Farmacologia. Definição: É a ciência que estuda os efeitos das substâncias químicas sobre a função dos sistemas biológicos.

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2 Farmacologia Definição: É a ciência que estuda os efeitos das substâncias químicas sobre a função dos sistemas biológicos.

3 Farmacologia Conceitos Básicos: Fármaco: Uma substância química definida, com propriedades ativas, produzindo efeito terapêutico e que é o princípio ativo do medicamento. Droga: Qualquer substância capaz de produzir alteração em uma determinada função biológica através de suas ações químicas. Medicamento: Produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnósticos. É uma forma farmacêutica terminada que contém o fármaco, geralmente, em associação com adjuvantes farmacotécnicos. Remédio: São cuidados que se utiliza para curar ou aliviar os sintomas das doenças, como um banho morno, uma bolsa de água quente, uma massagem, um medicamento, entre outras coisas

4 Divisões: Farmacologia Farmacologia Geral: Estuda os conceitos básicos e comuns a todos os grupos de drogas. Farmacologia Aplicada: Ocupa-se dos fármacos reunidos em grupos de ação farmacológica similar. Farmacodinâmica: Atende aos estudos sobre: Local de ação, mecanismo de ação, ações e efeitos, efeitos terapêuticos e efeitos tóxicos de uma droga. Considerada a base da farmacoterapia. Farmacocinética: Atende aos estudos sobre: Vias de administração, absorção, distribuição, metabolismo ou biotransformação e excreção de uma droga.

5 Divisões: Farmacologia Farmacotécnica: Ocupa-se da preparação de das formas farmacêuticas sob as quais os medicamentos são administrados: cápsulas, comprimidos, suspenções etc. Farmacognosia: Estuda a origem, as características, a estrutura, e composição química das drogas no seu estado natural sob a forma de órgãos ou organismos vegetais e animais, assim como seus extratos. Farmacoterapia: Orientação do uso racional de medicamentos. Farmacologia Clínica: Preocupa-se com os padrões de eficácia e segurança da administração de medicamentos ao homem, através do conhecimento das características farmacológicas dos fármacos.

6 O sucesso terapêutico do tratamento de doenças em humanos depende de bases farmacológicas que permitam a escolha do medicamento correto, de forma científica e racional. Mais do que escolher o fármaco adequado ( certo ) visando reverter, atenuar ou prevenir um determinado processo patológico, também é necessário selecionar o mais adequado às características fisiopatológicas, idade, sexo, peso corporal e raça do paciente. Como a intensidade dos efeitos, terapêuticos ou tóxicos, dos medicamentos depende da concentração alcançada em seu sítio de ação, é necessário garantir que o medicamento escolhido atinja, em concentrações adequadas, o órgão ou sistema suscetível ao efeito benéfico requerido. Para tal é necessário escolher doses que garantam a chegada e a manutenção das concentrações terapêuticas junto aos sítios moleculares de reconhecimento no organismo, também denominados sítios receptores. O estabelecimento de esquemas posológicos padrões e de seus ajustes na presença de situações fisiológicas (idade, sexo, peso, gestação), hábitos do paciente (tabagismo, ingestão de álcool) e algumas doenças (insuficiência renal e hepática) é orientado por informações provenientes:

7 Definição: É a ciência que estuda o movimento dos medicamentos no organismo e de que maneira os mecanismos fisiológicos atuam nos fármacos

8 Definição: É a Ação do Organismo no Fármaco.

9 Movimentos: 1. Absorção 2. Distribuição 3. Metabolismo (Biotransformação) 4. Excreção Farmacocinética ABSORÇÃO Eliminação DISTRIBUIÇÃO METABOLISMO ELIMINAÇÃO

10 Movimentos: Farmacocinética

11 Movimentos: 1. Absorção: É o primeiro movimento do fármaco em direção ao sítio de ação que é a passagem do fármaco do local de sua administração para a corrente sanguínea (Plasma Sanguíneo). A importância do processo de absorção reside essencialmente, na determinação do período entre a administração do fármaco e o aparecimento do efeito farmacológico, bem como na determinação das doses e escolha da via de administração do medicamento.

