ATO DELIBERATIVO 27/2015. O Conselho Deliberativo da Fundação CELESC de Seguridade Social - CELOS, no uso de suas atribuições e,

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1 ATO DELIBERATIVO 27/2015 O Conselho Deliberativo da Fundação CELESC de Seguridade Social - CELOS, no uso de suas atribuições e, CONSIDERANDO a necessidade de atualizar as disposições do Ato Deliberativo 16/2014, R E S O L V E: 1 - Aprovar a Norma Geral de Eleição, conforme anexo integrante deste Ato; 2 - Revogam-se as disposições em contrário, em especial o Ato Deliberativo 16/2014, de ; 3 - Registre-se, comunique-se e cumpra-se. Florianópolis, 30 de junho de Fernando Hidalgo Molina Presidente do Conselho Deliberativo

2 NORMA GERAL DE ELEIÇÃO NA CELOS CAPÍTULO I DA FINALIDADE Art. 1º Esta Norma Geral de Eleição tem a finalidade nos termos da legislação em vigor e do Estatuto da Fundação CELESC de Seguridade Social - CELOS, fixar os procedimentos e critérios gerais de eleição para membro do Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal, Diretor Administrativo-Financeiro e Diretor de Seguridade. Art. 2º Serão estabelecidas pelo Conselho Deliberativo para cada eleição, normas complementares, determinando a forma, os critérios, o calendário e a designação da Comissão Eleitoral. CAPÍTULO II ÂMBITO DE APLICAÇÃO Art. 3º Aplica-se esta norma aos Participantes e Assistidos, bem como ao Conselho Deliberativo, ao Conselho Fiscal e à Diretoria Executiva. SEÇÃO I DAS DISPOSIÇÕES LEGAIS E ESTATUTÁRIAS Art. 4º A presente norma atende a disposição dos Artigos 10 a 20 da Lei Complementar 108/2001 e ao Art. 35 da Lei Complementar 109/2001, além de atender a Resolução MPAS/CGPC 7/2002. Art. 5º A aplicação desta norma atende as disposições estatutárias previstas nos Artigos 23 a 57 do Estatuto Social da CELOS. CAPÍTULO III DO PROCESSO GERAL DE ELEIÇÃO SEÇÃO I DO PROCEDIMENTO GERAL DE VOTAÇÃO Art. 6º O processo de votação poderá ser realizado por meio de um ou de dois procedimentos, conforme segue: a) por urna convencional e/ou urna eletrônica, cedidas pelo Tribunal Regional Eleitoral; e b) pela internet no Portal da CELOS. SEÇÃO II DO PROCESSO DE VOTAÇÃO POR URNA CONVENCIONAL E/OU URNA ELETRÔNICA Art. 7º Em caso de votação por processo convencional (cédulas) ou eletrônico (internet), a mesma dar-se-á por urnas fixas e volantes, proporcional à quantidade de eleitores. Art. 8º O Participante e o Assistido poderão votar em qualquer Mesa Receptora. Caso esteja fora de seu domicílio eleitoral e desde que seu nome não conste na relação de votantes, seu

3 voto será tomado em separado. Neste caso, a cédula com o voto deverá ser colocada num envelope da CELOS (branco), sem a identificação do eleitor. Esse voto deverá ser lacrado e entregue aos Mesários em separado para que o eleitor seja relacionado na Lista de Votante em Separado. A Mesa Receptora ao receber esse voto em separado o colocará em envelope, que será lacrado e colocado em outro envelope, assinado pelo Presidente e com o nome do votante. Ao final da votação o Presidente fará constar da ata de votação, o número de votos em separado, cujos envelopes lacrados deverão ser colocados na urna e enviados a CELOS juntamente com a documentação do processo eleitoral da mesa receptora e apuradora. Art. 9º As Mesas Receptoras não terão menos de cinqüenta (50) eleitores, sempre que possível, nem mais que quatrocentos (400), seja na Administração Central, nas Agências Regionais da Celesc ou na CELOS. Onde não for possível reunir o número mínimo, adotarse-á urna volante constituída nas mesmas condições das mesas receptoras. Art. 10 A Mesa Receptora constituir-se-á de dois (02) membros, sendo um (01) Presidente e um (01) Mesário, podendo ser representante da Celesc, CELOS, APC, ABECELESC, Sindicatos, FAEC e APCELESC. Art. 11 Da divulgação dos membros para Mesa Receptora, qualquer candidato poderá, pessoalmente ou por delegado especialmente designado, reclamar contra a composição da mesa à Comissão Eleitoral, no prazo constante do Calendário de Eventos aprovado pelo Conselho Deliberativo, sendo que a Comissão Eleitoral terá prazo de dois (02) dias úteis para proferir sua decisão. Art. 12 O Participante e Assistido, no ato de votar, desde que seu nome figure na lista dos eleitores fornecida pela Comissão Eleitoral, deverá identificar-se mediante a apresentação de um dos seguintes documentos: I - carteira de Participante e/ou Assistido da CELOS; II - carteira de Identidade; III - crachá de identificação funcional; IV - na hipótese de não constar o nome na lista de votação, o Participante ou Assistido poderá votar, mediante a identificação acima, devendo seu voto ser tomado em separado (Art. 8º acima), consignando-se em ata a ocorrência e Lista de Votante em Separado. Art. 13 O candidato que não houver reclamado contra a composição da mesa receptora e/ou apuradora, não poderá arguir, sob esse fundamento, a nulidade da seção respectiva. SEÇÃO III DO PROCESSO VOTAÇÃO PELA INTERNET Art. 14 Quando a eleição ocorrer pelo procedimento eletrônico (internet): I - O Participante e o Assistido poderá exercer seu direito de voto, unicamente pelo Portal da CELOS; II - Para o exercício do voto, o Participante e/ou Assistido deverá se utilizar de sua matrícula na Celesc ou CELOS e de senha eleitoral, conforme instrução de voto a ser baixada pelo Conselho Deliberativo; III - Caberá ao Participante e ao Assistido a responsabilidade pela guarda e sigilo de sua senha de votação;

