Avaliação do Impacto dos Controladores de Excitação na Estabilidade Transitória de Geradores Síncronos conectados em Sistemas de Distribuição

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Avaliação do Impacto dos Controladores de Excitação na Estabilidade Transitória de Geradores Síncronos conectados em Sistemas de Distribuição"

Transcrição

1 Avaliação do Impacto dos Controladores de Excitação na Estabilidade Transitória de Geradores Síncronos conectados em Sistemas de Distribuição M. Resener, Member, IEEE, R. H. Salim, Member, IEEE, and A. S. Bretas, Member, IEEE Resumo A conexão de geradores em sistemas de distribuição, usualmente chamados de geradores distribuídos, traz novos aspectos técnicos que devem ser analisados pelas empresas distribuidoras. Em se tratando de geradores síncronos, sabese que os sistemas de excitação podem ser equipados com meios para o ajuste automático de tensão, potência reativa ou fator de potência. Três diferentes modos de controle podem ser aplicados a geradores síncronos: regulação de tensão, regulação de potência reativa ou fator de potência e controle de potência reativa ou fator de potência. Este trabalho tem como objetivo apresentar contribuições com relação à avaliação da estabilidade transitória de geradores síncronos conectados em sistemas de distribuição, avaliando o impacto que os diferentes modos de controle de excitação podem ocasionar, em diferentes condições de operação do sistema. Palavraschave Geração Distribuída, Sistemas de Distribuição de Energia, Geradores Síncronos, Sistema de Controle de Excitação, Estabilidade Transitória. O I. INTRODUÇÃO número de conexões de geração distribuída (GD) em sistemas de distribuição de energia (SDE) tem crescido nos últimos anos, trazendo novos aspectos técnicos que devem ser analisados pelas distribuidoras. Os SDE foram originalmente projetados para operar de forma radial, alimentando cargas a partir de uma única fonte, sendo esta normalmente o ponto de conexão com o sistema de subtransmissão. Com a conexão de geradores, a estrutura dos alimentadores é modificada, bem como seu comportamento dinâmico após uma perturbação. Há muitos tipos de plantas de geração de energia conectadas a redes de distribuição, as quais utilizam tecnologias que vão desde aquelas bem conhecidas, como a geração combinada de calor e energia, até tecnologias mais recentes como turbinas eólicas e células fotovoltaicas []. Para operar o sistema da melhor forma, é fundamental o M. Resener está vinculada à Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEED) e à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil ( R. H. Salim está vinculado à Chemtech, Rio de Janeiro, RJ, Brasil ( A. S. Bretas está vinculado à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil ( entendimento da interação que a GD terá com a rede de distribuição, e para tanto é necessário o conhecimento das características da tecnologia aplicada, bem como das condições de operação do sistema. Quanto ao tipo de tecnologia aplicada em GD, podese afirmar que a tendência de aplicação no mundo está na conexão de fontes primárias de energia através de inversores, uma vez que muitas destas fontes não produzem energia através de máquinas rotativas ou, se produzem, podem não ser máquinas síncronas [2]. No entanto, com o desenvolvimento do setor sucroalcooleiro no Brasil, ocorreu uma grande difusão de usinas de cogeração conectadas aos SDE, com destaque para o estado de São Paulo [3][4]. Como resultado, diversos geradores síncronos foram conectados diretamente às redes de distribuição. Sabese que não há um consenso entre as empresas distribuidoras sobre qual o melhor modo de operação de GS quando conectados aos SDE. Dentro deste contexto, este trabalho tem como objetivo apresentar contribuições com relação à avaliação da estabilidade transitória de geradores síncronos conectados a SDE, analisando o impacto que diferentes modos de controle de excitação podem ocasionar, em diferentes condições de operação do sistema. Um estudo de caso, baseado em dados reais de um alimentador de distribuição, e simulações são realizadas utilizando os softwares ANAREDE e ANATEM, do CEPEL [5]. Os modos de controle considerados neste trabalho são regulação de tensão, regulação de fator de potência e controle de fator de potência, de acordo com as definições apresentadas em [6]. Este artigo está organizado conforme segue. A Seção II discute estudos de estabilidade transitória em SDE. A Seção III descreve os modos de controle que podem ser aplicados a geradores síncronos. Na Seção IV apresentase o sistema estudado. Os resultados e conclusões são apresentados nas Seções V e VI, respectivamente. II. ESTUDOS DE ESTABILIDADE TRANSITÓRIA EM SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA O impacto da GD na estabilidade de um sistema de potência vem sendo analisado por diversos autores na literatura [7][]. Estes estudos se dividem entre os impactos da geração distribuída na estabilidade do sistema elétrico interligado (ou seja, sistemas de geração e transmissão) e na

2 2 estabilidade dos sistemas de distribuição com GD. A partir destes estudos, podese observar que os aspectos mais significativos são: o índice de penetração de GDs, o local da sua conexão, e as diferentes tecnologias de geração e controle utilizadas. A análise apresentada em [7] determina o tempo crítico de eliminação de faltas através de simulações de geradores síncronos de potência entre 5 e 25 MW, operando com regulador automático de tensão (AVR). Os resultados mostram que GDs tendem a apresentar um pobre desempenho com relação à estabilidade transitória, tendo em vista as características típicas destes geradores, como a baixa constante de inércia, o baixo amortecimento e as altas constantes de tempo. Em [8] é apresentada uma análise comparativa entre geradores síncronos e de indução para aplicação em geração distribuída, sendo analisada a estabilidade transitória do sistema, dentre outros aspectos. Os resultados mostram que, de forma geral, do ponto de vista de perfil de tensão de regime permanente, estabilidade de tensão e estabilidade transitória, o uso de geradores síncronos controlados por tensão leva a um melhor desempenho da rede, além de permitir que a capacidade máxima permissível de GD seja mais elevada. O estudo apresentado em [0] analisa as oscilações eletromecânicas em SDE, com geradores de pequena potência conectados a estes sistemas. Os resultados mostram que oscilações eletromecânicas com pouco amortecimento podem aparecer e que a conexão de GDs pode reduzir significativamente o amortecimento do sistema em resposta a pequenas perturbações. Como pode ser observado, não há um consenso a respeito dos impactos da conexão de GD nos SDE, devido principalmente ao fato de que cada tecnologia de GD e sistema têm suas características específicas. Dessa forma, este trabalho tem como objetivo complementar os estudos já apresentados na literatura, com foco nos impactos dos diferentes modos de controle aplicados a geradores síncronos distribuídos, analisando aspectos relacionados à estabilidade transitória do sistema de distribuição. III. MODOS DE CONTROLE Os sistemas de excitação de geradores síncronos desempenham funções de controle e proteção, as quais são essenciais para o correto desempenho do sistema de potência [], [3]. Tipicamente, três modos de controle podem ser aplicados no controle do sistema de excitação: regulação automática de tensão, controle de fator de potência ou potência reativa (FP/var) e regulação de FP/var [6]. O controle ou regulação de FP/var tem sua aplicação principal em pequenos produtores independentes, uma vez que substitui o controle manual e a regulação de tensão em SDE é normalmente realizada por equipamentos como reguladores de tensão e bancos de capacitores instalados nos alimentadores. Aplicando este modo de controle, a máquina irá seguir qualquer variação de tensão no sistema. No entanto, o sistema deve ser estudado de forma a evitar que a conexão da GD cause sobre ou subtensões no alimentador [6],[9]. Uma breve descrição sobre os modos de controle é apresentada conforme segue. V T V ref K A st st A E Fig.. Modelo de regulador de tensão. A. Regulação de Tensão O regulador automático de tensão (AVR) modifica a tensão de campo a fim de regular a tensão terminal do gerador síncrono. Neste trabalho foi utilizado o modelo de excitação estática tipo ST2A do IEEE [6], sendo desprezados os efeitos de comutação e carregamento do retificador, o que idealiza o modelo da fonte de energia da excitatriz. A Fig. apresenta o diagrama de blocos deste modelo. B. Regulação de FP/var Os reguladores de var ou FP são definidos como reguladores de máquinas síncronas que agem para manter um valor prédeterminado de FP ou de var nos terminais da máquina. Durante eventos transitórios, esse tipo de regulador não fornece o aumento da excitação necessário em resposta à uma queda de tensão (field forcing), como no caso de reguladores de tensão [6]. Como reguladores de var/fp são similares aos reguladores de tensão, podese utilizar os mesmos modelos que representam a maior parte dos sistemas de excitação. A única diferença está na grandeza medida, que deixa de ser a tensão terminal e passa a ser a potência reativa ou o fator de potência nos terminais da máquina. C. Controle de FP/var sk F st E FDmín E FDmáx Controladores de var ou FP são definidos em [6] como funções de controle que atuam através da modificação do ajuste de referência do AVR, de forma a manter um valor prédeterminado de FP ou var em regime permanente. A Fig. 2 apresenta o diagrama de blocos do controlador IEEE PF Controller Type II, utilizado neste trabalho. Quando é de interesse que o gerador siga qualquer variação de tensão no sistema, este tipo de controle pode ser aplicado. PF ref PF K P V Clmt V Clmt K I s Fig.2. Modelo de controlador de FP. Por exemplo, em SDE onde há outros equipamentos controlando a tensão do sistema, como bancos de capacitores e reguladores de tensão, a aplicação do controlador de FP/var F K E V Clmt V Clmt V PF V ref V T E FD AVR

