Apresentação. Leonardo Humberto Silva e Castro Ernane Miranda Lemes Rafael Tadeu de Assis

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Apresentação. Leonardo Humberto Silva e Castro Ernane Miranda Lemes Rafael Tadeu de Assis"

Transcrição

1 Apresentação O agronegócio brasileiro tem passado por profundas modificações, as quais aumentaram a competitividade de seus produtos e subprodutos na economia interna e externa. Neste contexto, a soja é uma das principais commodities brasileiras, especialmente devido ao fato do Brasil ser uma dos principais produtores dessa leguminosa. Com a implantação de novas tecnologias e a expansão das áreas produtoras, está previsto que o país se torne o maior produtor de soja nas próximas safras, aumentando a importância da soja. Outro fator que justifica a importância da soja também está ligado à versatilidade de usos de seus grãos, que tanto podem ser utilizados para a produção de óleo comestível, a alimentação humana e animal, além da produção de biodiesel. As doenças da soja, causadas tanto por agentes de origem biótica ou abiótica, são um das principais barreiras à produção da soja, causando danos irreparáveis à produção impondo sérios prejuízos aos produtores. Vários pesquisadores não limitam seus esforços para desenvolver novas tecnologias e meios para realizar o manejo responsável e sustentável das doenças da soja. Para que o controle das doenças da soja seja eficiente, é importante a adoção de várias práticas em um manejo integrado das doenças, o que regularmente sugere a aplicação conjunta de práticas de controle cultural, biológico, químico e genético. Com ênfase no controle genético de doenças da soja, os programas de melhoramento dos setores privado e público brasileiros estão unidos para o desenvolvimento de cultivares resistentes, ou parcialmente resistentes a esses estresses. Tais tecnologias, dentro do cenário econômico, se comportam como uma estratégia de liderança no controle de custos, e o conhecimento destes princípios e técnicas contribuem de forma decisiva para o sucesso da sojicultura. A presente obra, DOENÇAS DA SOJA Melhoramento Genético e Técnicas de Manejo, foi estruturada com o intuito de apresentar conceitos e técnicas atuais de manejo relacionadas às principais doenças da cultura. Foram reunidos importantes pesquisadores para a composição dos capítulos, os quais, cada um em sua especialidade, não mediram esforços para fazerem deste um trabalho uma referência para o conhecimento e o controle das principais patologias da soja. Na pretensão de abordarmos a produção de soja, e seus principais entraves relacionados às doenças nos principais países produtores, contamos com pesquisadores dos EUA, Argentina e China, que juntamente com o Brasil, são os maiores produtores mundiais da soja. Estamos com um sentimento de dever cumprido com os resultados obtidos pelo conjunto da obra, e esperamos que este sentimento também seja compartilhado entre os leitores dessa obra. Leonardo Humberto Silva e Castro Ernane Miranda Lemes Rafael Tadeu de Assis

2 Mofo branco 4 Silvânia Helena Furlan Engenheira Agrônoma, Me., Dra. Instituto Biológico 1. Introdução No Brasil, as epidemias de mofo branco, causadas por Sclerotinia sclerotiorum, estão amplamente distribuídas em várias regiões produtoras de um grande número de culturas, tendo sua incidência aumentada na soja a partir da década de 90. Os primeiros relatos de ataque em soja surgiram na década de 70 no Estado do Paraná, na década seguinte em Minas Gerais, e logo depois em Goiás, nas áreas de pivô central. No entanto, o feijão de inverno era um hospedeiro bem mais importante que a soja (NASSER et al. 1990; NASSER e SPEHAR, 2001). Atualmente, há registros de ocorrências severas em lavouras de soja, prevalecendo em áreas com alto potencial produtivo onde a doença encontra melhores condições para se desenvolver. Dentre as mais de 400 espécies hospedeiras do patógeno, pertencentes a aproximadamente 200 gêneros botânicos, está a soja (BOLAND e HALL, 1994; BOLTON et al., 2006), que, nos últimos anos, em especial a partir da safra 2006/07, ao lado do feijão, girassol, algodão, canola e algumas hortaliças como tomate, batata e alface, tem sido afetada com danos variáveis (CAMPOS e SILVA, 2009; MACHADO e CASSETARI, 2010; FURLAN, 2012 e MEYER et al., 2014). Diversas plantas daninhas também fazem parte da lista de hospedeiras, entre elas o caruru, o amendoim bravo, a guanxuma, a vassoura, a corda de viola, o carrapicho e o picão preto. Estima-se que aproximadamente 23% da área cultivada de soja no Brasil e 100% da área irrigada de soja por pivô central estejam contaminadas pela presença de escleródios do patógeno (CAMPOS et al., 2005; MENTEN e BAN- ZATO, 2014; MEYER et al., 2014). É uma doença com grande capacidade destrutiva. Segundo Nasser et al. (1990) e Meyer et al. (2014), S. Sclerotiorum é responsável por perdas de até 30% em lavouras de soja e de até 70% em lavouras de feijão irrigadas por pivô central nos Cerrados. Plantas doentes podem ter a produção reduzida em até 37% se considerarmos uma incidência de 50% na lavoura. Naturalmente, estas perdas variam grandemente em função de fatores genéticos como o potencial produtivo e a tolerância da cultivar, fatores nutricionais, principalmente a adubação nitrogenada, que interfere no crescimento das plantas, e fatores ambientais, sobretudo a precipitação e a irrigação, que afetam de maneira significativa a severidade do mofo branco. O fungo disseminou-se de maneira rápida e eficiente pelas sementes de soja infectadas por meio do micélio dormente, ou quando contaminadas pela presença de escleródios associados, estabelecendo-se notadamente nas áreas irrigadas por pivô central, o que assegurou sua ampla distribuição e multiplicação (NASSER e SPEHAR, 2001; CAMPOS e SILVA, 2009). Outro veículo importante da disseminação entre

