Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia. Brasília, 2011.

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1 Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia Brasília, 2011.

2 Elaboração Marcus Vinícius Dias Souza Produção Equipe Técnica de Avaliação, Revisão Linguística e Editoração

3 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 5 ORGANIZAÇÃO DO CADERNO DE ESTUDOS E PESQUISA... 6 Introdução... 8 Unidade I Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia Capítulo 1 Farmacologia geral: conceitos fundamentais e farmacocinética Capítulo 2 Farmacodinâmica Capítulo 3 Mediadores inflamatórios Capítulo 4 Conceitos fundamentais em cosmetologia Capítulo 5 Imunologia cutânea e cosmetotoxicidade: visão geral Capítulo 6 Ingredientes cosméticos naturais Unidade II Cosmetologia Aplicada Capítulo 7 Acne: cuidados cosméticos Capítulo 8 Cosmética masculina Capítulo 9 Hipercromia cutânea idiopática da região orbital Capítulo 10 3

4 Estrias, celulites e gorduras localizadas Capítulo 11 Ingredientes cosméticos despigmentantes Capítulo 12 Introdução aos peelings Capítulo 13 Cosmética anti-aging e neurocosmética Capítulo 14 Cuidados cosméticos iniciais com a queda capilar Capítulo 15 Cosméticos para grupos de risco Capítulo 16 Hidratação corporal e produtos antipoluição Capítulo 17 Manejo cosmético de cicatrizes Capítulo 18 Nutricosmética e nutracêuticos referências

5 APRESENTAÇÃO Caro aluno A proposta editorial deste Caderno de Estudos e Pesquisa reúne elementos que se entendem necessários para o desenvolvimento do estudo com segurança e qualidade. Caracteriza-se pela atualidade, dinâmica e pertinência de seu conteúdo, bem como pela interatividade e modernidade de sua estrutura formal, adequadas à metodologia da Educação a Distância EaD. Pretende-se, com este material, levá-lo à reflexão e à compreensão da pluralidade dos conhecimentos a serem oferecidos, possibilitando-lhe ampliar conceitos específicos da área e atuar de forma competente e conscienciosa, como convém ao profissional que busca a formação continuada para vencer os desafios que a evolução científico-tecnológica impõe ao mundo contemporâneo. Elaborou-se a presente publicação com a intenção de torná-la subsídio valioso, de modo a facilitar sua caminhada na trajetória a ser percorrida tanto na vida pessoal quanto na profissional. Utilize-a como instrumento para seu sucesso na carreira. Conselho Editorial 5

6 ORGANIZAÇÃO DO CADERNO DE ESTUDOS E PESQUISA Para facilitar seu estudo, os conteúdos são organizados em unidades, subdivididas em capítulos, de forma didática, objetiva e coerente. Eles serão abordados por meio de textos básicos, com questões para reflexão, entre outros recursos editoriais que visam a tornar sua leitura mais agradável. Ao final, serão indicadas, também, fontes de consulta, para aprofundar os estudos com leituras e pesquisas complementares. A seguir, uma breve descrição dos ícones utilizados na organização dos Cadernos de Estudos e Pesquisa. Provocação Pensamentos inseridos no Caderno, para provocar a reflexão sobre a prática da disciplina. Para refletir Questões inseridas para estimulá-lo a pensar a respeito do assunto proposto. Registre sua visão sem se preocupar com o conteúdo do texto. O importante é verificar seus conhecimentos, suas experiências e seus sentimentos. É fundamental que você reflita sobre as questões propostas. Elas são o ponto de partida de nosso trabalho. Textos para leitura complementar Novos textos, trechos de textos referenciais, conceitos de dicionários, exemplos e sugestões, para lhe apresentar novas visões sobre o tema abordado no texto básico. Sintetizando e enriquecendo nossas informações abc Espaço para você fazer uma síntese dos textos e enriquecê-los com sua contribuição pessoal. 6

7 Sugestão de leituras, filmes, sites e pesquisas Aprofundamento das discussões. Praticando Atividades sugeridas, no decorrer das leituras, com o objetivo pedagógico de fortalecer o processo de aprendizagem. Para (não) finalizar Texto, ao final do Caderno, com a intenção de instigá-lo a prosseguir com a reflexão. Referências Bibliografia consultada na elaboração do Caderno. 7

