ARTICULAÇÕES por Dra. Kaori Nakano

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ARTICULAÇÕES por Dra. Kaori Nakano"

Transcrição

1 ARTICULAÇÕES por Dra. Kaori Nakano A articulação é formada pela coaptação de dois ossos com o auxílio de músculos esqueléticos, ligamentos e cápsula articular. Para uma melhor compreensão é necessário ressaltar algumas considerações distintas sobre o sistema músculo-esquelético. O sistema esquelético determina nossa estrutura (tamanho e forma do corpo humano) em conjunto com hábitos alimentares, nível de atividade física e postura. Suas principais funções são: formação de alavancas para o aumento de forças e/ou velocidade dos movimentos, suporte, proteção, armazenamento de gordura e minerais, e formação de células sangüíneas. O sistema músculo-esquelético tem como funções principais: produção de movimentos, auxílio na estabilidade articular, manutenção da postura e posicionamento corporal, e suporte. O músculo se insere no osso diretamente ou por meio de tendões e/ou aponeuroses (faixas achatadas tendão), que suportam altas forças de tensão produzidas pelos músculos, absorvendo ou aumentando a tensão no sistema. As ações musculares (excêntricas, concêntricas e isométricas) estabilizam e maximizam a armazenagem de energia e desempenho muscular. Existem vários tipos de articulações, mas as mais presentes em nosso corpo são as sinoviais, que podem ser classificadas conforme a quantidade de movimento permitido, tipo e tamanho dos ossos, formas de contato entre as superfícies articulares, e planos e eixos de movimento. Estas características proporcionam seu potencial de movimento e função: uma das articulações mais estáveis do corpo humano é o quadril, pois possui bom suporte muscular, capsular e ligamentar, além dos efeitos da gravidade e do vácuo da articulação (grande coaptação entre as estruturas). O ombro, por sua vez, é uma das articulações menos estável, suprido pela cápsula e músculos, possui contato articular menor, devido ao formato dos ossos e superfícies articulares reduzidas. As articulações sinoviais possuem uma camada de cartilagem em suas superfícies articulares, nutrida pelo líquido sinovial (espécie de óleo lubrificante), permitindo a estabilidade e distribuição das cargas sobre as superfícies com redução dos estresses de contato pela metade. Ela permite ainda, o movimento entre os ossos com o mínimo de atrito e desgaste consideráveis ao longo da vida, gerados pelo uso repetido. Os possíveis traumas e desgastes provocam alterações das substâncias articulares até ocorrer uma degradação enzimática, e remoção da matéria pela ação mecânica, provocando assim, uma diminuição das áreas de contato e erosão da cartilagem. Em conseqüência, as possíveis fissuras, formação de cistos e osteófitos sugerem o início da osteoartrite (doença articular degenerativa com inflamação, desgaste e redução articulares). Em algumas articulações existe uma cartilagem adicional (fibrocartilagem ou menisco) para transmissão adicional de carga, estabilidade, melhora no ajuste de superfícies, proteção e lubrificação.

2 Para aumentar a estabilidade das articulações, a cápsula articular protege a articulação, definindo sua forma com a criação de uma porção interna e pressão atmosférica reduzida, para uma melhor coaptação. Os ligamentos auxiliam na estabilidade (junção de ossos), controle e limitação do movimento, suportando cargas de tensão. Imobilizações nestas regiões alteram as propriedades mecânicas da cápsula e ligamentos, podendo resultar em rigidez articular, devido a necessidade de cargas e compressão na articulação para troca de nutrientes e resíduos. Complementando toda a estrutura de uma articulação, existem os proprioceptores, que são receptores sensoriais (em músculos, tendões e articulações) detectores de estímulos. Os proprioceptores articulares respondem a mudanças na posição articular, velocidade de movimento, pressão intra-articular e terminações nervosas, transmitindo as informações ao sistema nervoso. Após o conhecimento anatômico e fisiológico das articulações, podemos distinguir os tipos de movimentos realizados, tais como flexão, extensão, rotação, abdução, etc., e associá-los aos planos e eixos ocorridos em relação a um sistema de referência, especificando a posição de um corpo ou segmento no espaço e às características de sua movimentação. O estudo e análise cinesiológica e biomecânica de uma articulação individual são fundamentais para a compreensão dos movimentos básicos e podem proporcionar em conjunto, um melhor desempenho em habilidades esportivas, realçando os requisitos para o condicionamento e técnicas adequadas. Referências Bibliográficas: Hamill, J. e Knutzen, K.M. Bases Biomecânicas do Movimento Humano São Paulo, Ed. Manole, Kapandji, I.A. Fisiologia Articular São Paulo, Ed. Manole, Classificação das : 1 Fibrosas (sinartoses) - sindesmose (presença de membrana interóssea); - sutura (maioria dos ossos do crânio); - gonfose (entre os alvéolos e os dentes); 2 Cartilagíneas (anfiartroses) - sincondrose (entre as epífises e diáfises ósseas) - sínfise (presença de discos fibrocartilagíneos) 3 Sinoviais (diartroses) As superfícies ósseas são recobertas por cartilagem articular e unidas por ligamentos revestidos por membrana sinovial. Permitem amplo movimento e, as suas células interiores (situadas dentro da articulação) produzem o líquido sinovial, responsável pela lubrificação e absorção do impacto. Classificam-se de acordo com o movimento em: Uniaxial somente um eixo de rotação a. Gínglimo art. entre úmero e ulna b. Trocóide art. rádio-ulnar proximal Biaxial dois eixos de rotação

3 a. Condilar art. do punho b. Selar art. carpometacárpica-polegar Poliaxial três eixos de rotação a. articulação do quadril b. articulação do ombro Tipos de Movimentos: - Movimento Deslizante - Movimentos Angulares (Flexão - Extensão - Abdução - Adução Rotação -...) Componentes das Junturas Móveis: - Ligamentos - Cápsulas Articulares extrato externo e interno - Líquido Sinovial - Bainha Sinovial dos tendões - Bolsas Sinoviais subcutânea, submuscular, subtendínea ARTICULAÇÕES DO ESQUELETO AXIAL

4 1. Temporomandibular 2. do Atlas com o Osso Occipital 3. do Atlas com o Áxis 4. da Coluna Vertebral a) entre os corpos vertebrais b) entre os arcos vertebrais 5. Costovertebrais 6. Esternocostais 7. do esterno a) manubrioesternal b) xifoesternal 8. da Coluna Vertebral com a Pelve a) Ligamento íleolombar 9. da Pelve a) sacroilíaca b) Ligamentos entre o sacro e o ísquio c) Juntura sacrococcígea 10.Sínfise Púbica ARTICULAÇÕES DO ESQUELETO APENDICULAR CÍNGULO ESCAPULAR E MEMBRO SUPERIOR 1. Esternoclavicular 2. Acromioclavicular 3. Ligamentos da Escápula 4. Umeral 5. Juntura do Cotovelo 6. Radioulnar a) radioulnar proximal b) União radioulnar média c) radioulnar distal 7. Radiocárpica 8. Intercárpicas a) da fileira proximal dos ossos cárpicos b) da fileira distal dos ossos cárpicos c) das duas fileiras dos ossos cárpicos entre si