3 54 Doenças da Soja: melhoramento genético e técnicas de manejo Ernane Lemes Leonardo Castro Rafael Assis as lavouras foram os implementos e máquinas carregando os propágulos do fungo, também responsáveis por introduzi-lo em locais antes isentos do problema. Habitante de solo, S. sclerotiorum apresenta grande longevidade por meio de suas estruturas de resistência e tem a capacidade de colonizar todas as partes aéreas das plantas (SCHWARTZ et al., 2005). Estas, quanto mais adensadas, sob condições climáticas favoráveis, tornam o processo infeccioso, incrementado pelo sombreamento, maior umidade e menores temperaturas dentro do dossel. A quantidade de escleródios na área, somada a vários componentes do hospedeiro, do ambiente e do patógeno, que são discutidos neste capítulo, também influencia consideravelmente a gravidade da doença. 2. Epidemiologia Para caracterizar e diagnosticar o mofo branco, é preciso conhecer as estruturas propagativas do fungo, tanto as vegetativas, que são Dentro do atual sistema de rotação de culturas, plantas hospedeiras em sucessão à soja, como algodão, girassol, feijão e canola, elevam o potencial destrutivo da doença pelo acúmulo do inóculo, refletindo em crescentes prejuízos. As gramíneas, por não fazerem parte da lista de hospedeiras de Sclerotinia, representam uma alternativa na rotação, visando à redução de inóculo na área. A importância de uma abordagem epidemiológica e de manejo do mofo branco, denominada na soja também como podridão branca da haste, se dá na prevenção e redução dos sintomas, de forma a viabilizar a produção por meio da adoção de práticas eficientes que visam evitar ou minimizar os problemas de uma doença tão agressiva e de difícil controle, como já é amplamente conhecida no mundo. o micélio e os escleródios, quanto as reprodutivas, os apotécios e ascósporos, que estão ilustradas, respectivamente, nas figuras 1, 2, 3 e 4. Figura 1. Crescimento micelial típico de Sclerotinia sclerotiorum sobre folhas de soja caídas ao solo.

4 4 Mofo branco Silvânia Helena Furlan 55 Figura 2. Escleródios típicos de Sclerotinia sclerotiorum, de coloração escura, semelhantes a fezes de rato. Figura 3. Apotécios de Sclerotinia sclerotiorum no solo em lavoura de soja no estádio inicial de formação de vagens (R3).

5 56 Doenças da Soja: melhoramento genético e técnicas de manejo Ernane Lemes Leonardo Castro Rafael Assis Figura 4. Ascósporos de S. sclerotiorum visualizados em microscópio ótico, obtidos após a maceração de apotécios em laboratório. Antes do aparecimento dos sintomas nas plantas, é comum, na superfície do solo, surgir um crescimento micelial branco e cotonoso, originado da germinação dos escleródios, com maior frequência nos locais sombreados pelo fechamento das ruas, logo no pré- ou início do período reprodutivo da soja. Este micélio pode, por contato, alcançar a parte aérea e afetar ramos, folhas e vagens. Ainda, pode ser uma unidade infectiva primária e infectar flores caídas ao solo ou danificadas, embora comumente participe das infecções secundárias. Situações de acamamento das plantas facilitam e aceleram a infecção. O micélio pode permanecer viável em flores infectadas por aproximadamente uma semana em condições desfavoráveis e retornar ao desenvolvimento quando voltarem as condições favoráveis (HARIKRISHNAN e DEL RÍO, 2006). Maiores epidemias normalmente não ocorrem iniciadas pela infecção de micélio, mas, devido ao surgimento de apotécios no solo, as estruturas de reprodução sexuada ou corpos de frutificação, formados a partir da germinação (carpogênica) dos escleródios, em especial aqueles que estão imersos a até 5 cm de profundidade no solo, pois as estipes dos apotécios raramente são maiores que 6 cm. Os apotécios podem produzir ascósporos por 5 a 10 dias e, quando liberados, alcançam e infectam as flores, em especial as senescentes, que assegurarão o potencial da doença. Os ascósporos são disseminados a curtas distâncias pelo vento, podem permanecer viáveis por 2 a 3 semanas na superfície da planta e, ao se depositarem, colonizam o tecido floral ou aqueles com ferimentos, originando, assim, as primeiras infecções. Uma vez estabelecida a infecção inicial, o fungo pode atacar qualquer órgão da planta (SCHWARTZ et al., 2005). A partir das infecções das flores, consideradas a fonte inicial de inóculo, os sintomas

6 4 Mofo branco Silvânia Helena Furlan 57 evoluem para as axilas das folhas e ramos laterais. Estes caracterizam-se por pequenas manchas aquosas que rapidamente evoluem para uma podridão mole dos tecidos onde, sob condições favoráveis, há o crescimento típico do micélio de aspecto cotonoso (Figuras 5 e 6). Este origina, interna e externamente aos tecidos das hastes e vagens, os escleródios, estruturas rígidas, de coloração preta, semelhantes na sua forma a fezes de rato (Figura 2). Em consequência, surgem os sintomas de murcha, seca e morte das áreas afetadas (Figura 7), podendo ocorrer em toda a planta (TU, 1989; HARTMAN et al., 1999). Figura 5. Sintomas do mofo branco (S. sclerotiorum) na haste da planta de soja. Figura 6. Sintomas severos de mofo branco (S. sclerotiorum) em hastes e vagens de plantas de soja.

7 58 Doenças da Soja: melhoramento genético e técnicas de manejo Ernane Lemes Leonardo Castro Rafael Assis Figura 7. Sintomas avançados de morte de plantas em ataque severo de S. sclerotiorum em lavoura de soja cv. BRS-231, em Pilar do Sul, SP, safra 2009/10. Adams e Ayes (1979) relatam que um único escleródio viável a cada 5 m 2 é suficiente para causar uma epidemia e, de acordo com Schwartz (2005), o tempo de sobrevivência dele no solo é de 5 anos ou mais. O ácido oxálico produzido pelo fungo durante o processo de infecção é considerado o principal fator na patogenicidade de S. sclerotiorum (KIM et al., 2000; KOLKMAN e KELLY, 2000). Portanto, as diferenças na tolerância ao ácido oxálico e à sua difusão nos tecidos do hospedeiro podem influenciar na velocidade de aumento da doença e resultarem em variações no tamanho do encharcamento das lesões. Segundo Tu (1982 e 1985), sintomas de podridão mole similares aos do mofo branco podem ser induzidos em folhas de feijão destacadas e inoculadas com o ácido oxálico nos pecíolos. Na patogênese, o ácido oxálico cria um ambiente de ph mais baixo (em torno de 4,0), no qual as enzimas de degradação, pectinolíticas, produzidas pelo fungo são mais eficientes (ECHANDI e WALKER, 1957), indicando também sua função na patogenicidade. A disseminação do fungo ocorre principalmente pelas sementes, mas também pelo vento e por implementos agrícolas que, por transitarem em áreas contaminadas vizinhas ou na própria lavoura, carregam micélio e escleródios. O fungo é transmitido pelas sementes (MACHADO et al., 2002) e, segundo Botelho (2011), a forma micelial foi visualizada por métodos moleculares de detecção do fungo, apresentando-se nas camadas protetoras e no embrião das sementes de soja. Ascósporos, considerados como o principal inóculo primário, são disseminados por correntes aéreas dentro da cultura e também em lavouras próximas (TU, 1989; VIEIRA, 1994). A germinação direta dos escleródios (miceliogênica) e o crescimento micelial, embora sejam um evento importante no ciclo de vida do fun-

