PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA DO TRABALHO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 1ª REGIÃO

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1 córdão 1a Turma ENQUADRAMENTO SINDICAL - No caso dos autos restou demonstrado que a segunda reclamada efetivamente se apresenta aos seus clientes como empresa que atua no ramo financeiro e é reconhecida pela sociedade como tal. As atividades descritas como atividades-fim da empresa estão diretamente ligadas a estas atividades financeiras, que envolvem empréstimos com juros, cartões de crédito e afins, manifestando-se como o objeto preponderante da demandada, Dessa forma, irretocável a sentença que enquadrou a autora como financiária. Vistos, relatados, discutidos os presentes autos do Recurso Ordinário, onde figuram como recorrentes, LECCA CRÉDITO FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S/A E EPANOR LECCA S.A e, como recorrida, AIDA GONÇALVES VIANNA DA SILVA. Trata-se de recurso ordinário interposto pelas reclamadas às fls.361/384, com vistas à reforma da sentença de fls.347/353, complementada pela decisão de fls.358/359, proferidas pela MM 61ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, da lavra do ilustre Juiz Robert de Assunção Aguiar, que julgou procedente em parte o pedido, declarando o vínculo de emprego com a segunda reclamada, com a condenação ao pagamento das parcelas ali elencadas. Sustenta, em síntese, que merece reforma a decisão de origem que considerou nulo o vínculo de emprego com a primeira ré, e declarou o vínculo de emprego diretamente com a segunda empresa, instituição financeira, o que dá direito à reclamante ao enquadramento como bancária. Alega que a prova não confirmou a existência do pretendido vínculo de emprego, e que a própria autora 1

2 admite em sua inicial que foi contratada pela primeira ré. Ressalta que a segunda ré passou a existir de fato e de direito em 21/10/2005, quando foi autorizada pelo Banco Central a funcionar como Sociedade Financeira, razão pela qual, sequer poderia ser considerada como tomadora de serviços da reclamante,uma vez que esta, ingressou nos quadros da primeira reclamada, em Registra que a primeira ré é uma empresa sólida que está no mercado a mais de 30 anos e, que a segunda ré, visando proteger-se de eventuais inadimplências de seus clientes, bem como em realizar a cobrança de eventuais recebíveis não quitados, contratou os serviços especializados da primeira ré que passou a fazer a análise de crédito e cobrança a partir de novembro de Aduz, ainda, que a primeira ré, é uma empresa de factoring e não uma financeira, conforme comprova o objeto social de seu contrato e, que se especializou no atendimento ao comércio varejista, mantendo, hoje,contrato de fomento mercantil com centenas de lojas. Ressalta que a atividade por ela desenvolvida (factoring) em nada se assemelha com a de uma instituição financeira e que a reclamada não faz captação de recursos de terceiros, financiamento e refinanciamento o que afasta a pretensão autoral. Assim, entende que a primeira ré como empresa de factoring e seus empregados,integram a categoria econômica das empresas de factoring, representadas à época do contrato de trabalho, pelo Sindicato Patronal SINFACRJ, e pelo Sindicato profissional dos empregados de agentes autônomos do comércio e em empresas de assessoramento, perícias, informações e pesquisas no Município do Rio de Janeiro. Alega que não há falar em pagamento de horas extraordinárias a partir da 6ª, já que a 7ª e 8ª horas trabalhadas já foram remuneradas, uma vez que o salário percebido pela mesma, foi para remunerar a jornada de 8 horas diárias, e 44 horas semanais e, assim. Diz que, em sendo mantida a condenação, esta deve ficar restrita ao pagamento do adicional, sob pena de restar caracterizado autêntico enriquecimento ilícito e sem causa do recorrido. Na mesma esteira, entende que deve ser determinada a utilização do divisor de 220 para o cálculo das horas extras. 2

3 Afirma, que a decisão não observou o disposto na Súmula nº 347 do TST. Finalmente, sustenta que são indevidos os direitos previstos na norma coletiva apontada pela autora (adicional de tempo de serviço, ajuda alimentação, participação nos lucros e resultados), considerando que, como já afirmado ela não é uma instituição financeira, não estando, pois, subordinada a tal convenção coletiva. Depósito recursal e custas recolhidos e comprovados às fls. 385/386. Contra-razões da reclamante às fls.388/390217, sem preliminares, e no mérito, pugnando pela manutenção da sentença. É o relatório. V O T O DO CONHECIMENTO O recurso interposto pela reclamada é tempestivo, adequado à espécie, as custas foram recolhidas e comprovadas, estando regular a representação processual, razão pela qual dele conheço. DO MÉRITO DO GRUPO ECONÔMICO. DA NULIDADE DO CONTRATO DE TRABALHO COM A EMPRESA EPANOR LECCA S.A. A reclamada investe contra a decisão de origem, que declarou a nulidade do contrato de trabalho firmado com a primeira ré ( intermediadora de mãode-obra), reconhecendo o vínculo empregatício direto com a tomadora de serviços (segunda reclamada). Sustenta, que não há falar em nulidade do contrato de trabalho ante à licitude da terceirização dos serviços, bem como, inexistir prova que confirme a existência do pretendido vínculo de emprego. Ressalta, ainda, que a própria autora admite em sua inicial que foi contratada pela primeira ré. Sem razão a reclamada. 3

