III SEMINÁRIO INTERNACIONAL VIOLÊNCIA E CONFLITOS SOCIAIS: ILEGALISMOS E LUGARES MORAIS

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1 III SEMINÁRIO INTERNACIONAL VIOLÊNCIA E CONFLITOS SOCIAIS: ILEGALISMOS E LUGARES MORAIS 6 a 09 de dezembro de 2011, Laboratório de Estudos da Violência, UFC, Fortaleza-CE Grupo de Trabalho (09) Narrativas e Imaginários sobre as Violências e suas Vítimas NARRATIVAS SEM SOM: SUJEITOS SURDOS E SUAS TRAJETÓRIAS ESTIGMATIZADAS EUDENIA MAGALHÃES BARROS UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ

2 Narrativas sem som: Sujeitos Surdos e suas trajetórias estigmatizadas Desde a Antiguidade, a sociedade compreende que qualquer deficiência física ou mental danifica o status do indivíduo, sendo ele classificado como inferior e inútil, excluído, portanto, das atividades sociais. O estigma define o sujeito como menor em relação aos demais indivíduos da sociedade. (GOFFMAN, 1982, p.13). No caso do sujeito surdo, este se encontra a mercê de estigmas referentes a abominações do corpo e a deformidades físicas; o fato de não possuir a audição o desclassifica diante dos que a possuem, gerando uma relação de desvantagem para esses sujeitos. Através dos depoimentos de sujeitos surdos que foram coletados para a pesquisa sobre a história da Associação de Surdos do Ceará ASCE realizada no período de março a junho de 2010, a relação de subalternidade entre surdos e ouvintes se mostrou bastante evidente. O indivíduo que nasceu com surdez nasceu incompleto, com defeito, e de acordo com os parâmetros da normalidade biológica e social, esse indivíduo não está em condições de ser útil para a sociedade. Portanto, na maioria das vezes ele é automaticamente colocado à margem das possibilidades de interagir com o meio. Outro fator que dificulta a interação entre surdos e ouvintes é a própria característica de seu estigma: a impossibilidade de ouvir e comunicar-se oralmente. Sendo através da linguagem que o indivíduo constrói as suas estruturas básicas de pensamento (VYGOTSKY, 1989 apud DIZEU e CAPORALI, 2005, p. 586), a criança Surda tem dificuldade de construir uma linha de pensamento lógico, diferenciando-se das crianças ouvintes, que através da audição terá recursos para sua inserção no processo dialógico de sua comunidade, trocando idéias, sentimentos, compreendendo o que se passa em seu meio. [...] No caso de crianças surdas, filhas de pais ouvintes, esse processo não irá acontecer naturalmente, já que as modalidades lingüísticas utilizadas nas interações mãe-criança não são facilmente aderidas por essas crianças. (DIZEU e CAPORALI, 2005, p. 587 e 588)

3 No caso dos surdos entrevistados, foi identificada essa mesma dificuldade de encaixar-se no mundo. Os significados das coisas ao seu redor pareciam desconexos, os acontecimentos pareciam não ter uma ordem lógica. A própria percepção do eu era desconexa de um mundo compreendido somente por imagens silenciosas. Durante uma das entrevistas, uma surda, Nilze Mary, foi perguntada sobre quais tinham sido as suas experiências passadas que a levaram a se integrar na ASCE, e ela conta o que achava de si antes de entrar na Associação: [Eu] não tinha noção de muita coisa, nem sobre o mundo nem sobre mim mesma, sobre a minha pessoa, minha essência, era como se eu vivesse sem sentido. [...] Passei a infância toda sem me expressar, reprimida nos meus pensamentos e as informações eram obscuras. (Nilze Mary, Surda, 48 anos, bibliotecária) A inexistência do eu apagou muitos fatos da infância dela. A precariedade de comunicação através de tentativas frustrantes de interação deixou uma lacuna parte da trajetória dessa mulher, e todos os fatos que aconteceram nesse período não tiveram pouquíssima relevância: [...] porque passei toda infância sem noção do mundo, e de fato não me lembro de nenhum fato importante antes da LIBRAS... Lembro, sim, de algumas coisas que observava quando minha irmã falava por volta dos onze ou doze anos, mas antes disso o que houve?...nada. (a mesma) Através do que ela afirma, a ausência de uma língua a faz menos ciente das coisas ao seu redor, e a aquisição da LIBRAS se tornou uma ferramenta na construção de sua personalidade e na fixação dos acontecimentos na sua memória. Porém, nessa construção da personalidade, no primeiro momento da vida de um surdo 1, a família é a primeira instância que influenciará na construção do pensamento sobre si e seu papel na sociedade. Então, dependendo do comportamento que a família terá em relação ao indivíduo que nasceu ou adquiriu a surdez muito jovem, a construção dos parâmetros 1 Nesse momento, me refiro especificamente aos casos em que o surdo nasce de pais ouvintes.

