Manual de Fiscalização do PPS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Manual de Fiscalização do PPS"

Transcrição

1 Eleições 2008 Manual de Fiscalização do PPS Secretaria de Formação Política - Atualizado em: 26/09/2008 APRESENTAÇÃO Fruto de um amplo processo de discussão no seio do Partido Popular Socialista, elaboramos o "Projeto Pé na Estrada", aprovado por nosso Diretório Nacional, no primeiro semestre de Sob a responsabilidade de uma Coordenação Nacional Eleitoral, criada para garantir nossa presença nas cidades com mais de cem mil eleitores, no pleito municipal de outubro, buscamos atender uma demanda fundamental, que é de transformar o PPS efetivamente no Partido do Poder Local. Para tanto, e visando uma maior capilarização do PPS, tivemos o apoio de nossos Diretórios Estaduais e Municipais, para que as definições do "Pé na Estrada" fossem efetivadas, ampliando o número de nossos candidatos a prefeito e vereador, assim como oferecendo uma opção de esquerda, democrática e reformista aos eleitores das mais diversas cidades. Aproxima-se o grande momento da campanha eleitoral. Os poucos dias que faltam para a eleição exigem de cada um de nós, militantes e aliados que fiquemos de olho para que tudo saia da forma correta e sem problemas. E você, como nosso fiscal e amigo, é uma peça muito importante nesta reta final. Para orientar nossas atividades, fruto da experiência partidária, fizemos este Manual com todas as informações e dicas sobre fiscalização da votação, recursos e impugnações mais freqüentes e como aplicá-los de maneira correta. Fiscalizar o processo eleitoral é dever de todos, sobretudo o nosso. Por isso, prepare-se para agir na defesa da lisura do processo democrático. Chegou a hora da decisão, e precisamos estar preparados. Mãos à obra! Roberto Freire Presidente

2 1 - A VOTAÇÃO PASSO A PASSO Para cada Zona Eleitoral haverá dois (2) delegados, que estarão acompanhando a votação. É fundamental que nossos delegados cheguem antes da abertura da seção. Como a votação começa às 08 horas da manhã, chegue 1 hora antes, isto é, às 7 horas. Sobe a direção do Presidente e do Secretário, cada mesa receptora permite 02 Fiscais por Partido ou Coligação (um dentro, outro fora da sala). Acompanhe a impressão inicial da fita que informa a inexistência de votos naquela urna antes do inicio da votação. Esta operação é chamada de Zerézima. Importante: Não saindo a Zerézima, a urna deve ser obrigatoriamente substituída. Fiscalize o andamento da votação, prestando atenção nos fiscais das outras coligações que poderão tentar influenciar os eleitores. ATENÇÃO: OS MESÁRIOS E O PRESIDENTE NÃO PODEM AUXILIAR ELEITORES JUNTO À URNA. NÃO DEIXE ISSO ACONTECER! Chame a atenção do Presidente da Seção ou do Representante do TRE, se você constatar que há instruções ou qualquer escrito na lousa a favor de candidatos ou que induza a números de partidos: eles têm a obrigação de apagar. Verifique se a listagem com o nome dos candidatos, que deve estar dentro da cabine, está completa e não contém marcas. Fiscalize também se não há outros materiais: peça aos mesários que retirem tudo o que estiver na sala que não seja material legal. Estes procedimentos devem ser feitos nas várias salas em que se processará a eleição e quantas vezes achar necessário. Mostre que você está atento e que, se preciso, tomará as medidas legais possíveis. 2 - VOCÊ É UM FISCAL CREDENCIADO COM TODO O DIREITO DE EXERCER SUA FUNÇÃO. Só podem permanecer nos locais de votação: os mesários, eleitores, fiscais e delegados das coligações e dos partidos. Candidatos a prefeito e vereador também podem visitar as escolas, mas NÃO PODEM FAZER CAMPANHA OU PEDIR VOTOS. Outras pessoas devem ser retiradas do local de votação. Eleitores podem permanecer nos corredores e podem estar vestidos ou portando qualquer material que identifique candidato. Isso é considerado manifestação espontânea pessoal, mas fique atento a eleitores que vão e vêm : PODE SER BOCA DE URNA DISFARÇADA.

3 Não permitir que os fiscais ou delegados dos outros partidos estejam vestidos ou usem camisetas, bonés ou qualquer outra coisa com o número dos candidatos. Verifique, também, se estão sendo usadas exclusivamente canetas azuis ou pretas nos trabalhos de votação. Não se pode esquecer que se deve estar sempre atento à conferência dos documentos de identificação do eleitor. ATENÇÃO: FIQUE DE OLHO: A CERTIDÃO DE NASCIMENTO OU CASAMENTO NÃO VALE COMO PROVA DE IDENTIDADE DO ELEITOR NO MOMENTO DA VOTAÇÃO. EM CASO DE DÚVIDA, EXIJA DOCUMENTO COM FOTO DO ELEITOR. FIQUE ATENTO: Com o objetivo de garantir o sigilo do voto, o eleitor NÃO PODERÁ USAR O TELEFONE CELULAR no recinto da mesa receptora, de MANEIRA NENHUMA, bem como não poderá proceder à votação usando equipamento de radiocomunicação ou outro de qualquer espécie que venha a comprometer O SIGILO DO VOTO. Os eleitores analfabetos e os cegos podem utilizar instrumento mecânico que trouxerem e que os auxiliem a exercer o direito de voto. A Justiça Eleitoral não é obrigada a fornecê-los. Para votar, o eleitor portador de necessidades especiais poderá contar com o auxílio de pessoa de sua confiança, ainda que não o tenha requerido antecipadamente ao juiz eleitoral. ATENÇÃO: O presidente de mesa receptora de votos, verificando ser importante que o eleitor portador de necessidades especiais conte com o auxílio de pessoa de sua confiança para exercer o direito de voto, pode permitir que tal pessoa inclusive digite os números na urna. A pessoa que ajudará o eleitor portador de necessidades especiais não poderá estar a serviço da Justiça Eleitoral, de partido político ou de coligação. Meia hora antes (16:30) do horário final da votação (17 horas), se ainda houver eleitores na fila para votar, deverão ser distribuídas senhas ou deverão ser recolhidos os documentos dos eleitores (titulo de eleitor, carteira nacional de habilitação com foto ou RG), para que os mesmos possam votar. Finalizada a votação às 17 horas, a urna eletrônica emitirá uma outra fita com o resultado. Confira o número de eleitores que compareceram para votar, comparando a lista de presença com os totais que aparecem na fita; tente obter estas fitas (listas) de votação num maior número possível e guarde-as com você. ESSA FASE É EXTREMAMENTE IMPORTANTE E VITAL, CONFIRA TUDO!

