3 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO ESCOLA DA MAGISTRATURA/ES - EMES TRIBUNAL DE JUSTIÇA

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1 3 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO ESCOLA DA MAGISTRATURA/ES - EMES CONVITE A Escola da Magistratura estará disponibilizando o Curso O Novo Processo de Execução de Títulos Extrajudiciais - Lei , que será ministrado na Sede da EMES (Vitória), nos dias e horários indicados no cronograma abaixo, direcionado aos Magistrados (as), Assessores (as), Servidores (as), e ex-alunos (as) da EMES. As inscrições serão realizadas até do dia 20 de março do corrente, mediante o preenchimento e remessa à EMES do formulário respectivo, disponível no site da EMES (www.emes.org.br) ou na sua secretaria acompanhado do pagamento de taxa de adesão. As vagas são limitadas e serão preenchidas pela ordem da apresentação dos requerimentos de inscrição. Maiores informações pelo telefone (27) Vitória (ES), 12 de março de Sérgio Ricardo de Souza Juiz Diretor da EMES CURSO O NOVO PROCESSO DE EXECUÇÃO DE TÍTULOS EXTRAJUDICIAIS - LEI VITÓRIA CONSIDERANDO o disposto no Art. 58 da Resolução nº 15/95 - Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, que atribui ao Presidente do Tribunal de Justiça a competência geral para exercer a superintendência de todo o serviço judiciário, na qualidade de Chefe da Magistratura do Estado. RESOLVE: 1. INFORMAR aos Magistrados que a Rede Ferroviária Federal S.A. - RFFSA, sociedade de economia mista instituída com base na autorização contida na Lei nº 3.115/1957, fora extinta pela Medida Provisória nº 353, de 22 de janeiro de 2007, e sucedida pela União nos direitos, obrigações e ações judiciais, por força do disposto no artigo 2º, inciso I, deste último diploma legal. 2. RECOMENDAR a remessa dos autos em que a antiga RFFSA for parte à Justiça Federal, se for o caso, bem como a intimação pessoal dos membros da Advocacia-Geral da União (Art. 38, da LC 73/93, art. 6º, caput e 1º e 2º, da Lei 9.028, de 12 de abril de 1995, com a redação alterada pela Medida Provisória , de 24 de agosto de 2001), que poderão ser encontrados na sede da Procuradoria, sita na Avenida César Hilal, 1415, Edifício Carlos Costa, do 3º ao 6º andar, Bairro Praia do Suá, Vitória-ES, CEP: PUBLIQUE-SE. Vitória, 05 de março de Desembargador JORGE GOES COUTINHO Presidente do TJES TEMA PALESTRANTES PALESTRA/ AULA HORÁRIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DA PRESIDÊNCIA Os Antecedentes da Reforma e Comentários aos Arts. 1º e 2º da Lei /2006 Debates Comentários aos Arts. 3º a 7º da Lei /2006 Debates. Dr. RODRIGO MAZZEI Mestre em Direito e Autor de Obras Jurídicas Dr. RODRIGO MAZZEI Mestre em Direito e Autor de Obras Jurídicas 20/04/ /04/2007 Sexta-feira 8h às 11h 14h às 18h Sexta-feira 8h às 11h 14h às 18h TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATOS E DESPACHOS DO PRESIDENTE TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DA PRESIDÊNCIA ATO NORMATIVO Nº 06/2007 O Excelentíssimo Senhor Desembargador JORGE GOES COUTINHO, Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO os termos do Ofício nº 268/PU/AGU/ES, protocolizado neste Egrégio Tribunal sob o nº , e a edição da Medida Provisória nº 353, de 22 de janeiro de 2007; ATO NORMATIVO Nº 07/2007 O Excelentíssimo Senhor Desembargador JORGE GOES COUTINHO, Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO os termos do Ofício nº 068/JD, datado de 01 de março de 2007, de lavra do Excelentíssimo Senhor Juiz de Direito - Diretor do Fórum da Comarca de Itarana, protocolizado neste Egrégio Tribunal sob o nº ; CONSIDERANDO o disposto no Art. 58 da Resolução nº 15/95 - Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, que atribui ao Presidente do Tribunal de Justiça a competência geral para exercer a superintendência de todo o serviço judiciário, na qualidade de Chefe da Magistratura do Estado. RESOLVE: AUTORIZAR o fechamento do prédio do Fórum da Comarca de Itarana, no dia 14/03/2007 (quarta-feira), para realização de dedetização, desratização, descupinização, limpeza de calha e lavagem de caixa d água, quando, por esse motivo, os prazos processuais ficarão suspensos. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de março de Desembargador JORGE GOES COUTINHO Presidente do TJES TRIBUNAL DE JUSTIÇA GABINETE DA PRESIDÊNCIA ATO NORMATIVO Nº 008/2007

2 4 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO EMENTA: "Dá nova redação ao caput do artigo 9º da Resolução nº 004 do Egrégio Tribunal Pleno, de 28 de fevereiro de 2002." O Excelentíssimo Senhor Desembargador JORGE GOES COUTINHO, Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO a necessidade de se promover a atualização do valor da contraprestação pecuniária (Bolsa) prevista no artigo 9º da Resolução citada na ementa deste ato. CONSIDERANDO que o 1º do artigo 9º autoriza expressamente a Presidência a corrigir o valor de forma monocrática, havendo disponibilidade orçamentária. CONSIDERANDO que cabe ao Presidente do Tribunal de Justiça, na qualidade de Chefe máximo do Poder Judiciário Estadual, superintender os trabalhos judiciários e administrativos. RESOLVE: Art. 1º. DAR nova redação ao caput artigo 9º da Resolução nº 004/2002, que passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 9º - Com base no art. 4º da Lei nº de 07/12/1977, o estágio, objeto da presente Resolução, com contraprestação pecuniária (bolsa), no valor de R$ 350,00 (trezentos e cinqüenta reais), não cria vínculo empregatício de qualquer natureza com os órgãos do Poder Judiciário. Art. 2º. Os efeitos financeiros relativos à nova redação supracitada retroagem a 01 de março de Art. 3º. Revogam-se as disposições em contrário. Art. 4º. O presente Ato Normativo entra em vigor na data de sua publicação no Diário da Justiça. PUBLIQUE-SE. Vitória, 12 de março de Desembargador JORGE GOES COUTINHO Presidente do TJES TRIBUNAL DE JUSTIÇA PRESIDÊNCIA ATO NORMATIVO Nº 09/07 Padronização do Mobiliário do Poder Judiciário O Exmº Sr. Desembargador JORGE GOES COUTINHO, Presidente do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais. CONSIDERANDO os requisitos especificados na legislação, e, em especial, no que diz respeito à saúde, segurança, meio ambiente, durabilidade, economicidade e desempenho; CONSIDERANDO os requisitos acima elencados e que a conjugação dos mesmos conduzem invariavelmente à regra administrativa da "padronização"; CONSIDERANDO que o Art. 15, I, da Lei 8.666/93 estabelece que as compras, sempre que possível, deverão atender ao "Princípio da Padronização"; CONSIDERANDO que a padronização do mobiliário do Poder Judiciário visa aperfeiçoar o sistema de aquisição mobiliário, de maneira que a Administração alcance os níveis de excelência tão almejados; CONSIDERANDO as vantagens da padronização que irão facilitar o treinamento e capacitação dos servidores para o manuseio do equipamento, promover o barateamento do custo de manutenção pela compra de peças de reposição com economia de escala e facilidade de substituição, facilitar a assistência técnica, desenvolver o enfoque sistêmico de planejamento, e proceder ao julgamento objetivo nas licitações; CONSIDERANDO o disposto no art. 58 da Resolução 15/95 - Regimento Interno do Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo, que atribui ao Presidente do Tribunal de Justiça a competência geral para exercer a superintendência de todo o serviço judiciário, na qualidade de Chefe da Magistratura do Estado; RESOLVE: Aprovar e autorizar a Padronização do Mobiliário do Poder Judiciário, constante do Caderno que se encontra à disposição no site deste Egrégio Tribunal, determinando aos Senhores Magistrados que doravante os pedidos de compras de móveis sejam solicitados nos padrões do referido caderno. PUBLIQUE-SE Vitória, 12 de março de Desembargador JORGE GOES COUTINHO Presidente TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATOS ESPECIAIS ASSINADOS PELO EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. ATO E Nº 246/ TORNAR SEM EFEITO o ATO E Nº 226/2005 publicado no "DJ" de 08/03/2007. ATO E Nº 247/ TORNAR SEM EFEITO o ATO E Nº 231/2007, republicado no "DJ" de 12/03/2007. ATO E Nº 248/ CONCEDER à Exmª. Srª. Drª. CLÁUDIA CESANA SANGALI DE MELLO MIGUEL, MM. Juíza de Direito da Comarca de Presidente Kennedy, de 1ª Entrância, 20 (vinte) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2005, a partir de 26/02/2007. P U B L I Q U E - S E Vitória-ES, 12 de março de Desembargador JORGE GOES COUTINHO Presidente TRIBUNAL DE JUSTIÇA ATOS ESPECIAIS ASSINADOS PELO EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. ATO E Nº 249/ CONCEDER ao Exmº. Sr. Dr. SOLIMAR SOARES DA SILVA, MM. Juiz de Direito do 1º Juizado Especial Criminal da Comarca de Cachoeiro de Itapemirim, de 3ª Entrância, 15 (quinze) dias de férias, relativas ao segundo semestre de 2006, a partir de 07/02/2007, deferindo, desde já, o restante das mesmas para gozo oportuno. ATO E Nº 250/ CONCEDER ao Exmº. Sr. Dr. GETTER LOPES DE FARIA JÚNIOR, MM. Juiz de Direito da 1ª Vara de Família da Comarca de Colatina, de 3ª Entrância, 22 (vinte e dois) dias de férias, relativas ao primeiro semestre de 2007, a partir de 08/01/2007, deferindo, desde já, o restante das mesmas para gozo oportuno. P U B L I Q U E - S E Vitória, 12 de março de Desembargador JORGE GOES COUTINHO Presidente

3 5 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DIRETORIA JUDICIÁRIA ADMINISTRATIVA ATO ASSINADO PELO EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. ATO Nº 163/07 - CONCEDER licença para trato de interesses particulares à Sra. CLAUDIA LOUZADA LENGRUBER GOULART, Assistente Técnico Judiciário I deste Egrégio Tribunal de Justiça, pelo período de 01/03/2007 a 01/03/2009, nos termos do art.146 da Lei Complementar 46/94. P U B L I Q U E - S E Vitória-ES, 12 de março de Desembargador JORGE GOES COUTINHO Presidente TRIBUNAL DE JUSTIÇA DIRETORIA JUDICIÁRIA ADMINISTRATIVA ATOS ASSINADOS PELO EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO. ATO Nº 164/07 - TORNAR SEM EFEITO o ato nº 110/07 publicado no DJ de 27/02/07, que cessou os efeitos do ato nº 1079/06 publicado no DJ de 29/05/06, que localizou provisoriamente a Sra. ROBERTA TÁPIAS NOGUEIRA ABREU, Oficial de Justiça, no Fórum da Comarca de Guarapari, de 3ª Entrância. ATO Nº 165/07 - PRORROGAR pelo período de 01 (um) ano, a localização provisória da Sra. ROBERTA TÁPIAS NOGUEIRA ABREU, Oficial de Justiça, lotada na Comarca de Linhares, na Diretoria do Fórum de Guarapari, ambas de 3ª Entrância, de acordo com o artigo 53 da Lei Complementar nº 46/94, e conforme determinação deferida no processo nº da Diretoria Judiciária de Serviços Sociais, deste Egrégio Tribunal de Justiça, a partir de 29/11/06. P U B L I Q U E - S E Vitória-ES, 12 de março de Desembargador JORGE GOES COUTINHO Presidente ATOS E DESPACHOS DO DIRETOR-GERAL TRIBUNAL DE JUSTIÇA RESUMO DO PRIMEIRO TERMO ADITIVO AO CONTRATO DE LOCAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA ARMADA E COM RÁDIO HT. Processo nº 1332/06 CONTRATANTE: Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo. CONTRATADA: Capixaba Vigilância e Segurança Ltda. OBJETO: Acresce ao contrato originário a mão-de-obra de mais 4 (quatro) vigilantes, divididos em 2 (dois) postos de 12 h noturnas, em escala 12 x 36 h.. Vitória, 09 de março 2007 Dr. JOSÉ DAS GRAÇAS PEREIRA Diretor Geral de Secretaria TRIBUNAL DE JUSTIÇA RESUMO DO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE MANUTENÇÃO COM FORNECIMENTO DE PEÇAS E EQUIPAMENTOS DE SISTEMA ANTIFURTO DA BIBLIOTECA DO TJES. Processo nº TJ-1481/06 CONTRATANTE: Tribunal de Justiça do Estado do Espírito Santo. CONTRATADA: Advance Vídeo Ltda. OBJETO: Prestação de serviços de manutenção com fornecimento de peças e equipamentos de sistema antifurto da biblioteca do TJES. VALOR MENSAL: Pelos serviços contratados o Contratante pagará à Contratada o valor mensal de R$ 25,00 (vinte e cinco reais). VIGÊNCIA: O prazo de vigência será de 12 (doze) meses, a partir da assinatura do contrato. DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA: ELEMENTOS: Vitória, 09 de março de Dr. JOSÉ DAS GRAÇAS PEREIRA Diretor Geral de Secretaria COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO TRIBUNAL DE JUSTIÇA COMISSÃO PERMANENTE DE LICITAÇÃO AVISO DE LICITAÇÃO PREGÃO PRESENCIAL N.º 025/ TJES 001 OBJETO: Locação de máquinas copiadoras para atender a Coordenadoria dos Juizados Especiais ABERTURA: 28/03/2007 às 14:00 horas LOCAL: Rua Desembargador Homero Mafra s/nº, Enseada do Suá, Sala n 01 do Mini-Auditório, Sede do Tribunal de Justiça - Vitória/ES. INFORMAÇÕES: Tel: (27) , Fax: (27) ou pessoalmente. DOCUMENTAÇÃO: No endereço acima ou mediante fornecimento de disquete formatado tipo 3½ ou pelo site Vitória/ES, 13 de março de LUDMILA FRANKLIN MENDES DE ANDRADE Pregoeira SECRETARIA DO PLENO TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRIBUNAL PLENO INTIMAÇÕES

4 6 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO INTIMO 1 NO PROCESSO Nº RECURSO ORDINÁRIO MAND SEGURANÇA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES PEDRO SOBRINO PORTO VIRGOLINO PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC. 2 NO PROCESSO Nº RECURSO ESPECIAL MAND SEGURANÇA JOSE GERALDO GOMES, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES ALEXANDRE MARÇAL PEREIRA 8954 ES FREDERICO LUÍS SCHAIDER PIMENTEL E OUTRO. PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC. 3 NO PROCESSO Nº RECURSO EXTRAORDINÁRIO MAND SEGURANÇA JOAO MANOEL RODRIGUES LIMA, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES ALEXANDRE MARÇAL PEREIRA 8954 ES FREDERICO LUÍS SCHAIDER PIMENTEL E OUTRO. PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC. 4 - NO PROCESSO Nº RECURSO ESPECIAL MAND SEGURANÇA CATIA DA SILVA LIMA, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES ALEX NASCIMENTO FERREIRA PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC. 5 NO PROCESSO Nº RECURSO EXTRAORDINÁRIO MAND SEGURANÇA CATIA DA SILVA LIMA, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES ALEX NASCIMENTO FERREIRA PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC. 6 NO PROCESSO Nº RECURSO EXTRAORDINÁRIO MAND SEGURANÇA CATIA DA SILVA LIMA, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES ALEX NASCIMENTO FERREIRA PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC. 7 NO PROCESSO Nº RECURSO ESPECIAL MAND SEGURANÇA EMANOEL PEREIRA LEOPOLDO, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES MARCO ANTONIO BESSA SOARES PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC. 8 NO PROCESSO Nº RECURSO ORDINÁRIO MAND SEGURANÇA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES LEONARDO GUSTAVO PASTORE DYNA PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC. 9 NO PROCESSO Nº RECURSO EXTRAORDINÁRIO MAND SEGURANÇA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES PAULO SERGIO AVALLONE MARSCHALL PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC. 10 NO PROCESSO Nº RECURSO ORDINÁRIO MAND SEGURANÇA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES PAULO SERGIO AVALLONE MARSCHALL PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC NO PROCESSO Nº RECURSO ESPECIAL MAND SEGURANÇA JOSE LUIZ SILVA MEDEIROS ME, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES RONALDO M MACHADO ES DANILO SIMOES MACHADO 9849 ES VINICIUS PANCRACIO MACHADO COSTA PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC. 12 NO PROCESSO Nº RECURSO EXTRAORDINÁRIO MAND SEGURANÇA JOSE LUIZ SILVA MEDEIROS ME, ONDE É RECORRIDO POR SEUS ADVS. DRS ES DANILO SIMOES MACHADO ES RONALDO M MACHADO 9849 ES VINICIUS PANCRACIO MACHADO COSTA PARA OS EFEITOS DO ART. 508 DO CPC. VITÓRIA, 12 DE MARCO DE 2007 INTIMO: LUCIENE VERVLOET FEU ROSA SECRETÁRIA DE CÂMARA TRIBUNAL DE JUSTIÇA SECRETARIA DO PLENO INTIMAÇÕES - DR. RICARDO T. RIZZO BICALHO, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº , PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº , PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº , PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº E PROCESSO ADMINISTRATIVO Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO. - DR. ARNALDO GONÇALVES FRAGOSO, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO; - DR. GILMAR LOZER PIMENTEL, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO AGRAVO DE INSTRUMENTO DA DENEGAÇÃO DO RECURSO ESPECIAL NO MANDADO DE SEGURANÇA Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO; - DR. RICARDO T. L. BICALHO,NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO; - DR. FREDERICO L. S. PIMENTEL, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO; - DR. MOACYR ROSADO, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO AGRAVO REGIMENTAL NO MANDADO DE SEGURANÇA Nº E MANDADO DE SEGURANÇA Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO; - DR. ALEXANDRE MARÇAL PEREIRA, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO AGRAVO DE INSTRUMENTO DA DENEGAÇÃO DO RECURSO EXTRAORDINÁRIO NA REMESSA EX OFFICIO Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO; - DR. JEFERSON DA SILVA, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO; - DR.ª VERÔNICA F. CORDEIRO, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO;

5 7 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO - DR. OCTÁVIO L. GUIMARÃES, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO; - DR. NILTON VASCONCELOS JÚNIOR, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO; - DR. ALEXANDRE NOGUEIRA ALVES, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO EMBARGOS INFRINGENTES NA AÇÃO RESCISÓRIA DE ACÓRDÃO, SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO; - DR. JOSÉ RICARDO DE A. JÚDICE, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO PROCESSO 13º CLASSE Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO; - DR. JOSÉ ROBERTO ANDRADE, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO; - DR. ANTÔNIO NACIF NICOLAU, NO PRAZO DE 48H (QUARENTA E OITO) HORAS, PARA FAZER A DEVOLUÇÃO DOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº , SOB PENA DE BUSCA E APREENSÃO. VITÓRIA, 12 DE MARÇO DE INTIMO: LUCIENE VERVLOET FEU ROSA SECRETÁRIA DE CÂMARA PODER JUDICIÁRIO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRIBUNAL PLENO INTIMAÇÕES 1 NO PROCESSO Nº AGRAVO REGIMENTAL RECURSO ESPECIAL AP CÍVEL MARIO CALIARI, ONDE É AGRAVANTE POR SEUS ADVS. DRS ES CARLOS ROBERTO NEVES CALIARI PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS NO PROCESSO Nº AGRAVO INTERNO - (ARTS 557/527, II CPC) EMB DECLARAÇÃO AG INOM. EMB DECLARAÇÃO AP CÍVEL MARIO CALIARI, ONDE É AGRAVANTE POR SEUS ADVS. DRS ES CARLOS ROBERTO NEVES CALIARI PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS NO PROCESSO Nº EMBARGOS DE DECLARAÇÃO MAND SEGURANÇA O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, ONDE É EMBARGANTE POR SEUS ADVS. DRS ES JOSÉ RICARDO DE ABREU JUDICE PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS. 130/ NO PROCESSO Nº MANDADO DE SEGURANÇA FRANNEL DISTRIBUIDORA DE PETROLEO LTDA., ONDE É REQUERENTE POR SEUS ADVS. DRS ES LEOPOLDO DAHER MARTINS ES ANTENOR VINICIUS CAVERSAN VIEIRA ES ADRIANA VILLA FORTE DE OLIVEIRA BARBOSA GOVERNADOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, ONDE É AUTORIDADE COATORA POR SEUS ADVS. DRS ES LEONARDO GUSTAVO PASTORE DYNA SUBSECRETARIO DE ESTADO DA RECEITA, ONDE É AUTORIDADE COATORA POR SEUS ADVS. DRS ES LEONARDO GUSTAVO PASTORE DYNA PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS. 430/ NO PROCESSO Nº AÇÃO RESCISÓRIA DE ACÓRDÃO ILDEFONSO SANTOS DA VITÓRIA, ONDE É RÉU POR SEUS ADVS. DRS ES RENATO DEL SILVA AUGUSTO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, ONDE É AUTOR POR SEUS ADVS. DRS ES ALEXANDRE NOGUEIRA ALVES PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS. 554/ NO PROCESSO Nº AÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE SETPES SIND EMPR TRANSP PASSAG DO EST ES, ONDE É REQUERENTE POR SEU ADV. DR ES EDINALDO LOUREIRO FERRAZ PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS NO PROCESSO Nº PROCESSO 13A CLASSE - SUSPENSÃO LIMINAR JULIANA ALVES DE ASSIS, ONDE É PARTE INT. PASSIVA POR SEUS ADVS. DRS ES ANANIAS RANGEL MELLO PARA TOMAR CIÊNCIA DO R. DESPACHO/DECISÃO DO DESEMB. RELATOR DE FLS. 145/ PROCESSO AÇÃO DE INCONSTITUCIONALIDADE DRª MARIANA MARTINS BARROS OAB/ES Nº 9503 DE FLS. 90. VITÓRIA, 13 DE MARCO DE LUCIENE VERVLOET FEU ROSA SECRETÁRIA DE CÂMARA TRIBUNAL DE JUSTIÇA SECRETARIA DO PLENO TORNO SEM EFEITO A PUBLICAÇÃO DE INTIMAÇÃO RELATIVA AO MANDADO DE SEGURANÇA Nº EM QUE É REQUERENTE AMERICAN VIRGINIA IND. E COM. E IMP. E EXP. DE TABACOS LTDA. E AUT. COATORA SECRETÁRIO DA FAZENDA DO ESTADO DO ES, PUBLICADA NO DIÁRIO DO DIA 28 DE FEVEREIRO DE VITÓRIA,13 DE MARÇO DE LUCIENE VERVLOET FEU ROSA SECRETÁRIA DE CÂMARA -***********- TRIBUNAL DE JUSTIÇA SECRETARIA DO PLENO TORNO SEM EFEITO A PUBLICAÇÃO DE INTIMAÇÃO RELATIVA AO MANDADO DE SEGURANÇA Nº EM QUE É REQUERENTE RUBENS PIMENTEL FILHO E AUT. COATORA PRESIDENTE DO EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO ES, PUBLICADA NO DIÁRIO DO DIA 06 DE MARÇO DE VITÓRIA, 13 DE MARÇO DE LUCIENE VERVLOET FEU ROSA SECRETÁRIA DE CÂMARA