4 identitarios feitos pelo surdo é baseada nos padrões que a sociedade normal define, no caso, na identidade social virtual (GOFFMAN, 1982). O estigma é atribuído ao indivíduo quando a sua identidade social virtual é de alguma maneira discrepante da identidade social real, ou seja, quando a imagem-padrão que a sociedade constrói chega a ser deformada por uma característica real do indivíduo, e não atinge as expectativas que a identidade virtual gera. Significa dizer que estigma é um atributo profundamente depreciativo, [...] um tipo especial de relação entre atributo e estereótipo (GOFFMAN, 1982) Por isso que, de acordo com alguns relatos coletados, o surdo quando aderia ao ponto de vista de que a surdez era uma doença e motivo de ojeriza, ele mesmo se sentia pressionado e tentava de todas as formas esconder a sua incapacidade. Os contatos mistos fortaleciam essas reações, pois o indivíduo surdo, ao lado de pessoas ouvintes, era notado facilmente pela sociedade, o que lhe causava transtornos. A surda Vanessa Vidal, 26 anos, relata a sua situação entre os ouvintes: [...] antes disso (de entrar na ASCE) eu era insegura, envergonhada, sem autonomia, não sabia me impor na sociedade e nem sabia sobre identidade surda, cultura etc. Quando usava aparelho, procurava de todas as maneiras esconder que era surda porque eu não queria ser surda, eu não queria usar aparelho auditivo e quando as pessoas me perguntavam sobre a minha surdez eu negava, desconversava e fugia daquela situação e tudo isso me prendia. (Vanessa Vidal, Surda, 26 anos, modelo e funcionária pública) A percepção que o próprio indivíduo estigmatizado tem de si é, geralmente, a percepção construída pelo restante da sociedade, responsável pela constituição da identidade virtual, e durante sua trajetória incorporada pelo indivíduo, e a partir disso, o seu próprio estigma se torna motivo de vergonha para si. Para as pessoas normais, a identidade real do indivíduo estigmatizado se torna motivo de ojeriza, zombaria e preconceito. Percebe-se que nessa fala, o próprio sujeito surdo admite ter sido motivo de zombaria na tentativa de comunicar-se oralmente:

5 Eu nunca oralizei bem... lembro de ter pronunciado uma vez uma palavra correta; as vezes que tinha contato com ouvintes, a comunicação era incompleta porque não entendia o que era dito pela rapidez com que os ouvintes falavam. As pessoas me achavam engraçado, mas na verdade eu não entendia nada o que elas diziam. (Raniere Almeida, Surdo, 35 anos, arquivista) A dificuldade de comunicação entre a família e o sujeito surdo gerava interpretações errôneas sobre suas condições mentais. Por não conseguir se expressar oralmente, o surdo era visto como se possuísse algum retardo metal, e também considerado preguiçoso e incapaz. Assim como Goffman afirma que o estigma tende a ocultar as outras capacidades do indivíduo, os surdos se percebiam culpados pelo seu desconhecimento acerca dos assuntos que lhe eram transmitidos: [...] eu lembro que minha mãe me mandava estudar e eu nem ligava [...] Antes ficava pensando porque não gostava de estudar... Ora! Por causa dos métodos que fui inserida. Chegava à sala de aula, o professor falava e eu não entendia nada, só copiava (o que não compreendia), e ele ficava escrevendo na lousa e eu olhando pro nada, pois as palavras não faziam sentido pra mim. (Nilze Mary, Surda, 48 anos, bibliotecária) Grifo meu. Nilze Mary nasceu em uma família de ouvintes, sem outros casos de surdez entre os parentes. Sua infância foi difícil, pois seus pais não possuíam experiência e conhecimento em relação à educação e comunicação com pessoas surdas. No meu caso [...] cresci no interior, e com a minha família a comunicação não existia; as tentativas de comunicação eram sempre por via oral e era assim: eles falavam e não entendia e eu falava e eles não entendiam; a comunicação era incompleta. (a mesma) No caso de Vilaneide Borges, 40 anos, ela nasceu com surdez profunda, sem nenhum resquício auditivo. Por isso nunca conseguiu aprender a falar ou balbuciar as palavras, como no caso de Ranieri, e em relação a isso ela nos conta: Eu nunca fui oralizada, desde a minha infância minha família quando

