RESOLUÇÃO N 002, DE 20 DE MAIO DE 1997, DA CONGREGAÇÃO.

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1 RESOLUÇÃO N 002, DE 20 DE MAIO DE 1997, DA CONGREGAÇÃO. Aprova o Regulamento de consulta à comunidade universitária para efeito de escolha do Diretor e Vice- Diretor da FMTM A CONGREGAÇÃO DA FACULDADE DE MEDICINA DO TRIÂNGULO MINEIRO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 14 - parágrafo único de seu Regimento e, em especial considerando as disposições contidas na Lei n 9.192, de 21 de dezembro de 1995, bem como no Decreto n 1.916, de 23 de maio de 1996, RESOLVE: Art. 1 Fica aprovado o Regulamento de consulta à comunidade universitária, em anexo, para efeito de escolha do Diretor e Vice-Diretor da FMTM, passando o mesmo a fazer parte integrante da presente Resolução. Art. 2 A presente Resolução passa a vigorar a partir de sua assinatura. Sala da Congregação, em 20 de maio de Prof. Nilson de Camargos Roso Presidente da Congregação

2 REGULAMENTO DE CONSULTA À COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA PARA EFEITO DE ESCOLHA DO DIRETOR E VICE-DIRETOR DA FMTM (Parte integrante da Resolução n 002, de 20 de maio de 1997, da Congregação) CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1 A consulta prévia à comunidade universitária será realizada em data a ser estabelecida pela Comissão de Consulta, através de eleição dos candidatos a Diretor e Vice-Diretor. Art. 2 secreto. A eleição do Diretor e Vice-Diretor será realizada, simultaneamente, através de voto 1 A eleição do Diretor e do Vice-Diretor deverá ser resultante de votação uninominal, cabendo a cada eleitor votar em apenas um nome para cada cargo a ser preenchido. 2 Será considerado vencedor do pleito o candidato que obtiver mais de cinqüenta por cento da soma do número de votos válidos de todos os candidatos. 3 Na hipótese de nenhum dos candidatos alcançar mais de cinqüenta por cento do número de votos válidos de todos os candidatos, será realizada nova consulta em data a ser estabelecida pela Comissão de Consulta, sendo que, neste caso, concorrerão apenas os dois candidatos mais votados. 4 Para a nova consulta, será considerado vencedor aquele candidato que obtiver a maioria simples dos votos válidos. Art. 3 Na hipótese de ocorrer o registro de apenas duas candidaturas, será considerada vencedora aquela que obtiver a maioria simples dos votos válidos atribuídos a ambos os candidatos. CAPÍTULO II DA COMISSÃO DE CONSULTA Art. 4 O processo eleitoral será coordenado por uma Comissão de Consulta, composta dos seguintes membros: I - três representantes da Congregação, sendo um docente, um servidor técnicoadministrativo e um discente; II - um representante de cada segmento da comunidade universitária (docente, técnicoadministrativo, discente), indicado pela sua respectiva Associação. 1 Para cada representante, deverá ser indicado um suplente. 2 Cada candidato poderá indicar um representante junto à Comissão de consulta, com direito a voz e voto. 3 Sob hipótese nenhuma, poderão integrar a Comissão de Consulta, como representantes dos candidatos, os seus cônjuges, bem como os parentes até segundo grau, tanto por consangüinidade como por afinidade. Art. 5 A Comissão de Consulta entrará em funcionamento logo após a sua designação pelo Presidente da Congregação. 1 Em sua primeira reunião, a Comissão de Consulta elegerá, entre os seus membros, um Presidente, um Vice-Presidente, um primeiro e um segundo Secretários.