12 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas: O fármaco para ser Absorvido necessita atravessar as membranas biológicas: Epitélio gástrico e intestinal Membranas plasmáticas celulares Endotélios vasculares

13 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas:

14 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas: Processos Passivos: Sem Gasto de Energia Processos Ativos: Com Gasto de Energia

15 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas: Processos Passivos: Sem Gasto de Energia: Difusão Simples: fármacos lipossolúveis e a favor de um gradiente de concentração. Difusão por Poros (Filtração): fármacos hidrossolúveis e de pequeno tamanho. Ocorre através de verdadeiros canais aquosos proteicos, que envolve um fluxo de água que arrasta o soluto (fármaco) a partir de uma pressão hidrostática ou osmótica através da membrana. Também denominada de Difusão Aquosa. Difusão Facilitada: o fármaco atravessa a membrana ligado em um carreador proteico, a favor de um gradiente de concentração. Este transporte é mais rápido que a difusão simples.

16 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas: Processos Passivos: Sem Gasto de Energia:

17 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas: Processos Passivos: Sem Gasto de Energia:

18 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas: Processos Passivos: Sem Gasto de Energia:

19 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas: Processos Passivos: Sem Gasto de Energia:

20 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas: Processos Passivos: Sem Gasto de Energia:

21 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas: Processos Ativos: Com Gasto de Energia: Transporte Ativo: o fármaco atravessa a membrana ligado em um carreador proteico, contra um gradiente de concentração ocorre, portanto, gasto de energia (ATP). São passíveis do Efeito de Competição. Endocitose: Fagocitose / Pinocitose Exocitose

22 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas: Processos Ativos: Com Gasto de Energia:

23 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas:

24 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas

25 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas

26 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas:

27 Movimentos: 1. Absorção: Transporte Através das Membranas:

28 Movimentos: 1. Absorção: Fatores que influenciam a absorção: Solubilidade da droga Ionização da droga Concentração da droga Circulação sanguínea local Forma farmacêutica e taxa de dissolução Área de superfície de absorção Tempo de contato com a superfície de absorção

29 Movimentos: 1. Absorção: Propriedades das drogas: Biodisponibilidade Efeito de primeira passagem Bioequivalência Farmacocinética

30 Movimentos: 1. Absorção: Propriedades das drogas: Biodisponibilidade: indica a fração do fármaco que chega à circulação sanguínea após a administração por qualquer via. Considera-se a absorção e a degradação do fármaco. Apenas na via de administração Intravenosa/Endovenosa (IV/EV) é que a biodisponibilidade do fármaco é de 100%.

31 Movimentos: 1. Absorção: Propriedades das drogas: Efeito de primeira passagem: é quando o fármaco sofre um metabolismo no fígado antes de alcançar a circulação sanguínea. Sendo assim o fármaco sofre uma mortificação hepática antes de atingir seus órgãos-alvos. Este efeito tem implicações importantes na biodisponibilidade do fármaco, determinando a melhor dose e via de administração.

32 Movimentos: 1. Absorção: Propriedades das drogas: Bioequivalência: dois fármacos comportam-se de modo semelhante, contendo os mesmos ingredientes ativos, a mesma concentração, dosagem e via de administração. Relaciona o medicamento genérico e seu respectivo medicamento de referência (aquele para o qual foi efetuada pesquisa clínica para comprovar sua eficácia e segurança antes do registro) apresentam a mesma biodisponibilidade no organismo. Assegurando que o medicamento genérico é equivalente terapêutico do medicamento de referência, ou seja, que apresenta a mesma eficácia clínica e a mesma segurança em relação ao original do ensaio clínico. O teste de equivalência farmacêutica é realizado "in vitro" (não envolve seres humanos), por laboratórios de controle de qualidade habilitados pela ANVISA.

33 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: A. Vias Digestivas B. Vias Transmucosas C. Vias Parenterais D. Via Transcutâneas Farmacocinética

34 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: A. Vias Digestivas: Via Oral (VO) Via Retal (VR) Farmacocinética

35 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: A. Vias Digestivas: Via Oral (VO) Vantagens: o Mais comum; o Mais segura; o Mais cômoda; o Menos traumática. Farmacocinética Desvantagens: o Irritação da mucosa ou vômito; o Destruição do fármaco; o Cooperação do paciente; o Sofre efeito de primeira passagem.

