Fui no Tororó de Heitor Villa-Lobos: uma investigação sobre sua direcionalidade

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Fui no Tororó de Heitor Villa-Lobos: uma investigação sobre sua direcionalidade"

Transcrição

1 Fui no Tororó de Heitor Villa-Lobos: uma investigação sobre sua direcionalidade Juliano Abramovay PPGMUS/ECA/USP Resumo: Este trabalho faz uma análise da peça Fui no Tororó, de Heitor Villa-Lobos, investigando se existe um pensamento direcional em sua composição. Para isso são utilizadas ideas provenientes do artigo Por uma Periodicidade Generalizada de Henri Pousseur, associadas a outras metodologias analíticas como a Teoria dos Conjuntos. Palavras-chave: Heitor Villa-Lobos, Fui no Tororó, Análise Musical, Direcionalidade, Henri Pousseur Fui no Tororó by Heitor Villa-Lobos: investigatins its directionality Abstract: This paper aims to perform an analysis of the work Fui no Tororó, composed by Heitor Villa-Lobos, investigating if there is a directional thought in this music. For such, the ideas from the article Por uma Periodicidade Genralizada by Henri Pousseur are used and associated with other analytical methods, such as the Pitch-Class set Theory. Keywords: Heitor Villa-Lobos, Fui no Tororó, Musical Analysis, Directionality, Henri Pousseur As Cirandas de Heitor Villa-Lobos são uma série de 16 peças curtas para piano solo, composta no ano de A nona peça, Fui no Tororó se destaca pelo uso de diversos procedimentos que dão unidade à obra. Este trabalho faz uma investigação do conteúdo intervalar desta peça e de como cada gesto musical se relaciona, buscando uma compreensão dos elementos que dão unidade à peça e investigando se existe um pensamento direcional na composição da obra. Direcionalidade é um termo bastante discutido pelo compositor e teórico belga Henri Pousseur ( ). No ensaio Por uma Periodicidade Generalizada, Pousseur defende que para que uma música seja realmente complexa (característica considerada por Pousseur e toda a geração de Darmstad como fundamental para a música), é preciso que exista um balanço entre elementos novos e a repetição de eventos já ocorridos. O resultado da alternância entre o novo e a repetição é uma sensação de periodicidade, que, segundo Pousseur, é um dos elementos que proporciona direcionalidade à música (POUSSEUR, 2009, p ). A música dos últimos séculos, que consideramos como nossa música clássica em sentido amplo, como nossa música tradicional, e que encontra no sistema da tonalidade sua expressão sintática mais equilibrada, é uma música na qual praticamente tudo se encontra construído e sustentado de

2 maneira periódica. Basta recordar a simetria com que toda a estrutura rítmica é disposta nesse sistema, ou as regularidades intrínsecas da estrutura vibratória, responsável pelas alturas perceptíveis, sobre as quais se baseia sua harmonia. Num e noutro domínio, há, de fato, irregularidades, como as sincopas, as dissonâncias, etc., mas se trata sempre de estados de tensão provisória, de crises que se desenvolvem momentaneamente, destinadas a ser resolvidas e cuja distensão resolutiva deve reforçar ainda mais a hegemonia fundamental da ordem periódica. (POUSSEUR, 2009, p.112) Ao realizar o trabalho de análise, a peça de Villa-Lobos foi dividida em três partes (A, cc.1-30, B, cc.31-62, C, cc.62-83). Uma importante forma de obter unidade nesta obra é o uso de um número reduzidos de elementos musicais que se repetem nas diferentes partes. Observamos, por exemplo, o uso de ostinatos rítmicos em semicolcheias com desenho em zigue-zague (fig. 5, p.7) e a presença de uma única melodia, de caráter mais lento e tonal nas 3 partes da música (fig. 4, p.6). Um dos objetivos deste trabalho é perceber como cada um destes gestos sonoros se transforma, surge ou deixa de existir entre uma parte e outra, pois é nestas relações que encontramos elementos que criam a sensação de repetição, variação ou contraste, elementos importantes para a compreensão da direcionalidade da peça. 1. Parte A Apesar da obra não se basear nos fundamentos do tonalismo, alguns elementos importantes desta parte nos remetem a certos princípios tonais. O compositor utiliza 8 alturas diferentes da escala cromática que um formam conjunto que, na Teoria dos Conjuntos, é denominado 8-26, segundo a nomenclatura de Allen Forte (FORTE, 1973). Um dos subconjuntos do 8-26 é a escala diatônica, que na peça se encontra em Ré bemol Maior. A linha de baixo fortalece a ideia de um centro tonal forte, polarizando a música para Ré bemol maior não apenas pela quantidade de compassos onde o ré bemol é a nota mais grave da música (em 12 compassos nos primeiros 31) mas também pelo fato de todas as frases melódicas do baixo o terem como última nota. Porém, é interessante como, ao mesmo tempo em que Villa-Lobos utiliza notas provenientes do diatonismo, ele também faz uso de elementos que dificultam uma audição tonal da peça. O ostinato na região médio-aguda deste mesmo trecho cria uma ambiguidade tonal pois, ainda que as notas sejam todas da coleção de Ré bemol Maior, suas linhas melódicas não sugerem o acorde de Ré bemol. Já a voz melódica

3 da parte A fornece importante ligação com o tema popular Fui no Tororó, que Villa- Lobos utiliza na parte C da peça. Sua coleção de alturas, com seis notas, é a denominada de 6-z24, que é um subconjunto do 7-35 (escala diatônica), este sendo o empregado na melodia popular. Porém, a melodia faz uso de um elemento de instabilidade tonal: uma nota não presente na escala de Ré bemol Maior, o si dobrado bemol. Trata-se de um importante elemento na textura da peça, que é empregada possivelmente para se evitar uma sonoridade exclusivamente diatônica. Também merece destaque o fato do si dobrado bemol (circulado na figura abaixo) da melodia criar, além da instabilidade tonal, uma distorção da melodia de Fui no Tororó, pois sem ele as relações intervalares das primeiras três notas seriam idênticas. Figura 1: melodia da parte A, comparada com a melodia de Fui no Tororó Esta disputa de forças entre elementos diatônicos e elementos nãotonais é uma característica marcante das partes A e B, e fica ainda mais evidente na segunda parte, como iremos observar mais adiante. É importante notarmos como cada um dos elementos citados acima (baixo, ostinato, e melodia) se relacionam. Por vezes, os gestos musicais se movimentam pelas alturas de forma paralela, criando uma força direcional para uma região específica. É o caso de baixo e melodia, que ao longo de todo este trecho caminham de forma paralela em terças. Este tipo de movimento também ocorre nos compassos 14-18, onde baixo e ostinato fazem um salto de quarta, criando uma sensação de movimentação tonal que é fortalecida pelas terças entre melodia e baixo, porém enfraquecida pelo si dobrado bemol presente no ostinato. Tal exemplo mostra a importância da relação entre elementos diatônicos e cromáticos na parte A. O último elemento deste trecho são gestos rápidos e em sforzando, que o compositor utiliza como uma espécie de quebra, para ir de uma textura para outra (c.1, 11, 18). Também merece destaque o fato de suas notas, enarmonizadas, comporem a escala de Lá Maior, tonalidade da parte C da peça.

