Administração de Medicamentos. Professora Daniele Domingues

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Administração de Medicamentos. Professora Daniele Domingues dani.dominguess@gmail.com"

Transcrição

1 Professora Daniele Domingues

2

3 FATORES QUE DETERMINAM A ESCOLHA VIA Tipo de ação desejada Rapidez de ação desejada Natureza do medicamento

4 CLASSIFICAÇÃO Enterais Parenterais Tópica Inalatória

5

6 VIA ORAL - VANTAGENS Auto-administração, econômica, fácil Confortável, indolor Possibilidade de remover o medicamento Efeitos locais e sistêmicos Formas farmacêuticas: cápsulas, comprimidos, etc...

7 VIA ORAL DESVANTAGENS absorção variável (ineficiente) período de latência médio a longo ação dos sucos digestivos interação com alimentos pacientes não colaboradores (inconscientes) sabor

8 VIA BUCAL/SUB-LINGUAL - VANTAGENS Fácil acesso e aplicação Circulação sistêmica Latência curta Emergência (mucosa oral e sub-lingual) Formas farmacêuticas: comprimidos, pastilhas, soluções, aerossóis, etc...

9 VIA BUCAL/SUB-LINGUAL - DESVANTAGENS Pacientes inconscientes Irritação da mucosa Dificuldade em pediatria

10 VIA RETAL VANTAGENS Circulação sistêmica Pacientes não colaboradores (semi-conscientes) Impossibilidade da via oral Impossibilidade da via parenteral Formas farmacêuticas: supositórios e enemas

11 VIA RETAL - DESVANTAGENS Lesão da mucosa Incômodo Expulsão Absorção irregular e incompleta

12

13 Vias de Administração de medicamentos: Intramuscular Subcutâneo Endovenoso Intradérmico

14 VIA INTRAMUSCULAR - VANTAGENS Efeito rápido com segurança. Via de depósito ou efeitos sustentados. Fácil aplicação. Utilizado quando há necessidade de administração de maior quantidade de volume.

15 VIA INTRAMUSCULAR DESVANTAGENS Dolorosa Substâncias irritantes ou com ph diferente Não suporta grandes volumes

16 Escolha do local : idade e atividade, tipo de medicamento e irritabilidade da droga, quantidade de medicamento e a freqüência e número de vezes que será administrada durante o tratamento.

17 Locais de administração: Músculo Deltóide; Músculo da região glútea - região dorso glútea e ventro glútea Músculo vasto lateral região da face antero lateral da coxa.

18 Administração de Medicamentos PROCEDIMENTO Explicar o procedimento. Verificar condições da pele e musculatura. Adequar a agulha. Aspire a medicação do frasco/ampola, troque a agulha e remova as bolhas de ar. Posicione o paciente e delimite o local.

19 Faça anti-sepsia com algodão e álcool 70%, em uma área de cerca de 5-8cm e espere secar. Insira a agulha em ângulo de 90º com movimento rápido, suave e seguro. Aspire para verificar se não atingiu algum vaso sanguíneo. Caso não tenha atingido, injete o medicamento lentamente. Ao término, retire a agulha com movimento suave e contínuo. Aplique uma pequena pressão no local com algodão seco.

20

21 Músculo deltóide Músculo mais importante da cintura escapular. Acessível; Pequeno volume máximo 2 ml Proximidade ao nervo radial e vasos. Em crianças é pouco desenvolvido.

22 Delimitação: Localizar face externa do braço, com o limite superior 2cm abaixo do processo acromial e o ponto médio axilar. Ou 3 a 4 dedos abaixo do processo do acrômio

23 Músculos da região glútea Dorso Glútea DELIMITAÇÃO: Divida a nádega com uma linha imaginária em quatro quadrantes, utilizando a crista ilíaca e a prega glútea como limites na linha vertical, e prega média glútea como linha horizontal. Injeta-se 5 a 7 cm abaixo da crista ilíaca, no quadrante superior externo da nádega.

24

25 Músculos da região glútea Dorso Ventro Glútea DELIMITAÇÃO: Posicionar a mão dominante no quadril oposto do paciente, localizando com o dedo indicador a espinha ilíaca ântero superior direita. Estenda o dedo médio ao longo da crista ilíaca, espalmando a mão sobre o trocânter. Formando um triângulo com o indicador. A punção será no centro do triângulo.

26 Músculo vasto lateral região da face antero lateral da coxa Utiliza-se agulha até 25mm de comprimento. Volume máximo 4 ml adulto com musculatura desenvolvida e 1 a 2 ml em crianças com menos de 2 anos. Dolorosa. Contra indicado em recém nascidos (0 a 28 dias)não há risco de lesão neural.

27 Músculo vasto lateral região da face antero lateral da coxa DELIMITAÇÃO: Traçar um retângulo delimitado pela linha média anterior da coxa, do lado da perna, 12 a 15 cm abaixo do trocânter, de 9 a 12 cm acima do joelho, numa faixa de 7 a 10 cm de largura.

28

29 VIA SUBCUTÂNEA Administração de medicamentos na hipoderme. Absorção é lenta, contínua e segurança na dose. Volume máximo: 1,5 ml

30 Locais de administração: Braços Face externa anterior e posterior; Coxa face lateral externa e frontal; Região glútea Região abdominal hipocôndrio direito e esquerdo (exceto peri umbilical) Material: Seringa 1-3 ml, agulhas 13x4,5 mm ou 10x5mm

31

32 VIA ENDOVENOSA 1. Obter efeito imediato do medicamento. 2. Administração de drogas, contra-indicadas pela via oral, SC, IM, por sofrerem a ação dos sucos digestivos ou por serem irritantes para os tecidos. 3. Administração de grandes volumes de soluções (exemplo: desidratação, choque, hemorragia, cirurgias). 4. Efetuar nutrição parenteral. 5. Instalar terapêutica com sangue e hemoderivados.