4 Inicialmente, cumpre esclarecer que restou incontroverso nos autos que as empresas rés constituem grupo econômico. Revele-se, ainda, que a interposição conjunta do apelo, com o recolhimento de depósito recursal e custas por uma única empresa, e a assistência jurídica pelos mesmos advogados, também evidenciam a formação do grupo econômico. Ademais, a terceirização de atividade fim e a inexistência dos requisitos essenciais para a contratação de trabalho por empresa interposta, autoriza a formação do vínculo de emprego direto com a tomadora de serviços, como bem decidiu o ilustre prolator da decisão de origem. Com efeito, a representante legal da segunda reclamada confirmou que a autora lhe prestava serviços através da primeira ré. Registre-se que a testemunha Débora de Oliveira (fls.345) afirmou que a autora trabalhava para a segunda ré estando, inclusive, subordinada ao supervisor de crédito da segunda reclamada e que eram atribuições da autora: analisar o cliente; conceder ou não o crédito, conforme seu perfil ; atender tanto lojista, quanto cliente, entre outras. Atestou, também, que a autora usava, inclusive, uniforme com o nome da segunda ré. No caso em exame, a reclamante alega que prestou serviços em favor da segunda reclamada por todo o período (de a vide fls.13) em que pese, ter seu contrato registrado com a primeira ré. Restou robustamente provado, que a reclamante trabalhava prestando atendimento aos clientes da ré, tirando dúvidas, prestando informações, concedendo créditos, negociando débitos, sendo forçoso concluir, que estava inserida na atividade fim da segunda ré, qual seja, atuar nas áreas de concessão de crédito, de financiamento e de investimento de acordo com a legislação pertinente (vide contrato social às fls.312/313). Ora, tais razões, por si só, já são suficientes para o reconhecimento do vínculo empregatício diretamente com a segunda reclamada. Portanto, demonstrada a ilicitude da terceirização, sendo certo que a hipótese é de contratação de trabalhadores por empresa interposta (ainda que integrante do mesmo grupo econômico), forma-se o vínculo diretamente com o 4

5 tomador dos serviços. Logo, correta a decisão de origem que declarou a existência de vínculo empregatício direto com a tomadora de serviços. Nego provimento. DO ENQUADRAMENTO SINDICAL. HORAS EXTRAS. Pretende a reclamada a reforma da decisão de primeiro grau, sob o fundamento de que a reclamante não se enquadrava na categoria dos bancários e, em conseqüência, não estaria sujeita às normas coletivas pactuadas pelo respectivo Sindicato dos Bancários. A decisão de origem entendeu que como a segunda reclamada se encontra enquadrada na categoria dos financiários devendo ser respeitadas as convenções coletivas de trabalho próprias juntadas aos autos. Aduz a primeira ré que é uma empresa de factoring e não uma financeira, conforme comprova o objeto social de seu contrato e, que se especializou no atendimento ao comércio varejista, mantendo hoje contrato de fomento mercantil com centenas de lojas. Assim, sustenta que em sendo uma empresa de factoring, seus empregados fazem parte da categoria econômica das empresas de factoring, representados à época do contrato de trabalho pelo Sindicato Patronal SINFACRJ e pelo Sindicato profissional dos empregados de agentes autônomos do comércio e em empresas de assessoramento, perícias, informações e pesquisas no Município do Rio de Janeiro. No caso dos autos, restou demonstrado que a segunda reclamada efetivamente se apresenta aos seus clientes como empresa que atua no ramo financeiro, e é reconhecida pela sociedade como tal. As atividades descritas como atividades-fim da empresa estão diretamente ligadas a estas atividades financeiras, que envolvem empréstimos com juros, cartões de crédito e afins, manifestando-se como o objeto preponderante da demandada. Veja que o documento de fls.19 comprova que a segunda ré atua, como o seu próprio nome a designa, ou seja, como financeira. 5

6 Como já destacado, o seu contrato social especifica que a empresa tem como objeto, a atuação nas áreas de concessão de crédito, de financiamento e de investimento, de acordo com a legislação pertinente (vide fls.312). Dessa forma, demonstrada a atividade da empregadora e as funções exercidas pela autora, irretocável a decisão que determinou a observância das normas coletivas aplicáveis as Sociedades de Crédito, Financiamento e Investimento. De igual modo, restando aplicável as Convenções Coletivas invocadas pela autora, faz jus a jornada de seis horas (cláusula fls.67), o adicional por tempo de serviço/anuênio (cláusula 3ª-fls.61) e a ajuda alimentação (cláusula 4.4.2). Inexiste amparo legal para a pretensão recursal de que seja pago apenas, o adicional da hora extra, eis que determinada a observância da convenção coletiva que estabelece, expressamente, a jornada de seis horas. Outrossim, a sentença já determinou a integração das horas extras nas verbas cabíveis, não havendo qualquer ofensa ao entendimento esposado na Súmula nº347 do TST, já que tais critérios serão observados na liquidação. Desta forma, irretocável a decisão hostilizada. Nego provimento. A C O R D A M os Desembargadores da Primeira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da Primeira Região, por unanimidade, conhecer do recurso e, no mérito, negar-lhe provimento para, nos termos da fundamentação, manter íntegra a decisão de origem. Rio de Janeiro, 3 de Fevereiro de Desembargadora Federal do Trabalho Mery Bucker Caminha Relatora Apb\gdmbc\vl\lmv 6

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