5 9. Carpometacárpicas 10. Intermetacárpicas 11. Metacarpofalângicas 12. dos Dedos CÍNGULO PÉLVICO E MEMBRO INFERIOR 1. Coxofemoral 2. do Joelho a) Cápsula articular b) Ligamento patelar c) Ligamento poplíteo oblíquo d) Ligamento poplíteo arqueado e) Ligamento colateral tibial f) Ligamento colateral fibular g) Ligamento cruzado anterior h) Ligamento cruzado posterior i) Meniscos medial e lateral j) Ligamento transverso k) ligamento coronário 3. entre a Tíbia e a Fíbula a) tibiofibular b) Membrana interóssea c) Sindesmose tibiofibuar 4. Talocrural Tibiotársica 5. Intertársicas a) subtalar b) talocalcaneonavicular c) calcaneocubóidea d) transversa do tarso e) cuneonavicular f ) cuboideonavicular g) intercuneiformes e cuneocubóideas 6. Tarsometatársicas 7. Intermetatársicas 8. Metatarsofalângicas 9. das Falanges

6 PRINCIPAIS ARTICULAÇÕES, MOVIMENTOS QUE REALIZAM E SUAS CLASSIFICAÇÕES. artrologia Do Complexo do Ombro ARTICULAÇÕES DOS MEMBROS SUPERIORES: Glenoumeral Tipo esferóide (triaxial). Realiza movimentos de adução e abdução,flexão e extensão,rotação e circundação Acrômio-clavicular Tipo plana,apenas um eixo de movimento (monoaxial). Único movimento realizado é o deslizamento. Esternoclavicular Tipo em sela. Único movimento realizado é o deslizamento. Escápulo-torácica Falsa articulação. do Cotovelo do punho e mão Úmero-ulnar Úmero-radial Rádio-ulnar proximal Rádio-ulnar distal Rádio-cárpica Carpometacarpiana Metacarpofalangiana (metacarpofalângica) Interfalângicas (Proximais e distais) Tipo gínglimo (monoaxial). Realiza movimentos de flexão e extensão. Tipo gínglimo (monoaxial). Realiza movimentos de flexão e extensão. Tipo trocóide (monoaxial). Realiza movimentos de pronação e supinação do antebraço. Tipo trocóide (monoaxial). Realiza movimentos de supinação e pronação. Tipo condilar (biaxial). Realiza movimentos de adução,abdução,flexão e extensão. Do polegar (entre trapézio e 1ºmetacarpo). Tipo plana.movimento de deslizamento. Tipo sinovial elipsóide (biaxial). Realiza movimentos de adução e abdução,flexão e extensão. Proximais: entre a cabeça da falange proximal e a base das mediais. Distais: entre cabeça das falanges mediais e a base das falanges distais. Tipo gínglimo (monoaxial). Realiza movimentos de flexão e extensão. do Quadril do Joelho Sacroilíaca Coxofemoral (ilíaco e fêmur): Patelo-femoral Tíbio-femoral Tíbio-fibular MEMBROS INFERIORES: Tipo plana, apenas um eixo de movimento (monoaxial). Único movimento realizado é o deslizamento. Tipo esferóide (triaxial). Realiza movimentos de abdução e adução,flexão e extensão,rotação e circundação. Tipo plana,apenas um eixo de movimento (monoaxial). Realiza apenas movimento de deslizamento. Tipo gínglimo (dobradiça, monoaxial). Movimentos realizados de flexão e extensão. deslizante entre a faceta da cabeça da fíbula e a face posterior do côndilo lateral da tíbia. Movimento realizado de deslizamento simples.

7 do Tornozelo e Pé do Esqueleto Axial da Coluna Vertebral com o Crânio do Atlas com o Áxis Talo-crural Intertársicas Tarsometatársicas Intermetatársicas Metatarsofalângicas Interfalângicas Temporomandibular (ATM) Atlanto-occipital Atlanto-axial mediana Tipo gínglimo (dobradiça). Realiza movimentos de dorsiflexão e flexão plantar. Nessa região a maioria das articulações é sinovial plana. No entanto,a articulação talocalcanavicular é esferóide. Principais movimentos do pé, distalmente à juntura do tornozelo,são a inversão e eversão. Tipo plana,apenas um eixo de movimento (monoaxial). Realiza movimentos de deslizamento simples. Tipo plana, apenas um eixo de movimento (monoaxial). Realiza movimentos de deslizamentos simples. Tipo condilar (biaxial). Movimentos realizados são de flexão e extensão,adução e abdução. Tipo gínglimo. Movimentos de flexão e extensão. Combinação de gínglimo e juntura plana entre o côndilo da mandíbula e a fossa mandibular do osso temporal. Movimentos de depressão, elevação, protrução (protação), retração, movimento lateral e circundução Sinovial elipsóide entre os côndilos do osso occipital e as facetas articulares superiores do atlas. Movimentos de flexão e extensão e inclinação lateral. Sinovial trocóideo entre o dente do áxis e o arco anterior do atlas. Movimento de rotação. da Coluna Vertebral das Costelas com as Vértebras Entre os corpos vertebrais Arcos Vertebrais Das cabeças das costelas Entre os corpos das vértebras são cartilaginosas do tipo sínfises,e entre cada duas vértebras observamse apenas pequenos movimentos. A coluna vertebral possui uma extensão total de movimentos consideráveis. Portanto, o movimento realizado entre duas vértebras é de pequena amplitude,mas o movimento em todas as junturas da coluna é considerável. As junturas ou as articulações entre os processos articulares das vértebras pertencem à variedade das articulações por deslizamento e são envolvidas por cápsulas revestidas de membrana sinovial. Articula-se entre os processos articulares superiores e inferiores adjacente das vértebras. Sinovial do tipo plana, (cabeça das costelas e corpo das vértebras torácicas). Movimento de deslizamento simples.

8 das Cartilagens Costais Costocondrais Tipo sincondrose entre as costelas e cartilagens costais. Esternocostais entre o esterno e as cartilagens costais. 1ª costela sincondrose Demais costelas Sinoviais planas. Movimento de deslizamento simples. Intercostais Sinovial,sem classificação de forma entre cartilagens costais adjacentes. Manúbrio esternal Cartilaginosa, sínfise. do Esterno Xifoesternal Cartilaginosa,sincondrose. da Pelve Sínfise púbica Sacroilíaca Sacrococcígea Cartilaginosa,sínfise. Sinovial plana. Cartilaginosa,sínfise. FONTE: Material extraído do livro Anatomia Humana, Lucio Sleutjes. Editora Difusão Modificado por Ana Clara Carvalho.