33 VIA ENDOVENOSA COMPLICAÇÕES Flebites, tromboflebites, acidentes embólicos Infecções Extravasamento Necrose Sobrecarga circulatória Reações alérgicas

34 Técnica: Garrotear sem compressão exagerada, aproximadamente 4 dedos acima do local escolhido para a punção. Localizar a veia a ser puncionada. Fazer a anti-sepsia ampla do local, com movimentos de baixo para cima Colocar o indicador da mão dominante sobre o canhão da agulha, e com os demais dedos, segurar a seringa. O bisel da agulha deve estar voltado para cima.

35 Evidenciada a presença de sangue na seringa, pedir para o paciente abrir a mão e retirar o garrote. Fixar o acesso venoso, ou injetar a medicação.

Faculdade de Imperatriz FACIMP

Faculdade de Imperatriz FACIMP Faculdade de Imperatriz FACIMP Disciplina: Farmacologia Prof. Dr. Paulo Roberto da Silva Ribeiro 5 o Período de Farmácia e Bioquímica 1 o Semestre de 2007 Prof. Paulo Roberto 1 FARMACOLOGIA 1. INTRODUÇÃO

Leia mais

Administração de medicamentos via parenteral. Profª Leticia Pedroso

Administração de medicamentos via parenteral. Profª Leticia Pedroso Administração de medicamentos via parenteral Profª Leticia Pedroso INJETÁVEIS- VIA PARENTERAL É a administração de medicamentos através das vias: Endovenosa (EV), intramuscular (IM, subcutânea (SC) e Intradérmica

Leia mais

Administração de Medicamentos Condutas de Enfermagem

Administração de Medicamentos Condutas de Enfermagem Administração de Medicamentos Condutas de Enfermagem SUBSECRETARIA DE ESTADO DE DEFESA CIVIL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA GERAL DE SAÚDE Cap BMQOS/Enf/02 Vívian Marinho

Leia mais

HOSPITAL FÊMINA. Administração de Medicamentos Injetáveis

HOSPITAL FÊMINA. Administração de Medicamentos Injetáveis HOSPITAL NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO HOSPITAL FÊMINA COMISSÃO DE GERENCIAMENTO DE RISCO - HNSC Administração de Medicamentos Injetáveis ENFª GRAZIELLA GASPAROTTO BAIOCCO ORIENTAÇÕES HOSPITAL GERAIS FÊMINA

Leia mais

Módulo:Princípios de Farmacologia

Módulo:Princípios de Farmacologia Módulo:Princípios de Farmacologia Vias de Administração de Fármacos Prof. Dr. Ronaldo A. Ribeiro! "! # ",-( $% & ' ADMINIS TRAÇÃO COM ABSORÇÃO ABSORÇÃO ADMINIS TRAÇÃO SEM ABS ORÇÃO Memb rana Tecidos: gordura,

Leia mais

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia. fernandabrito@vm.uff.br

PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia. fernandabrito@vm.uff.br PROF.: FERNANDA BRITO Disciplina Farmacologia fernandabrito@vm.uff.br CONCEITOS ABSORÇÃO Passagem da droga do local de administração p/ a corrente sangüínea FÍGADO TGI METABOLISMO PLASMA PULMÃO RIM METABOLISMO

Leia mais

VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS

VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS Administração de medicamentos é o processo de preparo e introdução de medicamentos no organismo humano, visando obter efeitos terapêuticos. Segue normas e rotinas

Leia mais

Farmacologia Formas farmacêuticas e administração

Farmacologia Formas farmacêuticas e administração PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS Pró-Reitoria de Graduação Departamento de Biologia Farmacologia Formas farmacêuticas e administração Prof. Raimundo Jr, M.Sc Desenvolvimentos dos fármacos 1. Síntese

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO MEDICAMENTOSA: VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS DIFERENTES VIAS DRUG ADMINISTRATION: ADVANTAGES AND DISADVANTAGES OF DIFFERENT WAYS

ADMINISTRAÇÃO MEDICAMENTOSA: VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS DIFERENTES VIAS DRUG ADMINISTRATION: ADVANTAGES AND DISADVANTAGES OF DIFFERENT WAYS ADMINISTRAÇÃO MEDICAMENTOSA: VANTAGENS E DESVANTAGENS DAS DIFERENTES VIAS DRUG ADMINISTRATION: ADVANTAGES AND DISADVANTAGES OF DIFFERENT WAYS MONTANHA, Francisco Pizzolato Docente do curso de Medicina

Leia mais

União de Ensino Superior de Campina Grande Curso Fisoterapia Disciplina: Farmacologia Vias de Administração de Fármacos

União de Ensino Superior de Campina Grande Curso Fisoterapia Disciplina: Farmacologia Vias de Administração de Fármacos União de Ensino Superior de Campina Grande Curso Fisoterapia Disciplina: Farmacologia Vias de Administração de Fármacos Yanna C. F. Teles yannateles@gmail.com FARMACOCINÉTICA Estuda o caminho que os fármacos

Leia mais

Punção Venosa Periférica CONCEITO

Punção Venosa Periférica CONCEITO Punção Venosa Periférica CONCEITO É a criação de um acesso venoso periférico a fim de administrar soluções ou drogas diretamente na corrente sanguínea, para se obter uma ação imediata do medicamento. Preparar

Leia mais

Semiotécnica- Prof: Renato de Oliveira Capitulo 03. (Vias de administração medicamentosa)

Semiotécnica- Prof: Renato de Oliveira Capitulo 03. (Vias de administração medicamentosa) Semiotécnica- Prof: Renato de Oliveira Capitulo 03 (Vias de administração medicamentosa) Conceito: organismo. Chama-se via de administração o local onde o fármaco entra em contato com o Classificação:

Leia mais

Vias de administração

Vias de administração Vias de administração Parenteral Intravenosa: I.V. Intraperitoneal: I.P. Intramuscular: I.M. Subcutânea: SC Intradérmica: ID Infiltração Local Aplicação tópica Considerações Antes de tudo: Observação Treinamento