3 3 pode evitar problemas de coordenação entre esses equipamentos. IV. ESTUDO DE CASO Com o objetivo de analisar os impactos dos diferentes modos de controle em GD, dados de um sistema de distribuição real de uma concessionária brasileira foram utilizados nas simulações. Este sistema de distribuição foi originalmente apresentado em [2]. Este sistema é conectado ao sistema de subtransmissão em 38 kv através de um transformador de três enrolamentos de 38/.5/3.8 kv conectado em YΔYg, sendo que este ponto foi considerado como referência angular do sistema, e como um barramento infinito nos estudos dinâmicos. O alimentador opera com um nível de tensão de 3.8 kv, com exceção da barra 603 que opera em 2.4 kv. O sistema tem um total de 32 barras, 5 transformadores e um comprimento total de rede igual a 44 km. A Fig. 3 apresenta o diagrama unifilar deste sistema. No sistema original, quatro turbogeradores estão conectados às barras 60, 602 e 603. Neste trabalho, para fins de testes, estes geradores foram desconsiderados, e somente um gerador síncrono distribuído foi simulado conectado à barra 804, como mostra a Fig. 3. Ainda, o caso base utilizado nas simulações possui uma carga total de 0.5 MW e 2.5 Mvar, que foi modelada como potência constante no ANAREDE. No ANATEM, para as simulações dinâmicas, as componentes de potência ativa das cargas foram representadas com característica 00% corrente constante e as componentes de potência reativa com característica 00% impedância constante, modelagem recomendada em [2] para casos em que não se tem informação precisa sobre as cargas do sistema. O gerador síncrono conectado no alimentador apresentado na Fig. 3 está injetando 5 MW na rede. O gerador foi modelado como um gerador de pólos lisos, acoplado a uma turbina a vapor, e representado por um modelo de sexta ordem. A turbina foi representada pelo modelo TGOV do IEEE, conforme mostra a Fig. 4. Este modelo representa uma turbina térmica com reaquecimento, onde são representados os efeitos da ação do regulador e a constante de tempo do reaquecedor [4]. ref R V mín st D T V máx Os dados de carga e impedância das linhas são apresentados no Apêndice A, bem como os parâmetros da máquina e seu sistema de controle de excitação. V. RESULTADOS st2 st Fig. 4.Modelo de turbina térmica com reaquecimento. As simulações foram executadas considerando as seguintes condições: GD operando com AVR; GD operando com controlador de FP; GD operando com regulador de FP. Os casos de fluxo de potência, resumidos na Tabela I, foram simulados utilizando o software ANAREDE, do CEPEL, variando o ponto de operação da GD conectada à barra 804, onde o sinal menos na coluna Mvar indica que a máquina está absorvendo potência reativa da rede. Os casos foram então aplicados nas simulações dinâmicas utilizando o ANATEM. 3 P m Fig. 3. Sistema de distribuição.

4 4 Geração da GD (MW) TABELA I CASOS DE FLUXO DE POTÊNCIA Geração da GD (Mvar) Fator de Potência Carga indutivo Nominal Nominal capacitivo Nominal indutivo Nominal capacitivo 00% capacitivo 50% Nominal capacitivo Nominal indutivo Nominal capacitivo 80% capacitivo 50% Faltas trifásicas foram aplicadas em diversas barras do sistema apresentado na Fig. 3 e os tempos críticos de eliminação da falta () foram obtidos para cada condição, aumentando o tempo de duração do defeito em passos de 0 ms. O tempo crítico de eliminação é o máximo tempo em que o isolamento ou a extinção do defeito deve ocorrer, de forma que o sistema permaneça estável. Os resultados obtidos através das simulações dinâmicas são apresentados a seguir. A. Modo de Controle O de fluxo de potência foi utilizado para analisar os impactos dos diferentes modos de controle na estabilidade transitória do gerador síncrono distribuído: AVR, regulador de FP e controlador de FP. A Tabela II apresenta os resultados de s obtidos a partir das simulações, e aplicando os três modos de controle. Podese verificar que não houve variações significativas quando comparados os modos AVR e controlador de FP para uma mesma perturbação, o que pode ser explicado pela limitação do sinal de controle logo após a falta devido à existência de limitadores no sistema de controle, como mostram as Figs. e 2. Para faltas eletricamente distantes da GD, pode ser observada uma diferença significativa nos s quando comparados os modos regulador e controlador de FP. Isso pode ser explicado pela falta de suporte dinâmico de tensão do regulador de FP durante faltas. No caso do controlador, o controle do FP é realizado através de um laço externo ao regulador de tensão, sendo que, neste caso, o desempenho dinâmico do sistema de controle é regido pela dinâmica do regulador de tensão se o controlador PI do controle de FP for bem projetado, uma vez que a ação deste deve ser bem mais lenta do que a ação do laço de regulação de tensão. Já na TABELA II VARIAÇÃO DO MODO DE CONTROLE Controle Regulador AVR de FP de FP em falta TC E (ms) TC E (ms) (ms) regulação de FP, só há um laço, que é o de regulação do FP, e, assim, a influência na dinâmica deve ser diferente, conforme observado. A Fig. 5 apresenta o comportamento dinâmico da tensão de campo para os modos AVR e controlador de FP, onde pode ser observado o comportamento similar para estes dois casos logo após a aplicação da falta, devido à ação dos limitadores. Fig. 5. Comportamento dinâmico da tensão de campo. As Figs. 6 e 7 apresentam, respectivamente, as respostas da tensão de campo e do ângulo do gerador para uma falta na barra 808, com duração de 600 ms, onde podese verificar a falta de suporte dinâmico de tensão e o maior ângulo alcançado para a operação da GD com regulador de FP. Fig. 6. Comportamento dinâmico da tensão de campo falta na barra 808. Fig. 7. Resposta do ângulo falta na barra 808. B. Variação do Ponto de Operação Para analisar o desempenho da GD em diferentes pontos de operação (mudanças na potência reativa gerada ou absorvida), foram executadas simulações considerando os casos de fluxo de potência 24 e 89, e o gerador operando com controlador de FP. Os resultados obtidos, apresentados na Tabela III, mostram que, quando o gerador opera com FP capacitivo (injetando potência reativa na rede), maiores s podem ser esperados, o que pode ser explicado pelo menor ângulo préfalta quando comparado aos casos de FP indutivo. O ângulo préfalta pode ser calculado conforme apresentado em [3].

5 5 TABELA III VARIAÇÃO DO PONTO DE OPERAÇÃO DA GD FP em falta cap cap ind ind (ms) (ms) (ms) (ms) (ms) O comportamento dinâmico do ângulo do gerador para os casos estudados, e considerando uma falta na barra 802 durante 20 ms é apresentado nas Figs. 8 e 9. Fig. 8. Resposta do ângulo (a). Fig. 9. Resposta do ângulo (b). C. Variação de Carga O carregamento do alimentador foi modificado a fim de avaliar o desempenho do gerador operando com controlador de FP. Além da carga nominal, foram considerados outros 4 cenários de carga, sendo eles: redução de 80% e 50% da carga nominal, e aumento de 50% e 00% da carga nominal. A Tabela IV apresenta os resultados de s em ms, obtidos para as condições de carga estudadas, e considerando a GD operando em um mesmo ponto de operação com FP igual a 0.958, injetando potência reativa no sistema. A partir da Tabela IV, podese observar uma tendência de redução no tempo crítico de eliminação da falta para cenários de carregamentos maiores. Com carregamento mais alto, o fluxo de potência nas linhas aumenta, o que leva o sistema a operar mais próximo do limite de estabilidade. Dessa forma, uma falta em um sistema com um perfil de carga mais elevada tende a ser uma perturbação mais severa. Para faltas nas barras 60 e 804 não foi observada uma redução no com o aumento da carga do alimentador. Como essas barras são muito próximas do gerador, as faltas são mais severas para a máquina e o carregamento tem influência pequena no resultado de. em falta 0 (80%) TABELA IV VARIAÇÃO DO CARREGAMENTO 06 (50%) 03 (Nominal) (50%) 05 (00%) (ms) (ms) (ms) (ms) (ms) D. Variação da Potência de Geração A potência gerada pela GD conectada à barra 804 foi aumentada com o objetivo de verificar o desempenho do gerador com relação à estabilidade transitória. As simulações foram realizadas utilizando os casos de fluxo de potência 2 e 7, e considerando a GD operando com o controle de FP. Faltas trifásicas foram aplicadas e os resultados dos s, em ms, são apresentados na Tabela V. TABELA V VARIAÇÃO DA POTÊNCIA GERADA em 5 MW geração 0 MW geração falta TC (ms) TC (ms) A partir da Tabela V, podese observar uma redução no quando a potência gerada aumenta para 0 MW. A Fig. 0 apresenta a resposta do ângulo do gerador para uma falta na barra 80 durante 30 ms, onde se pode observar um maior ângulo alcançado após a falta para uma potência de 0 MW. Fig. 0. Resposta do ângulo falta na barra 80. VI. CONCLUSÕES Neste artigo foram analisados os impactos dos modos de controle de geradores síncronos conectados a sistemas de distribuição, com relação à estabilidade transitória. Foram simuladas faltas em barras de um sistema de distribuição e foram encontrados os tempos críticos de eliminação dos defeitos. Foi possível observar que não houve variação significativa nos s quando comparados os modos de