9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO

9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO 9.5 PRINCIPAIS PRAGAS E DOENÇAS DO FEIJOEIRO 9.5.1 Controle de Pragas PRINCIPAIS PRAGAS -Lagarta elasmo -Vaquinhas - Mosca branca -Ácaro branco -Carunchos LAGARTA ELASMO Feijão da seca aumento da população

Leia mais

CAMPO DE PROVA DA FUNDAÇÃO CHAPADÃO

CAMPO DE PROVA DA FUNDAÇÃO CHAPADÃO CAMPO DE PROVA DA FUNDAÇÃO CHAPADÃO TECNOAGRO Rodovia BR 060, km 11 - Condominio Rural Fundação Chapadão Casas 4, 5 e 6 - Caixa postal 39 - CEP 79.560-000 Chapadão do Sul, MS - www fundacaochapadao.com.br

Leia mais

Principais Doenças Fúngicas Na Cultura do Alho

Principais Doenças Fúngicas Na Cultura do Alho Principais Doenças Fúngicas Na Cultura do Alho Marco Antônio Lucini Engenheiro Agrônomo Curitibanos, setembro de 2009. PRINCIPAIS DOENÇAS FÚNGICAS NA CULTURA DO ALHO Marco Antônio Lucini 1 O Brasil é um

Leia mais

Eng. Agr. Ederson A. Civardi. Bonito MS 2014

Eng. Agr. Ederson A. Civardi. Bonito MS 2014 Eng. Agr. Ederson A. Civardi Bonito MS 2014 Sumário 1 - Introdução 2 - Importância Soja 3 - Importância Mofo Branco 4 - Ciclo da doença 5 - Métodos de controle 6 - Alguns resultados de experimentos 7 -

Leia mais

DOENÇAS DO CUPUAÇUZEIRO (Theobroma grandiflorum Willd. Spend.) Schum.

DOENÇAS DO CUPUAÇUZEIRO (Theobroma grandiflorum Willd. Spend.) Schum. DOENÇAS DO CUPUAÇUZEIRO (Theobroma grandiflorum Willd. Spend.) Schum. Maria Geralda de Souza; Olívia Cordeiro de Almeida; Aparecida das Graças Claret de Souza Embrapa Amazônia Ocidental, Rodovia AM-010,

Leia mais

CICLO DE RELAÇÕES PATÓGENO x HOSPEDEIRO

CICLO DE RELAÇÕES PATÓGENO x HOSPEDEIRO CICLO DE RELAÇÕES PATÓGENO x HOSPEDEIRO DISSEMINAÇÃO Liberação Dispersão Deposição (Inoculação) SOBREVIVÊNCIA ciclo secundário ciclo primário PENETRAÇÃO INFECÇÃO Estabelecimento das relações parasitárias

Leia mais

Sanidade das Sementes

Sanidade das Sementes Uberlândia - 13 a 16 de agosto de 2007 Sanidade das Sementes Brasileiras de Algodão Palestrante: Wanderley K. Oishi Gerente de Produção-MDM Sementes de Algodão Ltda. Situação Atual da Cotonicultura Brasileira

Leia mais

PRINCIPAIS GRUPOS DE FUNGOS FITOPATOGÊNICOS

PRINCIPAIS GRUPOS DE FUNGOS FITOPATOGÊNICOS PRINCIPAIS GRUPOS DE FUNGOS FITOPATOGÊNICOS Filo Ascomycota Ascomicetos Ascomicetos Grupo mais numeroso dentre os fungos (60.000 espécies) Habitat variável: saprofitismo ao parasitismo Causam diversos

Leia mais

(+ de 80) PRINCIPAIS DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ IRRIGADO. XII MICA, 23 de agosto de 2006. BRUSONE Agente Causal: Pyricularia grisea

(+ de 80) PRINCIPAIS DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ IRRIGADO. XII MICA, 23 de agosto de 2006. BRUSONE Agente Causal: Pyricularia grisea INSTITUTO RIO GRANDENSE DO ARROZ ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DO ARROZ EQUIPE MELHORAMENTO GENÉTICO IMPORTÂNCIA DA CULTURA DO ARROZ IRRIGADO NO RS... PRINCIPAIS DOENÇAS NA CULTURA DO ARROZ IRRIGADO Eng. Agr..

Leia mais

ALERTA QUARENTENÁRIO. MONILÍASE DO CACAUEIRO (Moniliophthora roreri)

ALERTA QUARENTENÁRIO. MONILÍASE DO CACAUEIRO (Moniliophthora roreri) ALERTA QUARENTENÁRIO MONILÍASE DO CACAUEIRO (Moniliophthora roreri) O agronegócio do cacau é um dos mais importantes para o Brasil por envolver cerca de 50.300 famílias, responsáveis pela geração de 500.000

Leia mais

DOENÇAS DA ALFACE Lactuca sativa

DOENÇAS DA ALFACE Lactuca sativa DOENÇAS DA ALFACE Lactuca sativa Anotações de aula Profa. Marli F.S. Papa Vídeo Hidroponia: controle de doenças e pragas da alface 1. Quais as medidas que podem ser adotadas preventivamente para o controle

Leia mais

Evolução dos casos de resistência ao glifosato no Paraná

Evolução dos casos de resistência ao glifosato no Paraná Evolução dos casos de resistência ao glifosato no Paraná Capim-marmelada e leiteiro são exemplos de grandes problemas que aconteceram nas lavouras de soja no início dos anos 80. Nesta mesma década, foram

Leia mais

Ferrugem da folha do trigo - Ciclo da doença

Ferrugem da folha do trigo - Ciclo da doença Ferrugem da folha do trigo - Ciclo da doença Erlei Melo Reis 1 Sandra Zoldan 1 Anderson Luiz Durante Danelli 2 Vânia Bianchin 3 ( 1 ) OR Melhoramento de Sementes Ltda, Passo Fundo, RS ( 2 ) Universidade