3 2 A Comissão de Consulta deliberará, por maioria simples de votos, com a presença de mais da metade de seus membros, sendo assegurada a presença em suas reuniões de qualquer integrante da comunidade universitária. 3 Fica assegurada aos membros da Comissão de Consulta a sua dispensa das atividades na Faculdade, para atendimento à convocação de seu Presidente. Art. 6 Compete à Comissão de Consulta: I - receber e homologar as inscrições dos candidatos; II - coordenar a campanha e fiscalizar o cumprimento das normas estabelecidas; III - emitir instruções sobre o processo de votação; IV - publicar a listagem nominal dos votantes; V - elaborar o calendário dos debates; VI - providenciar o material necessário à consulta; VII - designar os integrantes das mesas receptoras de votos, determinando os locais do funcionamento e fiscalizando as suas atividades; VIII - credenciar os fiscais das chapas inscritas para atuarem junto às mesas receptoras; IX - promover o sorteio da disposição dos candidatos na cédula eleitoral; X - atuar como junta apuradora; XI - elaborar o mapa final com os resultados da consulta, encaminhando-o à Presidência da Congregação; XII - publicar os resultados da consulta; XIII - solicitar aos órgãos competentes da FMTM a relação nominal dos votantes; XIV - examinar e decidir sobre impugnação de candidatura e de urna; XV - examinar e decidir, em grau de recurso, sobre todas as questões relativas à execução do processo de consulta; XVI - analisar e resolver os casos omissos. Parágrafo único Das decisões da Comissão de Consulta, caberá recurso, sem efeito suspensivo, em instância final, à Congregação, no prazo de um dia útil. CAPÍTULO III DOS VOTANTES Art. 7 Somente poderão participar da consulta à comunidade universitária os membros que se enquadrarem numa das seguintes situações: I - professores efetivos integrantes da carreira de magistério superior da FMTM, em efetivo exercício; II - servidores técnico-administrativos pertencentes ao quadro permanente da FMTM, em efetivo exercício; III - alunos regularmente matriculados nos Cursos de segundo grau, graduação, pósgraduação lato-sensu (aperfeiçoamento, especialização e residência médica) e stricto-sensu (mestrado e doutorado) da FMTM. 1 Considera-se como em efetivo exercício os docentes ou servidores técnicoadministrativos que se enquadrarem numa das seguintes situações: a) licença especial e/ou sabática; b) licença doença e/ou gestante; c) afastamento para participação em Cursos de Pós-Graduação Stricto-Sensu e Lato-Sensu. 2 Os professores visitantes, substitutos e contratados não poderão participar da consulta. 3 Os votantes que forem ocupantes de dois cargos docentes ou técnico-administrativos, bem como aqueles pertencentes a duas categorias funcionais, terão direito a apenas um voto, prevalecendo-se, no segundo caso, o de Professor.

4 4 É vedado o voto por procuração ou correspondência. CAPÍTULO IV DOS CANDIDATOS Art. 8 Somente poderão candidatar-se à indicação para Diretor e Vice-Diretor os professores integrantes da carreira de magistério superior da FMTM que sejam ocupantes dos cargos de Professor Titular e Professor Adjunto-nível 4 ou que sejam portadores do título de Doutor. Art. 9 A inscrição dos candidatos será feita através de requerimento encaminhado à Presidência da Comissão de Consulta, com indicação do respectivo cargo a que pretende concorrer. Art. 10. A inscrição, com a indicação do cargo pretendido, será efetuada, junto ao Protocolo do Centro Educacional e Administrativo- CEA, Rua Frei Paulino, n 30-2 andar, em datas a serem definidas pela Comissão de Consulta, no horário das 8:00 às 11:00 e das 13:00 às 17:00. 1 No ato da inscrição, cada candidato deverá apresentar sua proposta de trabalho e uma síntese de seu respectivo currículo, acompanhado de uma declaração em que afirme conhecer e aceitar as disposições contidas no presente Regulamento. 2 Sob hipótese nenhuma, será prorrogado o período de inscrição. 3 É assegurado ao candidato, mediante solicitação ao Diretor da FMTM, o direito ao seu afastamento das atividades acadêmicas. 4 Após o encerramento do prazo de inscrição, a Comissão de Consulta providenciará, no primeiro dia útil, a publicação, nos quadros de aviso da FMTM, dos nomes dos candidatos com seus respectivos programas e currículos. CAPÍTULO V DA CAMPANHA E DIVULGAÇÃO DAS CANDIDATURAS Art. 11. Consulta. A campanha terá início e término em datas a serem estabelecidas pela Comissão de Art. 12. A divulgação das candidaturas deverá limitar-se ao plano das idéias e de defesa das propostas contidas nos respectivos programas de trabalho. 1 As formas de divulgação das candidaturas serão restritas a debates, entrevistas, documentos, panfletos, cartazes, faixas e adesivos, de modo a se preservar o caráter ético e o alto nível de uma consulta desta natureza. 2 Os candidatos poderão, ainda, participar de programas radiofônicos e/ou televisivos. Art. 13. Fica proibida a abordagem e o convencimento de eleitores no dia da consulta, a menos de cinqüenta metros dos locais de votação. Art. 14. Será facultado aos candidatos o acesso aos diversos órgãos da Faculdade e às diversas fontes de informação. Art. 15. As despesas com a divulgação das candidaturas serão de responsabilidade dos candidatos, sendo vedado o uso de recursos da FMTM. Art. 16. A Comissão de Consulta coordenará os debates entre os candidatos e com os diversos segmentos da comunidade universitária, convidando para os mesmos aqueles que se inscreveram. Parágrafo único Os debates oficiais serão realizados da seguinte maneira: a) um entre os candidatos;

