DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COM REDAÇÃO FINAL

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1 CÂMARA DOS DEPUTADOS DEPARTAMENTO DE TAQUIGRAFIA, REVISÃO E REDAÇÃO NÚCLEO DE REDAÇÃO FINAL EM COMISSÕES TEXTO COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL EVENTO: Seminário N : 2221/09 DATA: 01/12/2009 INÍCIO: 9h25min TÉRMINO: 13h41min DURAÇÃO: 4h16min TEMPO DE GRAVAÇÃO: 4h16min PÁGINAS: 80 QUARTOS: 52 DEPOENTE/CONVIDADO - QUALIFICAÇÃO JORGE ARMANDO FELIX - General-de-Exército e Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. JEFFERSON SIMÕES - Diretor da Confederação Nacional do Comércio CNC. ALBERTO MENDES CARDOSO - General-de-Exército. STUART FARSON - Professor-Adjunto da Simon Fraser University de British Columbia, no Canadá. THOMAS C. BRUNEAU - Professor da Naval Postgraduate School, Monterey, Califórnia, nos Estados Unidos. PETER GILL - Professor da University of Manchester, do Reino Unido. JOANISVAL BRITO GONÇALVES - Consultor Legislativo do Senado da República do Brasil. CARLOS ATAÍDE TRINDADE - Diretor do Departamento de Integração do SISBIN. FRANCISCO CARLOS MODESTO - Diretor de Inteligência Estratégica do Ministério da Defesa. REINALDO CAYRES MINATI - General-de-Exército e Coordenador da Área de Infraestrutura Crítica do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. FERNANDO CARLOS WANDERLEY ROCHA - Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados. SUMÁRIO: Seminário Internacional Atividade de Inteligência e Controle Parlamentar: Fortalecendo a Democracia. Solenidade de Abertura. 1ª Mesa. Tema: O Controle Parlamentar da Atividade de Inteligência nos Regimes Democráticos: A Experiência Anglo-saxônica Canadá, Estados Unidos e Reino Unido. 2ª Mesa. Tema: Atividade de Inteligência, Controle e Democracia: A Inteligência de Defesa e a Inteligência Estratégica. OBSERVAÇÕES Reunião conjunta com a Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso Nacional, com a participação da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional do Senado Federal, em parceria com o Sistema CNC/SESC/ SENAC. Houve exibições de imagens. Houve exposições em inglês com tradução simultânea. Houve falha na tradução simultânea. Há termos ininteligíveis.

2 O SR. APRESENTADOR (Joubert Carvalho) - Senhoras e senhores, pedimos a todos que tomem os seus lugares. Vamos iniciar o Seminário Internacional Atividade de Inteligência e Controle Parlamentar: Fortalecendo a Democracia. Mais uma vez solicitamos a todos que desliguem os seus aparelhos celulares ou os mantenham em módulo de silêncio. Àqueles que não estavam presentes, os aparelhos de tradução simultânea estão sendo distribuídos à entrada deste auditório. No canal 1, será a tradução simultânea de português; 4, inglês, e 7, espanhol. Vamos dar início à cerimônia de abertura do Seminário Internacional Atividade de Inteligência e Controle Parlamentar: Fortalecendo a Democracia, uma promoção da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados e da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso Nacional, com a participação da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional do Senado Federal, em parceria com o Sistema CNC/SESC/ SENAC. Neste momento, vamos passar à Mesa Diretora dos trabalhos desta solenidade de abertura convidando, primeiramente, para ocupar o seu lugar o Exmo. Sr. Deputado Federal Severiano Alves, autor do requerimento para a realização deste seminário, aqui representando a Presidência da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados. Vamos receber S.Exa., por gentileza. (Palmas.) O Exmo. Sr. Senador da República Eduardo Azeredo, Presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional do Senado Federal e Vice- Presidente da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência do Congresso. (Palmas.) O Exmo. Sr. General-de-Exército Jorge Armando Felix, Ministro de Estado e Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. (Palmas.) E, por fim, o Sr. Jefferson Simões, Diretor da CNC, aqui representando o Sr. Antônio José Domingues de Oliveira Santos, Presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo SESC/SENAC. (Palmas.) 2

3 Estamos aguardando a presença do Exmo. Sr. Deputado Severiano Alves. Enquanto isso, vamos passar aos senhores algumas informações. O seminário que ora se inicia tem por objetivo reunir especialistas nacionais e estrangeiros para discutir a importância da atividade de inteligência nos regimes democráticos e seus mecanismos de fiscalização e controle. Uma vez que país nenhum pode prescindir de serviços secretos é fundamental que os órgãos de inteligência do Estado operem de acordo com a Constituição e as leis vigentes em defesa dos direitos e garantias fundamentais, protegendo o Estado e a sociedade. Para que abusos sejam evitados, a comunidade de inteligência deve estar sob rígido controle interno e externo. Nesse sentido, o Poder Legislativo destaca-se como instância precípua de controle externo desses serviços secretos. As contribuições trazidas para este seminário serão de grande relevância para o debate sobre o futuro da atividade de inteligência e de seu controle. Passaremos agora aos pronunciamentos. Fará uso da palavra o Exmo. Sr. Deputado Severiano Alves. O SR. PRESIDENTE (Deputado Severiano Alves) - Bom dia senhoras, bom dia senhores. Sr. General Felix, Sr. Senador Azeredo, Sr. Representante da CNC, Srs. Diretores de Serviços de Inteligência das Forças Armadas Brasileiras, Srs. Embaixadores, convidados, demais autoridades, é um prazer muito grande fazer a abertura deste seminário, substituindo o Presidente Damião Feliciano, que, por uma questão muito relevante, não pôde comparecer. Quero dizer, em poucas palavras, que este seminário representa muito para nós brasileiros, especialmente para o Parlamento. O Brasil está num processo incipiente não só da organização da sua defesa como também de seu sistema de inteligência. Uma das coisas que buscamos aqui é a troca de experiências. Eu acredito que as pessoas que aqui vieram irão contribuir muito com este seminário. São pessoas experientes, professores experientes, como os representantes da Argentina, dos Estados Unidos, do Canadá, do Chile, além de brasileiros, todos realmente detentores de conhecimentos importantes sobre a inteligência. 3