6 8 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA TRIBUNAL PLENO NOTIFICAÇÕES 1 - Nº GRAVO DE INSTRUMENTO (STJ) MAND SEGURANÇA AGVTE.: O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: DAX WALLACE XAVIER SIQUEIRA AGVDO.: NORMA CANICALI BRAGA ADVOGADO: JOSE ROBERTO DE ANDRADE NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO COLENDO STJ 2 - Nº ECURSO ORDINÁRIO MAND SEGURANÇA RECTE.: LUIZ CARLOS NEVES CALIARI ADVOGADO: CARLOS ROBERTO NEVES CALIARI RECDO.: ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: PEDRO SOBRINO PORTO VIRGOLINO NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO COLENDO STJ 3 - Nº ECURSO ORDINÁRIO MAND SEGURANÇA RECTE.: EDSON RODRIGUES ADVOGADO: RICARDO TADEU R BICALHO RECDO.: O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: CARLOS HENRIQUE STABAUER RIBEIRO NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO COLENDO STJ 4 - Nº ECURSO ORDINÁRIO MAND SEGURANÇA RECTE.: GENOVEVA NOVAIS GONCALVES ADVOGADO: SETEMBRINO PELISSARI RECDO.: ESTADO DA ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: PEDRO SOBRINO PORTO VIRGOLINO NOTIFICO AOS INTERESSADOS DA SUBIDA DOS AUTOS AO COLENDO STJ VITÓRIA,12 DE MARCO DE 2007 LUCIENE VERVLOET FEU ROSA SECRETÁRIA DE CÂMARA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL PODER JUDICIÁRIO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO TRIBUNAL DE JUSTIÇA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL DECISÕES MONOCRÁTICAS - PARA EFEITO DE RECURSO OU TRÂNSITO EM JULGADO 1 REMESSA EX-OFFICIO Nº REMTE.: JUIZ DE DIREITO DA 4ª VARA CÍVEL DE SÃO MATEUS PARTE: FARMÁCIA MAIELY LTDA. ME ADVOGADO: SENAQUERIBI SCARDINI PARTE: MUNICÍPIO DE SÃO MATEUS ADVOGADO: JOÃO CAMPOS COELHO RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL REMESSA EX OFFICIO Nº REMTE.: JUIZ DE DIREITO DA 4ª VARA CÍVEL DE SÃO MATEUS/ES AUTORA: FARMÁCIA MAIELY LTDA. ME RÉU: MUNICÍPIO DE SÃO MATEUS RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL DECISÃO TRATA-SE DE REMESSA EX OFFICIO ANTE A SENTENÇA DE FLS. 58/61, DE LAVRA DO MM. JUIZ DE DIREITO DA 4ª VARA CÍVEL DE SÃO MATEUS/ES, EXARADA EM SEDE DE MANDADO DE SEGURANÇA, A QUAL CONCEDEU A SEGURANÇA PLEITEADA E, VIA DE CONSEQÜÊNCIA, DETERMINOU ÀS AUTORIDADES COATORAS QUE EFETUEM A VISTORIA PRÉVIA NO IMÓVEL COMERCIAL E, DIANTE DA REGULARIDADE DO MESMO, FORNEÇAM O ALVARÁ DE LICENÇA SANITÁRIA PERSEGUIDA, NA FORMA USUAL. A QUESTÃO CENTRAL DEBATIDA NESTES AUTOS CINGE-SE EM AFERIR SE É LEGÍTIMA A NEGATIVA DE FORNECIMENTO DE ALVARÁ SANITÁRIO PARA O FUNCIONAMENTO DE ESTABELECIMENTOS DE COMÉRCIO VAREJISTA DE DROGA, MEDICAMENTOS E INSUMOS FARMACÊUTICOS, COM FULCRO NA LEI ESTADUAL Nº 6.551/00. POIS BEM. AS LIMITAÇÕES ESTABELECIDAS PELA REFERIDA NORMA INFRINGEM, MANIFESTAMENTE, PRECEITOS CONSTITUCIONAIS, ESPECIALMENTE AQUELES QUE DIZEM RESPEITO À LIBERDADE AO EXERCÍCIO COMERCIAL E À LIVRE CONCORRÊNCIA. TAL CONCLUSÃO É IRREFUTÁVEL, TENDO EM VISTA QUE O EXCELSO STF, AO JULGAR A ADIN Nº 2327, DE RELATORIA DO EMINENTE MINISTRO GILMAR MENDES, CONSIDEROU INCONSTITUCIONAL LEI IDÊNTICA ELABORADA PELO ESTADO DE SÃO PAULO, VEJAMOS: EMENTA: AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE. 2. GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO. 3. LEI ESTADUAL Nº , DE 06 DE MAIO DE FIXAÇÃO DE DISTÂNCIA MÍNIMA PARA A INSTALAÇÃO DE NOVAS FARMÁCIAS E DROGARIAS. 4. INCONSTITUCIONALIDADE FORMAL. NORMA DE INTERESSE LOCAL EDITADA PELO ESTADO-MEMBRO. 5. INCONSTITUCIONALIDADE MATERIAL. DESCUMPRIMENTO DO PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA LIVRE CONCORRÊNCIA. PRECEDENTES. 6. AÇÃO DIRETA PROCEDENTE. (STF, ADIN , REL. MIN. GILMAR MENDES). A REFERIDA CORTE EDITOU, TAMBÉM, A SÚMULA 646 QUE DISPÕE: OFENDE O PRINCÍPIO DA LIVRE CONCORRÊNCIA LEI MUNICIPAL QUE IMPEDE A INSTALAÇÃO DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS DO MESMO RAMO EM DETERMINADA ÁREA. NESSE SENTIDO, VEM SE MANIFESTANDO ESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA: EMENTA: REMESSA NECESSÁRIA. LEI ESTADUAL Nº 6.555/2000, ART. 1º E 1º. INDEFERIMENTO DE LAUDO DE VISTORIA PRÉVIA. LIMITAÇÃO DE DISTÂNCIA MÍNIMA PARA A INSTALAÇÃO DE FARMÁCIA. ILEGALIDADE. AFRONTA AOS PRINCÍPIOS DA LIVRE CONCORRÊNCIA E DO LIVRE EXERCÍCIO DA ATIVIDADE ECONÔMICA (ART. 5º, XIII E ART. 170, IV, DA CF/88). PRECEDENTES DO STF (RÉ Nº ). REMESSA NECESSÁRIA CONHECIDA. SENTENÇA DE PRIMEIRO GRAU MANTIDA. 1. A CONSTITUIÇÃO FEDERAL ASSEGURA O LIVRE EXERCÍCIO DE QUALQUER ATIVIDADE ECONÔMICA, INDEPENDENTEMENTE DE AUTORIZAÇÃO DO PODER PÚBLICO, SALVO NOS CASOS PREVISTOS EM LEI. 2. A EXIGIBILIDADE DE OBEDIÊNCIA DE DISTÂNCIA MÍNIMA QUANDO DA INSTALAÇÃO DE NOVAS FARMÁCIAS, ALÉM DE PRIVILEGIAR QUEM PRIMEIRO SE INSTALOU, INDUZ À CONCENTRAÇÃO CAPITALISTA, EM DETRIMENTO DO CONSUMIDOR, E IMPLICA CERCEAMENTO DO EXERCÍCIO DO PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA LIVRE CONCORRÊNCIA, QUE É UMA MANIFESTAÇÃO DA LIBERDADE DE INICIATIVA ECONÔMICA PRIVADA. 3. REMESSA NECESSÁRIA CONHECIDA. (...)". (2ª CÂMARA CÍVEL, R. EX OFFICIO , REL. DES. FERNANDO ESTEVAM B. RUY, DJ 05/10/06). EMENTA: REMESSA NECESSÁRIA SEM APELAÇÃO VOLUNTÁRIA - INDEFERIMENTO DE ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO DE FARMÁCIA - EXIGÊNCIA DE DISTÂNCIA MÍNIMA - ILEGALIDADE - RECURSO IMPROVIDO. I. É ILEGAL E ABUSIVO O ATO QUE INDEFERE O ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO A UM DETERMINADO ESTABELECIMENTO FARMACÊUTICO, SOB O ARGUMENTO DE QUE NÃO ESTÁ ATENDIDO O REQUISITO LEGAL DA DISTÂNCIA MÍNIMA ENTRE ESTABELECIMENTOS DO MESMO RAMO COMERCIAL, POR AFRONTA AO PRINCÍPIO DA LIVRE CONCORRÊNCIA, (SÚMULA 646 DO STF). (4ª CÂMARA CÍVEL, R. EX OFFICIO , REL. DES. CATHARINA M. N. BARCELLOS, DJ 10/08/05). DENOTA-SE, PORTANTO, QUE A NEGATIVA POR PARTE DA AUTORIDADE COATORA EM EXPEDIR O ALVARÁ SANITÁRIO COM FUNDAMENTO NAS LIMITAÇÕES IMPOSTAS PELA LEI ESTADUAL 6.551/00 REVELA-SE ILEGAL. ANTE AO EXPOSTO, CONFORME ME AUTORIZA O ART. 557 DO CPC, NEGO SEGUIMENTO À REMESSA NECESSÁRIA, POR ESTAR EM

7 9 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO CONFRONTO COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO EXCELSO STF, BEM COMO, DESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. INTIME-SE POR PUBLICAÇÃO DESTA NA ÍNTEGRA. VITÓRIA, 02 DE MARÇO DE DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR 2 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: DARLY ANACLETO DE VASCONCELLOS ADVOGADA: ANDRÉIA DADALTO ADVOGADO: FERNANDO SERGIO MARTINS ADVOGADA: MICHELY ALINNE NARCISO AGVTE.: ODALVA FONSECA DE VASCONCELOS ADVOGADA: ANDRÉIA DADALTO ADVOGADO: FERNANDO SERGIO MARTINS ADVOGADA: MICHELY ALINNE NARCISO AGVDO.: S.D.G.V. (MENOR IMPÚBERE) ADVOGADO: ALBERTO NEMER NETO ADVOGADO: BRUNO DA LUZ D DE OLIVEIRA ADVOGADO: EDISON VIANA DOS SANTOS ADVOGADO: FELIPE ITALA RIZK ADVOGADO: LUCIANO OLIMPIO RHEM DA SILVA AGVDA.: JUSSARA D'LA GUARDIA E SILVA ADVOGADO: ALBERTO NEMER NETO ADVOGADO: BRUNO DA LUZ D DE OLIVEIRA ADVOGADO: EDISON VIANA DOS SANTOS ADVOGADO: FELIPE ITALA RIZK ADVOGADO: LUCIANO OLIMPIO RHEM DA SILVA RELATOR: FREDERICO GUILHERME PIMENTEL AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTES.: DARLY ANACLETO DE VASCONCELLOS E ODALVA FONSECA DE VASCO AGVDO.: S. D. G. V. (MENOR IMPÚBERE) RELATOR: DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL DECISÃO TENDO EM VISTA A PROLAÇÃO DE SENTENÇA HOMOLOGATÓRIA DE ACORDO TRANSITADA EM JULGADO, COM FULCRO NO ARTIGO 557, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, JULGO PREJUDICADO O PRESENTE, POR PERDA SUPERVENIENTE DO INTERESSE RECURSAL. INTIMEM-SE AS PARTES POR PUBLICAÇÃO DESTA NA ÍNTEGRA. VITÓRIA, ES, 2 DE MARÇO DE DES. FREDERICO GUILHERME PIMENTEL RELATOR 3 REMESSA EX-OFFICIO Nº REMTE.: JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA FAZ PUB EST VITÓRIA PARTE: ESTADO DO ESPÍRITO SANTO PARTE: MUNICÍPIO DE ALEGRE RELATOR: ANNIBAL DE REZENDE LIMA REMESSA NECESSÁRIA Nº REMETENTE: EXMº. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA 1ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA ESTADUAL DA COMARCA DE VITÓRIA AUTOR: ESTADO DO ESPÍRITO SANTO RÉU: MUNICÍPIO DE ALEGRE RELATOR: DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA DECISÃO ADMINISTRATIVO - PROCESSUAL CIVIL - APELAÇÃO CÍVEL - PRESTAÇÃO DE CONTAS - CONVÊNIO FIRMADO ENTRE ESTADO E MUNICÍPIO PARA LIBERAÇÃO DE RECURSOS DESTINADOS À REALIZAÇÃO DE OBRAS PÚBLICAS - DEVER DE PRESTAR CONTAS - PREVISÃO LEGAL. O MUNICÍPIO ESTÁ LEGALMENTE OBRIGADO A PRESTAR CONTAS AO ESTADO FEDERADO, RELATIVAMENTE A CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO FINANCEIRA DESTINADO À REALIZAÇÃO DE OBRAS E/OU SERVIÇOS PÚBLICOS. CUIDAM OS PRESENTES AUTOS DE AÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS PROPOSTA PELO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO EM FACE DO MUNICÍPIO DE ALEGRE. PELA SENTENÇA DE FL. 94, O DR. JUIZ DE DIREITO A QUO JULGOU PROCEDENTE O PEDIDO ESTATAL, CONDENANDO A MUNICIPALIDADE A PRESTAR AS CONTAS REQUERIDAS NO PRAZO DE 48 (QUARENTA E OITO) HORAS, PENA DE NÃO LHE SER LÍCITO IMPUGNAR AS (CONTAS) QUE O AUTOR VIESSE A APRESENTAR. INTIMADO (CERTIDÃO DE FL. 94-V), O MUNICÍPIO NÃO MANIFESTOU QUALQUER INCONFORMISMO EM FACE DA RESPEITÁVEL SENTENÇA PROFERIDA, VINDO OS AUTOS A ESTE EGRÉGIO TRIBUNAL, POR FORÇA DA REMESSA NECESSÁRIA. É O BREVE RELATÓRIO. COMO SE VÊ, OS CONTORNOS DA DEMANDA SÃO SINGELOS, AUTORIZANDO DECISÃO MONOCRÁTICA PELO RELATOR, NA FORMA DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. É PACÍFICO O ENTENDIMENTO JURISPRUDENCIAL DE QUE O ARTIGO 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, ALCANÇA A REMESSA NECESSÁRIA, A TEOR DO ENUNCIADO Nº 253, DA SÚMULA DO COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, AO DISPOR QUE O ART. 557, DO CPC, QUE AUTORIZA O RELATOR A DECIDIR O RECURSO, ALCANÇA O REEXAME NECESSÁRIO. POIS BEM. OS AUTOS VERSAM SOBRE AÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS RELATIVAS À EXECUÇÃO DE OBRAS DE CAPEAMENTO ASFÁLTICO, OBJETO DE CONVÊNIO FIRMADO COM O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, DE DIVERSAS RUAS E AVENIDAS DO MUNICÍPIO DE ALEGRE. O AUTOR AFIRMA QUE O RÉU TERIA EXECUTADO SERVIÇOS NÃO PREVISTOS, OU DIFERENTES, DAQUELES CONSIGNADOS NO CONVÊNIO REALIZADO. CONQUANTO TENHA SIDO DEVIDAMENTE CITADO, CONFORME COMPROVA A CERTIDÃO DE FL. 83-V, O MUNICÍPIO RÉU NÃO APRESENTOU QUALQUER ALEGAÇÃO, RESTANDO REVEL. TODAVIA, COMO BEM REGISTROU O MM JUIZ DE 1º GRAU, A REVELIA DO RÉU, EM SE TRATANDO DE PESSOA JURÍDICA DE DIREITO PÚBLICO, NÃO PRODUZ OS EFEITOS DOS ARTIGOS 319 E SEGUINTES, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, POIS SEUS DIREITOS SÃO INDISPONÍVEIS (CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, ARTIGO 320, INCISO II). ASSIM SENDO, A AÇÃO DEVERIA MESMO SER JULGADA DE ACORDO COM O CONJUNTO PROBATÓRIO DOS AUTOS, EM OBSERVÂNCIA AO QUE PREVÊ O 2º, DO ARTIGO 915, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. OBSERVE-SE QUE, À FL. 70, ENCONTRA-SE REDIGIDO O TEOR DA CLÁUSULA 7ª, DO CONVÊNIO DE COOPERAÇÃO FINANCEIRA FIRMADO ENTRE OS ENTES PÚBLICOS, PARTES NA PRESENTE RELAÇÃO JURÍDICA PROCESSUAL, QUE PREVÊ A PRESTAÇÃO DE CONTAS DOS RECURSOS RECEBIDOS PELO MUNICÍPIO, EM DECORRÊNCIA DO AJUSTE. POR OUTRO LADO, O DECRETO ESTADUAL Nº N, DE 14 DE OUTUBRO DE 1992 (FL. 08/10), EM SEU ARTIGO 2º, ESTABELECE QUE OS ENTES BENEFICIÁRIOS DOS RECURSOS DO TESOURO ESTADUAL DEVERÃO APRESENTAR VÁRIOS DOCUMENTOS (LISTADOS NO REFERIDO DECRETO E NO BOJO DO PRÓPRIO CONVÊNIO) QUE IRÃO COMPOR O RESPECTIVO PROCESSO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS. CREIO NÃO HAVER DÚVIDAS, PORTANTO, QUE O ESTADO DO ESPÍRITO SANTO POSSUI O DIREITO DE EXIGIR AS CONTAS E O MUNICÍPIO DE ALEGRE, DE CONSEQÜÊNCIA, A OBRIGAÇÃO DE PRESTÁ-LAS, COM BASE NO ARTIGO 914, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. ANTE O EXPOSTO, CONHEÇO DA REMESSA NECESSÁRIA PARA JULGAR PROCEDENTE O PEDIDO INICIAL, NOS EXATOS DA R. SENTENÇA DE FL. 94. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS AO JUÍZO DE ORIGEM. PUBLIQUE-SE. VITÓRIA, 06 DE MARÇO DE DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA RELATOR 4 REMESSA EX-OFFICIO Nº REMTE.: JUIZ DE DIREITO DA VARA PRIVATIVA DAS EXECUÇÕES FISCAIS DE V PARTE: ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADO: ALEMER JABOUR MOULIN PARTE: BOA PRAÇA SUPERMERCADOS S/A ADVOGADO: LEONARDO P BEZERRA LEITE * APELAÇÃO VOLUNTÁRIA Nº APTE.: ESTADO DO ESPÍRITO SANTO APDA.: BOA PRAÇA SUPERMERCADOS S/A RELATOR: ANNIBAL DE REZENDE LIMA