5 b) um com o segmento docente; c) um com o segmento técnico-administrativo; d) um com o segmento discente; e) um com os segmentos docente, técnico-administrativo e discente. Art. 17. Além dos debates oficiais, a Comissão de Consulta poderá estimular as iniciativas particulares de debates públicos, aos quais será garantido acesso a todos os candidatos inscritos. Art. 18. A campanha e todas as atividades de propaganda ostensiva encerrar-se-ão às 24 horas do dia anterior ao da consulta. CAPÍTULO VI DAS MESAS RECEPTORAS DE VOTOS Art. 19. Será instalada uma Mesa Receptora para cada segmento da comunidade universitária, em locais a serem definidos pela Comissão de Consulta. Art. 20. As Mesas Receptoras funcionarão em locais designados pela Comissão de Consulta, sob pena de nulidade da votação ocorrida. Art. 21. Cada Mesa Receptora será composta de um Presidente, um Vice-Presidente, dois mesários e dois secretários, todos designados pela Comissão de Consulta, entre os integrantes da Comunidade Universitária. Parágrafo único Os candidatos, seus cônjuges e parentes, até segundo grau, por consangüinidade ou afinidade, não poderão ser membros das Mesas Receptoras. Art. 22. A Comissão de Consulta organizará reuniões de instrução para os membros das Mesas Receptoras. Art. 23. Compete ao Presidente da Mesa Receptora: I - dirimir eventuais dúvidas; II - manter a ordem no recinto da Mesa Receptora; III - comunicar à Comissão de Consulta as ocorrências relevantes. Art. 24. Compete ao Vice-Presidente, mesários e secretários cumprir as determinações do Presidente, bem como substituí-lo em sua falta ou impedimento ocasional, observando-se a ordem estabelecida no artigo 21 deste Regulamento. Art. 25. Compete ainda aos Secretários lavrar a ata da consulta. Art. 26. Cada Mesa Receptora só poderá funcionar com a presença de, pelo menos, três de seus membros. Parágrafo único Na hipótese da Mesa Receptora não estiver constituída, no início dos trabalhos, do número mínimo de integrantes, os membros presentes deverão comunicar o fato à Comissão de Consulta, para preenchimento das funções vagas. Art. 27. A Comissão de Consulta providenciará para cada Mesa Receptora o seguinte material: I - uma urna; II - relação dos eleitores; III - cédulas oficiais; IV - canetas e papel; V - modelo de ata;