8 Introdução O presente Caderno de Estudos e Pesquisa foi elaborado com o objetivo de propiciar conhecimento e direcionamento para os estudos em Farmacologia e Cosmetologia. A disciplina visa a oferecer a fundamentação teórica necessária para a prescrição cosmética, considerando a elaboração adequada do prontuário, o veículo, as incompatibilidades, o ph, entre outros aspectos. Cada capítulo foi pensando com base nas horas que você dedica ao trabalho destinado às atividades educativas bem como às práticas desenvolvidas no ambiente universitário. No entanto, você é protagonista da história que estamos construindo, portanto, tenha esse caderno como direção, mas não se limite a ele. A Farmacologia é uma ciência biomédica que estuda o comportamento de moléculas ativas com finalidade de diagnóstico, cura ou tratamento de doenças. A Cosmetologia é uma ciência farmacêutica que estuda o desenvolvimento de produtos para limpar, alterar a aparência, perfumar e/ou corrigir odores corporais. Como integrar essas ciências, a princípio tão antagônicas, para o estudo dos cuidados com condições inestéticas? Basicamente, os conceitos de Farmacologia são aplicáveis em Cosmetologia: os ingredientes cosméticos possuem mecanismos de ação semelhantes aos da pesquisa com fármacos. Conhecimentos de Farmacologia são importantes para uma visão ampliada e segura durante o planejamento da prescrição cosmética, especialmente porque estamos tratando de prontuários individualizados, já que cada paciente é único em suas necessidades estéticas. Tendo em vista que nem sempre a disciplina Farmacologia é ofertada nos cursos superiores da área da saúde, recomenda-se ao estudante que consulte as literaturas referenciadas no fim do Caderno de Estudos para complementar conceitos e visualizar mais exemplos práticos. Bons estudos! Objetivos Estudar os elementos essenciais da Farmacologia Geral com suas bases moleculares. Observar o comportamento das substâncias ativas no organismo. Conhecer os elementos fundamentais de Cosmetologia. 8

9 Elaborar corretamente a prescrição cosmética. Conhecer como funcionam os principais ingredientes cosméticos para vários aspectos inestéticos, suas propriedades químicas e interações. Elaborar formulações individualizadas para cuidados cosméticos. 9

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11 Unidade I Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia

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13 Capítulo 1 Farmacologia geral: conceitos fundamentais e farmacocinética Conceitos fundamentais A Farmacologia é a ciência que estuda os mecanismos de ação das substâncias utilizadas para diagnóstico, tratamento ou cura de doenças, bem como seu comportamento no organismo. Um fármaco é um agente químico que proporciona efeito terapêutico ou preventivo. As formulações que levam fármacos em sua composição são denominadas medicamentos. A expressão tratamento cosmético é erroneamente utilizada entre profissionais do ramo, considerando que apenas os fármacos, nas formulações de medicamentos, são agentes de tratamento de doenças. O termo remédio, por vezes atribuído aos medicamentos, constitui-se, na realidade, qualquer recurso que tenha efeito terapêutico para o paciente. É o caso, por exemplo, das terapias manuais para pessoas estressadas ou depressivas ou um simples banho relaxante. As formas farmacêuticas são as formas como os medicamentos prontos são apresentados aos pacientes. Como exemplo, citamos: formas farmacêuticas sólidas: cápsulas, comprimidos; formas farmacêuticas líquidas: xaropes, suspensões, soluções; formas farmacêuticas semisólidas: géis, cremes, loções, pomadas. Cosméticos podem ser considerados remédios? Cosméticos não possuem finalidade terapêutica, portanto, não são remédios. 13