4 2. Parte B Aqui, o contraste entre elementos que sugerem uma audição tonal e os que se afastam desta sonoridade se torna ainda maior. O compositor utiliza um numero maior de alturas, 11 notas (não utiliza apenas o Dó natural), e o ostinato em semicolcheias passa a se movimentar reforçando uma sonoridade cromática. Por outro lado, a melodia da parte B, possui relação intervalar idêntica à de Fui no Tororó em suas 3 primeiras notas e não possui nenhuma nota estranha ao Lá Maior, tonalidade onde o tema popular é apresentado na parte C. Além disso, o registro agudo do ostinato rítmico é composto pelas notas lá e ré bemol, ou dó sustenido, reforçando o centro tonal de Lá Maior. Fica claro desta forma como a peça ao mesmo tempo se direciona ao tema Fui no Tororó - pela tonalidade da melodia e também pelo seu desenho, como mostra a figura abaixo mas também e se afasta dele, pelo ostinato da região grave e o si bemol na região aguda. Figura 2: conteúdo harmônico da Parte B (cc ) Se antes baixo e melodia se movimentavam paralelamente, agora a melodia e o ostinato grave é que se movimentam em paralelo. Assim como a parte A possui gestos rápidos em sforzando, utilizados como quebra ou em mudanças de parte, a parte B também se utiliza de um gesto rápido e cromático, com desenho de saltos em terças em zigue-zague. Este tipo de figuração permeia toda a peça e ocorre com frequência na obra de Villa-Lobos, como mostra o livro Villa-Lobos: processos composicionais (SALLES, 2009, pp ). 3. Parte C Na terceira parte, a música se encontra dentro da coleção de alturas

5 diatônicas de Lá Maior, com apenas alguns cromatismo na linha do baixo. Porém, mais uma vez é impossível colocar o trecho dentro dos moldes de uma peça tonal, pois o ostinato e o baixo não reforçam a ideia de que o trecho é composto por acordes e funções tonais claras. Ambos se movimentam livremente pelo registro do piano, com o baixo apenas por graus conjuntos e ostinato mantendo figuração semelhante à das partes A e B. É aqui que reside parte do interesse de C: Villa-Lobos aumenta a independência de movimentação de cada um dos gestos musicais possivelmente como forma de aumentar a complexidade do trecho, que aqui não possui nem o grande espectro cromático da parte B, nem a relação ambígua entre diatonismo e cromatismo da parte A, nem funções tonais que criem uma sensação de direcionalidade. A figura abaixo mostra ostinato, baixo (ambos em notas pretas) e melodia (em notas brancas), sem ritmos. Podemos perceber que, mesmo com uma grande limitação física (o ostinato e a melodia são executados com a mesma mão, o que impede uma livre movimentação destas vozes), existe um esforço para que cada gesto musical não se movimente pelo registro do piano de forma absolutamente paralela. Cada gesto possui um movimento melódico próprio, e Villa-Lobos faz com que eles caminhem de forma paralela apenas em alguns momentos específicos, onde ele deseja reforçar o movimento da melodia popular, por exemplo. O resultado sonoro disso é que temos 3 acontecimentos musicais distintos, cada um com seu interesse próprio. Figura 3: conteúdo harmônico da parte C de Fui no Tororó (cc.63-83) A figura acima mostra também que o início da parte C possui importantes eixos simétricos. Os dois registros extremos (a melodia e o baixo) utilizam o mesmo

6 conjunto, 3-2, enquanto o ostinato e a voz intermediária utilizam o conjunto 3-6. Isso cria uma simetria por espelhamento, com um eixo horizontal entre o ostinato e a voz intermediária. Tal elemento é de grande importância, pois é exatamente com o material melódico do início da parte C que Villa-Lobos cria todas as variações melódicas presentes nas partes A e B, como observamos anteriormente. 4. Conclusão Para uma boa compreensão da possível direcionalidade da peça, é importante uma retrospectiva dos principais elementos de cada parte e de como eles se modificam de uma parte para a outra. No gesto melódico em A, existe apenas uma semelhança com o conteúdo intervalar da melodia de Fui no Tororó, que é encoberta por uma nota dissonante à escala, o si dobrado bemol. Em B, o conteúdo intervalar do inicio da frase é idêntico e se encontra na mesma tonalidade da melodia popular, que é apresentada na parte C. Isso mostra que, no aspecto melódico, a música possui uma direcionalidade que vai da incerteza tonal para a melodia popular (figura na página 6). Figura 4: melodia das parte A, B, e inicio da melodia da parte C. Em relação ao ostinato, passamos de gestos diatônicos, estáticos e tonalmente ambíguos em A para gestos cromáticos com movimentação em B. Na parte C, os gestos retornam ao diatonismo (agora em Lá Maior), porém com intensa movimentação, como mostrou a figura 3. Ainda que estes elementos não mostrem por si só uma direcionalidade, eles reforçam a ideia de um A diatônico porém tonalmente ambíguo, um B fortemente contrastante em suas relações diatonismo/cromatismo e um C diatônico onde parte do interesse se encontra no movimento autônomo de cada um dos gestos musicais.

7 Figura 5: ostinatos das partes A e B Com os exemplos acima espera-se demonstrar o quão construtivo pode ser uma reflexão sobre a direcionalidade na música, trazendo benefícios para uma análise musical mais abrangente e, possivelmente, para uma interpretação musical mais consciente da função de cada elemento musical dentro da obra. Referências: FORTE, A. The Structure of Atonal Music. Yale: Yale University, POUSSEUR, H. Apoteose de Rameau e outros ensaios. São Paulo: Editora Unesp, SALLES, P. T. Villa-Lobos: Processos Composicionais. Campinas, SP. Editora da Unicamp, 2009.