Leia mais

Como administrar Nebido com segurança (ampolas)

Como administrar Nebido com segurança (ampolas) Como administrar Nebido com segurança (ampolas) Informação para profissionais de saúde Este folheto fornece informações sobre certos aspetos da administração de Nebido, a fim de ampliar o seu conhecimento

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÃO POR VIA PERCUTANEA (SC, ID, IM)

ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAÇÃO POR VIA PERCUTANEA (SC, ID, IM) Revisão: 24/06/2014 PÁG: 1 CONCEITO Consiste na administração medicamentos líquidos e estéreis por via percutânea de acordo com a terapia medicamentosa prescrita FINALIDADE Administração percutânea de

Leia mais

Dr. Juan Carlos B. Ligos CRF: 11107

Dr. Juan Carlos B. Ligos CRF: 11107 Dr. Juan Carlos B. Ligos CRF: 11107 Vias injetáveis VIAS INJETÁVEIS Decisões complexas: Realização do procedimento Medicação a ser administrada (Interpretação da receita) Volume a ser injetado Seleção

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Preparo e Administração de Medicação por Via Subcutânea

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Preparo e Administração de Medicação por Via Subcutânea Procedimento Operacional Padrão (POP) POP NEPEN/DE/HU Assistência de Enfermagem Título Preparo e Administração de Medicação por Via Subcutânea Versão: 01 Próxima revisão: 2016 Elaborado por: Lícia Mara

Leia mais

Aplicação de injetáveis. Hotoniel Drumond

Aplicação de injetáveis. Hotoniel Drumond Aplicação de injetáveis Hotoniel Drumond Resolução CFF 499/2008 Dispõe sobre a prestação de serviços farmacêuticos, em farmácias e drogarias Seção V Da aplicação de injetáveis: Art 21 ao 24 Outras legislações

Leia mais

COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA.

COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA. COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA. CITOLOGIA CLÍNICA O exame citológico é uma das grandes ferramentas para auxiliar o médico veterinário no diagnóstico, prognóstico e na tomada de

Leia mais

A lavagem de mãos é um procedimento indispensável em todos os procedimentos relacionados a terapia intravenosa.

A lavagem de mãos é um procedimento indispensável em todos os procedimentos relacionados a terapia intravenosa. A lavagem de mãos é um procedimento indispensável em todos os procedimentos relacionados a terapia intravenosa. Projeto coordenado por Profa. Dra. Denise Costa Dias 1. Selecionar a veia e os materiais

Leia mais

Introdução. O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e. humano.

Introdução. O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e. humano. Introdução O conforto e a Segurança abrangem aspectos físicos, psicossociais e espirituais e constituem necessidades básicas do ser humano. Movimentação do paciente Para que o paciente se sinta confortável

Leia mais

C. Guia de Treino ------------------------------------------------

C. Guia de Treino ------------------------------------------------ C. Guia de Treino ------------------------------------------------ A FORÇA / RESISTÊNCIA ( FUNÇÃO MOVIMENTO OSCILAÇÃO ) A01 Joelhos inclinados Com os pés afastados na plataforma, segure a barra de apoio

Leia mais

Jorge Storniolo. Henrique Bianchi. Reunião Locomotion 18/03/2013

Jorge Storniolo. Henrique Bianchi. Reunião Locomotion 18/03/2013 Jorge Storniolo Henrique Bianchi Reunião Locomotion 18/03/2013 Histórico Conceito Cuidados Protocolos Prática Antiguidade: Gregos e egípcios estudavam e observavam as relações de medidas entre diversas

Leia mais

Reitora Suely Vilela. Diretor da Faculdade de Saúde Pública Chester Luiz Galvão César. Chefe do Departamento de Nutrição Carlos Augusto Monteiro

Reitora Suely Vilela. Diretor da Faculdade de Saúde Pública Chester Luiz Galvão César. Chefe do Departamento de Nutrição Carlos Augusto Monteiro Reitora Suely Vilela Diretor da Faculdade de Saúde Pública Chester Luiz Galvão César Chefe do Departamento de Nutrição Carlos Augusto Monteiro Chefe do Laboratório de Avaliação Nutricional de Populações

Leia mais

Técnicas de administração de medicamentos

Técnicas de administração de medicamentos Técnicas de administração de medicamentos Profª Ana Cássia Equipamentos de proteção individual e materiais Luva de procedimento Máscara Bandeja ou cuba Algodão Álcool Seringa, agulha Scalpou jelco Garrote

Leia mais

Ethamolin. oleato de monoetanolamina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

Ethamolin. oleato de monoetanolamina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: Ethamolin oleato de monoetanolamina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: ETHAMOLIN consiste em uma solução aquosa de oleato de monoetanolamina a 5% para uso injetável apresentado em caixas contendo 6 ampolas

Leia mais

em Farmácias e Drogarias Sincofarma/SP Sindicato do Comércio de Produtos Varejista Farmacêuticos no Estado de São Paulo.

em Farmácias e Drogarias Sincofarma/SP Sindicato do Comércio de Produtos Varejista Farmacêuticos no Estado de São Paulo. 1 em Farmácias e Drogarias Sincofarma/SP Sindicato do Comércio de Produtos Varejista Farmacêuticos no Estado de São Paulo. 2 CONTEÚDO - Pessoal e Local - Receita - Medicação - Sala de Aplicação - Higienização

Leia mais

Vacina Pentavalente. Nomenclatura. Proteção. Forma Farmacêutica Apresentação

Vacina Pentavalente. Nomenclatura. Proteção. Forma Farmacêutica Apresentação Vacina Pentavalente Nomenclatura Proteção Forma Farmacêutica Apresentação Lab. Produtor Composição Indicação Precauções Contra Indicações - Vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis, hepatite B (recombinante)

Leia mais

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Realização de Punção Venosa Periférica com Cateter sobre Agulha

Procedimento Operacional Padrão (POP) Assistência de Enfermagem Título. Realização de Punção Venosa Periférica com Cateter sobre Agulha Procedimento Operacional Padrão (POP) POP NEPEN/DE/HU Assistência de Enfermagem Título Realização de Punção Venosa Periférica com Cateter sobre Agulha Versão: 01 Próxima revisão: Elaborado por: Vanessa

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. Administração de Medicamentos por Via Intramuscular*

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO. Administração de Medicamentos por Via Intramuscular* 1 CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO São Paulo, fevereiro de 2.010. Administração de Medicamentos por Via Intramuscular* 1. A Via Intramuscular A administração de medicamentos por via intramuscular

Leia mais

ALTURA TOTAL (ALT) - DISTÂNCIA DO VERTEX AO SOLO.