14 UNIDADE i Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia Farmacocinética visão geral A Farmacocinética é a parte da Farmacologia que estuda o comportamento do organismo em relação ao fármaco, isto é, o que o organismo faz com o fármaco, como ocorre seu processamento em termos de: 1. absorção; 2. metabolização; 3. distribuição; 4. eliminação do organismo. Absorção: é a passagem da substância ativa do local onde foi administrada para a corrente sanguínea, sem que se desintegre. Pode-se dizer que existe absorção de cosméticos, considerando que levam substâncias com comportamento de fármacos, mas não são medicamentos? Novamente, como os cosméticos não possuem ação terapêutica, não são absorvidos pela pele. Outro aspecto importante é que as moléculas ativas geralmente são muito grandes para passar pela pele. Metabolização: consiste em um conjunto de reações químicas que tornam a molécula realmente ativa e/ ou mais facilmente absorvida, geralmente conferindo-lhe hidrossolubilidade. Como estudaremos os cosméticos de uso interno, torna-se relevante abordar alguns aspectos sobre o metabolismo hepático: 1. O fígado possui uma rede de processamento de substâncias que chegam até ele via circulação, feito pelo sistema de enzimas do tipo mono-oxigenases, do citocromo P450. Essas enzimas podem sofrer aumento da atividade através do aumento do número de enzimas, o que chamamos de indução. Este efeito pode ou não causar toxicidade, a depender da substância que está sendo processada. 2. O fígado também é responsável pelo efeito de primeira passagem: alguns fármacos sofrem metabolização tão extensa que a quatidade que chega na corrente sanguínea acaba sendo muito menor que a quantidade administrada e absorvida. O efeito de primeira passagem é um evento positivo ou negativo? Em que situações é positivo ou negativo? Eliminação: É a saída dos fármacos do organismo. Geralmente analisa-se a eliminação em termos de Clearance, que é o volume de plasma sanguíneo livre do fármaco por unidade de tempo. 14

15 Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia UNIDADE i Distribuição: é a passagem da substância ativa da corrente sanguínea para os tecidos que são os locais de ação dos fármacos. Exemplo: produtos para dor de cabeça vão agir na vascularização do sistema nervoso central. Chamamos de biodisponibilidade a estimativa da velocidade e tempo gasto para uma molécula chegar na corrente sanguínea, bem como qual a quantidade disponível. Alguns fármacos podem se acumular no tecido adiposo, nos ossos, dentes, olhos, atravessar a barreira hematoencefálica (que proteje o sistema nervoso central de substâncias circulantes) e, no caso das gestantes, podem atravessar a barreira placentária. Por isso, todo cuidado é pouco na selecção de fármacos para administração em qualquer tipo de paciente. Pesquise o que são pró-fármacos e qual a vantagem deste tipo de molécula sobre os fármacos comuns. São fatores que influenciam o sucesso terapêutico: forma farmacêutica administrada; como ocorreu a administração (via oral, via tópica, injetável intramuscular, intravenosa etc.); forma de movimento do fármaco no organismo. A forma de movimento do fármaco no organismo está relacionada ao modo como a molécula ativa entra na célula. São os três movimentos principais: 1. difusão (passagem) simples direta pela membrana, sem gasto de energia na forma de ATP, comum para moléculas lipossolúveis; 2. difusão facilitada por canais iônicos (canais formados por proteínas carreadoras que levam a molécula de fora para dentro da célula), sem gasto de energia; 3. transporte ativo através de canais proteicos, com gasto de energia. 15

16 Capítulo 2 Farmacodinâmica A Farmacodinâmica é a parte da Farmacologia que estuda o mecanismo de ação do fármaco, isto é, quais modificações gera no organismo, como, por que e quando ocorrem. Os fármacos agem no organismo através de interações com elementos que chamamos de alvos. Um alvo consiste no local específico, em nível molecular, onde o fármaco irá agir. Os principais alvos são: enzimas (podem ser inibidas ou ter sua atividade aumentada); moléculas transportadoras (podem ser bloqueadas ou ter sua atividade aumentada); canais iônicos (podem ser abertos ou fechados); receptores específicos: locais de ligação de substâncias endógenas onde fármacos com estrutura química semelhante às substâncias endógenas se ligam. Quanto à ação nos receptores, pode ocorrer ligação do fármaco para simular o efeito de uma substância endógena, no intuito de aumentar o efeito fisiológico causado por esta, ativando o receptor e cascatas de sinalização dentro da célula. A estes fármacos dá-se o nome de agonista. Exemplo: O corpo libera naturalmente adrenalina na corrente sanguínea, que se liga a seus receptores específicos em determinados órgãos. Existem moléculas para o tratamento da asma, por exemplo, que possuem estrutura semelhante à da adrenalina, para ligar-se aos mesmos receptores apenas nas vias aéreas e ativá-los, causando dilatação para maior passagem de ar. O sinergismo entre fármacos acontece quando duas ou mais moléculas, quando associadas na administração, potencializam um único efeito, por mecanismos semelhantes ou diferentes. Exemplos em cosmetologia: controladores de oleosidade e adstringentes, quando associados, favorecem a eliminação de comedões, no tratamento da acne. Os fármacos que se ligam a um receptor para bloquear a ação das substâncias endógenas são chamados de antagonistas. Exemplo: Existem moléculas semelhantes à adrenalina que se ligam aos receptores para adrenalina no coração, visando reduzir a frequência cardíaca e a força de contração, no intuito de controlar a pressão arterial: sem a ligação de adrenalina, o coração não recebe estímulo para fazer mais força /contrações que o necessário, o que colabora para o abaixamento da pressão arterial. 16