6 6 controle AVR e controle de FP. Ainda, foi verificado que o regulador de FP não fornece suporte dinâmico de tensão, sendo então necessária uma análise cuidadosa quando aplicado este modo de controle. A definição do modo de controle a ser aplicado, no entanto, deve ser realizada com base em diversos estudos, além dos estudos de estabilidade, como a avaliação em regime permanente. Devese buscar que os impactos sejam mínimos para que a qualidade da energia entregue aos consumidores próximos seja mantida em níveis aceitáveis, sempre objetivando também uma operação segura destes geradores, sob o ponto de vista de estabilidade. VII. APÊNDICE A Os dados do gerador e seu sistema de controle são apresentados nas Tabelas VIIX, e os dados de carga do sistema são apresentados na Tabela X. TABELA VI DADOS DO GERADOR Parâmetro Valor Parâmetro Valor H.0 s X q X d 2.06 X l 0.0 X q 2.50 T d0 7.8 s X d T q0 3.0 s X q 0.30 T d s X d T q s TABELA VII DADOS DO AVR Parâmetro Valor Parâmetro Valor K A 20 T A 0.5 s K E.0 T E 0.5 s K F 0.05 T F.0 s V Rmín 0 V Rmáx E FDmín 0 E FDmáx 5.67 TABELA VIII DADOS DO CONTROLADOR DE FP Parâmetro Valor V CLMT 0. K P.0 K I.0 TABELA IX DADOS DO REGULADOR DE VELOCIDADE Parâmetro Valor Parâmetro Valor R 0.05 pu D t 0 pu T 0.05 s V min 0.2 pu T 2.5 s V max. pu T 3 5 s TABELA X DADOS DE CARREGAMENTO DO SISTEMA P Q P Q (MW) (Mvar) (MW) (Mvar) VIII. REFERÊNCIAS [] N. Jenkins, R. Allan, P. Crossley, D. Kirschen, and G. Strbac, Embedded Generation. The Institution of Engineering and Technology, June [2] W. ElKhattam; M. M. A. Salama, Distributed generation technologies, definitions and benefits, Electric Power Systems Research, v.7, n.2, p.9 28, [3] S. Granville, P. Lino, F. Ralston, L. A. Barroso, M. Pereira. Recent advances of sugarcane biomass cogeneration in Brazil, in Proc. of the IEEE Power Energy Society General Meeting PES 09, [4] L. V. L. Abreu, F. A. S. Marques, J. Morán, W. Freitas, and L. C. P. da Silva, Impact of Distributed Synchronous Generators on the Dynamic Performance of Electrical Power Distribution Systems, Proceedings of the IEEE/PES Transmission & Distribution Conference & Exposition: Latin America, [5] CEPEL, Centro de Pesquisas em Energia Elétrica. Available: [6] IEEE Std , IEEE Recommended Practice for Excitation System Models for Power System Stability Studies, [7] F. V. Edwards, G. J. W. Dudgeon, J. R. Mcdonald, and W. E. Leithead, Dynamics of distribution networks with distributed generation, in Proc. IEEE Power Engineering Society Summer Meeting, vol. 2, 620 July 2000, pp [8] W. Freitas, J. Vieira, A. Morelato, L. Silva, V. Costa, F. Lemos, Comparative analysis between synchronous and induction machines for distributed generation applications, IEEE Transactions on Power Systems, v. 2, no., pp. 303, [9] W. Freitas, J. C. M. Vieira, A. Morelato, W. Xu, Influence of excitation system control modes on the allowable penetration level of distributed synchronous generators, IEEE Transactions on Energy Conversion, v. 20, no. 2, pp , [0] R. Kuiava, R. A. Ramos, R. V. de Oliveira, and N. G. Bretas, An analysis of the potential impacts of electromechanical oscillations on the stability and power quality of distributed generation systems, in Proc. IEEE Power and Energy Society General Meeting, 2024July [] V. Calderaro, J. Milanovic, M. Kayikci, A. Piccolo, The impact of distributed synchronous generators on quality of electricity supply and transient stability of real distribution network, Electric Power Systems Research, v. 79, n., p. 3443, [2] L. V. L. de Abreu, Dynamic performance of synchronous generators connected to electric power distribution systems, Masters thesis, State University of Campinas (UNICAMP), Campinas, SP, Brazil, June, 2005, (in Portuguese). [Online]. Available: [3] P. Kundur, Power System Stability and Control. New York: McGraw Hill, 994.

VI SBQEE. 21 a 24 de agosto de 2005 Belém Pará Brasil

VI SBQEE. 21 a 24 de agosto de 2005 Belém Pará Brasil VI SBQEE 2 a 24 de agosto de 25 Belém Pará Brasil Código: BEL 6 793 Tópico: Qualidade da Energia em Sistemas com Geração Distribuída IMPACTO DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA NO AFUNDAMENTO DE TENSÃO EM REDES DE

Leia mais

ET720 Sistemas de Energia Elétrica I. Capítulo 3: Gerador síncrono. Exercícios

ET720 Sistemas de Energia Elétrica I. Capítulo 3: Gerador síncrono. Exercícios ET720 Sistemas de Energia Elétrica I Capítulo 3: Gerador síncrono Exercícios 3.1 Dois geradores síncronos estão montados no mesmo eixo e devem fornecer tensões em 60 Hz e 50 Hz, respectivamente. Determinar

Leia mais

Simulação e Avaliação dos Esquemas de Proteção de Geradores Síncronos Contra Perda de Sincronismo

Simulação e Avaliação dos Esquemas de Proteção de Geradores Síncronos Contra Perda de Sincronismo 1 Simulação e Avaliação dos Esquemas de Proteção de Geradores Síncronos Contra Perda de Sincronismo Bernardo R. Bordeira e Sebastião E. M. de Oliveira Resumo--O presente trabalho avalia os principais esquemas

Leia mais

IMPACTOS DA EXPANSÃO DA GERAÇÃO DISTRIBUÍDA NOS SISTEMAS DE

IMPACTOS DA EXPANSÃO DA GERAÇÃO DISTRIBUÍDA NOS SISTEMAS DE IMPACTOS DA EXPANSÃO DA GERAÇÃO DISTRIBUÍDA NOS SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA FREDERICO A. S. MARQUES, graduação JESUS A. MORÁN, pós-graduação LÍSIAS ABREU, pós-graduação LUIZ C. P. DA SILVA,

Leia mais

II. IMPACTO DA SUPORTABILIDADE DE GERADORES SÍNCRONOS

II. IMPACTO DA SUPORTABILIDADE DE GERADORES SÍNCRONOS 1 Impactos da Suportabilidade de Geradores Síncronos Distribuídos a Afundamentos de Tensão na Proteção de Sobrecorrente e Anti-ilhamento Rafael S. Silva, Fernanda C. L. Trindade, Walmir Freitas Resumo--Este

Leia mais

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA XX SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Versão.0 a 5 Novembro de 009 Recife - PE GRUPO IV GRUPO DE ESTUDO GRUPO DE ESTUDO ANÁLISE E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA -

Leia mais

GRUPO V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA - GPC

GRUPO V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA - GPC SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GPC - 3 16 a 21 Outubro de 25 Curitiba - Paraná GRUPO V GRUPO DE ESTUDO DE PROTEÇÃO, MEDIÇÃO E CONTROLE EM SISTEMAS DE POTÊNCIA -

Leia mais

Um Estudo da Aplicação do Relé de Taxa de Variação de Frequência para Detecção de Ilhamento de Geração Distribuída *