4 3- APURAÇÃO Chegou o momento decisivo do seu trabalho. Terminou a votação. O eleitor cumpriu o seu dever cívico de votar. Cabe a nós, agora, assegurar que a vontade do eleitor, por meio do voto, se reflita no resultado final, de forma cristalina. Por isso não podemos perder um voto sequer e, neste momento, seu trabalho é fundamental para fiscalizar a apuração. Lembre-se que fiscalizar é um dever e um direito que lhe é assegurado pelo Código Eleitoral. Portanto, não se intimide. Trabalhe dentro do que lhe garante a lei, sem receio, com firmeza e seriedade. Assim que terminar a votação, a Mesa Receptora deverá expedir eletronicamente o Boletim de Urna, em 05 vias, contendo o resultado da respectiva Seção Eleitoral, no qual serão registrados a data da eleição, a identificação do Município, da Zona Eleitoral, da Seção Eleitoral, o horário de encerramento da votação, o código de identificação da urna eletrônica, o número de eleitores aptos, o número de votantes, a votação individual de cada candidato, os votos de cada legenda partidária, os votos nulos, os votos em branco e a soma geral dos votos. ATENÇÃO: O fiscal precisa assinar o Boletim de Urna juntamente com o presidente e o primeiro secretário da Mesa Receptora. Essa fase é muito importante. Você deve conferir especialmente os votos em branco e os nulos e exigir o uso imediato dos carimbos respectivos. Uma via do boletim será colocada pelo presidente da Mesa Receptora na entrada do local da seção, outra será entregue aos fiscais de partidos presentes e as demais serão enviadas, juntamente com o disquete e outros documentos do ato eleitoral, à Junta Eleitoral, que adotará providências para que uma das vias acompanhe sempre o disquete. Outra via, assinada pelo presidente e por, pelo menos, um dos membros da Junta Eleitoral, será entregue, mediante recibo, ao Comitê Interpartidário de Fiscalização. A quinta via será afixada na sede da Junta Eleitoral, em local onde possa ser copiado por qualquer pessoa. É importante observar que o presidente da Junta Eleitoral é obrigado a entregar cópia do Boletim de Urna aos partidos e coligações concorrentes ao pleito, por intermédio do representante do Comitê Interpartidário de Fiscalização. O Boletim de Urna é prova do resultado apurado dos votos. Pode ser apresentado pela Fiscalização à própria Junta sempre que o número de votos constantes dos mapas não coincidir com os nele consignados. A não expedição do Boletim de Urna, imediatamente após o encerramento da votação, ressalvados os casos de defeito da urna eletrônica, constitui crime previsto no Código Eleitoral.

5 4 - PROCEDIMENTOS DA JUNTA ELEITORAL A Junta Eleitoral receberá os disquetes oriundos das urnas e os documentos da votação, examinando sua idoneidade e regularidade, inclusive quanto ao funcionamento normal da seção. Ela resolverá todas as impugnações constantes na ata da Mesa Receptora de votos e demais incidentes verificados durante os trabalhos de apuração. Também providenciará a recuperação dos dados constantes da urna, no caso de: a) falta de integridade dos dados contidos no disquete, ou seu extravio; b) interrupção da votação, por defeito da urna; c) falha na impressão do Boletim de Urna; Transmitirá os dados de votação das seções apuradas ao Tribunal Regional Eleitoral. Nos casos de perda total ou parcial dos votos de determinada seção, o fato deverá ser comunicado à Junta Eleitoral, que: I - poderá decidir pela anulação da seção, se ocorrer perda total dos votos; II - aproveitará os votos recuperados, no caso de perda parcial; Seja qual for a ocorrência, deverá ser considerado o comparecimento dos eleitores, de modo a não haver diferença entre esse número e o total de votos. Caso seja detectado o extravio ou falha na geração do disquete ou na impressão do Boletim de Urna, o presidente da Junta Eleitoral determinará a recuperação dos dados mediante as seguintes providências: I a geração de novo disquete, a partir da urna utilizada na seção, com emprego do sistema recuperador de dados; II a geração de novo disquete a partir do cartão de memória da urna utilizada na seção, por meio do sistema recuperador de dados, em urna de contingência; III a digitação dos dados constantes do Boletim de Urna no sistema de apuração; IV - a solicitação ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral para que os dados sejam recuperados por equipe técnica, a partir dos cartões de memória da urna de votação. ATENÇÃO: A ocorrência de alguns procedimentos descritos acima, por serem resultantes de anomalias ou incidentes no processo de apuração eletrônica, deve merecer atenção especial dos fiscais. Na central de apuração, assegure-se que os dados das fitas de votação obtidas foram corretamente transmitidos. Cada urna que chega à central é processada e a fita de resultados é fixada próxima ao local. Caso haja alguma diferença entre o resultado afixado e a fita em seu poder, entre em contato com a coordenação da campanha, imediatamente.

6 5 - CASOS DE IMPUGNAÇÃO 1º. A Seção Eleitoral está localizada fora de área designada (Art. 35 do C.E.). 2º. A Mesa Receptora não se constituiu legalmente (Art. 165, Inc. II c/c 220, Inc. I). 3º. As folhas individuais de votação e as folhas modelo 2 não são autênticas (Art. 165, Inciso c/c 220, Inciso II). 4º. A Mesa Receptora recusou a fiscalização do partido (Art c/c 221, Inc II do C.E.). 5º. As condições da urna não garantem a sua inviolabilidade (Art Inciso V). 6º. Ausência do material obrigatório na votação (Art. 133). 7º. eleitor (nome, titulo, seção) não consta na Relação de Votantes da Seção (Art. 133). 8º. Dúvidas quanto à identidade do eleitor (nome, titulo, seção) (Art. 146, Inciso V). 9º. O eleitor (nome, titulo, seção) não apresentou qualquer documento que comprove estar apto a votar nessa Seção eleitoral (Art ). 10º. A cédula não corresponde ao modelo oficial (Art. 175, Inciso I), no caso de votação manual. 11º. A cédula não foi devidamente rubricada pelo presidente e mesários (Art. 146, Inciso V), no caso de votação manual. 12º. A cédula contém sinal que identifica o voto (Art. 146, Inciso XII), no caso de votação manual. 13º. O voto em separado do eleitor (nome, titulo, seção) não cumpriu as formalidades legais (Art. 147, 2, Incisos I a IV). 14º. O eleitor (nome, titulo, seção) votou sem pertencer à seção e não está incluído nas exceções previstas no artigo 145 e seus incisos do C.E. 15º. Falta de critério na distribuição da senha ao final da eleição (Art. 153). 16º. A eleição foi encerrada antes das 17 horas (Art. 165, Inciso IV, c/c 220, Inciso III). 17º. Não foram registrados nas folhas individuais de votação os eleitores faltosos ( Art. 165, Inciso XI). 18º. Outros OBS: Transcreva para a folha de impugnação (anexa) a ocorrência acima mencionada. As IMPUGNAÇÕES deverão ser feitas em duas vias. Na segunda via deverá ser colhido o protocolo de entrega. Estas segundas vias deverão ser entregues aos DELEGADOS da Coligação, que as encaminharão à Coordenação de Fiscalização. IMPORTANTE: Os membros da Mesa de Apuração que não receberem ou não registrarem nas atas as IMPUGNAÇÕES estarão cometendo CRIME ELEITORAL, passível de pena de RECLUSÃO (Art.316-C.E.).

7 Na ocorrência do crime acima referido, o fiscal deve preencher o TERMO DE RECUSA DE RECEBIMENTO DE IMPUGNAÇÃO com a assinatura de duas testemunhas. Este documento deverá ser entregue a qualquer um dos DELEGADOS da Coligação, que o encaminhará à Coordenação de Fiscalização. 6 - MODELOS 1º - IMPUGNAÇÃO NA VOTAÇÃO: Ilmo Sr. Presidente da Mesa Receptora de Votos da Seção nº da Zona Eleitoral. A Coligação..., por seu representante legal junto à Seção de Votação da Zona Eleitoral, abaixo assinado, nos termos fixados na lei 4.737, de 15 de julho de 1965 (Código Eleitoral) vem impugnar a votação da Seção acima mencionada, pelas razões a seguir expostas, ratificando assim o protesto verbal aduzido: Diante do exposto, requerendo seja dada a presente o prosseguimento legal, Pede e espera deferimento de de 2008 Assinatura do fiscal/delegado ou candidato Nome legível do fiscal/delegado ou candidato Observação 1) Veja os casos de impugnação e aplique o modelo cabível. 2) Preencha com letra legível ou letra de fôrma.