4 IV - A CELOS será responsável pela organização e segurança do processo eleitoral. CAPÍTULO IV DA COMISSÃO ELEITORAL Art. 15 A Comissão Eleitoral será designada pelo Conselho Deliberativo por Ato Deliberativo específico para coordenar e presidir todo o processo eleitoral para escolha de membros do Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal, Diretor Administrativo-Financeiro e Diretor de Seguridade. Art. 16 A Comissão Eleitoral terá as seguintes atribuições: I - Divulgar as Normas Eleitorais e demais informações pertinentes ao processo eleitoral, para conhecimento dos Participantes e Assistidos; II - Sugerir a indicação do Coordenador Eleitoral na Administração Central a Diretoria Colegiada e demais Agências Regionais da Celesc ao Chefe de Agência Regional, que será o responsável pela coordenação do processo eleitoral no âmbito de sua abrangência. Na CELOS a coordenação ficará sob a responsabilidade da Comissão Eleitoral; III - Coordenar e orientar o processo de votação na CELOS, Administração Central e em cada Agência Regional da Celesc; IV - Estabelecer a localização e o número de Mesas Receptoras, para eleição por urna convencional ou eletrônica; V - Nomear o Presidente e os Mesários, para eleição por urna convencional ou eletrônica; VI - Providenciar senha de votação para eleição no Portal da CELOS, quando necessária; VII - Fornecer listagem dos Participantes e Assistidos aptos a votar na CELOS, em cada Agência Regional ou Administração Central da Celesc; VIII - Instruir e remeter aos Coordenadores Eleitorais as urnas, cédulas e demais materiais e documentos necessários para realização e apuração da eleição, quando a eleição por urna convencional ou eletrônica; IX - Julgar as impugnações, recursos e quaisquer outras questões que, eventualmente, surgirem durante o processo eleitoral; X - Cumprir o calendário e prazos estabelecidos; XI Dirigir-se ao Conselho Deliberativo para solucionar eventuais casos omissos (Art. 55) ou quaisquer outras situações que a Comissão houver por bem submeter a instância superior. Art. 17 A recusa da indicação para compor a Mesa Receptora e Apuradora de votos somente poderá ser apresentada até dois (02) dias úteis contados da nomeação. Parágrafo único. É da alçada da Comissão Eleitoral decidir quanto às justificativas e as eventuais substituições. SEÇÃO I DA APURAÇÃO E DIVULGAÇÃO Art. 18 Caberá a Comissão Eleitoral a totalização dos votos, após o recebimento de todo o material referente à apuração dos votos. Art. 19 O candidato poderá indicar formalmente seu representante junto à Comissão Eleitoral, bem como para designar fiscais a fim de acompanhar as Mesas Receptoras e Apuradoras dos votos.