Artrologia. Articulação é a junção de dois ossos. Podem ser classificadas em:

Artrologia. Articulação é a junção de dois ossos. Podem ser classificadas em: 58 Artrologia Articulação é a junção de dois ossos. Podem ser classificadas em: Fibrosas (Sinartrose) As articulações fibrosas incluem todas as articulações nas quais os ossos são mantidos por tecido conjuntivo

Leia mais

Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária

Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária Unic - Universidade de Cuiabá Faculdade de medicina veterinária - 1 - Disciplina de Ciências Morfofuncionais Aplicadas a Medicina Veterinária I Exercícios Práticos de Anatomia Veterinária SUMÁRIO - 2 -

Leia mais

EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A

EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A EXAME DO JOELHO P R O F. C A M I L A A R A G Ã O A L M E I D A INTRODUÇÃO Maior articulação do corpo Permite ampla extensão de movimentos Suscetível a lesões traumáticas Esforço Sem proteção por tecido

Leia mais

JOELHO. Introdução. Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga

JOELHO. Introdução. Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga JOELHO Carla Cristina Douglas Pereira Edna Moreira Eduarda Biondi Josiara Leticia Juliana Motta Marcella Pelógia Thiago Alvarenga Introdução Articulação muito frágil do ponto de vista mecânico e está propensa

Leia mais

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular

Adutores da Coxa. Provas de função muscular MMII. Adutor Longo. Adutor Curto. Graduação de força muscular Provas de função muscular MMII Graduação de força muscular Grau 0:Consiste me palpar o músculo avaliado e encontrar como resposta ausência de contração muscular. Grau 1:Ao palpar o músculo a ser avaliado

Leia mais

SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO. Enf. Thais Domingues

SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO. Enf. Thais Domingues SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Enf. Thais Domingues SISTEMA MÚSCULO ESQUELÉTICO Composto de ossos, músculos, cartilagem, ligamentos e fáscia, proporcionando ao corpo, com sua armação estrutural uma caixa

Leia mais

INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA

INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA Prof. Rodrigo Aguiar O sistema músculo-esquelético é formado por ossos, articulações, músculos, tendões, nervos periféricos e partes moles adjacentes. Em grande

Leia mais

DINÂMICA DE GRUPO. Exercícios de fixação

DINÂMICA DE GRUPO. Exercícios de fixação DINÂMICA DE GRUPO Exercícios de fixação COMO AS ARTICULAÇÕES PODEM SER DIVIDIDAS? a) Fibrosas, suturas e cartilaginosas. b) Fibrosas, Cartilaginosas e Sinoviais. c) Anfiartrose, Diartrose e Sincondrose.

Leia mais

ANATOMIA HUMANA I. Sistema Esquelético. Prof. Me. Fabio Milioni

ANATOMIA HUMANA I. Sistema Esquelético. Prof. Me. Fabio Milioni ANATOMIA HUMANA I Sistema Esquelético Prof. Me. Fabio Milioni FUNÇÕES Sustentação Proteção Auxílio ao movimento Armazenamento de minerais Formação de células sanguíneas 1 CLASSIFICAÇÃO DOS OSSOS Longos

Leia mais

Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim

Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim Cinesioterapia\UNIME Docente:Kalline Camboim Cabeça do fêmur com o acetábulo Articulação sinovial, esferóide e triaxial. Semelhante a articulação do ombro, porém com menor ADM e mais estável. Cápsula articular

Leia mais

Osteologia. Estudo da estrutura dos ossos oste = osso; logia = estudo de

Osteologia. Estudo da estrutura dos ossos oste = osso; logia = estudo de Osteologia Estudo da estrutura dos ossos oste = osso; logia = estudo de Ossos Ossos são orgãos esbranquiçados, muito duros, que unindo-se aos outros por meio de junturas ou articulações, constituem o esqueleto.

Leia mais

CAPÍTULO 02- ERGONOMIA Prof. Mauro Ferreira

CAPÍTULO 02- ERGONOMIA Prof. Mauro Ferreira CAPÍTULO 02- ERGONOMIA Prof. Mauro Ferreira NOÇÕES BÁSICAS DE ANATOMIA E FISIOLOGIA Identificação das Limitações do Organismo Humano Sabendo-se que a Ergonomia tem por objetivo adequar o trabalho às características

Leia mais

EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO

EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO EXERCÍCIOS SISTEMA ESQUELÉTICO 1. Quais as funções do esqueleto? 2. Explique que tipo de tecido forma os ossos e como eles são ao mesmo tempo rígidos e flexíveis. 3. Quais são as células ósseas e como

Leia mais

ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA Apostila de Exercícios de Fixação Sistema Esquelético ESQUELETO AXIAL ESQUELETO APENDICULAR

ANATOMIA E FISIOLOGIA HUMANA Apostila de Exercícios de Fixação Sistema Esquelético ESQUELETO AXIAL ESQUELETO APENDICULAR ASSOCIAÇÃO PESTALOZZI DE NITERÓI CURSO TÉCNICO ALMIR MADEIRA Estrada Caetano Monteiro, 857 Pendotiba. Niterói- RJ Tel: 21994400/21.26202173 (Centro) CURSO: DISCIPLINA: Anatomia e Fisiologia Humana DOCENTE:

Leia mais

Esqueleto apendicular

Esqueleto apendicular 2010 Esqueleto apendicular http://www.imagingonline.com.br/ Esse capítulo enfoca os ossos que formam os esqueletos apendiculares superiores, inferiores e seus respectivos cíngulos.. No final do capítulo,

Leia mais

É uma artic. de eixo uniaxial que possui um grau de liberdade; Posição de repouso: 10 de supinação; Posição de aproximação máxima: 5 de supinação.

É uma artic. de eixo uniaxial que possui um grau de liberdade; Posição de repouso: 10 de supinação; Posição de aproximação máxima: 5 de supinação. Avaliação Fisioterapêutica do Punho e da Mão Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Articulação Radioulnar Distal É

Leia mais

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos ANATOMIA HUMANA I Acidentes Ósseos Prof. Me. Fabio Milioni Características Anatômicas de Superfície dos Ossos As superfícies dos ossos possuem várias características estruturais adaptadas a funções específicas.