8 2º TERMO DE RECUSA DE RECEBIMENTO DE IMPUGNAÇÃO Coligação... Termo de Recusa A impugnação em anexo deixou de ser recebida pela Mesa Receptora de Votos da Seção da Zona Eleitoral. Local Data Assinatura do Fiscal Nome Legível Testemunhas: 1) Nome : Identidade : Endereço : Assinatura 2) Nome : Identidade : Endereço : Assinatura

9 3º - Petição Boletim de Urna de Seção ILUSTRÍSSIMO SENHOR PRESIDENTE DA SEÇÃO ELEITORAL DA ZONA ELEITORAL DE, O Partido Popular Socialista, PPS, por seu representante (ou delegado ou fiscal), com fundamento no artigo 68 de Lei 9.504/97 e no artigo 45, inciso X, da Resolução TSE nº /2008, vem informar a V.Sa. que, imediatamente após o encerramento da votação, seu fiscal irá retirar uma via impressa extra do Boletim de Urna, devidamente assinado por V.Sa., requerendo sejam envidados os atos necessários à disponibilização. Nestes termos, Pede Deferimento

PSDB MANUAL DE FISCALIZAÇÃO. Chegou o grande momento da Campanha Eleitoral. Nesta eleição precisamos ficar de olho para que tudo saia como queremos.

PSDB MANUAL DE FISCALIZAÇÃO. Chegou o grande momento da Campanha Eleitoral. Nesta eleição precisamos ficar de olho para que tudo saia como queremos. PSDB MANUAL DE FISCALIZAÇÃO Chegou o grande momento da Campanha Eleitoral. Nesta eleição precisamos ficar de olho para que tudo saia como queremos. E você, como nosso fiscal e amigo, é peça fundamental

Leia mais

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO MANUAL DE FISCALIZAÇÃO ELEIÇÕES 2010 1 I - FISCALIZAÇÃO DURANTE A VOTAÇÃO Número de Fiscais e Delegados Cada Partido ou Coligação poderá nomear dois (2) Delegados em cada Zona Eleitoral e dois (2) Fiscais

Leia mais

REGRAS A SEREM SEGUIDAS DURANTE O PROCESSO ELEITORAL

REGRAS A SEREM SEGUIDAS DURANTE O PROCESSO ELEITORAL COMISSÃO ELEITORAL DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL CEUERGS ELEIÇÃO DOS CARGOS DE REITOR E VICE-REITOR DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL QUADRIÊNIO 2010/2014 REGRAS A SEREM SEGUIDAS

Leia mais

ÍNDICE APRESENTAÇÃO...3 FISCALIZAR É UM DIREITO...3 DOS FISCAIS...4 DAS CREDENCIAIS...4. DAS URNAS e DO CADERNO DE ELEITORES...5

ÍNDICE APRESENTAÇÃO...3 FISCALIZAR É UM DIREITO...3 DOS FISCAIS...4 DAS CREDENCIAIS...4. DAS URNAS e DO CADERNO DE ELEITORES...5 ÍNDICE APRESENTAÇÃO...3 FISCALIZAR É UM DIREITO...3 DOS FISCAIS...4 DAS CREDENCIAIS...4 DAS URNAS e DO CADERNO DE ELEITORES...5 DA SUBSTITUIÇÃO DE URNAS...7 DA VOTAÇÃO...7 DA MESA RECEPTORA...9 DA VOTAÇÃO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE COLÉGIO ELEITORAL ESPECIAL COMISSÃO ELEITORAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE COLÉGIO ELEITORAL ESPECIAL COMISSÃO ELEITORAL INSTRUÇÕES PARA AS MESAS RECEPTORAS E APURADORAS DA ELEIÇÃO AOS CARGOS DE REITOR E VICE-REITOR DA UFAC QUADRIÊNIO 2012/2016 APRESENTAÇÃO Senhores membros das Mesas Receptoras e Apuradoras de votos, Ressaltando

Leia mais

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO

MANUAL DE FISCALIZAÇÃO ELEIÇOES 2010 MANUAL DE FISCALIZAÇÃO Diretório Nacional Anexo I - Senado Federal - 17º andar Tel.: (61) 3303-3041 - Fax: 3303-3984 CEP: 70165-900 - Brasília - DF E-mail: pp@pp.org.br Fundação Milton Campos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 22.714. INSTRUÇÃO Nº 117 CLASSE 12ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Ari Pargendler.

RESOLUÇÃO Nº 22.714. INSTRUÇÃO Nº 117 CLASSE 12ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Ari Pargendler. RESOLUÇÃO Nº 22.714 INSTRUÇÃO Nº 117 CLASSE 12ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Ari Pargendler. Dispõe sobre a fiscalização do sistema eletrônico de votação, a votação paralela e a cerimônia

Leia mais

EDITAL EVZ Nº 08/2014 Edital de Eleição de Diretor e Vice-Diretor da Escola de Veterinária e Zootecnia da UFG

EDITAL EVZ Nº 08/2014 Edital de Eleição de Diretor e Vice-Diretor da Escola de Veterinária e Zootecnia da UFG SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS ESCOLA DE VETERINÁRIA E ZOOTECNIA EDITAL EVZ Nº 08/2014 Edital de Eleição de Diretor e Vice-Diretor da Escola de Veterinária

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 09, DE 04 DE AGOSTO DE 2015 - CMDCA.

RESOLUÇÃO Nº 09, DE 04 DE AGOSTO DE 2015 - CMDCA. RESOLUÇÃO Nº 09, DE 04 DE AGOSTO DE 2015 - CMDCA. Dispões sobre a Propaganda Eleitoral bem como outros informes sobre o Processo de Escolha dos Membros do Conselho Tutelar de Esplanada-BA para a gestão

Leia mais

Processo Eleitoral para Eleições Diretas de Diretores nas Escolas da Rede Municipal de Ensino de Linhares

Processo Eleitoral para Eleições Diretas de Diretores nas Escolas da Rede Municipal de Ensino de Linhares EDITAL Nº. 02/2010 Processo Eleitoral para Eleições Diretas de Diretores nas Escolas da Rede Municipal de Ensino de Linhares A PREFEITURA MUNICIPAL DE LINHARES, por meio da SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO

Leia mais

2a Edição mesario205x275.p65 1 6/8/2008, 12:02

2a Edição mesario205x275.p65 1 6/8/2008, 12:02 2 a Edição mesario205x275.p65 1 Prezado Mesário, Esperamos que este material seja útil no dia da eleição, para evitar dificuldades e resolver eventuais dúvidas. Aqui você encontrará a síntese do trabalho

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 23.218, DE 02 DE MARÇO DE 2010

RESOLUÇÃO Nº 23.218, DE 02 DE MARÇO DE 2010 RESOLUÇÃO Nº 23.218, DE 02 DE MARÇO DE 2010 INSTRUÇÃO Nº 39732-67.2009.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Dispõe sobre os atos preparatórios das eleições

Leia mais

Edital para eleições do Centro Acadêmico de Psicologia do INESP/FUNEDI/UEMG

Edital para eleições do Centro Acadêmico de Psicologia do INESP/FUNEDI/UEMG EDITAL N 01/2012 Edital para eleições do Centro Acadêmico de Psicologia do INESP/FUNEDI/UEMG Os representantes da Comissão Eleitoral do Curso de Psicologia do Instituto de Ensino Superior e Pesquisa INESP