Arnold Schoenberg. Projeto composicional

Arnold Schoenberg. Projeto composicional Arnold Schoenberg RICHARD WAGNER JOHANNES BRAHMS Projeto composicional 1. Fase Tonal (até 1908) Noite Transfigurada Op. 4, Pelleas e Melisande Op. 5, Sinfonia de Câmara n 1 Op. 9 2. Fase Atonal (1908 a

Leia mais

TESTE ESPECÍFICO - PROVA ESCRITA Processo Seletivo UFAL Curso INSTRUÇÕES GERAIS

TESTE ESPECÍFICO - PROVA ESCRITA Processo Seletivo UFAL Curso INSTRUÇÕES GERAIS Serviço Público Federal UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Pró-Reitoria de Graduação - PROGRAD Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes - ICHCA TESTE ESPECÍFICO - PROVA ESCRITA Processo Seletivo

Leia mais

Estruturas Musicais Simétricas na Seção A do Estudo para Violão N o 10 de Heitor Villa-Lobos

Estruturas Musicais Simétricas na Seção A do Estudo para Violão N o 10 de Heitor Villa-Lobos Estruturas Musicais Simétricas na Seção A do Estudo para Violão N o 10 de Heitor Villa-Lobos Ciro Visconti CMU-ECA/USP, São Paulo, SP - cirovisconti@gmail.com Paulo de Tarso Salles CMU-ECA/USP, São Paulo,

Leia mais

GRADE CURRICULAR CAVALLIERI TECLADO

GRADE CURRICULAR CAVALLIERI TECLADO MÓDULO I 1º Semestre 1.1 Apresentação do instrumento - Conhecimento das características e possibilidades de uso com seus recursos sonoros e eletrônicos e diferenças entre o teclado e o piano. 1.2 Postura,

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES EDUCAÇÃO MUSICAL PLANIFICAÇÃO ANUAL 6º ANO 2016/2017 Metas Conceitos Conteúdos Objetivos Avaliação

Leia mais

A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E O L I V E I R I N H A ( ) E S C O L A B Á S I C A D E O L I V E I R I N H A ( )

A G R U P A M E N T O D E E S C O L A S D E O L I V E I R I N H A ( ) E S C O L A B Á S I C A D E O L I V E I R I N H A ( ) P R O G R A M A Ç Ã O C U R R I C U L A R DO 6 0 A N O COMPETÊNCIAS GERAIS ORG. APRENDIZAGEM COMP. ESPECÍFICAS DE EDUCAÇÃO MUSICAL SITUAÇÕES DE APRENDIZAGEM -Mobilizar saberes culturais, científicos e

Leia mais

Universidade Metodista de Piracicaba Processo Seletivo 2013 Prova de Aptidão Curso Música Licenciatura Prova 1

Universidade Metodista de Piracicaba Processo Seletivo 2013 Prova de Aptidão Curso Música Licenciatura Prova 1 INSTRUÇÕES A prova de aptidão musical constitui-se de três partes: Universidade Metodista de Piracicaba Processo Seletivo 2013 Prova de Aptidão Curso Música Licenciatura Prova 1 1. HISTÓRICO MUSICAL Você

Leia mais

Villa genial: a maior obra-prima do repertório violonístico. Instituto Cervantes de Brasília 4/6, domingo, 17h

Villa genial: a maior obra-prima do repertório violonístico. Instituto Cervantes de Brasília 4/6, domingo, 17h 3ª Temporada Villa genial: a maior obra-prima do repertório violonístico Instituto Cervantes de Brasília 4/6, domingo, 17h 12 Estudos Villa-Lobos (1887-1959) e Andrés Segovia (1893-1987) se encontraram

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL 6.º Ano

PLANIFICAÇÃO ANUAL 6.º Ano PLANIFICAÇÃO ANUAL 6.º Ano Disciplina de Educação Musical METAS DE APRENDIZAGEM Domínios e Subdomínios Desenvolvimento da Capacidade de Expressão e Comunicação: Interpretação e Comunicação INDICADORES

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO MUSICAL - 6.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO MUSICAL - 6.º ANO DE EDUCAÇÃO MUSICAL - 6.º ANO Ano Letivo 2014 2015 PERFIL DO ALUNO PERFIL DO ALUNO ATINGIR NO FINAL DE CICLO O aluno canta a solo e em grupo, com intencionalidade expressiva, canções em diferentes tonalidades

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO MUSICAL 6.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO MUSICAL 6.º ANO DE EDUCAÇÃO MUSICAL 6.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO PERFIL DO ALUNO ATINGIR NO FINAL DE CICLO O aluno canta a solo e em grupo, com intencionalidade expressiva, canções em diferentes tonalidades

Leia mais

Você ouvirá quatro trechos musicais, com instrumentação variada, que contêm intervalos melódicos que se repetem.

Você ouvirá quatro trechos musicais, com instrumentação variada, que contêm intervalos melódicos que se repetem. QUESTÃO 01 2 Você ouvirá quatro trechos musicais, com instrumentação variada, que contêm intervalos melódicos que se repetem. Com relação aos trechos ouvidos, é INCORRETO afirmar que, no primeiro, a voz

Leia mais

EXAME INTELECTUAL AOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS SOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE TEORIA MUSICAL

EXAME INTELECTUAL AOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS SOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE TEORIA MUSICAL MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DECEx DETMil ESCOLA DE SARGENTOS DAS ARMAS ESCOLA SARGENTO MAX WOLF FILHO EXAME INTELECTUAL AOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS 2012-13 SOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE

Leia mais

Sugestões Metodológicas: Estratégias/Atividades. Metas de Aprendizagem

Sugestões Metodológicas: Estratégias/Atividades. Metas de Aprendizagem Ano Letivo - 2012/201 Conteúdos Objetivos Curriculares Metas de Aprendizagem Sugestões Metodológicas: Estratégias/Atividades Avaliação Calendarização Dinâmica Forma Ficheiro 1 Reconhece diferentes timbres,

Leia mais

Prova de Aptidão Musical

Prova de Aptidão Musical Vestibular 2010 Prova de Aptidão Musical Curso de Licenciatura em Música 1. o Caderno Questões Objetivas 18.12.2009 Escreva seu nome e número da carteira na capa e na última folha deste caderno. Esta prova

Leia mais

Apostila de Ensino Teoria Musical Noções Gerais

Apostila de Ensino Teoria Musical Noções Gerais Apostila de Ensino Teoria Musical Noções Gerais Edição 2016 APRESENTAÇÃO Esta apostila reúne uma compilação de estudos embasados nas devidas referências bibliográficas, notações complementares e exercícios

Leia mais

Improvisação. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos!

Improvisação. Prof. Juarez Barcellos. Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Improvisação Prof. Juarez Barcellos Licença Creative Commons Violonistas, músicos, alunos, amigos e companhia, bem vindos! Em 2002, comecei a dar aulas particulares nas Em 2002, comecei a dar aulas particulares

Leia mais

Intervalos. Classificação numérica. Classificação de dimensão

Intervalos. Classificação numérica. Classificação de dimensão Intervalos Um intervalo é a distância entre duas notas ou sons diferentes, sendo ascendente ou descendente em função da direção melódica que adotar. Estão sujeitos às seguintes classificações: Classificação

Leia mais

Grelhas de conteúdos programáticos

Grelhas de conteúdos programáticos Grelhas de conteúdos programáticos > disciplina de Iniciação Musical ACADEMIA MUSICAL DOS AMIGOS DAS CRIANÇAS AMAC - GRELHAS DE CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS DA DISCIPLINA DE INICIAÇÃO MUSICAL 1 RITMO frases

Leia mais

Curso Básico de Música

Curso Básico de Música Curso Básico de Música Betel Brasileiro - Juazeirinho Instrutores: Alex Junior e Nilson Barbosa Contatos: (83)9333-4185 Facebook Page: www.facebook.com/musicadicas 1 Dicas Se você deseja ser um bom músico

Leia mais

Prova (1º Módulo) Nome do Aluno: data / /

Prova (1º Módulo) Nome do Aluno: data / / Prova (1º Módulo) Nome do Aluno: data / / 1. O que é música? 2. Qual elemento (a matéria) mais importante da música que sem ele, a mesma não existiria? 3. O que é som? 4. Existem duas espécies de sons.