Leia mais

ERGONOMIA. Anatomia e Fisiologia - Limitações do Organismo Humano

ERGONOMIA. Anatomia e Fisiologia - Limitações do Organismo Humano Verificamos um exemplo, da operária, de como é importante para o profissional de Segurança e Higiene do Trabalho conhecer as limitações do corpo humano e como este pode se sobrecarregar, com o intuito

Leia mais

Anatomia Humana. Prof. Adriano

Anatomia Humana. Prof. Adriano ANATOMIA HUMANA 2 Caro(a) Aluno (a), este material serve apenas como roteiro de aula e material de apoio, não substitui os livros didáticos relacionados no plano de ensino da disciplina. Portanto, para

Leia mais

E S T U D O D O M O V I M E N T O - V

E S T U D O D O M O V I M E N T O - V 1 Pronação A pronação corresponde ao movimento que coloca a face palmar da mão virada para trás, colocando o 1º dedo (polegar) da mão mais próximo do plano sagital. Supinação A supinação corresponde ao

Leia mais

Anatomia- Prof: Renato de Oliveira. Capitulo 2. (Ossos, Articulações,Musculos) Conhecendo os ossos e o sistema esquelético

Anatomia- Prof: Renato de Oliveira. Capitulo 2. (Ossos, Articulações,Musculos) Conhecendo os ossos e o sistema esquelético Anatomia- Prof: Renato de Oliveira Capitulo 2 (Ossos, Articulações,Musculos) Conhecendo os ossos e o sistema esquelético Apesar de seu aspecto simples, o osso possui funções bastante complexas e vitais

Leia mais

ARTICULAÇÕES DO MEMBRO INFERIOR

ARTICULAÇÕES DO MEMBRO INFERIOR UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Instituto de Ciências Biomédicas Departamento de Anatomia ARTICULAÇÕES DO MEMBRO INFERIOR Profa. Elen H. Miyabara elenm@usp.br OSSOS DO MEMBRO INFERIOR OSSOS DO QUADRIL FÊMUR

Leia mais

METADE CAUDAL DA BASE DO CRÂNIO. Vista Ventral

METADE CAUDAL DA BASE DO CRÂNIO. Vista Ventral METADE CAUDAL DA BASE DO CRÂNIO Vista Ventral 7 0 9 8 7. Côndilo do occipital;. Forame Magno;. Processo Paracondilar;. Temporal;. Forame Supraorbital;. Bula Timpânica; 7. Vômer; 8. Zigomático; 9. Asa do

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Cervical Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada A coluna cervical consiste em diversas

Leia mais

Sandro Reginaldo Presidente da SBOT-GO

Sandro Reginaldo Presidente da SBOT-GO ORTOPÉDICA PARA O JORNALISTA ESPORTIVO AGRADECIMENTOS Secretaria Municipal de Esporte e Lazer Agradecemos o apoio imprescindível do presidente da Associação Brasileira de Traumatologia Desportiva e médico

Leia mais

CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS. Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com

CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS. Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com CURSO DE MUSCULAÇÃO E CARDIOFITNESS Lucimére Bohn lucimerebohn@gmail.com Estrutura do Curso Bases Morfofisiológicas - 25 hs Princípios fisiológicos aplicados à musculação e ao cardiofitness Aspectos biomecânicos

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica do Joelho Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Avaliação Fisioterapêutica do Joelho Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Avaliação Fisioterapêutica do Joelho Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Articulação Tibiofemoral: É uma articulação

Leia mais

SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO

SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO SISTEMA OSTEOARTICULAR II ESQUELETO AXIAL: COLUNA VERTEBRAL E CAIXA TORÁCICA SUMÁRIO I COLUNA VERTEBRAL 1 Os constituintes da coluna vertebral: 7 vértebras cervicais, 12 vértebras torácicas, 5 vértebras

Leia mais

SISTEMA LOCOMOTOR OSSOS E MÚSCULOS. Profa. Cristiane Rangel Ciências 8º ano

SISTEMA LOCOMOTOR OSSOS E MÚSCULOS. Profa. Cristiane Rangel Ciências 8º ano SISTEMA LOCOMOTOR OSSOS E MÚSCULOS Profa. Cristiane Rangel Ciências 8º ano O esqueleto FOTOS: ROGER HARRIS / SCIENCE PHOTO LIBRARY / LATINSTOCK Como saber se um esqueleto é de homem ou de mulher? Que funções

Leia mais

Prevalência de lesões de tornozelo nos jogadores de Futebol do Sporting Clube da Praia época 2008/09

Prevalência de lesões de tornozelo nos jogadores de Futebol do Sporting Clube da Praia época 2008/09 Antero Teixeira Prevalência de lesões de tornozelo nos jogadores de Futebol do Sporting Clube da Praia época 2008/09 Universidade Jean Piaget de Cabo Verde Campus Universitário da Cidade da Praia Caixa

Leia mais

2. Biomecânica do ombro

2. Biomecânica do ombro 2. Biomecânica do ombro Devido ao elevado número de elementos anatómicos intervenientes na biomecânica do ombro, a sua análise torna-se bastante complexa. Como se sabe, a função da cintura escapular requer

Leia mais

BANDAGEM FUNCIONAL. Prof. Thiago Y. Fukuda

BANDAGEM FUNCIONAL. Prof. Thiago Y. Fukuda BANDAGEM FUNCIONAL Prof. Thiago Y. Fukuda INTRODUÇÃO (BANDAGEM) Refere-se à aplicação de algum tipo de fita protetora que adere à pele de determinada articulação. A bandagem quando aplicada corretamente,

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Ossos

Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP. Ossos Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP Ossos Resumo da aula Classificação Estrutura óssea Funções Remodelagem Cargas Torque/ Momento Stress em função da Geometria Óssea Resumo da aula Esqueleto axial

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica do Tornozelo e Pé Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Avaliação Fisioterapêutica do Tornozelo e Pé Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Avaliação Fisioterapêutica do Tornozelo e Pé Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Retropé: Articulação Tibiofibular

Leia mais

1) PANTURRILHAS. b) Músculos envolvidos Gastrocnêmios medial e lateral, sóleo, tibial posterior, fibular longo e curto, plantar (débil),

1) PANTURRILHAS. b) Músculos envolvidos Gastrocnêmios medial e lateral, sóleo, tibial posterior, fibular longo e curto, plantar (débil), 1 1) PANTURRILHAS 1.1 GERAL De pé, tronco ereto, abdômen contraído, de frente para o espaldar, a uma distância de um passo. Pés na largura dos quadris, levar uma das pernas à frente inclinando o tronco

Leia mais

Clínica de Lesões nos Esportes e Atividade Física Prevenção e Reabilitação. Alexandre Carlos Rosa alexandre@portalnef.com.br 2015

Clínica de Lesões nos Esportes e Atividade Física Prevenção e Reabilitação. Alexandre Carlos Rosa alexandre@portalnef.com.br 2015 Clínica de Lesões nos Esportes e Atividade Física Prevenção e Reabilitação Alexandre Carlos Rosa alexandre@portalnef.com.br 2015 O que iremos discutir.. Definições sobre o atleta e suas lesões Análise

Leia mais

CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (CORE) Educador Silvio Pecoraro

CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (CORE) Educador Silvio Pecoraro CERTIFICAÇÃO EM TREINAMENTO FUNCIONAL (CORE) Educador Silvio Pecoraro Quais as características do Treinamento Funcional? Desenvolver e melhorar as capacidades físicas através de estímulos que proporcionam

Leia mais

Semiologia Ortopédica Pericial

Semiologia Ortopédica Pericial Semiologia Ortopédica Pericial Prof. Dr. José Heitor Machado Fernandes 2ª V E R S Ã O DO H I P E R T E X T O Para acessar os módulos do hipertexto Para acessar cada módulo do hipertexto clique no link

Leia mais

ANÁLISE CINESIOLÓGICA DE UMA SÉRIE BÁSICA DE MUSCULAÇÃO RESUMO

ANÁLISE CINESIOLÓGICA DE UMA SÉRIE BÁSICA DE MUSCULAÇÃO RESUMO ANÁLISE CINESIOLÓGICA DE UMA SÉRIE BÁSICA DE MUSCULAÇÃO RESUMO Ricardo Franklin de Freitas Mussi Larissa Karla Gomes Lima Marcius de Almeida Gomes Este estudo teve como objetivo auxiliar estudantes, professores

Leia mais

Teórica: Aula expositiva dialogada com projeção de imagens e manipulação do esqueleto de resina, articulado.

Teórica: Aula expositiva dialogada com projeção de imagens e manipulação do esqueleto de resina, articulado. Aulas 2 e 3 Tema: Sistema esquelético Objetivos Mediar os conhecimentos científicos dos conteúdos propostos para que o aluno seja capaz de: Identificar a estrutura geral do Esqueleto Humano; Identificar

Leia mais

EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA

EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA Logomarca da empresa Nome: N.º Registro ESQUERDA EXAME CLÍNICO DE MEMBROS SUPERIORES E COLUNA ATIVO CONTRA-RESISTÊNCIA MOVIMENTAÇÃO ATIVA PESCOÇO (COLUNA CERVICAL) Inclinação (flexão lateral) OMBROS Abdução

Leia mais

CONSTITUIÇÃO ANATÔMICA DO JOELHO E SUAS PRINCIPAIS LESÕES

CONSTITUIÇÃO ANATÔMICA DO JOELHO E SUAS PRINCIPAIS LESÕES CONSTITUIÇÃO ANATÔMICA DO JOELHO E SUAS PRINCIPAIS LESÕES DEISE SANTOS 1 MARCIA JOSIANE CARDOSO 2 VALTER ANTUNES NEUMANN 3 LUCIANO LEAL LOUREIRO 4 RESUMO O joelho é uma das articulações mais importantes

Leia mais

ANEXO ÚNICO Fica a Credenciada Camil - Centro de Assistência Médica Itabapoana - Ltda a prestar os seguintes serviços de saúde aos municípios consorciados ao CIM POLO SUL: 001 - Colonoscopia (coloscopia)

Leia mais

ASPECTOS BIOMECÂNICOS APLICADOS AO TREINAMENTO DE FORÇA. Professor Marcio Gomes

ASPECTOS BIOMECÂNICOS APLICADOS AO TREINAMENTO DE FORÇA. Professor Marcio Gomes ASPECTOS BIOMECÂNICOS APLICADOS AO TREINAMENTO DE FORÇA ANATOMIA HUMANA O conhecimento da Anatomia é de fundamental importância na hora de prescrever o exercício... Ossos e músculos; Tipos de articulações;

Leia mais

Capa: João Renato Teixeira e Teresa Perrotta Editoração: F.A. Editoração Ilustrações: Avaz Revisão: Cristina da Costa Pereira

Capa: João Renato Teixeira e Teresa Perrotta Editoração: F.A. Editoração Ilustrações: Avaz Revisão: Cristina da Costa Pereira Direitos exclusivos para a língua portuguesa Cupyright 2000 by EDITORA SPRiNT LTDA. Rua Adolfo Mota, 69 - Tijuca CEP 20540-1 00 - Rio de Janeiro- RJ Tel. : 0XX-21-2 64-8080 / OXX-21-567-0295 - Fax: 0XX-21-284-9340

Leia mais

Apostila de Anatomia do Pé Biomecânica Básica

Apostila de Anatomia do Pé Biomecânica Básica Apostila de Anatomia do Pé Biomecânica Básica Anatomia e Biomecânica de MMII 4 Curso de Especialização em Podologia SUMÁRIO CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA...7 1.1 Introdução...7 1.2 Nomenclatura

Leia mais

APOSTILA DE ANATOMIA I

APOSTILA DE ANATOMIA I FACULDADES UNIDAS DO NORTE DE MINAS - FUNORTE MEDICINA VETERINÁRIA APOSTILA DE ANATOMIA I PROF. DANIEL HERBERT DE MENEZES ALVES MEDICO VETERINÁRIO MONTES CLAROS/MG Oração do Cadáver Ao curvar-se sobre

Leia mais

Prof André Montillo www.montillo.com.br

Prof André Montillo www.montillo.com.br Prof André Montillo www.montillo.com.br Qual é a Menor Unidade Viva? Célula Qual é a Menor Unidade Viva? Tecidos Órgãos Aparelhos Sistemas Célula Células Tecidos Órgãos Sistemas ou Aparelhos Sistemas ou

Leia mais

Sistema Esquelético Humano. Sistema Esquelético Humano. Sistema Esquelético Humano. Esqueleto axial. Sistema Esquelético Humano.

Sistema Esquelético Humano. Sistema Esquelético Humano. Sistema Esquelético Humano. Esqueleto axial. Sistema Esquelético Humano. Anatomia Humana Sistema Esquelético Ed. Física Prof. Cláudio Costa Osteologia: É o estudo dos ossos. Composição do Sistema Ósseo: 206 peças duras, resistentes e flexíveis chamadas ossos, pelas cartilagens

Leia mais

Bases Biomecânicas do Treinamento Osteogênico. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Bases Biomecânicas do Treinamento Osteogênico. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Bases Biomecânicas do Treinamento Osteogênico Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Questão Qual é a melhor atividade física para o aumento da densidade óssea em todo o corpo? Natação? Corrida? Tênis?

Leia mais

Custos físicos 26. 2 Custos físicos

Custos físicos 26. 2 Custos físicos Custos físicos 26 2 Custos físicos Segundo Wisner (1981): Todas as atividades, inclusive o trabalho, têm pelo menos três aspectos: físico, cognitivo e psíquico. Cada um deles pode determinar uma sobrecarga.