4 Uma coisa muito importante para nós é que o Brasil ainda não atentou para o fato de que a inteligência é muito importante no processo de crescimento e de desenvolvimento de uma nação verdadeiramente organizada. De sorte que achei que essa causa deveria ser abraçada pelo Parlamento brasileiro. Assim, fui autor do requerimento deste seminário. A partir daqui, precisaremos, também internamente, fazendo este trabalho, preocupados com nosso plano estratégico de defesa e também de inteligência. Acho que este é o momento próprio, e agradeço a todos os senhores, mais uma vez, especialmente à CNC. À tarde, farei mais uma participação, com breves palavras sobre o seminário e sobre o tema. Tenhamos todos um bom dia de trabalho. (Palmas.) O SR. APRESENTADOR (Joubert Carvalho) - Neste momento, convidamos a fazer uso da palavra o Senador da República Eduardo Azeredo. O SR. SENADOR EDUARDO AZEREDO - Bom dia, senhoras e senhores que aqui comparecem. Quero saudar o Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional, General Jorge Armando Felix; o Sr. Antônio José Domingues de Oliveira Santos, aqui representado; os Srs. Senadores, Deputados, Embaixadores, especialmente o nosso colega Deputado Severiano Alves. Vou me estender um pouco nesta abertura porque quero abordar um tema que considero da maior relevância para a atualidade. Ao me congratular com os organizadores pela iniciativa da realização deste Seminário Internacional, com a presença de conhecidos especialistas nacionais tanto na conduta da atividade de inteligência como em seu controle, é sempre oportuno discutir de forma aberta, distante de preconceitos ou prejulgamentos, o papel das agências de inteligência e sua importância para a defesa do Estado e da sociedade. As agências de inteligência devem ser capazes de fornecer às lideranças do País um quadro objetivo e claro, isento, portanto, de paixões políticas, das ameaças conjunturais e, em mais longo prazo, a preservação dos valores da sociedade. Claro 4

5 que está que o conjunto desses valores é informado pelas forças políticas, organizadas por partidos, e nas manifestações da sociedade civil. Quero dizer com isso que a comunidade de inteligência e suas organizações centrais precisam receber dos atores políticos uma definição clara de seus objetivos e de sua missão, definição que deve ser objeto de um consenso mínimo da sociedade. Haverá, por certo, ajustes eventuais de enfoque ou de intensidade, a depender do governo que esteja no momento dirigindo a Nação, mas o fulcro principal da atividade de inteligência não se pode abalar, qual seja, a defesa do Estado democrático. Surge assim a questão de como garantir que a missão seja cumprida a contento e de como corrigir e mesmo coibir desvios ocasionais. É aqui, então, que se revela a importância da atividade parlamentar numa de suas muitas funções relevantes: a do controle das atividades do Executivo. Para a preservação de uma sociedade aberta, vigorosa e criativa como a brasileira, é imperativo evitar aquele discurso fácil, mas que se vê ressurgir de tempos em tempos, de que o controle impõe travas inaceitáveis ao desenvolvimento da atividade do Governo e ao progresso material da Nação. Os ganhos democráticos, os últimos 25 anos, só foram possíveis porque o Estado brasileiro foi paulatinamente sendo dotado de estruturas cada vez mais eficazes. Eu creio conveniente mencionar o falso dilema entre eficiência e eficácia da atividade do Governo, obviamente incluídas as de inteligência, e o necessário controle social, principalmente este exercido pelo Parlamento. Uma análise superficial indicaria que o crescimento de um leva necessariamente à inibição do outro. A maior relevância, entretanto, de um se dá pela perda de importância do outro. Mas não é assim, trata-se de um sofisma do qual nos devemos afastar. Na realidade, o trabalho desapaixonado de controle leva ao incremento da eficiência da atividade de inteligência, dá aos operadores os parâmetros necessários para desenvolver a missão recebida e os limites de sua atuação. A discussão do quadro de conjunturas e seus possíveis desdobramentos fora do âmbito estritamente do Executivo aprimora a capacidade da sociedade de adaptar os objetivos das agências de inteligência. Temos, então, uma situação em 5

6 que a própria missão pode ser atualizada, acompanhando realidades novas, produzidas por forças domésticas ou advindas do cenário internacional. Nesse contexto, permito-me mostrar novas ameaças e a necessidade de adaptação do instrumental legal para enfrentá-las. Quero oferecer um tema para debate. Tema que preocupa aqueles que, como eu, entendem que a informatização das sociedades é um dado irreversível do século XXI e que aquelas nações que não souberem vencer o chamado déficit informático estarão fadadas a viver papel secundário. Refiro-me especificamente ao enfrentamento dos chamados cibercrimes, os crimes cibernéticos. Quero citar o trecho de um texto publicado recentemente, de autoria de um dos organizadores deste seminário, o Dr. Joanisval Gonçalves. Diz ele: "Pouca gente deu atenção ao fato, mas há alguns dias os Estados Unidos da América foram atacados. Durante horas, a nação mais poderosa do mundo viu dezenas de seus sites governamentais e empresas privadas serem invadidos por hackers: alguns pararam de funcionar, outros continuaram operando sob controle dos invasores. Segue informando que, depois de algum tempo, as autoridades conseguiram retomar a normalidade e neutralizar o ataque, mas apontando principalmente para a vulnerabilidade dos sistemas e para as consequências dessa vulnerabilidade para o cidadão comum. Este está à mercê da sanha de criminosos habilidosos, com estratégias sofisticadas e altamente treinados no campo das novas tecnologias. Os cidadãos brasileiros, infelizmente, estão perigosamente vulneráveis aos ataques dos cibercriminosos. É urgente a adequação de nossa legislação para que abranja os crimes digitais, relativamente novos quando comparados a nossa legislação penal, que data de Para que tenhamos ideia da extensão do problema no Brasil, quero mencionar brevemente alguns números. Refiro-me aos incidentes reportados ao Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil CERT.br. De janeiro a dezembro de 2008, foram 222 mil e 228 incidentes. De 6