Leia mais

07 de JUNHO de Conteúdo: NOME: CARTEIRA Nº. 20 questões. Este caderno não será liberado

07 de JUNHO de Conteúdo: NOME: CARTEIRA Nº. 20 questões. Este caderno não será liberado 07 de JUNHO de 2009 ²3½ ±æ è ÜËÎßY]Ñ Üß ÐÎÑÊßæ ìø Conteúdo: 20 questões Este caderno não será liberado NOME: CARTEIRA Nº PROVA DE HABILIDADES ESPECÍFICAS MÚSICA ETAPA TEÓRICA Para responder às questões

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE CONCURSO VESTIBULAR VESTIBULAR 2016 MÚSICA INSTRUÇÕES - Ao receber este caderno de prova verifique se contém 30 questões. Caso contrário,

Leia mais

A ANÁLISE MUSICAL. No âmbito da música popular, ao falarmos de análise musical, estamos nos referindo:

A ANÁLISE MUSICAL. No âmbito da música popular, ao falarmos de análise musical, estamos nos referindo: A ANÁLISE MUSICAL Por Turi Collura No âmbito da música popular, ao falarmos de análise musical, estamos nos referindo: 1) À análise harmônica 2) À análise da forma musical 1 A análise harmônica busca as

Leia mais

Teoria Musical. 01. Na primeira linha das claves de sol e de fá, tem-se, respectivamente, as notas : 02. A respeito do termo VALOR, pode-se dizer que:

Teoria Musical. 01. Na primeira linha das claves de sol e de fá, tem-se, respectivamente, as notas : 02. A respeito do termo VALOR, pode-se dizer que: Teoria Musical 01. Na primeira linha das claves de sol e de fá, tem-se, respectivamente, as notas : 0-0) mi e mi. 1-1) sol e mi. 2-2) sol e sol. 3-3) mi e sol. 4-4) mi e si. Resposta: FFFVF A clave de

Leia mais

Metas de Aprendizagem: Educação Musical (2º Ciclo)

Metas de Aprendizagem: Educação Musical (2º Ciclo) Metas de Aprendizagem: Educação Musical (2º Ciclo) Domínio: Desenvolvimento da Capacidade de Expressão e Comunicação Subdomínio: Interpretação e Comunicação Meta Final 1) O aluno canta a solo e em grupo,

Leia mais

VESTIBULAR MÚSICA

VESTIBULAR MÚSICA 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE PRÓ - REITORIA DE ENSINO COMISSÃO DE PROCESSOS VESTIBULARES UNIDADE ACADEMICA DE ARTE E MÍDIA VESTIBULAR 2015.2 TESTE DE HABILIDADE ESPECÍFICA MÚSICA CONQUISTE

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL - CONTEÚDOS

PLANIFICAÇÃO ANUAL - CONTEÚDOS PLANIFICAÇÃO ANUAL - CONTEÚDOS UNIDADE 1 Compasso binário, ternário e quaternário Figuras rítmicas Notas na pauta e na flauta Organização da música Cânone Elementos expressivos da música Dinâmica Andamento

Leia mais

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Educação Musical 7º Ano

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Educação Musical 7º Ano PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR Educação Musical 7º Ano 1º Semestre COMPETÊNCIAS TEMAS/UNIDADES CONTEÚDOS Aulas Previstas _34_ - Toca os instrumentos com postura correcta; - Interpreta um ostinato rítmico

Leia mais

Processo Seletivo

Processo Seletivo UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO Processo Seletivo 2011.2 2ª Fase Habilidades Específicas Candidato (a): Feira de Santana, de julho de 2011. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE

Leia mais

Prova de Teoria Musical e Percepção melódica e rítmica

Prova de Teoria Musical e Percepção melódica e rítmica UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Pró-Reitoria de Graduação PROGRAD Escola Técnica de Artes - ETA Prova de Teoria Musical e Percepção Melódica e Rítmica Curso Técnico em Música (Canto Erudito, Canto Popular,

Leia mais

trecho musical ì í î ï ð

trecho musical ì í î ï ð Nas questões de 1 a 10, responda de acordo com o comando de cada uma delas. As questões 1, 4, 6, 7 e 9 exigem respostas a serem construídas; as questões 2 e 8 são de associação. As respostas a essas questões

Leia mais

SÉRIE HARMÔNICA. As notas do contraponto são formadas com intervalos de repouso e/ou tensão,

SÉRIE HARMÔNICA. As notas do contraponto são formadas com intervalos de repouso e/ou tensão, 1 SÉRIE HARMÔNICA Texto: Prof. Dirso Anderle SESC/2001 As notas do contraponto são formadas com intervalos de repouso e/ou tensão, consonantes e/ou dissonantes entre as linhas (vozes) da melodia e as linhas

Leia mais

INSTITUTO GREGORIANO DE LISBOA VIOLINO CURSO DE MÚSICA TESTES FINAIS E PROVAS GLOBAIS 2016/2017

INSTITUTO GREGORIANO DE LISBOA VIOLINO CURSO DE MÚSICA TESTES FINAIS E PROVAS GLOBAIS 2016/2017 INSTITUTO GREGORIANO DE LISBOA PREPARATÓRIO I VIOLINO CURSO DE MÚSICA TESTES FINAIS E PROVAS GLOBAIS 2016/2017 Uma escala diatónica maior na tonalidade de Ré, Lá ou Sol na extensão de uma oitava e o respectivo

Leia mais

HORÁRIO DAS OFICINAS DO SEMINÁRIO DE MÚSICA Semestre

HORÁRIO DAS OFICINAS DO SEMINÁRIO DE MÚSICA Semestre HORÁRIO DAS OFICINAS DO SEMINÁRIO DE MÚSICA Semestre 2017.2 APRECIAÇÃO MUSICAL OFICINA DE APRECIAÇÃO MUSICAL - A PARTIR DE 18 ANOS Análise de literatura musical e análise de instrumentos (seus timbres,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-Reitoria de Graduação PROGRAD Escola Técnica de Artes - ETA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS. Pró-Reitoria de Graduação PROGRAD Escola Técnica de Artes - ETA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Pró-Reitoria de Graduação PROGRAD Escola Técnica de Artes - ETA Prova de Teoria Musical e Percepção Melódica e Rítmica Curso Técnico em Música (Canto Erudito, Piano, Violino