17 Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia UNIDADE i Natureza da atividade farmacológica: são diferenças existentes para receptores de ação reguladora sobre funções fisiológicas. São classificadas em: antagonismo competitivo: quando duas substâncias disputam a ligação pelo mesmo alvo. Vence a que tiver o melhor perfil químico para se ligar ao alvo; antagonismo químico: ocorre alteração da estrutura química de um fármaco, o que causa perda da função original; antagonismo fisiológico: ocorre alteração da função de um fármaco por outro, sem alteração da estrutura química; antagonismo farmacocinético: ocorre alteração dos parâmetros farmacocinéticos (absorção, metabolismo, distribuição, excreção) de um fármaco por outro. Como prevenir erros de prescrição conhecendo a natureza da atividade farmacológica das substâncias? Se duas ou mais substâncias apresentam qualquer tipo de antagonismo, não devem, portanto, ser associadas na mesma formulação nem administradas simultaneamente. Quando um fármaco é administrado de maneira contínua ou repetida (não necessariamente por erros de medicação), existe o risco de desenvolvimento de taquifilaxia, que é a perda do efeito do fármaco por alterações causadas ou mesmo perda dos alvos no organismo. Diferentemente desta condição, enquadra-se o conceito de adaptação fisiológica, que é a redução do efeito de um fármaco por respostas do organismo que tendem à condição de homeostase, o que gera tolerância ao fármaco. Como aplicar estes conceitos de farmacodinâmica em cosmetologia? 17

18 Capítulo 3 Mediadores inflamatórios O processo inflamatório é uma resposta do organismo que se inicia nos vasos sanguíneos em direção aos tecidos quando há lesão por qualquer agente etiológico. A finalidade da inflamação é proteger o organismo através de mecanismos para destruição e eliminação do agente etiológico, além de reparar a área afetada. Desta forma, pode-se entender que existem diversos tipos e intensidades de inflamação, variando o agente e a área afetada. Quando são exagerados, os processos inflamatórios causam doenças como processos dolorosos, alergias, autoimunidades e destruição tecidual. O controle da inflamação, atualmente, é feito principalmente com anti-inflamatórios não esteroidais e corticoterapia, a depender do caso. Não existe uma sequência exata estrita para os eventos da inflamação, isto é, as etapas podem ocorrer simultaneamente, porém, três fases principais podem ser identificadas: 1. Fase aguda de fenômenos vasculares: ocorre vasodilatação, aumento do fluxo sanguíneo e da permeabilidade vascular, com extravasamento de proteínas e outras biomoléculas. 2. Fase tardia: ocorre infiltração de células do sistema imune como neutrófilos e outros fagócitos por diapedese e migração dessas células para o local da inflamação, para captura e destruição do agente causador da inflamação. 3. Fase de degeneração tecidual com fibrose. O conhecimento das principais substâncias envolvidas na inflamação torna-se importante para os estudos de farmacologia e cosmetologia, considerando que, conhecendo como mediam os processos inflamatórios, pode-se planejar melhor os cuidados cosméticos para diversas condições inestéticas associadas à inflamação, como a acne e as cicatrizes. Os mediadores da inflamação são os responsáveis pelo caráter considerado uniforme dos processos inflamatórios, não importando se o agente etiológico é uma bactéria, um corpo estranho, radiação etc. Como pode existir diferentes tipos de inflamação se o processo é uniforme, considerando que os mediadores envolvidos são geralmente os mesmos? 18 A depender da doença (ex.: alergias, neoplasias malignas, psoríase), apesar dos mediadores serem quimicamente semelhantes, as associações fisiologicamente programadas variam, inclusive em quantidade.