Leia mais

Principais funções dos músculos: Tipos de tecido muscular:

Principais funções dos músculos: Tipos de tecido muscular: Corpo Humano Tipos de Tecidos Tipos de tecido muscular: Esquelético Liso Cardíaco Principais funções dos músculos: 1.Movimento corporal 2.Manutenção da postura 3.Respiração 4.Produção de calor corporal

Leia mais

Anatomia - Coluna Cervical

Anatomia - Coluna Cervical Anatomia - Coluna Cervical C1 e C2 diferem das demais vértebras da coluna por particularidades anatômicas. Massas laterais. Dente do áxis. Coluna Cervical Alta Ligamento do ápice do dente Ligamento alar

Leia mais

Professoras: Edilene, Ana Laura e Carol

Professoras: Edilene, Ana Laura e Carol Professoras: Edilene, Ana Laura e Carol A locomoção depende da ação conjunta e integrada dos ossos e dos músculos; Os seres humanos tem coluna vertebral, que é o eixo do nosso esqueleto interno; O esqueleto

Leia mais

DIÂMETRO ÓSSEO. Prof.Moisés Mendes

DIÂMETRO ÓSSEO. Prof.Moisés Mendes DIÂMETRO ÓSSEO INTRODUÇÃO CONCEITO: É definido pela menor distância entre duas extremidades ósseas. FINALIDADES: São usadas para determinar a constituição física,para fins ergonômicos,para fins de assimetria

Leia mais

ANÁLISE CINESIOLÓGICA DE EXERCÍCIOS DE PILATES

ANÁLISE CINESIOLÓGICA DE EXERCÍCIOS DE PILATES 1 ANÁLISE CINESIOLÓGICA DE EXERCÍCIOS DE PILATES ANALYSIS CINESIOLÓGICA OF PILATES EXERCISES Ana Tereza Oliveira 1, Bruno Mota 1, Flávia Castagno 1, Ivana Ruiz 1, Kátia Nunes Sá 1,2, Vanessa Freire 1,Jaqueline

Leia mais

INTRODUÇÃO A ar.culação do tornozelo

INTRODUÇÃO A ar.culação do tornozelo INTRODUÇÃO A ar.culação do tornozelo Articulação sinovial do tipo gínglimo As extremidades inferiores da Tíbia e Fíbula formam um entalhe onde se ajusta a tróclea do Tálus, que tem forma de roldana. Tálus

Leia mais

Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para :

Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para : JOELHO JOELHO RM do Joelho Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para : ligamentos, meniscos e tendões músculos, vasos e tecido adiposo osso cortical ( hipointenso

Leia mais

RADIOLOGIA PESSOALMENTE COM O PEDIDO MÉDICO. PEDIDO MÉDICO COM INDICAÇÃO CLINICA.

RADIOLOGIA PESSOALMENTE COM O PEDIDO MÉDICO. PEDIDO MÉDICO COM INDICAÇÃO CLINICA. Nome do setor/especialidade: Horário de funcionamento: Meios de agendamento oferecidos ao usuário para utilização/acesso aos serviços: Requisitos necessários para a obtenção dos serviços: Serviços oferecidos:

Leia mais

NOME. Fichas de Estudo

NOME. Fichas de Estudo NOME Fichas de Estudo O ESQUELETO OS OSSOS Conhecer a constituição dos ossos, como se formam As partes duras que o homem tem no interior do seu corpo chama-se ossos. O conjunto de todos os ossos forma

Leia mais

Constituição do Esqueleto

Constituição do Esqueleto O ESQUELETO HUMANO Funções do Esqueleto O esqueleto humano constitui a estrutura que dá apoio ao corpo, protege os órgãos internos e assegura a realização dos movimentos, juntamente com o sistema muscular.

Leia mais

THE PHYSIOTHERAPIST S POCKET BOOK ESSENTIAL FACTS AT YOUR FINGERTIPS

THE PHYSIOTHERAPIST S POCKET BOOK ESSENTIAL FACTS AT YOUR FINGERTIPS UNIVERSIDADE DE LISBOA FACULDADE DE LETRAS DEPARTAMENTO DE LINGUISTICA GERAL E ROMÂNICA ANEXOS AO RELATÓRIO DE PROJECTO DE TRADUÇÃO ASPECTOS LINGUÍSTICOS NA TRADUÇÃO DE THE PHYSIOTHERAPIST S POCKET BOOK

Leia mais

Semiologia Ortopédica Pericial

Semiologia Ortopédica Pericial Semiologia Ortopédica Pericial Prof. Dr. José Heitor Machado Fernandes 2ª V E R S Ã O DO H I P E R T E X T O Para acessar os módulos do hipertexto Para acessar cada módulo do hipertexto clique no link

Leia mais

Índice CUIDADOS PRIMÁRIOS EM ORTOPEDIA CAPÍTULO 1

Índice CUIDADOS PRIMÁRIOS EM ORTOPEDIA CAPÍTULO 1 Índice CUIDADOS PRIMÁRIOS EM ORTOPEDIA CAPÍTULO 1 Coluna Cervical, 1 Anatomia, 1 Estrutura Óssea, 1 Nervos Cervicais e Função Neurológica, 3 Musculatura e Estrutura dos Tecidos Moles, 4 Exame da Coluna

Leia mais

ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO

ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO ABDOMINAIS: UMA ABORDAGEM PRÁTICA DO EXERCÍCIO RESISTIDO Éder Cristiano Cambraia 1 Eduardo de Oliveira Melo 2 1 Aluno do Curso de Pós Graduação em Fisiologia do Exercício. edercambraiac@hotmail.com 2 Professor

Leia mais

Exames Radiográficos de Membros Superiores e Cintura Escapular: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário

Exames Radiográficos de Membros Superiores e Cintura Escapular: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário Exames Radiográficos de Membros Superiores e Cintura Escapular: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário Marinei do Rocio Pacheco dos Santos 1 1 Considerações Iniciais As radiografias de membros

Leia mais

7/4/2011 ABORDAGEM AO PACIENTE TRAUMATIZADO GRAVE: Reconhecer as lesões músculoesqueléticas. Reconhecer a biomecânica do trauma.

7/4/2011 ABORDAGEM AO PACIENTE TRAUMATIZADO GRAVE: Reconhecer as lesões músculoesqueléticas. Reconhecer a biomecânica do trauma. TRAUMATISMOS DOS MEMBROS Atendimento Inicial e Imobilizações ABORDAGEM AO PACIENTE TRAUMATIZADO GRAVE: Manter as prioridades da avalição ABC Não se distrair com lesões músculo-esqueléticas dramáticas que

Leia mais

Assessoria ao Cirurgião Dentista

Assessoria ao Cirurgião Dentista Assessoria ao Cirurgião Dentista Publicação mensal interna a Papaiz edição V setembro de 2014 Escrito por: Dr. André Simões, radiologista da Papaiz Diagnósticos Odontológicos por Imagem 11 3894 3030 papaizassociados.com.br

Leia mais

BIOMECÂNICA ARTICULAR

BIOMECÂNICA ARTICULAR Biomecânica das Articulações Humanas As articulações efectuam a junção entre dois ou mais ossos do esqueleto humano. As suas principais funções incluem: Permitir ou inibir o movimento numa dada direcção.