6 tentava me ensinar a falar, eu desconsiderava e continuava usando meus gestos caseiros. Estes gestos caseiros a que ela se refere é a primeira forma de comunicação entre a criança surda e os pais ouvintes, pois como família não tem o conhecimento da língua de sinais, a forma de comunicar-se é desenvolvida por gestos que somente são entendidos pelos familiares e o sujeito surdo. Na história do surgimento da língua de sinais, os gestos caseiros foram bastante importantes para desenvolver a estrutura léxico-gramatical. Em outro depoimento também foi evidenciada a dificuldade que o indivíduo surdo tem em participar dos processos sociais: Comigo também foi assim, a comunicação com os familiares era confusa, quando nós íamos à missa, eu não entendia o que significava e a relação com meus primos era somente durante as brincadeiras. [...] E eu vejo que antes disso (de entrar na ASCE) eu não me interessava em nada, nem nos estudos e nem nas atividades sociais porque não tinham sentido, mesmo que minha família brigasse comigo aquilo não adiantava porque eu não entendia as orientações que me eram passadas. (Willer Cysne, Surdo, 44anos, professor de LIBRAS) Em algumas falas, percebe-se que havia um desejo de interação, porém sufocado pela impossibilidade de comunicação. Esses surdos, em um determinado período de suas trajetórias, se viam solitários e isolados do mundo. Vanessa Vidal fala que durante muito tempo da sua infância e adolescência, se sentiu sozinha, pois sua comunicação era restrita, apesar de ter sido oralizada e utilizar aparelho auditivo. Compreende-se que, devido ao isolamento espacial dos indivíduos surdos, as suas outras habilidades foram sufocadas pelo fato de possuírem deficiência auditiva. Como exemplo disso, Ronaldo José, 48 anos comenta: Aos nove anos conheci o Paulo (surdo) que sempre me chamava para encontrar outros surdos e usar a língua de sinais clandestinamente, porque na época minha família proibia o uso da língua de sinais e me obrigavam a falar, mas com a reprovação da minha mãe eu ia e através dele fiquei sabendo que no ICES

7 funcionava um grupo de surdos. (Ronaldo José, 48 anos, Surdo, vendedor) Alguns dos fatos que começam a transformar essa auto-imagem desacreditada é o conhecimento da existência e encontro com os seus iguais. Nesta pesquisa, um dos fatores primordiais para a formação de uma associação de pessoas surdas no foi a possibilidade de encontro entre pessoas que tiveram experiências de vida semelhantes devido sua condição física. O espelho de si reforçou o crescimento da auto-estima desses surdos, e aos poucos a auto-concepção de inferioridade e incapacidade foi sendo transformada. Os surdos que conviviam com ouvintes tinham uma percepção de si como sendo menos capacitados; em contrapartida, havia uma sensação de bem-estar e identificação no momento em que ele se relacionava com outros surdos. Nilze Mary explicita a importância das reuniões entre pessoas surdas: [...] a ASCE é o espaço para que esses preconceitos sejam quebrados através do convívio com seus pares e da troca de experiências. [...] Quando o surdo participa da ASCE pode compartilhar em igualdade suas experiências, conhecer e identificar as identidades existentes e toda a diversidade de surdos que há na associação e na sociedade como um todo, e assim, compreender as particularidades dos outros e as suas também. (Nilze Mary, Surda, 48 anos, bibliotecária) Entende-se por igual o sujeito que reflete o estigma; ele é o espelho, ou seja, é aquele que traz consigo o mesmo fardo que outros indivíduos estigmatizados. No caso, o surdo identifica seu igual devido à surdez, mas essa classificação não leva em consideração outras características identitárias como classe social, idade, escolaridade, grau de surdez, etc. O sujeito igual é considerado como tal pelo fato de possuir a característica básica de identificação do estigma; ninguém melhor do que o seu semelhante para compreender o sofrimento e o fardo da sua situação. Goffman fala a respeito da formação de grupos entre iguais:

