CÓDIGO DE CONDUTA DO FORNECEDOR
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- Sérgio Camilo Caminha
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1 Este Código padrões mínimos que devem ser ultrapassados, sempre que possível. Ao aplicá-los, os fornecedores devem obedecer às leis nacionais e outras leis vigentes e, nos pontos em que a lei e este Código incidem sobre o mesmo assunto, devem aplicar a cláusula que proporciona uma maior protecção aos trabalhadores. 1. Os salários devem ser consentâneos com o custo de vida 1.1 Os salários e benefícios devidos por uma semana de trabalho padrão estarão ao nível ou acima dos níveis mínimos legais nacionais ou dos níveis de referência para a indústria, conforme o que for mais elevado. De qualquer forma, os salários serão sempre suficientes para satisfazer as necessidades básicas e proporcionar algum rendimento discricionário. 1.2 Todos os trabalhadores, antes de ser contratados, recebem informação escrita explícita sobre a base e o cálculo do seu salário e de todas as deduções do mesmo. Assim, juntamente com o salário, os trabalhadores devem receber uma descrição pormenorizada por escrito do salário correspondente àquele período de pagamento.
2 1.3 Não poderão ser efectuadas deduções nos salários como medida disciplinar, nem quaisquer outras deduções sem a autorização por escrito do trabalhador em questão, a não ser que tal seja exigido por Iei. 2. As horas de trabalho não podem ser excessivas 2.1 As horas de trabalho devem obedecer às leis nacionais ou às normas industriais de referência, conforme as que proporcionarem uma maior protecção. Os trabalhadores não serão, em situação alguma, obrigados a trabalhar mais de quarenta e oito horas por semana, a título regular. 2.2 As horas extraordinárias são voluntárias, não podem exceder as doze horas por semana, não podem ser solicitadas a título regular e são sempre pagas a um valor acrescido. 2.3 É concedido aos trabalhadores, pelo menos, um dia de folga por semana. 3. O trabalho deve ser prestado em condições de higiene e de segurança 3.1 Deve ser proporcionado um ambiente de trabalho seguro e higiénico, capaz de fazer face a quaisquer riscos específicos intrínsecos ao trabalho. Serão tomadas medidas adequadas para impedir a ocorrência de acidentes e danos para a saúde resultantes de, associados a ou decorrentes do exercício da actividade
3 profissional, minimizando, na medida do possível, as causas dos riscos no ambiente de trabalho. 3.2 Os trabalhadores devem receber formação sobre saúde e segurança no momento do recrutamento e, subsequentemente, a intervalos regulares. Será concedida formação adicional aos trabalhadores que forem transferidos para funções expostas a riscos diferentes. 3.3 Será facultado o acesso dos trabalhadores a instalações sanitárias limpas e a água potável. Haverá instalações sanitárias para o armazenamento de comida, se apropriado. 3.4 Se for disponibilizado alojamento, este será limpo e seguro, satisfazendo as necessidades básicas dos trabalhadores. 3.5 A responsabilidade pela saúde e segurança será atribuída a um administrador superior. 4. Não deve ser utilizada mão-de-obra infantil 4.1 Não deve existir recrutamento de mão-de-obra infantil. 4.2 Se for detectado algum caso de exploração de mão-de-obra infantil na indústria e região do fornecedor, o fornecedor deve iniciar ou participar, num programa para transferir quaisquer crianças envolvidas no trabalho infantil para o nível de ensino adequado, até atingirem a maioridade.
4 4.3 Ninguém com idade inferior a dezoito anos de idade deve ser contratado para trabalhar no turno da noite ou em funções ou condições de risco. 4.4 Neste Código, criança significa qualquer pessoa menor de quinze anos de idade, salvo se a lei nacional ou local estipular uma idade superior para a escolaridade mínima obrigatória ou uma idade mínima para trabalhar, caso em que, deve ser aplicada a idade mais avançada. Mão-de-obra infantil signiflcará qualquer trabalho executado por uma criança ou um jovem, salvo se for considerado aceitável nos termos da Convenção da Idade Mínima da OIT 1973 (C138). 5. O Trabalho é uma escolha livre dos empregados 5.1 Não se recorrerá a mão-de-obra forçada, escrava ou involuntária de prisioneiros. 5.2 Não será exigido aos trabalhadores que efectuem depósitos, apresentem cartões de identidade ou quaisquer outras cauções à entidade patronal e os mesmos serão livres de abandonar o trabalho após aviso prévio. 6. Não haverá discriminação 6.1 Não haverá discriminação no recrutamento, salários, acesso a formação, promoções, cessação ou reforma, com base na raça,
5 casta, nacionalidade, religião, idade, deflciência, sexo, orientação sexual, estado civil, associação a sindicatos, flliação política ou em qualquer outra base não relacionada com a capacidade para executar o trabalho. 7. Não haverá tratamentos desumanos ou cruéis 7.1 O abuso físico ou a disciplina, os abusos verbais, a ameaça de abuso fisico, sexual ou outro tipo de assédio e outras formas de intimidação não serão permitidos nem praticados. 8. A Liberdade de associação e o direito a negociações colectivas serão respeitados 8.1 Todos os trabalhadores têm direito a aderir ou a formar os seus próprios sindicatos e a negociar colectivamente. Têm igualmente o direito de não fazer parte de um sindicato. 8.2 O fornecedor deverá adoptar uma atitude aberta relativamente às actividades dos sindicatos e ao respectivo recrutamento de membros. 8.3 Os representantes dos sindicatos não serão alvo de discriminação e deverá ser-lhes permitido o acesso ao local de trabalho para o exercício das suas funções representativas. 8.4 Se os direitos de liberdade de associação e negociação
6 colectiva forem restringidos por lei, a entidade patronal deverá apoiar o desenvolvimento de meios paralelos para a associação e negociação colectiva livre e independente dos trabalhadores. 9. Deve ser oferecido emprego regular 9.1 Tanto quanto possível, o trabalho será exercido com base numa relação de trabalho regular, estabelecida através das leis nacionais e a prática O fornecedor não procurará evitar as suas obrigações normais de empregador em relação aos empregados, no âmbito das leis laborais ou dos regulamentos da Segurança Social, tentando substituir as relações laborais normais por acordos como: contratos de prestação de serviços, subcontratação, trabalho doméstico, cursos de formação sem qualquer intenção de fomentar competências ou uma situação de emprego regular ou o recurso excessivo a contratos de trabalho a prazo.
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É um acordo firmado entre a área de TI e as outras áreas da instituição (que são clientes internos) e que descreve o serviço de TI, suas metas de nível de serviço, além dos papéis e responsabilidades das