Leia mais

AGRUPAMENTO ESCOLAS PROFESSOR CARLOS TEIXEIRA Código EDUCAÇÃO MUSICAL:

AGRUPAMENTO ESCOLAS PROFESSOR CARLOS TEIXEIRA Código EDUCAÇÃO MUSICAL: EDUCAÇÃO MUSICAL: A Música é uma forma do conhecimento cuja linguagem é o som. A experiência musical viva e criativa é a base de todas as aprendizagens. As vivências e os pensamentos musicais dos alunos

Leia mais

Segunda Etapa SEGUNDO DIA 2ª ETAPA TEORIA MUSICAL COMISSÃO DE PROCESSOS SELETIVOS E TREINAMENTOS

Segunda Etapa SEGUNDO DIA 2ª ETAPA TEORIA MUSICAL COMISSÃO DE PROCESSOS SELETIVOS E TREINAMENTOS Segunda Etapa SEGUNDO DIA 2ª ETAPA TEORIA MUSICAL COMISSÃO DE PROCESSOS SELETIVOS E TREINAMENTOS 01. A barra dupla indica: 0-0) fim de um trecho musical. 1-1) mudança de compasso. 2-2) mudança de modo.

Leia mais

Recorrências rítmico-melódicas na produção composicional para flauta de Bruno Kiefer

Recorrências rítmico-melódicas na produção composicional para flauta de Bruno Kiefer Recorrências rítmico-melódicas na produção composicional para flauta de Bruno Kiefer PÔSTER Vinícius Dias Prates UFRGS - viniciusprates@yahoo.com.br Leonardo Loureiro Winter UFRGS llwinter@uol.com.br Any

Leia mais

Estratégias composicionais de Villa-Lobos: permutações e simetrias em três estudos de caso na Prole do Bebê N o 2

Estratégias composicionais de Villa-Lobos: permutações e simetrias em três estudos de caso na Prole do Bebê N o 2 Estratégias composicionais de Villa-Lobos: permutações e simetrias em três estudos de caso na Prole do Bebê N o 2 Walter Nery Filho Universidade de São Paulo (USP) waltinhonery@gmail.com Resumo: Este trabalho

Leia mais

Para responder às questões 1 e 2, ouça atentamente o trecho musical 1 e considere o exemplo musical I, que corresponde a esse trecho musical.

Para responder às questões 1 e 2, ouça atentamente o trecho musical 1 e considere o exemplo musical I, que corresponde a esse trecho musical. Nas questões de 1 a 10, responda de acordo com o comando de cada uma delas. A questão 1 exige resposta a ser construída pelo próprio candidato; as questões 3, 4, 9 e 10 são de associação ou complementação.

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS GONÇALO SAMPAIO ESCOLA E.B. 2, 3 PROFESSOR GONÇALO SAMPAIO DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES EDUCAÇÃO MUSICAL PLANIFICAÇÃO PERIÓDICA 6º ANO 2016/2017 1º Período Conceitos Conteúdos Objetivos

Leia mais

PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR 2016 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE MÚSICA. Assinatura: PROVA COLETIVA

PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR 2016 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE MÚSICA. Assinatura: PROVA COLETIVA PROCESSO SELETIVO VESTIBULAR 2016 PROVA DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE MÚSICA Nome do Candidato: Inscrição: Assinatura: PROVA COLETIVA 1- A prova está dividida em 4 questões com as seguintes pontuações:

Leia mais

Escola Básica e Secundária de Alvide

Escola Básica e Secundária de Alvide Informação da Prova de Equivalência à Frequência de Educação Musical Prova 12 2016 2.º Ciclo do Ensino Básico Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho 1. Objeto de avaliação A prova tem por referência o

Leia mais

Prof. Juarez Barcellos

Prof. Juarez Barcellos ou Notação Musical A teoria serve para que o músico organize a aplicação de sua técnica. Ela é o intelecto, a compreensão da arte. É através dela que as composições rompem os séculos com uma linguagem

Leia mais

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM Ano Letivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO ANUAL AGRUPAMENTO de ESCOLAS de SANTIAGO do CACÉM º CICLO Ano Letivo 016/017 PLANIFICAÇÃO ANUAL Documento(s) Orientador(es): Programa de Educação Musical / Metas de Aprendizagem em EM / Manual Banda Sonora 6

Leia mais

Simetrias e Palíndromos no Estudo N o 1 para violão de Villa-Lobos

Simetrias e Palíndromos no Estudo N o 1 para violão de Villa-Lobos Simetrias e Palíndromos no Estudo N o 1 para violão de Villa-Lobos Ciro Visconti CMU-ECA/USP, São Paulo, SP - cirovisconti@gmail.com Paulo de Tarso Salles CMU-ECA/USP, São Paulo, SP - ptsalles@usp.br Resumo:

Leia mais

- MATRIZES DAS DISCIPLINAS -

- MATRIZES DAS DISCIPLINAS - - MATRIZES DAS DISCIPLINAS - FORMAÇÃO MUSICAL Anexo II Matrizes das Disciplinas Admissões 2015/2016 Página 30 de 80 1. DITADOS RÍTMICOS FORMAÇÃO MUSICAL ACESSO AO 2º GRAU PROVA ESCRITA 1.1. Duas frases

Leia mais

TESTE ESPECÍFICO - PROVA ESCRITA Processo Seletivo UFAL 2016 Edital nº 02/2016/PROGRAD-UFAL. Curso INSTRUÇÕES GERAIS

TESTE ESPECÍFICO - PROVA ESCRITA Processo Seletivo UFAL 2016 Edital nº 02/2016/PROGRAD-UFAL. Curso INSTRUÇÕES GERAIS Serviço Público Federal UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Pró-Reitoria de Graduação - PROGRAD Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes - ICHCA TESTE ESPECÍFICO - PROVA ESCRITA Processo Seletivo

Leia mais

Ano letivo de Currículo da Disciplina de Educação Musical 5º Ano I UNIDADE

Ano letivo de Currículo da Disciplina de Educação Musical 5º Ano I UNIDADE Ano letivo de 2012-2013 Currículo da Disciplina de Educação Musical 5º Ano I UNIDADE - Ensaiar e apresentar publicamente interpretações individuais e em grupo de peças musicais em géneros e formas contrastantes

Leia mais

A ANÁLISE NEO RIEMANNIANA APLICADA À OBRA DE ALBERTO NEPOMUCENO

A ANÁLISE NEO RIEMANNIANA APLICADA À OBRA DE ALBERTO NEPOMUCENO 1 A ANÁLISE NEO RIEMANNIANA APLICADA À OBRA DE ALBERTO NEPOMUCENO Rita de Cássia Taddei Universidade de São Paulo - taddei.rita@gmail.com Resumo: Agregando teoria e análise, este estudo apresenta uma aplicação

Leia mais

MÚSICA. Transcreva o trecho musical I, por completo e sem rasura, para o pentagrama correspondente na folha de respostas. O espaço

MÚSICA. Transcreva o trecho musical I, por completo e sem rasura, para o pentagrama correspondente na folha de respostas. O espaço INSTRUÇÕES 1 Este caderno é constituído de treze questões. 2 Caso o caderno de prova esteja incompleto ou tenha qualquer defeito, solicite ao fiscal de sala mais próximo que tome as providências cabíveis.