Um Estudo da Aplicação do Relé de Taxa de Variação de Frequência para Detecção de Ilhamento de Geração Distribuída * Um Estudo da Aplicação do Relé de Taxa de Variação de Frequência para Detecção de Ilhamento de Geração Distribuída * Rafael Brenner Sousa Campos, Sérgio Garcia Oliveira, Igor Kopcak, Wander Gonçalves da

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE GERADORES SÍNCRONOS E GERADORES DE INDUÇÃO COM ROTOR TIPO GAIOLA DE ESQUILO PARA APLICAÇÃO EM GERAÇÃO DISTRIBUÍDA

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE GERADORES SÍNCRONOS E GERADORES DE INDUÇÃO COM ROTOR TIPO GAIOLA DE ESQUILO PARA APLICAÇÃO EM GERAÇÃO DISTRIBUÍDA ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE GERADORES SÍNCRONOS E GERADORES DE INDUÇÃO COM ROTOR TIPO GAIOLA DE ESQUILO PARA APLICAÇÃO EM GERAÇÃO DISTRIBUÍDA Walmir Freitas walmir@dsee.fee.unicamp.br André Morelato França

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA SOBRE A EFICÁCIA DE RELÉS BASEADOS EM MEDIDAS DE FREQÜÊNCIA PARA DETECÇÃO DE ILHAMENTO DE GERADORES DISTRIBUÍDOS

ANÁLISE COMPARATIVA SOBRE A EFICÁCIA DE RELÉS BASEADOS EM MEDIDAS DE FREQÜÊNCIA PARA DETECÇÃO DE ILHAMENTO DE GERADORES DISTRIBUÍDOS ANÁLISE COMPARATIVA SOBRE A EFICÁCIA DE RELÉS BASEADOS EM MEDIDAS DE FREQÜÊNCIA PARA DETECÇÃO DE ILHAMENTO DE GERADORES DISTRIBUÍDOS José Carlos M. Vieira Jr. Walmir Freitas André L. Morelato França DSEE/FEEC/UNICAMP

Leia mais

Geração de Energia Elétrica

Geração de Energia Elétrica Geração de Energia Elétrica Aspectos Dinâmicos da Geração Hidroelétrica Joinville, 21 de Março de 2012 Escopo dos Tópicos Abordados Controle de Carga-Frequência Regulação Primária Modelo do Sistema de

Leia mais

5 Controle de Tensão em Redes Elétricas

5 Controle de Tensão em Redes Elétricas 5 Controle de Tensão em Redes Elétricas 5.1 Introdução O objetivo principal de um sistema elétrico de potência é transmitir potência dos geradores para as cargas e esta responsabilidade é dos agentes que

Leia mais

1 Controle da Potência Ativa e da Freqüência

1 Controle da Potência Ativa e da Freqüência 1 Controle da Potência Ativa e da Freqüência 1.1 Introdução Em sistemas de potência, as unidades geradoras compreendem os equipamentos conectados ao sistema capazes de transformar vários tipos de energia

Leia mais

Análise Transitória de Parques Eólicos Mistos, compostos por Geradores de Indução Gaiola de Esquilo e Duplamente Alimentados

Análise Transitória de Parques Eólicos Mistos, compostos por Geradores de Indução Gaiola de Esquilo e Duplamente Alimentados Análise Transitória de Parques Eólicos Mistos, compostos por Geradores de Indução Gaiola de Esquilo e Duplamente Alimentados Helleson Jorthan Brito da Silva 1, Carolina de Matos Affonso 2 12 Grupo de Sistemas

Leia mais

de Sistemas de Potência Aula 25 Compensação reativa Controles relacionados com a potência reativa disponíveis no sistema

de Sistemas de Potência Aula 25 Compensação reativa Controles relacionados com a potência reativa disponíveis no sistema Análise de Sistemas de Potência Aula 25 Compensação Reativa 7/06/2008 Compensação reativa O fluxo da potência reativa nos sistemas elétricos, está fortemente relacionado com a magnitude da tensão as perdas

Leia mais

Fatores limítrofes, arranjos e aterramento de geradores

Fatores limítrofes, arranjos e aterramento de geradores 22 Capítulo I Fatores limítrofes, arranjos e aterramento de geradores Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* Novo! As retiradas de geradores do sistema de potência devido a curto-circuitos, operação anormal ou

Leia mais

Correção do Fator de Potência e Redução da Distorção Harmônica em planta industrial por meio de Banco de Capacitor Dessintonizado.

Correção do Fator de Potência e Redução da Distorção Harmônica em planta industrial por meio de Banco de Capacitor Dessintonizado. Correção do Fator de Potência e Redução da Distorção Harmônica em planta industrial por meio de Banco de Capacitor Dessintonizado. Resumo Este artigo tem como objetivo apresentar resultados obtidos de

Leia mais

10 Referências bibliográficas

10 Referências bibliográficas 10 Referências bibliográficas [1] VEGA, J.L.L. Avaliação e reforço das condições de estabilidade de tensão em barras de tensão controlada por geradores e compensadores síncronos. 259f. Tese (Doutorado)-

Leia mais

Nota Técnica 003/2010

Nota Técnica 003/2010 Nota Técnica 003/2010 Produto: Crowbar Aplicação: Acionamento da resistência de descarga em motores síncronos Serão discutidos os tópicos a seguir: 1) Conceito de Motores Síncronos 2) Determinação da Resistência

Leia mais

Estudos do Desempenho Dinâmico de Geradores Síncronos de Produtores Independentes em Sistemas de Geração Distribuída via ATPDraw

Estudos do Desempenho Dinâmico de Geradores Síncronos de Produtores Independentes em Sistemas de Geração Distribuída via ATPDraw MP UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE ENGENHARIA ELÉTRICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO Dissertação de Mestrado Estudos do Desempenho Dinâmico de Geradores Síncronos de Produtores Independentes

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 25 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA

PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 25 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA PROCEDIMENTOS DE DISTRIBUIÇÃO Título PARALELISMO MOMENTÂNEO DE GERADOR COM O SISTEMA PRIMÁRIO DE DISTRIBUIÇÃO ATÉ 25 kv, COM OPERAÇÃO EM RAMPA Código NTD-00.024 Data da emissão 05.11.2009 Data da última

Leia mais

1- INTRODUÇÃO... 130 2 - OPERAÇÃO DO GERADOR SÍNCRONO INTERLIGADO AO SISTEMA ELÉTRICO... 131 2.1-GERADOR SÍNCRONO DURANTE DISTÚRBIOS NO SISTEMA

1- INTRODUÇÃO... 130 2 - OPERAÇÃO DO GERADOR SÍNCRONO INTERLIGADO AO SISTEMA ELÉTRICO... 131 2.1-GERADOR SÍNCRONO DURANTE DISTÚRBIOS NO SISTEMA 1- INTRODUÇÃO... 130 2 - OPERAÇÃO DO GERADOR SÍNCRONO INTERLIGADO AO SISTEMA ELÉTRICO... 131 2.1-GERADOR SÍNCRONO DURANTE DISTÚRBIOS NO SISTEMA ELÉTRICO - INFLUÊNCIA DOS REGULADORES E CONTRIBUIÇÃO PARA

Leia mais

Máquinas Eléctricas I

Máquinas Eléctricas I I Máquinas Síncronas Luis Pestana Resumo Máquinas Síncronas Generalidades Principio de funcionamento Aspectos construtivos O gerador síncrono em carga com cargas isoladas Curvas de regulação ligado a um

Leia mais

GRUPO DE ESTUDO DE SOBRETENSÕES E COORDENAÇÃO DE ISOLAMENTO - GSC

GRUPO DE ESTUDO DE SOBRETENSÕES E COORDENAÇÃO DE ISOLAMENTO - GSC GSC/018 21 a 26 de Outubro de 2001 Campinas - São Paulo - Brasil GRUPO X GRUPO DE ESTUDO DE SOBRETENSÕES E COORDENAÇÃO DE ISOLAMENTO - GSC SIMULAÇÃO DA RESPOSTA AO TRANSITÓRIO DE CHAVEAMENTO EM SISTEMAS

Leia mais

Análise de estabilidade de geradores de indução utilizados em turbinas eólicas de velocidade fixa

Análise de estabilidade de geradores de indução utilizados em turbinas eólicas de velocidade fixa Artigos Análise de estabilidade de geradores de indução utilizados em turbinas eólicas de velocidade fixa Maurício Barbosa de Camargo Salles Doutorando em Geração de Energia Eólica - Laboratório de Eletromagnetismo

Leia mais

Controle e Estabilidade de Sistemas Elétricos de Potência. Antonio J.A. Simões Costa e Aguinaldo S. e Silva