Leia mais

DESCOMPACTAÇÃO DO SOLO NO PLANTIO DIRETO USANDO FORRAGEIRAS TROPICAIS REDUZ EFEITO DA SECA

DESCOMPACTAÇÃO DO SOLO NO PLANTIO DIRETO USANDO FORRAGEIRAS TROPICAIS REDUZ EFEITO DA SECA DESCOMPACTAÇÃO DO SOLO NO PLANTIO DIRETO USANDO FORRAGEIRAS TROPICAIS REDUZ EFEITO DA SECA Por: Julio Franchini Área: Manejo do Solo Julio Franchini possui graduação em Agronomia pela Universidade Estadual

Leia mais

TRABALHO SOBRE DOENÇAS DE PLANTAS OLEAGINOSAS

TRABALHO SOBRE DOENÇAS DE PLANTAS OLEAGINOSAS TRABALHO SOBRE DOENÇAS DE PLANTAS OLEAGINOSAS Daniel Vieira Silva Roteiro: Breve introdução. Controles básicos recomendados para todas as culturas. Medidas profiláticas. (rotação de culturas, destruição

Leia mais

Fruticultura. Bananeira : Mal do Panamá. Nome Bananeira : Mal do Panamá Produto Informação Tecnológica Data 1985 Preço - Linha Fruticultura Resenha

Fruticultura. Bananeira : Mal do Panamá. Nome Bananeira : Mal do Panamá Produto Informação Tecnológica Data 1985 Preço - Linha Fruticultura Resenha 1 de 5 10/16/aaaa 11:32 Fruticultura Bananeira : Mal do Panamá Nome Bananeira : Mal do Panamá Produto Informação Tecnológica Data 1985 Preço - Linha Fruticultura Resenha Informações sobre a doença do mal-do-panamá

Leia mais

Controle Microbiano de Fernanda Goes Mendes Marina Chamon Abreu Seminário de Microbiologia do Solo 2014/1 O controle de na agricultura é um fator limitante e resulta no aumento do custo de produção; O

Leia mais

Avaliação molecular da macho-esterilidade citoplasmática em milho

Avaliação molecular da macho-esterilidade citoplasmática em milho Jornal Eletrônico da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) Ano 04 - Edição 26 - Agosto / Setembro de 2010 Artigo Avaliação molecular da macho-esterilidade citoplasmática em milho por Sílvia Neto Jardim

Leia mais

FUNGOS FITOPATOGÊNICOS CHYTRÍDEOS. Chytrídeos - Organismos pertencentes ao Domínio Eukarya, Superreino

FUNGOS FITOPATOGÊNICOS CHYTRÍDEOS. Chytrídeos - Organismos pertencentes ao Domínio Eukarya, Superreino UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE BIOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENTOMOLOGIA E FITOPATOLOGIA ÁREA DE FITOPATOLOGIA IB 237 (PATOLOGIA FLORESTAL) Atualizado em 05/04/2015 Prof. Associado,

Leia mais

Comunicado78 Técnico. Requeima: doença destrutiva e comum ao tomateiro e à batateira. Importância. ISSN 1414-9850 Novembro, 2010 Brasília, DF

Comunicado78 Técnico. Requeima: doença destrutiva e comum ao tomateiro e à batateira. Importância. ISSN 1414-9850 Novembro, 2010 Brasília, DF Comunicado78 Técnico ISSN 1414-9850 Novembro, 2010 Brasília, DF Foto: Carlos A. Lopes Requeima: doença destrutiva e comum ao tomateiro e à batateira Ailton Reis 1 Importância A requeima é a doença mais

Leia mais

Taurino Alexandrino Loiola

Taurino Alexandrino Loiola PRINCIPAIS PROBLEMAS DA CULTURA DO FEIJÃO SOB A ÓTICA DO AGRÔNOMO DE CAMPO Taurino Alexandrino Loiola Brasília / DF, 03/12/2010 Culturas na safra Panorama das safras: 08/09 09/10 Soja 8.195 ha (+38%) Feijão

Leia mais

Produção de grãos na Bahia cresce 14,64%, apesar dos severos efeitos da seca no Estado

Produção de grãos na Bahia cresce 14,64%, apesar dos severos efeitos da seca no Estado AGROSSÍNTESE Produção de grãos na Bahia cresce 14,64%, apesar dos severos efeitos da seca no Estado Edilson de Oliveira Santos 1 1 Mestre em Economia, Gestor Governamental da SEAGRI; e-mail: edilsonsantos@seagri.ba.gov.br

Leia mais

www.revistacultivar.com.br

www.revistacultivar.com.br www.revistacultivar.com.br Soja Maio 2015 03 Plano estratégico Na batalha travada a cada safra pelos produtores de soja contra a ferrugem asiática e outras doenças que afetam a cultura, contar com tecnologia,

Leia mais

Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM

Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM Resultados incluem primeiro ano de cultivo de milho geneticamente modificado, além das já tradicionais

Leia mais

Conte com a Pampa para uma colheita de sucesso na próxima safra!

Conte com a Pampa para uma colheita de sucesso na próxima safra! GUIA DE CULTIVARES A semente é a base do sucesso de uma lavoura. Sua qualidade é essencial para os bons resultados de cada safra, garantindo maior produtividade, competitividade e o lucro do produtor.

Leia mais

MANEJO DA MANCHA DE RAMULÁRIA E MOFO BRANCO

MANEJO DA MANCHA DE RAMULÁRIA E MOFO BRANCO MANEJO DA MANCHA DE RAMULÁRIA E MOFO BRANCO Luiz Gonzaga Chitarra Fitopatologista Embrapa Algodão Luiz.chitarra@embrapa.br ASPECTOS GERAIS MANCHA DE RAMULARIA Causada pelo fungo Ramularia areola Atk.;

Leia mais

Inovação Tecnológica e Controle de Mercado de Sementes de Milho

Inovação Tecnológica e Controle de Mercado de Sementes de Milho Milho e Sorgo Inovação Tecnológica e Controle de Mercado de Sementes de Milho Sete Lagoas Março 2012 Economia do Uso de Novas Tecnologias A escolha racional do agricultor: Aumento da produtividade dos

Leia mais

Culturas. A Cultura do Milho. Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha

Culturas. A Cultura do Milho. Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha 1 de 5 10/16/aaaa 11:24 Culturas A Cultura do Milho Nome A Cultura do Milho Produto Informação Tecnológica Data Outubro de 2000 Preço - Linha Culturas Resenha Informações resumidas sobre a cultura do milho

Leia mais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais

Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais Estratégias de ação vinculadas ao manejo da agrobiodiversidade com enfoque agroecológico visando a sustentabilidade de comunidades rurais O desenvolvimento das ações em diferentes projetos poderão identificar