Leia mais

Codex Troano: análise particional e principais gestos composicionais

Codex Troano: análise particional e principais gestos composicionais Codex Troano: análise particional e principais gestos composicionais MODALIDADE: COMUNICAÇÃO André Codeço dos Santos andrecdoeco@gmail.com Pauxy Gentil-Nunes pauxygnunes@gmail.com Resumo: Codex Troano

Leia mais

42. Construa a escala maior e indique os tetracordes de cada uma das tonalidades indicadas abaixo:

42. Construa a escala maior e indique os tetracordes de cada uma das tonalidades indicadas abaixo: Escalas Exercícios 42. Construa a escala maior e indique os tetracordes de cada uma das tonalidades indicadas abaixo: A. SOL maior B. LA maior C. SI maior D. FA maior E. MI maior F. RE maior 89 43. Construa

Leia mais

VESTIBULAR MÚSICA

VESTIBULAR MÚSICA 0 UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE PRÓ - REITORIA DE ENSINO COMISSÃO DE PROCESSOS VESTIBULARES UNIDADE ACADEMICA DE ARTE E MÍDIA VESTIBULAR 2013.2 TESTE DE HABILIDADE ESPECÍFICA MÚSICA CONQUISTE

Leia mais

II NOTAÇÃO MUSICAL. NOTAS NATURAIS São 7 (sete) as notas naturais DÓ - RÉ - MI - FA - SOL - LA - SI

II NOTAÇÃO MUSICAL. NOTAS NATURAIS São 7 (sete) as notas naturais DÓ - RÉ - MI - FA - SOL - LA - SI I MÚSICA Música é a arte de combinar os sons, seguindo as variações da altura, proporção, duração e ordenados por afinidades comuns. É através da música que o músico demonstra seus diversos sentimentos,

Leia mais

Processo Seletivo UFAL 2013 Curso

Processo Seletivo UFAL 2013 Curso CADERNO DE QUESTÕES Serviço Público Federal UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Pró-Reitoria de Graduação - PROGRAD Instituto de Ciências Humanas, Comunicação e Artes ICHCA TESTE ESPECÍFICO PROVA ESCRITA Processo

Leia mais

DISCIPLINA EDUCAÇÃO MUSICAL

DISCIPLINA EDUCAÇÃO MUSICAL INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA DISCIPLINA EDUCAÇÃO MUSICAL PROVA 12/16 6º Ano de Escolaridade (Decreto-Lei nº 19/12, de 5 de julho, republicado pelo Decreto-Lei nº 91/1, de 10 de julho)

Leia mais

Escola de Artes SAMP. Matriz para a Prova de Passagem Formação Musical

Escola de Artes SAMP. Matriz para a Prova de Passagem Formação Musical Matriz para a Prova de Passagem Formação Musical Preparatório PROVA MELÓDICA Reprodução de intervalos Capacidade de reproduzir sons e respetivas distâncias sonoras Canto de uma melodia Conhecimento de

Leia mais

001. Prova de Conhecimento e Habilidade em Música

001. Prova de Conhecimento e Habilidade em Música vestibular 2014 001. Prova de Conhecimento e Habilidade em Música presencial Confira seus dados impressos neste caderno. Esta prova contém 30 questões objetivas e terá duração total de 2 horas. Para cada

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE CONCURSO VESTIBULAR VESTIBULAR 2015 MÚSICA INSTRUÇÕES - Ao receber este caderno de prova verifique se contém 30 questões. Caso contrário,

Leia mais

Plano de Ensino usual

Plano de Ensino usual Plano de Ensino usual Aulas de Música Instrumental Este plano de ensino será o roteiro das aulas de como ocorrerão e quais serão os conteúdos abordados em cada aula e também os acordos para que ocorra

Leia mais

TEORIA DOS CONJUNTOS: APONTAMENTOS.

TEORIA DOS CONJUNTOS: APONTAMENTOS. TEORIA DOS CONJUNTOS: APONTAMENTOS. Paulo de Tarso Salles CMU/ECA-USP, 2008. Os tratados de análise de música Pós-Tonal (ou seja, parte expressiva da produção musical feita a partir do século XX) em geral

Leia mais

Serviço Público Federal UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Pró-Reitoria de Graduação - PROGRAD INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES ICHCA

Serviço Público Federal UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Pró-Reitoria de Graduação - PROGRAD INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES ICHCA CADERNO DE QUESTÕES Serviço Público Federal UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS Pró-Reitoria de Graduação - PROGRAD INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, COMUNICAÇÃO E ARTES ICHCA TESTE ESPECÍFICO PROVA ESCRITA Processo

Leia mais

Para responder à questão 1, ouça atentamente o trecho musical I.

Para responder à questão 1, ouça atentamente o trecho musical I. Nas questões de 1 a 9, responda de acordo com o comando de cada uma delas. As questões 1, 3 e 8 exigem respostas a serem construídas pelo próprio candidato; as questões 2, 7 e 9 são de associação ou complementação.

Leia mais

TAM I - aula 3 UFJF - IAD. Prof. Luiz E. Castelões

TAM I - aula 3 UFJF - IAD. Prof. Luiz E. Castelões TAM I - aula 3 UFJF - IAD Prof. Luiz E. Castelões luiz.casteloes@ufjf.edu.br Plano Geral da Aula: (1) Princípios básicos de Teoria Musical; (2) Aplicação da Teoria do item (1) na análise de pequenos trechos

Leia mais

Teoria Musical. Prof. Rodrigo Faleiros. Prof. Rodrigo Faleiros. blog: rodfaleiros.wordpress.com

Teoria Musical. Prof. Rodrigo Faleiros. Prof. Rodrigo Faleiros.   blog: rodfaleiros.wordpress.com Teoria Musical Prof. Rodrigo Faleiros Prof. Rodrigo Faleiros e-mail: rodfaleiros@gmail.com blog: rodfaleiros.wordpress.com 2 Aula 1 Ritmo Ritmo é a sucessão de tempos fortes e fracos que se alternam com

Leia mais

GRADE CURRICULAR CAVALLIERI GUITARRA

GRADE CURRICULAR CAVALLIERI GUITARRA MÓDULO I 1º Semestre 1.1 Apresentação do instrumento. Conhecer o instrumento fisicamente bem como suas características. Nomes das partes e funções. 1.2 Afinação e postura. Postura corporal correta e a

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. JOÃO V ESCOLA SECUNDÁRIA c/ 2º e 3º CICLOS D. JOÃO V