ALTURA TOTAL (ALT) - DISTÂNCIA DO VERTEX AO SOLO. ALTURA TOTAL (ALT) - DISTÂNCIA DO VERTEX AO SOLO. - Indivíduo descalço e usando pouca roupa, na posição antropométrica sobre uma superfície lisa e perpendicular ao antropómetro. - Calcanhares juntos e

Leia mais

Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem ATIVIDADES AÇÕES DESENVOLVIDAS QUADRO VALOR ATUAL

Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem ATIVIDADES AÇÕES DESENVOLVIDAS QUADRO VALOR ATUAL Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem ATIVIDADES AÇÕES DESENVOLVIDAS QUADRO VALOR ATUAL 1. Consultoria I 2. Assessoria I Livre ADMINISTRATIVAS 3. Auditoria I manifestação 4. Planejamento

Leia mais

CATATERIZAÇÃO DA ARTÉRIA UMBILICAL

CATATERIZAÇÃO DA ARTÉRIA UMBILICAL CATÉTERES Trataremos das indicações e das técnicas de introdução do catéter de artéria e veia umbilical e do catéter percutâneo. Nos casos de cataterização umbilical, tanto arterial quanto venosa está

Leia mais

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular Provas de função muscular MMII Graduação de força muscular Grau 0:Consiste me palpar o músculo avaliado e encontrar como resposta ausência de contração muscular. Grau 1:Ao palpar o músculo a ser avaliado

Leia mais

NOME COMERCIAL: APLIC SERINGA DESCARTÁVEL RETRÁTIL COM AGULHA

NOME COMERCIAL: APLIC SERINGA DESCARTÁVEL RETRÁTIL COM AGULHA NOME COMERCIAL: APLIC SERINGA DESCARTÁVEL RETRÁTIL COM AGULHA 1.1. Descrição detalhada do produto médico, incluindo os fundamentos de seu funcionamento e sua ação: A Aplic Seringa Descartável Retrátil

Leia mais

INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM - ADMINISTRAR MEDICAMENTOS POR VIA INTRAMUSCULAR PROCEDIMENTO. Objectivo: Administrar medicamento no tecido muscular.

INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM - ADMINISTRAR MEDICAMENTOS POR VIA INTRAMUSCULAR PROCEDIMENTO. Objectivo: Administrar medicamento no tecido muscular. INTERVENÇÃO DE ENFERMAGEM - ADMINISTRAR MEDICAMENTOS POR VIA INTRAMUSCULAR PROCEDIMENTO Objectivo: Administrar medicamento no tecido muscular. Considerações Prévias/Avaliação Inicial: Prescrição de toda

Leia mais

Global Training. The finest automotive learning

Global Training. The finest automotive learning Global Training. The finest automotive learning Cuidar da saúde com PREFÁCIO O Manual de Ergonomia para o Motorista que você tem em agora em mãos, é parte de um programa da Mercedes-Benz do Brasil para

Leia mais

Texto 11 Administração dos Imunobiológicos: Técnicas de Preparo, Vias e Locais de Administração

Texto 11 Administração dos Imunobiológicos: Técnicas de Preparo, Vias e Locais de Administração Texto 11 Administração dos Imunobiológicos: Técnicas de Preparo, Vias e Locais de Administração As vacinas e soros têm indicações específicas quanto à composição, apresentação, via de administração, doses

Leia mais

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO EQUIPE MULTIPROFISSIONAL DE TERAPIA NUTRICIONAL - EMTN ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS Enfª Danielli Soares Barbosa Membro do Grupo

Leia mais

Um jeito simples e suave de injetar

Um jeito simples e suave de injetar Um jeito simples e suave de injetar ACABE COM O MEDO DE ANESTESIA LOCAL DOS SEUS PACIENTES... NÃO USE AGULHAS Milhares de pessoas em todo o mundo sofrem de algum grau de fobia de agulhas ou ansiedade.

Leia mais

POSICIONAMENTO DO PACIENTE PARA CIRURGIA: ENFERMAGEM CIRÚRGICA

POSICIONAMENTO DO PACIENTE PARA CIRURGIA: ENFERMAGEM CIRÚRGICA POSICIONAMENTO DO PACIENTE PARA CIRURGIA: ENFERMAGEM CIRÚRGICA PROF. CRISTIANA COSTA LUCIANO POSICIONAMENTO CIRÚRGICO: - POSIÇÃO CIRÚRGICA É AQUELA EM QUE É COLOCADO O PACIENTE, APÓS ANESTESIADO, PARA

Leia mais

Processo seletivo Técnico de Enfermagem

Processo seletivo Técnico de Enfermagem Classificação Nome do Candidato Nota / Prova Objetiva 1. Jeferton de Souza da Silva 9,11 2. Eliomar Paixão de Aquino 7,61 3. Leandra R. Duarte 7,53 4. Lidinéia Silene B. Almeida 7,22 5. José Antônio de

Leia mais

Para que Serve? Tratamento

Para que Serve? Tratamento Quimioterapia O que é? É um tratamento que utiliza medicamentos quimioterápicos para eliminar células doentes. Cada agente quimioterápico tem diferentes tipos de ação sobre as células e, consequentemente,

Leia mais

Administração de medicamentos em enfermagem. Prof Giselle

Administração de medicamentos em enfermagem. Prof Giselle Administração de medicamentos em enfermagem Prof Giselle Administração de medicamentos È uma atividade séria que envolve muita responsabilidade. Neste contexto o enfermeiro deve agir com segurança responsabilidade

Leia mais

Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005

Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005 Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005 Atividades Administrativas 1. Consultoria I 2. Assessoria I 3. Auditoria I 4. Planejamento I 5. Supervisão I Livre negociação entre as partes a partir de 72,31

Leia mais

REPARIL. Takeda Pharma Ltda. Gel 10mg/g + 50mg/g.