Controle e Estabilidade de Sistemas Elétricos de Potência. Antonio J.A. Simões Costa e Aguinaldo S. e Silva Controle e Estabilidade de Sistemas Elétricos de Potência Antonio J.A. Simões Costa e Aguinaldo S. e Silva Florianópolis, agosto de 2000 Capítulo 1 Introdução 1.1 Controle de Freqüência e Tensão na Operação

Leia mais

Regulador de Tensão e Geração Distribuída em uma Implementação de Fluxo de Potência a Três e a Quatro Fios

Regulador de Tensão e Geração Distribuída em uma Implementação de Fluxo de Potência a Três e a Quatro Fios Regulador de Tensão e Geração Distribuída em uma Implementação de Fluxo de Potência a Três e a Quatro Fios R. M. de Carvalho A. C. B. Alves H. Longo Resumo À medida que cresce uma rede de distribuição,

Leia mais

ANÁLISE DE ESTRATÉGIAS APLICADAS AO ILHAMENTO INTENCIONAL DE GERADORES SÍNCRONOS DISTRIBUÍDOS

ANÁLISE DE ESTRATÉGIAS APLICADAS AO ILHAMENTO INTENCIONAL DE GERADORES SÍNCRONOS DISTRIBUÍDOS Belo Horizonte, MG, 20 a 24 de Setembro de 204 ANÁLISE DE ESTRATÉGIAS APLICADAS AO ILHAMENTO INTENCIONAL DE GERADORES SÍNCRONOS DISTRIBUÍDOS ROGÉRIO L. LIMA, DANIEL MOTTER, JOSÉ CARLOS M. VIEIRA JR Laboratório

Leia mais

Estudos Pré-Operacionais do Controle de Corrente para Geradores Eólicos

Estudos Pré-Operacionais do Controle de Corrente para Geradores Eólicos Estudos Pré-Operacionais do Controle de Corrente para Geradores Eólicos Camila M. V. Barros 1, Luciano S. Barros 2, Aislânia A. Araújo 1, Iguatemi E. Fonseca 2 1 Mestrado em Ciência da Computação Universidade

Leia mais

Estabilidade Transitória

Estabilidade Transitória Estabilidade Transitória Revisão em janeiro 003. 1 Introdução A geração de energia elétrica dos sistemas de potência é constituída de máquinas síncronas. que operam com uma determinada freqüência. O sistema

Leia mais

Refinaria Presidente Bernardes - RPBC Cubatão - SP ESTUDO DE ESTABILIDADE ELETROMECÂNICA

Refinaria Presidente Bernardes - RPBC Cubatão - SP ESTUDO DE ESTABILIDADE ELETROMECÂNICA Refinaria Presidente Bernardes - RPBC Cubatão - SP ESTUDO DE ESTABILIDADE ELETROMECÂNICA rev. Reg Tensão / Reg. Veloc. / Topologia FORNECIMENTO GEMULTILIN FEITO À PETROBRÁS - RPBC ATRAVÉS DO CONTRATO N.

Leia mais

Estudo do Impacto de Geradores. Distribuídos em Redes de Distribuição de. Energia Elétrica.

Estudo do Impacto de Geradores. Distribuídos em Redes de Distribuição de. Energia Elétrica. Estudo do Impacto de Geradores Distribuídos em Redes de Distribuição de Energia Elétrica. Oliveira, F. B. R. 1 Cardoso, J. B. 2 Resumo: Os Sistemas Elétricos de Potência se estabelecem como unidades de

Leia mais

ESTUDO DE TOPOLOGIAS APLICADAS NA CONVERSÃO DE FREQÜÊNCIA EM SISTEMAS DE MÉDIA TENSÃO

ESTUDO DE TOPOLOGIAS APLICADAS NA CONVERSÃO DE FREQÜÊNCIA EM SISTEMAS DE MÉDIA TENSÃO ESTUDO DE TOPOLOGIAS APLICADAS NA CONVERSÃO DE FREQÜÊNCIA EM SISTEMAS DE MÉDIA TENSÃO Guilherme Sebastião da Silva, Cassiano Rech Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul UNIJUI

Leia mais

Aula 19. Modelagem de geradores síncronos trifásicos

Aula 19. Modelagem de geradores síncronos trifásicos Aula 19 Modelagem de geradores síncronos trifásicos Geradores Em problemas de fluxo de potência normalmente são especificadas as tensões desejadas para a operação do gerador e calculadas as injeções de

Leia mais

Inicialmente, aerogeradores eram utilizados de forma isolada,

Inicialmente, aerogeradores eram utilizados de forma isolada, V SIMPÓSIO BRASILEIRO DE SISTEMAS ELÉTRICOS, ABRIL 2014 1 Aerogeradores de velocidade variável em sistemas elétricos de potência: análises de estabilidade A. P. Sohn, Membro Estudante, IEEE e L. F. C.

Leia mais

Sistema de excitação

Sistema de excitação Sistema de excitação Introdução Introdução A função do sistema de excitação é estabelecer a tensão interna do gerador síncrono; Em consequência,o sistema de excitação é responsável não somente pela tensão

Leia mais

Regulador Digital de Tensão DIGUREG

Regulador Digital de Tensão DIGUREG Regulador Digital de Tensão DIGUREG Totalmente digital. Software para parametrização e diagnósticos extremamente amigável. Operação simples e confiável. Ideal para máquinas de pequena a média potência.

Leia mais

VALIDAÇÃO EM TEMPO REAL DE MODELOS DA PROTEÇÃO DE TAXA DE VARIAÇÃO DE FREQUÊNCIA PARA DETECÇÃO DE ILHAMENTO DE GERADORES DISTRIBUÍDOS

VALIDAÇÃO EM TEMPO REAL DE MODELOS DA PROTEÇÃO DE TAXA DE VARIAÇÃO DE FREQUÊNCIA PARA DETECÇÃO DE ILHAMENTO DE GERADORES DISTRIBUÍDOS VALIDAÇÃO EM TEMPO REAL DE MODELOS DA PROTEÇÃO DE TAXA DE VARIAÇÃO DE FREQUÊNCIA PARA DETECÇÃO DE ILHAMENTO DE GERADORES DISTRIBUÍDOS DANIEL MOTTER, JOSÉ C. M. VIEIRA JR., DENIS V. COURY Laboratório de

Leia mais

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015

9º ENTEC Encontro de Tecnologia: 23 a 28 de novembro de 2015 ANÁLISE DE DISTORÇÕES HARMÔNICAS Michelle Borges de Oliveira¹; Márcio Aparecido Arruda² ¹Universidade de Uberaba, Uberaba Minas Gerais ²Universidade de Uberaba, Uberaba Minas Gerais oliveiraborges.michelle@gmail.com;

Leia mais

III Seminário da Pós-graduação em Engenharia Elétrica

III Seminário da Pós-graduação em Engenharia Elétrica ESTUDO SOBRE A EXPANSÃO DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO DE ENERGIA NO BRASIL Tiago Forti da Silva Aluno do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Unesp Bauru Prof. Dr. André Nunes de Souza Orientador

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS A respeito de sistemas de distribuição de energia elétrica, julgue os itens a seguir. 4 Ao operar em tensão secundária, um sistema de distribuição de energia elétrica funciona

Leia mais

Fluxo de Potência em sistemas de distribuição

Fluxo de Potência em sistemas de distribuição Fluxo de Potência em sistemas de distribuição Os sistemas de distribuição são radiais, caracterizados por ter um único caminho entre cada consumidor e o alimentador de distribuição. A potência flui da

Leia mais

A Solução de Problemas com Harmônicos em um Cliente Industrial: Uma Cooperação entre Concessionária e Consumidor

A Solução de Problemas com Harmônicos em um Cliente Industrial: Uma Cooperação entre Concessionária e Consumidor 1 A Solução de Problemas com Harmônicos em um Cliente Industrial: Uma Cooperação entre Concessionária e Consumidor Flávio R. Garcia(*), Tércio dos Santos e Alexandre C. Naves SADEFEM S/A Ernesto A. Mertens,

Leia mais

Análise das Tecnologias de Aerogeradores Síncronos com Conversores Plenos

Análise das Tecnologias de Aerogeradores Síncronos com Conversores Plenos Análise das Tecnologias de Aerogeradores Síncronos com Conversores Plenos Heverton A. Pereira,, Allan F. Cupertino, José T. de Resende, Thiago M. de Souza, Ramon R. S. de Oliveira, Selênio R. Silva Universidade

Leia mais

Substações MT/BT Teoria e exemplos de cálculo das correntes de curto circuito trifásicas

Substações MT/BT Teoria e exemplos de cálculo das correntes de curto circuito trifásicas Substações MT/BT Teoria e exemplos de cálculo das correntes de curto circuito trifásicas Filippe Pereira Dolgoff Engenheiro de Aplicação Produtos e Sistema de Baixa Tensão ABB 1 INTRODUÇÃO Um sistema elétrico