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. JOÃO V ESCOLA SECUNDÁRIA c/ 2º e 3º CICLOS D. JOÃO V ESCOLA SECUNDÁRIA c/ e CICLOS D. JOÃO V 5º Ano Turma 1 PERÍODO MATÉRIAS / CONTEÚDOS AULAS PREVISTAS Ritmo: Pulsação; Som e silêncio organizados com a pulsação (semínima e pausa); Altura: Registo agudo,

Leia mais

ESCOLA E.B. FERNANDO CALDEIRA. Ano letivo de Currículo da Disciplina de Educação Musical 6º Ano I UNIDADE

ESCOLA E.B. FERNANDO CALDEIRA. Ano letivo de Currículo da Disciplina de Educação Musical 6º Ano I UNIDADE Ano letivo de 2012-2013 Objetivos Currículo da Disciplina de Educação Musical 6º Ano I UNIDADE Interpretação e comunicação: - Preparar, apresentar e avaliar peças musicais diferenciadas, atendendo à diversidade

Leia mais

Universidade Federal do ABC. Por Nicolas Souza Lopes

Universidade Federal do ABC. Por Nicolas Souza Lopes Universidade Federal do ABC Por Nicolas Souza Lopes Objetivo: Este curso tem como objetivo introduzir os fundamentos de composição e interpretação musical. Introdução: As Seis Propriedades do Som Tom (Pitch)

Leia mais

Música faz bem! BOA PROVA

Música faz bem! BOA PROVA Prova de Habilidade Específica em Música PROVA DE APTIDÃO CURSO MÚSICA LICENCIATURA 1. Todos os candidatos deverão se submeter à entrevista, ao teste escrito e oral, bem como escrever seu histórico musical.

Leia mais

Relações entre os materiais utilizados por Villa-Lobos na peça O Polichinelo

Relações entre os materiais utilizados por Villa-Lobos na peça O Polichinelo XX Congresso da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Música Florianópolis - 2010 Relações entre os materiais utilizados por Villa-Lobos na peça O Polichinelo Walter Nery Filho Universidade

Leia mais

Método de iniciação. em Flauta Transversal NILSON MASCOLO & CINTHIA MASCOLO. Teoria e pratica passo a passo

Método de iniciação. em Flauta Transversal NILSON MASCOLO & CINTHIA MASCOLO. Teoria e pratica passo a passo NILSON MASCOLO & CINTHIA MASCOLO Método de iniciação em Flauta Transversal Teoria e pratica passo a passo Edição ampliada com mais estudos Lições com instruções e comentários Segue aqui algumas Páginas

Leia mais

Processo Seletivo ª Etapa Teoria Musical

Processo Seletivo ª Etapa Teoria Musical UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO Processo Seletivo 2012.1 2ª Etapa Teoria Musical Candidato (a): Feira de Santana, 27 de fevereiro de 2012. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA

Leia mais

Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação - Interpretação e comunicação

Desenvolvimento da capacidade de expressão e comunicação - Interpretação e comunicação DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA E Educação Musical 6º ANO B Ano Letivo: 06/07. Introdução / Finalidades A música enquanto disciplina tem como um dos objetivos fundamentais o desenvolvimento do pensamento

Leia mais

Prelúdio N. 2 de Claudio Santoro para violão: a busca por uma escrita instrumental idiomática demonstrada através da análise musical

Prelúdio N. 2 de Claudio Santoro para violão: a busca por uma escrita instrumental idiomática demonstrada através da análise musical Prelúdio N. 2 de Claudio Santoro para violão: a busca por uma escrita instrumental idiomática demonstrada através da análise musical MODALIDADE: COMUNICAÇÃO Felipe Garibaldi de Almeida Silva PPGMUS ECA/USP

Leia mais

Fundamentos de harmonia

Fundamentos de harmonia Fundamentos de harmonia Hudson Lacerda 19 de Fevereiro de 2010 Resumo Este texto foi escrito originalmente para uso na disciplina Fundamentos de Harmonia ministrada pelo autor na Escola de Música da Universidade

Leia mais

GRADE CURRICULAR CAVALLIERI VIOLÃO POPULAR

GRADE CURRICULAR CAVALLIERI VIOLÃO POPULAR MÓDULO I 1º Semestre 1.1 Apresentação do instrumento. No primeiro módulo o aluno conhecerá seu instrumento fisicamente bem como suas características. 1.2 Afinação do instrumento e postura. Postura corporal

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Expressões e Tecnologias Planificação Anual de Educação Musical 5º ano Ano Letivo 2016/2017

Leia mais

Transformações e funções motívicas: uma análise do enérgico 1º movimento da Sonata Breve para piano de Oscar Lorenzo Fernandez

Transformações e funções motívicas: uma análise do enérgico 1º movimento da Sonata Breve para piano de Oscar Lorenzo Fernandez Transformações e funções motívicas: uma análise do enérgico 1º movimento da Sonata Breve para piano de Oscar Lorenzo Fernandez Maria Bernardete Castelan Póvoas Universidade do Estado de Santa Catarina

Leia mais

Concerto para orquestra: concepção e desenvolvimento de uma linguagem própria a partir da obra de outros compositores

Concerto para orquestra: concepção e desenvolvimento de uma linguagem própria a partir da obra de outros compositores Concerto para orquestra: concepção e desenvolvimento de uma linguagem própria a partir da obra de outros compositores Luís Otávio Teixeira Passos Universidade Federal de Campina Grande, UFCG luisotpassos@gmail.com

Leia mais

Três características diferem os sinais sonoros: a altura do som, a intensidade e o timbre.

Três características diferem os sinais sonoros: a altura do som, a intensidade e o timbre. Três características diferem os sinais sonoros: a altura do som, a intensidade e o timbre. A altura do som relaciona-se com a freqüência (audível 20 Hz a 20 khz). Um som mais baixo (respect. alto) é mais

Leia mais

Um sopro de clarineta no Brasil: Resgate de Crônica de Um Dia de Verão Fantasia para Clarineta Bb e Orquestra de Cordas de Almeida Prado

Um sopro de clarineta no Brasil: Resgate de Crônica de Um Dia de Verão Fantasia para Clarineta Bb e Orquestra de Cordas de Almeida Prado Um sopro de clarineta no Brasil: Resgate de Crônica de Um Dia de Verão Fantasia para Clarineta Bb e Orquestra de Cordas de Almeida Prado Elaine Pires Universidade Estadual de Campinas UNICAMP claraelaineh@sigmanet.com.br

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO COORDENAÇÃO DE CONCURSO VESTIBULAR VESTIBULAR 2014 MÚSICA INSTRUÇÕES - Ao receber este caderno de prova verifique se contém 30 questões. Caso contrário,

Leia mais

TESTE DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA INSTRUÇÕES E INFORMAÇÕES. 1 ESCREVA seu nome com letra de forma apenas no quadro acima.