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 6.996, DE 7 DE JUNHO MAIO DE 1982. Dispõe sobre a utilização de processamento eletrônico de dados nos serviços eleitorais e

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 21.740 CAPÍTULO I DA ASSINATURA DIGITAL

RESOLUÇÃO Nº 21.740 CAPÍTULO I DA ASSINATURA DIGITAL RESOLUÇÃO Nº 21.740 INSTRUÇÃO Nº 85 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília). Relator: Ministro Fernando Neves. Dispõe sobre a assinatura digital dos programas fontes e programas executáveis que compõem

Leia mais

Regimento Eleitoral. Capítulo I: Da Convocação das Eleições e Instalação da AGO

Regimento Eleitoral. Capítulo I: Da Convocação das Eleições e Instalação da AGO Regimento Eleitoral Capítulo I: Da Convocação das Eleições e Instalação da AGO Art. 1º As eleições gerais do SiNAENCO serão convocadas com antecedência de até 60 (sessenta) dias da data da eleição pelo

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 28/2008 Regulamenta a Pesquisa Eleitoral junto à Comunidade Universitária visando subsidiar a elaboração da lista

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº XXXXXXXXX INSTRUÇÃO Nº 959-11.2013.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº XXXXXXXXX INSTRUÇÃO Nº 959-11.2013.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº XXXXXXXXX INSTRUÇÃO Nº 959-11.2013.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Dias Toffoli Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre a cerimônia de assinatura

Leia mais

Justiça Eleitoral. Suplementar. Eleições Municipais Eleições 2008 - Suplementar - 1º turno. Resultado da totalização ANÍSIO DE ABREU

Justiça Eleitoral. Suplementar. Eleições Municipais Eleições 2008 - Suplementar - 1º turno. Resultado da totalização ANÍSIO DE ABREU Justiça Eleitoral Suplementar Eleições Municipais Eleições 28 - Suplementar - 1º turno Resultado da totalização ANÍSIO DE ABREU 5 de setembro de Justiça Eleitoral/ PI Eleições 28 - Suplementar 5/9/ 18:8:11

Leia mais

EDITAL Nº 023/2014, de 03/06/2014

EDITAL Nº 023/2014, de 03/06/2014 INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS CAMPUS JUIZ DE FORA RECONHECIDO PELA LEI Nº 11.892, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2008 SUCESSOR DO COLÉGIO TÉCNICO UNIVERSITÁRIO DA

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO GERAR E ENVIAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS FINAL

ORIENTAÇÃO SOBRE COMO GERAR E ENVIAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS FINAL ORIENTAÇÃO SOBRE COMO GERAR E ENVIAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS FINAL Termina no próximo dia 6 de novembro o prazo para a entrega das prestações de contas finais dos candidatos que concorreram no primeiro turno

Leia mais

REGULAMENTO PARA AS ELEIÇÕES DIRETAS AOS CONSELHOS EXECUTIVO E FISCAL DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS BRASILEIROS - AMB -, EM 26 DE NOVEMBRO DE 2010

REGULAMENTO PARA AS ELEIÇÕES DIRETAS AOS CONSELHOS EXECUTIVO E FISCAL DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS BRASILEIROS - AMB -, EM 26 DE NOVEMBRO DE 2010 REGULAMENTO PARA AS ELEIÇÕES DIRETAS AOS CONSELHOS EXECUTIVO E FISCAL DA ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS BRASILEIROS - AMB -, EM 26 DE NOVEMBRO DE 2010 0BSEÇÃO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - As eleições

Leia mais

Carta de Serviços aos Cidadãos

Carta de Serviços aos Cidadãos Carta de Serviços aos Cidadãos Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul: a cada dia mais próximo da comunidade www.tre-jus.br O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul é um órgão do Poder

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL COMITÊ GESTOR DE INVESTIMENTO E PREVIDÊNCIA 2015

REGULAMENTO ELEITORAL COMITÊ GESTOR DE INVESTIMENTO E PREVIDÊNCIA 2015 O Comitê Gestor de Investimento e Previdência é um órgão de deliberação colegiada e de atuação no âmbito exclusivo da ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A. O Comitê Gestor de Investimento e Previdência

Leia mais

(Reconhecida como de Utilidade Pública para o Município de Belém. Lei nº 8.279, de 10.12.2003) REGIMENTO ELEITORAL (COOPANEST-PA)

(Reconhecida como de Utilidade Pública para o Município de Belém. Lei nº 8.279, de 10.12.2003) REGIMENTO ELEITORAL (COOPANEST-PA) 1 REGIMENTO ELEITORAL (COOPANEST-PA) Aprovado em Assembléia Geral do dia 18 de maio de 1994, reformado em Assembléia Geral Extraordinária do dia 13 de fevereiro de 2003, 29 de fevereiro de 2008 e 14 de

Leia mais

INTRUÇÕES PARA ELEIÇÃO DA AFB 2015

INTRUÇÕES PARA ELEIÇÃO DA AFB 2015 AFB Associação de Fisioterapeutas do Brasil CÓDIGO ELEITORAL DA ASSOCIAÇÃO DE FISIOTERAPEUTAS DO BRASIL - AFB A Comissão Eleitoral, no uso das atribuições conferidas pelo Estatuto da AFB, resolve: 1- Aprovar

Leia mais

REGULAMENTO NORMATIVO DA ELEIÇÃO DO DIRETOR DE SAUDE DO TRABALHADORDO SINDSEMP. Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina

REGULAMENTO NORMATIVO DA ELEIÇÃO DO DIRETOR DE SAUDE DO TRABALHADORDO SINDSEMP. Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina REGULAMENTO NORMATIVO DA ELEIÇÃO DO DIRETOR DE SAUDE DO TRABALHADORDO SINDSEMP Sindicato dos Servidores Municipais de Petrolina Eleição triênio 2012/2015 A comissão eleitoral reunida no dia 14.08.2013

Leia mais

Associação Brasileira de Profissionais em Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar - ABIH

Associação Brasileira de Profissionais em Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar - ABIH Código Eleitoral da Associação Brasileira de Profissionais em Controle de Infecção e Epidemiologia Hospitalar - ABIH Art. 01 - O presente Código tem por objetivo assegurar a organização e o funcionamento

Leia mais

NORMAS ELEITORAIS PARA OS MEMBROS DA CIPA

NORMAS ELEITORAIS PARA OS MEMBROS DA CIPA NORMAS ELEITORAIS PARA OS MEMBROS DA CIPA A Comissão Eleitoral estabelece normas para eleição dos membros da CIPA da Fundação de Ensino e Pesquisa de Itajubá FEPI. Art. 1º - Até 45 (quarenta e cinco) dias

Leia mais

REGULAMENTO PARA ELEIÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA E DO CONSELHO FISCAL DA ASUNIRIO PARA BIÊNIO 2014 A 2016.

REGULAMENTO PARA ELEIÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA E DO CONSELHO FISCAL DA ASUNIRIO PARA BIÊNIO 2014 A 2016. Associação dos Trabalhadores em Educação da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro ASUNIRIO Rua Voluntários da Pátria, 107 - Botafogo - RJ CEP 22270-000 CNPJ - 29.260.486/0001-89 Telefax 2541-0924

Leia mais

O Prefeito da Cidade do Recife, no uso das atribuições conferidas pelo Art. 54, item IV, da Lei Orgânica do Município.