7 janeiro a junho de 2009, o primeiro semestre apenas, foram 298 mil e 181 incidentes. Observa-se um crescimento vertiginoso em apenas 6 meses: mais de 100%. Tenho participado de eventos internacionais junto ao Conselho da Europa, que discute exatamente a ameaça que o cibercrime representa para o mundo todo. Volto a insistir: no Brasil tem-se menosprezado o risco que corremos nessa área. Alguns jornalistas, infelizmente, gostam de comentar de maneira fácil que se trata de um problema de bancos, não de um assunto que interesse à população, como se os correntistas de banco fossem todos banqueiros. Essa é uma visão superficial. Nós temos de considerar que, enquanto a maior parte da população não for atingida por tais questões, talvez as pessoas não se deem conta dos problemas que existem. Eu não quero desejar a ninguém que seja vítima dos habilidosos cibercriminosos que menciono aqui. Mas, algum dia, quando alguém tiver sua conta de banco realmente fraudada, com a mão de obra que vai ter para ir ao banco, cadastrar nova senha e pedir o ressarcimento dos recursos, talvez acorde para o que significa o problema. No dia em que tiver seu celular clonado, talvez acorde. No dia em que tiver seu cartão de crédito clonado, talvez acorde. No dia em que tiver seus documentos falsificados com a nova tecnologia, talvez acorde. É tão fácil falsificá-los atualmente. Até nota de dinheiro se falsifica hoje com as máquinas reprográficas de grande capacidade. Talvez acorde e lembre o quanto o Brasil está atrasado nessa cooperação internacional fundamental e no combate efetivo ao novo tipo de crime que existe. Portanto, quero trazer a este debate, importante para a democracia, esse tema, que seguramente afeta as relações de informação, as relações do País e as relações entre os diversos países. Nós, Parlamentares, sabemos da importância das atividades de inteligência. Elas devem estar dentro do regime democrático. A Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência, composta por 6 membros apenas os Líderes da Maioria na Câmara e no Senado, os Líderes da Minoria na Câmara e no Senado e os Presidentes das Comissões de Relações Exteriores na Câmara e no Senado, que infelizmente também não tem funcionado como deveria, tem este objetivo: 7

8 acompanhar as atividades de inteligência, dar diretrizes, conter excessos que por vezes podem acontecer na ânsia da busca da informação, às vezes buscando um contato, que não deve existir, com criminosos comuns, às vezes buscando a divulgação que os holofotes tanto tentam. Assim sendo, é importante que a Comissão Mista também esteja presente, acompanhando as atividades de inteligência, para que sejamos avisados com antecedência, recebamos previamente informações sobre o narcotráfico, sobre nossas fronteiras. O crescimento de nosso País em importância internacional evidentemente traz consigo o crescimento de ameaças. Quero, portanto, cumprimentar todos os organizadores deste seminário, apresentando a percepção clara que a maioria dos Parlamentares têm sobre a importância das agências de informação, sobre a importância da atividade de inteligência no combate a delitos em todo o Brasil. Muito obrigado. (Palmas.) O SR. APRESENTADOR (Joubert Carvalho) - Com a palavra o General Jorge Armando Felix. O SR. MINISTRO JORGE ARMANDO FELIX - Bom dia a todos. Inicialmente eu gostaria de agradecer particularmente ao Deputado Severiano Alves, ex-presidente da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência, que recentemente passou a Presidência para o Deputado Damião Feliciano. A presente iniciativa fala bem do trabalho que S.Exa. desenvolveu à frente da Comissão, coroando, eu diria, aquilo que estamos comemorando ainda neste mês de dezembro: os 10 anos de aprovação da lei que institucionalizou o Sistema Brasileiro de Inteligência e criou a Agência Brasileira de Inteligência. Eu diria que, ao completarmos 10 anos, estamos num momento virtuoso. Acabamos de terminar um trabalho que redundou em uma nova Política Nacional de Inteligência, que brevemente será remetida à Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência para que ela apresente sugestões. A nova proposta de política já foi apresentada ao Conselho de Defesa Nacional e por ele aprovada. Estavam presentes o Presidente do Senado e o Presidente da Câmara. A política procuramos fazê-la bastante realista, bastante 8

9 objetiva. Nós consideramos, didaticamente, mas de modo muito prático também, os interesse do País e as principais ameaças que pairam no nosso horizonte de curto e médio prazo. Eu diria, Senador Eduardo Azeredo, que sua preocupação foi considerada como uma das principais ameaças. Não é de hoje que acompanhamos o tema. Até tivemos oportunidade de trocar muitas ideias. Na medida das nossas possibilidades, da nossa capacidade, nós nos temos preparado com afinco e procurado enfrentar, na medida do possível, a ameaça que o Senador Azeredo bem definiu aqui como uma das mais importantes dos nossos tempos. Evidentemente, além das ameaças, consideramos também as oportunidades. Todo serviço de inteligência moderno deve preocupar-se não apenas em se contrapor às ameaças, mas em buscar levantar para o País as oportunidades que o mundo atual oferece. Consideramos também, na elaboração dessa política de inteligência, aqueles diplomas que hoje regem uma série de atividades. Na nossa política externa, consideramos a Política Nacional de Defesa e a Estratégia Nacional de Defesa, recém-concluída pelo Governo. Enfim, todo o ambiente que hoje regula as atividades de Governo e de Estado a curto e médio prazos no País. Em função dessa política, pretendemos fazer uma série de propostas de atualização de legislações, muito particularmente com a preocupação de trazer para o Congresso a possibilidade de nos indicar que ferramentas devem ser colocadas à disposição das agências de inteligência, dos mais variados níveis, como a inteligência de Estado, a inteligência de segurança pública, a inteligência econômica e financeira e a inteligência militar, de modo que os agentes que trabalham na área de inteligência, os profissionais que trabalham na área de inteligência tenham realmente ao seu dispor um arsenal que lhes permita enfrentar as ameaças que se apresentam hoje. Da mesma forma, é importante estamos também preparando propostas a respeito que fiquem muito bem definidos os limites de atuação. Significa que é preciso que a legislação diga aquilo que pode ser feito, ou que diga, de outra forma, 9