Leia mais

Emails: rodolphon@sc.usp.br, giann@sc.usp.br, caroaguiar@gmail.com, renan_elt2005@hotmail.com, rquadros@sc.usp.br, vilma@sc.usp.br

Emails: rodolphon@sc.usp.br, giann@sc.usp.br, caroaguiar@gmail.com, renan_elt2005@hotmail.com, rquadros@sc.usp.br, vilma@sc.usp.br COMPARAÇÃO ENTRE TOPOLOGIAS PARA CONTROLE DE TENSÃO TERMINAL E POTÊNCIA REATIVA DE UM GRUPO MOTOR GERADOR DIESEL CONECTADO À REDE DE DISTRIBUIÇÃO Rodolpho V. A. Neves, Giann B. Reis, Cassius R. Aguiar,

Leia mais

APLICAÇÃO DO STATCOM PARA O AMORTECIMENTO DE OSCILAÇÕES ELETROMECÂNICAS EM SISTEMAS DE POTÊNCIA

APLICAÇÃO DO STATCOM PARA O AMORTECIMENTO DE OSCILAÇÕES ELETROMECÂNICAS EM SISTEMAS DE POTÊNCIA Anais do XIX Congresso Brasileiro de Automática, CBA 2012. APLICAÇÃO DO STATCOM PARA O AMORTECIMENTO DE OSCILAÇÕES ELETROMECÂNICAS EM SISTEMAS DE POTÊNCIA DIONE J. A. VIEIRA, MARCUS C. M. GOMES, JOÃO PAULO

Leia mais

ART559-07 - CD 262-07 - PÁG.: 1

ART559-07 - CD 262-07 - PÁG.: 1 ART559-07 - CD 262-07 - PÁG.: 1 EFEITOS DOS REATORES DE INTERFASE DOS EQUIPAMENTOS DE TRAÇÃO URBANA (METRÔ), EM SISTEMAS DE SUPRIMENTO DE ENERGIA (APLICAÇÃO NOS METRÔS DE SUPERFÍCIE DE BRASÍLIA E BELO

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA TEMA DA AULA SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA - SEP PROFESSOR: RONIMACK TRAJANO DE SOUZA SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA Visão global de um sistema

Leia mais

Estudos e Consultorias Estudos de Sistemas Elétricos de Potência e Consultorias. Eng. Leandro Mascher, BRPSYS-5000084401-R1

Estudos e Consultorias Estudos de Sistemas Elétricos de Potência e Consultorias. Eng. Leandro Mascher, BRPSYS-5000084401-R1 Estudos e Consultorias Estudos de Sistemas Elétricos de Potência e Consultorias Eng. Leandro Mascher, BRPSYS-5000084401-R1 A Empresa A PSYS Consultoria em Engenharia e Sistemas Ltda. surgiu do desejo de

Leia mais

COMPENSAÇÃO DE REATIVOS EM LINHAS DE TRANSMISSÃO UTILIZANDO COMPENSADORES ESTÁTICOS FIXOS

COMPENSAÇÃO DE REATIVOS EM LINHAS DE TRANSMISSÃO UTILIZANDO COMPENSADORES ESTÁTICOS FIXOS COMPENSAÇÃO DE REATIVOS EM LINHAS DE TRANSMISSÃO TILIZANDO COMPENSADORES ESTÁTICOS FIXOS Paulo H. O. Rezende, Fabrício P. Santilho, Lucas E. Vasconcelos, Thiago V. Silva Faculdade de Engenharia Elétrica,

Leia mais

CALCULANDO A CAPACIDADE DE HOSPEDAGEM DA REDE COM VISTAS À INSERÇÃO DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA NO TOCANTE ÀS DISTORÇÕES HARMÔNICAS

CALCULANDO A CAPACIDADE DE HOSPEDAGEM DA REDE COM VISTAS À INSERÇÃO DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA NO TOCANTE ÀS DISTORÇÕES HARMÔNICAS CALCULANDO A CAPACIDADE DE HOSPEDAGEM DA REDE COM VISTAS À INSERÇÃO DE GERAÇÃO DISTRIBUÍDA NO TOCANTE ÀS DISTORÇÕES HARMÔNICAS Ivan Nunes Santos e Laura Elisa Issa Universidade Federal de Uberlândia, Faculdade

Leia mais

Condicionamento da Energia Solar Fotovoltaica para Sistemas Interligados à Rede Elétrica

Condicionamento da Energia Solar Fotovoltaica para Sistemas Interligados à Rede Elétrica Condicionamento da Energia Solar Fotovoltaica para Sistemas Interligados à Rede Elétrica Autor: Pedro Machado de Almeida O aproveitamento da energia gerada pelo sol, considerada inesgotável na escala de

Leia mais

Introdução à Engenharia Elétrica Planejamento da Operação e Controle de Sistemas de Energia

Introdução à Engenharia Elétrica Planejamento da Operação e Controle de Sistemas de Energia Introdução à Engenharia Elétrica Planejamento da Operação e Controle de Sistemas de Energia Prof. Marcelo A. Tomim marcelo.tomim@ufjf.edu.br Sistemas Elétricos de Energia Conjunto de equipamentos que transformam

Leia mais

ANÁLISE DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA EM CONVERSORES DE FREQUENCIA

ANÁLISE DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA EM CONVERSORES DE FREQUENCIA ANÁLISE DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA EM CONVERSORES DE FREQUENCIA Nome dos autores: Halison Helder Falcão Lopes 1 ; Sergio Manuel Rivera Sanhueza 2 ; 1 Aluno do Curso de Engenharia Elétrica; Campus

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA DESENVOLVIMENTO DE UM REGULADOR DE TENSÃO PARA GERADOR ELÉTRICO ATRAVÉS DO MÉTODO DE CONTROLE DE MODO DESLIZANTE Leandro

Leia mais

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações

Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Uma viagem pelas instalações elétricas. Conceitos & aplicações Avaliação do Sistema de Transformação em Subestações e Painéis de Média Tensão - Operação, Manutenção e Ensaios Eng. Marcelo Paulino Subestações

Leia mais

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 039 /2009

MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 039 /2009 MODELO PARA ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTE À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 039 /2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: Associação Brasileira de Pequenos e Médios Produtores de Energia Elétrica - APMPE AGÊNCIA NACIONAL DE

Leia mais

EEE934 Impactode GD àsredes Elétricas (http://www.cpdee.ufmg.br/~selenios)

EEE934 Impactode GD àsredes Elétricas (http://www.cpdee.ufmg.br/~selenios) Universidade Federal de Minas Gerais Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica Área de Concentração: Engenharia de Potência EEE934 Impactode GD àsredes Elétricas (http://www.cpdee.ufmg.br/~selenios)

Leia mais

Minigeração e Microgeração Distribuída no Contexto das Redes Elétricas Inteligentes. Djalma M. Falcão

Minigeração e Microgeração Distribuída no Contexto das Redes Elétricas Inteligentes. Djalma M. Falcão Smart Grid Trends & Best Practices 17 e 18 de Outubro de 2013 Salvador-BA Minigeração e Microgeração Distribuída no Contexto das Redes Elétricas Inteligentes Djalma M. Falcão Redes Elétricas Inteligentes

Leia mais

Proteção de Bancos de Capacitores Shunt

Proteção de Bancos de Capacitores Shunt 26 Capítulo XIII Proteção de Bancos de Capacitores Shunt Por Cláudio Mardegan* A utilização de bancos de capacitores em sistemas elétricos industriais tem crescido ultimamente devido ao fato de se constituir

Leia mais

Projeto de controladores para o amortecimento de oscilações em sistemas elétricos com geração distribuída

Projeto de controladores para o amortecimento de oscilações em sistemas elétricos com geração distribuída UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS DEPARAMENO DE ENGENHARIA ELÉRICA ROMAN KUIAVA Projeto de controladores para o amortecimento de oscilações em sistemas elétricos com geração

Leia mais

Analisando graficamente o exemplo das lâmpadas coloridas de 100 W no período de três horas temos: Demanda (W) a 100 1 100 100.