O Prefeito da Cidade do Recife, no uso das atribuições conferidas pelo Art. 54, item IV, da Lei Orgânica do Município. DECRETO Nº 17.596/97 Ementa: Regulamenta o funcionamento das Comissões de Urbanização e Legalização das Zonas Especiais de Interesse Social, nos termos prescritos pela Lei Municipal nº 16.113/95. O Prefeito

Leia mais

Manual do Sistema Divulga2010

Manual do Sistema Divulga2010 Manual do Sistema Divulga00 Versão do manual :.0. Sumário. Apresentação.... Funcionalidades..... Novo Consulta... 4... Consultas... 4... Apresentação dos resultados... 6.. Modo Telão... 9... Funcionamento...

Leia mais

Eleições 2008 - Sistemas de registro de candidaturas

Eleições 2008 - Sistemas de registro de candidaturas Módulo II - 2º dia de aula >>2. Considerações iniciais>>2.4. Sistema de Candidaturas módulo externo CandEx Cartilha CandEx O CandEx, módulo externo do sistema de candidaturas, foi desenvolvido pelo Tribunal

Leia mais

Justiça Eleitoral. Suplementar. Eleições Municipais Eleições 2008 - Suplementar - 1º turno. Resultado da totalização CELSO RAMOS

Justiça Eleitoral. Suplementar. Eleições Municipais Eleições 2008 - Suplementar - 1º turno. Resultado da totalização CELSO RAMOS Justiça Eleitoral Suplementar Eleições Municipais Eleições 2 - Suplementar - 1º turno Resultado da totalização CELSO RAMOS 6 de junho de 21 Justiça Eleitoral/ SC Eleições 2 - Suplementar 6/6/21 1:3:23

Leia mais

CAPÍTULO 1 DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO 1 DOS OBJETIVOS UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA COMISSÃO ELEITORAL EDITAL Nº 01 DA COMISSÃO ELEITORAL, DE 26 DE MARÇO DE 2012. DIVULGA AS NORMAS E CALENDÁRIO ELEITORAL REFERENTE À CONSULTA PRÉVIA PARA OS CARGOS

Leia mais

SUCESSÃO DO CONSELHO FISCAL E COORDENAÇÃO COLEGIADA DO SINTET-UFU Biênio 2016-2018 REGIMENTO ELEITORAL PROCEDIMENTOS PRELIMINARES

SUCESSÃO DO CONSELHO FISCAL E COORDENAÇÃO COLEGIADA DO SINTET-UFU Biênio 2016-2018 REGIMENTO ELEITORAL PROCEDIMENTOS PRELIMINARES SUCESSÃO DO CONSELHO FISCAL E COORDENAÇÃO COLEGIADA DO SINTET-UFU Biênio 2016-2018 REGIMENTO ELEITORAL PROCEDIMENTOS PRELIMINARES Art.1º. De acordo com os Art. 39, 40 e 50 do Estatuto Social do Sindicato

Leia mais

PASSO A PASSO DA ELEIÇÃO

PASSO A PASSO DA ELEIÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE PRAÇA SANTOS DUMONT, ESQ. COM A AVENIDA REPÚBLICA DO LÍBANO, N. º185 Setor Aeroporto 74070-040 Goiânia Goiás TELEFAX: (0XX62) 3524 2601 E 3524-2602

Leia mais

IPREVI HO Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Herval d Oeste

IPREVI HO Instituto de Previdência dos Servidores Públicos de Herval d Oeste EDITAL DE CONVOCAÇÃO IPREVI-HO Nº 001/2014 ASSEMBLÉIA GERAL ELEIÇÕES DOS CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCAL ABRE INSCRIÇÕES E FIXA NORMAS PARA O PROCESSO ELEITORAL DOS CONSELHOS DO INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA

Leia mais

EDITAL DE ELEIÇÃO DE DIRETORES DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE MIRANORTE TOCANTINS

EDITAL DE ELEIÇÃO DE DIRETORES DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE MIRANORTE TOCANTINS EDITAL DE ELEIÇÃO DE DIRETORES DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE MIRANORTE TOCANTINS Processo Eleitoral para Eleições de Diretores nas Escolas da Rede Municipal de Ensino de Miranorte Tocantins. A PREFEITURA

Leia mais

IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR SECRETARIA GERAL DE CIDADANIA www.cidadaniaquadrangular.com ÍNDICE. Protocolo de Inscrição... 03

IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR SECRETARIA GERAL DE CIDADANIA www.cidadaniaquadrangular.com ÍNDICE. Protocolo de Inscrição... 03 IGREJA DO EVANGELHO QUADRANGULAR Conselho Nacional de Diretores ÍNDICE Protocolo de Inscrição...................................... 03 Ficha do Candidato à Representante........................... 04 Carta

Leia mais

CARTILHA DO VOTO CONSCIENTE

CARTILHA DO VOTO CONSCIENTE CARTILHA DO VOTO CONSCIENTE ART. 1, 1 da Constituição Federal de 88: Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição. Voto consciente:

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA UNIDADE DESCENTRALIZADADE EDUCAÇÃO SUPERIORDA UFSM EM SILVEIRA MARTINS UDESSM COMISSÃO ELEITORAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA UNIDADE DESCENTRALIZADADE EDUCAÇÃO SUPERIORDA UFSM EM SILVEIRA MARTINS UDESSM COMISSÃO ELEITORAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA UNIDADE DESCENTRALIZADADE EDUCAÇÃO SUPERIORDA UFSM EM SILVEIRA MARTINS UDESSM COMISSÃO ELEITORAL REGIMENTO INTERNO DE CONSULTA À COMUNIDADE A comissão Eleitoral, no

Leia mais

CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO N 23.190 INSTRUÇÃO N 127 - CLASSE 19 BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. Dispõe sobre pesquisas

Leia mais

Calendário Eleitoral 2012 - Eleições Municipais

Calendário Eleitoral 2012 - Eleições Municipais Calendário Eleitoral 2012 - Eleições Municipais Em ano de eleições municipais é importante estar atento ao calendário eleitoral 2012 para as eleições municipais. O Tribunal Superior Eleitoral/TSE divulgou

Leia mais

Processo Eleitoral para Coordenação do Diretório Acadêmico do Curso de Gastronomia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel)

Processo Eleitoral para Coordenação do Diretório Acadêmico do Curso de Gastronomia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE GASTRONOMIA DIRETÓRIO ACADÊMICO DA GASTRONOMIA Processo Eleitoral para Coordenação do Diretório Acadêmico do Curso de Gastronomia da

Leia mais

Cartilha VOTE CONSCIENTE VOTE BEM

Cartilha VOTE CONSCIENTE VOTE BEM Cartilha VOTE VOTE BEM CONSCIENTE O mês de outubro marca a escolha de quem estará, durante os próximos anos, à frente do poder no Brasil. É um dos momentos mais significativos, pois é a hora de o brasileiro

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA GESTÃO 2015-2018 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA GESTÃO 2015-2018 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGIMENTO INTERNO DAS ELEIÇÕES PARA DIRETORIA EXECUTIVA GESTÃO 2015-2018 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - A Associação Nacional dos Técnicos de Fiscalização Federal Agropecuária - ANTEFFA

Leia mais

O Plenário do Conselho Federal de Biblioteconomia no uso das atribuições legais e regimentais; CAPÍTULO I DA ELEIÇÃO E DO VOTO

O Plenário do Conselho Federal de Biblioteconomia no uso das atribuições legais e regimentais; CAPÍTULO I DA ELEIÇÃO E DO VOTO RESOLUÇÃO CFB N. 144, DE 05 DE MAIO DE 2014 Dispõe sobre as eleições dos Conselhos Regionais de Biblioteconomia e dá outras providências. O Plenário do Conselho Federal de Biblioteconomia no uso das atribuições

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. INSTRUÇÃO Nº 112 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília).