8 10 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO APELAÇÃO CÍVEL Nº APELANTE: ESTADO DO ESPÍRITO SANTO APELADA: BOA PRAÇA SUPERMERCADOS S/A RELATOR: DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA DECISÃO TRIBUTÁRIO - EXECUÇÃO FISCAL - ICMS - ESTIMATIVA - PRINCÍPIO DA NÃO-CUMULATIVIDADE - EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE ACOLHIDA. 1. ESTE EGRÉGIO TRIBUNAL JÁ PACIFICOU O ENTENDIMENTO SEGUNDO O QUAL É INCONSTITUCIONAL A ESTIPULAÇÃO PREVISTA PELO ART. 5º, DA LEI ESTADUAL N.º 5.541/97, RESPONSÁVEL POR INSTITUIR O REGIME DE ESTIMATIVA, COM A FINALIDADE DE ESTIPULAR A BASE DE CÁLCULO PARA A INCIDÊNCIA DO ICMS. 2. RECURSO IMPROVIDO. CUIDAM OS PRESENTES AUTOS DE RECURSO DE APELAÇÃO (FLS. 207/216) INTERPOSTO PELO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, ORA APELANTE, EM RELAÇÃO À R. SENTENÇA DE FLS. 195/200, QUE ACOLHEU EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE PARA EXTINGUIR A EXECUÇÃO FISCAL MOVIDA EM FACE DE BOA PRAÇA SUPERMERCADOS S/A, ORA APELADA. EM SEU RECURSO, O APELANTE PEDE A REFORMA DA SENTENÇA ORA HOSTILIZADA, ALEGANDO (A) QUE O TEXTO DA LEI ESTADUAL N.º 5.541/97 NÃO AFRONTARIA A CONSTITUIÇÃO FEDERAL; E (B) QUE A CRIAÇÃO DO REGIME DE ESTIMATIVA ATENDERIA AO PRINCÍPIO DA CAPACIDADE CONTRIBUTIVA, E, PORTANTO, A SUA EXIGÊNCIA SERIA LEGÍTIMA. ÀS FLS. 218/227, O APELADO OFERECEU CONTRA-RAZÕES RECURSAIS. É O RELATÓRIO. DECIDO. OS CONTORNOS DA DEMANDA SÃO SINGELOS, AUTORIZANDO DECISÃO MONOCRÁTICA PELO RELATOR, NA FORMA DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. INICIALMENTE, É IMPERIOSO RECONHECER A TEMPESTIVIDADE DO APELO ORA ANALISADO. O APELANTE FOI INTIMADO DA SENTENÇA IMPUGNADA NA DATA DE 05 DE AGOSTO DE COM EFEITO, SENDO SEU PRAZO DE 30 (TRINTA DIAS), TEM-SE O DIES A QUO NA DATA DE 09 DE SETEMBRO DE 2004, TENDO EM VISTA NÃO HAVER TIDO EXPEDIENTE NOS DIAS 06, 07 E 08 DE SETEMBRO DAQUELE ANO. ADEMAIS, AINDA QUE INTEMPESTIVO FOSSE O APELO, TODA A MATÉRIA DEVOLVIDA A ESTE EGRÉGIO TRIBUNAL HAVERIA DE SER ANALISADA, DA MESMA FORMA, POR FORÇA DA REMESSA NECESSÁRIA. ASSIM, ADMITO O RECURSO. NO QUE TANGE AO MÉRITO RECURSAL, VERIFICA-SE QUE O APELANTE PRETENDE VER RECONHECIDA, POR ESTE EGRÉGIO TRIBUNAL, A LEGALIDADE DA AUTUAÇÃO QUE EFETUOU EM FACE DO APELADO, COM FULCRO NO ART. 5º, 3º, DA LEI ESTADUAL N.º DE É SABIDO QUE O MENCIONADO DISPOSITIVO LEGAL FOI RESPONSÁVEL POR INSTITUIR O REGIME DE ESTIMATIVA, COM A FINALIDADE DE ESTIPULAR A BASE DE CÁLCULO PARA A INCIDÊNCIA DO TRIBUTO. ESTE EGRÉGIO TRIBUNAL JÁ PACIFICOU O ENTENDIMENTO SEGUNDO O QUAL É INCONSTITUCIONAL A ESTIPULAÇÃO PREVISTA PELO ART. 5º, DA LEI ESTADUAL N.º 5.541/97. NESSE SENTIDO, DECIDIU A COLENDA PRIMEIRA CÂMARA CÍVEL, NO JULGAMENTO DA REMESSA EX OFFICIO N.º , DE QUE FOI RELATOR O EXMº SR. DES. ARNALDO SANTOS SOUZA. VEJA-SE: TRIBUTÁRIO. ICMS. REGIME DE ESTIMATIVA (LEI N.º 5.541/97). EXECUÇÃO FISCAL. NULIDADE ABSOLUTA DO LANÇAMENTO POR INCONSTITUCIONALIDADE. OBJEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE. APELAÇÃO E RECURSO ADESIVO. TEMPESTIVIDADE. AUSÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO. MÉRITO. INCONSTITUCIONALIDADE DO ART. 5º, DA LEI N.º 5.541/97. SENTENÇA MANTIDA. APELAÇÃO DESPROVIDA. RECURSO ADESIVO NÃO ADMITIDO. DESERÇÃO. (...) 3. É INCONSTITUCIONAL O ART. 5º, DA LEI N.º 5.541/97, QUE DISPÕE SOBRE O RECOLHIMENTO DO ICMS POR ESTIMATIVA, POR SE AFASTAR DA HIPÓTESE DE INCIDÊNCIA TRIBUTÁRIA DESENHADA NA CONSTITUIÇÃO FEDERAL (ART. 155, INCISO II, CF/88) E POR VIOLAÇÃO À REGRA DA NÃO-CUMULATIVIDADE (ART. 155, 2º, INCISO I, DA CF/88). POR ISSO, NÃO É VÁLIDA A CONSTITUIÇÃO DE CRÉDITO TRIBUTÁRIO E A INSTAURAÇÃO DE EXECUÇÃO FISCAL BASEADA EM TAIS PRECEITOS, O QUE ADMITE O ACOLHIMENTO DA OBJEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE. APELO DESPROVIDO. (...) 5. APELAÇÃO CONHECIDA, MAS DESPROVIDO. RECURSO ADESIVO NÃO ADMITIDO. NO MESMO SENTIDO FOI O JULGAMENTO DO RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO N.º , DE QUE FOI RELATOR O EXMº SR. DES. ALINALDO FARIA DE SOUZA. VEJA-SE: AGRAVO DE INSTRUMENTO - NULIDADE DO TÍTULO - ICMS - STF SUSPENDEU EFICÁCIA DO 12º DO ART. 4º, E "CAPUT" E 1º, DO ART. 5º DA LEI ESTADUAL N.º 5.541/97 POR INCONSTITUCIONALIDADE - PARCELAS PERIODÍCAS CALCULADAS POR ESTIMATIVA - ESTABELECIMENTOS SUPERMERCADISTAS - REVOGADA PELA LEI N.º 7.000/ RECURSO IMPROVIDO. 1) A NORMA JURÍDICA INCULPIDA NOS DISPOSTIVOS DA LEI ESTADUAL N.º 5.541/97, QUE OBRIGAVA OS ESTABELECIMENTOS SUPERMERCADISTAS A RECOLHEREM O TRIBUTO, MEDIANTE APURAÇÃO PELO REGIME DE DÉBITO E CRÉDITO, SIMULTANEAMENTE COM O REGIME DE ESTIMATIVA, TEVE SUA EFICÁCIA SUSPENSA PELO EXCELSO PRETÓRIO POR PATENTE INCONSTITUCIONALIDADE. 4) A LEI 5541/1997 ENQUANTO EXISTENTE NO MUNDO JURÍDICO, NÃO TINHA A EFICÁCIA DE SEU 12 DO ART. 4º E O CAPUT E 1º DO ART. 5º EM VIRTUDE DA ADIN 1995 MC/ES, SENDO POSTERIORMENTE REVOGADA PELA LEI 7000/2001, NÃO SENDO ASSIM, LÍCITO AO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO QUERER MANTER A VALIDADE DOS AUTOS DE INFRAÇÃO IMPOSTOS AO AGRAVADO. RECURSO IMPROVIDO. POR TAIS RAZÕES, CONHEÇO DO RECURSO, MAS LHE NEGO PROVIMENTO, NOS TERMOS DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS AO JUÍZO DE ORIGEM. PUBLIQUE-SE. VITÓRIA, 06 DE MARÇO DE DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA RELATOR 5 APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE.: RITA DE CASSIA CONTI ADVOGADO: EDUARDO SILVA BITTI ADVOGADO: NILSON FRIGINI APDO.: MUNICÍPIO DE VITÓRIA ADVOGADO: MARCOS ROGERIO FERREIRA PATRICIO RELATOR: ANNIBAL DE REZENDE LIMA APELAÇÃO CÍVEL Nº APELANTE: RITA DE CÁSSIA CONTI APELADO: MUNICÍPIO DE ARACRUZ RELATOR: DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA DECISÃO ADMINISTRATIVO - MANDADO DE SEGURANÇA - LICENÇA PARA TRATAR DE ASSUNTOS PARTICULARES - FREQÜÊNCIA EM CURSO DE MESTRADO - ATO DISCRICIONÁRIO - CRITÉRIOS DE CONVENIÊNCIA E OPORTUNIDADE - AUSÊNCIA DE QUESTIONAMENTO SOBRE OS ELEMENTOS DO ATO ADMINISTRATIVO - IMPOSSIBILIDADE DE EXAME DO MÉRITO ADMINISTRATIVO - RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. 1. O ATO DE CONCESSÃO DE LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSES PARTICULARES (FREQÜÊNCIA A CURSO DE MESTRADO REALIZADO EM TEMPO INTEGRAL) É DISCRICIONÁRIO, CABENDO AO ADMINISTRADOR PÚBLICO DECIDIR, POR CRITÉRIO DE CONVENIÊNCIA E OPORTUNIDADE, SOBRE O DEFERIMENTO, OU NÃO, DO PEDIDO FORMULADO PELO SERVIDOR. 2. SE OS ELEMENTOS DA COMPETÊNCIA, FORMA E FINALIDADE DO ATO NÃO SÃO QUESTIONADOS, MAS, SIM, OS MOTIVOS DA DECISÃO QUE INDEFERIU O PEDIDO DE LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSES PARTICULARES, AFIGURA-SE CORRETA A DECISÃO QUE DENEGOU A SEGURANÇA PLEITEADA. 3. RECURSO CONHECIDO E DESPROVIDO. CUIDAM OS PRESENTES AUTOS DE APELAÇÃO CÍVEL, EM SEDE DE MANDADO DE SEGURANÇA, IMPETRADO POR RITA DE CÁSSIA CONTI, ORA APELANTE, CONTRA ATO PRATICADO PELO SR.

9 11 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO, DO MUNICÍPIO DE ARACRUZ, QUE LHE NEGOU A CONCESSÃO DE LICENÇA SEM VENCIMENTO, PELO PRAZO DE 02 (DOIS) ANOS, DO EXERCÍCIO DAS FUNÇÕES INERENTES AO CARGO PBII/1, INTEGRANTE DA CARREIRA DO MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL. PELA SENTENÇA DE FLS. 315/323, O DR. JUIZ DE DIREITO A QUO DENEGOU A SEGURANÇA, SOB O FUNDAMENTO DE QUE O ATO DE CONCESSÃO DA LICENÇA PLEITEADA TERIA NATUREZA DISCRICIONÁRIA, CUJA PRÁTICA (DO ATO DE CONCESSÃO DA LICENÇA) SERIA DE COMPETÊNCIA EXCLUSIVA DO PODER EXECUTIVO. IRRESIGNADA, A APELANTE INTERPÔS O PRESENTE RECURSO ONDE, PELAS RAZÕES DE FLS. 328/338, PUGNA PELA REFORMA DA SENTENÇA HOSTILIZADA. INTIMADO, O APELADO APRESENTOU CONTRA-RAZÕES RECURSAIS ÀS FLS. 346/352, PUGNA PELA MANUTENÇÃO DA SENTENÇA VERGASTADA. A DOUTA PROCURADORIA DE JUSTIÇA, EM PARECER DE FLS. 369/370, OPINOU PELA DENEGAÇÃO DA SEGURANÇA. EIS O BREVE RELATÓRIO. COMO SE VÊ, OS CONTORNOS DA DEMANDA SÃO SINGELOS, AUTORIZANDO DECISÃO MONOCRÁTICA PELO RELATOR, NA FORMA DO ARTIGO 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, ANTE A MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA DO RECURSO. PRETENDE A APELANTE, POR INTERMÉDIO DESTA AÇÃO MANDAMENTAL, COMPELIR O APELADO A CONCEDER-LHE, PELO PERÍODO DE 02 (DOIS) ANOS ININTERRUPTOS, LICENÇA SEM REMUNERAÇÃO DO EXERCÍCIO DAS FUNÇÕES INERENTES AO CARGO DE QUE É TITULAR (CÓDIGO PBII/1), A FIM DE QUE POSSA FREQÜENTAR O CURSO DE MESTRADO EM BIOLOGIA, OFERECIDO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, EM TEMPO INTEGRAL. O PLEITO DE CONCESSÃO DA REFERIDA LICENÇA, CONFORME NOTICIAM OS AUTOS, FOI DIRIGIDO À AUTORIDADE ADMINISTRATIVA COMPETENTE, QUE O INDEFERIU COM BASE NO ARTIGO 129, DA LEI MUNICIPAL Nº 1.664/93 (ESTATUTO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DO MUNICÍPIO DE ARACRUZ) DE TEOR SEGUINTE: ART A CRITÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO, PODERÁ SER CONCEDIDA AO SERVIDOR ESTÁVEL LICENÇA PARA O TRATO DE ASSUNTOS PARTICULARES, PELO PRAZO DE ATÉ 02 (DOIS) ANOS CONSECUTIVOS, SEM REMUNERAÇÃO.... 4º - A LICENÇA SERÁ NEGADA, QUANDO O AFASTAMENTO DO SERVIDOR, FUNDAMENTALMENTE, FOR INCONVENIENTE AO INTERESSE DA ADMINISTRAÇÃO. (...) (G. N.) POR SUA VEZ, A LEI MUNICIPAL Nº 2.090/98 (ESTATUTO DOS PROFISSIONAIS DO MAGISTÉRIO PÚBLICO MUNICIPAL - FLS. 51/73), EM SEU ARTIGO 37, DISPÕE QUE: ART NO INTERESSE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, SERÁ PERMITIDO AO PROFISSIONAL EFETIVO DO MAGISTÉRIO, AUTORIZAÇÃO DE AFASTAMENTO DE SUAS FUNÇÕES, NOS SEGUINTES CASOS:... IV - FREQÜENTAR CURSOS DE APERFEIÇOAMENTO, ATUALIZAÇÃO, ESPECIALIZAÇÃO E MESTRADO NA ÁREA DE EDUCAÇÃO DESDE QUE RELACIONADOS COM A FUNÇÃO EXERCIDA E DENTRO DOS INTERESSES E PRIORIDADES DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO, QUANDO NÃO FOR POSSÍVEL COMPATIBILIDADE DE HORÁRIO; (G. N.) DA ANÁLISE DOS DISPOSITIVOS LEGAIS ACIMA COLACIONADOS, CONCLUI-SE, INEQUIVOCAMENTE, QUE A POSSIBILIDADE DE CONCESSÃO DA REFERIDA LICENÇA SITUA-SE NA ESFERA DE DISCRICIONARIEDADE DA AUTORIDADE ADMINISTRATIVA. É DE SE OBSERVAR QUE A LEI INSTITUI UMA FACULDADE AO ADMINISTRADOR PÚBLICO, DISPONDO QUE O MESMO PODERÁ (NÃO SE UTILIZOU O LEGISLADOR MUNICIPAL DA EXPRESSÃO DEVERÁ ), A CRITÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, PERMITIR O AFASTAMENTO DO SERVIDOR PARA FREQÜENTAR CURSO DE MESTRADO, ACASO NÃO SEJA POSSÍVEL A COMPATIBILIZAÇÃO DE HORÁRIO, DESDE QUE DENTRO DO SEU (DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA) INTERESSE E PRIORIDADE. VERIFICA-SE QUE O REGRAMENTO DESCRITO DEIXA CERTA MARGEM DE LIBERDADE DE DECISÃO DIANTE DO CASO CONCRETO, DE TAL MODO QUE A AUTORIDADE ADMINISTRATIVA COMPETENTE PODERÁ OPTAR POR UMA, DENTRE AS VÁRIAS SOLUÇÕES POSSÍVEIS, TODAS VÁLIDAS PERANTE O DIREITO. ROTULA-SE PODER DISCRICIONÁRIO, PORQUE A ADOÇÃO DE UMA OU OUTRA SOLUÇÃO É FEITA SEGUNDO CRITÉRIOS DE OPORTUNIDADE, CONVENIÊNCIA, JUSTIÇA, EQÜIDADE, PRÓPRIOS DA AUTORIDADE ADMINISTRATIVA, PORQUE NÃO DEFINIDOS PELO LEGISLADOR MUNICIPAL. COMO É SABIDO, O PODER JUDICIÁRIO NÃO PODE SUBSTITUIR A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM PRONUNCIAMENTOS QUE LHE SÃO PRIVATIVOS, PENA DE OFENSA AO PRINCÍPIO DA SEPARAÇÃO E HARMONIA ENTRE OS PODERES. A ELE (PODER JUDICIÁRIO), SEGUNDO A MELHOR DOUTRINA, SOMENTE É POSSÍVEL A APRECIAÇÃO DOS ASPECTOS DA LEGALIDADE E VERIFICAÇÃO DE QUE A ADMINISTRAÇÃO NÃO TERIA ULTRAPASSADO OS LIMITES DA DISCRICIONARIEDADE; SE PRESENTE ESSA HIPÓTESE, PODERIA O JUDICIÁRIO INVALIDAR O ATO, PORQUE A AUTORIDADE TERIA ULTRAPASSADO O ESPAÇO LIVRE DEIXADO PELA LEI E INVADIDO O CAMPO DA LEGALIDADE. NESTE RUMO DE IDÉIAS, PERCEBE-SE QUE A R. SENTENÇA, ORA CENSURADA, HARMONIZA-SE COM O ENTENDIMENTO JÁ MANIFESTADO PELO COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, QUE, EM CASOS ANÁLOGOS (ENVOLVENDO PEDIDO DE CONCESSÃO DE LICENÇA-PRÊMIO), REVELADOS PELOS RECURSOS ORDINÁRIOS EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº E , RESPECTIVAMENTE, RELATADOS PELOS INSIGNES MINISTROS VICENTE LEAL E FÉLIX FISCHER, ASSENTOU A SUA JURISPRUDÊNCIA NESTES TERMOS: (...) É INCONTROVERSO QUE O DIREITO DE GOZO DE LICENÇA-PRÊMIO ENCONTRA-SE SUBMETIDO À CONFORMIDADE DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA QUE, NO EXERCÍCIO DE SUA COMPETÊNCIA DISCRICIONÁRIA, ANALISA A NECESSIDADE E CONVENIÊNCIA DA CONTINUIDADE DO SERVIÇO FRENTE À DISPONIBILIDADE EFETIVA DE PESSOAL. O INDEFERIMENTO DO REQUERIMENTO DE FRUIÇÃO DA LICENÇA-PRÊMIO PELA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, COM OS OLHOS ERGUIDOS NA PRESERVAÇÃO DO INTERESSE PÚBLICO MAIOR DE DAR CONTINUIDADE AO ENSINO PÚBLICO, NÃO CONFIGURA QUALQUER LESÃO JURÍDICA. (...)... (...) É POSSIBILITADO À ADMINISTRAÇÃO QUE, NO EXERCÍCIO DA SUA COMPETÊNCIA DISCRICIONÁRIA, ANALISE A CONVENIÊNCIA E OPORTUNIDADE DE CONFERIR AO SERVIDOR O GOZO DA SUA LICENÇA PRÊMIO. O INDEFERIMENTO DE PLEITO NESSE SENTIDO, CALCADO NA NECESSIDADE DE CONTINUAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE ENSINO, NÃO CARACTERIZA QUALQUER ILEGALIDADE. (...) A SUA VEZ, QUANDO APRECIAVA CASO IDÊNTICO MATERIALIZADO NOS AUTOS DA APELAÇÃO CÍVEL Nº , RELATADA PELO EMINENTE DESEMBARGADOR SYLVIO PELLICO DE OLIVEIRA NEVES, ESTA EGRÉGIA CORTE DE JUSTIÇA ACOLHEU O ENTENDIMENTO SEGUNDO O QUAL: (...) SERÁ NEGADA A LICENÇA QUANDO INCONVENIENTE AO INTERESSE DO SERVIÇO - PARÁGRAFO SEGUNDO, ART. 102, LEI Nº 2.994/92. A CONCESSÃO DA LICENÇA É ATO DISCRICIONÁRIO, CABENDO À AUTORIDADE COMPETENTE A SUA AVALIAÇÃO. UMA VEZ CONSIDERADO INCONVENIENTE, TAL ATO NÃO PODE SER INQUINADO DE ILEGAL. ANTE O EXPOSTO, COM BASE NO ARTIGO 557, CAPUT DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, CONHEÇO DO PRESENTE RECURSO, NEGANDO-LHE PROVIMENTO PARA MANTER INCÓLUME A R. SENTENÇA GUERREADA. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS À COMARCA DE ORIGEM. PUBLIQUE-SE. VITÓRIA, 05 DE MARÇO DE DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA RELATOR