36 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: A. Vias Digestivas: Via Retal (VR) Vantagens: o Usado para drogas de efeito local e sistêmico; o Pacientes com vômitos; o Pacientes inconscientes ou incapazes de tomar medicamentos por via oral; o Apenas 50% sofre efeito de primeira passagem. o A droga não pode ser destruída por enzimas digestivas. Desvantagens: o Drogas que causam irritação da mucosa; o Absorção pode ser irregular e incompleta.

37 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: B. Vias Transmucosas: Via Sublingual (SL) Via Pulmonar (Inalatória) Via Conjuntival (Mucosa Conjuntival) Via Nasal (Mucosa nasal) Via Vaginal (Mucosa Vaginal)

38 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: B. Vias Transmucosas: Via Sublingual (SL) Resposta rápida; Pequena área de absorção; Não há efeito de primeira passagem; Não sofre ação do ph gástrico.

39 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: B. Vias Transmucosas: Via Pulmonar (Inalatória) Vantagens: o Drogas voláteis e gasosas; o Via de administração e eliminação; o Não sofre efeito de primeira passagem; o Aplicação local em doenças pulmonares; o Grande superfície de absorção; o Rica vascularização pulmonar; o Membranas entre o ar alveolar e os capilares são de fácil travessia. o Absorção rápida. Desvantagens: o Díficil regular a dose; o Absorção sistêmica parcial de drogas de ação local.

40 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: B. Vias Transmucosas: Via Conjuntival (Mucosa Conjuntival) Efeitos locais no olho através do epitélio do saco conjuntival; Drogas podem apresentar absorção sistêmica parcial, com efeitos colaterais. Via Nasal (Mucosa nasal): evitam injeções frequentes. Exs: cocaína e heroína, ADH, calcitonina. Via Vaginal (Mucosa Vaginal): Apresenta membrana biológica de fácil travessia, capaz de absorver drogas.

41 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: C. Vias Parenterais: Via Endovenosa (EV) Via Intramuscular (IM) Via Subcutânea (SC) Via Intratecal (Via Subaracnóidea)

42 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: C. Vias Parenterais: Vantagens: o Úteis em emergências; o A droga atinge o local de ação mais rapidamente, produzindo uma resposta rápida; o A dose é administrada com muita precisão; o Pacientes inconscientes e pacientes incapazes de reter medicamentos na boca. Desvantagens: o Requer formulação estéril e assepsia; o Mais traumática; o Auto-aplicação.

43 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: C. Vias Parenterais: Via Endovenosa (EV) Vantagens: o Não há absorção e biodisponibilidade é prevesível; o Grandes volumes e substâncias irritantes; o Acesso rápido e direto. Desvantagens: o Efeitos tóxicos mais rápidos; o Sem retorno; o Veia mantida é porta de entrada; o Efeitos sobre componentes sanguíneos: hemólise ou proteínas.

44 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: C. Vias Parenterais: Via Intramuscular (IM) Absorção variável local e fluxo sanguíneo; Substâncias irritantes e oleosas; Dor.

45 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: C. Vias Parenterais: Via Subcutânea (SC) Absorção lenta e constante efeito mantido; Substâncias insolúveis; Pequenos volumes e substâncias não irritantes.

46 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: C. Vias Parenterais: Via Intratecal (Via Subaracnóidea) É a injeção de uma substância no espaço subaracnóide através de uma agulha de punção lombar; Evita barreira hematoencefálica (BHE); Para tratamento de leucemias, produzir anestesia regional, administração de antibióticos ou de analgésicos opiáceos.

47 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: D. Via Transcutâneas Via Cutânea (Tópica) Via Transdérmica (Adesivo)

48 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: D. Via Transcutâneas Via Cutânea (Tópica) Pequena absorção pela pele intacta, devido à sua camada queratinizada; Absorção proporcional à lipossolubilidade e área aplicada; Métodos para alterar a absorção.

