes de sangue que tenham sido coletados para fins de preparação de produtos sanguíneos a serem utilizados para transfusão ou transplante.

36 Instrução de Embalagem para Espécime Humano/Animal de Risco Mínimo A embalagem para o transporte deve ser composta por três componentes. É conhecida como embalagem tríplice ou embalagem tripla. a) cada recipiente primário é estanque; b) embalagem secundária é estanque; e c) embalagem externa é de resistência adequada para sua capacidade, massa e intenção de uso e com pelo menos uma superfície com dimensões mínimas de 100mm x 100mm.

37 Instrução de Embalagem para Espécime Humano/Animal de Risco Mínimo Se a amostra de paciente for líquida, deve haver material absorvente em quantidade suficiente para reter todo o conteúdo. O material absorvente é colocado entre o(s) recipiente(s) primário(s) e a embalagem secundária. Quando vários recipientes primários frágeis são colocados em uma única embalagem secundária, eles são embrulhados ou separados.

38 Documentação para Espécime Humano/Animal de Risco Mínimo O transporte de espécime humano/animal de risco mínimo necessita dos seguintes documentos: a) CT-e para transporte doméstico ou AWB para o transporte internacional; e b) julgamento profissional.

39 Julgamento profissional para Espécime Humano/Animal de Risco Mínimo Necessário para determinar se uma amostra de paciente possui probabilidade mínima de presença de agentes patogênicos para enquadramento nessa classificação. Baseia-se no histórico médico conhecido, nos sintomas e nas circunstâncias individuais de origem humana ou animal e nas condições epidemiológicas locais.

40 Julgamento profissional para Espécime Humano/Animal de Risco Mínimo É evidenciado por um documento que acompanha o transporte das amostras de pacientes e contém, no mínimo, as seguintes informações: a) nome completo do profissional responsável, seguido pelo seu CPF e, se houver, pelo número de registro no conselho profissional; b) a razão social ou nome fantasia da empresa a qual o profissional está vinculado, caso aplicável, seguido do CNPJ, do endereço completo e do telefone de contato; c) declaração informando que se trata de transporte de amostras de pacientes classificados como espécimes humanos/animais de risco mínimo;

41 Julgamento profissional para Espécime Humano/Animal de Risco Mínimo d) detalhamento do conteúdo das amostras de pacientes, incluindo a quantidade líquida; Devem-se deixar claro quais mecanismos de avaliação (tipos de exames) serão realizados em cada uma das amostras, garantindo assim que o material transportado realmente se enquadra como espécime humano/animal de risco mínimo. e) declaração atestando que a amostra de paciente não se enquadra em nenhuma outra Classe de artigo perigoso, exceto junto às classes 3, 8 ou 9 na quantidade máxima de 30ml;

42 Julgamento profissional para Espécime Humano/Animal de Risco Mínimo f) declaração informando que as amostras de pacientes foram acondicionadas em embalagem tripla; g) declaração informando se há algum tipo de material refrigerante (gelo, gelo seco, gelox, gelo em gel, nitrogênio líquido etc) e sua respectiva quantidade; h) declaração informando que o profissional está ciente de sua responsabilidade como expedidor das amostras de pacientes de acordo com o Código Brasileiro de Aeronáutica e que responde pela exatidão das indicações e declarações constantes nesse documento;

43 Julgamento profissional para Espécime Humano/Animal de Risco Mínimo i) data; e j) nome completo do profissional responsável, seguido pelo seu CPF e o número de registro no conselho profissional, se houver, e assinatura do profissional. Uma cópia física ou eletrônica do documento que evidencia o julgamento profissional deve ser arquivada pelo operador aéreo junto com o conhecimento aéreo (CT-e ou AWB).

44 Limitação de Quantidade e Etiquetagem para Espécime Humano/Animal de Risco Mínimo Não há limitação de quantidade. Não há etiqueta de risco aplicável.