REPARIL. Takeda Pharma Ltda. Gel 10mg/g + 50mg/g. REPARIL Takeda Pharma Ltda. Gel 10mg/g + 50mg/g. APRESENTAÇÕES Gel com 10 mg/g (escina) + 50 mg/g (salicilato de dietilamônio). Bisnagas com 30 g ou 100 g. USO TÓPICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO

Leia mais

CONCEITO Consiste na coleta de sangue venoso através de uma veia periférica, utilizando agulha ou cateter tipo escalpe e seringa descartável.

CONCEITO Consiste na coleta de sangue venoso através de uma veia periférica, utilizando agulha ou cateter tipo escalpe e seringa descartável. Revisão: 00 PÁG: 1 CONCEITO Consiste na coleta de sangue venoso através de uma veia periférica, utilizando agulha ou cateter tipo escalpe e seringa descartável. FINALIDADE Determinar compatibilidade de

Leia mais

11º Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia Segurança na Terapia Intravenosa

11º Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia Segurança na Terapia Intravenosa 11º Simpósio Mineiro de Enfermagem e Farmácia em Oncologia Segurança na Terapia Intravenosa Bruno Viana de Andrade Enfermeiro do Serviço de Oncologia do Hospital Mater Dei Belo Horizonte MG 2014 História

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA AUTO APLICAÇÃO DE INSULINA

ORIENTAÇÕES PARA AUTO APLICAÇÃO DE INSULINA rte INFORMAÇÕES GERAIS Em caso de dúvidas, alterações no estado de saúde do paciente, você pode entrar em contato com o Ambulatório da ALA I do HUSM através do telefone 3220 8538. Telefones úteis: Bombeiros:

Leia mais

Oncologia. Aula 2: Conceitos gerais. Profa. Camila Barbosa de Carvalho 2012/1

Oncologia. Aula 2: Conceitos gerais. Profa. Camila Barbosa de Carvalho 2012/1 Oncologia Aula 2: Conceitos gerais Profa. Camila Barbosa de Carvalho 2012/1 Classificação da Quimioterapia Em relação ao número de medicamentos usados; Em relação ao objetivo; Em relação à via de administração;

Leia mais

GUIA DE VIAS DE ADMINISTRAÇÃO, MEDICAMENTOS E EUTANÁSIA PARA ANIMAIS EM EXPERIMENTAÇÃO

GUIA DE VIAS DE ADMINISTRAÇÃO, MEDICAMENTOS E EUTANÁSIA PARA ANIMAIS EM EXPERIMENTAÇÃO GUIA DE VIAS DE ADMINISTRAÇÃO, MEDICAMENTOS E EUTANÁSIA PARA ANIMAIS EM EXPERIMENTAÇÃO PROF. CARLA APARECIDA DE BARROS RESP. TÉCNICO BIOTÉRIOS-UNIFIL 2014 1) Vias e locais de administração de drogas Todos

Leia mais

É uma fratura comum que ocorre em pessoas de todas as idades. Anatomia. Clavícula

É uma fratura comum que ocorre em pessoas de todas as idades. Anatomia. Clavícula Fratura da Clavícula Dr. Marcello Castiglia Especialista em Cirurgia do Ombro e Cotovelo É uma fratura comum que ocorre em pessoas de todas as idades. Anatomia O osso da clavícula é localizado entre o

Leia mais

Seqüência completa de automassagem

Seqüência completa de automassagem Seqüência completa de automassagem Os exercícios descritos a seguir foram inspirados no livro Curso de Massagem Oriental, de Armando S. B. Austregésilo e podem ser feitos em casa, de manhã ou à tardinha.

Leia mais

Formação Contínua. Formação em Preparação e Administração de Medicamentos. Formadora: Enf.ª Maria de Fátima Lima

Formação Contínua. Formação em Preparação e Administração de Medicamentos. Formadora: Enf.ª Maria de Fátima Lima Formação em Preparação e Administração de Medicamentos Formadora: Enf.ª Maria de Fátima Lima Junho 2008 Índice 1 Princípios Gerais na Administração de Medicamentos... 3 1.2 NOMENCLATURA DOS MEDICAMENTOS...

Leia mais

RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00038/2013-001 SRP

RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00038/2013-001 SRP 52121 - COMANDO DO EXERCITO 160322 - HOSPITAL CENTRAL DO EXERCITO/RJ RELAÇÃO DE ITENS - PREGÃO ELETRÔNICO Nº 00038/2013-001 SRP 1 - Itens da Licitação 1 - CUBA APARELHO - USO LABORATÓRIO EQUIPO DE INFUSÃO

Leia mais

Ajuste inicial: (para ser executada por um médico licenciado somente) (Assegurar de usar embaixo uma camiseta de algodão).