Leia mais

PRODUTOS BIOLÓGICOS NO CONTROLE DE MOFO BRANCO EM DIVERSAS CULTURAS 1

PRODUTOS BIOLÓGICOS NO CONTROLE DE MOFO BRANCO EM DIVERSAS CULTURAS 1 PRODUTOS BIOLÓGICOS NO CONTROLE DE MOFO BRANCO EM DIVERSAS CULTURAS 1 HECKLER, Leise Inês 2 ; SILVA, Gerarda Beatriz Pinto 3 ; SANTOS, Ricardo Feliciano 2 ; SCHEEREN, Laura Engroff 3 ; FÍNGER, Geísa 4

Leia mais

Danilo Scacalossi Pedrazzoli Diretor Industrial Koppert Biological Systems

Danilo Scacalossi Pedrazzoli Diretor Industrial Koppert Biological Systems Danilo Scacalossi Pedrazzoli Diretor Industrial Koppert Biological Systems ABCBio (Associação Brasileira das empresas de Controle Biológico) foi fundada em 2007, com a missão de congregar as empresas de

Leia mais

Importância da fertilidade de solo no manejo integrado de Pratylenchus em soja

Importância da fertilidade de solo no manejo integrado de Pratylenchus em soja Importância da fertilidade de solo no manejo integrado de Pratylenchus em soja Henrique Debiasi - Embrapa Soja Julio Cezar Franchini - Embrapa Soja Waldir Pereira Dias - Embrapa Soja Alvadi Balbinot Embrapa

Leia mais

Sistemas de manejo do solo

Sistemas de manejo do solo Sistemas de manejo do solo Introdução Uso e preparo do solo O arado. Evolução dos conhecimentos de uso e manejo do solo. O Ecossistema tropical Temperatura elevada e solos muito imteperizados 1 Sistemas

Leia mais

QUESTÕES DE CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE AMBIENTAL. O 2(g) O 2(aq)

QUESTÕES DE CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE AMBIENTAL. O 2(g) O 2(aq) QUESTÕES DE CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE AMBIENTAL Questão 01 O agente oxidante mais importante em águas naturais é, sem a menor dúvida, o oxigênio molecular dissolvido, O 2. O equilíbrio entre o oxigênio

Leia mais

BOAS PRÁTICAS. Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa

BOAS PRÁTICAS. Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS Fonte: Manual Boas Práticas Agrícolas para a Agricultura Familiar http://rlc.fao.org/es/agricultura/bpa O QUE SÃO AS BOAS PRÁTICAS AGRÍCOLAS (BPA)? Os consumidores estão cada vez

Leia mais

ManeJo de Insetos na soja Intacta RR2 PRo SEMEANDO O FUTURO

ManeJo de Insetos na soja Intacta RR2 PRo SEMEANDO O FUTURO ManeJo de Insetos na soja Intacta RR2 PRo A cultura da soja está exposta, durante gemmatalis (lagarta todo o seu ciclo, ao ataque de diferentes Pseudoplusia includens espécies de insetos. Esses insetos

Leia mais

Nematóides: Manejo e Controle a Nível de Grandes Áreas do Cerrado no Sistema Algodão-Soja- Milho

Nematóides: Manejo e Controle a Nível de Grandes Áreas do Cerrado no Sistema Algodão-Soja- Milho Nematóides: Manejo e Controle a Nível de Grandes Áreas do Cerrado no Sistema Algodão-Soja- Milho Evaldo Kazushi Takizawa Engenheiro Agrônomo Ceres Consultoria Agronômica /GBCA 1 Temas Considerações iniciais.

Leia mais

Mentira: O homem não precisa plantar transgênicos Mentira: As plantas transgênicas não trarão benefícios a sociedade

Mentira: O homem não precisa plantar transgênicos Mentira: As plantas transgênicas não trarão benefícios a sociedade Como toda nova ciência ou tecnologia, ela gera dúvidas e receios de mudanças. Isto acontece desde os tempos em que Galileo afirmou que era a Terra que girava em torno do Sol ou quando Oswaldo Cruz iniciou

Leia mais

MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO

MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO MÉTODOS DE PROTEÇÃO CONTRA GEADAS EM CAFEZAIS EM FORMAÇÃO Paulo Henrique Caramori, Armando Androcioli Filho, Francisco Carneiro Filho, Dalziza de Oliveira, Heverly Morais, Alex Carneiro Leal e Jonas Galdino.

Leia mais

Diagnose de doenças não parasitárias em trigo

Diagnose de doenças não parasitárias em trigo Diagnose de doenças não parasitárias em trigo Erlei Melo Reis, Sandra Maria Zoldan e Beatriz Coelho Germano Equipe de fitopatologia da OR Melhoramento de Sementes Ltda 1. Introdução. A diagnose (determinação

Leia mais

Espécies de Mycosphaerella e sua importância para eucalipto

Espécies de Mycosphaerella e sua importância para eucalipto Espécies de Mycosphaerella e sua importância para eucalipto Msc. Martha Maria Passador Novembro/2010 16ª Reunião Técnica do PROTEF Doenças em eucalipto Doenças foliares Mancha de micosferela Mycosphaerella

Leia mais

MUDAS SEM DOENÇAS: PREVENÇÃO E PROTEÇÃO. Evelyn Araujo Conqualy Consultoria Florianópolis - SC Out/2015

MUDAS SEM DOENÇAS: PREVENÇÃO E PROTEÇÃO. Evelyn Araujo Conqualy Consultoria Florianópolis - SC Out/2015 MUDAS SEM DOENÇAS: PREVENÇÃO E PROTEÇÃO Evelyn Araujo Conqualy Consultoria Florianópolis - SC Out/2015 Muda : papel fundamental na obtenção de uma planta bem formada e SADIA Qualidade sanitária das mudas:

Leia mais

CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR

CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR CONTROLE BIOLÓGICO NA TEORIA E NA PRÁTICA: A REALIDADE DOS PEQUENOS AGRICULTORES DA REGIÃO DE CASCAVEL-PR 1 DELAI, Lucas da Silva; 1 ALVES Victor Michelon; 1 GREJIANIN, Gustavo; 1 PIRANHA, Michelle Marques

Leia mais

Moção do Consórcio Antiferrugem sobre o futuro do controle de doenças da soja no Brasil

Moção do Consórcio Antiferrugem sobre o futuro do controle de doenças da soja no Brasil Moção do Consórcio Antiferrugem sobre o futuro do controle de doenças da soja no Brasil Em reunião de apresentação e discussão dos resultados dos ensaios cooperativos de controle de doenças da soja, da

Leia mais

PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DE MATO GROSSO DO SUL RELATÓRIO SEMANAL DE 27 DE JANEIRO A 03 DE FEVEREIRO DE 2014

PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DE MATO GROSSO DO SUL RELATÓRIO SEMANAL DE 27 DE JANEIRO A 03 DE FEVEREIRO DE 2014 ANO III / Nº 73 PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DE MATO GROSSO DO SUL RELATÓRIO SEMANAL DE 27 DE JANEIRO A 03 DE FEVEREIRO DE 2014 Núcleo 1 Chapadão do Sul Eng. Agr. Danilo Suniga de Moraes O plantio de algodão

Leia mais

SISTEMAS DE PRODUÇÃO IMPORTÂNCIA PARA CONSERVAÇÃO DOS SOLOS E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE BAMBUI-MG 09/09/2008

SISTEMAS DE PRODUÇÃO IMPORTÂNCIA PARA CONSERVAÇÃO DOS SOLOS E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE BAMBUI-MG 09/09/2008 SISTEMAS DE PRODUÇÃO IMPORTÂNCIA PARA CONSERVAÇÃO DOS SOLOS E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE BAMBUI-MG 09/09/2008 19 ANOS DE FUNDAÇÃO MARÇO 1989 PODEMOS ESCOLHER O QUE SEMEAR, MAS SOMOS OBRIGADOS A COLHER

Leia mais

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010

O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE divulgou a pouco o primeiro prognóstico para a safra de 2011: www.ibge.gov.br Em 2011, IBGE prevê safra de grãos 2,8% menor que a de 2010 O IBGE realizou, em outubro, o primeiro prognóstico para

Leia mais

Data: 05/10/2012 Assunto:

Data: 05/10/2012 Assunto: Veículo: Refrescante Data: 05/10/2012 Assunto: Manejo Integrado de Pragas promove cafeicultura sustentável http://refrescante.com.br/manejo-integrado-de-pragas-promove-cafeicultura-sustentavel.html Os

Leia mais

Sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) de Corte da Embrapa Milho e Sorgo

Sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) de Corte da Embrapa Milho e Sorgo Sistema de Integração Lavoura-Pecuária (ILP) de Corte da Embrapa Milho e Sorgo Ramon C. Alvarenga¹ e Miguel M. Gontijo Neto¹ Pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo (Sete Lagoas-MG) A Embrapa Milho e Sorgo

Leia mais

PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS

PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS SECRETARIA DE ESTADO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO DEPARTAMENTO DE ECONOMIA RURAL D E R A L PARANÁ CONTINUA SENDO O MAIOR PRODUTOR DE GRÃOS 20/03/06 O levantamento de campo realizado pelo DERAL, no

Leia mais

1156 Pesquisa e Desenvolvimento para a Competitividade e Sustentabilidade do Agronegócio

1156 Pesquisa e Desenvolvimento para a Competitividade e Sustentabilidade do Agronegócio Programa úmero de Ações 8 1156 Pesquisa e Desenvolvimento para a Competitividade e Sustentabilidade do Agronegócio Objetivo Indicador(es) Incrementar a base de conhecimentos científicos e tecnológicos

Leia mais

Entendendo a herança genética (capítulo 5) Ana Paula Souto 2012

Entendendo a herança genética (capítulo 5) Ana Paula Souto 2012 Entendendo a herança genética (capítulo 5) Ana Paula Souto 2012 CÂNCER 1) O que é? 2) Como surge? CÂNCER 1) O que é? É o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado

Leia mais

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho

Câncer de Próstata. Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho Câncer de Próstata Fernando Magioni Enfermeiro do Trabalho O que é próstata? A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Ela é um órgão muito pequeno, tem

Leia mais

Introdução ao estudo dos tratores agrícolas

Introdução ao estudo dos tratores agrícolas Instituto de Tecnologia-Departamento de Engenharia IT 154 Motores e Tratores Introdução ao estudo dos tratores agrícolas Professor: Carlos Alberto Alves Varella Doutor em Engenharia Agrícola E-mail: varella.caa@gmail.com

Leia mais

EXPLORAÇÃO DO CERRADO BRASILEIRO

EXPLORAÇÃO DO CERRADO BRASILEIRO EXPLORAÇÃO DO CERRADO BRASILEIRO CARACTERIZAÇÃO DO CERRADO BRASILEIRO É o maior bioma brasileiro depois da Amazônia, com aproximadamente 2 milhões de km² e está concentrado na região Centro Oeste do Brasil;

Leia mais

05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE D I R E T O R I A D E S A Ú D E 05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE Em 05 de Junho, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e nesse ano o foco está voltado para as Mudanças Climáticas com o tema

Leia mais

Mas que negócio é esse de resistência de insetos?

Mas que negócio é esse de resistência de insetos? O milho Bt é obtido por meio da transformação genética de plantas de milho com genes da bactéria Bacillus thuringiensis, os quais promovem a expressão de proteínas com ação inseticida. Um trabalho que

Leia mais

Ferrugem asiática da soja

Ferrugem asiática da soja Curso de Treinamento em Gestão do Risco Climático no Setor Agrícola INMET Brasília, 3 a 7 de março de 2008 Ferrugem asiática da soja Informações Climáticas para o Manejo de Risco de Epidemias Prof. Emerson

Leia mais

3 Plantio e Semeadura

3 Plantio e Semeadura 3 Plantio e Semeadura 1 Plantio Éo ato de se colocar mudas ou partes vegetativas no solo para a instalação de determinada cultura. Exemplos: - Cana-de-açúcar; - Mandioca; - Arroz no cultivo com transplantio

Leia mais

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS

DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 DIMENSIONAMENTO DE UM SISTEMA DE SECAGEM E ARMAZENAGEM DE GRÃOS Vinicius Calefi Dias 1 ; Jefferson

Leia mais

08/04/2013 PRAGAS DO FEIJOEIRO. Broca do caule (Elasmopalpus legnosellus) Lagarta rosca (Agrotis ipsilon)

08/04/2013 PRAGAS DO FEIJOEIRO. Broca do caule (Elasmopalpus legnosellus) Lagarta rosca (Agrotis ipsilon) Pragas que atacam as plântulas PRAGAS DO FEIJOEIRO Pragas que atacam as folhas Lagarta enroladeira (Omiodes indicata) Pragas que atacam as vargens Lagarta elasmo (ataca também a soja, algodão, milho, arroz,

Leia mais

SECAGEM DE GRÃOS. Disciplina: Armazenamento de Grãos

SECAGEM DE GRÃOS. Disciplina: Armazenamento de Grãos SECAGEM DE GRÃOS Disciplina: Armazenamento de Grãos 1. Introdução - grãos colhidos com teores elevados de umidade, para diminuir perdas:. permanecem menos tempo na lavoura;. ficam menos sujeitos ao ataque