10 12 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO 6 APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE.: JOSE MARIA ALVES VIEIRA ADVOGADO: MARIO SERGIO NEMER VIEIRA APDA.: CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES GRASSI ADVOGADO: HONORIO LUIZ GRASSI APDA.: CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES NACIONAL ADVOGADO: HONORIO LUIZ GRASSI APDA.: CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES GUANDU ADVOGADO: HONORIO LUIZ GRASSI APDA.: CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES CONTINENTAL ADVOGADO: HONORIO LUIZ GRASSI APDA.: CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES BRAGATTO ADVOGADO: HONORIO LUIZ GRASSI RELATOR: ANNIBAL DE REZENDE LIMA APELAÇÃO CÍVEL Nº APELANTE: JOSÉ MARIA ALVES VIEIRA APELADOS: DETRAN - DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO E OUTROS RELATOR: DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA DECISÃO PROCESSUAL CIVIL. MANDADO DE SEGURANÇA AJUIZADO ANTERIORMENTE. LITISPENDÊNCIA. 1. O ORDENAMENTO JURÍDICO PÁTRIO REPUDIA A REPRODUÇÃO DE AÇÕES ENTRE AS MESMAS PARTES PARA A SOLUÇÃO DE UM ÚNICO LITÍGIO, PREVENDO, POR TAL RAZÃO, SOLUÇÕES PROCESSUAIS PARA EVITAR A PROLIFERAÇÃO DE CAUSAS IDÊNTICAS E, AINDA, A POSSIBILIDADE DE DECISÕES DIVERGENTES. NOS TERMOS DO ART. 301, 1º, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, OCORRE LITISPENDÊNCIA QUANDO SE REPRODUZ AÇÃO ANTERIORMENTE AJUIZADA. 2. O RECONHECIMENTO DA LITISPENDÊNCIA DEPENDE DA OCORRÊNCIA DA TRÍPLICE IDENTIDADE ENTRE PARTES, CAUSA DE PEDIR E PEDIDO, O QUE OCORRE NA HIPÓTESE SUB EXAMINE, PORQUANTO O PEDIDO FORMULADO NO MANDAMUS ANTERIORMENTE IMPETRADO EM NADA DESTOA DAQUELE FORMULADO NA PRESENTE AÇÃO ORDINÁRIA. CUIDAM OS PRESENTES AUTOS DE AÇÃO COMINATÓRIA AJUIZADA POR JOSÉ MARIA ALVES VIEIRA, ORA APELANTE, EM FACE DE DETRAN - DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO E OUTROS, ORA APELADOS, VISANDO, EM SÍNTESE, FOSSEM OS RÉUS CONDENADOS A OBSERVAR A NORMA CONTIDA NO ART. 16, DO REGULAMENTO Nº 001/96 (FLS. 16/37), PROCEDENDO, DE MANEIRA IGUALITÁRIA, À DISTRIBUIÇÃO DE FICHAS PARA ATENDIMENTO MÉDICO AOS PRETENDENTES À OBTENÇÃO DE PERMISSÃO PARA CONDUÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES. PELA SENTENÇA DE FLS. 321/327, O DR. JUIZ DE DIREITO A QUO EXTINGUIU O PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, POR ENTENDER QUE O APELANTE CARECERIA DE INTERESSE PROCESSUAL, NAS MODALIDADES NECESSIDADE E UTILIDADE, UMA VEZ QUE, ANTERIORMENTE AO AJUIZAMENTO DA PRESENTE AÇÃO, JÁ TERIA (O APELANTE) AJUIZADO MANDADO DE SEGURANÇA, NO QUAL TERIA OBTIDO MEDIDA LIMINAR QUE LHE GARANTIRIA, AINDA QUE PROVISORIAMENTE, O CUMPRIMENTO DA OBRIGAÇÃO DE FAZER, OBJETO DA PRESENTE DEMANDA. IRRESIGNADO, O APELANTE INTERPÔS O PRESENTE RECURSO ONDE, PELAS RAZÕES DE FLS. 330/335, PUGNA PELA REFORMA DA SENTENÇA HOSTILIZADA. INTIMADOS, OS APELADOS APRESENTARAM CONTRA-RAZÕES RECURSAIS ÀS FLS. 348/350 (CENTRO DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES GRASSI E OUTROS). O DETRAN - DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO NÃO OFERECEU CONTRA-RAZÕES, NOS TERMOS DA CERTIDÃO DE FL EIS O BREVE RELATÓRIO. DECIDO, COM FULCRO NO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, ANTE A MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA DO RECURSO. SUSTENTA O APELANTE, NO CURSO DA PRESENTE AÇÃO COMINATÓRIA, TER SIDO PREJUDICADO PELOS APELADOS, EM DECORRÊNCIA DE VICIADA DISTRIBUIÇÃO DE FICHAS DE ENCAMINHAMENTO AO EXAME MÉDICO DE CANDIDATOS PRETENDENTES À OBTENÇÃO DE PERMISSÃO PARA CONDUÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, EXPERIMENTANDO, POR TAL RAZÃO, PREJUÍZOS DE ORDEM MATERIAL, AO ATENDER UM MENOR NÚMERO DE CANDIDATOS QUE OUTROS PROFISSIONAIS CREDENCIADOS PARA A REALIZAÇÃO DO JÁ MENCIONADO EXAME MÉDICO. VÊ-SE QUE O APELANTE APONTA O ITEM 02, DO ANEXO III, DO REGULAMENTO Nº 01/96 (FLS. 16/37) COMO FUNDAMENTO JURÍDICO DE SUA PRETENSÃO. VERIFICA-SE, ENTRETANTO, QUE O REFERIDO DISPOSITIVO LEGAL DISPÕE QUE O ENCAMINHAMENTO DOS CANDIDATOS PARA OS PROFISSIONAIS MÉDICOS CREDENCIADOS SERÁ FEITO PELA COORDENAÇÃO DE EXAME MÉDICO E PSICOTÉCNICO DO DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO (DETRAN/ES). NESTE PASSO, NÃO HAVERIA QUE SE INCLUIR, NO PÓLO PASSIVO DA PRESENTE DEMANDA, OS CENTROS DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES, DEVENDO SER MANTIDO INALTERADO O CAPÍTULO DA SENTENÇA QUE RECONHECEU-LHES (AOS CENTROS DE FORMAÇÃO DE CONDUTORES) A ILEGITIMIDADE PASSIVA AD CAUSAM. PROSSEGUINDO, EXAMINANDO-SE A PETIÇÃO INICIAL, EXTRAI-SE A INFORMAÇÃO DE QUE O APELANTE, ANTERIORMENTE AO AJUIZAMENTO DA PRESENTE AÇÃO, TERIA IMPETRADO MANDADO DE SEGURANÇA OBJETIVANDO O CUMPRIMENTO DA MESMA DISPOSIÇÃO REGULAMENTAR, ATUALMENTE EM ANÁLISE NA PRESENTE AÇÃO, TENDO OBTIDO, NO REFERIDO MANDAMUS, MEDIDA LIMINAR QUE DETERMINOU À AUTORIDADE APONTADA COATORA QUE PROCEDESSE À DISTRIBUIÇÃO IGUALITÁRIA DAS FICHAS DE ENCAMINHAMENTO À EXAME MÉDICO, DOS CANDIDATOS PRETENDENTES À HABILITAÇÃO PARA DIRIGIR VEÍCULOS AUTOMOTORES. PERCEBE-SE, INEQUIVOCAMENTE, QUE A PRESENTE AÇÃO FOI PROPOSTA PORQUE A MEDIDA LIMINAR, DEFERIDA NOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA Nº , NÃO ESTAVA SENDO CUMPRIDA, OU SEJA, UTILIZOU-SE O APELANTE DA PRESENTE AÇÃO PARA DAR EFICÁCIA À PROVIMENTO JURISDICIONAL PROLATADO EM AÇÃO MANDAMENTAL. ORA, DE TODO O EXPOSTO, O CASO SUB EXAMINE REVELA A EXISTÊNCIA DE LITISPENDÊNCIA QUE COMPROMETEU A FORMAÇÃO, BEM COMO O DESENVOLVIMENTO VÁLIDO E REGULAR DA PRESENTE RELAÇÃO JURÍDICA PROCESSUAL. POR CONFIGURAR MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA, A LITISPENDÊNCIA DEVE SER CONHECIDA DE OFÍCIO, EM QUALQUER TEMPO OU GRAU DE JURISDIÇÃO. NÃO SE PODE ESQUECER, AFINAL, QUE, NOS TERMOS DO ART. 301, 3º, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, HÁ LITISPENDÊNCIA QUANDO SE REPETE AÇÃO JUDICIAL QUE JÁ ESTÁ EM CURSO. IN CASU, ESTAVA EM CURSO UM MANDADO DE SEGURANÇA POR MEIO DO QUAL O APELANTE PRETENDIA COMPELIR O DETRAN - DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO AO CUMPRIMENTO DA DISPOSIÇÃO CONTIDA NO ART. 16, DO REGULAMENTO Nº 001/96. LOGO, CONSTATADA A EXISTÊNCIA DE PRESSUPOSTO PROCESSUAL NEGATIVO CARACTERIZADOR DA LITISPENDÊNCIA, IMPÕE-SE A EXTINÇÃO DO PROCESSO SEM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, NOS TERMOS DO ART. 267, V, DO ESTATUTO PROCESSO CIVIL, NÃO MERECENDO, ASSIM, QUALQUER CENSURA A R. SENTENÇA RECORRIDA, EIS QUE DA EXISTÊNCIA DA LITISPENDÊNCIA DECORRE, LOGICAMENTE A AUSÊNCIA DE INTERESSE PROCESSUAL. NO MESMO SENTIDO O ENTENDIMENTO DO COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, ILUSTRADO PELO RECURSO ORDINÁRIO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 18561, DE QUE FOI RELATOR O EXMº SR. MINISTRO JOSÉ ARNALDO DA FONSECA: RECURSO EM MANDADO DE SEGURANÇA. ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. LITISPENDÊNCIA ENTRE AÇÃO ORDINÁRIA E AÇÃO MANDAMENTAL. OCORRÊNCIA. EXTINÇÃO DO FEITO. CONSTATADA A LITISPENDÊNCIA ENTRE A AÇÃO ORDINÁRIA ANTERIORMENTE PROPOSTA E A PRESENTE AÇÃO MANDAMENTAL, É DE SE EXTINGUIR O FEITO NOS TERMOS DO ART. 267, V DO CPC. RECURSO DESPROVIDO. ANTE O EXPOSTO, CONHEÇO DO RECURSO E, NOS TERMOS DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, NEGO-LHE PROVIMENTO. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS À COMARCA DE ORIGEM.

11 13 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO PUBLIQUE-SE. VITÓRIA, 05 DE MARÇO DE DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA RELATOR 7 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: MUNICÍPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM ADVOGADO: CRISTIANO TESSINARI MODESTO ADVOGADA: MELISSA RIBEIRO OLIVEIRA ADVOGADO: WESLEY DE OLIVEIRA LOUZADA BERNARDO AGVDA.: LAURIANA GRIGORIO DA SILVA ADVOGADA: MARCIA PRUCCOLI GAZZONI RELATOR: ANNIBAL DE REZENDE LIMA AGRAVO DE INSTRUMENTO: AGRAVANTE: MUNICÍPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM AGRAVADA: LAURINA GIGÓRIO DA SILVA RELATOR: DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA DECISÃO ADMINISTRATIVO - AGRAVO DE INSTRUMENTO - CONCURSO PÚBLICO - EDITAL - EXIGÊNCIA DE AUTENTICAÇÃO DE DOCUMENTOS. 1. O EDITAL É A REGRA MESTRE DO CONCURSO PÚBLICO. DESDE QUE ESTE (EDITAL) NÃO OFENDA PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DE SUPERIOR HIERARQUIA, OU, AINDA, REGRAS JURÍDICAS INFRACONSTITUCIONAIS APLICÁVEIS À ESPÉCIE, NÃO SE PODE FALAR NA IRREGULARIDADE DA NORMA EDITALÍCIA. 2. A EXIGÊNCIA DE AUTENTICAÇÃO DE DOCUMENTOS, A DESPEITO DE REPRESENTAR UMA CULTURA EXCESSIVAMENTE BUROCRÁTICA, ENCONTRA-SE EM PLENO USO NOS MAIS DIVERSOS ÂMBITOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - E QUIÇÁ NAS RELAÇÕES PRIVADAS - SOB O PRETEXTO DE EVITAR FRAUDES. NESSA MEDIDA, NÃO SE PODE FALAR NA IRRAZOABILIDADE DE SUA UTILIZAÇÃO. 3. RECURSO PROVIDO. CUIDAM OS PRESENTES AUTOS DE AGRAVO DE INSTRUMENTO INTERPOSTO PELO MUNICÍPIO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM, INSURGINDO-SE CONTRA A DECISÃO DE FLS. 19/21 (POR CÓPIA), QUE DEFERIU MEDIDA LIMINAR PLEITEADA NOS AUTOS DO MANDADO DE SEGURANÇA IMPETRADO POR LAURINA GIGÓRIO DA SILVA, ORA AGRAVADA. ÀS FLS. 40/43, A AGRAVADA APRESENTOU CONTRA-RAZÕES RECURSAIS. ÀS FLS. 47/49, O DR. JUIZ DE DIREITO DE PISO PRESTOU INFORMAÇÕES. É O BREVE RELATÓRIO. DECIDO. A PRESENTE DEMANDA APRESENTA CONTORNOS SINGELOS, PERMITINDO O JULGAMENTO MONOCRÁTICO PELO RELATOR, ASSIM COMO PRECONIZA O ART. 557, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. OBSERVA-SE DOS AUTOS QUE OS SEGUINTES FATOS SÃO INCONTROVERSOS, QUAIS SEJAM: (A) O EDITAL EM ANÁLISE EXIGIA QUE OS DOCUMENTOS APRESENTADOS PELOS CANDIDATOS FOSSEM PREVIAMENTE AUTENTICADOS; E (B) A AGRAVADA APRESENTOU DOCUMENTOS SEM AUTENTICAÇÃO PERANTE A COMISSÃO DO CONCURSO PÚBLICO. NESSA MEDIDA, A QUESTÃO DE DIREITO, A QUE SE REFERE O OBJETO DO PRESENTE RECURSO, CINGE-SE À AVALIAÇÃO DA LEGALIDADE DA EXIGÊNCIA EDITALÍCIA, PRESENTE EM CONCURSO PÚBLICO MUNICIPAL, NO SENTIDO DE QUE OS CANDIDATOS APRESENTASSEM CÓPIA, DEVIDAMENTE AUTENTICADA, DOS DOCUMENTOS EXIGIDOS PARA A PROVA DE TÍTULOS. A MEU SENTIR, AO CONTRÁRIO DO QUE AFIRMA A AGRAVADA, A EXIGÊNCIA DE QUE SEJAM PREVIAMENTE AUTENTICADOS OS DOCUMENTOS APRESENTADOS EM RAZÃO DA REALIZAÇÃO PROVA DE TÍTULOS DE CONCURSO PÚBLICO NÃO ENCONTRA QUALQUER OBSTÁCULO NO ORDENAMENTO JURÍDICO. O EDITAL É A REGRA MESTRE DO CONCURSO PÚBLICO. DESDE QUE ESTE NÃO OFENDA PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS DE SUPERIOR HIERARQUIA, OU, AINDA, REGRAS JURÍDICAS INFRACONSTITUCIONAIS APLICÁVEIS À ESPÉCIE, NÃO SE PODE FALAR NA IRREGULARIDADE DA NORMA EDITALÍCIA. A EXIGÊNCIA DE AUTENTICAÇÃO DE DOCUMENTOS, A DESPEITO DE REPRESENTAR UMA CULTURA EXCESSIVAMENTE BUROCRÁTICA, ENCONTRA-SE EM PLENO USO NOS MAIS DIVERSOS ÂMBITOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - E QUIÇÁ NAS RELAÇÕES PRIVADAS - SOB O PRETEXTO DE EVITAR FRAUDES. NESSA MEDIDA, NÃO SE PODE FALAR NA IRRAZOABILIDADE DE SUA UTILIZAÇÃO. ADEMAIS, É IMPERIOSO OBSERVAR QUE A REGRA ATINENTE AO ART. 225, DO CÓDIGO CIVIL, NÃO É APLICÁVEL À ESPÉCIE, UMA VEZ QUE, TRATANDO-SE DE EDITAL REFERENTE A CONCURSO PÚBLICO, PODE A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA IMPOR EXIGÊNCIAS DISTINTAS DAQUELAS REFERENTES À LEI CIVIL. NESSE SENTIDO DECIDIU O COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, NO JULGAMENTO DO MANDADO DE SEGURANÇA N.] 8.243, DE QUE FOI RELATORA A EXMº SRª MINISTRA LAURITA VAZ. VEJA-SE: ADMINISTRATIVO CONCURSO PÚBLICO PROMOTOR DE JUSTIÇA PROVA DE TÍTULOS IMPUGNAÇÃO DE NORMAS EDITALÍCIAS TERMO A QUO DECADÊNCIA ATRIBUIÇÃO DE PONTOS INTERPRETAÇÃO RESTRITIVA IMPOSSIBILIDADE INEXISTÊNCIA DE DIREITO LÍQUIDO E CERTO RECURSO DESPROVIDO (...)III- SEGUNDO ESTATUI O BROCARDO JURÍDICO: "O EDITAL É A LEI DO CONCURSO". DESTA FORMA, ESTABELECE-SE UM VÍNCULO ENTRE A ADMINISTRAÇÃO E OS CANDIDATOS, IGUALMENTE AO DESCRITO NA LEI DE LICITAÇÕES PÚBLICAS, JÁ QUE O ESCOPO PRINCIPAL DO CERTAME É PROPICIAR A TODA COLETIVIDADE IGUALDADE DE CONDIÇÕES NO INGRESSO AO SERVIÇO PÚBLICO. PACTUAM-SE, ASSIM, NORMAS PREEXISTENTES ENTRE OS DOIS SUJEITOS DA RELAÇÃO EDITALÍCIA. DE UM LADO, A ADMINISTRAÇÃO. DE OUTRO, OS CANDIDATOS. COM ISSO, É DEFESO A QUALQUER CANDIDATO VINDICAR DIREITO ALUSIVO À QUEBRA DAS CONDUTAS LINEARES, UNIVERSAIS E IMPARCIAIS ADOTADAS NO CERTAME. (...)V - CONSOANTE JÁ MANIFESTOU ESTA CORTE, EM SE TRATANDO DE INTERPRETAÇÃO DAS NORMAS EDITALÍCIAS DE CONCURSO PÚBLICO, A COMPETÊNCIA DO PODER JUDICIÁRIO SE LIMITA AO EXAME DA LEGALIDADE DO EDITAL. EM SENDO ASSIM, O ADMINISTRADOR TEM TODO O DIREITO DE SE VALER DO SEU PODER DISCRICIONÁRIO, DESDE QUE O MESMO NÃO AFRONTE COMANDOS LEGAIS. (...) 4. MANDADO DE SEGURANÇA DENEGADO." DIANTE DO EXPOSTO, COM BASE NO ART. 557, 1º-A, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, CONHEÇO DO PRESENTE RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO E LHE DOU PROVIMENTO. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS AO JUÍZO DE ORIGEM. PUBLIQUE-SE. VITÓRIA, 05 DE MARÇO DE DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA RELATOR 8 APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE.: TULIO NOGUEIRA DE CASTRO ADVOGADO: FRANCISCO DE ASSIS P RODRIGUES APDO.: JOSE ORLANDO DA SILVA ADVOGADO: ANDRE LUIZ MOREIRA * APELAÇÃO ADESIVA Nº APTE.: JOSE ORLANDO DA SILVA APDO.: TULIO NOGUEIRA DE CASTRO RELATOR: ANNIBAL DE REZENDE LIMA APELAÇÃO CÍVEL Nº APELANTE/APELADO: TÚLIO NOGUEIRA DE CASTRO APELADO/APELANTE: JOSÉ ORLANDO DA SILVA RELATOR: DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA DECISÃO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL - PEÇA CONTESTATÓRIA APRESENTADA INTEMPESTIVAMENTE - APLICAÇÃO DOS EFEITOS DA REVELIA - PRESUNÇÃO RELATIVA DE VERACIDADE DOS FATOS ALEGADOS PELO AUTOR - ARBITRAMENTO DE DANO MORAL - OBSERVÂNCIA DOS CRITÉRIOS DA RAZOABILIDADE E PROPORCIONALI DADE - VERBA HONORÁRIA DE SUCUMBÊNCIA - INTELIGÊNCIA DO ART. 20, PAR. 3º, ALÍNEAS A, B E C, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL - INEXISTÊNCIA DE ILEGALIDADE - RECURSOS PRINCIPAL E ADESIVO CONHECIDOS E DESPROVIDOS. 1. CITADO, O RÉU NÃO APRESENTOU CONTESTAÇÃO NO PRAZO LEGAL, RESTANDO CARACTERIZADA A REVELIA. NESTE CONTEXTO, NOS MOLDES DO ENTENDIMENTO DESTE TRIBUNAL

12 14 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO ACERCA DO TEMA, ERA EFETIVAMENTE INADMISSÍVEL A PRODUÇÃO DE PROVAS PELO RÉU, SENDO ESCORREITO O PROCEDIMENTO ADOTADO PELO MAGISTRADO AO APLICAR O DISPOSTO NO ART. 330, II DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. 2. A INDENIZAÇÃO ARBITRADA NA SENTENÇA RECURSADA ATENDE AOS PRINCÍPIOS NORTEADORES PROPUGNADOS EM SEDE DE DOUTRINA E JURISPRUDÊNCIA, QUAIS SEJAM, AS CONDIÇÕES DO OFENSOR E DO OFENDIDO, O GRAU DE CULPA DO INFRATOR, AS REPERCUSSÕES E CONSEQÜÊNCIAS DO ATO LESIVO, E OS LINDES DA RAZOABILIDADE E DA PROPORCIONALIDADE, NÃO HAVENDO, ASSIM, QUALQUER RAZÃO PARA SUA ALTERAÇÃO. 3. INEXISTE EQUÍVOCO QUANTO À FIXAÇÃO DOS HONORÁRIOS SUCUMBENCIAIS QUANDO LEVADO EM CONSIDERAÇÃO O TRABALHO DESENVOLVIDO PELO ADVOGADO, CONSUBSTANCIADO, UNICAMENTE, NA CONFECÇÃO DA PETIÇÃO INICIAL, VEZ QUE HOUVE O JULGAMENTO ANTECIPADO DA LIDE EM RAZÃO DA DECRETAÇÃO DA REVELIA, DEVENDO PREVALECER O VALOR ARBITRADO. 4. RECURSOS PRINCIPAL E ADESIVO CONHECIDOS E DESPROVIDOS. CUIDAM OS PRESENTES AUTOS DE AÇÃO INDENIZATÓRIA POR DANOS MORAIS AJUIZADA POR JOSÉ ORLANDO DA SILVA EM FACE DE TÚLIO NOGUEIRA DE CASTRO, NA QUAL O AUTOR ALEGA TER SIDO MORALMENTE AGREDIDO PELO RÉU, COM PALAVRAS DE BAIXO CALÃO E DE CONOTAÇÃO RACISTA, NO MOMENTO EM QUE, EXERCENDO A VIGILÂNCIA DO ESTACIONAMENTO LOCALIZADO NO PÁTIO INTERNO DA PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA VELHA E CUMPRINDO ORDEM EMANADA DE AUTORIDADE SUPERIOR, IMPEDIU O RÉU DE ESTACIONAR SEU AUTOMÓVEL NO PÁTIO INTERNO DA PREFEITURA, TENDO SIDO PRESENCIADO POR VÁRIAS PESSOAS PRESENTES NO LOCAL. CITADO, O RÉU APRESENTOU, INTEMPESTIVAMENTE, SUA CONTESTAÇÃO, SENDO-LHE APLICADOS OS EFEITOS DA REVELIA. PELA SENTENÇA DE FLS. 31/33, A DRª. JUÍZA DE DIREITO A QUO JULGOU PROCEDENTE A PRETENSÃO AUTORAL, CONDENANDO O RÉU AO PAGAMENTO DE INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS, ARBITRADA EM R$ 5.000,00 (CINCO MIL REAIS). IRRESIGNADO, O RÉU INTERPÔS APELAÇÃO CÍVEL, PUGNANDO, PELAS RAZÕES DE FLS. 35/38, PELA REFORMA DA SENTENÇA OBJURGADA. INTIMADO, O AUTOR APELOU ADESIVAMENTE ÀS FLS. 45/50, BEM COMO APRESENTOU AS CONTRA-RAZÕES RECURSAIS DE FLS. 51/63, AO PASSO QUE O RÉU NÃO APRESENTOU CONTRA-MINUTA AO APELO ADESIVO, CONFORME CERTIFICADO À FL. 65. É O BREVE RELATÓRIO. DECIDO, NA FORMA DO ARTIGO 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, EM VIRTUDE DA IMPROCEDÊNCIA FLAGRANTE DE AMBOS OS RECURSOS. VERIFICA-SE QUE A IRRESIGNAÇÃO MANIFESTADA PELO RÉU CINGE-SE À APLICAÇÃO DOS EFEITOS DA REVELIA AO MESMO E AO JULGAMENTO ANTECIPADO DO FEITO. PERTINENTEMENTE AO JULGAMENTO ANTECIPADO DA LIDE, É CONSABIDO QUE O MAGISTRADO TEM O PODER-DEVER DE JULGAR ANTECIPADAMENTE A LIDE, DESPREZANDO A REALIZAÇÃO AUDIÊNCIA PARA PRODUÇÃO DE PROVAS, AO CONSTATAR QUE O ACERVO DOCUMENTAL É SUFICIENTE PARA NORTEAR E INSTRUIR SEU ENTENDIMENTO. É DO SEU LIVRE CONVENCIMENTO O DEFERIMENTO DE PEDIDO PARA A PRODUÇÃO DE QUAISQUER PROVAS QUE ENTENDER PERTINENTES AO JULGAMENTO DA LIDE. NAS HIPÓTESES EM QUE A PEÇA CONTESTATÓRIA É APRESENTADA A DESTEMPO, A JURISPRUDÊNCIA DESTA EGRÉGIA CORTE DE JUSTIÇA É PACÍFICA NO SENTIDO DA APLICAÇÃO DOS EFEITOS DA REVELIA, CONSOANTE AFERE-SE DO JULGAMENTO DAS APELAÇÕES CÍVEIS Nº E , DE QUE FORAM RELATORES, RESPECTIVAMENTE, OS EMINENTES DESEMBARGADORES MANOEL ALVES RABELO E RÔMULO TADDEI. VEJA-SE: (...) SE DEVIDAMENTE CITADO, DEIXOU O RÉU DE APRESENTAR CONTESTAÇÃO NO PRAZO LEGAL, A FIM DE ELIDIR AS ALEGAÇÕES A ELE ATRIBUÍDAS PELO AUTOR, DECRETADA ASSIM SUA REVELIA EM PRIMEIRO GRAU, NÃO SE FAZ POSSÍVEL ATRAVÉS DE RECURSO DE APELAÇÃO O QUESTIONAMENTO DE MATÉRIA QUE DESINTERESSOU NA OCASIÃO PRÓPRIA, EIS QUE O ATO FOI ATINGIDO PELA PRECLUSÃO. (...)... (...) SE A CONTESTAÇÃO É INTEMPESTIVA, ESTA É REPUTADA COMO INEXISTENTE, LEVANDO ÀS CONSEQÜÊNCIAS DOS EFEITOS DA REVELIA. (...) ENFIM, EM RAZÃO DA APLICAÇÃO DOS EFEITOS DA REVELIA AO CASO SUB EXAMINE, RESTOU ACOBERTADA PELA PRESUNÇÃO JURIS TANTUM A IMPUTAÇÃO ATRIBUÍDA AO RÉU (AGRESSÃO MORAL COM EXPRESSÕES DE CUNHO RACISTA). ADEMAIS, VERIFICA-SE QUE O RÉU NÃO NEGA A OCORRÊNCIA DO EVENTO DANOSO, MAS APENAS INFORMA, EM SUA INTEMPESTIVA CONTESTAÇÃO (FLS. 26/28), QUE OS FATOS OCORRIDOS TERIAM CONTORNOS MENOS GRAVOSOS QUE AQUELES ARTICULADOS PELO AUTOR EM SUA PETIÇÃO INICIAL. ASSIM, CORRETA A MAGISTRADA QUE APLICOU AO RÉU OS EFEITOS DA REVELIA E DESNECESSÁRIA A INSTRUÇÃO PROCESSUAL PRETENDIDA PELO RÉU, EIS QUE PRESENTES, NA HIPÓTESE, OS ELEMENTOS SUFICIENTES (EFEITOS DA REVELIA) PARA NORTEAR E INSTRUIR SEU ENTENDIMENTO. TENDO O RÉU AGIDO COM A NÍTIDA INTENÇÃO DE DENEGRIR A HONRA E A IMAGEM DA VÍTIMA (AUTOR), EM RAZÃO DE SUA ORIGEM RACIAL, AFIGURA-SE DEVIDA A INDENIZAÇÃO A TÍTULO DE DANO MORAL. SUPERADA ESSA QUESTÃO, PASSO A EXAMINAR AS RAZÕES DE APELO ADESIVO ARTICULADAS PELO AUTOR, QUE PUGNA PELA: A) MAJORAÇÃO DO QUANTUM INDENIZATÓRIO E B) MAJORAÇÃO DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS FIXADOS. INICIALMENTE, HÁ QUE SE VERIFICAR O VALOR ARBITRADO A TÍTULO DE DANO MORAL. VÊ-SE, NO R. DECISUM OBJURGADO, QUE A DRª JUÍZA DE DIREITO A QUO FIXOU A INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS EM R$ 5.000,00 (CINCO MIL REAIS). DO CONTRACHEQUE ACOSTADO À FL. 20 DOS AUTOS, EXTRAI-SE A INFORMAÇÃO DE QUE O AUTOR, EM NOVEMBRO DE 2001, RECEBIA, MENSALMENTE, O SALÁRIO DE R$ 424,07 (QUATROCENTOS E VINTE E QUATRO REAIS E SETE CENTAVOS). POR OUTRO LADO, REVELAM-SE DESCONHECIDOS OS RENDIMENTOS DO RÉU QUE, EXERCENDO A FUNÇÃO DE FISCAL DE RENDAS, EM TESE, TERIA VENCIMENTOS SUBSTANCIALMENTE SUPERIORES AOS DO AUTOR. COMO É SABIDO, O JULGADOR DEVE SEMPRE ATENTAR PARA AS CIRCUNSTÂNCIAS FÁTICAS, PARA A GRAVIDADE OBJETIVA DO DANO, SEU EFEITO LESIVO, ASSIM COMO PARA AS CONDIÇÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS DO OFENSOR E DA VÍTIMA, A FIM DE QUE A INDENIZAÇÃO CORRESPONDA A UM DESESTÍMULO A NOVAS E FUTURAS AGRESSÕES, MAS TAMBÉM PARA QUE NÃO HAJA ENRIQUECIMENTO SEM CAUSA DO OFENDIDO. CONSOANTE BEM OBSERVOU O EXMº. SR. MINISTRO SÁLVIO DE FIGUEIREDO TEIXEIRA, RELATOR DO RECURSO ESPECIAL Nº : (...) A INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS DEVE SER FIXADA EM TERMOS RAZOÁVEIS, NÃO SE JUSTIFICANDO A REPARAÇÃO QUE VENHA A CONSTITUIR-SE EM ENRIQUECIMENTO INDEVIDO, COM MANIFESTOS ABUSOS E EXAGEROS, DEVENDO O ARBITRAMENTO OPERAR COM MODERAÇÃO, PROPORCIONALMENTE AO GRAU DE CULPA E AO PORTE ECONÔMICO DAS PARTES, ORIENTANDO-SE O JUIZ PELOS CRITÉRIOS SUGERIDOS PELA DOUTRINA E PELA JURISPRUDÊNCIA, COM RAZOABILIDADE, VALENDO-SE DE SUA EXPERIÊNCIA E DO BOM SENSO, ATENTO À REALIDADE DA VIDA E ÀS PECULIARIDADES DE CADA CASO. ADEMAIS, DEVE ELA CONTRIBUIR PARA DESESTIMULAR O OFENSOR A REPETIR O ATO, INIBINDO SUA CONDUTA ANTIJURÍDICA.(G.N.) IN CASU, OS INSULTOS PROFERIDOS COM O EVIDENTE PRECONCEITO RACIAL, OS QUAIS DEFLAGRARAM OFENSA À HONRA E À DIGNIDADE DO AUTOR, DENUNCIANDO DISCRIMINAÇÃO EM RAZÃO DA COR, FORAM BEM COMPENSADOS COM A INDENIZAÇÃO ESTABELECIDA EM R$ 5.000,00 (CINCO MIL REAIS), MOLDADA AO CASO CONCRETO E CUMPRIDORA DO OBJETIVO PUNITIVO, REPARATÓRIO E PEDAGÓGICO DA SANÇÃO PECUNIÁRIA IMPOSTA. POR DERRADEIRO, APRECIO O PLEITO DE MAJORAÇÃO DA VERBA HONORÁRIA DE SUCUMBÊNCIA. O AUTOR, EM SUAS RAZÕES RECURSAIS, DEMONSTRA INCONFORMISMO COM O PERCENTUAL INCIDENTE SOBRE O VALOR DA CONDENAÇÃO, A GERAR A VERBA DEVIDA A TÍTULO DE HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. NÃO SERIA NECESSÁRIO SUBLINHAR QUE HOUVE O JULGAMENTO ANTECIPADO DA LIDE, EPISÓDIO PROCESSUAL QUE SUBTRAIU A