Ajuste inicial: (para ser executada por um médico licenciado somente) (Assegurar de usar embaixo uma camiseta de algodão). 1- Instruções de Uso Suporte para Costas BOA Modelos Classic e Chair back Ajuste inicial: (para ser executada por um médico licenciado somente) (Assegurar de usar embaixo uma camiseta de algodão). 1) Enquanto

Leia mais

CHEK LIST CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS/ LATERALIDADE

CHEK LIST CIRURGIA SEGURA SALVA VIDAS/ LATERALIDADE 1 de 6 335547222 5 RESULTADO ESPERADO: 335547222 Ajudar a garantir que as equipes cirúrgicas sigam de forma consistente algumas medidas de segurança críticas. Espera-se que dessa forma os riscos mais comuns

Leia mais

Manual de Uso APARELHO DE GI NÁSTI CA TOTAL GYM 1000 -------------------------------------------------------DESCRIÇÃO DO PRODUTO

Manual de Uso APARELHO DE GI NÁSTI CA TOTAL GYM 1000 -------------------------------------------------------DESCRIÇÃO DO PRODUTO Manual de Uso APARELHO DE GI NÁSTI CA TOTAL GYM 1000 -------------------------------------------------------DESCRIÇÃO DO PRODUTO ATENÇÃO Mantenha cabelo, dedos, roupa, animais de estimação e crianças longe

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIRETORIA DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM INSULINOTERAPIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIRETORIA DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM INSULINOTERAPIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO DIRETORIA DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM INSULINOTERAPIA Instrutora: Enf. Dra.Thaís S Guerra Stacciarini DIABETES MELLITUS: conjunto de síndromes

Leia mais

Última revisão: 03/08/2011 ACESSO VENOSO CENTRAL

Última revisão: 03/08/2011 ACESSO VENOSO CENTRAL Protocolo: Nº 51 Elaborado por: Wilhma Castro Ubiratam Lopes Manoel Emiliano Luciana Noronha Última revisão: 03/08/2011 Revisores: Manoel Emiliano Ubiratam Lopes Wilhma Alves Luciana Noronha Luiz Ernani

Leia mais

Noções de Farmacologia e Calculo em Medicamentos II

Noções de Farmacologia e Calculo em Medicamentos II Tradição em formar Profissionais com Qualidade Noções de Farmacologia e Calculo em Medicamentos II Sumário Conhecendo os materiais de trabalho...01 Conceitos Básicos...08 Abreviaturas mais encontradas

Leia mais

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas Pós Operatório Cirurgias Torácicas Tipos de Lesão Lesões Diretas fratura de costelas, coluna vertebral ou da cintura escapular, hérnia diafragmática, ruptura do esôfago, contusão ou laceração pulmonar.

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA Autarquia Federal criada pela Lei Nº 5.905/73

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA Autarquia Federal criada pela Lei Nº 5.905/73 PARECER COREN/SC Nº 015/CT/2013 Assunto: Solicitação de Parecer Técnico acerca da realização de punção intraóssea por Enfermeiro. I - Do Fato Solicitado Parecer Técnico sobre a Câmara Técnica do Coren/SC,

Leia mais

a) Termômetro de máxima e mínima

a) Termômetro de máxima e mínima De acordo com a orientação da Organização Pan-Americana de Saúde, deve-se armazenar os imunobiológicos de maneira a não ocupar todo o espaço do equipamento: geladeira: ocupar somente 50% da sua capacidade

Leia mais

Em que situações se deve realizar um eco- doppler arterial dos membros inferiores.

Em que situações se deve realizar um eco- doppler arterial dos membros inferiores. O que é um eco- doppler? O eco- doppler, ultrassonografia vascular ou triplex- scan é um método de imagem que se baseia na emissão e reflecção de de ondas de som (ultra- sons). Através deste exame é possível

Leia mais

Hermann Blumenau - Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal FARMACOLOGIA. Professor Bruno Aleixo Venturi

Hermann Blumenau - Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal FARMACOLOGIA. Professor Bruno Aleixo Venturi Hermann Blumenau - Complexo Educacional Curso Técnico em Saúde Bucal FARMACOLOGIA Professor Bruno Aleixo Venturi Farmacologia fármacon: drogas lógos: estudo É a ciência que estuda como os medicamentos

Leia mais

GUIA DE APOIO CATETER TOTALMENTE IMPLANTADO IPO DE COIMBRA

GUIA DE APOIO CATETER TOTALMENTE IMPLANTADO IPO DE COIMBRA GUIA DE APOIO CATETER TOTALMENTE IMPLANTADO IPO DE COIMBRA Este guia contém informações para os doentes com um cateter totalmente implantado (CTI) e para os profissionais de saúde que prestam assistência

Leia mais

I Oficina Macrorregional de Hemovigilância: do doador ao receptor. São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015

I Oficina Macrorregional de Hemovigilância: do doador ao receptor. São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 I Oficina Macrorregional de Hemovigilância: do doador ao receptor São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 Formulário de notificação de reações graves à doação Tema apresentado por: Auristela Maciel Lins -Membro

Leia mais

ENFERMAGEM HOSPITALAR Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

ENFERMAGEM HOSPITALAR Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM HOSPITALAR Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM Chefia do Serviço de Enfermagem Supervisor de Enfermagem Enfermeiro Encarregado de Unidade/Setor Enfermeiros em Unidade de Terapia Intensiva

Leia mais

VACINA CONTRA HEPATITE A (VÍRUS INATIVADOS) USO PEDIÁTRICO

VACINA CONTRA HEPATITE A (VÍRUS INATIVADOS) USO PEDIÁTRICO VACINA CONTRA HEPATITE A (VÍRUS INATIVADOS) USO PEDIÁTRICO FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES Suspensão injetável. - Cartucho contendo uma seringa de uma dose de 0,5 ml; - Cartucho contendo 10 seringas

Leia mais

Farmacologia. Farmacologia. Estuda os aspectos bioquímicos e fisiológicos dos. efeitos dos fármacos. É dividida em duas áreas principais:

Farmacologia. Farmacologia. Estuda os aspectos bioquímicos e fisiológicos dos. efeitos dos fármacos. É dividida em duas áreas principais: Farmacologia Farmacologia Estuda os aspectos bioquímicos e fisiológicos dos efeitos dos fármacos Prof. Carlos Cezar I. S. Ovalle É dividida em duas áreas principais: Farmacocinética Farmacodinâmica 1 Farmacocinética