Leia mais

TRATOS CULTURAIS PARA QUALIDADE DA SEMENTEIRA

TRATOS CULTURAIS PARA QUALIDADE DA SEMENTEIRA 1º CICLO DE PALESTRAS SODEPAC TRATOS CULTURAIS PARA QUALIDADE DA SEMENTEIRA Maia Barnabé Sambongo Dir. Fazenda Quizenga TRATOS CULTURAIS PARA QUALIDADE DA SEMENTEIRA ÁREA DE 1º ANO 1. Supressão Vegetal

Leia mais

WORKSHOP DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS DE PESQUISAS SAFRA 2014/2015

WORKSHOP DIVULGAÇÃO DOS RESULTADOS DE PESQUISAS SAFRA 2014/2015 DESAFIOS FITOSSANITÁRIOS NO MANEJO DE LAVOURAS WORKSHOP APRESENTAÇÃO DE RESULTADOS - FBA Engº Agrº EZELINO CARVALHO INTRODUÇÃO O objetivo desta apresentação é dialogar sobre os problemas fitossanitários

Leia mais

Prof. MSc. Leandro Felício

Prof. MSc. Leandro Felício Prof. MSc. Leandro Felício Ecossistema: Sistema integrado e auto funcionante que consiste em interações dos elementos bióticos e abióticos e cujas dimensões podem variar consideravelmente. Bioma: Conjunto

Leia mais

VI Semana de Ciência e Tecnologia IFMG- campus Bambuí VI Jornada Científica 21 a 26 de outubro

VI Semana de Ciência e Tecnologia IFMG- campus Bambuí VI Jornada Científica 21 a 26 de outubro Potencial da Doru luteipes (Scudder, 1876) (Dermaptera: Forficulidae) no controle da Spodoptera frugiperda (J. E. Smith, 1797) (Lepidoptera: Noctuidae). Willian Sabino RODRIGUES¹; Gabriel de Castro JACQUES²;

Leia mais

Gripe A (H1N1) de origem suína

Gripe A (H1N1) de origem suína Gripe A (H1N1) de origem suína A gripe é caracterizada como uma doença infecciosa com alto potencial de contagio causado pelo vírus Influenza. Este vírus apresenta três tipos, sendo eles o A, B e C. Observam-se

Leia mais

Helicoverpa Nucleopolyhedrovirus (NPV) Resumo Técnico: BRASIL - Julho 2013 Anthony Hawes (CEO, AgBiTech Pty Ltd)

Helicoverpa Nucleopolyhedrovirus (NPV) Resumo Técnico: BRASIL - Julho 2013 Anthony Hawes (CEO, AgBiTech Pty Ltd) Helicoverpa Nucleopolyhedrovirus (NPV) Resumo Técnico: BRASIL - Julho 2013 Anthony Hawes (CEO, AgBiTech Pty Ltd) Brasil vs Austrália 8.515.767 km 2 7.692.024 km 2 AU 6% arável vs BR 9% AU 18% árido vs

Leia mais

PRODUÇÃO DE SEMENTES DE SOJA NO BRASIL: NOVOS DESAFIOS E PERSPECTIVAS SÉRGIO PAULO COELHO

PRODUÇÃO DE SEMENTES DE SOJA NO BRASIL: NOVOS DESAFIOS E PERSPECTIVAS SÉRGIO PAULO COELHO PRODUÇÃO DE SEMENTES DE SOJA NO BRASIL: NOVOS DESAFIOS E PERSPECTIVAS SÉRGIO PAULO COELHO PROMOVER O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E A COMPETIVIDADE DO AGRONEGÓCIO EM BENEFÍCIO DA SOCIEDADE BRASILEIRA LEGISLAÇÃO

Leia mais

Localização. O Centro Nacional de Pesquisa de Trigo está localizado em Passo Fundo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil.

Localização. O Centro Nacional de Pesquisa de Trigo está localizado em Passo Fundo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Localização Peru Chile Bolívia Paraguai Uruguai Argentina Passo Fundo, RS O Centro Nacional de Pesquisa de Trigo está localizado em Passo Fundo, estado do Rio Grande do Sul, Brasil. Embrapa Trigo Rodovia

Leia mais

Populações evolutivas: bancos de germoplasma vivos nos campos iranianos

Populações evolutivas: bancos de germoplasma vivos nos campos iranianos Populações evolutivas: bancos de germoplasma vivos nos campos iranianos Maryam Rahmanian, Maede Salimi, Khadija Razavi, Dr. Reza Haghparast e Dr. Salvatore Ceccarelli Seleção realizada no contexto no qual

Leia mais

MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DAS DOENÇAS DAS ORQUÍDEAS

MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DAS DOENÇAS DAS ORQUÍDEAS MANUAL DE IDENTIFICAÇÃO DAS DOENÇAS DAS ORQUÍDEAS Cibele Mantovani 2013 Sumário Introdução 2 Podridão Negra Pythium ultimum 3 Murcha ou Podridão de raiz e pseudobulbo Fusarium oxysporium 5 Antracnose Colletotrichum

Leia mais

A BANANA IMPORTÂNCIA SÓCIO-ECONÔMICA

A BANANA IMPORTÂNCIA SÓCIO-ECONÔMICA A BANANA A BANANA IMPORTÂNCIA SÓCIO-ECONÔMICA É uma das frutas mais importantes do mundo, tanto no que se refere à produção quanto à comercialização. Para muitos países, além de ser um alimento complementar

Leia mais

9 PRÁTICAS CULTURAIS

9 PRÁTICAS CULTURAIS 9 PRÁTICAS CULTURAIS 9.1 PREPARO DO SOLO Preparo do Solo Quando realizado de maneira incorreta, leva rapidamente àdegradação das características do solo, culminando com o declínio paulatino do seu potencial

Leia mais

Influênciada camadade palha no manejode plantasdaninhas emcanaviais. Marcos Kuva Herbae C. P. AgrícolasLtda

Influênciada camadade palha no manejode plantasdaninhas emcanaviais. Marcos Kuva Herbae C. P. AgrícolasLtda Influênciada camadade palha no manejode plantasdaninhas emcanaviais Marcos Kuva Herbae C. P. AgrícolasLtda Sedeadministrativa Estaçãoexperimental credenciadano MAPA Laboratóriode manipulaçãode agrotóxicos

Leia mais

Trichoderma spp em áreas cultivadas do cerrado

Trichoderma spp em áreas cultivadas do cerrado 2010 Trichoderma spp em áreas cultivadas do cerrado Dr. Fernando Zucchi JV Biotecnologia 29/08/2010 O Trichoderma sp. em áreas agrícolas visando o controle de doenças fúngicas de raízes de plantas cultivadas.