49 Movimentos: 1. Absorção: Vias de Administração: D. Via Transcutâneas Via Transdérmica (Adesivo) Útil para aplicação de drogas lipossolúveis; Permite rápida retirada.

50 Movimentos: 1. Absorção: Farmacocinética

51 Movimentos: 2. Distribuição: Após a absorção, a droga deve ser capaz de chegar ao seu local de ação, seu tecido-alvo. As drogas devem, portanto, atravessar as barreiras existentes entre os diferentes compartimentos: Compartimento Intravascular Líquido Intersticial (Fluido Extracelular) Compartimento Intracelular

52 Movimentos: 2. Distribuição: Existem algumas barreiras específicas determinadas para proteger estruturas nobres da ação dos fármacos: Sistema Nervoso: Barreira Hematoencefálica (BHE) Placenta: Barreira Placentária Testículo: Barreira Hematotesticular (BHT)

53 Movimentos: 2. Distribuição: Fatores que influenciam a distribuição: Fluxo sanguíneo tecidual Propriedades físico-químicas do fármaco (taxa de difusão) Ligação em estruturas celulares e teciduais criando reservatórios do fármaco (proteínas de membrana celulares, ácidos nucleicos, polipeptídios e polissacarídeos) Volume de distribuição Meia-vida biológica (t 1/2 ) Ligação a proteínas plasmáticas

54 Movimentos: 2. Distribuição: Fatores que influenciam a distribuição: Ligação a Proteínas Plasmáticas: Fração Livre: Não está ligada as Proteínas Plasmáticas Fração Ligada: Está ligada às Proteínas Plasmáticas o Albumina: fármacos ácido o Alfa1-glicoproteínas: fármacos básicos Uma vez que as proteínas não passam através das paredes capilares, a ligação do fármaco às proteínas pode retê-lo no espaço vascular por um determinado tempo. A fração do fármaco não ligado é que atravessará as membranas tornando-se disponível para interações com receptores, ou seja, é ela que exercerá o efeito farmacológico sendo, assim, chamada de Fração Farmacologicamente Ativa. Já a ligada é considerada a Fração Farmacologicamente Inativa.

55 Movimentos: 2. Distribuição: Fatores que influenciam a distribuição: Ligação a Proteínas Plasmáticas: Fração Livre: Fração Farmacologicamente Ativa. Fração Ligada: Farmacologicamente Inativa.

56 Movimentos: 2. Distribuição: Fatores que influenciam a distribuição: Ligação a Proteínas Plasmáticas: A interação do fármaco com a proteína plasmática é um processo rapidamente reversível e, à medida que o fármaco não ligado difunde-se dos capilares para os tecidos, mais fármaco ligado dissocia-se da proteína até que seja alcançado um equilíbrio, onde há concentrações relativamente constantes de forma ligada e não ligada. É uma interação dinâmica, em que complexos continuamente se formam e se desfazem. O Complexo Fármaco-Proteína além de ser farmacologicamente Inativo, não é metabolizado e eliminado, portanto age como um reservatório temporário na corrente sanguínea retardando a chegada de fármacos aos órgãos alvo e sítios de eliminação.

57 Movimentos: 2. Distribuição: Fatores que influenciam a distribuição: Ligação a Proteínas Plasmáticas:

58 Movimentos: 2. Distribuição: Fatores que influenciam a distribuição: Ligação a Proteínas Plasmáticas: Os sítios proteicos de ligação de fármacos no plasma são passíveis de saturação, mas geralmente isso não ocorre porque há abundância de sítios de ligação. A variação na concentração das proteínas plasmáticas pode influenciar a relação entre fração livre/fração ligada: hipoalbuminemia: cirrose, síndrome nefrótica, desnutrição grave, idoso, gestação. Competição entre os fármacos pelo sítio proteico: o de maior afinidade desloca o de menor afinidade. Fármacos podem alterar a estrutura das proteínas plasmáticas alterando a afinidade da proteína por outros fármacos (Ex: AAS: acorre a acetilação do resíduo lisina da molécula da albumina) Os fármacos competem entre si e também competem com as substâncias endógenas pelo sítio de ligação proteica.