Leia mais

Bula com informações ao Paciente soro anticrotálico

Bula com informações ao Paciente soro anticrotálico soro anticrotálico solução injetável IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO soro anticrotálico APRESENTAÇÃO O soro anticrotálico, heterólogo e hiperimune, é apresentado em ampolas contendo 10 ml de solução injetável

Leia mais

PRINCIPAIS PROCEDIMENTOS

PRINCIPAIS PROCEDIMENTOS PRINCIPAIS PROCEDIMENTOS NEONATOLOGIA ISRAEL FIGUEIREDO JUNIOR israel@vm.uff.br VIAS AÉREAS e VENTILAÇÃO Intubação Traqueal Seqüência Intubação Traqueal Técnica de Intubação Oxigenação com ambu com O2

Leia mais

Experimento. Técnicas de medição de volumes em Laboratório. Prof. Honda Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Página 1

Experimento. Técnicas de medição de volumes em Laboratório. Prof. Honda Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Página 1 Experimento Técnicas de medição de volumes em Laboratório Objetivo: Conhecer os materiais volumétricos e as técnicas de utilização desses materiais. I. Introdução teórica: Medir volumes de líquidos faz

Leia mais

QUEIMADURAS. Profª Sabrina Cunha da Fonseca E-mail: sabrina.cfonseca@hotmail.com

QUEIMADURAS. Profª Sabrina Cunha da Fonseca E-mail: sabrina.cfonseca@hotmail.com QUEIMADURAS Profª Sabrina Cunha da Fonseca E-mail: sabrina.cfonseca@hotmail.com Problemática da queimadura no Brasil São lesões frequentes em acidentes de trabalho. Considera-se a quarta causa de óbitos

Leia mais

III Oficina Macrorregional de Hemovigilância: do doador ao receptor. Rio de janeiro, 26e 27 de agosto de 2015

III Oficina Macrorregional de Hemovigilância: do doador ao receptor. Rio de janeiro, 26e 27 de agosto de 2015 III Oficina Macrorregional de Hemovigilância: do doador ao receptor Rio de janeiro, 26e 27 de agosto de 2015 Formulário de notificação de reações graves à doação Tema apresentado por: Auristela Maciel

Leia mais

Como surge o diabetes? Como surge o diabetes?

Como surge o diabetes? Como surge o diabetes? Como surge o diabetes? Como surge o diabetes? Com a queda da produção de insulina, hormônio importante para o funcionamento do organismo, resultando no aumento da quantidade de açúcar. Áreas afetadas pelo

Leia mais

Excipientes: cloreto de sódio, água para injeção (ácido clorídrico ou hidróxido de sódio para ajuste do ph, conforme necessário).

Excipientes: cloreto de sódio, água para injeção (ácido clorídrico ou hidróxido de sódio para ajuste do ph, conforme necessário). LEIA ESTA BULA ATENTAMENTE ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO. I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Arixtra fondaparinux sódico APRESENTAÇÃO Solução injetável para uso subcutâneo (apresentação de 2,5 mg e 7,5 mg)

Leia mais

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO

PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Nº: 21/2014 Data de emissão: Março/2014 PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Revisão: 01 Data revisão: 29/04/2014 Setor Centros de Saúde Tipo Assistencial TAREFA ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS VIA Executante

Leia mais

Insulina humana (derivada de ADN* recombinante)

Insulina humana (derivada de ADN* recombinante) Humulin Insulina humana (derivada de ADN* recombinante) * ADN = Ácido desoxirribonucleico Formas farmacêuticas e apresentações - HUMULIN é apresentado em suspensão injetável (N e 70N/30R) ou solução injetável

Leia mais

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR)

HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS (SERVIÇO DE CARDIOLOGIA E CIRURGIA CARDIOVASCULAR) REVISÃO DE DOENÇA DE ARTÉRIA CORONÁRIA Seu coração é uma bomba muscular poderosa. Ele é

Leia mais

FÍGADO. Veia cava inferior. Lobo direito. Lobo esquerdo. Ligamento (separa o lobo direito do esquerdo) Vesícula biliar

FÍGADO. Veia cava inferior. Lobo direito. Lobo esquerdo. Ligamento (separa o lobo direito do esquerdo) Vesícula biliar FÍGADO É o maior órgão interno È a maior glândula É a mais volumosa de todas as vísceras, pesa cerca de 1,5 kg no homem adulto, e na mulher adulta entre 1,2 e 1,4 kg Possui a coloração arroxeada, superfície

Leia mais

PARADA CARDIO-RESPIRATÓRIA EM RECÉM-NASCIDO

PARADA CARDIO-RESPIRATÓRIA EM RECÉM-NASCIDO Protocolo: Nº 46 Elaborado por: Wilhma Castro Ubiratam Lopes Manoel Emiliano Última revisão: 03//2011 Revisores: Manoel Emiliano Ubiratam Lopes Wilhma Alves Samantha Vieira Eduardo Gonçalves PARADA CARDIO-RESPIRATÓRIA

Leia mais

PÓS-CIRÚRGICAS PLÁSTICAS E ESTÉTICA

PÓS-CIRÚRGICAS PLÁSTICAS E ESTÉTICA 58 Cintas Standart Indicadas para pós-operatório de lispoaspiração abdominais, trocantereas, ás coxas e joelhos, assim como no lifting das coxas. A abertura da cinta facilita ao vestir e no pós-operatório

Leia mais

SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA

SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA HSST Higiene Segurança e Saúde no Trabalho SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA IvoTeixeira 06 Operador de Informática Introdução do trabalho Sendo este trabalho proporcionado pela professora de HSST para realizar

Leia mais

Cartilha Medicamentos para Diabetes

Cartilha Medicamentos para Diabetes Universidade Federal de São João del-rei Campus Centro-Oeste - Dona Lindu Divinópolis, Minas Gerais Cartilha Medicamentos para Diabetes Projeto Empoderamento Farmacoterapêutico de pacientes com Diabetes