13 15 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO FASE INSTRUTÓRIA ABREVIANDO O TEMPO DE TRAMITAÇÃO DO FEITO. A SUA VEZ, O TRABALHO DO CAUSÍDICO, SUBSCRITOR DA INICIAL, RESUMIU-SE À PROPOSITURA DA AÇÃO E FEITURA DAS CONTRA-RAZÕES DA APELAÇÃO INTERPOSTA PELO RÉU E RAZÕES DE APELO ADESIVO. EMBORA TENHAM SIDO REALIZADOS COM BRILHANTISMO, OS SERVIÇOS ADVOCATÍCIOS FORAM PRESTADOS NA MESMA COMARCA ONDE SITUADO O ESCRITÓRIO DO ILUSTRE ADVOGADO, E A CAUSA NÃO COMPORTOU QUALQUER COMPLEXIDADE. ASSIM, CONSTATEI QUE OS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS FORAM DEVIDAMENTE FIXADOS, LEVANDO-SE EM CONSIDERAÇÃO O GRAU DE DEDICAÇÃO DO ADVOGADO, A COMPETÊNCIA COM QUE ELABOROU A PETIÇÃO INICIAL, A QUASE INEXISTENTE COMPLEXIDADE DA CAUSA E AINDA O TEMPO EXÍGUO DESPENDIDO NA TRAMITAÇÃO DO FEITO, DE MODO A NÃO MERECER REPARO O PERCENTUAL ARBITRADO. A PROPÓSITO, É NESSE SENTIDO QUE SE POSICIONA A JURISPRUDÊNCIA DESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, CONFORME EXTRAI-SE DO JULGAMENTO DAS APELAÇÕES CÍVEIS Nº E , DE QUE FORAM RELATORES, RESPECTIVAMENTE, OS ILUSTRES DESEMBARGADORES JOSÉ LUIZ BARRETO VIVAS E SÉRGIO BIZZOTTO PESSOA DE MENDONÇA, IN VERBIS: (...) 3. OS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS DEVEM SER REDUZIDOS, EM RAZÃO DA POUCA COMPLEXIDADE DA CAUSA E DIANTE DA AUSÊNCIA DE DILAÇÃO PROBATÓRIA. (...).... (...) OS HONORÁRIOS DEVEM SER FIXADOS ENTRE O MÍNIMO DE 10% E O MÁXIMO DE 20%, SOBRE O VALOR DA CAUSA OU DA CONDENAÇÃO, NOS TERMOS DO ART. 20, PARÁGRAFO 3º DO CPC, NÃO HAVENDO QUALQUER ILEGALIDADE NA FIXAÇÃO DOS HONORÁRIOS EM APENAS DEZ POR CENTO (10%), SOBRE A VALORAÇÃO DA CAUSA, MORMENTE EM SE TRATANDO DE FEITO ONDE RECEBEU SENTENÇA TERMINATIVA, ONDE SEQUER TEVE DILAÇÃO PROBATÓRIA E COGNIÇÃO JUDICIAL, POR SE TRATAR DE MERO PROCESSO CAUTELAR. (...) PORTANTO, FIRME NESSAS CONSIDERAÇÕES, ENTENDO NÃO MERECER QUALQUER CENSURA A R. SENTENÇA MONOCRÁTICA. ANTE O EXPOSTO, CONHEÇO DE AMBOS OS RECURSOS E, NOS TERMOS DO ARTIGO 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, NEGO-LHES PROVIMENTO PARA MANTER A R. SENTENÇA IMPUGNADA EM TODOS OS SEUS TERMOS. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS AO JUÍZO DE ORIGEM. PUBLIQUE-SE. VITÓRIA, 05 DE MARÇO DE DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA RELATOR 9 REMESSA EX-OFFICIO Nº REMTE.: JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DA FAZ PUB DE CACHOEIRO DE ITAPEM PARTE: SUPERINTENDENTE REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE CACHOEIRO DE ITAPEMI PARTE: EDITH SOUZA DA ROSA CALDARA ADVOGADO: PAULO CESAR DA SILVA TORRES RELATOR: ANNIBAL DE REZENDE LIMA REMESSA NECESSÁRIA Nº REMETENTE: EXMº. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA 2ª VARA DA FAZENDA PÚBLICA DA COMARCA DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM IMPETRANTE: EDITH SOUZA DA ROSA CALDARA AUTORIDADE IMPETRADA: SUPERINTENDENTE REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM RELATOR: DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA DECISÃO ADMINISTRATIVO - REMESSA NECESSÁRIA - MANDADO DE SEGURANÇA - CARÊNCIA DE AÇÃO - INTERESSE PROCESSUAL - AUSÊNCIA SUPERVENIENTE - EXTINÇÃO DO FEITO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO - REMESSA NECESSÁRIA PROVIDA. 1. TENDO O IMPETRANTE, MEDIANTE A CONCESSÃO DE MEDIDA LIMINAR CUJOS EFEITOS SE CONSOLIDARAM NO TEMPO, OBTIDO A SATISFAÇÃO DE SUA PRETENSÃO ANTES DO JULGAMENTO DO MANDAMUS, OCORRE A AUSÊNCIA SUPERVENIENTE DE INTERESSE PROCESSUAL, A ENSEJAR A EXTINÇÃO DO FEITO, COM FUNDAMENTO NO ARTIGO 267, INCISO VI, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. 2. REMESSA NECESSÁRIA PROVIDA. CUIDAM OS PRESENTES AUTOS DE REMESSA NECESSÁRIA, EM SEDE DE MANDADO DE SEGURANÇA, IMPETRADO POR EDITH SOUSA DA ROSA CALDARA CONTRA ATO ADMINISTRATIVO PRATICADO PELA SRª SUPERINTENDENTE REGIONAL DE EDUCAÇÃO DE CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM, VISANDO LHE FOSSE ASSEGURADO O DIREITO DE MANTER-SE LECIONANDO AS DISCIPLINAS DE LÍNGUA PORTUGUESA E EDUCAÇÃO ARTÍSTICA NA ESCOLA ESTADUAL DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROFESSOR CLAUDIONOR RIBEIRO, EM CONFORMIDADE COM O MAPA DE DISTRIBUIÇÃO DE AULAS ELABORADO NO INÍCIO DO ANO DE PELA SENTENÇA DE FLS. 52/55, O DR. JUIZ DE DIREITO A QUO CONCEDEU A SEGURANÇA, NOS TERMOS EM QUE PLEITEADA. NÃO HOUVE A INTERPOSIÇÃO DE RECURSO VOLUNTÁRIO, SEGUNDO INFORMA A CERTIDÃO DE FL. 56. OS AUTOS VIERAM A ESTE EGRÉGIO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, POR FORÇA NO DISPOSTO NO ARTIGO 12, PARÁGRAFO ÚNICO DA LEI FEDERAL Nº 1.533/51 (LEI DO MANDADO DE SEGURANÇA). A DOUTA PROCURADORIA DE JUSTIÇA, EM PARECER DE FLS. 63/68, OPINOU PELA MANUTENÇÃO DA DECISÃO MONOCRÁTICA. EIS O BREVE RELATÓRIO. COMO SE VÊ, OS CONTORNOS DA DEMANDA SÃO SINGELOS, AUTORIZANDO DECISÃO MONOCRÁTICA PELO RELATOR, NA FORMA DO ARTIGO 557, 1º-A, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, UMA VEZ QUE SE REVELA NÍTIDA A AUSÊNCIA DE INTERESSE PROCESSUAL DA IMPETRANTE NO DESFECHO DO PRESENTE MANDAMUS. ADUZIU A IMPETRANTE QUE, SENDO PROFESSORA EFETIVA DA REDE PÚBLICA ESTADUAL DE ENSINO, LECIONOU AS DISCIPLINAS LÍNGUA PORTUGUESA E EDUCAÇÃO ARTÍSTICA NO TURNO MATUTINO, DESDE FEVEREIRO DE INFORMOU AINDA QUE, DURANTE ESSE PERÍODO, EM ADAPTAÇÃO AO SEU HORÁRIO DE TRABALHO, CONSEGUIU COMPATIBILIZAR A SUA CARGA HORÁRIA, LECIONANDO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL, DE MODO A NÃO ENSEJAR ACUMULAÇÃO INDEVIDA DE FUNÇÃO OU CARGO PÚBLICO, VEDADA PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. SEGUNDO A IMPETRANTE, NO MÊS DE JULHO DE 2003, A AUTORIDADE APONTADA COATORA DETERMINOU FOSSEM REDISTRIBUÍDAS TODAS AS AULAS DA UNIDADE ESCOLAR, TRANSFERINDO-A PARA O PERÍODO NOTURNO E, DE CONSEQÜÊNCIA, TUMULTUANDO A SUA ROTINA DE TRABALHO, JÁ QUE PASSOU A LECIONAR NOS PERÍODOS DA MANHÃ E NOITE, DIFERENTEMENTE DA PREVISÃO FEITA NO INÍCIO DO ANO LETIVO DE ASSIM, POR MEIO DESTA AÇÃO MANDAMENTAL, PRETENDIA A IMPETRANTE - PARECE-ME SER ESTE O OBJETO DO PRESENTE MANDAMUS - VER ASSEGURADO O SEU DIREITO DE LECIONAR AS DISCIPLINAS LÍNGUA PORTUGUESA E EDUCAÇÃO ARTÍSTICA NO MESMO HORÁRIO PREVISTO NO MAPA DE DISTRIBUIÇÃO DE AULAS DO ANO LETIVO DE 2003, DE FORMA A GARANTIR-LHE, ATÉ O ENCERRAMENTO DAQUELE ANO (DE 2003), AS MESMAS CONDIÇÕES DE TRABALHO (TURMAS E HORÁRIOS) OFERECIDAS INICIALMENTE. É DE SE OBSERVAR QUE FOI CONCEDIDA MEDIDA LIMINAR E QUE A SENTENÇA DE MÉRITO, CONCESSIVA DA SEGURANÇA, LIMITOU OS SEUS EFEITOS AO ANO LETIVO DE POR RAZÕES ÓBVIAS, PRESUMINDO O CUMPRIMENTO DA ORDEM JUDICIAL REITERADA À FL. 45, A IMPETRANTE JÁ DESFRUTOU DE TODOS OS EFEITOS DA DECISÃO LIMINAR QUE LHE FOI CONCEDIDA, NÃO MAIS POSSUINDO, NESSA MEDIDA, INTERESSE PROCESSUAL (MODALIDADE NECESSIDADE) NA TRAMITAÇÃO DESTA AÇÃO MANDAMENTAL. O PRESENTE CASO, PORTANTO, VEICULA HIPÓTESE FLAGRANTE DE AUSÊNCIA SUPERVENIENTE DE INTERESSE PROCESSUAL, À VISTA QUE A IMPETRANTE JÁ VIU SATISFEITA A PRETENSÃO DEDUZIDA NO WRIT, CIRCUNSTÂNCIA TAMBÉM DEDUZIDA DO SILÊNCIO REGISTRADO À FL. 51, ANTE A INTIMAÇÃO PARA MANIFESTAR SEU (IMPETRANTE) INTERESSE NO PROSSEGUIMENTO DO FEITO. A PROPÓSITO DO SILÊNCIO DA IMPETRANTE, TRAGO À COLAÇÃO AS PALAVRAS PROFERIDAS PELO EXMO. SR. DESEMBARGADOR SUBSTITUTO ALDARY NUNES JUNIOR NO JULGAMENTO DO