RESOLUÇÃO Nº. INSTRUÇÃO Nº 112 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília). RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº 112 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília). Relator: Ministro Ari Pargendler. Dispõe sobre pesquisas eleitorais. O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, usando das atribuições que

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE GESTÃO E NEGÓCIOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE GESTÃO E NEGÓCIOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE GESTÃO E NEGÓCIOS EDITAL N o 01/2014, DO CONSELHO DA FACULDADE DE GESTÃO E NEGÓCIOS Regulamenta a eleição

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL ç TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO N 23.218 INSTRUÇÃO N 39732-67.2009.6.00.0000 - CLASSE 19 - BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral.

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO ELEITORAL CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS 1 REGULAMENTO ELEITORAL CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º. Além das disposições constantes do Estatuto Social e do Edital de Convocação, as chapas e candidatos individuais interessados em concorrer

Leia mais

SUMÁRIO CONVENÇÕES MUNICIPAIS DE 2015 INSTRUÇÕES

SUMÁRIO CONVENÇÕES MUNICIPAIS DE 2015 INSTRUÇÕES SUMÁRIO CONVENÇÕES MUNICIPAIS DE 2015 INSTRUÇÕES Calendário da Convenção... 07 Diretórios que poderão realizar Convenção... 09 Filiados que participarão da Convenção... 09 Podem compor a chapa para o Diretório...

Leia mais

ROTEIRO PARA PESQUISAS ELEITORAIS

ROTEIRO PARA PESQUISAS ELEITORAIS TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO PIAUÍ SECRETARIA JUDICIÁRIA COORDENADORIA DE JURISPRUDÊNCIA E DOCUMENTAÇÃO GUIA PRÁTICO 1 ROTEIRO PARA PESQUISAS ELEITORAIS RESOLUÇÃO TSE Nº 23.364/2011 ELEIÇÕES 2012 REGISTRO

Leia mais

EDITAL Nº 0003/2013 CURSO DE PEDAGOGIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E LINGUAGEM CAMPUS UNIVERSITÁRIO SINOP

EDITAL Nº 0003/2013 CURSO DE PEDAGOGIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E LINGUAGEM CAMPUS UNIVERSITÁRIO SINOP EDITAL Nº 0003/2013 FACULDADE DE EDUCAÇÃO E LINGUAGEM A UNEMAT, pessoa jurídica de direito público da administração indireta, instituída pelo Poder Público Estadual, criada sob a natureza de Fundação Pública,

Leia mais

Manual de Convenção. Um ano antes da Convenção Data limite de filiação para ser eleito delegado.

Manual de Convenção. Um ano antes da Convenção Data limite de filiação para ser eleito delegado. Manual de Convenção Um ano antes da Convenção Data limite de filiação para ser eleito delegado. Seis meses antes da Convenção Data limite de filiação para votar e ser votado nas Convenções Municipais.

Leia mais

PERMANÊNCIA DO SPGL NA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE QUADROS TÉCNICOS E CIENTÍFICOS. Organização e Direcção do Processo

PERMANÊNCIA DO SPGL NA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE QUADROS TÉCNICOS E CIENTÍFICOS. Organização e Direcção do Processo SPGL Sindicato dos Professores da Grande Lisboa PERMANÊNCIA DO SPGL NA CONFEDERAÇÃO PORTUGUESA DE QUADROS TÉCNICOS E CIENTÍFICOS METODOLOGIA A SEGUIR NA CONSULTA AOS ASSOCIADOS (Aprovada na Assembleia

Leia mais

paralisação dos universitários no Movimento Estudantil

paralisação dos universitários no Movimento Estudantil Edital de Abertura de Eleições para o Diretório Acadêmico e Centros Acadêmicos FEIT/ISEPI/UEMG - Campus Ituiutaba- MG. (RETIFICADO) O Presidente da Comissão Eleitoral, juntamente com os demais componentes

Leia mais

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO Nº XX.XXX INSTRUÇÃO Nº XXXXXX - CLASSE XX- BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL.

TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO Nº XX.XXX INSTRUÇÃO Nº XXXXXX - CLASSE XX- BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL. TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO Nº XX.XXX INSTRUÇÃO Nº XXXXXX - CLASSE XX- BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani Dispõe sobre os modelos de lacres para as urnas, etiquetas

Leia mais

Obrigações Eleitorais

Obrigações Eleitorais Obrigações Eleitorais Votação no Catar Inscrição eleitoral para residentes no Catar Documentação necessária para inscrição eleitoral no Catar Transferência do título de eleitor para o Catar Documentação

Leia mais

Manual de Fiscalização Eleitoral - FIEL

Manual de Fiscalização Eleitoral - FIEL FIEL 2008 Manual de Fiscalização Eleitoral 1 Manual de Fiscalização Eleitoral - FIEL - para as eleições informatizadas de 2008 - Índice 1. Apresentação 1.1 Introdução 1.2 O Que e Quando Fiscalizar 1.3

Leia mais

REGULAMENTO DO PROCESSO DE CONSULTA ELEITORAL PARA ESCOLHA AO CARGO DE DIRETOR GERAL DO CÂMPUS MURIAÉ DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS

REGULAMENTO DO PROCESSO DE CONSULTA ELEITORAL PARA ESCOLHA AO CARGO DE DIRETOR GERAL DO CÂMPUS MURIAÉ DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS REGULAMENTO DO PROCESSO DE CONSULTA ELEITORAL PARA ESCOLHA AO CARGO DE DIRETOR GERAL DO CÂMPUS MURIAÉ DO IF SUDESTE DE MINAS GERAIS CAPÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO DA ELEIÇÃO Art. 1º A normatização do processo

Leia mais

EDITAL Nº 003/2013 ELEIÇÃO PARA CARGO DE DIRETOR ESCOLAR DAS UNIDADES EDUCATIVAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO PARA O BIÊNIO 2014/2015.

EDITAL Nº 003/2013 ELEIÇÃO PARA CARGO DE DIRETOR ESCOLAR DAS UNIDADES EDUCATIVAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO PARA O BIÊNIO 2014/2015. 1 EDITAL Nº 003/2013 ELEIÇÃO PARA CARGO DE DIRETOR ESCOLAR DAS UNIDADES EDUCATIVAS DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO PARA O BIÊNIO 2014/2015. A Secretaria, através da Comissão Eleitoral Central, designada pela

Leia mais

ELEIÇÃO CRO-PA 2012. Quem tem direito de votar. Quem não tem direito de votar

ELEIÇÃO CRO-PA 2012. Quem tem direito de votar. Quem não tem direito de votar ELEIÇÃO CRO-PA 2012 O Presidente do Conselho Regional de Odontologia do Pará, no uso de suas atribuições legais, informa aos Cirurgiões-Dentistas do Estado que, de acordo com o Regimento Eleitoral aprovado

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL 2015 COMITÊ GESTOR DO PSAP DA DUKE ENERGY PARTICIPANTES ASSISTIDOS