59 Movimentos: 3. Biotransformação: Eliminação É a alteração química sofrida pelo fármaco no organismo que também participa da regulação dos níveis plasmáticos dos fármacos. É a Ação Enzimáticas de Enzimas Específicas e/ou Inespecíficas, através de Processos Químicos (Reações Químicas), sobre os fármacos resultando nos produtos da biotransformação do fármaco que é denominado de Metabólito.

60 Movimentos: 3. Biotransformação: Eliminação

61 Movimentos: 3. Biotransformação: Eliminação Fatores Relacionados com a Biotransformação Fatores que Afetam a Velocidade da Biotransformação:

62 Movimentos: 3. Biotransformação: Eliminação Fatores Relacionados com a Biotransformação Características da Enzimas Processos Químicos (Reações Químicas) Características dos Metabólitos

63 Movimentos: 3. Biotransformação: Eliminação Fatores Relacionados com a Biotransformação: Características da Enzimas: Sistema Enzimático o Órgãos Metabolizadores do fármacos: As enzimas estão presentes em todos os tecidos do organismo: Fígado Pulmões Rins Supra-renais Pele Tecido Nervoso Intestino delgado

64 Movimentos: 3. Biotransformação: Eliminação Fatores Relacionados com a Biotransformação: Características da Enzimas: Sistema Enzimático o Fração Solúvel: Desidrogenase (oxidação) Esterases (hidrólise) Amidases (hidrólise) Proteases (hidrólise) Transferases (conjugação) o Sistema Mitocondrial: Monoamino oxidase: MAO (oxidação) Diamino oxidase: DAO (oxidação) o Sistema Microssomal: retículo endoplasmático liso Citocromos P450 (oxidação) NADH-citocromo P450 redutase (redução)

65 Movimentos: 3. Biotransformação: Eliminação Fatores Relacionados com a biotransformação: Processos Químicos: Reações Químicas o Fase 1: catabólicas Alteram a reatividade química Aumenta a solubilidade aquosa: hidrossolúvel Oxidação, Redução Hidrólise o Fase 2: anabólicas Aumenta ainda mais a solubilidade em água: hidrossolúvel Conjugação Acetilação

66 Movimentos: 3. Biotransformação: Eliminação Fatores Relacionados com a Biotransformação: Características dos Metabólitos o Forma Inativa do fármaco o Forma Ativada do fármaco (codeína em morfina) o Formas do fármaco mais tóxicas o Fármaco mais Polar o Fármaco mais hidrossolúvel o Fármaco mais facilmente excretado do organismo

67 Movimentos: 3. Biotransformação: Eliminação Fatores Relacionados com a Biotransformação: Características dos Metabólitos

68 Movimentos: 3. Biotransformação: Eliminação Fatores que Afetam a Velocidade da Biotransformação: Concentração das Enzimas: Citocromo P450 Afinidade pelo fármaco Competição entre o fármaco e substâncias endógenas Fatores Genéticos Fatores Fisiológicos Fatores Ambientais Inibição do Sistema Enzimático Indução do Sistema Enzimático

69 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação É passagem do fármaco da circulação sanguínea para o meio externo. É através deste movimento que os fármacos são efetivamente removidos do organismo. As leis gerais de transporte através das membranas também se aplicam na Excreção, entretanto no Sentido Contrário dos movimentos de absorção e distribuição.

70 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Órgãos Excretores dos Fármacos Processos de Excreção Renal dos Fármacos Fatores que Influencia a Excreção Renal dos Fármacos Processo de Excreção Entérica

71 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Órgãos Excretores dos Fármacos: São denominados de Vias de Excreção ou Emunctórios: Rins: principal via excretoras dos metabólitos hidrossolúveis, através da urina. Pulmões: principal via excretoras de metabólitos voláteis, através da expiração. Tubo Digestivo: fármacos metabolizados pelo fígado, através das fezes e biles. Mamas: através do leite materno Glândulas exógenas: através do suor, da lágrima e da saliva. Pele e cabelo

72 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron Filtração Glomerular Secreção Tubular Ativa Reabsorção Tubular Passiva

73 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron

74 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron

75 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron

76 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron Filtração Glomerular: Inicia no plasma sanguíneo, atravessa os minúsculos poros dos capilares glomerulares e da camada visceral da cápsula de Bowman, passando para o espaço urinário, situado entre as duas camadas da cápsula de Bowman, continuando seu percurso pelo túbulo renal. É um processo passivo que depende de dois tipos de forças antagônicas: Pressão Hidrostática: pressão de líquido em cada compartimento Pressão Coloidosmótica: é o poder de absorção de água pelas proteínas presentes no plasma, que em virtude do seu tamanho não lhe é permitido atravessar as paredes dos capilares glomerulares, sendo assim retém líquidos no sangue.