10 aquilo que não pode ser feito. Isto é, estabeleça os limites para o trabalho dos profissionais da área de inteligência. Um segundo aspecto que eu incluiria neste que eu chamei momento virtuoso da área de inteligência é que particularmente para a Agência Brasileira de Inteligência nós hoje temos um plano de carreira, diria até um plano de carreira muito bem estruturado, com começo, meio e fim. Temos também hoje uma remuneração à altura da média das demais chamadas carreiras de Estado. Só para exemplificar, tivemos um concurso no ano passado, em que oferecemos 160 vagas para pessoas de nível superior, e tivemos 60 mil candidatos. Desses 60 mil candidatos foi um concurso difícil, foram aprovados pouco menos de 600, em torno de 1% de aprovados. E até o momento, aproveitados 160. Significa que ingressaram recentemente na carreira de inteligência, na Agência Brasileira de Inteligência, jovens do mais alto gabarito cultural, intelectual, que estão sendo, e esperamos sejam durante muito tempo, muito bem trabalhados. Desse modo, podemos imaginar que a evolução na Agência Brasileira de Inteligência, daqui para frente, vai se dar de forma dinâmica e acelerada. A Agência poderá contribuir, cada vez mais, para o cumprimento da sua missão, que é, como disse o Senador, a proteção dos cidadãos e do Estado brasileiro. Falta alguma coisa para completar esse círculo virtuoso. Eu diria que falta aquilo que todos nós sempre levantamos, a parte orçamentária, que ainda está aquém do que nós precisamos, daquilo que nós mais do que desejamos, almejamos. E, para completar o ciclo, o chamado controle externo, que é a razão de ser desta nossa reunião de hoje. O controle externo é indispensável para uma atividade de inteligência dentro de um Estado Democrático de Direito. E esse controle externo, que legalmente deve ser feito pelo nosso Congresso, dá-nos uma série de vantagens, como organizações de inteligência. Ele nos dá a segurança de que a sociedade vai acompanhar esse trabalho com transparência e nos dá a certeza de que poderemos trocar informações com o nosso Congresso, que pensa no País como um todo e que tem sensibilidade em relação aos diversos setores em função 10

11 da sua representação. Eu diria mais ainda, pode nos ajudar no que diz respeito à parte orçamentária. Portanto, a troca de ideias e as conclusões que serão tiradas deste dia de trabalho, desta jornada de trabalho aqui, serão fundamentais para o trabalho da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência e, como eu disse, para a transparência e a legitimidade da atividade de inteligência. Muito obrigado. Bom dia para todos. (Palmas.) O SR. APRESENTADOR (Joubert Carvalho) - Por fim, passamos a palavra ao Sr. Jerfferson Simões, da CNC. O SR. JERFFERSON SIMÕES - Bom dia a todos. Eu quero cumprimentar o Deputado Severiano Alves, autor do requerimento para a realização deste seminário e representante da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; o Senador Eduardo Azeredo, Vice-Presidente da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência e Presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal; e o General Jorge Armando Felix, Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Cumprimento também as autoridades aqui presentes, senhoras e senhores. Estou aqui em nome da Confederação Nacional do Comércio CNC, particularmente do Dr. Antônio de Oliveira Santos, que infelizmente não pôde estar presente, e em nome também dos Sistemas SESC e SENAC, para dar o nosso apoio a este momento tão sério, tão importante, que é a realização deste seminário internacional sobre a inteligência, o controle e a democracia. Importante e necessário para um país poder se desenvolver é o conhecimento. Havendo o conhecimento, existem as ações. Tanto o nosso Senador quanto o General expuseram suas preocupações com relação a isso e falaram da importância deste seminário, deste momento, do conhecimento e da inteligência dentro de um país. Por isso é que a CNC apoia e vai continuar apoiando todos esses projetos que vêm em benefício do País e da sociedade. Muito obrigado a todos. (Palmas.) 11

12 O SR. APRESENTADOR (Joubert Carvalho) - Senhoras e senhores, neste momento desfaz-se a Mesa de abertura deste seminário. Convidamos os componentes da Mesa para que tomem os seus lugares neste auditório, pois daremos início à primeira conferência desta manhã. Convidamos o Deputado Severiano Alves para permanecer à Mesa, por gentileza. Passaremos, então, à primeira conferência de abertura deste seminário. Convidamos para proferi-la, com o tema Inteligência, Democracia e Controle, o Exmo. Sr. General-de-Exército Alberto Mendes Cardoso. (Palmas.) O General Alberto Cardoso foi Ministro-Chefe de Estado do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República no Governo Fernando Henrique Cardoso. Sob sua gestão, foram criados a Agência Brasileira de Inteligência ABIN e o Sistema Brasileiro de Inteligência SISBIN. Senhoras e senhores, com a palavra o General Alberto Cardoso. O SR. ALBERTO MENDES CARDOSO - Prezado Deputado Severiano Alves, autor da ideia de execução do seminário; caríssimo amigo Jorge Felix, a quem tive a honra de anteceder no cargo de Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional; senhoras e senhores. Tenho certeza de que o convite para participar deste seminário tem muito a ver com o fato de, durante a nossa gestão no GSI, antiga Casa Militar da Presidência da República, ter sido criada a ABIN e, mais do que ela, ter sido criado o Sistema Brasileiro de Inteligência. Sendo essa a razão, e tenho certeza de que não estou enganado, talvez fosse melhor, mais interessante, em vez de falar sobre uma doutrina de inteligência, sobre as melhores maneiras de se conduzir o trabalho de inteligência do Estado ou de coordenar um sistema brasileiro de inteligência, conversarmos sobre o processo que ocorreu durante a criação do Sistema Brasileiro de Inteligência e da ABIN. Nesse processo, foi muito importante a discussão sobre o tema central deste seminário, que é o controle sobre a atividade de inteligência. 12