Leia mais

Guilherme Leite da Silva Dias, FEA/USP

Guilherme Leite da Silva Dias, FEA/USP Seminário Risco e Gestão do Seguro Rural no Brasil Mesa Redonda III Aquecimento global e impactos sobre o seguro agrícola Palestra: Aquecimento global e possíveis impactos econômicos sobre a agricultura

Leia mais

Passo a passo na escolha da cultivar de milho

Passo a passo na escolha da cultivar de milho Passo a passo na escolha da cultivar de milho Beatriz Marti Emygdio Pesquisadora Embrapa Clima Temperado (beatriz.emygdio@cpact.embrapa.br) Diante da ampla gama de cultivares de milho, disponíveis no mercado

Leia mais

044.ASR.SRE.16 - Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto

044.ASR.SRE.16 - Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto Texto: PRODUTOS DE SENSORIAMENTO REMOTO Autor: BERNARDO F. T. RUDORFF Divisão de Sensoriamento Remoto - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais São José dos Campos-SP - bernardo@ltid.inpe.br Sensoriamento

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ

PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ PLANO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO SUSTENTÁVEL DO PIAUÍ Carteira de Agronegócios Projetos Propostos Teresina, PI novembro 2013 SUMÁRIO Características atuais dos principais setores de agronegócio piauiense

Leia mais

Ferrugem. (Puccinia kuehnii) I - Histórico e Situação Atual

Ferrugem. (Puccinia kuehnii) I - Histórico e Situação Atual Ferrugem (Puccinia kuehnii) I - Histórico e Situação Atual A primeira citação de Puccinia kuehnii como agente causador de Ferrugem na cultura da Cana-de-Açúcar data de 1890. Todavia, somente no final da

Leia mais

Café Sustentável. Riqueza do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento CAPA. MA-0005-Cafe_sustentavel_200x200_NOVO.

Café Sustentável. Riqueza do Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento CAPA. MA-0005-Cafe_sustentavel_200x200_NOVO. 12 MA-0005-Cafe_sustentavel_200x200_NOVO.indd 12-1 CAPA 1 30.10.09 16:08:10 Data (M/D/A): 10/30/09 Contato: (61) 3344-8502 Formato (F): 200x200 mm Formato (A): 400x200 mm Data (M/D/A): 10/30/09 Ministério

Leia mais

Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura

Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura Desempenho Recente e Perspectivas para a Agricultura A safra de grãos do país totalizou 133,8 milhões de toneladas em 2009, de acordo com o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de dezembro,

Leia mais

Agroecologia. Agroecossistema

Agroecologia. Agroecossistema Agroecologia Ciência integradora dos princípios agronômicos, ecológicos e sócio-econômicos na compreensão da natureza e funcionamento dos agroecossistemas. Agroecossistema Unidade de estudo da Agroecologia,

Leia mais

DNA barcoding é um método que utiliza um trecho do DNA de cerca de 650 nucleotídeos como marcador para caracterizar espécies. Trata-se de uma sequência extremamente curta em relação à totalidade do genoma,

Leia mais

Variedades de Cana-de-Açúcar Pragas e Doenças: Eng. Agr. Gustavo de Almeida Nogueira Canaoeste

Variedades de Cana-de-Açúcar Pragas e Doenças: Eng. Agr. Gustavo de Almeida Nogueira Canaoeste Variedades de Cana-de-Açúcar Pragas e Doenças: Eng. Agr. Gustavo de Almeida Nogueira Canaoeste Sumário: Novos Desafios do Setor; Programas de Melhoramento Genético de Cana-de-açúcar; Principais Características

Leia mais

Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006.

Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006. Aspectos do biomonitoramento da toxicidade perinatal pelos agroquímicos Vera Lúcia de Castro Jaguariúna, 2006. A contaminação ambiental por agroquímicos pode causar efeitos negativos aos recursos naturais

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE APOIO RURAL E COOPERATIVISMO SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES ANEXO VIII

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE APOIO RURAL E COOPERATIVISMO SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES ANEXO VIII MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE APOIO RURAL E COOPERATIVISMO SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES ANEXO VIII REQUISITOS MÍNIMOS PARA DETERMINAÇÃO DO VALOR DE CULTIVO

Leia mais

Mecanismos de transmissão de fitopatógenos de sementes para órgãos aéreos.

Mecanismos de transmissão de fitopatógenos de sementes para órgãos aéreos. Mecanismos de transmissão de fitopatógenos de sementes para órgãos aéreos. Erlei Melo Reis, Sandra Maria Zoldan e Beatriz Coelho Germano OR Melhoramento de sementes Ltda. Passo Fundo, RS Na natureza, os

Leia mais

ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META

ESPELHO DE EMENDAS DE ACRÉSCIMO DE META SISTEMA DE ELABORAÇÃO DE S ÀS LEIS ORÇAMENTÁRIAS Página: 2504 de 2619 ESPELHO DE S DE 1 Apoio à pesquisa e preservação de recursos genéticos e biotecnologia Custos financeiros: Despesas de custeio - 3

Leia mais

Disciplinas. Dinâmica de Potássio no solo e sua utilização nas culturas

Disciplinas. Dinâmica de Potássio no solo e sua utilização nas culturas Disciplinas Solos nos domínios morfoclimáticos do cerrado Ementa: Solos em ambientes de Cerrado. Sistema Brasileiro de Classificação do Solo. Caracterização morfológica das principais classes de solo inseridas

Leia mais

Relação entre o Silício e as Doenças de Plantas

Relação entre o Silício e as Doenças de Plantas Relação entre o Silício e as Doenças de Plantas Prof. Fabrício Ávila Rodrigues Universidade Federal de Viçosa - Departamento de Fitopatologia Laboratório rio da Interação Planta-Pat Patógeno fabricio@ufv.br

Leia mais

I MPACTO AMBI ENTAL DA I RRI GAÇÃO NO BRASI L

I MPACTO AMBI ENTAL DA I RRI GAÇÃO NO BRASI L I MPACTO AMBI ENTAL DA I RRI GAÇÃO NO BRASI L Salassier Bernardo, Ph.D. UENF Este trabalho aborda aspectos do impacto ambiental da irrigação, considerando seus efeitos sobre modificação do meio ambiente,

Leia mais