Analisando graficamente o exemplo das lâmpadas coloridas de 100 W no período de três horas temos: Demanda (W) a 100 1 100 100. Consumo Consumo refere-se à energia consumida num intervalo de tempo, ou seja, o produto da potência (kw) da carga pelo número de horas (h) em que a mesma esteve ligada. Analisando graficamente o exemplo

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DE SISTEMAS DE POTÊNCIA

REPRESENTAÇÃO DE SISTEMAS DE POTÊNCIA 1 REPRESENTAÇÃO DE SISTEMAS DE POTÊNCIA revisão mar06 1 - Introdução A maioria dos sistemas elétricos de potência é em corrente alternada. As instalações em corrente contínua são raras e tem aplicações

Leia mais

Edição Data Alterações em relação à edição anterior. Atualização das informações. Nome dos grupos

Edição Data Alterações em relação à edição anterior. Atualização das informações. Nome dos grupos Instalação de Banco de Capacitores em Baixa Tensão Processo Realizar Novas Ligações Atividade Executar Ligações BT Código Edição Data SM04.14-01.008 2ª Folha 1 DE 9 26/10/2009 HISTÓRICO DE MODIFICAÇÕES

Leia mais

INTERLIGAÇÃO DAS BARRAS DE GARABI 1 E GARABI 2, TESTES REAIS E CONSEQUÊNCIAS PARA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DO SISTEMA

INTERLIGAÇÃO DAS BARRAS DE GARABI 1 E GARABI 2, TESTES REAIS E CONSEQUÊNCIAS PARA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DO SISTEMA INTERLIGAÇÃO DAS BARRAS DE GARABI 1 E GARABI 2, TESTES REAIS E CONSEQUÊNCIAS PARA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DO SISTEMA Equipe de Proteção e Controle - Garabi DIEGO ROBERTO MORAIS, DR. ENG. CONHECENDO O GRUPO

Leia mais

Teoria Princípio do Capacitor

Teoria Princípio do Capacitor Teoria Princípio do Capacitor Um capacitor consiste de dois pratos eletrodos isolados de cada lado por um dielétrico médio. As características de um capacitor são dependentes da capacitância e da tensão.

Leia mais

G. Mayer e R. Reginatto

G. Mayer e R. Reginatto Caracterização da Auto-Excitação de Geradores de Indução em Grandezas Usualmente Utilizadas em Sistemas Elétricos de Potência e Aplicação em Sistemas Isolados de Geração G. Mayer e R. Reginatto Resumo

Leia mais

Sistema de Controle para Máquinas Síncronas com Imãs Permanentes em Sistemas de Energia Eólica na Condição de Afundamento de Tensão

Sistema de Controle para Máquinas Síncronas com Imãs Permanentes em Sistemas de Energia Eólica na Condição de Afundamento de Tensão Sistema de Controle para Máquinas Síncronas com Imãs Permanentes em Sistemas de Energia Eólica na Condição de Afundamento de Tensão Josmar Ivanqui PPGEEL/UFSC Universidade Federal de Santa Catarina Florianópolis/SC

Leia mais

Comparação Entre Modelos Equivalentes de Aerogeradores Síncronos Utilizando o Programa ATP

Comparação Entre Modelos Equivalentes de Aerogeradores Síncronos Utilizando o Programa ATP Universidade Federal do Rio Grande do Norte Centro de Tecnologia Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica e de Computação Comparação Entre s Equivalentes de Aerogeradores Síncronos Utilizando o

Leia mais

ANÁLISE DE PERDAS EM SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO NA PRESENÇA DE GERADORES DISTRIBUÍDOS

ANÁLISE DE PERDAS EM SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO NA PRESENÇA DE GERADORES DISTRIBUÍDOS ANÁLISE DE PERDAS EM SISTEMAS DE DISTRIBUIÇÃO NA PRESENÇA DE GERADORES DISTRIBUÍDOS MURILO H. S. LEONARDO, JOSÉ CARLOS M. VIEIRA JR. Laboratório de Sistemas de Energia Elétrica, Depto. de Engenharia Elétrica

Leia mais

V SBQEE COMPORTAMENTO DE GERADORES SÍNCRONOS TRIFÁSICOS ALIMENTANDO CARGAS NÃO LINEARES E DESEQUILIBRADAS. UMA ABORDAGEM ANALÍTICA E EXPERIMENTAL

V SBQEE COMPORTAMENTO DE GERADORES SÍNCRONOS TRIFÁSICOS ALIMENTANDO CARGAS NÃO LINEARES E DESEQUILIBRADAS. UMA ABORDAGEM ANALÍTICA E EXPERIMENTAL V SBQEE Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica 17 a 20 de Agosto de 2003 Aracaju Sergipe Brasil Código: AJU 03 091 Tópico: Modelagens e Simulações COMPORTAMENTO DE GERADORES SÍNCRONOS

Leia mais

Potência Instalada (GW)

Potência Instalada (GW) Modelagem e simulação de um aerogerador a velocidade constante Marcelo Henrique Granza (UTFPR) Email: marcelo.granza@hotmail.com Bruno Sanways dos Santos (UTFPR) Email: sir_yoshi7@hotmail.com Eduardo Miara

Leia mais

Análise Técnico/Financeira para Correção de Fator de Potência em Planta Industrial com Fornos de Indução.

Análise Técnico/Financeira para Correção de Fator de Potência em Planta Industrial com Fornos de Indução. Análise Técnico/Financeira para Correção de Fator de Potência em Planta Industrial com Fornos de Indução. Jeremias Wolff e Guilherme Schallenberger Electric Consultoria e Serviços Resumo Este trabalho

Leia mais

20 m. 20 m. 12. Seja L a indutância de uma linha de transmissão e C a capacitância entre esta linha e a terra, conforme modelo abaixo:

20 m. 20 m. 12. Seja L a indutância de uma linha de transmissão e C a capacitância entre esta linha e a terra, conforme modelo abaixo: ENGENHEIRO ELETRICISTA 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Um sistema de proteção contra descargas atmosféricas do tipo Franklin foi concebido para prover a segurança de uma edificação

Leia mais

Análise de Sistemas Elétricos de Potência 1

Análise de Sistemas Elétricos de Potência 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA Análise de Sistemas Elétricos de Potência 1 A ula 0 2 : Vi s ã o Geral do S i s tema E l é trico de P otência P r o f. F l á v i o V a n d e r s o n G o m e s E - m

Leia mais

EFEITOS DOS ELOS DE TRANSMISSÃO DE CORRENTE CONTÍNUA NA ESTABILIDADE TRANSITÓRIA DOS SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA

EFEITOS DOS ELOS DE TRANSMISSÃO DE CORRENTE CONTÍNUA NA ESTABILIDADE TRANSITÓRIA DOS SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA ART427-07 - CD 262-07 - PÁG.: 1 EFEITOS DOS ELOS DE TRANSMISSÃO DE CORRENTE CONTÍNUA NA ESTABILIDADE TRANSITÓRIA DOS SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA J. R. Cogo J. E. M. de La-Rocque IEE-EFEI DE - UFPA Artigo

Leia mais

Levantamento da Característica de Magnetização do Gerador de Corrente Contínua

Levantamento da Característica de Magnetização do Gerador de Corrente Contínua Experiência IV Levantamento da Característica de Magnetização do Gerador de Corrente Contínua 1. Introdução A máquina de corrente contínua de fabricação ANEL que será usada nesta experiência é a mostrada

Leia mais

Capítulo III. Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda. Proteção de geradores. Faltas à terra no rotor. Tipos de sistemas de excitação

Capítulo III. Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda. Proteção de geradores. Faltas à terra no rotor. Tipos de sistemas de excitação 24 Capítulo III Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* Faltas à terra no rotor A função primária do sistema de excitação de um gerador síncrono é regular a tensão

Leia mais

Cap.6 Transformadores para Instrumentos. TP Transformador de Potencial. TC Transformador de Corrente

Cap.6 Transformadores para Instrumentos. TP Transformador de Potencial. TC Transformador de Corrente Universidade Federal de Itajubá UNIFEI Cap.6 Transformadores para Instrumentos. TP Transformador de Potencial. TC Transformador de Corrente Prof. Dr. Fernando Nunes Belchior fnbelchior@hotmail.com fnbelchior@unifei.edu.br

Leia mais

LINHA DE EQUIPAMENTOS DIDÁTICOS PARA ÁREA DE ELETROTÉCNICA: DESCRIÇÃO ETC S

LINHA DE EQUIPAMENTOS DIDÁTICOS PARA ÁREA DE ELETROTÉCNICA: DESCRIÇÃO ETC S EQUACIONAL ELÉTRICA E MECÂNICA LTDA. RUA SECUNDINO DOMINGUES 787, JARDIM INDEPENDÊNCIA, SÃO PAULO, SP TELEFONE (011) 2100-0777 - FAX (011) 2100-0779 - CEP 03223-110 INTERNET: http://www.equacional.com.br

Leia mais

Os Diferentes tipos de No-Breaks

Os Diferentes tipos de No-Breaks Os Diferentes tipos de No-Breaks White Paper # 1 Revisão 4 Resumo Executivo Existe muita confusão no mercado a respeito dos diferentes tipos de No-Breaks e suas características. Cada um desses tipos será