5 Art. 20 A Comissão Eleitoral realizará a conferência da documentação encaminhada pelas Agências Regionais e Administração Central referente ao resultado final da eleição. Art. 21 Compete a Comissão Eleitoral realizar a divulgação parcial e final do resultado da eleição. Art. 22 A Comissão Eleitoral encaminhará ao Presidente do Conselho Deliberativo da CELOS o resultado da eleição para homologação pelo Conselho Deliberativo. Art. 23 Compete ao Coordenador: CAPÍTULO V COMPETÊNCIAS SEÇÃO I COORDENADOR I - Ser responsável pela coordenação e orientação de todo o processo eleitoral (votação e apuração) no âmbito de sua abrangência (Agência Regional/Administração Central); II - Definir as Mesas Receptoras e Apuradoras de votos e sugerir a nomeação de seus membros, quando realizada por urna convencional ou eletrônica; III - Informar à Comissão Eleitoral a sugestão dos membros das Mesas Receptoras e Apuradoras; IV - Orientar e esclarecer as dúvidas junto as Mesas Receptoras e Apuradoras das regras eleitorais; V - Entregar e receber a devolução de todos os documentos referentes ao processo eleitoral; VI - Enviar à CELOS ao cópia da Ata de Apuração de Votos contendo o resultado da apuração de sua Agência Regional ou Administração Central, logo após o término do processo de votação; VII - Encaminhar à CELOS no dia seguinte ao término da eleição, as urnas com toda a documentação referente à eleição, por malote ou Sedex; VIII É de responsabilidade do Coordenador Eleitoral realizar a divulgação das urnas volantes, o horário e itinerário para conhecimento dos Participantes. Art. 24 Compete ao Presidente da mesa: SEÇÃO II PRESIDENTE I - Coordenar a recepção dos eleitores; II - Decidir imediatamente todas as dificuldades ou dúvidas que ocorrerem durante o processo de votação; III - Manter a ordem; IV - Autenticar, com a sua rubrica as cédulas oficiais; V - Encerrada a votação, lacrar a urna e envelopar o material da votação e encaminhar ao Coordenador Eleitoral da CELOS ou da Administração Central/Agência Regional da Celesc.

6 SEÇÃO III MESÁRIO Art. 25 Compete ao Mesário: I - Rubricar as cédulas; II - Dispor quanto à ordem de votação, tendo prioridade de voto: a) mulheres grávidas, b) doentes; c) ordem de chegada; e d) lavrar ata da eleição. III - Substituir o Presidente em seus impedimentos; IV - Auxiliar nos trabalhos de recepção e executar os que lhe forem atribuídos pelo Presidente. CAPÍTULO VI DA ELEIÇÃO Art. 26 A eleição será direta e secreta em turno único no dia determinado no Calendário de Eventos aprovado pelo Conselho Deliberativo. 1º. A cédula eleitoral será estruturada da seguinte forma: I - Para o Conselho Deliberativo ou Conselho Fiscal, a chapa com os nomes do titular e do respectivo suplente, será disposta na cédula conforme a ordem de registro do protocolo de inscrição, realizado na secretaria geral da sede da CELOS, em Florianópolis; II - Para Diretor, o nome do candidato será disposto na cédula conforme a ordem de registro do protocolo de inscrição, realizado na secretaria geral da sede da CELOS, em Florianópolis. 2º. O Participante e o Assistido poderão votar em tantas chapas quantas forem o número de vagas oferecidas para conselheiro titular e suplente. 3º. Na eleição de Diretor, o eleitor poderá votar somente num único candidato, sob pena de nulidade desse voto. 4º. A nulidade do voto para Diretor não implica a nulidade do voto para Conselheiro, caso seja utilizada a mesma cédula para eleição de Diretor ou Conselheiro. 5º. O eleitor ou a eleitora que apresentar mais de uma condição de sócio da CELOS, somente poderá votar uma vez para cada condição de sócio. 6º. A composição da cédula de votação, seja pelo processo convencional ou eletrônico, será divulgada no Portal da CELOS, a fim de que os eleitores conheçam os candidatos. Art. 27 O voto não será obrigatório. Art. 28 A CELOS viabilizará, conjuntamente com a Celesc, carro e demais condições para o transporte das urnas volantes. Art. 29 Não será permitido o voto por procuração.