8 Sabendo por experiência própria o que se sente quando se tem este estigma em particular, algumas delas podem instruí-lo quanto aos artifícios da relação e fornecer-lhe um círculo de lamentação no qual ele possa refugiar-se em busca de apoio moral e do aceito como uma criatura que realmente é igual a qualquer outra normal. (GOFFMAN, 1982, p.29) Para esta pesquisa, no entanto, alguns dados divergem com as formulações de Goffman no que tange aos motivos da fundação da Associação; não foi evidenciada nos discursos alguma prática que se assemelhasse com círculos de lamentação ; aos sábados, dias que ocorrem as reuniões semanais, o clima dos encontros são descontraídos e divertidos. Geralmente, alguns surdos estão jogando sinuca, outros lanchando e conversando. Nas primeiras visitas realizadas, as cenas encontradas foram: televisor ligado com o sistema close caption 2 ativado; em outro compartimento, um aparelho de som tocando em alto volume músicas de swingueira, e funcionários de uma operadora de telefonia em outro espaço com um quiosque de venda de celulares e planos telefônicos. Situações opostas também foram encontradas nas trajetórias desses surdos; pode acontecer de o encontro com pessoas que possuem o mesmo estigma acarrete um desconforto interior. De acordo com os estudos de Goffman, A presença próxima de normais provavelmente reforçará a revisão entre auto-exigência e ego, mas na verdade o auto-ódio e a autodepreciação podem ocorrer quando somente ele e um espelho estão frente a frente. (GOFFMAN, 1982, p.17) No depoimento da Vanessa Vidal, essa situação de autodepreciação é percebida, e se deu a partir do encontro com outros surdos. O sentimento de vergonha por causa da sua surdez se intensificou quando visitou pela primeira vez a Associação: 2 Também conhecido como legenda oculta, é um sistema de transmissão de legendas via sinal de televisão.

9 [...] de fato, o primeiro contato não foi muito bom, não me senti bem, pois os surdos que estavam lá eram diferentes do que estava acostumada a conviver na escola e, portanto, me afastei. (Vanessa Vidal, Surda, 26 anos, modelo e funcionária pública) Grifo meu. Com o passar do tempo, Vanessa sentiu a necessidade de estar junto a seus amigos e curiosidade por pessoas que se pareciam com ela. [...] depois de um tempo comecei a sentir saudades de alguns amigos da escola e pensei aonde poderia encontrá-los. Ai então lembrei que meus amigos da escola participavam da ASCE, então eu retornei para manter contato com eles. (a mesma) Segundo Moura (2000), a história de muitos é também uma história muito particular, como os indivíduos o são, no viver de suas histórias e na construção de suas identidades. 3 Portanto, percebeu-se que, através dos breves depoimentos sobre a trajetória individual dos surdos dessa associação, que há certa recorrência de fatos, conduzindo às carreiras morais bastante semelhantes, sendo um dos motivos pelo qual esses surdos tomaram a escolha de se associarem em um grupo de iguais, no caso, a ASCE. Percebeu-se que os indivíduos surdos eram estigmatizados e se sentiam excluídos da sociedade, contudo, notou-se também o surgimento de um desejo de estar com seus semelhantes; foi a partir do momento em que esses surdos tiveram a oportunidade de se conhecerem que surgiu um princípio de organização grupal, e a escolha de um local onde eles se sentissem à vontade, livres do preconceito e da ojeriza de alguns ouvintes. As trajetórias individuais desses surdos e de outros mais se cruzaram em um dado momento da história, enlaçadas pelo estigma da surdez, proporcionando a criação de uma entidade que atendesse a algumas de suas vontades, dentre elas principalmente a comunicação e a interação em grupo. 3 MOURA, p. 109

10 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DIZEU, Liliane Correia Toscano de Brito. CAPORALI, Sueli Aparecida. A Língua de Sinais constituindo o Surdo como Sujeito. Educação e Sociedade, Campinas, vol. 26, n. 91, p , Maio/Ago Disponível em: < Acesso em: 10 de dezembro de FRIZANCO, Mary L. E. HONORA Márcia. Livro ilustrado de Língua Brasileira de Sinais: Desvendando a comunicação usada pelas pessoas com surdez. Ciranda Cultural, LEITÃO, Vanda Magalhães. Instituições, Campanhas e Lutas: História da Educação Especial no Ceará. Fortaleza: Edições UFC, GOFFMAN, Erving. Estigma: notas sobre a manipulação da identidade deteriorada. 4.ed. Rio de Janeiro: Zahar, MOURA, Maria Cecília. O Surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter, RAMOS, Clélia Regina. LIBRAS: A língua de Sinais dos Surdos brasileiros. Disponível em: Data de acesso: 03 de junho REILY, Lucia. O papel da Igreja nos primórdios da educação dos Surdos. Revista brasileira de Educação. Maio-agosto, ano/vol. 12. N.035. Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação, São Paulo P ROCHA, Márcia S. O Processo de Inclusão na Percepção do Docente do Ensino Regular e Especial. Monografia apresentada como conclusão do curso de Pós- Graduação em Educação Especial Área de Deficiência Mental, Universidade Estadual de Londrina. 2000, p ROSA, Guilherme Carvalho da. A discussão do conceito de identidade nos estudos culturais. Disponível em: < _Identidade_conceito_celacom.pdf>. Data de acesso: 05 de junho, 2010

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