REGULAMENTO ELEITORAL 2015 COMITÊ GESTOR DO PSAP DA DUKE ENERGY PARTICIPANTES ASSISTIDOS 1. FINALIDADE 1.1. O presente Regulamento tem por finalidade estabelecer normas e procedimentos para a eleição do Representante Suplente dos participantes Assistidos, do Plano de Suplementação e Aposentadorias,

Leia mais

REGULAMENTO ELEITORAL DA COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DA REGIÃO DE MARINGÁ SICOOB METROPOLITANO TÍTULO I DO OBJETIVO

REGULAMENTO ELEITORAL DA COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DA REGIÃO DE MARINGÁ SICOOB METROPOLITANO TÍTULO I DO OBJETIVO REGULAMENTO ELEITORAL DA COOPERATIVA DE POUPANÇA E CRÉDITO DE LIVRE ADMISSÃO DA REGIÃO DE MARINGÁ SICOOB METROPOLITANO TÍTULO I DO OBJETIVO Art. 1 Este Regulamento Eleitoral tem como objetivo disciplinar

Leia mais

REGIMENTO ELEITORAL DO DCE-LIVRE DA USP E REPRESENTAÇÃO DISCENTE NOS CONSELHOS CENTRAIS. Eleições dias 07, 08 e 09 de abril de 2015

REGIMENTO ELEITORAL DO DCE-LIVRE DA USP E REPRESENTAÇÃO DISCENTE NOS CONSELHOS CENTRAIS. Eleições dias 07, 08 e 09 de abril de 2015 REGIMENTO ELEITORAL DO DCE-LIVRE DA USP E REPRESENTAÇÃO DISCENTE NOS CONSELHOS CENTRAIS Eleições dias 07, 08 e 09 de abril de 2015 Capítulo I DA ORGANIZAÇÃO DAS ELEIÇÕES Art. 1º As eleições para o DCE

Leia mais

RESOLUÇÃO N 002, DE 20 DE MAIO DE 1997, DA CONGREGAÇÃO.

RESOLUÇÃO N 002, DE 20 DE MAIO DE 1997, DA CONGREGAÇÃO. RESOLUÇÃO N 002, DE 20 DE MAIO DE 1997, DA CONGREGAÇÃO. Aprova o Regulamento de consulta à comunidade universitária para efeito de escolha do Diretor e Vice- Diretor da FMTM A CONGREGAÇÃO DA FACULDADE

Leia mais

b - O sócio Institucional terá anuidade correspondente a dez vezes a dos sócios efetivos e colaboradores.

b - O sócio Institucional terá anuidade correspondente a dez vezes a dos sócios efetivos e colaboradores. Regimento Interno da Sociedade dos Zoológicos do Brasil - SZB Da Sociedade Artigo 1º - A sociedade dos Zoológicos do Brasil SZB, fundada em 23 de setembro de 1977, funciona conforme o disposto nos seus

Leia mais

Informações para o dia da eleição

Informações para o dia da eleição Tribunal Regional Eleitoral do Ceará Justiça Eleitoral Informações para o dia da eleição NO DIA DA ELEIÇÃO O QUE É PERMITIDO? É permitida a manifestação individual e silenciosa da preferência do cidadão

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 23.362 INSTRUÇÃO Nº 935-51.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº 23.362 INSTRUÇÃO Nº 935-51.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº 23.362 INSTRUÇÃO Nº 935-51.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Arnaldo Versiani Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre os modelos de lacres

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº xx.xxx INSTRUÇÃO Nº 952-19.2013.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº xx.xxx INSTRUÇÃO Nº 952-19.2013.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº xx.xxx INSTRUÇÃO Nº 952-19.2013.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Dias Toffoli Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais para

Leia mais

PORTARIA Nº O SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO,

PORTARIA Nº O SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, PORTARIA Nº O SECRETÁRIO DE ESTADO DA EDUCAÇÃO, no uso das suas atribuições, em especial as dispostas no artigo 90, incisos I e III da Constituição do Estado do Rio Grande do Sul e considerando: - a Lei

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 23.364 INSTRUÇÃO Nº 1161-56.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

RESOLUÇÃO Nº 23.364 INSTRUÇÃO Nº 1161-56.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº 23.364 INSTRUÇÃO Nº 1161-56.2011.6.00.0000 CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Arnaldo Versiani Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais

Leia mais

ATO DELIBERATIVO 27/2015. O Conselho Deliberativo da Fundação CELESC de Seguridade Social - CELOS, no uso de suas atribuições e,

ATO DELIBERATIVO 27/2015. O Conselho Deliberativo da Fundação CELESC de Seguridade Social - CELOS, no uso de suas atribuições e, ATO DELIBERATIVO 27/2015 O Conselho Deliberativo da Fundação CELESC de Seguridade Social - CELOS, no uso de suas atribuições e, CONSIDERANDO a necessidade de atualizar as disposições do Ato Deliberativo

Leia mais

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO VALE DO TELES PIRES

ESTADO DE MATO GROSSO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO VALE DO TELES PIRES EDITAL N o 002/2016 A - UNEMAT, pessoa jurídica de direito público da administração indireta, instituída pelo Poder Público Estadual, criada sob a natureza de Fundação Pública, pela Lei Complementar Estadual

Leia mais

Estado de Goiás Secretaria de Ciência e Tecnologia Superintendência de Educação Superior e Profissional. Edital nº 001 /2009

Estado de Goiás Secretaria de Ciência e Tecnologia Superintendência de Educação Superior e Profissional. Edital nº 001 /2009 Estado de Goiás Secretaria de Ciência e Tecnologia Superintendência de Educação Superior e Profissional Edital nº 001 /2009 Processo Seletivo para Ingresso nos Cursos Técnico de Nível Médio em Agronegócios

Leia mais

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO DE JANEIRO Escola Judiciária Eleitoral

TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO DE JANEIRO Escola Judiciária Eleitoral TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO RIO DE JANEIRO Escola Judiciária Eleitoral Abril 2013 TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Presidente Desembargadora Letícia De Faria Sardas Corregedor

Leia mais

MODELO 1 ELEIÇÕES SINDICAIS EDITAL DE CONVOCAÇÃO

MODELO 1 ELEIÇÕES SINDICAIS EDITAL DE CONVOCAÇÃO MODELO 1 ELEIÇÕES SINDICAIS EDITAL DE CONVOCAÇÃO Pelo presente Edital, faço saber que no dia...de...de..., no período de... às... horas, na Sede desta Entidade (endereço ou outros locais, se for o caso),

Leia mais

Como Funcionam as Eleições Municipais. Penas de crimes eleitorais. candidato, penalizada de acordo com o art. 39, 5º da Lei 9.504/97.