19 Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia UNIDADE i Principais mediadores dos processos inflamatórios: Histamina: encontrada pré-formada na maioria dos tecidos corporais, tem sua ação condicionada aos receptores onde se liga, a saber: Receptores H1 (várias regiões corporais): contração da musculatura lisa, brônquios, bronquíolos; edema, eritema, prurido, aumento da secreção de muco e da permeabilidade de capilares; indução de vômito. Receptores H2 (estômago): estimula a secreção de suco gástrico. TXA2 (Trombxano A2): faz vasoconstrição e estimula a agregação plaquetária. PAF (Fator de Agregação Plaquetária): estimula a agregação plaquetária, é vasodilatador, aumenta a permeabilidade vascular e tem ação quimiotática (atração) de células imunológicas para o local da inflamação. Bradicinina: ação vasodiltadora, aumenta a permeabilidade vascular, estimula a contração do intestino. Em que situações, ao se tratar de inflamação, é importante que haja contração do intestino? Em casos onde há parasitoses intestinais envolvidas, a contração do intestino é importante para a eliminação do parasita nas fezes. Prostaglandinas PGE2: reduz o limiar da nocicepção, tem ação sinérgica com substâncias que causam dor por estimulação das terminações nervosas, causa febre e broncoconstrição. PGI2: tem ação vasodilatadora e antiagregação plaquetária. Leucotrienos LTB4 (Leucotrieno B4): promove adesão, ativação e proliferação de células imunológicas. LTC4 (Leucotrieno C4): broncoconstritor. LTD4 (Leucotrieno D4): vasodilatador. LTE4 (Leucotrieno E4): vasoconstritor. 19

20 UNIDADE i Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia Como o organismo organiza o processo inflamatório considerando que alguns mediadores possuem ações antagônicas? A organização é regida pela programação do sistema imune; quando há falhas no controle da imunidade, podem ocorrer doenças como as autoimunidades. Pesquise nos tratados de imunologia os detalhes sobre as células e as substâncias de origem imunológica envolvidas na inflamação. Você verá que é um processo fascinante, apesar de complexo. 20

21 Capítulo 4 Conceitos fundamentais em cosmetologia Cosméticos: formulações constituídas por substâncias naturais ou sintéticas para uso externo (cabelo, pele, unhas, lábios, dentes e mucosa da cavidade oral) com finalidade exclusiva de limpar, alterar a aparência, perfumar e/ou corrigir odores corporais, para proteger a pele ou mantê-la em bom estado (sadia). Cosmecêuticos: termo não reconhecido pela Anvisa nem pelos órgãos regulatórios de produtos cosméticos e farmacêuticos internacionais. Indica cosméticos cujas fórmulas possuem propriedades terapêuticas associadas, sendo usados nos tratamentos cosméticos. São produtos para acne, caspa, esmalte para micoses etc. Grau de risco I: produtos isentos de registro do Ministério da Saúde, oferecendo riscos mínimos ao usuário. Ex: shampoos/condicionadores comuns, hidratantes etc. Grau de risco II: produtos que devem ter segurança e eficácia comprovadas, além do registro no Ministério da Saúde. Ex: produtos para acne, despigmentantes, anticaspa, para micoses, para área dos olhos, filtros solares, para uso nas mucosas (como as soluções para bochechos) e produtos de uso infantil. Cosméticos naturais: estendem seus efeitos para todo o organismo. As fases oleosas são feitas com ceras e esqualeno naturais, além da lanolina e ésteres, fosfolipídios derivados biológicos. Não são usados produtos sintéticos nem conservantes sintéticos. Os ativos são todos naturais. Ex.: blend (mistura) de óleos naturais. Produtos orgânicos: produtos com certificação diferencial conferida por órgão competente (como o EcoCERT), cuja formulação não leva itens sintéticos como silicones, fragrâncias, polietilenoglicol (PEG), corantes, derivados do petróleo nem produtos de origem animal. Todos os componentes da fórmula são exclusivamente naturais e seguem rígidos padrões de produção (sem agrotóxicos, processamento em indústrias de padrão trabalhista ouro etc.) sendo, portanto, certificados. Não são feitos testes em animais. No mínimo, 95% dos produtos envolvidos (e a empresa) devem ser certificados. Os produtos são livres de metais pesados, toxinas e OGM (organismos geneticamente modificados os transgênicos). 21