Leia mais

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS EFETIVOS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE GENERAL CARNEIRO

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM CARGOS EFETIVOS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE GENERAL CARNEIRO CADERNO DE PROVAS Cargo Nº. DE INSCRIÇÃO DO CANDIDATO Domingo, 4 de dezembro de 2011. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 ANTES

Leia mais

AVALIAÇÃO POSTURAL. Figura 1 - Alterações Posturais com a idade. 1. Desenvolvimento Postural

AVALIAÇÃO POSTURAL. Figura 1 - Alterações Posturais com a idade. 1. Desenvolvimento Postural AVALIAÇÃO POSTURAL 1. Desenvolvimento Postural Vantagens e desvantagens da postura ereta; Curvas primárias da coluna vertebral; Curvas Secundárias da coluna vertebral; Alterações posturais com a idade.

Leia mais

4 TERMO ADITIVO AO EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 0001/2012 FMS

4 TERMO ADITIVO AO EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 0001/2012 FMS ESTADO DE SANTA CATARINA MUNICÍPIO DE FRAIBURGO 4 TERMO ADITIVO AO EDITAL DE CREDENCIAMENTO N 0001/2012 FMS OBJETO: Credenciamento de empresas do ramo interessadas na prestação de serviços de consultas

Leia mais

Coluna Vertebral. Sacro - 5 vértebras - Cóccix - 4-5 vértebras. Junção Cervico-toracica. Junção Toraco-lombar. Junção Lombosacral

Coluna Vertebral. Sacro - 5 vértebras - Cóccix - 4-5 vértebras. Junção Cervico-toracica. Junção Toraco-lombar. Junção Lombosacral A Coluna Verterbral É o maior segmento corporal (40% Altura) É como uma haste elástica modificada Proporciona suporte, proteção e flexibilidade Formado por 33 vértebras, 24 móveis. 4 curvas, que dão equilíbrio

Leia mais

2. ANATOMIA. Fig.2.1 Coluna Vertebral (SOBOTTA, 1999, p.2).

2. ANATOMIA. Fig.2.1 Coluna Vertebral (SOBOTTA, 1999, p.2). 1. INTRODUÇÃO A hérnia discal lombar afeta episodicamente cerca de 75% da população na maioria dos países industrializados (TOSCANO, 2001). As doenças que afetam o sistema músculo esquelético, nos Estados

Leia mais

21/08/2013 *INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS *OSTEOLOGIA. Conceito. Tipos de Anatomia. Tipos de Anatomia

21/08/2013 *INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS *OSTEOLOGIA. Conceito. Tipos de Anatomia. Tipos de Anatomia *INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS *OSTEOLOGIA Valdirene Zabot valdirene@unochapeco.edu.br Conceito Anatomia é o ramo da ciência que trata da forma e estrutura dos organismos. Etmologicamente,

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ORTOPEDISTA. Referentemente à avaliação do paciente vítima de politrauma, é correto afirmar, EXCETO:

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ORTOPEDISTA. Referentemente à avaliação do paciente vítima de politrauma, é correto afirmar, EXCETO: 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO ORTOPEDISTA QUESTÃO 21 Referentemente à avaliação do paciente vítima de politrauma, é correto afirmar, EXCETO: a) O politrauma é a uma das principais causas

Leia mais

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA COLUNA VERTEBRAL E TÓRAX 1 TERMOS DIRECCIONAIS ORIENTAÇÃO DO TIPOS DE OSSOS MOVIMENTOS ARTICULARES

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA COLUNA VERTEBRAL E TÓRAX 1 TERMOS DIRECCIONAIS ORIENTAÇÃO DO TIPOS DE OSSOS MOVIMENTOS ARTICULARES TERMOS DIRECCIONAIS EB 23S DE CAMINHA CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO GESTÃO DESPORTIVA ESTUDO DO MOVIMENTO TÓRAX POSIÇÃO DESCRITIVA ANATÓMICA PLANOS DESCRITIVOS PLANO SAGITAL PLANO HORIZONTAL INFERIOR ANTERIOR

Leia mais

Coluna Vertebral MARCIO AP. DOS S. MAJOR

Coluna Vertebral MARCIO AP. DOS S. MAJOR Coluna Vertebral MARCIO AP. DOS S. MAJOR Conteúdo Revisão Anatômica Técnicas de Posicionamento Radiológico Critérios de Avaliação Radiográfica Patologias mais comuns Indicações e contra indicações Principais

Leia mais

O COMPLEXO DO OMBRO TENDINITE DE OMBRO. Dra. Nathália C. F. Guazeli

O COMPLEXO DO OMBRO TENDINITE DE OMBRO. Dra. Nathália C. F. Guazeli 3 Março/2013 TENDINITE DE OMBRO Dra. Nathália C. F. Guazeli GALERIA CREFITO 3 / 78.186 F O COMPLEXO DO OMBRO Para entender o que é Tendinite de Ombro, vale a pena conhecer um pouquinho como ele é composto,

Leia mais

CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES

CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES CINCO PRINCÍPIOS BÁSICOS STOTT PILATES Utilizando os Princípios do Pilates Contemporâneo para atingir um nível ótimo de condição física. Por Moira Merrithew, STOTT PILATES Executive Director, Education

Leia mais

ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA. Raul Oliveira 2º ano 2007-2008. músculos monoarticulares

ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA. Raul Oliveira 2º ano 2007-2008. músculos monoarticulares ANÁLISE FUNCIONAL DA MUSCULATURA HUMANA (Tronco) Aula 9 CINESIOLOGIA Raul Oliveira 2º ano 2007-2008 músculos monoarticulares músculos multiarticulares Músculos bi-articulares 1 LINHA DE TRACÇÃO DO MÚSCULO

Leia mais

POSICIONAMENTOS RADIOLÓGICOS DOS MEMBROS INFERIORES

POSICIONAMENTOS RADIOLÓGICOS DOS MEMBROS INFERIORES POSICIONAMENTOS RADIOLÓGICOS DOS MEMBROS INFERIORES Michele Patrícia Muller Mansur Vieira 1 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS A radiografia é, geralmente, a primeira escolha médica como método de diagnóstico por

Leia mais

Avaliação Goniométrica no contexto do Exame Fisioterapêutico

Avaliação Goniométrica no contexto do Exame Fisioterapêutico Avaliação Goniométrica no contexto do Exame Fisioterapêutico Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Visão Global de uma Avaliação Musculoesquelética

Leia mais

EXAME DO JOELHO. Inspeção

EXAME DO JOELHO. Inspeção EXAME DO JOELHO Jefferson Soares Leal O joelho é a maior articulação do corpo e está localizado entre os dois maiores ossos do aparelho locomotor, o fêmur e a tíbia. É uma articulação vulnerável a lesões