14 16 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO MANDADO DE SEGURANÇA Nº , NO SENTIDO DE QUE, NÃO SE MANIFESTANDO O IMPETRANTE, BEM COMO O ILUSTRE CAUSÍDICO QUE O REPRESENTA, ACERCA DO INTERESSE NO PROSSEGUIMENTO DO FEITO, MESMO APÓS INÚMERAS OPORTUNIDADES APTAS PARA TANTO, EXTINGUE-SE O PROCESSO, SEM JULGAMENTO DO MÉRITO, ANTE A AUSÊNCIA SUPERVENIENTE DE INTERESSE PROCESSUAL, NOS MOLDES DO ARTIGO 267, INCISOS III E VI, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. EM OUTRA SITUAÇÃO, MOMENTO EM QUE ERA APRECIADO O MANDADO DE SEGURANÇA Nº , DO QUAL FUI RELATOR, ESPOSEI O ENTENDIMENTO SEGUNDO O QUAL TENDO A ADMINISTRAÇÃO ATENDIDO À PRETENSÃO DO IMPETRANTE ANTES DO JULGAMENTO DO MANDAMUS, OCORRE AUSÊNCIA SUPERVENIENTE DE INTERESSE PROCESSUAL, A ENSEJAR A EXTINÇÃO DO FEITO, COM FUNDAMENTO NO ART. 267, INCISO VI, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. TAMBÉM NESSE SENTIDO É A JURISPRUDÊNCIA DO COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, ORA EXEMPLIFICADA PELO MANDADO DE SEGURANÇA Nº E RECURSO ORDINÁRIO EM MANDADO DE SEGURANÇA Nº 19568, DE QUE FORAM RELATORES, RESPECTIVAMENTE, OS EMÉRITOS MINISTROS LAURITA VAZ E TEORI ALBINO ZAVASCKI, REDIGIDOS NESTES TERMOS: (...) O CUMPRIMENTO DA LIMINAR ANTERIORMENTE CONCEDIDA, CUJA NATUREZA SATISFATIVA LHE ERA INERENTE, IMPÕE O RECONHECIMENTO DA PERDA SUPERVENIENTE DO OBJETO DO WRIT (...)... (...) A PERDA DO OBJETO DA DEMANDA ACARRETA A AUSÊNCIA DE INTERESSE PROCESSUAL, CONDIÇÃO DA AÇÃO CUJA FALTA LEVA À EXTINÇÃO DO PROCESSO (CPC, ART. 267, VI) (...). É PACÍFICO, POR FIM, O ENTENDIMENTO JURISPRUDENCIAL DE QUE O ARTIGO 557, 1º-A, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, ALCANÇA A REMESSA NECESSÁRIA, A TEOR DO ENUNCIADO Nº 253, DA SÚMULA DO COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, AO DISPOR QUE O ART. 557, DO CPC, QUE AUTORIZA O RELATOR A DECIDIR O RECURSO, ALCANÇA O REEXAME NECESSÁRIO. ANTE O EXPOSTO, DOU PROVIMENTO À REMESSA NECESSÁRIA, EXCLUSIVAMENTE, PARA, COM BASE NO DISPOSTO NO ARTIGO 267, INCISO VI DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, DECRETAR A EXTINÇÃO DO MANDAMUS SEM A RESPECTIVA RESOLUÇÃO DO MÉRITO, ANTE A AUSÊNCIA SUPERVENIENTE DE INTERESSE PROCESSUAL DA IMPETRANTE. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS À COMARCA DE ORIGEM. PUBLIQUE-SE. VITÓRIA, 05 DE MARÇO DE DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA RELATOR 10 REMESSA EX-OFFICIO Nº REMTE.: JUIZ DE DIREITO DE MUNIZ FREIRE PARTE: MUNICÍPIO DE MUNIZ FREIRE ADVOGADA: NUBIA DE ARAUJO PASTORE FAVORETO PARTE: LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA MORAES ADVOGADO: REGIS BONINO MOREIRA * APELAÇÃO VOLUNTÁRIA Nº APTE.: MUNICÍPIO DE MUNIZ FREIRE APDO.: LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA MORAES RELATOR: ANNIBAL DE REZENDE LIMA APELAÇÃO CÍVEL/REMESSA NECESSÁRIA Nº REMETENTE: EXMº. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA COMARCA DE MUNIZ FREIRE APELANTE: MUNICÍPIO DE MUNIZ FREIRE APELADO: LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA MORAES RELATOR: DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA DECISÃO TRIBUTÁRIO - EMBARGOS À EXECUÇÃO FISCAL - APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA EX OFFICIO - TAXA DE INSTALAÇÃO, FUNCIONAMENTO E PERMANÊNCIA DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS, INDUSTRIAIS E PRESTADORES DE SERVIÇOS - CONSTITUCIONALIDADE - APELO PROVIDO - REMESSA PREJUDICADA. 1. É CONSTITUCIONAL A TAXA DE FISCALIZAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO COBRADA PELOS MUNICÍPIOS PELO EXERCÍCIO DO PODER DE POLÍCIA, RELATIVAMENTE AO CONTROLE DAS ATIVIDADES URBANAS EM GERAL, NÃO PODENDO O CONTRIBUINTE FURTAR-SE À SUA INCIDÊNCIA. 2. APELO CONHECIDO E PROVIDO, REMESSA PREJUDICADA. CUIDAM OS PRESENTES AUTOS DE APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA NECESSÁRIA, EM SEDE DE EMBARGOS À EXECUÇÃO FISCAL OPOSTOS POR LUIZ CARLOS DE OLIVEIRA MORAES, ORA APELADO, EM FACE DA PRETENSÃO EXECUTÓRIA DEDUZIDA PELO MUNICÍPIO DE MUNIZ FREIRE, ORA APELANTE, VISANDO FOSSE AFASTADA A COBRANÇA SIMULTÂNEA DO IMPOSTO PREDIAL E TERRITORIAL URBANO (IPTU) COM O IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA (ISSQN), ASSIM COMO A COBRANÇA DAS DENOMINADAS TAXA DE CONSERVAÇÃO E CALÇAMENTO (TCC), TAXA DE LIMPEZA PÚBLICA (TLP), TAXA DE COLETA DE LIXO (TCL) E TAXA DE LOCALIZAÇÃO (LOC). PELA SENTENÇA DE FLS. 44/47, O DR. JUIZ DE DIREITO A QUO ACOLHEU PARCIALMENTE OS EMBARGOS PARA DETERMINAR A ESPECIFICAÇÃO E DIVISÃO DOS IMPOSTOS E TAXAS COBRADAS, ADEQUANDO A APENSA EXECUÇÃO FISCAL AO DISPOSTO NO ART. 77, PARÁGRAFO ÚNICO, DO CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL, BEM COMO A EXCLUSÃO DA TAXA DE LOCALIZAÇÃO (LOC) E SEUS ACRÉSCIMOS DO CRÉDITO FISCAL EXEQÜENDO. IRRESIGNADO, O APELANTE INTERPÔS O PRESENTE RECURSO ONDE, PELAS RAZÕES DE FLS. 49/52, PUGNA PELA REFORMA PARCIAL DA SENTENÇA HOSTILIZADA, DE MODO A RESTABELECER A COBRANÇA DA TAXA DE LOCALIZAÇÃO (LOC). INTIMADO, O APELADO APRESENTOU AS CONTRA-RAZÕES RECURSAIS DE FLS. 60/61, REQUERENDO A MANUTENÇÃO DA SENTENÇA VERGASTADA. EIS O BREVE RELATÓRIO. COMO SE VÊ, OS CONTORNOS DA DEMANDA SÃO SINGELOS, AUTORIZANDO DECISÃO MONOCRÁTICA PELO RELATOR, NA FORMA DO ARTIGO 557, 1º-A DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, UMA VEZ QUE A SENTENÇA HOSTILIZADA ESTÁ EM CONFRONTO COM O ENTENDIMENTO DOS TRIBUNAIS SUPERIORES. DISCUTE-SE, NESTA INSTÂNCIA RECURSAL, A POSSIBILIDADE DE COBRANÇA PELO MUNICÍPIO DE MUNIZ FREIRE, DA INTITULADA TAXA DE LOCALIZAÇÃO EXIGIDA ANUALMENTE DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS, INDUSTRIAIS E PRESTADORES DE SERVIÇOS SITUADOS EM SEU TERRITÓRIO, POR OCASIÃO DA RENOVAÇÃO DO ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO. É CONSTITUCIONAL A TAXA DE FISCALIZAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO COBRADA PELOS MUNICÍPIOS PELO EXERCÍCIO DO PODER DE POLÍCIA, RELATIVAMENTE AO CONTROLE DAS ATIVIDADES URBANAS EM GERAL, INCLUSIVE, DE ESCRITÓRIOS DE CONTABILIDADE, NÃO PODENDO O CONTRIBUINTE FURTAR-SE À SUA INCIDÊNCIA. A QUAESTIO IURIS JÁ SE ENCONTRA PACIFICADA PELA JURISPRUDÊNCIA DOS TRIBUNAIS SUPERIORES, COMO ILUSTRAM O RECURSO EXTRAORDINÁRIO Nº E O AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL Nº , DE QUE FORAM RELATORES, RESPECTIVAMENTE, OS EXMºS SRS. MINISTROS ILMAR GALVÃO E JOSÉ DELGADO, NESTES TERMOS: MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE. TAXA DE FISCALIZAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. ALEGADA OFENSA AO ART. 145, 2º, DA CONSTITUIÇÃO. EXAÇÃO FISCAL COBRADA COMO CONTRAPARTIDA AO EXERCÍCIO DO PODER DE POLÍCIA, SENDO CALCULADA EM RAZÃO DA ÁREA FISCALIZADA, DADO ADEQUADAMENTE UTILIZADO COMO CRITÉRIO DE AFERIÇÃO DA INTENSIDADE E DA EXTENSÃO DO SERVIÇO PRESTADO, NÃO PODENDO SER CONFUNDIDO COM QUALQUER DOS FATORES QUE ENTRAM NA COMPOSIÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DO IPTU, RAZÃO PELA QUAL NÃO SE PODE TER POR OFENSIVO AO DISPOSITIVO CONSTITUCIONAL EM REFERÊNCIA, QUE VEDA A BITRIBUTAÇÃO. SERVIÇO QUE, NO CASO, JUSTAMENTE EM RAZÃO DO MENCIONADO CRITÉRIO PODE SER REFERIDO A CADA CONTRIBUINTE EM PARTICULAR, E DE MODO DIVISÍVEL, PORQUE EM ORDEM A PERMITIR UMA MEDIDA TANTO QUANTO POSSÍVEL JUSTA, EM TERMOS DE CONTRAPRESTAÇÃO. (...)... (...) 2. O ACÓRDÃO A QUO ENTENDEU SER LEGÍTIMA A INSTITUIÇÃO E COBRANÇA, PELO MUNICÍPIO RECORRIDO, DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO - TFLF - DE IMÓVEL DO RECORRENTE.

15 17 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO 3. O COLENDO STF, AO APRECIAR O RÉ Nº /MG, REL. MIN. ILMAR GALVÃO, EM 12/08/1999, POR MAIORIA, DECIDIU QUE É CONSTITUCIONAL A TAXA DE LICENÇA DE FISCALIZAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO COBRADA PELO MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE (LEI MUNICIPAL Nº 5.641/89). AFASTOU-SE A ALEGADA TESE DE OFENSA AO ART. 145, 2º, DA CF/88 ( AS TAXAS NÃO PODERÃO TER BASE DE CÁLCULO PRÓPRIA DE IMPOSTOS ), UMA VEZ QUE A BASE DE CÁLCULO DA REFERIDA TAXA, ISTO É, A ÁREA OCUPADA PELO ESTABELECIMENTO FISCALIZADO, CONSTITUI APENAS UM DOS ELEMENTOS LEVADOS EM CONSIDERAÇÃO NA BASE DE CÁLCULO DO IPTU, QUE É O VALOR VENAL DO IMÓVEL. 4. CANCELAMENTO DA SÚMULA Nº 157/STJ PELA 1ª SEÇÃO DESTE TRIBUNAL SUPERIOR EM 24/04/ TANTO O STF (RREE Nº S /RS, /SP E ) QUANTO O STJ POSSUEM ENTENDIMENTOS NO SENTIDO DE QUE É CONSTITUCIONAL/LEGAL A COBRANÇA DA TAXA EM DEBATE: RESP Nº /SP, REL. MIN. FRANCIULLI NETTO, DJ DE 21/02/2005; RESP Nº /RS, REL. MIN. FRANCISCO FALCÃO, DJ DE 08/11/2004; RESP Nº /MG, REL. P/ ACÓRDÃO, MIN. FRANCIULLI NETTO, DJ DE 03/11/2004; RESP Nº /RS, REL. MIN. CASTRO MEIRA, DJ DE 23/08/2004 (...) ANTE O EXPOSTO, COM BASE NO ARTIGO 557, 1º-A, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, CONHEÇO DO PRESENTE RECURSO DE APELAÇÃO PARA DAR-LHE PROVIMENTO, EXCLUSIVAMENTE, PARA RESTABELECER A COBRANÇA PELA MUNICIPALIDADE DA REFERIDA TAXA DE LOCALIZAÇÃO. PREJUDICADA A REMESSA NECESSÁRIA. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS À COMARCA DE ORIGEM. PUBLIQUE-SE. VITÓRIA, 05 DE MARÇO DE DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA RELATOR 11 REMESSA EX-OFFICIO Nº REMTE.: JUIZ DE DIREITO DA V FAZ PUB EST MUN DE VILA VELHA PARTE: MUNICÍPIO DE VILA VELHA ADVOGADO: LUIZ HENRIQUE ANTUNES ALOCHIO PARTE: IRMÃOS DARIVA LTDA. ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: DROGARIA LUBOSQUE LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: LANCHONETE SANTA PAULA ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: COMERCIAL FRAMAGAS LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: V V TRANSPORTE LTDA. ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: COMERCIAL CAMPO GAS LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: ITAPOA SERVIÇOS SECURITARIOS LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: GRAFICA EMMANUELLE LTDA. ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: JOÃO CANDIDO BATISTA RODRIGUES ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: LUCIMAR RAINHA PEREIRA ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: J&G PADARIA E MERCEARIA LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: MANCHESTER FARMACÊUTICA LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: MASOCO & GAVA LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: MARIO INSUNZA ORALLO ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: COMERCIAL BIRD LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: COMERCIAL JOTASA LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: COMERCIO DE LEGUMES E FRUTAS LEFRU LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: COMERCIAL GOLAU LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: ESCOLINHA MINIE MICKEY LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: F H REVESTIMENTOS LTDA. ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: FABRICA DE MOVEIS BALDI LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: ALUCOL ALUMÍNIO COM E INDUSTRIA LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: ANTONIO PEREIRA DA SILVA PADARIA ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: AGROVILA COM REPRESENTAÇÕES LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: BIA MODAS LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: BAR E LANCHONETE KI-LANCHE LTDA. ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: BELLEMAX COMERCIO DE COSMÉTICOS LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: BOTOLINI & MARTINELLI LTDA. ME ADVOGADA: THEREZA CELINA DINIZ DE ARRUDA ALVIM PARTE: OLIVEIRA RADIADORES LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: BOM APETIT TEMPEROS LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: COMERCIAL SABOR DA GLORIA LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: COMERCIAL SUCHI LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: PONTO ZERO IND COM CONFECÇÕES LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: RAIMUNDO CESAR CERQUEIRA ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: SUMEC MECÂNICA INDUSTRIA LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: ZORTRAN TRANSPORTE LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: SELARIA ITAPARICA INDUSTRIA E COMERCIO LTDA. ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: V V TRANSPORTES LTDA. ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: GERSON OGGIONI ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: MARAI THEREZA OGGIONI ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR PARTE: COMERCIAL DEPOSITO LTDA. ME ADVOGADO: VASCO ALVES DE OLIVEIRA JUNIOR * APELAÇÃO VOLUNTÁRIA Nº APTE.: MUNICÍPIO DE VILA VELHA APDA.: IRMÃOS DARIVA LTDA. RELATOR: ANNIBAL DE REZENDE LIMA APELAÇÃO CÍVEL/REMESSA NECESSÁRIA Nº REMETENTE: EXMº. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA VARA DA FAZENDA PÚBLICA E DOS REGISTROS PÚBLICOS DA COMARCA DE VILA VELHA APELANTE: MUNICÍPIO DE VILA VELHA APELADOS: IRMÃOS DARIVA LTDA. E OUTROS RELATOR: DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA DECISÃO TRIBUTÁRIO - EMBARGOS À EXECUÇÃO FISCAL - APELAÇÃO CÍVEL E REMESSA EX OFFICIO - TAXA DE INSTALAÇÃO, FUNCIONAMENTO E PERMANÊNCIA DE ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS, INDUSTRIAIS E PRESTADORES DE SERVIÇOS - CONSTITUCIONALIDADE - APELO PROVIDO - REMESSA PREJUDICADA. 1. É CONSTITUCIONAL A TAXA DE FISCALIZAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO COBRADA PELOS MUNICÍPIOS PELO EXERCÍCIO DO PODER DE POLÍCIA, RELATIVAMENTE AO CONTROLE DAS ATIVIDADES URBANAS EM GERAL, NÃO PODENDO O CONTRIBUINTE FURTAR-SE À SUA INCIDÊNCIA. 2. APELO CONHECIDO E PROVIDO, REMESSA PREJUDICADA. CUIDAM OS PRESENTES AUTOS DE APELAÇÃO CÍVEL EM REMESSA NECESSÁRIA, EM SEDE DE MANDADO DE SEGURANÇA IMPETRADO POR IRMÃOS DARIVA LTDA. E OUTROS, ORA APELADOS, CONTRA ATO ADMINISTRATIVO IMPUTADO AO SR. SECRETÁRIO DE FINANÇAS DA PREFEITURA MUNICIPAL DE VILA VELHA, VISANDO

16 18 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO FOSSE IMPEDIDA A COBRANÇA PELA MUNICIPALIDADE DA DENOMINADA TAXA DE INSTALAÇÃO, FUNCIONAMENTO E PERMANÊNCIA DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS, INDUSTRIAIS E PRESTADORES DE SERVIÇOS. PELA SENTENÇA DE FLS. 128/133, A DRª. JUÍZA DE DIREITO A QUO CONCEDEU A SEGURANÇA PLEITEADA. IRRESIGNADO, O APELANTE INTERPÔS O PRESENTE RECURSO ONDE, PELAS RAZÕES DE FLS. 136/152, PUGNA PELA REFORMA DA SENTENÇA HOSTILIZADA. INTIMADOS, OS APELADOS NÃO APRESENTARAM CONTRA-RAZÕES RECURSAIS, CONFORME COMPROVA A CERTIDÃO DE FL A DOUTA PROCURADORIA-GERAL DE JUSTIÇA, EM PARECER DE FLS. 185/192, OPINOU PELA MANUTENÇÃO DO DECISUM RECORRIDO. EIS O BREVE RELATÓRIO. COMO SE VÊ, OS CONTORNOS DA DEMANDA SÃO SINGELOS, AUTORIZANDO DECISÃO MONOCRÁTICA PELO RELATOR, NA FORMA DO ARTIGO 557, 1º-A DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, UMA VEZ QUE A SENTENÇA VERGASTADA ESTÁ EM CONFRONTO COM A JURISPRUDÊNCIA DOS TRIBUNAIS SUPERIORES. PRELIMINAR - AUSÊNCIA DE INTERESSE PROCESSUAL ARGÚI O APELANTE A IMPROPRIEDADE DA VIA ELEITA PELOS APELADOS, AO ARGUMENTO DE QUE O MANDADO DE SEGURANÇA NÃO CONSTITUIRIA O MEIO PROCESSUAL ADEQUADO À DISCUSSÃO DA MATÉRIA POSTA EM EXAME, UMA VEZ QUE, DO CONJUNTO PROBATÓRIO COLIGIDO AOS AUTOS, NÃO SERIA POSSÍVEL AFERIR TER SIDO, OU NÃO, EXERCIDO O PODER DE POLÍCIA PELA MUNICIPALIDADE. À VISTA DE QUE O PROCEDIMENTO DO MANDADO DE SEGURANÇA NÃO COMPORTA DILAÇÃO PROBATÓRIA, REQUEREU O APELANTE A EXTINÇÃO DO FEITO SEM A RESOLUÇÃO DE MÉRITO, COM BASE NO ARTIGO 267, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. PENSO NÃO ASSISTIR RAZÃO AO APELANTE, POIS A CONTROVÉRSIA A SER DIRIMIDA CIRCUNSCREVE-SE AO COTEJO DE MATÉRIA DE DIREITO, DE MODO A NÃO EXIGIR A INSTAURAÇÃO DE FASE INSTRUTÓRIA (O QUE, DE FATO, SERIA INVIÁVEL EM SEDE DE MANDADO DE SEGURANÇA), APRESENTANDO-SE SUFICIENTES, AO EXAME DO MÉRITO DA DEMANDA, OS ELEMENTOS DE PROVA JÁ CARREADOS AOS AUTOS. POR TAL MOTIVO, REJEITO ESTA PRELIMINAR. MÉRITO DISCUTE-SE, NESTA INSTÂNCIA RECURSAL, A POSSIBILIDADE DE COBRANÇA PELO MUNICÍPIO DE VILA VELHA DA INTITULADA TAXA DE INSTALAÇÃO, FUNCIONAMENTO E PERMANÊNCIA, EXIGIDA ANUALMENTE DOS ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS, INDUSTRIAIS E PRESTADORES DE SERVIÇOS SITUADOS EM SEU TERRITÓRIO, POR OCASIÃO DA RENOVAÇÃO DO ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO. É CONSTITUCIONAL A TAXA DE FISCALIZAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO COBRADA PELOS MUNICÍPIOS PELO EXERCÍCIO DO PODER DE POLÍCIA, RELATIVAMENTE AO CONTROLE DAS ATIVIDADES URBANAS EM GERAL, INCLUSIVE, DE ESCRITÓRIOS DE CONTABILIDADE, NÃO PODENDO O CONTRIBUINTE FURTAR-SE À SUA INCIDÊNCIA. A QUAESTIO IURIS JÁ SE ENCONTRA PACIFICADA PELA JURISPRUDÊNCIA DOS TRIBUNAIS SUPERIORES, COMO ILUSTRAM O RECURSO EXTRAORDINÁRIO Nº E O AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL Nº , DE QUE FORAM RELATORES, RESPECTIVAMENTE, OS EXMºS SRS. MINISTROS ILMAR GALVÃO E JOSÉ DELGADO, NESTES TERMOS: MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE. TAXA DE FISCALIZAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. ALEGADA OFENSA AO ART. 145, 2º, DA CONSTITUIÇÃO. EXAÇÃO FISCAL COBRADA COMO CONTRAPARTIDA AO EXERCÍCIO DO PODER DE POLÍCIA, SENDO CALCULADA EM RAZÃO DA ÁREA FISCALIZADA, DADO ADEQUADAMENTE UTILIZADO COMO CRITÉRIO DE AFERIÇÃO DA INTENSIDADE E DA EXTENSÃO DO SERVIÇO PRESTADO, NÃO PODENDO SER CONFUNDIDO COM QUALQUER DOS FATORES QUE ENTRAM NA COMPOSIÇÃO DA BASE DE CÁLCULO DO IPTU, RAZÃO PELA QUAL NÃO SE PODE TER POR OFENSIVO AO DISPOSITIVO CONSTITUCIONAL EM REFERÊNCIA, QUE VEDA A BITRIBUTAÇÃO. SERVIÇO QUE, NO CASO, JUSTAMENTE EM RAZÃO DO MENCIONADO CRITÉRIO PODE SER REFERIDO A CADA CONTRIBUINTE EM PARTICULAR, E DE MODO DIVISÍVEL, PORQUE EM ORDEM A PERMITIR UMA MEDIDA TANTO QUANTO POSSÍVEL JUSTA, EM TERMOS DE CONTRAPRESTAÇÃO. (...)... (...) 2. O ACÓRDÃO A QUO ENTENDEU SER LEGÍTIMA A INSTITUIÇÃO E COBRANÇA, PELO MUNICÍPIO RECORRIDO, DA TAXA DE FISCALIZAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO - TFLF - DE IMÓVEL DO RECORRENTE. 3. O COLENDO STF, AO APRECIAR O RÉ Nº /MG, REL. MIN. ILMAR GALVÃO, EM 12/08/1999, POR MAIORIA, DECIDIU QUE É CONSTITUCIONAL A TAXA DE LICENÇA DE FISCALIZAÇÃO, LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO COBRADA PELO MUNICÍPIO DE BELO HORIZONTE (LEI MUNICIPAL Nº 5.641/89). AFASTOU-SE A ALEGADA TESE DE OFENSA AO ART. 145, 2º, DA CF/88 ( AS TAXAS NÃO PODERÃO TER BASE DE CÁLCULO PRÓPRIA DE IMPOSTOS ), UMA VEZ QUE A BASE DE CÁLCULO DA REFERIDA TAXA, ISTO É, A ÁREA OCUPADA PELO ESTABELECIMENTO FISCALIZADO, CONSTITUI APENAS UM DOS ELEMENTOS LEVADOS EM CONSIDERAÇÃO NA BASE DE CÁLCULO DO IPTU, QUE É O VALOR VENAL DO IMÓVEL. 4. CANCELAMENTO DA SÚMULA Nº 157/STJ PELA 1ª SEÇÃO DESTE TRIBUNAL SUPERIOR EM 24/04/ TANTO O STF (RREE Nº S /RS, /SP E ) QUANTO O STJ POSSUEM ENTENDIMENTOS NO SENTIDO DE QUE É CONSTITUCIONAL/LEGAL A COBRANÇA DA TAXA EM DEBATE: RESP Nº /SP, REL. MIN. FRANCIULLI NETTO, DJ DE 21/02/2005; RESP Nº /RS, REL. MIN. FRANCISCO FALCÃO, DJ DE 08/11/2004; RESP Nº /MG, REL. P/ ACÓRDÃO, MIN. FRANCIULLI NETTO, DJ DE 03/11/2004; RESP Nº /RS, REL. MIN. CASTRO MEIRA, DJ DE 23/08/2004 (...) ANTE O EXPOSTO, COM BASE NO ARTIGO 557, 1º-A, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, CONHEÇO DO PRESENTE RECURSO DE APELAÇÃO PARA DAR-LHE PROVIMENTO, RESTABELECENDO A COBRANÇA PELA MUNICIPALIDADE DA REFERIDA TAXA DE INSTALAÇÃO, FUNCIONAMENTO E PERMANÊNCIA E, REVOGANDO, VIA DE CONSEQÜÊNCIA, OS EFEITOS DA MEDIDA CAUTELAR CONCEDIDA ÀS FLS. 107/109. PREJUDICADA A REMESSA NECESSÁRIA. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS À COMARCA DE ORIGEM. PUBLIQUE-SE. VITÓRIA, 05 DE MARÇO DE DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA RELATOR 12 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: BANCOOB BANCO COOPERATIVO DO BRASIL S/A ADVOGADO: ALEX RAFAEL HOFFING ADVOGADO: EMERSON LUIZ FAE ADVOGADA: FLAVIA MOTTA PRETTI ADVOGADA: JACQUELINE R DE FREITAAS LEITE ADVOGADO: LUCIANO DAMASCENO DA COSTA ADVOGADO: MAXIMILIANO PEREIRA DE CARVALHO ADVOGADO: TIAGO GIANNELLI RIGHETTO AGVDA.: CREDICORES - COOP ECON CRED MUTUO CORRET SEG/ES ADVOGADA: MARIA JOSE ROMAGNA ADVOGADA: VALERIA MARIA CID PINTO AGVDO.: PEDRO DE PAULA PINTO ADVOGADA: MARIA JOSE ROMAGNA ADVOGADA: VALERIA MARIA CID PINTO RELATOR: ANNIBAL DE REZENDE LIMA AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGRAVANTE: BANCOOB - BANCO COOPERATIVO DO BRASIL S.A. AGRAVADOS: CREDICORES - COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUOS DOS CORRETORES DE SEGUROS DO ESPÍRITO SANTO E PEDRO DE PAULA PINTO RELATOR: DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA DECISÃO PROCESSUAL CIVIL - AGRAVO DE INSTRUMENTO - SENTENÇA PROFERIDA - PERDA DE OBJETO. 1. TENDO SIDO PROFERIDA SENTENÇA NOS AUTOS DA AÇÃO JUDICIAL ONDE PROFERIDA A DECISÃO HOSTILIZADA, NÃO SE CONHECE DE AGRAVO DE INSTRUMENTO EM VIRTUDE DE AUSÊNCIA SUPERVENIENTE DE INTERESSE RECURSAL. 2. RECURSO INADMITIDO.