22 . UNIDADE i Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia Atenção: Cosméticos tradicionais podem ter ingredientes naturais. Vias de penetração da pele e de hidratação É fundamental diferenciar: óstio: local de saída da secreção gerada pela glândula sebácea e dos pelos. poro: local de saída de glândula sudorípara. São vias de penetração dos princípios ativos na pele: transdérmica: substâncias de baixo peso molecular, caráter anfótero (isto é, são hidrossolúveis e lipossolúveis), passam pela pele e caem na corrente sanguínea. Uso exclusivo de medicamentos. transfolicular: passam entre o folículo piloso e a papila dérmica. Área com pouco pelo (especialmente idosos), tem hidratação mais difícil, por deficiência neste mecanismo, já que o folículo fica obstruído. transcelular: por difusão, os ativos passam de uma célula para a outra. Ocorre principalmente com ativos lipofílicos. O ph alcalino aumenta emoliência da pele por clivagem da queratina da camada córnea; por isso, o caráter alcalino tem maior permeabilidade da pele, um fator de risco para uso do produtos. A importância da hidratação A redução da espessura da pele e do tecido subcutâneo, por ação química e/ou ambiental, são os principais mecanismos de desidratação, além da nutrição inadequada. A perda de água transepidermal, entendida como a evaporação da água dos tecidos mais profundos até a epiderme, ocorre naturalmente na pele, até mesmo para regulação de temperatura corporal. É importante que qualquer produto cosmético possa proporcionar hidratação, para garantir a integridade do tecido e para que o ativo exerça sua função corretamente. São vias de restauração da hidratação da pele por cosméticos: oclusão: os poros são obstruídos e a água da pele não evapora. umectação: são usados ativos higroscópicos para reduzir a volatização da água da superfície da pele. 22

23 restauração: feita através de elementos originais da pele como proteínas (hidrolizados para maior absorção), colágeno, carboidratos e lipídeos que são inseridos nas fórmulas. Também podem ter filtro solar. Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia UNIDADE i Formas de apresentação dos cosméticos (variações de veículos) Cremes: são emulsões óleo/água ou água/óleo de boa consistência (maior viscosidade). Loções: microemulsões de baixa ou média viscosidade. Géis: redes poliméricas hidratáveis (natrosol, carbopol, aristoflex, pemulen, sepigel, etc.) de boa consistência em geral. São os veículos mais escolhidos para peles oleosas. Leites: microemulsões de pouca viscosidade, para limpeza de pele. Tônicos: soluções vasodilatadoras, refrescantes, rubefacientes e cicatrizantes. São próprias para recuperar a nutrição, ph e tônus da pele (izotonizantes). Finalizam a etapa de limpeza. Sticks: preparações sólidas de ácidos graxos e álcool etílico, solidificados por estearato de sódio. Podem ser hidratantes, despigmentantes etc. Óleos: preparações de origem vegetal/animal, líquidos à temperatura ambiente. Sabonetes: líquidos, glicerinados, barra (tradicionais), shower gel, esfoliantes, antissépticos (íntimos). Shampoos: De ph alcalino, podem ser: hidratantes, anticaspa, antiresíduos, infantis, antiqueda etc. Conceitos de Química ph: índice de acidez tolerado por áreas corporais ou substâncias ativas. Varia de 0 a 14, sendo que até 7 o ph é ácido, em 7 é neutro e de 7 a 14 é alcalino ou básico. O ph das diferentes áreas corporais está no quadro a seguir. 23

24 UNIDADE i Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia Quadro 1 faixas de ph do corpo axilas 6,3 a 6,5 costas 4,5 a 4,8 cabelo 4,5 a 4,7 coxas 6 a 6,1 mãos 4,3 a 4,6 nádegas 6,4 a 6,5 pés 7 a 7,2 face 4 a 4,8 seios 6 a 6,2 tornozelos 5,9 a 6,1 Fonte: BATISTUZZO, Conhecer o ph das diferentes áreas corporais é fundamental para a escolha do cosmético: produtos muito ácidos ou muito alcalinos podem causar danos sérios às áreas onde são aplicados, como queimaduras e lesões. Além disso, observar o ph das substâncias é fundamental para que possam ser associadas sem que hajam incompatibilidades. Solubilidade: capacidade de uma substância se dissolver na presença de outra. Podem ser classificadas em: insolúveis (caráter hidrofílico/fábico), pouco solúveis, livremente solúvel, solúvel. Fotossensibilidade: característica das substâncias que podem ser alteradas/ inativadas pela luz. Higroscopicidade: capacidade de uma substância agregar água para sua estrutura. Ex.: as substâncias com sódio (Na +2 ). Porque certos produtos cosméticos importados mudam de aspecto/odor quando chegam ao Brasil? Produtos fabricados na França, por exemplo, são planejados para serem estáveis nas condições climáticas locais. Trazer estes produtos para zonas climáticas diferentes implica provável perda da estabilidade. Os 16 tipos de pele Adequação de produtos cosméticos às necessidades individuais Leslie Baumann, 2006 (The Skin Type Solution) Atualmente, além da classificação tradicional dos fototipos de pele conforme Fitzpatrick, a classificação da pele em 16 tipos, definida em 2006 pela dermatologista norte-americana Leslie Baumann, tem sido amplamente divulgada e utilizada, já que fornece outros critérios de seleção como tendência a ruborização e descamação. 24