Leia mais

ORIENTAÇÃO E REABILITAÇÃO CARTILHA DE EXERCÍCIOS FISIOTERAPÊUTICOS PARA PACIENTES EM PÓS-OPERATORIO DE CÂNCER DE MAMA

ORIENTAÇÃO E REABILITAÇÃO CARTILHA DE EXERCÍCIOS FISIOTERAPÊUTICOS PARA PACIENTES EM PÓS-OPERATORIO DE CÂNCER DE MAMA ORIENTAÇÃO E REABILITAÇÃO CARTILHA DE EXERCÍCIOS FISIOTERAPÊUTICOS PARA PACIENTES EM PÓS-OPERATORIO DE CÂNCER DE MAMA Seguindo todas essas dicas, você terá uma vida melhor. Vai previnir o linfedema e complicações,

Leia mais

A PESQUISA DE PLASMÓDIO

A PESQUISA DE PLASMÓDIO Capítulo 3 A PESQUISA DE PLASMÓDIO PELA MICROSCOPIA A pesquisa de plasmódio pela microscopia pode ser feita tanto na gota espessa de sangue como em esfregaço delgado. Dependendo do objetivo do trabalho,

Leia mais

Concentração no local do receptor

Concentração no local do receptor FARMACOCINÉTICA FARMACOCINÉTICA O que o organismo faz sobre a droga. FARMACODINÂMICA O que a droga faz no organismo. RELAÇÕES ENTRE FARMACOCINÉTICA E FARMACODINÂMICA DROGA ORGANISMO FARMACOCINÉTICA Vias

Leia mais

21/6/2011. eduardoluizaph@yahoo.com.br

21/6/2011. eduardoluizaph@yahoo.com.br A imagem não pode ser exibida. Talvez o computador não tenha memória suficiente para abrir a imagem ou talvez ela esteja corrompida. Reinicie o computador e abra o arquivo novamente. Se ainda assim aparecer

Leia mais

[213] 96. LESÕES MÚSCULO-ESQUELÉTICAS

[213] 96. LESÕES MÚSCULO-ESQUELÉTICAS Parte IV P R O T O C O L O S D E T R A U M A [213] rotina consiste em infundir 20 ml/kg em bolus de solução de Ringer e reavaliar o paciente em seguida. Manter a pressão sistólica entre 90 e 100 mmhg.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAIBA DEPARTAMENTO DE OBSTETRÍCIA E GINECOLOGIA PÓS PARTO HEMORRAGIA PAULO ROBERTO MUNIZ DANTAS Universidade Federal da Paraíba CONSIDERAÇÕES HEMORAGIA PÓS PARTO SITUAÇÃO DRAMÁTICA

Leia mais

ANATOMIA HUMANA I. Educação Física. Prof. Me. Fabio Milioni. Introdução à anatomia Principais formas de estudar a anatomia

ANATOMIA HUMANA I. Educação Física. Prof. Me. Fabio Milioni. Introdução à anatomia Principais formas de estudar a anatomia ANATOMIA HUMANA I Educação Física Prof. Me. Fabio Milioni Introdução à anatomia Principais formas de estudar a anatomia Anatomia Sistêmica Estudo macroscópico dos sistemas do organismo Anatomia Topográfica

Leia mais

PROTOCOLO DE DESCONTAMINAÇÃO ORAL

PROTOCOLO DE DESCONTAMINAÇÃO ORAL PROTOCOLO DE DESCONTAMINAÇÃO ORAL (PARA ADULTOS) Adaptado para utilização de escova dental + boneca de gaze Versão 1.6 Dr. Eduardo Esber Odontologista CROMG 16393 CNI 16495 "O que acontece na boca não

Leia mais

Ossos - órgãos passivos do movimento. Músculos - órgãos ativos do movimento. Introdução

Ossos - órgãos passivos do movimento. Músculos - órgãos ativos do movimento. Introdução Ossos - órgãos passivos do movimento Músculos - órgãos ativos do movimento Introdução Organização dos músculos esqueléticos Sistema muscular: anatomia microscópica Porção ativa ventre muscular Porções

Leia mais

09. Em relação ao Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), é correto afirmar que: (RDC 306/2004) (A) os resíduos sólidos são definidos

09. Em relação ao Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), é correto afirmar que: (RDC 306/2004) (A) os resíduos sólidos são definidos 09. Em relação ao Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde (RSS), é correto afirmar que: (RDC 306/2004) (A) os resíduos sólidos são definidos como os resíduos nos estados sólidos e semissólido,

Leia mais

SISTEMA DE MANIPULAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA PARENTÉRICA

SISTEMA DE MANIPULAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA PARENTÉRICA MARIANA EMÍLIA DA SILVEIRA BITTENCOURT FÁBIO AGUIAR ALVES MARIA DE FÁTIMA ALVES DE OLIVEIRA SISTEMA DE MANIPULAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO DE MEDICAMENTOS POR VIA PARENTÉRICA VOLTA REDONDA RJ 2013 APRESENTAÇÃO

Leia mais

CETROTIDE acetato de cetrorrelix Merck S/A Pó liofilizado para solução injetável 0,25 mg

CETROTIDE acetato de cetrorrelix Merck S/A Pó liofilizado para solução injetável 0,25 mg CETROTIDE acetato de cetrorrelix Merck S/A Pó liofilizado para solução injetável 0,25 mg Apresentação Pó liofilizado para solução injetável 0,25 mg. Embalagem contendo 1 frasco-ampola, 1 seringa preenchida

Leia mais

REBEn. Revista Brasileira de Enfermagem. Administração de medicamentos por via subcutânea: convenção ou controvérsia para a enfermagem?

REBEn. Revista Brasileira de Enfermagem. Administração de medicamentos por via subcutânea: convenção ou controvérsia para a enfermagem? Revista Brasileira de Enfermagem REBEn Administração de medicamentos por via subcutânea: convenção ou controvérsia para a enfermagem? REVISÃO Subcutaneous medication administration: agreement or controverse

Leia mais