Como Funcionam as Eleições Municipais. Penas de crimes eleitorais. candidato, penalizada de acordo com o art. 39, 5º da Lei 9.504/97. 35 candidato, penalizada de acordo com o art. 39, 5º da Lei 9.504/97. Guia do Eleitor Calendário Eleitoral A distribuição de qualquer tipo de propaganda eleitoral, como santinhos ou panfletos, punível

Leia mais

REGULAMENTO DE CONSULTA ELEITORAL IFAL BIÊNIO 2012-2014

REGULAMENTO DE CONSULTA ELEITORAL IFAL BIÊNIO 2012-2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE ALAGOAS COMISSÃO ELEITORAL REGULAMENTO DE CONSULTA ELEITORAL IFAL BIÊNIO 2012-2014 Estabelece normas e cronograma

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA OBTENÇÃO DE PASSAPORTE. Siga os seguintes passos para retirar seu Passaporte

PROCEDIMENTO PARA OBTENÇÃO DE PASSAPORTE. Siga os seguintes passos para retirar seu Passaporte PROCEDIMENTO PARA OBTENÇÃO DE PASSAPORTE Siga os seguintes passos para retirar seu Passaporte Verifique a documentação necessária. Atenção: Não há renovação nem prorrogação de passaporte, se o seu está

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO NOME DA UNIDADE DE ENSINO COMISSÃO ELEITORAL ESCOLAR MINUTA

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO NOME DA UNIDADE DE ENSINO COMISSÃO ELEITORAL ESCOLAR MINUTA 1 GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE EDUCAÇÃO NOME DA UNIDADE DE ENSINO COMISSÃO ELEITORAL ESCOLAR MINUTA REGIMENTO DO PROCESSO ELEITORAL PARA COMPOSIÇÃO DO CONSELHO ESCOLAR

Leia mais

VÄâux atätä. Figura 1 Menu principal do SVE

VÄâux atätä. Figura 1 Menu principal do SVE Instrução para utilização do Sistema de Votação Eletrônica I. Introdução O Sistema de Votação Eletrônica (SVE) do Clube Naval (CN) destina se a apoiar a eleição dos membros da Diretoria, Conselho Diretor

Leia mais

Edital nº 068/2013 IF Catarinense Câmpus Araquari

Edital nº 068/2013 IF Catarinense Câmpus Araquari Edital nº 068/2013 IF Catarinense Câmpus Araquari EDITAL DO PROCESSO ELEITORAL PARA ESCOLHA DOS MEMBROS DO CONSELHO DO CAMPUS (CONCAMPUS) DO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS ARAQUARI. O Presidente

Leia mais

FACULDADE DA SERRA GAÚCHA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO

FACULDADE DA SERRA GAÚCHA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO FACULDADE DA SERRA GAÚCHA CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO PROCESSO ELEITORAL PARA NOVA DIRETÓRIA EXECUTIVA DO DIRETÓRIO ACADÊMICO GESTÃO 2015/2016 Edital 02/2015 A Comissão Eleitoral do curso de Arquitetura

Leia mais

LEI DOS PARTIDOS POLÍTICOS (Lei n. 9.096/95)

LEI DOS PARTIDOS POLÍTICOS (Lei n. 9.096/95) - Partido Político: pessoa jurídica de direito privado, destinada a assegurar, no interesse democrático, a autenticidade do sistema representativo e a defender os direitos fundamentais definidos na CF.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia COMISSÃO ELEITORAL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia COMISSÃO ELEITORAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Centro Federal de Educação Tecnológica da Bahia COMISSÃO ELEITORAL NORMAS DO PROCESSO ELEITORAL PARA ESCOLHA DO DIRETOR GERAL DO

Leia mais

EDITAL Nº 01/2015 REGIMENTO DA CONSULTA PÚBLICA PARA A ESCOLHA DA DIREÇÃO DO SETOR LITORAL DA UFPR MANDATO 2016-2020.

EDITAL Nº 01/2015 REGIMENTO DA CONSULTA PÚBLICA PARA A ESCOLHA DA DIREÇÃO DO SETOR LITORAL DA UFPR MANDATO 2016-2020. EDITAL Nº 01/2015 REGIMENTO DA CONSULTA PÚBLICA PARA A ESCOLHA DA DIREÇÃO DO SETOR LITORAL DA UFPR MANDATO 2016-2020. DA COMISSÃO ORGANIZADORA E ESCRUTINADORA E DA CONSULTA PÚBLICA Art. 1º- Conforme Portaria

Leia mais

CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO 1 DISPOSIÇÕES PRELIMINARES TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL RESOLUÇÃO N 23.365 INSTRUÇÃO N 1205-75.2011.6.00.0000 - CLASSE 19 - BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Arnaldo Versiani Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe

Leia mais

SICOOB NOSSACOOP Cooperativa de Economia de Crédito dos Empregados das Instituições de Ensino e Pesquisa e de Servidores Públicos Federais de Minas

SICOOB NOSSACOOP Cooperativa de Economia de Crédito dos Empregados das Instituições de Ensino e Pesquisa e de Servidores Públicos Federais de Minas SICOOB NOSSACOOP Cooperativa de Economia de Crédito dos Empregados das Instituições de Ensino e Pesquisa e de Servidores Públicos Federais de Minas Gerais Ltda. REGULAMENTO DO VOTO ELETRÔNICO PELA INTERNET

Leia mais

ELEIÇÃO DO CONSELHO TUTELAR Colinas do Tocantins, Estado do Tocantins

ELEIÇÃO DO CONSELHO TUTELAR Colinas do Tocantins, Estado do Tocantins 1 Conselho Municipal dos Direitos das Crianças e dos Adolescentes CMDCA - Comissão Eleitoral, Res. Nº 001/15 - ELEIÇÃO DO CONSELHO TUTELAR Colinas do Tocantins, Estado do Tocantins EDITAL 007/2015 - CMDCA

Leia mais

SINDICATO DAS EMPRESAS DO TRANSPORTE DE CARGAS E LOGÍSTICA DO RIO DE JANEIRO - SINDICARGA - REGULAMENTO ELEITORAL

SINDICATO DAS EMPRESAS DO TRANSPORTE DE CARGAS E LOGÍSTICA DO RIO DE JANEIRO - SINDICARGA - REGULAMENTO ELEITORAL 1 Estatuto Social - ANEXO I SINDICATO DAS EMPRESAS DO TRANSPORTE DE CARGAS E LOGÍSTICA DO RIO DE JANEIRO - SINDICARGA - REGULAMENTO ELEITORAL Dispõe sobre o processo eleitoral nos âmbitos da Assembléia

Leia mais

INSTRUÇÃO Nº xxx-xx.xxxx.x.xx.xxxx CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

INSTRUÇÃO Nº xxx-xx.xxxx.x.xx.xxxx CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL RESOLUÇÃO Nº xx.xxx INSTRUÇÃO Nº xxx-xx.xxxx.x.xx.xxxx CLASSE 19 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL Relator: Ministro Dias Toffoli Interessado: Tribunal Superior Eleitoral Dispõe sobre pesquisas eleitorais para

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 22.143. INSTRUÇÃO Nº 100 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília).

RESOLUÇÃO Nº 22.143. INSTRUÇÃO Nº 100 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília). RESOLUÇÃO Nº 22.143 INSTRUÇÃO Nº 100 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília). Relator: Ministro Caputo Bastos. Dispõe sobre pesquisas eleitorais. O Tribunal Superior Eleitoral, usando das atribuições

Leia mais

REGULAMENTO DO PROCESSO ELEITORAL 2011 AO CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DO PROCESSO ELEITORAL 2011 AO CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DO PROCESSO ELEITORAL 2011 AO CONSELHO SUPERIOR DO INSTITUTO FEDERAL DO PARANÁ TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I DO OBJETIVO Art. 1º Este regulamento tem por objetivo normatizar o

Leia mais

REGIMENTO INTERNO ELEITORAL (Aprovado na AGE de 10.08.2011)

REGIMENTO INTERNO ELEITORAL (Aprovado na AGE de 10.08.2011) REGIMENTO INTERNO ELEITORAL (Aprovado na AGE de 10.08.2011) I - Das disposições gerais II - Do processo eleitoral A) Da eleição para a Diretoria e o Conselho Fiscal B) Da eleição para o Conselho de Ética

Leia mais