77 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron Filtração Glomerular: É o processo no qual não ocorre a passagem de matéria particulada e materiais coloidais (proteínas e lipídeos) e as células sauguineas, mas ocorre a passagem de solutos de pequenas dimensões moleculares (solutos cristaloides), pequenos íons e a água pela barreira de filtração do glomérulo renal. Portanto, a Fração de Fármaco Ligada em proteína não é Excretada.

78 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron Filtração Glomerular: Membrana Glomerular

79 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron Filtração Glomerular: Membrana Glomerular A. As células endoteliais do glomérulo: 1.poro (fenestra). B. Membrana basal glomerular: 1.lâmina rara interna 2.lâmina densa 3.lâmina rara externa C. Podócitos: 1.proteína enzimática e estrutural 2.fenda de filtração 3.diadragma

80 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron Filtração Glomerular: Membrana Glomerular

81 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron Filtração Glomerular: Membrana Glomerular

82 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron Filtração Glomerular: Membrana Glomerular

83 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron Filtração Glomerular: Membrana Glomerular

84 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron Filtração Glomerular: A quantidade de fármaco que será filtrado, bem como a velocidade de filtração do fármaco para ser excretado depende: Fração do Fármaco ligada as Proteínas Plasmáticas Taxa de Filtração Glomerular Fluxo Plasmático Renal

85 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron Secreção Tubular Ativa: É o mecanismo mais efetivo para a eliminação renal da substância. As células dos túbulos transportam ativamente certas substâncias do plasma para a urina tubular. Neste local, a transferência das drogas ocorre contra um gradiente de concentração, pois as drogas tornam-se mais concentradas no interior da luz tubular. Há necessidade de uma proteína carreadora, que pode depurar uma substância quando sua maior parte está associada às proteínas plasmáticas. A secreção Tubular ocorre ao nível dos Túbulo Contorcido Distais

86 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron Reabsorção Tubular Passiva: Na maior parte das vezes é um processo passivo, ou seja, a favor de um gradiente de concentração, com as substâncias deixando o filtrado glomerular para atravessar as células tubulares e alcançar o plasma novamente. Somente as substâncias lipossolúveis são capazes de fazê-lo. A Reabsorção Tubular Passiva ocorre ao nível do Túbulo Contorcido Proximal

87 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processos de Excreção Renal dos Fármacos: Ocorre na Unidade Anatomofisiológica dos Rins: Néfron Filtração Glomerular:

88 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Fatores que Influencia a Excreção Renal dos Fármacos: São os fatores Fisiológicos ou Patológicos que afetem a Função Renal, influenciando decisivamente na excreção do fármaco pela via urinária. Entre os Fatores Patológicos o mais importante é a Insuficiência Renal. E entre os Fatores Fisiológicos a Idade é o mais importante. O que determina a velocidade de excreção dos fármacos pelos rins é a Depuração ou Clearance, que consiste em medir a quantidade absoluta de uma substância excretada pelos rins em 1 minuto, relacionando-a com a sua concentração plasmática. O Clearance é usado universalmente para indicar a remoção completa de determinada substância de um volume específico de sangue na unidade de tempo.

89 Movimentos: 4. Excreção: Eliminação Processo de Excreção Entérica: Alguns fármacos quando no fígado, as células hepáticas podem transferir o fármaco para a bile, sendo, posteriormente, lançadas no intestino. Eventualmente, estes fármacos podem ser reabsorvidos pela Circulação êntero-hepática, promovendo um ciclo de movimento de fármaco, criando um reservatório circulante, que pode prolongar a ação do fármaco.

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