7 CAPÍTULO VII DA INSCRIÇÃO Art. 30 Para se inscrever e participar da eleição, o candidato deverá preencher, cumulativamente, os seguintes pré-requisitos: I - para candidatos a vaga de Diretor, apresentar cópia do certificado de conclusão de nível superior, atendendo ao disposto no Art. 48 do Estatuto Social; II para candidatos a vaga de Conselheiro, atender ao disposto no Art. 34 do Estatuto Social, podendo ser apresentada a cópia do certificado de conclusão de nível superior; III - ser Participante da CELOS há pelo menos 5 (cinco) anos para cargo de Conselheiro e 10 anos para cargo de Diretor; IV - comprovar, mediante apresentação de certificado ou declaração/deliberação da empresa, experiência no exercício de atividade na área financeira, ou administrativa, ou contábil, ou jurídica, ou de fiscalização, ou atuarial ou de auditoria; V - não ter sofrido condenação criminal transitada em julgado, mediante certidão negativa fornecida pela Justiça Estadual e Federal, da comarca onde reside; VI - não ter sofrido penalidade administrativa por infração à legislação da seguridade social, inclusive da previdência complementar, atestada por uma declaração pessoal do candidato; VII - no caso de Assistido, ser aposentado na CELOS; VIII - não estar na condição de pensionista. Nesta condição somente poderá votar não podendo ser votado; e IX - não ter ação(es) judicial(is) contra a CELOS, em tramitação, a qualquer título, mediante declaração pessoal do candidato. Art. 31 O pedido de inscrição deverá ser feito por carta dirigida à Comissão Eleitoral da CELOS, protocolado na Sede da CELOS, em Florianópolis, até o dia aprazado no calendário de eventos aprovado pelo Conselho Deliberativo, constando obrigatoriamente: a) composição da chapa com a indicação do candidato a titular e seu respectivo suplente, para o cargo no Conselho Deliberativo e/ou Conselho Fiscal; b) o título do cargo de Diretor para o qual irá concorrer (Administrativo-Financeiro ou Seguridade); c) cópia do CURRICULUM funcional resumido de cada candidato; d) cópia dos documentos pessoais e dos certificados exigidos como pré-requisitos; e e) uma foto colorida 5 x 7, recente. Art. 32 O candidato eleito deverá apresentar para fins de posse toda a documentação acima exigida (Art. 30), devidamente atualizada, bem como atender outros requisitos da legislação vigente. 1º. O candidato eleito para o cargo de Diretor Administrativo-Financeiro deverá apresentar, antes da posse, toda a documentação exigida pela Previc para sua certificação como Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado AETQ e para o fim de se habilitar para a posse. 2º. O candidato eleito para vaga no Conselho Deliberativo, no Conselho Fiscal ou Diretor de Seguridade deverá apresentar no prazo de 1 ano, a contar da data da posse, a

8 certificação obtida por instituição autônoma reconhecida tecnicamente pela Previc, a fim de ter sua documentação habilitada pelo órgão fiscalizador; 3º. Na data da posse, caso o candidato/chapa eleito(a) não cumpra(m) as exigências legais será dada a posse ao candidato/chapa eleito(a), que atenda(m) as referidas exigências, obedecendo a respectiva ordem de classificação do pleito eleitoral. 4º. Não havendo candidato/chapa eleito(a) que atenda(m) as condições acima, será realizada nova eleição no período de 60 (sessenta) dias. CAPÍTULO VIII DO CANCELAMENTO DA INSCRIÇÃO Art. 33 Ocorrendo o cancelamento da inscrição individual ou da chapa, por renúncia (desistência) ou morte, ou ainda, na falta de inscrição em tempo hábil, se procederá da seguinte forma: I - Será concedido um prazo de 72 (setenta e duas) horas para recomposição da chapa e ou do registro de novas inscrições de chapas, caso a chapa cancelada seja única ou não contemple o número de vagas existentes; II - No caso de candidato a Diretor Administrativo-Financeiro e/ou Diretor de Seguridade, automaticamente será extinta a candidatura, sendo que neste caso será aberto o prazo de 72 (setenta e duas) horas para registro de novas inscrições. CAPÍTULO IX DOS RECURSOS Art. 34 É assegurada aos candidatos a interposição de recursos à Comissão Eleitoral em 1ª instância, no prazo previsto no Calendário de Eventos e, em 2ª instância, ao Conselho Deliberativo, no prazo de quatro (4) dias úteis, após a decisão da Comissão Eleitoral. Art. 35 O pedido de impugnação de voto será colhido em separado e apresentado a Mesa Receptora para encaminhamento a Comissão Eleitoral, para julgamento no prazo estabelecido no calendário de eventos aprovado pelo Conselho Deliberativo, quando for eleição por urna convencional. CAPÍTULO X DA APURAÇÃO DOS VOTOS Art. 36 A apuração dos votos será efetuada pela Comissão Eleitoral, logo após o encerramento do prazo de votação, e poderá ser acompanhada pelos candidatos e/ou seus representantes, devidamente identificados. Art. 37 Os relatórios estatísticos e totalizadores de votos preliminares serão emitidos logo após a apuração eletrônica e validados pela Comissão Eleitoral, na presença dos candidatos e/ou seus representantes, devidamente identificados. Art. 38 A finalização da apuração dos votos, após o recebimento da documentação enviada pelas Mesas Receptoras e Apuradoras, será realizada nas dependências da CELOS, pela