6 VI - material necessário para vedar a urna; VII - cabine de votação. Art. 28. É vedada a utilização de qualquer tipo de propaganda na área reservada para votação, bem como num raio inferior a cinqüenta metros do local da Mesa Receptora. Art. 29. O horário de funcionamento das Mesas Receptoras será das 6:00 às 18:00 horas, para o segmento técnico-administrativo, e das 8:00 às 18:00, para os demais segmentos, de forma ininterrupta. Parágrafo único Na data estabelecida para a consulta, o Presidente e os mesários da Mesa Receptora comparecerão ao local designado para o funcionamento, às 5:00, para o segmento técnico-administrativo, e às 7:00 para os demais segmentos, a fim de proceder à verificação do material necessário à votação. Art. 30. Antes de ser declarada a abertura dos trabalhos, o Presidente da Mesa Receptora, na presença dos fiscais dos candidatos e dos presentes, deverá tomar as seguintes providências: I - conferir os materiais de votação II - verificar o estado e o conteúdo da urna, fechando-a. Art. 31. Durante o processo de votação, deverão ser observados os seguintes procedimentos I - verificar se o nome do eleitor consta da lista; II - em caso afirmativo, o eleitor apresentará à Mesa Receptora um documento de identificação; III - não havendo dúvida sobre a identidade, o eleitor assinará a lista; IV - em ato contínuo, o eleitor receberá a cédula, devidamente rubricada pelo Presidente e mais dois membros da Mesa Receptora; V - o eleitor passará, em seguida, à cabine, onde votará num dos candidatos a Diretor e a Vice-Diretor; VI - antes de sair da cabine, o eleitor dobrará a cédula e, em seguida, a depositará na urna, à vista da Mesa Receptora. Art. 32. Cada candidato poderá indicar à Comissão de Consulta um fiscal para atuação junto a cada Mesa Receptora. 1 Sob hipótese nenhuma, poderão ser escolhidos, como fiscais, membros das Mesas Receptoras, bem como cônjuges ou parentes, até segundo grau, por consangüinidade ou afinidade. 2 O fiscal só poderá atuar depois de apresentar ao Presidente da Mesa Receptora a sua credencial expedida pela Comissão de Consulta. Art. 33. Ao se aproximar o término da votação, o Presidente da Mesa Receptora deverá providenciar a distribuição de senhas, visando garantir a votação dos que se encontravam presentes até o horário de encerramento. Art. 34. Após o encerramento da votação, o Presidente da Mesa Receptora deverá tomar as seguintes providências: I - vedará a urna, na presença dos fiscais; II - inutilizará, nas listas, os espaços não utilizados pelos eleitores ausentes; III - determinará a lavratura, por um dos secretários, da ata da consulta, segundo modelo distribuído pela Comissão de Consulta; IV - assinará a ata com os demais membros da Mesa Receptora; V - entregará a urna e demais documentos à Comissão de Consulta. 1 No modelo de ata, deverão constar as seguintes informações:

7 a) nome dos membros da Mesa Receptora; b) nome dos fiscais; c) breve histórico, com os seguintes dados: número de eleitores; número de ausentes; ocorrências relevantes, a juízo do Presidente. 2 A entrega da urna deverá ser efetuada na presença dos fiscais. CAPÍTULO VII DA CÉDULA ELEITORAL Art. 35. A cédula eleitoral será impressa de forma a constar, em sua parte frontal, os nomes dos candidatos a Diretor e a Vice-Diretor, antecedidos, por um quadrado, para registro de opção de voto e, em seu verso, os locais onde deverão ser apostas as rubricas do Presidente e de dois membros da Mesa Receptora de votos. Parágrafo único A cédula oficial, única em tamanho e composição, será impressa em papel branco para o eleitor docente, em papel azul para o eleitor técnico-administrativo e em papel amarelo para o eleitor discente. Art. 36. Será realizado um sorteio, para efeito de ordenação dos nomes dos candidatos na cédula eleitoral, em data, hora e local a serem fixados, previamente, pela Comissão de Consulta, sendo facultada a presença de um representante de cada candidato. CAPÍTULO VIII DA APURAÇÃO Art.37. A apuração dos votos será publica e realizar-se-á logo após o encerramento da votação, em local previamente estabelecido pela Comissão de Consulta. 1 Os trabalhos de apuração serão realizados pela Comissão de Consulta sem interrupção até a proclamação do resultado, que será registrado, de imediato, em ata lavrada e assinada por todos os seus integrantes. 2 A apuração poderá ser acompanhada por um fiscal de cada candidato, devidamente credenciado pela Comissão de Consulta. 3 Somente os fiscais credenciados e os candidatos poderão apresentar impugnação, cabendo ao Presidente da Comissão de Consulta examinar e decidir, de imediato, em conjunto com os demais membros. Art. 38. Será aberta uma urna, de cada vez, cabendo à Comissão de Consulta conferir, inicialmente, o número de cédulas com o número de votantes constantes na ata da Mesa Receptora. Parágrafo único Antes de se proceder à contagem dos votos, o Presidente da Comissão de Consulta deverá anular os espaços não-preenchidos das cédulas, com tinta de cor diferente da utilizada na votação. Art. 39. Somente será considerado voto a manifestação de vontade expressa na cédula oficial, devidamente rubricada pela Mesa Receptora. 1 Serão consideradas nulas as cédulas que se enquadrarem nas seguintes situações: a) contiver indicação de mais de um candidato, para o cargo de Diretor e Vice-Diretor; b) contiver expressão, frase ou quaisquer caracteres que possam identificá-la; c) contiver indicação de candidato não inscrito regularmente;