25 Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia UNIDADE i 1. Pele oleosa, sensível, não pigmentada com tendência a rugas Apresenta poros dilatados e rugas precoces por ter camada fina; não bronzeia, mas queima. Fotoproteção constante/creme oil-free ou gel. Usar anti-inflamatórios e calmantes suaves (evitar corticoides) em todos os produtos. Ex: extratos glicólicos de camomila, calêndula, alfabisabolol. Evitar usar chá verde e zinco (pelo forte sinergismo para ação secativa) e vitamina C (pela tendência à rugas). São ativos para absorver a oleosidade excessiva: sebonormine, silica shells (anti-oil spheres), matipure. Usar clareadores com ph mais próximo de Pele oleosa, sensível, não pigmentada e firme Poros não muito dilatados, vascularização aparente e fácil ruborização, com descamações. fotoproteção constante: loção/creme oil-free ou gel. Usar anti-inflamatórios e calmantes suaves (evitar corticoides). Chá verde e zinco: podem ser usados para efeito secativo associado, silicatos em caso de extrema oleosidade, nas primeiras semanas de tratamento. Evitar o uso de DMAE. 3. Pele oleosa, sensível, pigmentada e propensa a rugas Pode apresentar acne e dermatites fortes. Bronzeia fácil, com rugas precoces por ter camada fina. Manchas são comuns. Usar filtro solar físico (óxido de zinco/dióxido de titânio). Tensores: elastinol+r, Lys-lastine. Evitar chá verde/zinco/vitamina C (sensibilidade da pele/propensão às rugas). Clareadores: usar os com ph próximo a Pele oleosa, sensível, pigmentada e firme Pode apresentar acne e processos inflamatórios muito fortes. Muitas reações alérgicas, possíveis sardas. Manchas mais resistentes aos tratamentos. Usar: ácido kógico, ácido salicílico, microesponjas de retinol. Chá verde, zinco, vitamina C: podem ser usados junto com glucans. FPS em gel creme/creme oil-free. 25

26 UNIDADE i Introdução à Farmacologia e à Cosmetologia 5. Pele oleosa, resistente, pigmentada e propensa a rugas Aparência lustrosa, poros dilatados, acne rara. FPS em creme oil free. Usar coenzima Q10 e lipossomas hidratantes, DMAE, ácido glicólico, microesponjas de retinol. Usar silicatos com zinco para reduzir a oleosidade. 6. Pele oleosa, resistente, pigmentada e firme Poucas rugas e acne, mais comuns em negros. Em peles claras: sardas e manchas. Usar chá verde, zinco, vitamina C e silicatos. FPS em gel. Despigmentante: azeloglicina. 7. Pele oleosa, resistente, não pigmentada e propensa a rugas Brilho moderado, pouca acne, rugas precoces. Tensor: argireline, elastinol + Hidratar mais à noite. Esfoliar pelo menos 2 vezes por semana. 8. Pele oleosa, resistente, não pigmentada e firme Dificilmente bronzeia. Manchas, vermelhidão ou resecamento raros. Peeling de ácido salicílico mensal: controle rápido da oleosidade (até 3 vezes ao mês). Esfoliação com ácido glicólico ou salicílico. 9. Pele seca, sensível, pigmentada e propensa a rugas Fina e seca, descama e tem alta frequência de inflamações. Evitar adstringentes/esfoliantes. Dispigmentantes: usar Ph mais próximo do neutro. Se ácidos, usar o glicólico/lático com glicirenídeos em creme e em alternados (camadas finas). 10. Pele seca, sensível, pigmentada e firme Mãos secas, manchas ásperas e grosseiras no rosto e pescoço. Alergias e descamações frequentes. 26

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