13 Ora, quando se fala em atividade de inteligência, seja a inteligência de Estado, que é a matriz de todas as inteligências, sejam as inteligências que cooperam com os órgãos centrais dos serviços de inteligência nesse Sistema Brasileiro de Inteligência, ou seja, quando se fala em inteligência na democracia, tem-se que raciocinar sobre como a inteligência pode defender a democracia. Ao que me parece, a grande visão de futuro, o grande rumo que vai definir as missões dos órgãos de inteligência em um sistema de inteligência que tenha na posição central de coordenação o órgão de inteligência do Estado, hoje em dia exercido pelo Gabinete de Segurança Institucional, é que esse sistema e essas agências todas que assim trabalham tenham noção do que é defender ou, o mais importante, o que fazer, em direção do quê, para a defesa da democracia. Ora, quando se fala em defesa, está se falando em enfrentamento, em combate vamos colocar entre aspas, que, nesse caso, tem que ser sem quartel; um combate sem parada, um combate diuturno. E um combate em que campo? Eu gostaria de abordar esse tema do controle aproveitando o que talvez seja a ideia mais brilhante dos últimos tempos, em termos de controle de qualquer organização, que é fazer o controle verificando como a organização está fazendo a gestão do risco, entendido o risco como a gestão das ameaças e das oportunidades. Sendo mais específico, entendendo como risco a possibilidade de ocorrerem as ameaças e de não ocorrerem as oportunidades, porque é sobre as ameaças e as oportunidades que se estabelecem as políticas e as estratégias que visam atingir os objetivos, seguindo as diretrizes das políticas. Isso nos reporta a uma situação muito interessante: o controle pari passu da atividade de inteligência, nesse sentido de verificar como o Sistema Brasileiro de Inteligência está fazendo a gestão do risco na sua atividade, voltada para a defesa da democracia, leva imediatamente para a ideia de se de realizar esse controle pari passu com os processos de inteligência e não a posteriori. Se aceitarmos isso como verdade, é importante nos aprofundarmos no conceito e desde logo encararmos o controle como um componente do sistema de inteligência. E para realmente ser, em termos práticos, membro desse sistema, tem 13

14 que interagir com os outros. Senão, estará out do sistema, não estará realmente integrado ao sistema. Eu tenho certeza de que o Sistema Brasileiro de Inteligência tem seus membros integrados. A chegada do controle, também tenho certeza, é muito bemvinda. Lembro-me bem de quando o Presidente da República nos deu, ainda na antiga Casa Militar, a missão de criar a Agência Brasileira de Inteligência. No prolongamento da nossa conversa, lembrei que era muito importante criar o sistema. Lembro-me bem também de que passamos a fazer um roteiro, um périplo de visitas, de pronunciamentos e de declarações, atendendo a entrevistas, fugindo da nossa natural discrição de militares, expondo não só o que se queria fazer em termos de sistema de inteligência na democracia, como também a importância da atividade de controle dos processos de inteligência. Mas não com a ideia que prevalecia na época tenho a impressão de que foi atenuada, mas ainda existe, uma ideia básica e meio rançosa de coibir abusos. Ora, isso vem lateralmente junto com o convívio na atividade de controle, vem com a interação dentro do sistema de inteligência. Sai naturalmente. Esse coibir, esse evitarem-se abusos sai naturalmente, e deve sair também, naturalmente, do foco das observações, do foco das razões de ser do controle. E o controle entraria sim como membro do sistema nessa interação, ajudando o próprio serviço de inteligência a manter o rumo que lhe está definido na Política Nacional de Inteligência e na estratégia decorrente. É muito importante, nesse processo, que haja uma construção de confiança. Não vou falar de ambos os lados. Não. Uma construção de confiança entre os membros do sistema, agora já considerando como sistema nessa nossa conversa o sistema de controle da atividade de inteligência. E a construção dessa confiança leva tempo. Para explicar a construção dessa confiança, voltemos à criação do Sistema Brasileiro de Inteligência. Nas audiências públicas, que foram muitas, no Senado e na Câmara, eu sempre procurava mostrar que, muito mais importante do que a criação da ABIN naquela lei, era a criação do sistema. Porque, naquela época, e agora, com mais forte razão, não havia agência central de qualquer sistema ou 14

15 agência isolada que pudesse ter a pretensão de cobrir todo o espectro das ameaças ao Estado e à democracia e todas as oportunidades. Era impossível. Daí a importância do sistema. Estava vendo e ouvindo, com muita alegria, o General Felix, quando ele falou no estabelecimento dos limites. Esses limites, sim, têm que ser estabelecidos; mas temos que ter sempre em mente tenho certeza de que o General Felix pensa assim que esses limites, na realidade, são recobertos pelo próprio sistema. Mas essa interação entre eles, incluído o controle, deve ser tão íntima quando surge a confiança mútua que há uma mescla, respeitando-se as missões de cada um, de atividades num campo que não é cinza, não, mas muito bem definido, que é o campo da cooperação entre esses membros do sistema. Vejam, por exemplo, como é importante os serviços de inteligência das Forças Armadas terem íntima interação com o Itamaraty, que também tem a sua atividade de inteligência, não tão tipicamente definida como a das Forças Armadas, mas há essa atividade. Foi por essa razão, inclusive, que quando se esboçou pela primeira vez o Sistema Brasileiro de Inteligência, lá estavam as Forças Armadas e o Itamaraty. Mas vejam também como é importante esse trabalho íntimo de processamento e produção do conhecimento nas diversas áreas. Voltemos ao exemplo das Forças Armadas, que têm essa missão muito bem definida, muito forte, da segurança externa do Estado brasileiro, para ver como é importante essa cooperação íntima entre a inteligência das Forças Armadas com a inteligência da segurança pública segurança pública que hoje é problema de Estado no Brasil, em razão da leniência no tratamento dado a esse crime de rua e o crime organizado. Ao longo da nossa história, isso é resultado da virtuosa tolerância brasileira. A nossa virtude e tolerância, com todos sabemos, é reconhecer e aceitar aquelas diferenças, desde que elas sejam socialmente aceitáveis e não agridam os direitos individuais e sociais. Mas isso que é uma virtude nossa acaba se transformando em uma leniência com o crime, que transforma o problema de segurança pública e, mais ainda, o 15