8 d) estiverem assinaladas fora do quadrado próprio, desde que se torne duvidosa a vontade do eleitor. Art. 40. Após a apuração dos votos, as cédulas e demais documentos deverão retornar à urna, que será lacrada e guardada pela Comissão de Consulta, para efeito de julgamento de eventuais recursos interpostos. 1 Para cada urna, será elaborado um mapa, assinado pelos membros da Comissão de Consulta e pelos fiscais presentes. 2 No mapa de apuração de cada urna, deverão constar os seguintes dados: a) número de eleitores; b) número de votantes; c) número total de votos nulos, brancos e válidos; d) número de votos de cada candidato. 3 Após a confecção dos mapas de todas as urnas, a Comissão de Consulta elaborará o mapa global de apuração com os seguintes dados: a) número de eleitores por categoria; b) número de votantes por categoria; c) número total de votos nulos, brancos e válidos por categoria; d) número de votos de cada candidato por categoria; e) fechamento aritmético dos resultados aprovados nas alíneas anteriores deste parágrafo. Art. 41. À manifestação de cada segmento da comunidade universitária, serão atribuídos os seguintes pesos: I segmento docente: 70% (setenta por cento); II - segmento técnico-administrativo: 15% (quinze por cento); III -segmento discente: 15% (quinze por cento) Art. 42. Para efeito de cumprimento do critério estabelecido no artigo anterior, os votos dos candidatos deverão ser ponderados de acordo com a seguintes fórmula: Total de Votos = 0,15 x Nf + 0,70 x Nd x (nf/nd) + 0,15 x Ne x (nf/ne), sendo: Ne = número de votos válidos dos estudantes; Nd = número de votos válidos dos docentes; Nf = número de votos válidos dos funcionários; ne = número de estudantes votantes; nd = número de docentes votantes; nf = número de funcionários técnico-administrativos votantes. Art. 43. Na hipótese de ocorrer empate entre duas ou mais candidaturas, deverão ser observados, sucessivamente, para efeito de definição da classificação, os seguintes critérios: I - maior votação obtida no segmento docente; II - candidato com maior titulação; III - candidato com melhor enquadramento na carreira de magistério superior; IV - candidato com maior tempo de exercício de atividades acadêmicas na Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro. CAPÍTULO IX DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 44. O Diretor e demais ocupantes de cargos de direção da FMTM deverão oferecer apoio à Comissão de Consulta, bem como os recursos que se fizerem necessários para o pleno exercício de suas funções.

9 Art. 45. Os membros docentes e técnico-administativos da Comissão de Consulta serão liberados de suas atividades normais nos dias e horários previstos em seu cronograma de trabalho. Art. 46. Os membros discentes da Comissão de Consulta terão suas faltas às aulas e às demais atividades justificadas nos dias e horas previstos no cronograma de trabalho, mediante declaração expedida por seu Presidente. Art. 47. A Comissão de Consulta deverá encaminhar relatório conclusivo de suas atividades ao Presidente da Congregação, no prazo improrrogável de quarenta e oito horas, após a proclamação dos resultados da consulta à comunidade universitária. Art. 48. Observadas as disposições contidas na legislação pertinente e neste Regulamento, compete à Comissão de Consulta baixar normas, de caráter complementar e procedimental, objetivando garantir a segurança, lisura e respeito durante todas as fases do processo eleitoral. Art. 49. Na hipótese de ocorrer uma única inscrição, a consulta será realizada, sob a forma de referendo, sendo que, neste caso, o candidato deverá obter a maioria simples do total de votantes, a fim de que o mesmo possa ser considerado como preferencial da comunidade universitária e, ao mesmo tempo, seja inscrito, automaticamente, junto à Congregação. Art. 50. Os casos omissos no presente Regulamento serão analisados e decididos pela Comissão de Consulta. Art. 51. O presente Regulamento passa a vigorar a partir de sua assinatura, cabendo à Comissão de Consulta promover a sua ampla divulgação junto a todos os órgãos existentes na Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro. Prof. Nilson de Camargos Roso Presidente da Congregação.

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