TESTE DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA INSTRUÇÕES E INFORMAÇÕES. 1 ESCREVA seu nome com letra de forma apenas no quadro acima. UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA COORDENADORIA DE PROCESSOS DE SELEÇÃO VESTIBULAR DE VERÃO 2016 PROCESSO SELETIVO SERIADO PSS 2016 TESTE DE HABILIDADE ESPECÍFICA CURSO DE LICENCIATURA EM MÚSICA NOME

Leia mais

Metaeixos simétricos no Andantino Vagaroso do Quarteto de Cordas n. 9 de Heitor Villa-Lobos

Metaeixos simétricos no Andantino Vagaroso do Quarteto de Cordas n. 9 de Heitor Villa-Lobos Metaeixos simétricos no Andantino Vagaroso do Quarteto de Cordas n. 9 de Heitor Villa-Lobos MODALIDADE: COMUNICAÇÃO SUBÁREA: TEORIA E ANÁLISE MUSICAL Allan Medeiros Falqueiro USP allanfalqueiro@gmail.com

Leia mais

ANÁLISE SHENKERIANA DO SEGUNDO MOVIMENTO DA SÉTIMA SINFONIA DE BEETHOVEN (TEMA A)

ANÁLISE SHENKERIANA DO SEGUNDO MOVIMENTO DA SÉTIMA SINFONIA DE BEETHOVEN (TEMA A) 553 ANÁLISE SHENKERIANA DO SEGUNDO MOVIMENTO DA SÉTIMA SINFONIA DE BEETHOVEN (TEMA A) Ricardo De Alcantara Stuani rstuani@hotmail.com UNESP/Instituto de Artes Resumo: Este trabalho tem como objetivo realizar

Leia mais

Vejamos abaixo, por exemplo, o campo harmônico de C Maior com suas dominantes secundárias: C7M Dm7 Em7 F7M

Vejamos abaixo, por exemplo, o campo harmônico de C Maior com suas dominantes secundárias: C7M Dm7 Em7 F7M Dominantes Secundárias Cada um dos acordes diatônicos do campo harmônico, pode ser preparado por um acorde de dominante. Esse acorde se chama dominante secundário. A dominante primária de uma tonalidade

Leia mais

01. Assinale CORRETAMENTE a alternativa que corresponde às possibilidades de tonalidades apresentadas na sequência a seguir.

01. Assinale CORRETAMENTE a alternativa que corresponde às possibilidades de tonalidades apresentadas na sequência a seguir. 01. Assinale CORRETAMENTE a alternativa que corresponde às possibilidades de tonalidades apresentadas na sequência a seguir. Mi menor, Ré b maior, Sol maior Mi Maior, Ré bemol Maior, Lá Maior Sol# Maior,

Leia mais

Mimetismo e metamorfose de elementos da música folclórica na elaboração da obra para piano O Gatinho de Papelão de Heitor Villa-Lobos *

Mimetismo e metamorfose de elementos da música folclórica na elaboração da obra para piano O Gatinho de Papelão de Heitor Villa-Lobos * Mimetismo e metamorfose de elementos da música folclórica na elaboração da obra para piano O Gatinho de Papelão de Heitor Villa-Lobos * Walter Nery Filho Universidade de São Paulo (USP) waltinhonery@usp.br

Leia mais

SEÇÃO ESCRITA. 1- Escrever as armaduras das seguintes tonalidades (0,1 ponto cada subitem): a) Mi Maior d) Fá# menor. b) Si menor e) Mib menor

SEÇÃO ESCRITA. 1- Escrever as armaduras das seguintes tonalidades (0,1 ponto cada subitem): a) Mi Maior d) Fá# menor. b) Si menor e) Mib menor 1 SEÇÃO ESCRITA 1- Escrever as armaduras das seguintes tonalidades (0,1 ponto cada subitem): a) Mi Maior d) Fá# menor b) Si menor e) Mib menor c) Réb Maior 2- Dadas as tonalidades, escrever a armadura

Leia mais

13 de fevereiro INÍCIO: 8h DURAÇÃO: 4 horas. 20 questões MÚSICA NOME: CARTEIRA :

13 de fevereiro INÍCIO: 8h DURAÇÃO: 4 horas. 20 questões MÚSICA NOME: CARTEIRA : 13 de fevereiro 2011 INÍCIO: 8h DURAÇÃO: 4 horas CONTEÚDO: 20 questões MÚSICA NOME: CARTEIRA : PERCEPÇÃO MUSICAL 01. Indique a notação correta da melodia que será ouvida a seguir. A melodia será tocada

Leia mais

Villa-Lobos e a manipulação da topografia do piano na construção de seu repertório modernista: um estudo preliminar d O Camundongo de Massa

Villa-Lobos e a manipulação da topografia do piano na construção de seu repertório modernista: um estudo preliminar d O Camundongo de Massa Villa-Lobos e a manipulação da topografia do piano na construção de seu repertório modernista: um estudo preliminar d O Camundongo de Massa MODALIDADE: COMUNICAÇÃO Walter Nery Filho Universidade de São

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Expressões e Tecnologias Planificação Anual de Educação Musical 5º ano Ano Letivo 2015/2016

Leia mais

TESTE DE HABILIDADE ESPECÍFICA

TESTE DE HABILIDADE ESPECÍFICA TESTE DE HABILIDADE ESPECÍFICA THE 2010 MÚSICA CONQUISTE ESTA VITÓRIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE Centro de Humanidades Coordenação do Curso de Bacharelado e Licenciatura em Música THE 2010

Leia mais

Apostila de Ensino Teclado (Módulo I)

Apostila de Ensino Teclado (Módulo I) Apostila de Ensino Teclado (Módulo I) Edição 2015 APRESENTAÇÃO Esta apostila reúne uma compilação de estudos embasados nas devidas referências bibliográficas, notações complementares e exercícios práticos

Leia mais

C-FSG-MU/2015 CÓDIGO - 11

C-FSG-MU/2015 CÓDIGO - 11 1) Em relação à escala cromática, ao analisarmos a origem das notas cromáticas podese dizer que estas devem pertencer aos tons afastados da escala diatônica que lhe corresponde. não devem pertencer aos

Leia mais

Considerações sobre as Teorias e o Método de Análise Schenkerianos

Considerações sobre as Teorias e o Método de Análise Schenkerianos Considerações sobre as Teorias e o Método de Análise Schenkerianos Roberto Saltini 1 A teoria e o método analítico associados ao pianista e teórico Heinrich Schenker (1868 1935), desenvolveram-se com o

Leia mais

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Educação Musical

INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA Educação Musical INFORMAÇÃO PROVA DE EQUIVALÊNCIA À FREQUÊNCIA 2016 Educação Musical Escola: Escola Básica 2.3 Pêro de Alenquer Código: 12 Disciplina: Educação Musical 2º Ciclo Anos de escolaridade:5º e 6º Introdução O

Leia mais