16 problema do verdadeiro crime organizado, que não é o pequeno crime cometido nos morros, em assunto de Estado. Portanto, as políticas de segurança pública têm que ser realmente integradas e não podem continuar com aquela tranquilidade de interpretação aliás, que a Constituição permite de que segurança pública é problema dos Estados Federados. E percebe-se que isso vem sendo feito, as áreas vêm se integrando. Voltando ao tema, percebe-se como é importante essa interação entre os membros do sistema. E muitos outros exemplos seriam citados. Apenas para não deixa de citar, a inteligência financeira é um deles. O Conselho de Controle e Acompanhamento da Atividade Financeira COAF foi criado em março de 1998 para isso, ou seja, para interagir com os outros sistemas de inteligência. O COAF é um órgão de inteligência financeira. E essa integração é fundamental. E por quê? Porque falamos em crime organizado, e o COAF é realmente o grande agente contra o crime organizado. O crime organizado, repito, é problema a ser enfrentado pelo Estado brasileiro, como vem sendo. E o crime organizado depende fundamentalmente da lavagem de dinheiro, o que o COAF tem condições de detectar e coibir. Então, estamos falando do sistema de inteligência e da necessidade de haver a construção da confiança entre os membros do sistema. E vou exemplificar como foi feita a criação do Sistema Brasileiro de Inteligência. A lei que criou a ABIN e o Sistema Brasileiro de Inteligência foi promulgada em novembro de E a lei dizia também que deveríamos, por meio de decreto, regulamentar o sistema. E eu pedi ao Presidente da República que não tivéssemos pressa em regulamentar por decreto o Sistema Brasileiro de Inteligência, porque tal sistema depende fundamentalmente da confiança entre as pessoas. E essa confiança não se cria por decreto. Levamos, assim, 2 anos fazendo funcionar na prática o sistema, mas de uma maneira construtiva, tijolo por tijolo, criando aquela confiança que era fundamental. E essa confiança se baseia em um fato que também é uma verdade e deve ser um axioma em um serviço de inteligência de Estado: o fato de que esse serviço não pode trabalhar em benefício de grupos, sejam políticos, sociais ou exclusivos, 16

17 muito menos deve trabalhar em benefício de pessoas ou de organizações partidárias. Ele deve ter o viés perdoem-me por ser repetitivo de Estado. E aí se vai criando essa confiança na base de que se está trabalhando por alguma coisa muito mais ampla do que os setores que têm os seus órgãos de controle específicos. E essa coisa mais ampla é a Nação brasileira, o Estado brasileiro. Está presente o Coronel Ariel de Cunto, que foi o primeiro Diretor-Geral da Agência Brasileira de Inteligência, o artífice do dia a dia da criação do sistema mas da criação real, prática. E quando o Ariel de Cunto me avisou que o sistema já existia, fui ao Presidente e pedi a S.Exa. que fizesse a regulamentação, pois já existia um sistema. E aí saiu um decreto regulamentando o sistema. Estou frisando esse aspecto, porque é fundamental e muitíssimo importante a confiança entre as pessoas. E aí as diretrizes que levaram à criação da ABIN e do Sistema Brasileiro de Inteligência devem ser respeitadas, porque são a base de tudo que o Estado e a Nação esperam do seu sistema de inteligência, ou seja, um sistema não ideologizado, apartidário e não preocupado, na condição de sistema, com bisbilhotar como se dizia à época vidas alheias. É claro que deve estar preocupado em levantar irregularidades e ajudar a acabar com a impunidade, o que é fundamental, principalmente nas áreas de inteligência em segurança pública, inteligência financeira, inteligência policial federal, que são muito importantes. Mas sem o viés de ter essa atividade como parte do sistema, isto é, a atividade de saber da vida das pessoas como meta ou missão principal. Então, são importantes esses aspectos de não ser um sistema ideologizado, apartidário e respeitador do destino dos conhecimentos produzidos. E quanto a esse destino principal, em cada um dos setores, são as autoridades que têm a missão de dirigir os rumos do Estado brasileiro e dos Estados Federados e, mais ainda, aquelas autoridades setoriais, nomeadamente os Ministros. Esses, sim, têm que ser os principais destinatários da produção dos serviços de inteligência. Não pode haver desvio no caminho. E aí entra-se em um campo muito importante, o qual deve ser objeto de uma das preocupações do controle, que é o campo dos vazamentos de conhecimentos de dentro dos serviços de inteligência, o que é inadmissível. 17

18 Em havendo vazamento ou indício de vazamento, a perseguição da fonte deve ser feita a cada instante, sem trégua, até se encontrarem os responsáveis, porque o vazamento retira totalmente a credibilidade do sistema, um sistema que precisa ter credibilidade. E aí vem mais uma missão do controle exercido pelo Parlamento: fortalecer a credibilidade do sistema de inteligência junto à Nação brasileira, e fortalecê-la apresentando-se como aquele que acompanha pari passu a atividade de inteligência e que não permite desvios e não permitir desvios dentro daquele espírito que comentei no início, orientando até mesmo as pessoas que trabalham com a inteligência, os chefes responsáveis, dizendo, por exemplo: Olha, há indícios de que estamos saindo um pouco do rumo da política nacional de inteligência. Vamos voltar aqui, vamos conversar, vamos acertar. E isso no sentido sempre de evitar o fato consumado, o erro. E erro nessa área de inteligência, que é uma área, repito, de defesa da democracia, não tem retorno e pode ter consequências desastrosas para a própria democracia. E, em termos dessas consequências desastrosas, voltemos aí para a segurança pública. Vejamos como isso se transformou em problema do Estado brasileiro. E isso porque há uma delegação feita pelo povo brasileiro a pessoas que têm a autoridade delegada do povo e que, além disso, têm o poder delegado e a soberania. Essas pessoas devem garantir ao povo, em termos de segurança pública, aquilo que a Constituição determina. É um dos direitos sociais e é direito individual a segurança. E a desmoralização dessa autoridade delegada desmoraliza todo o processo da democracia, que se inicia com o momento eleitoral, que é o momento da delegação. Portanto, reforçamos a ideia de que segurança pública é um problema do Estado brasileiro e de defesa da democracia. E aí está também para a Comissão de Controle um tema que deve ser acompanhado muito de perto, ou seja, a Comissão deve saber como a atividade de inteligência não só da ABIN, mas dos órgãos que compõem o sistema, estaria sendo conduzida e como a gestão do risco na área de segurança pública estaria sendo feita, em termos de produção de conhecimentos para aquelas autoridades. 18