17 19 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO TRATA-SE DE AGRAVO DE INSTRUMENTO, COM PEDIDO DE EFEITO SUSPENSIVO, INTERPOSTO POR BANCOOB - BANCO COOPERATIVO DO BRASIL S.A., ORA AGRAVANTE, IRRESIGNADO COM A DECISÃO PROFERIDA PELO DR. JUIZ DE DIREITO DA 11ª VARA CÍVEL DE VITÓRIA, COMARCA DA CAPITAL, CONSTANTE DE FL. 18 (POR CÓPIA), EM SEDE DE AÇÃO DE COBRANÇA MOVIDA POR CREDICORES - COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUOS DOS CORRETORES DE SEGUROS DO ESPÍRITO SANTO E PEDRO DE PAULA PINTO, ORA AGRAVADOS. ÀS FLS. 64/87, OS AGRAVADOS APRESENTARAM SUAS CONTRA-RAZÕES RECURSAIS. O DR. JUIZ DE DIREITO A QUO, ÀS FLS. 584/585, PRESTOU AS INFORMAÇÕES DE PRAXE. É O BREVE RELATÓRIO. DECIDO. OS CONTORNOS DA DEMANDA SÃO SINGELOS, AUTORIZANDO DECISÃO MONOCRÁTICA PELO RELATOR, NA FORMA DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. COMO SE OBSERVA, O AGRAVANTE, ÀS FLS. 598/599, COMPARECEU AOS AUTOS PARA INFORMAR QUE O DR. JUIZ DE DIREITO DE PISO PROFERIU SENTENÇA NO JUÍZO A QUO, JULGANDO IMPROCEDENTE OS PEDIDOS FORMULADOS PELOS AGRAVADOS. AS ALEGAÇÕES DO AGRAVANTE FORAM COMPROVADAS ATRAVÉS DA JUNTADA DA CÓPIA DA SENTENÇA PROFERIDA (FLS. 591/596). COM EFEITO, TENDO SIDO EXTINTO, COM JULGAMENTO DE MÉRITO, O PROCESSO QUE DEU ORIGEM AO PRESENTE RECURSO DE AGRAVO DE INSTRUMENTO, CESSA QUALQUER INTERESSE PARA A APRECIAÇÃO DO MÉRITO DO PRESENTE AGRAVO DE INSTRUMENTO. POR TAIS RAZÕES, POR AUSÊNCIA SUPERVENIENTE DE REQUISITO DE ADMISSIBILIDADE RECURSAL (INTERESSE RECURSAL), NÃO CONHEÇO DO PRESENTE AGRAVO, A TEOR DO ART. 557, CAPUT, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS AO JUÍZO DE ORIGEM. PUBLIQUE-SE. VITÓRIA, 06 DE MARÇO DE DES. ANNIBAL DE REZENDE LIMA RELATOR 13 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ADVOGADA: MARIA DA PENHA BORGES AGVDO.: LEONARDO PIMENTEL MULULO ADVOGADO: FILIPE PIM NOGUEIRA ADVOGADO: RAINALDO MARCOS DE OLIVEIRA ADVOGADO: RAPHAEL TASSIO C GHIDETTI RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA TRATA-SE DE RECURSO DE AGRAVO MANEJADO SOB A FORMA INSTRUMENTAL, COM PEDIDO DE ATRIBUIÇÃO DE EFEITO SUSPENSIVO, INTERPOSTO CONTRA DECISÃO INTERLOCUTÓRIA QUE, NOS AUTOS DA AÇÃO CAUTELAR COM PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA, DEFERIU MEDIDA LIMINAR REQUERIDA PELO RECORRIDO. EM QUE PESEM OS ARGUMENTOS EXPENDIDOS PELO RECORRENTE, TENHO QUE O PRESENTE RECURSO DEVA SER EXAMINADO À LUZ DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. COMO É CEDIÇO, O REFERIDO DISPOSITIVO [...] AUTORIZA O RELATOR A NEGAR SEGUIMENTO A RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL, IMPROCEDENTE, PREJUDICADO OU EM CONFRONTO COM SÚMULA OU COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR.[...] (STJ - AGRG NO AG / SP; REL. MIN. TEORI ALBINO ZAVASCKI - PRIMEIRA TURMA - 16/11/ DJ: , P. 207) POIS BEM. DEPREENDE-SE DOS AUTOS QUE O AGRAVADO, APESAR DE OBTER APROVAÇÃO NA PROVA OBJETIVA E NO TESTE DE APTIDÃO FÍSICA (FLS. 70) DO CONCURSO PARA A GRADUAÇÃO DE SOLDADO DA QUALIFICAÇÃO BOMBEIRO MILITAR DAS PRAÇAS: COMBATENTE (QBMP-0) DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO (EDITAL Nº 012/2005), FOI CONSIDERADO INAPTO NA AVALIAÇÃO MÉDICA REALIZADA PELA JUNTA MILITAR DE SAÚDE (FLS. 45), SENDO, CONSEQUENTEMENTE, ELIMINADO. INCONFORMADO, AJUIZOU AÇÃO ORDINÁRIA COM PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA, OBJETIVANDO PARTICIPAR DAS DEMAIS ETAPAS DO CERTAME. O MAGISTRADO SINGULAR ENTENDEU POR BEM DEFERIR A MEDIDA ANTECIPATÓRIA REQUERIDA. EIS O ÂMAGO DO INSTRUMENTO EM APREÇO. O AGRAVANTE SUSTENTA, EM SUMA, QUE O EDITAL DO CONCURSO EM REFERÊNCIA ESPECIFICOU DE FORMA CLARA E OBJETIVA OS CRITÉRIOS QUE SERIAM ADOTADOS EM TODAS AS SUAS FASES, INCLUINDO-SE A QUE TRATA DO EXAME DE SAÚDE E QUE O CANDIDATO "[...] FOI CONSIDERADO INAPTO, EM VIRTUDE DE SEU EXCESSO DE PESO, COM BASE NO ORDENAMENTO JURÍDICO VIGENTE[...]". ASSEVERA NÃO HAVER ILEGALIDADE NA DESCLASSIFICAÇÃO DO AGRAVADO E, A FINAL, REQUER A SUSPENSÃO DA DECISÃO HOSTILIZADA, COM SUA MANUTENÇÃO QUANDO DO JULGAMENTO DO MÉRITO. ORA, AO QUE SE VÊ, O AGRAVADO FOI APROVADO NO TESTE DE APTIDÃO FÍSICA SEM QUALQUER RESTRIÇÃO. ALÉM DISSO, ÀS FLS. 73 CONSTA UM PARECER MANUSCRITO POR UMA MÉDICA ENDOCRINOLOGISTA DA ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS DO ESPÍRITO SANTO, A QUAL RECOMENDA NOVA AVALIAÇÃO DO CANDIDATO E AFIRMA QUE ELE PODE "[...] EXERCER QUALQUER FUNÇÃO JUNTO AO CORPO DE BOMBEIROS, JÁ QUE CLINICAMENTE É TOTALMENTE SAUDÁVEL E SUA CONDIÇÃO EM RELAÇÃO AO PESO NÃO INTERFERE EM NADA." (SIC) NÃO BASTASSE ISSO, ÀS FLS. 129 HÁ UM OUTRO PARECER, DESTA FEITA EMITIDO PELA ASSESSORIA ESPECIAL DO CORPO DE BOMBEIROS DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO, DONDE CONSTA A SEGUINTE AFIRMATIVA: "NÃO TENDO ESTA ASSESSORIA CONDIÇÕES TÉCNICAS DE AVALIAR A QUESTÃO MÉDICA DO CANDIDATO E SEUS POSSÍVEIS DESDOBRAMENTOS FUTUROS, LIMITO-ME A DIZER QUE, VISUALMENTE O CANDIDATO NÃO TEM PORTE EXAGERADO E, CONFORME ALEGA, REALMENTE ALCANÇOU MÉDIA SATISFATÓRIA EM TESTE FÍSICO CONSIDERADO POR MUITOS COMO DE RIGOR ELEVADO. ISSO DENOTA, A MEU VER, QUE O CANDIDATO, APESAR DO PESO ACIMA DA MÉDIA PARA SUA ALTURA, TEM CONDIÇÕES FÍSICAS DE DESEMPENHAR AS ATIVIDADES QUE LHE FOREM EXIGIDAS." (GRIFEI E NEGRITEI) POR DERRADEIRO, ILUSTRO ESTE ATO COM DECISÃO PROFERIDA NO ÂMBITO DO COLENDO STJ, QUE EM CASO SEMELHANTE AO QUE SE APRECIA EXTERNOU ENTENDIMENTO QUE PENSO SER O MAIS ADEQUADO AO DESLINDE DA CONTROVÉRSIA, VIDE: "PROCESSUAL CIVIL. VIOLAÇÃO A ATOS NORMATIVOS INTERNOS. NÃO ADMISSIBILIDADE. CONCURSO. CURSO PREPARATÓRIO DE CADETES DO AR. REPROVAÇÃO NO EXAME MÉDICO. CRITÉRIOS DISCRIMINATÓRIOS. ILEGALIDADE. [...] 3. A EXIGÊNCIA DE CRITÉRIOS DISCRIMINATÓRIOS EM EDITAL DE CONCURSO DEVE SER FEITA PRECIPUAMENTE SOB O PRISMA DA LÓGICA, BASTANDO VERIFICAR SE A DIFERENCIAÇÃO POSSUI UMA JUSTIFICATIVA RACIONAL E NECESSÁRIA, OU SE RESULTA DE MERA DISCRIMINAÇÃO FORTUITA. 4. A REPROVAÇÃO DO CANDIDATO SOB O DIAGNÓSTICO DE DEFICIÊNCIA DENTÁRIA E OBESIDADE FAZ-SE DESPROVIDA DE QUALQUER JUSTIFICATIVA RAZOÁVEL, QUE O IMPEÇA DE EXERCER AS ATIVIDADES MILITARES A QUE SE HABILITA. 5. RECURSO NÃO CONHECIDO." (RESP /CE; REL. MIN. EDSON VIDIGAL - 5ª TURMA - 19/08/ DJ: , P. 82) (GRIFEI E NEGRITEI) QUANTO AO MAIS, ENTENDO QUE OS ARGUMENTOS TRAZIDOS PELO AGRAVANTE NÃO CONVERGEM PARA UMA RAZÃO DE CONVENCIMENTO QUE POSSA PROVOCAR A REFORMA, AINDA QUE PARCIAL, DA DECISÃO PROFERIDA PELO JUIZ SINGULAR, POIS VERIFIQUEI QUE A MESMA NÃO TRAZ EM SI MÁCULA QUE JUSTIFIQUE TAL MEDIDA. NÃO SE TRATA, IN CASU, DE DECISÃO TERATOLÓGICA, OU SEJA, CONTRARIA À LEI OU À PROVA DOS AUTOS. PATENTE, POIS, A MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA DO RECURSO, MOTIVO PELO QUAL LHE NEGO SEGUIMENTO, COM BASE NO ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC, MANTENDO INCÓLUME O DECISUM. PRECLUSA A PRESENTE DECISÃO, ENCAMINHEM-SE OS AUTOS AO JUÍZO DE 1º GRAU.

18 20 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO PUBLIQUE-SE. INTIME-SE. VITÓRIA, 09 DE MARÇO DE DES. ARNALDO SANTOS SOUZA RELATOR 14 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº AGVTE.: IPAJM ADVOGADA: AUDIONETE ALVES PINHEIRO DA ROCHA ADVOGADA: ERICA VERVLOET MOTTA ADVOGADA: ROSANGELA RODRIGUES MAIA AGVDO.: PEDRO DE SOUZA OLIVEIRA ADVOGADA: MONICA PERIN ROCHA ADVOGADA: SIMONE PAGOTTO RIGO RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA TRATA-SE DE RECURSO DE AGRAVO MANEJADO SOB A FORMA INSTRUMENTAL CONTRA DECISÃO QUE CONCEDEU A MEDIDA LIMINAR NOS AUTOS ORIGINÁRIOS, DETERMINANDO QUE O AGRAVANTE NÃO DESCONTASSE A GRATIFICAÇÃO ESPECIAL DOS PROVENTOS DO AGRAVADO, BEM COMO INTERROMPESSE A REPOSIÇÃO ESTATUTÁRIA RELATIVA AO REFERIDO BENEFÍCIO. EM QUE PESEM OS ARGUMENTOS EXPENDIDOS PELO RECORRENTE, TENHO QUE O PRESENTE RECURSO DEVA SER EXAMINADO À LUZ DO ART. 557, CAPUT, DO CPC. COMO É CEDIÇO, O REFERIDO DISPOSITIVO [...] AUTORIZA O RELATOR A NEGAR SEGUIMENTO A RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL, IMPROCEDENTE, PREJUDICADO OU EM CONFRONTO COM SÚMULA OU COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR.[...] (STJ - AGRG NO AG / SP; REL. MIN. TEORI ALBINO ZAVASCKI - PRIMEIRA TURMA - 16/11/ DJ: , P. 207) POIS BEM. O AGRAVANTE SUSTENTA, EM SUMA, QUE A CONCESSÃO DA LIMINAR PELO JUIZ SINGULAR É DESCABIDA, EIS QUE O AGENTE PÚBLICO, AO CALCULAR O VALOR DOS PROVENTOS DO RECORRIDO, SEGUIU AS REGRAS ESTIPULADAS PELO ART. 40, DA CF. REVELA QUE A DECISÃO EM APREÇO REVELA AFRONTA À MEDIDA LIMINAR PROFERIDA NA ADC-4, QUE, COM EFICÁCIA EX-NUNC E EFEITO VINCULANTE, SUSPENDEU A PROLAÇÃO DE QUALQUER DECISÃO SOBRE PEDIDO DE TUTELA ANTECIPADA, CONTRA A FAZENDA PÚBLICA, QUE TENHA POR PRESSUPOSTO A CONSTITUCIONALIDADE OU A INCONSTITUCIONALIDADE DO ART. 1º DA LEI Nº 9.494/97. A FINAL, REQUER O PROVIMENTO DO RECURSO PARA QUE SEJA CASSADA A DECISÃO RECORRIDA. AO CONTRÁRIO DO QUE DEFENDE O RECORRENTE, ENTENDO QUE O CASO VERTENTE NÃO TRADUZ ANTECIPAÇÃO DE TUTELA CONTRA A FAZENDA PÚBLICA NAS SITUAÇÕES VEDADAS PELA ALUDIDA LEI Nº 9.494/97, EIS QUE, APESAR DA DECISÃO HOSTILIZADA TER DEFERIDO UMA MEDIDA ANTECIPATÓRIA EM DESFAVOR DO AGRAVANTE, O QUE SE DEPREENDE DOS AUTOS É QUE O AGRAVADO PLEITEOU AO JUIZ SINGULAR O RESTABELECIMENTO DE UMA SITUAÇÃO PRÉ-EXISTENTE E NÃO A CONCESSÃO DE GRATIFICAÇÃO OU EXTENSÃO DE VANTAGEM. OU SEJA, O QUE SE DISCUTE NO MANDADO DE SEGURANÇA IMPETRADO PELA AGRAVADA É A MANUTENÇÃO OU NÃO, NOS SEUS PROVENTOS, DA GRATIFICAÇÃO ESPECIAL QUE ELE JÁ RECEBIA E QUE FOI SUPRIMIDA POR CONTA DE SUA APOSENTADORIA. A PROPÓSITO, ATENTE-SE PARA O SEGUINTE JULGADO: "[...]A VEDAÇÃO À CONCESSÃO DE TUTELA ANTECIPADA CONTRA A FAZENDA PÚBLICA, NOS MOLDES DO DISPOSTO NO ART. 1º DA LEI 9.494/97 E NOS ARTS. 5º, PARÁGRAFO ÚNICO, E 7º, DA LEI 4.348/64, NÃO SE APLICA À HIPÓTESE DE RESTABELECIMENTO DE PARCELA REMUNERATÓRIA ILEGALMENTE SUPRIMIDA. RECURSO NÃO CONHECIDO." (RESP /RS; REL. MIN. FELIX FISCHER - QUINTA TURMA - 01/10/ DJ: , P. 254) ALÉM DISSO, DEVO CONSIGNAR QUE O CASO CONCRETO NÃO SE SUBSUME AOS COMANDOS EMANADOS PELA REFERIDA LIMINAR PROFERIDA NA ADC-4, NÃO APENAS POR TRATAR DE RESTABELECIMENTO DE UMA SITUAÇÃO PREEXISTENTE, MAS, SOBRETUDO, POR TRATAR-SE DE CONFLITO DE INTERESSES QUE ABARCA QUESTÕES DE ÍNDOLE PREVIDENCIÁRIA, CONFORME DISPÕE A SÚMULA 729, DO STF, VERBIS: "A DECISÃO NA ADC-4 NÃO SE APLICA À ANTECIPAÇÃO DE TUTELA EM CAUSA DE NATUREZA PREVIDENCIÁRIA." NO QUE CONCERNE À MOTIVAÇÃO PARA O DEFERIMENTO DA MEDIDA CAUTELAR EM COMENTO, O JULGADOR MONOCRÁTICO RESSALTOU EM SEU DECISUM QUE "[...] SÃO RELEVANTES OS SEUS ARGUMENTOS PERTINENTES À NATUREZA JURÍDICA DA 'GRATIFICAÇÃO ESPECIAL' RECLAMADA PELO AUTOR, OBJETO, INCLUSIVE, DE INCIDÊNCIA DE CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA, O QUE DEMONSTRA, PRIMA FACIE, PROBABILIDADE DE ÊXITO DA TESE DE QUE A GRATIFICAÇÃO INTEGRA OS VENCIMENTOS DO SERVIDOR PARA TODOS OS FINS, NÃO PODENDO, EM CONSEQÜÊNCIA, SER SUPRIMIDA." (FLS. 42) QUANTO AO MAIS, ENTENDO QUE OS ARGUMENTOS TRAZIDOS PELO AGRAVANTE NÃO CONVERGEM PARA UMA RAZÃO DE CONVENCIMENTO QUE POSSA PROVOCAR A REFORMA, AINDA QUE PARCIAL, DA DECISÃO PROFERIDA PELO JUIZ SINGULAR, POIS VERIFIQUEI QUE A MESMA NÃO TRAZ EM SI MÁCULA QUE JUSTIFIQUE TAL MEDIDA. NÃO SE TRATA, IN CASU, DE DECISÃO TERATOLÓGICA, OU SEJA, CONTRARIA À LEI OU À PROVA DOS AUTOS. PATENTE, POIS, A MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA DO RECURSO, MOTIVO PELO QUAL LHE NEGO SEGUIMENTO, COM BASE NO ARTIGO 557, CAPUT, DO CPC, MANTENDO INCÓLUME O DECISUM. PRECLUSA A PRESENTE DECISÃO, ENCAMINHEM-SE OS AUTOS AO JUÍZO DE 1º GRAU. PUBLIQUE-SE. INTIME-SE. VITÓRIA, 06 DE MARÇO DE DESEMBARGADOR ARNALDO SANTOS SOUZA RELATOR 15 APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE.: BANESTES S/A ADVOGADO: CARLOMAR SILVA GOMES DE ALMEIDA ADVOGADO: FABIANO DE CHRISTO DEPES TALLON ADVOGADA: FERNANDA ALVES DE MATTOS MENEGUSSI ADVOGADO: FRANCISCO DOMINGOS VIEIRA ADVOGADO: FRANKLIN DELMAESTRO ADVOGADO: GERALDO LUIZ DA SILVEIRA ADVOGADA: GISLAINE DE OLIVEIRA ADVOGADO: LUIZ CARLOS DE ABREU ADVOGADO: MARCO ANTONIO REDINZ ADVOGADO: OMAR DE ALBUQUERQUE MACHADO JÚNIOR APDO.: JOÃO ROBERTO DA SILVA ALMEIDA ADVOGADO: ALFREDO DA LUZ JUNIOR ADVOGADO: MARCIO ANTONIO RIBEIRO SOARES RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA TRATA-SE DE APELAÇÃO INTERPOSTA PERANTE SENTENÇA DEFINITIVA QUE, APRECIANDO PRETENSÃO REVISIONAL DE CLÁUSULA DE CONTRATO DE MÚTUO FENERATÍCIO, JULGOU ABUSIVO O QUANTITATIVO DEBITADO NA CONTA BANCÁRIA DO APELADO, REDUZINDO-O, COM BASE NO DIRIGISMO CONTRATUAL, AO PATAMAR DE 30% (TRINTA POR CENTO) DO SOMATÓRIO ENTRE O SOLDO E A GRATIFICAÇÃO DE TEMPO DE SERVIÇO DO MUTUÁRIO. O APELANTE IMPUTA ERROR IN JUDICANDO AO JULGADO AO ARGUMENTO DE QUE A MARGEM CONSIGNÁVEL DO FINANCIAMENTO FOI FORNECIDA AO BANCO POR OCASIÃO DA CONTRATAÇÃO PELO ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELO DESCONTO EM FOLHA (FLS. 80), ACRESCENTANDO QUE A LEGISLAÇÃO ESTADUAL ADMITE O PERCENTUAL DE DESCONTOS CONTRATADO. DIGNA-SE, FINALMENTE, O RECORRENTE A INVOCAR PRECEDENTE DA EGRÉGIA 4ª CÂMARA CÍVEL DESTE TRIBUNAL DE JUSTIÇA, SEGUNDO O QUAL É PERFEITAMENTE LÍCITO ÀS PARTES CONVENCIONAREM A FORMA DE PAGAMENTO DOS DÉBITOS (FLS. 82). ESSES SÃO OS SINGELOS CONTORNOS DA RELAÇÃO PROCESSUAL, O QUE REVELA QUE O RECURSO DESAFIA DECISÃO MONOCRÁTICA DO RELATOR, EM RAZÃO DE SUA MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA, NA FORMA PRECONIZADA PELO ART. 557, DO CPC.