Leia mais

Álvaro José Pessoa Ramos Eduardo Fontana Manfredo Correia Lima * CHESF UFPE CHESF

Álvaro José Pessoa Ramos Eduardo Fontana Manfredo Correia Lima * CHESF UFPE CHESF ANÁLISE DO DESEMPENHO DE MÚLTIPLOS COMPENSADORES ESTÁTICOS EM SISTEMAS RADIAIS FORTEMENTE CARREGADOS CONSIDERANDO A PRESENÇA DE CARGAS DINAMICAMENTE ATIVAS Álvaro José Pessoa Ramos Eduardo Fontana Manfredo

Leia mais

Sistema de Excitação e Regulação Digital de Tensão RG3 para geradores síncronos

Sistema de Excitação e Regulação Digital de Tensão RG3 para geradores síncronos Sistema de Excitação e Regulação Digital de Tensão RG3 para geradores síncronos Características operacionais Equipamento padrão Confiabilidade Elevada disponibilidade Facilidades da tecnologia digital

Leia mais

V SBQEE. Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica 17 a 20 de Agosto de 2003 Aracaju Sergipe Brasil

V SBQEE. Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica 17 a 20 de Agosto de 2003 Aracaju Sergipe Brasil V SBQEE Seminário Brasileiro sobre Qualidade da Energia Elétrica 17 a 20 de Agosto de 2003 Aracaju Sergipe Brasil Tópico: Aplicações de Novas Tecnologias MODEAGEM E SIMUAÇÃO DINÂMICA DO TCSC UTIIZANDO

Leia mais

Figura 1 - Diagrama de Bloco de um Inversor Típico

Figura 1 - Diagrama de Bloco de um Inversor Típico Guia de Aplicação de Partida Suave e Inversores CA Walter J Lukitsch PE Gary Woltersdorf John Streicher Allen-Bradley Company Milwaukee, WI Resumo: Normalmente, existem várias opções para partidas de motores.

Leia mais

Introdução à Máquina Síncrona

Introdução à Máquina Síncrona Apostila 2 Disciplina de Conversão de Energia B 1. Introdução Introdução à Máquina Síncrona Esta apostila descreve resumidamente as principais características construtivas e tecnológicas das máquinas síncronas.

Leia mais

GRUPO IV GRUPO DE ESTUDOS DE ANÁLISES E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA - GAT

GRUPO IV GRUPO DE ESTUDOS DE ANÁLISES E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA - GAT SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GAT 5 a Outubro de 5 Curitiba Paraná GRUPO IV GRUPO DE ESTUDOS DE ANÁLISES E TÉCNICAS DE SISTEMAS DE POTÊNCIA GAT FLUXO DE POTÊNCIA

Leia mais

XII SYMPOSIUM OF SPECIALISTS IN ELECTRIC OPERATIONAL AND EXPANSION PLANNING AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO HARMÔNICO DE SISTEMAS COM MÚLTIPLOS ELOS CCAT

XII SYMPOSIUM OF SPECIALISTS IN ELECTRIC OPERATIONAL AND EXPANSION PLANNING AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO HARMÔNICO DE SISTEMAS COM MÚLTIPLOS ELOS CCAT SP166 XII SIMPÓSIO DE ESPECIALISTAS EM PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO E EXPANSÃO ELÉTRICA XII SEPOPE 2 a 23 de Maio 212 May 2 th to 23 rd 212 RIO DE JANEIRO (RJ) - BRASIL XII SYMPOSIUM OF SPECIALISTS IN ELECTRIC

Leia mais

Controle do motor de indução

Controle do motor de indução CONTROLE Fundação Universidade DO MOTOR DE Federal de Mato Grosso do Sul 1 Acionamentos Eletrônicos de Motores Controle do motor de indução Prof. Márcio Kimpara Prof. João Onofre. P. Pinto FAENG Faculdade

Leia mais

PROVA ESPECÍFICA Cargo 18

PROVA ESPECÍFICA Cargo 18 27 PROVA ESPECÍFICA Cargo 18 QUESTÃO 41 De acordo com a NBR 5410, em algumas situações é recomendada a omissão da proteção contra sobrecargas. Dentre estas situações estão, EXCETO: a) Circuitos de comando.

Leia mais

CONCURSO DE ADMISSÃO CURSO DE FORMAÇÃO

CONCURSO DE ADMISSÃO CURSO DE FORMAÇÃO CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO ENGENHARIA ELÉTRICA CADERNO DE QUESTÕES 20 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 Seja um circuito RLC série alimentado por uma fonte de tensão e sem energia inicialmente armazenada.

Leia mais

ESTUDOS ELÉTRICOS PARA AVALIAÇÃO DO IMPACTO DA GERAÇÃO DISTRIBUÍDA NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO E NA FORMAÇÃO DE MICRORREDES. Bruno de Paula da Rocha

ESTUDOS ELÉTRICOS PARA AVALIAÇÃO DO IMPACTO DA GERAÇÃO DISTRIBUÍDA NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO E NA FORMAÇÃO DE MICRORREDES. Bruno de Paula da Rocha ESTUDOS ELÉTRICOS PARA AVALIAÇÃO DO IMPACTO DA GERAÇÃO DISTRIBUÍDA NA REDE DE DISTRIBUIÇÃO E NA FORMAÇÃO DE MICRORREDES Bruno de Paula da Rocha Projeto de Graduação apresentado no Curso de Engenharia Elétrica

Leia mais

MODELAGEM COMPUTACIONAL DE MÉTODOS DE PARTIDA DE UM MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO NO SIMULINK/MATLAB

MODELAGEM COMPUTACIONAL DE MÉTODOS DE PARTIDA DE UM MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO NO SIMULINK/MATLAB MODELAGEM COMPUTACIONAL DE MÉTODOS DE PARTIDA DE UM MOTOR DE INDUÇÃO TRIFÁSICO NO SIMULINK/MATLAB Claudio Marzo Cavalcanti de BRITO Núcleo de Pesquisa em Eletromecânica e Qualidade de Energia NUPEQ CEFET-PI

Leia mais

Controle de Conversores Estáticos Controladores baseados no princípio do modelo interno. Prof. Cassiano Rech cassiano@ieee.org

Controle de Conversores Estáticos Controladores baseados no princípio do modelo interno. Prof. Cassiano Rech cassiano@ieee.org Controle de Conversores Estáticos Controladores baseados no princípio do modelo interno cassiano@ieee.org 1 Objetivos da aula Projeto de um controlador PID para o controle da tensão de saída de um inversor

Leia mais

25 de Janeiro de 2009

25 de Janeiro de 2009 Pontifícia Universidade Católica do Paraná Concurso Público COPEL Edital 0/2008 Formação de Cadastro de Reserva 25 de Janeiro de 2009 PROVA: Função: ENGENHEIRO ELETRICISTA PLENO Eng. Planejamento Sistemas

Leia mais

Escolha do tipo de resistor de aterramento do neutro em sistemas elétricos industriais Paulo Fernandes Costa*

Escolha do tipo de resistor de aterramento do neutro em sistemas elétricos industriais Paulo Fernandes Costa* 62 Capítulo I Escolha do tipo de resistor de aterramento do neutro em sistemas elétricos industriais Paulo Fernandes Costa* Novo! A aplicação de resistores de aterramento do neutro em sistemas industriais,

Leia mais

O Sistema Elétrico 1.1 INTRODUÇÃO 1.2 PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

O Sistema Elétrico 1.1 INTRODUÇÃO 1.2 PRODUÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 1 O Sistema Elétrico 1.1 INTRODUÇÃO A indústria de energia elétrica tem as seguintes atividades clássicas: produção, transmissão, distribuição e comercialização, sendo que esta última engloba a medição

Leia mais

Alexandre Arcon, M.Sc. ABINEE TEC 2007 Abril, 2007. Soluções para Qualidade e Eficiência em Transmissão de Energia

Alexandre Arcon, M.Sc. ABINEE TEC 2007 Abril, 2007. Soluções para Qualidade e Eficiência em Transmissão de Energia Alexandre Arcon, M.Sc. Gerente Eng. Subest. ABB PSS - Subestações Soluções para Qualidade e Eficiência em Transmissão de Energia ABINEE TEC 2007 Abril, 2007 Sumário Introdução: Qualidade e eficiência em

Leia mais

Topologias de UPS estático. apresentados a seguir cheguem à carga a ser protegida e mantida em operação, utilizamos equipamentos

Topologias de UPS estático. apresentados a seguir cheguem à carga a ser protegida e mantida em operação, utilizamos equipamentos 36 Capítulo II Topologias de UPS estático Luis Tossi * Para evitarmos que os distúrbios elétricos de tensão DC, que se altera em nível DC em função de apresentados a seguir cheguem à carga a ser protegida

Leia mais