45 Marcação para Espécime Humano/Animal de Risco Mínimo A marca presente na embalagem externa é a frase Espécime humano de risco mínimo ou Espécime animal de risco mínimo, em português, ou Exempt human specimen ou Exempt animal specimen, em inglês, respectivamente, conforme apropriado.

46 Classificação de Material Biológico Isento Não são classificados como artigos perigosos da Divisão 6.2. Não precisam obedecer aos requisitos do RBAC 175 ou do Doc 9284 da OACI, exceto se ele se enquadrar como artigo perigoso de outra classe ou divisão de risco.

47 Classificação de Material Biológico Isento São considerados materiais biológicos isentos: a) substâncias que não contenham substâncias infectantes; b) substâncias que não são suscetíveis de causar doenças em seres humanos ou em animais; c) substâncias que contenham microrganismos que não são patogênicos para seres humanos ou para animais; d) substâncias em que todos os agentes patogênicos presentes estão neutralizados ou inativados de tal forma que não representam risco à saúde;

48 Classificação de Material Biológico Isento e) amostras ambientais (incluindo amostras de alimentos e de água) que não forem capazes de representar um risco significativo de infecção; f) sangue ou componentes de sangue que tenham sido liberados para fins de transfusão; e g) quaisquer tecidos ou órgãos destinados para utilização em transplante.

49 Instrução de Embalagem e Documentação para Material Biológico Isento Não há instrução de embalagem aplicável. Necessita do CT-e para transporte doméstico ou do AWB para o transporte internacional.

50 Limitação de Quantidade, Etiquetagem e Marcação para Material Biológico Isento Não há limitação de quantidade aplicável. Não há etiqueta de risco aplicável. Não há marcação aplicável.

51 Categoria A Categoria B Risco Mínimo Classificação UN 2900 UN 2814 Embalagem Homologada Tríplice PI 620 UN 3373 UN 3291 Boa qualidade Tríplice PI 650 Boa qualidade Tríplice A embalagem deve ter pelo menos uma superfície com dimensões mínimas de 100 mm x 100 mm. Etiqueta Div. 6.2 UN Marcação Nº UN e nome apropriado para transporte e "Biological Substance, Category B Exempt Human Specimen Documentação AWB/CT-e DGD Declaração de Conteúdo AWB/CT-e AWB/CT-e Declaração profissional Quant. Limite 50 ml ou 50 g - aeronave de passageiros; 4L ou 4 kg - aeronave cargueira Para substâncias líquidas, recipientes primários até 1 litro; Embalagem externa não deve conter mais de 4 sem limite

52 Instrução de Embalagem para Gelo Seco como material refrigerante de substâncias biológicas e infectantes Gelo Seco como material refrigerante de substâncias biológicas e infectantes deve satisfazer aos requisitos dispostos na Instrução de Embalagem 954 apresentados na IS A.

53 Documentação para Gelo Seco como material refrigerante de substâncias biológicas e infectantes O transporte de gelo seco necessita dos seguintes documentos: a) CT-e para transporte doméstico ou AWB para o transporte internacional; e b) NOTOC. A DGD é dispensada se as informações descrevendo o conteúdo forem fornecidas nos campos adequados do CT-e ou do AWB. Somente será aceito pelo operador de transporte aéreo mediante a utilização de lista de verificação.

54 Etiquetagem para Gelo Seco como material refrigerante de substâncias biológicas e infectantes A etiqueta de risco da Classe 9, apresentada na Figura 3, deve ser sempre afixada na embalagem externa. A etiqueta apresentada na Figura 2 deve estar na forma de um losango com dimensões mínimas de 100mm x 100mm. Figura 3

55 Marcação para Gelo Seco como material refrigerante de substâncias biológicas e infectantes Devem-se acrescentar as seguintes marcações na embalagem externa, em adição às marcações necessárias pelas substâncias biológicas e infectantes: a) nome apropriado para transporte; b) número UN; e c) massa líquida de gelo seco.

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