9 Comissão Eleitoral, no prazo de 5 (cinco) dias contados da data da eleição, conforme definido no calendário de eventos aprovado pelo Conselho Deliberativo. Art. 39 A Administração Central e cada Agência Regional deverá realizar a sua apuração, dentro do horário e prazo definido no calendário de eventos aprovado pelo Conselho Deliberativo. Após a apuração deverá enviar imediatamente para o o resultado. Art. 40 Iniciada a apuração para eleição por urna convencional, não será interrompida até sua efetiva conclusão. Em caso de interrupção por motivo de força maior, o Coordenador deverá recolher as cédulas juntamente com a urna e esta será fechada e lacrada, ficando sob a sua guarda. Cessando o motivo determinante da interrupção, será reaberta e apurada de uma só feita, lavrando-se o ato em ata. Art. 41 Será constituída uma Mesa Apuradora de votos na sede da CELOS para apurar as urnas da CELOS. Será constituída também uma Mesa Apuradora de votos, na Administração Central, e uma em cada Agência Regional, com mínimo de três (3) e o máximo de cinco (5) membros, podendo ser constituída pelos mesmos membros da Mesa Receptora ou por representantes da Celesc, CELOS, APC, Sindicatos e APCELESC, FAEC, ABECELESC, de acordo com a disponibilidade de pessoal. Art. 42 Na apuração da eleição convencional ou eletrônica constituirão atos distintos a verificação de regularidade da urna, inclusive quantidade de votos, com base nas atas e listas de votantes, e apuração dos votos, que será procedida de maneira a que se guarde sigilo de voto. Art. 43 Para os membros dos Conselhos Deliberativo ou Fiscal será declarada eleita a chapa ou as chapas mais votada(s), conforme o número de vagas. Art. 44 Para os cargos de Diretor Administrativo-Financeiro e Diretor de Seguridade, será declarado eleito o candidato mais votado. Art. 45 No caso de empate será declarado vencedor o candidato titular com mais tempo de inscrição na condição de Participante da CELOS. Se persistir o empate, prevalecerá o critério de mais idade. Art. 46 Caberá ao Conselho Deliberativo a homologação dos resultados da eleição, cuja decisão é irrecorrível, por ser a última instância de decisão na CELOS. CAPÍTULO XI DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E FINAIS Art. 47 Para propiciar apoio aos candidatos, a CELOS fornecerá um conjunto de etiquetas personalizadas para correspondência, mediante solicitação formal à Comissão Eleitoral. Art. 48 Aos candidatos fica proibido o uso de equipamento, institucional, materiais, serviços e veículos da CELOS para fins individuais de campanha eleitoral. Na Celesc valerá a regra interna a ser definida e aplicada para os casos de eleições naquela empresa.

10 Art. 49 Fica assegurado o acesso dos candidatos a toda e qualquer dependência da CELOS, para tratar da sua candidatura, desde que não traga prejuízo ao andamento dos trabalhos. Na Celesc valerá a regra interna de acesso aos seus órgãos e estabelecimentos aplicada para os casos de eleições naquela empresa. Art. 50 Não será permitida a realização de campanha eleitoral, pelos candidatos, após a data aprazada no calendário de eventos aprovado pelo Conselho Deliberativo. Art. 51 Encerrada a votação da eleição por urna convencional ou eletrônica, o Presidente da Mesa Receptora determinará o lacre da urna, com a rubrica dos demais membros, a lavratura da ata, bem como tomará os demais procedimentos para entrega de todo o material ao Coordenador Eleitoral, a fim de dar início ao processo de apuração de votos. Art. 52 Caberá ao Coordenador Eleitoral, logo após o término do processo de votação, a coordenação da apuração dos votos, bem como o encaminhamento de toda a documentação, via malote ou Sedex, para a Comissão Eleitoral. Art. 53 O Coordenador Eleitoral deverá repassar à Comissão Eleitoral, eletronicamente, o resultado da apuração no âmbito de sua responsabilidade, logo após o término da contagem dos votos. Art. 54 Será considerado encerrado o processo eleitoral somente após o julgamento de todos os recursos impetrados e da homologação do resultado pelo Conselho Deliberativo. Art. 55 Caberá ao Conselho Deliberativo deliberar sobre os casos omissos nas normas e no calendário de eventos. Florianópolis, 30 de junho de Fernando Hidalgo Molina Presidente do Conselho Deliberativo

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