19 Quando falei em reforçar a imagem e mais do que ela e a reputação dos serviços de inteligência junto à sociedade, passei tangencialmente sobre um assunto fundamental para a defesa da democracia, que é a vontade nacional. E a vontade nacional tem muito a ver com o povo se sentir Nação. E o serviço de inteligência tem que se preocupar com isso e sei que se preocupa, com indicadores de desvinculação da ideia de Nação, até mesmo em razão de alguma substituição, a meu ver exagerada e indevida, do conceito de Nação pelo de sociedade. Fala-se muito em sociedade, mas pouco em Nação. A vontade nacional depende de o povo se sentir vinculado a um Estado que ele e seus antepassados criaram, Estado este que é o principal caminho para a defesa da democracia. E essa desvinculação do Estado, e, portanto, esse não-sentimento de Nação, cria vulnerabilidades e transforma algumas virtudes da democracia, a exemplo da liberdade, em vulnerabilidades. Imaginemos, então, um povo que esteja a cavaleiro da fronteira brasileira. Por mais que queiramos que o povo brasileiro esteja todo ele contido em território brasileiro, essa não é a realidade. Há povos que estão a cavaleiro da fronteira, com ideários próprios. Um povo que nessa situação não se sinta Nação brasileira, pertencente à Nação brasileira e, portanto, vinculado ao Estado brasileiro, estará sempre muito vulnerável ele e a Nação brasileira a cantos de sereia. E cantos de sereia que os cooptam, até acenando com autonomia. E isso é um risco muito grande para o Estado. E se enfraquece o Estado, enfraquece a democracia. Então, é uma função do serviço de inteligência estar atento a isso e sei que sempre está e também é função da Comissão que trabalha no controle. Muito teria a dizer sobre aquele nosso trabalho que foi sempre um trabalho de equipe, da qual eu era apenas um dos membros. E acabei de citar um dos grandes membros dessa equipe formada à época. Muito há a ser dito. Mas o nosso tempo nos obriga a ficar por aqui. E a mensagem que eu gostaria de deixar consolidada com os Srs. Parlamentares membros desta Comissão que exerce o controle das atividades de inteligência é esta: o trabalho em conjunto. 19

20 Eu tenho uma admiração muito grande pelo trabalho que foi feito pela terceira Comissão com a qual trabalhamos durante aquele período, Comissão então presidida pelo Deputado Aldo Rebelo, idealizador do primeiro seminário sobre o tema. E S.Exa. desempenhou um papel primoroso. Aquela Comissão tinha uma noção de Estado muito forte, e assim atuou, principalmente o seu Presidente, defendendo o Serviço de Inteligência não lenientemente, mas solidariamente e alertando para possíveis desvios. Esse, sim, parece-nos ser um trabalho proveitoso, pragmático, muito objetivo, eficaz, de um controle da atividade de inteligência, antecipando-se ao erro, trabalhando junto, em apoio mútuo, acreditando-se reciprocamente todos os membros do sistema, sentindo-se como um membro do sistema e zelando, principalmente, para que o sistema e seus órgãos não se transformem em representantes dessa ou daquela corrente política, sendo absolutamente apartidários e não ideologizados. Agradeço muitíssimo o convite. A oportunidade foi muito boa para lembrar daqueles tempos e para transmitir alguma coisa do que foi feito, alguma experiência, ainda que pouca. E agradeço, mais do que tudo, a atenção das senhoras e senhores. Muito obrigado. (Palmas.) O SR. APRESENTADOR (Joubert Carvalho) - Agradecemos ao General Alberto Cardoso a preciosa exposição, a qual, com certeza, irá elucidar e instruir matéria legislativa para a definição de políticas públicas na área de inteligência. Gostaríamos de convidar os membros participantes desta primeira Mesa a tomarem seus assentos neste auditório, pois daremos início e sequência aos trabalhos. Solicitamos ao Deputado Severiano Alves que permaneça, pois irá presidir a primeira Mesa deste seminário. (Pausa.) Senhoras e senhores, neste momento iniciaremos a primeira Mesa de trabalhos deste seminário sobre o tema O Controle Parlamentar da Atividade de Inteligência nos Regimes Democráticos: A Experiência Anglo-saxônica Canadá, Estados Unidos e Reino Unido. 20

21 Como disse, presidirá esta Mesa o Exmo. Sr. Deputado Federal Severiano Alves. Na condição de debatedor, convidamos a tomar assento à Mesa o Professor e Doutor Joanisval Brito Gonçalves, Consultor Legislativo do Senado Federal. Na condição de expositores, o Sr. Prof. Dr. Stuart Farson, da Simon Fraser University, de British Columbia, no Canadá; o Sr. Prof. Dr. Thomas Bruneau, da Naval Postgraduate School, Monterey, California, Estados Unidos; e o Sr. Prof. Dr. Peter Gill, da University of Manchester, no Reino Unido. Antes de iniciarmos os trabalhos desta Mesa, alguns esclarecimentos a fim de facilitar o bom andamento dos trabalhos deste seminário. Primeiramente, cada expositor terá até 15 minutos e não poderá ser aparteado durante a sua apresentação. Portanto, cada expositor terá o tempo de 15 minutos para fazer a sua explanação. Na sequência, o debatedor irá coordenar os debates, quando terão a palavra, por 2 minutos, os Parlamentares previamente inscritos, cuja lista se encontra à disposição de V.Exas. presentes com o pessoal de apoio deste evento. Para os Parlamentares estarão facultadas, em quaisquer casos, a réplica e a tréplica. Logo em seguida, o debate será aberto ao público presente. As perguntas dos senhores deverão ser encaminhadas por escrito, utilizando folha distribuída com o material deste evento. As perguntas que, em virtude do adiantado da hora, não puderem ser respondidas serão encaminhadas posteriormente por aos interessados. Por isso, pedimos aos senhores que informem o endereço eletrônico junto com as perguntas. Informo que o Deputado Severiano Alves fará suas considerações no decorrer dos debates desta primeira Mesa. Ouviremos então, primeiramente, a exposição do Sr. Stuart Farson, Professor Adjunto da Simon Fraser University, no Canadá. S.Sa. foi Consultor Chefe da Comissão de Revisão da Lei de Inteligência canadense, tendo trabalhado como pesquisador em institutos da Europa, América do Norte e Ásia. Além disso, vem 21