19 21 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO COM EFEITO, LUIZ GUILHERME MARINONI E SÉRGIO CRUZ ARENHART SÃO CONTUNDENTES NA DEMONSTRAÇÃO DE QUE, EM HIPÓTESES DE IMPROCEDÊNCIA CLARIVIDENTE, É OPORTUNIZADO AO RELATOR NEGAR SEGUIMENTO AO RECURSO. NÃO É POSSÍVEL DEIXAR DE ENXERGAR QUE O ART. 557 AFIRMA QUE O RELATOR PODE NEGAR SEGUIMENTO AO RECURSO EM CASO DE MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA E CONFRONTO COM SÚMULA OU COM A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR. SE É ASSIM, DEVE O INTÉRPRETE DIZER O QUE É MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA, NÃO LHE SENDO LÍCITO AFIRMAR QUE CONFRONTO COM A SÚMULA OU COM A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO TRIBUNAL, DE TRIBUNAL SUPERIOR OU DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, É O MESMO QUE MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA, POIS SE REALMENTE DE UMA HIPÓTESE PRETENDESSE TRATAR O LEGISLADOR, NÃO TERIA FEITO REFERÊNCIA A DUAS. (MANUAL DO PROCESSO DE CONHECIMENTO. 3.ED., RT, P. 625) O COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA VEM, NO EXERCÍCIO DE SEU MISTER CONSTITUCIONAL, EXALTANDO A NECESSIDADE DE APLICAÇÃO DO DISPOSITIVO EM QUESTÃO NAS HIPÓTESES DE RECURSO MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE, MEDIANTE INVOCAÇÃO DA MENS LEGIS DO MENCIONADO PRECEITO: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL. DECISÃO UNA DE RELATOR. ART. 557 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. INTELIGÊNCIA A SUA APLICAÇÃO. PRECEDENTES. (...) 2. O RELATOR NEGARÁ SEGUIMENTO A RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL, IMPROCEDENTE, PREJUDICADO OU EM CONFRONTO COM SÚMULA OU COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR. (CPC, ART. 557). 3. ESSA NOVA SISTEMÁTICA PRETENDEU DESAFOGAR AS PAUTAS DOS TRIBUNAIS, AO OBJETIVO DE QUE SÓ SEJAM ENCAMINHADOS À SESSÃO DE JULGAMENTO AS AÇÕES E OS RECURSOS QUE DE FATO NECESSITEM DE DECISÃO COLEGIADA. OS DEMAIS A GRANDE MAIORIA DOS PROCESSOS NOS TRIBUNAIS DEVEM SER APRECIADOS O QUANTO E MAIS RÁPIDO POSSÍVEL. DESTARTE, O RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL, IMPROCEDENTE, PREJUDICADO OU EM CONFRONTO COM SÚMULA OU COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR DEVEM SER JULGADOS, POR DECISÃO UNA, PELO PRÓPRIO RELATOR, EM HOMENAGEM AOS TÃO PERSEGUIDOS PRINCÍPIOS DA ECONOMIA PROCESSUAL E DA CELERIDADE PROCESSUAL. (...) (STJ - AGRG NO RESP /AL - 1ª TURMA - REL. MIN. JOSÉ DELGADO - J DJU ) A IMPROCEDÊNCIA DO RECURSO EM QUESTÃO, QUE É FLAGRANTE, É DE FÁCIL CONSTATAÇÃO, SENÃO VEJAMOS: DE PRIMEIRA PLANA, É DE SE VER QUE O RECORRENTE, EM EVIDENTE DESATENDIMENTO AO ART. 333, INCISO II, DO CPC, NÃO LOGROU COMPROVAR SEU ARGUMENTO DE QUE A MARGEM CONSIGNÁVEL HAVERIA SIDO INDICADA PELO ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELO DESCONTO EM FOLHA PACTUADO, O QUE BASTA À SUA REJEIÇÃO. PORÉM, AINDA QUE A REFERIDA ASSERTIVA HOUVESSE SIDO COMPROVADA, AFIGURAR-SE-IA COGENTE, MESMO ASSIM, O RECONHECIMENTO DA ILEGALIDADE, POR ABUSIVIDADE, DA PACTUAÇÃO, TENDO EM VISTA A PRESCRIÇÃO LITERAL DO ART. 74, PARÁGRAFO ÚNICO, DA LEI COMPLEMENTAR N.º 46/94. COM EFEITO, DISPÕE O REFERIDO PRECEITO QUE MEDIANTE AUTORIZAÇÃO DO SERVIDOR, PODERÁ HAVER CONSIGNAÇÃO EM FOLHA DE PAGAMENTO, A FAVOR DE TERCEIROS, CUSTEADA PELA ENTIDADE CORRESPONDENTE, A CRITÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO, NA FORMA DEFINIDA EM REGULAMENTO, COM A RESSALVA DE QUE A SOMA DAS CONSIGNAÇÕES FACULTATIVAS E COMPULSÓRIAS NÃO PODERÁ ULTRAPASSAR SETENTA POR CENTO DO VENCIMENTO E VANTAGENS PERMANENTES ATRIBUÍDOS AO SERVIDOR PÚBLICO. ORA, O COTEJO ENTRE O CONTRACHEQUE DO RECORRIDO (FLS. 09) E O CONTRATO DE MÚTUO FIRMADO (FLS. 11), ATESTA QUE AS PARCELAS MENSAIS CONTRATADAS ALÇAM O PERCENTUAL DE 76% (SETENTA E SEIS POR CENTO) DA RENDA BRUTA TOTAL DO SERVIDOR, OCORRÊNCIA QUE IMPEDE O DESCONTO NA FOLHA DE PAGAMENTOS, ENSEJANDO O ABATIMENTO DO VALOR DEVIDO NA CONTA BANCÁRIA DO MUTUÁRIO. ESSE FATO É, POR SI SÓ, SUFICIENTE A CORROBORAR O SALUTAR ARRAZOADO DA SENTENÇA INQUINADA, O QUAL REVELA, COM INSOFISMÁVEL CLAREZA, A ABUSIVIDADE DO PACTO, NOTADAMENTE PORQUE CONFERE AO FORNECEDOR VANTAGEM EXAGERADA (ART. 51, INCISO IV, DA LEI N.º 8.078/90). É EVIDENTE, ENTÃO, QUE O CONTEXTO DO CONTRATO EM QUESTÃO, MARCADO POR NÍTIDA ILEGALIDADE, DESAUTORIZA, POR COMPLETO, LHE SEJAM APLICADAS AS CONCLUSÕES ESTAMPADAS NO PRECEDENTE INVOCADO, SOBRETUDO PORQUE, NO JULGAMENTO APONTADO COMO PARADIGMA, O PAGAMENTO MEDIANTE CONSIGNAÇÃO EM FOLHA DE PAGAMENTOS FOI CONTRATADO COM OBSERVÂNCIA À DICÇÃO DO ART. 74, PARÁGRAFO ÚNICO, DA LEI COMPLEMENTAR N.º 46/94. ÓBVIA, ASSIM, A MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA DO RECURSO EM APREÇO, RAZÃO PELA QUAL, COM FULCRO NO ART. 557, DO CPC, LHE NEGO SEGUIMENTO. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS À COMARCA DE ORIGEM. VITÓRIA, 28 DE FEVEREIRO DE DES. ARNALDO SANTOS SOUZA RELATOR 16 APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE.: ITAÚ SEGUROS S.A ADVOGADO: CARLOS ALBERTO AMORIM DE ASSIS APDA.: MARIA NASCIMENTO MACHADO ADVOGADO: MARCUS FELIPE BOTELHO PEREIRA RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA TRATA-SE DE APELAÇÃO INTERPOSTA PERANTE SENTENÇA DEFINITIVA QUE, AO APRECIAR EMBARGOS DE DEVEDOR, REJEITOU-OS, CONSIDERANDO QUE TENDO A MORA DO DEVEDOR INÍCIO AINDA NA VIGÊNCIA DO CÓDIGO CIVIL DE 1916, SÃO DEVIDOS JUROS DE MORA DE 6% AO ANO ATÉ 10 DE JANEIRO DE 2003; A PARTIR DE 11 DE JANEIRO DE 2003 (DATA DE ENTRADA EM VIGOR DO NOVO CÓDIGO CIVIL), PASSA A INCIDIR O ART. 406, DO CÓDIGO CIVIL DE 2002 (FLS. 74). O APELANTE PLANEJA A REFORMA DA SENTENÇA GUERREADA ASSEVERANDO QUE INCORREU EM ERROR IN JUDICANDO A SENTENÇA AO NÃO HAVER RECONHECIDO VALIDADE AO PAGAMENTO PARCIAL PROMOVIDO NO CURSO DA EXECUÇÃO (FLS. 39), ACRESCENTANDO, RELATIVAMENTE AOS JUROS DE MORA, QUE SUA INCIDÊNCIA HAVERIA DE SER NO PERCENTUAL DE 0,5% (MEIO POR CENTO), AO MÊS, TENDO POR TERMO FINAL O PAGAMENTO PARCIAL JÁ PROMOVIDO. ESSES SÃO OS SINGELOS CONTORNOS DA RELAÇÃO PROCESSUAL, O QUE REVELA QUE O RECURSO DESAFIA DECISÃO MONOCRÁTICA DO RELATOR, EM RAZÃO DE SUA MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA, NA FORMA PRECONIZADA PELO ART. 557, DO CPC. COM EFEITO, LUIZ GUILHERME MARINONI E SÉRGIO CRUZ ARENHART SÃO CONTUNDENTES NA DEMONSTRAÇÃO DE QUE, EM HIPÓTESES DE IMPROCEDÊNCIA CLARIVIDENTE, É OPORTUNIZADO AO RELATOR NEGAR SEGUIMENTO AO RECURSO. NÃO É POSSÍVEL DEIXAR DE ENXERGAR QUE O ART. 557 AFIRMA QUE O RELATOR PODE NEGAR SEGUIMENTO AO RECURSO EM CASO DE MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA E CONFRONTO COM SÚMULA OU COM A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR. SE É ASSIM, DEVE O INTÉRPRETE DIZER O QUE É MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA, NÃO LHE SENDO LÍCITO AFIRMAR QUE CONFRONTO COM A SÚMULA OU COM A JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO TRIBUNAL, DE TRIBUNAL SUPERIOR OU DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, É O MESMO QUE MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA, POIS SE REALMENTE DE UMA HIPÓTESE PRETENDESSE TRATAR O LEGISLADOR, NÃO TERIA FEITO REFERÊNCIA A DUAS. (MANUAL DO PROCESSO DE CONHECIMENTO. 3.ED., RT, P. 625) O COLENDO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA VEM, NO EXERCÍCIO DE SEU MISTER CONSTITUCIONAL, EXALTANDO A NECESSIDADE DE APLICAÇÃO DO DISPOSITIVO EM QUESTÃO NAS HIPÓTESES DE

20 22 Quarta-Feira 14 de Março de 2007 Edição nº 3033 D.J. ESPÍRITO SANTO RECURSO MANIFESTAMENTE IMPROCEDENTE, MEDIANTE INVOCAÇÃO DA MENS LEGIS DO MENCIONADO PRECEITO: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO REGIMENTAL. DECISÃO UNA DE RELATOR. ART. 557 DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL. INTELIGÊNCIA A SUA APLICAÇÃO. PRECEDENTES. (...) 2. O RELATOR NEGARÁ SEGUIMENTO A RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL, IMPROCEDENTE, PREJUDICADO OU EM CONFRONTO COM SÚMULA OU COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR. (CPC, ART. 557). 3. ESSA NOVA SISTEMÁTICA PRETENDEU DESAFOGAR AS PAUTAS DOS TRIBUNAIS, AO OBJETIVO DE QUE SÓ SEJAM ENCAMINHADOS À SESSÃO DE JULGAMENTO AS AÇÕES E OS RECURSOS QUE DE FATO NECESSITEM DE DECISÃO COLEGIADA. OS DEMAIS A GRANDE MAIORIA DOS PROCESSOS NOS TRIBUNAIS DEVEM SER APRECIADOS O QUANTO E MAIS RÁPIDO POSSÍVEL. DESTARTE, O RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL, IMPROCEDENTE, PREJUDICADO OU EM CONFRONTO COM SÚMULA OU COM JURISPRUDÊNCIA DOMINANTE DO RESPECTIVO TRIBUNAL, DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL, OU DE TRIBUNAL SUPERIOR DEVEM SER JULGADOS, POR DECISÃO UNA, PELO PRÓPRIO RELATOR, EM HOMENAGEM AOS TÃO PERSEGUIDOS PRINCÍPIOS DA ECONOMIA PROCESSUAL E DA CELERIDADE PROCESSUAL. (...) (STJ - AGRG NO RESP /AL - 1ª TURMA - REL. MIN. JOSÉ DELGADO - J DJU ) A IMPROCEDÊNCIA DO RECURSO EM QUESTÃO, QUE É FLAGRANTE, É DE FÁCIL CONSTATAÇÃO, SENÃO VEJAMOS: DE PRIMEIRA PLANA, CUMPRE EXALTAR QUE O EXAME DA PARTE DISPOSITIVA DA SENTENÇA RECORRIDA, ÚNICA HÁBIL A ENSEJAR OS EFEITOS DA COISA JULGADA, NA FORMA DO ART. 469, INCISO I, DO CPC, ATESTA QUE O JULGADOR DE 1º GRAU NÃO EXAROU QUALQUER DECISÃO A RESPEITO DA VALIDADE E DA EXTENSÃO DO PAGAMENTO COMPROVADAMENTE OCORRIDO NO CURSO DO PROCESSO (FLS. 39), ASSIM COMO NÃO DELIBEROU ACERCA DO VALOR TOTAL DO QUANTUM DEBEATUR. TAL ASSERTIVA, ALIÁS, VEM EXPRESSA NA PRÓPRIA SENTENÇA, QUE RELATA QUE O FATO BASE DOS EMBARGOS SE REFERE À APLICAÇÃO DOS JUROS DE MORA QUANDO NÃO PACTUADOS... (FLS. 72). ALIÁS, SEQUER PODERIA A SENTENÇA, ANTE A INCIDÊNCIA DA REGRA DA CONGRUÊNCIA (ART. 460 DO CPC), MANIFESTAR-SE A RESPEITO DA VALIDADE DO PAGAMENTO PARCIAL, TENDO EM CONTA QUE TAL QUESTÃO NÃO FOI VERSADA NOS EMBARGOS DE DEVEDOR. LOGO, A DESPEITO DO SUPOSTO EQUÍVOCO EXISTENTE NO CÁLCULO DA CONTADORIA (FLS. 64/65), O QUAL NÃO FOI OPORTUNAMENTE APONTADO PELO APELANTE (FLS. 68-VERSO), A VALIDADE DO PAGAMENTO PARCIAL NÃO É PARTE DAS QUESTÕES VERSADAS NA CONTROVÉRSIA, DE SORTE QUE ABSOLUTAMENTE IRRELEVANTES AS ALEGAÇÕES ARTICULADAS A ESSE RESPEITO. EM OUTRAS PALAVRAS: A DIMINUTA REFERÊNCIA FEITA PELO JULGADOR AOS CÁLCULOS DA CONTADORIA NÃO SIGNIFICA QUE A SENTENÇA INQUINADA TENHA RECONHECIDO O ACERTO DO VALOR DO DÉBITO ALI CONSIGNADO, NOTADAMENTE PORQUE O OBJETO DA CONTROVÉRSIA DIZ RESPEITO APENAS ÀS TAXAS DE JURO APLICÁVEIS. NO TOCANTE AO PERCENTUAL DOS JUROS DE MORA INCIDENTES, O APELO REVELA-SE SOBEJAMENTE IMPROCEDENTE, CONSIDERANDO QUE, A TEOR DA JURISPRUDÊNCIA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA, O FATO GERADOR DO DIREITO A JUROS MORATÓRIOS NÃO É A EXISTÊNCIA DA AÇÃO E NEM A CONDENAÇÃO JUDICIAL (QUE SIMPLESMENTE O RECONHECEU), E SIM A DEMORA NO CUMPRIMENTO DA OBRIGAÇÃO. TRATANDO-SE DE FATO GERADOR QUE SE DESDOBRA NO TEMPO, PRODUZINDO EFEITOS TAMBÉM APÓS A PROLAÇÃO DA SENTENÇA, A DEFINIÇÃO DA TAXA LEGAL DOS JUROS FICA SUJEITA AO PRINCÍPIO DE DIREITO INTERTEMPORAL SEGUNDO O QUAL TEMPUS REGIT ACTUM. ASSIM, OS JUROS INCIDENTES SOBRE A MORA OCORRIDA NO PERÍODO ANTERIOR À VIGÊNCIA DO NOVO CÓDIGO CIVIL SÃO DEVIDOS NOS TERMOS DO CÓDIGO CIVIL DE 1916 E OS RELATIVOS AO PERÍODO POSTERIOR, REGEM-SE PELAS NORMAS SUPERVENIENTES (STJ, RESP /PE, MIN. TEORI ALBINO ZAVASCKI). INVOCO, VISANDO EXALTAR O QUÃO MONÓTONA É ESSA CONCEPÇÃO, OS SEGUINTES PRECEDENTES: RESP /RN, MIN. JOSÉ DELGADO; RESP /RN E RESP /SP, AMBOS RELATADOS PELO MIN. LUIZ FUX; E RESP /RS, MIN. TEORI ALBINO ZAVASCKI. E NÃO DIGA O APELANTE QUE O PERCENTUAL DE JUROS DEVE ATENDER AO LIMITE DO ART , DO CC/1916, MESMO APÓS O ADVENTO DO CÓDIGO CIVIL DE 2002, JÁ QUE, AINDA QUE SE QUEIRA EMPRESTAR NATUREZA CONTRATUAL À VERBA ACESSÓRIA, É APLICÁVEL PRECEDENTE SEGUNDO O QUAL TRATANDO-SE DE RESPONSABILIDADE CONTRATUAL, A MORA CONSTITUI-SE A PARTIR DA CITAÇÃO, E OS JUROS RESPECTIVOS DEVEM SER REGULADOS, ATÉ A DATA DA ENTRADA EM VIGOR DO NOVO CÓDIGO, PELO ARTIGO DO DIPLOMA DE 1916, E, DEPOIS DESSA DATA, PELO ARTIGO 406 DO ATUAL CÓDIGO CIVIL (STJ, RESP /MG, MIN. CASTRO FILHO). SURGE, ENTÃO, A ÚLTIMA QUESTÃO VERSADA NO APELO, REFERENTE À SUPOSTA DESCONFIGURAÇÃO DA MORA PELO PAGAMENTO PARCIAL DO QUANTUM DEBEATUR, OCORRÊNCIA QUE INSTITUIRIA, SEGUNDO AFIANÇA O RECORRENTE, TERMO FINAL À INCIDÊNCIA DOS JUROS DE MORA. TAMBÉM AQUI O RECURSO É DE IMPROCEDÊNCIA MANIFESTA, CONSIDERANDO QUE, A TEOR DOS ARTS. 863 E 889, DO CC/1916, VIGENTES À ÉPOCA DOS FATOS, O CREDOR DE COISA CERTA NÃO PODE SER OBRIGADO A RECEBER OUTRA, AINDA QUE MAIS VALIOSA, SENDO QUE, MESMO QUE DIVISÍVEL O OBJETO DA OBRIGAÇÃO, NÃO PODE O CREDOR SER OBRIGADO A RECEBER, NEM O DEVEDOR A PAGAR, POR PARTE, SE ASSIM NÃO SE AJUSTOU. ASSIM, É EVIDENTE A CONFIGURAÇÃO DA MORA NO CASO DE PAGAMENTO PARCIAL DO QUANTUM DEBEATUR, ESPECIALMENTE PORQUE O MALFADADO PAGAMENTO EM PARTES NÃO ATENDE À FORMA ESTABELECIDA NA OBRIGAÇÃO, O QUE BASTA PARA LEGITIMAR A INCIDÊNCIA DE JUROS MORATÓRIOS. EXALTO, PARA EVITAR POSTERIOR ALEGAÇÃO DE OMISSÃO, QUE, EM QUE PESE A NÍTIDA IMPROCEDÊNCIA DO RECURSO INTERPOSTO, NÃO VISLUMBRO CONFIGURADO, AO MENOS ATÉ A PRESENTE FASE, O ATO DE LITIGÂNCIA DE MÁ-FÉ APONTADO PELA APELADA. ASSIM, ANTE À MANIFESTA IMPROCEDÊNCIA DO RECURSO EM APREÇO, COM FULCRO NO ART. 557 CPC, LHE NEGO SEGUIMENTO. INTIME-SE DESTA DECISÃO EM SEU INTEIRO TEOR. PRECLUSAS AS VIAS RECURSAIS, REMETAM-SE OS AUTOS À VARA DE ORIGEM. VITÓRIA, 28 DE FEVEREIRO DE DES. ARNALDO SANTOS SOUZA RELATOR 17 APELAÇÃO CÍVEL Nº APTE.: VALDECY CALISTO SOBRINHO ADVOGADA: LILIAN BELISARIO DOS SANTOS APDA.: TRACOMAL TERRAP CONST MACHADO LTDA. ADVOGADO: WAGNER DOMINGOS SANCIO RELATOR: ARNALDO SANTOS SOUZA DECISÃO MONOCRÁTICA CUIDAM OS AUTOS DE APELAÇÃO INTERPOSTA EM FACE DA SENTENÇA QUE, ENTENDENDO INEXISTIR CULPA POR PARTE DO EMPREGADOR NO ACIDENTE DE TRABALHO SOFRIDO PELO APELANTE, JULGOU IMPROCEDENTE O PLEITO INDENIZATÓRIO POR ESTE FORMULADO. EM SUAS RAZÕES RECURSAIS, SUSTENTA O RECORRENTE QUE, EM SENDO O CERNE DA DISCUSSÃO O ACIDENTE DE TRABALHO POR ELE SOFRIDO, DISPENSÁVEL É A OCORRÊNCIA DE CULPA DO EMPREGADOR PARA CARACTERIZAR A RESPONSABILIDADE CIVIL DESTE. POR OUTRO LADO, ARGÜI A NEGLIGÊNCIA DA REQUERIDA/APELADA AO DISPONIBILIZAR AOS EMPREGADOS TRANSPORTE IRREGULAR. EM SEDE DE CONTRA-RAZÕES, PROPUGNANDO PELA MANUTENÇÃO DA SENTENÇA, ALEGA A RECORRIDA QUE NÃO RESTA CONFIGURADA SUA RESPONSABILIDADE, VISTO QUE FOI O PRÓPRIO APELANTE QUEM DEU CAUSA AO SINISTRO, AO DESPRESTIGIAR O TRANSPORTE POR ELA FORNECIDO, FAZENDO USO, POR SUA LIVRE E ESPONTÂNEA VONTADE, DE OUTRO MEIO

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