Leia mais

ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS. André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012

ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS. André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012 AVALIAÇÃO POSTURAL ABORDAGEM DAS DISFUNÇÕES POSTURAIS André Barezani Fisioterapeuta esportivo/ Ortopédico e Acupunturista Belo Horizonte 15 julho 2012 POSTURA CONCEITOS: Postura é uma composição de todas

Leia mais

Miologia anatomia e fisiologia dos músculos

Miologia anatomia e fisiologia dos músculos ANATOMIA DOS ANIMAIS DOMÉSTICOS Miologia anatomia e fisiologia dos músculos Valdirene Zabot valdirene@unochapeco.edu.br Tipos de tecido O tecido muscular e, consequentemente, os músculos, são classificados,

Leia mais

ANATOMIA RADIOLÓGICA DOS MMII. Prof.: Gustavo Martins Pires

ANATOMIA RADIOLÓGICA DOS MMII. Prof.: Gustavo Martins Pires ANATOMIA RADIOLÓGICA DOS MMII Prof.: Gustavo Martins Pires OSSOS DO MEMBRO INFERIOR OSSOS DO MEMBRO INFERIOR Tem por principal função de locomoção e sustentação do peso. Os ossos do quadril, constituem

Leia mais

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL *

DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * A. POSTURA DISTÚRBIOS DA COLUNA VERTEBRAL * 1 POSTURA LORDÓTICA Trabalho realizado por: Karina Mothé Bianor Orientador: Prof. Blair José Rosa Filho Caracterizada por um aumento no ângulo lombossacro (o

Leia mais

CEF Resist - Resumo CEF CEF RESIST. Planos de Movimento (revisão) Funções Muscúlos (revisão) Coluna. Técnica de Execução dos Exercícios

CEF Resist - Resumo CEF CEF RESIST. Planos de Movimento (revisão) Funções Muscúlos (revisão) Coluna. Técnica de Execução dos Exercícios CEF CEF RESIST CEF Resist - Resumo Planos de Movimento (revisão) Funções Muscúlos (revisão) Coluna Anatomia Funcional da Coluna Vertebral Precauções Técnica de Execução dos Exercícios 1 Planos de Movimento

Leia mais

ECO - ONLINE (EDUCAÇÃO CONTINUADA EM ORTOPEDIA ONLINE)

ECO - ONLINE (EDUCAÇÃO CONTINUADA EM ORTOPEDIA ONLINE) ECO - ONLINE (EDUCAÇÃO CONTINUADA EM ORTOPEDIA ONLINE) DESCRIÇÃO: Aulas interativas ao vivo pela internet. Participe ao vivo, respondendo as enquetes e enviando suas perguntas. Vale pontos para a Revalidação

Leia mais

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA

ESTUDO DO MOVIMENTO OSTEOLOGIA EB 23S DE CAMINHA CURSO PROFISSIONAL TÉCNICO GESTÃO DESPORTIVA ESTUDO DO MOVIMENTO HISTOLOGIA 2011/12 PROFESSOR PEDRO CÂMARA FUNÇÕES FUNÇÕES DOS S MECÂNICA SUPORTE DUREZA ARQUITECTURA INTERNA MOVIMENTO

Leia mais

Centro de Educação Integrado Curso Técnico em Radiologia CRN-90 Cleide Labor. 5º Módulo Noturno

Centro de Educação Integrado Curso Técnico em Radiologia CRN-90 Cleide Labor. 5º Módulo Noturno Centro de Educação Integrado Curso Técnico em Radiologia CRN-90 Cleide Labor 5º Módulo Noturno Elton Carvalho Lima Gislene Matioli Macedo Roseli Antunes S. Miranda Patologias identificadas por raios-x

Leia mais

Lesões Traumáticas dos Membros Inferiores

Lesões Traumáticas dos Membros Inferiores Prof André Montillo Lesões Traumáticas dos Membros Inferiores Lesões do Joelho: Lesões de Partes Moles: Lesão Meniscal: Medial e Lateral Lesão Ligamentar: o Ligamentos Cruzados: Anterior e Posterior o

Leia mais

Unidade 6 Locomoção ossos e músculos

Unidade 6 Locomoção ossos e músculos Sugestões de atividades Unidade 6 Locomoção ossos e músculos 8 CIÊNCIAS 1 Esqueleto humano 1. Observe a ilustração do esqueleto humano. Dê exemplos dos seguintes tipos de ossos que existem no corpo humano

Leia mais

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA!

DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! DE VOLTA ÀS AULAS... CUIDADOS COM A POSTURA E O PESO DA MOCHILA! SUA MOCHILA NÃO PODE PESAR MAIS QUE 10% DO SEU PESO CORPORAL. A influência de carregar a mochila com o material escolar nas costas, associado

Leia mais

PROTOCOLOS INICIAIS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NEURO PADI NORMA 1

PROTOCOLOS INICIAIS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NEURO PADI NORMA 1 Consulta Pública 1 de 37 PROTOCOLOS INICIAIS DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA NEURO PADI NORMA 1 1. RM Crânio Isquemia Aguda Sequências Mínimas Obrigatórias Contraste da imagem Cobertura anatômica Resolução espacial

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROVA PRÁTICA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2009 CIRURGIA DE MÃO

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROVA PRÁTICA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2009 CIRURGIA DE MÃO PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PROVA PRÁTICA DE RESIDÊNCIA MÉDICA 2009 CIRURGIA DE MÃO ESPECIALIDADES COM PRÉ-REQUISITO DE 2 ANOS DE ORTOPEDIA OU CIRURGIA PLÁSTICA 1 QUESTÃO 1 - Na figura abaixo:

Leia mais

UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA

UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA UNIVERSIDADE SEVERINO SOMBRA CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE CURSO DE FISIOTERAPIA Abordagem Fisioterapêutica na evolução clínica das patologias propiciadas pelo uso indevido de Notebook Helmar de Aquino Vassouras

Leia mais

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior CINESIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior COLUNA VERTEBRAL 7 vértebras cervicais 12 vértebras torácicas 5 vértebras lombares 5 vértebras sacrais 4 vértebras coccígeas anterior

Leia mais

Dados Pessoais: História social e familiar. Body Chart. Questões especiais Exames Complementares Rx (23/08/2012) placa de fixação interna a nível da

Dados Pessoais: História social e familiar. Body Chart. Questões especiais Exames Complementares Rx (23/08/2012) placa de fixação interna a nível da Dados Pessoais: Nome: M. Idade: 29 Morada: Contacto: Médico: Fisioterapeuta: Profissão: Técnica de comunicação Diagnóstico Médico: Síndrome de Kienbock História Clínica: 2009-1 mês após uma mudança de

Leia mais