22 sendo convidado para falar como especialista em Inteligência e Segurança perante diversas comissões parlamentares em eventos pelo mundo. O Prof. Farson foi ainda assessor do governo canadense para assuntos relacionados à Organização do Tratado do Atlântico Norte OTAN. É autor de numerosas obras sobre Inteligência, tendo coeditado as seguintes publicações: Security and Intelligence in a Changing World; New Perspective for the Twenty Nine; Intelligence Analysis and Assessment; PSI Handbook of Global Security and Intelligence: National Aproaches. Senhoras e senhores, vamos passar a palavra ao Professor Stuart Farson. (Pausa.) O SR. PRESIDENTE (Deputado Severiano Alves) - Antes de conceder a palavra ao Professor Stuart Farson, quero dizer que é uma satisfação ter aqui conosco, muito embora tenha sido citado de maneira genérica, o Embaixador do Canadá, Dr. Paul Hunt, e o Embaixador do Haiti, Dr. Idalbert Pierre Jean. Quero saudar também de maneira especial os nossos representantes do setor de Inteligência: o General Brandão, Diretor do Setor de Inteligência do Exército; o General Modesto, do Ministério da Defesa, e também da área estratégica de inteligência; e o Brigadeiro Afonso, da Aeronáutica. Registro ainda a participação do Almirante Gusmão, da Marinha, que já se retirou. É um prazer tê-los aqui. O tema desta Mesa é O Controle Parlamentar das Atividades de Inteligência em Regimes Democráticos. Passo a palavra agora ao Dr. Stuart Farson, para iniciar sua exposição. Em seguida, entraremos nos debates. O SR. STUART FARSON - (Exposição em inglês. Tradução simultânea.) - Primeiro, eu gostaria de rapidamente agradecer ao Governo e ao Congresso brasileiros pelo convite para realizar esta apresentação. Estou muito pelo grato pela oportunidade. Peço perdão por não falar Português. Infelizmente, não é uma das minhas habilidades. 22

23 Fui convidado para falar aos senhores sobre o desenvolvimento do sistema de Inteligência canadense e sobre a supervisão do sistema de contabilidade, o sistema financeiro. Vou tentar cobrir 13 anos de história nos próximos 20 minutos, e vai ser um pouco difícil. O argumento geral que irei apresentar é que 30 anos atrás nós acertamos no modelo, mas ainda não fomos capazes de implementá-lo. Como consequência, eu concluo que de fato a nossa democracia está correndo risco. Este será o argumento que vou apresentar basicamente. No início dos anos 80 foi estabelecida uma comissão de inquérito que publicou o seu relatório final para definir se a nossa polícia federal e o nosso sistema de segurança tinham se conduzido fora da conformidade da lei no que se referia a assuntos domésticos. A comissão desenvolveu um modelo para satisfazer 2 componentes, segundo o que eles argumentavam. Ofereceram um sistema de avaliação, um sistema contábil e, ao mesmo tempo, tinham que estar cientes e ter muito cuidado com as operações e métodos de prestação de contas usadas por essas organizações, as organizações pertinentes. Havia um número de aspectos-chaves nessas recomendações, diretrizes claras para os membros da rede de Inteligência, das unidades de Inteligência, sobre quem deveria gerenciar e controlar essas agências e quem deveria ser responsável pela legislação e por esse controle, e sob quais circunstâncias deveriam ser escrutinizados pelos órgãos independentes. Quando o Governo introduziu o Ato de Inteligência e Segurança, em 1994, havia um lado positivo, porque ele estabelecia claramente um serviço de Inteligência canadense, excluía especificamente assuntos referentes a conflitos legais, identificava métodos de controle, estabelecia diretrizes, mas não permaneceu por muito tempo. Durou cerca de 10 anos. Estava sob o controle do ministério que tinha responsabilidade legal pelas ações das organizações de Inteligência. Havia órgãos de revisão independentes, um dentro do Governo canadense e outro fora. E havia um controle judicial imposto sobre esses poderes. 23

24 Do lado negativo, não havia um corpo independente estabelecido que oferecesse eficácia e propriedade, um olhar apropriado sobre essa rede de Inteligência. Não havia um comitê permanente, com acesso permanente aos segredos de Estado. O inspetor-geral estaria limitado a oferecer um certificado, uma vez por ano, de cumprimento da lei. O corpo de revisão externo ao corpo executivo, ao braço executivo do Governo, tinha poder de supervisão, mas não devia informações ao Parlamento. Outro aspecto, oferecido ao mesmo tempo, perdeu o aspecto geral. Havia uma autorização clara para que a polícia pudesse investigar as ofensas à segurança e havia a possibilidade de o promotor público tomar para si qualquer processo que lidasse com questões de segurança nacional. Mas não era definido o que eram essas ofensas à segurança nacional. Uma das observações-chaves que eu faria sobre essas ofensas de segurança nacional é que o Parlamento tinha apenas uma obrigação, que era conduzir uma revisão quinquenal dos atos, dos processos em andamento. Devemos observar que era uma obrigação do Parlamento, uma obrigação legal. E as consequências é que o comitê parlamentar seria diferente dos outros comitês, muitos estabelecidos pela prática, sem vínculos legais, sem obrigações legais. Eu conduzi uma pesquisa e tenho um pouco de conhecimento sobre isso. O comitê recebia as indagações, mas não era capaz de cumprir com as suas obrigações legais. Eu diria aos senhores que ele não conseguia cumprir com a sua obrigação de examinar todas as operações e provisões legais. Nós, por exemplo, não conseguíamos atender a todas as demandas do governo, não conseguíamos entrevistar todas as testemunhas oficiais, não conseguíamos ter acesso aos documentos-chaves para elaborar relatórios e não tínhamos acesso aos certificados. Os comitês, que deveriam revisar os documentos, não podiam... Nós não tínhamos acesso, não podíamos falar de maneira aberta com o comitê de revisão de segurança. Havia um problema, como eles diziam, que os impedia de ter acesso aos parlamentares. Então, na revisão dos processos, havia muitos problemas a serem superados dentro do curto tempo que tínhamos para realizar essas tarefas. 24

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