CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL RESOLUÇÃO Nº 21 DE 10 DE OUTUBRO DE 2001

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL RESOLUÇÃO Nº 21 DE 10 DE OUTUBRO DE 2001"

Transcrição

1 Publicada no D.O.U. de 20/12/2001, Seção 1, Página 36 CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL RESOLUÇÃO Nº 21 DE 10 DE OUTUBRO DE 2001 Dispõe sobre a aprovação do Programa Jovem Agricultor Empreendedor O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL CNDRS, no uso de suas atribuições, conferidas pelo Decreto n 3.508, de 14 de junho de 2000, e atendendo ao disposto no inciso II, do art. 1º, do Regimento Interno, aprovado pela Resolução nº 03, de 20 de dezembro de 2000, torna público que o Plenário do Conselho, em Sessão realizada em 29 de agosto de 2001, CONSIDERANDO: a) a situação do meio rural, particularmente da agricultura familiar, quanto ao processo de envelhecimento de sua população, provocado pela evasão dos jovens para o meio urbano, agravado pelo fato de que os jovens que permanecem no meio rural são os que menos estudam; b) a relevância do trabalho desenvolvido pelos Centros de Formação por Alternância (CEFFAs); conhecidos como Casas Familiares Rurais, Escolas Famílias Agrícola, Projovem e outras denominações locais, para o processo de aprendizagem de jovens e adultos no meio rural, valorizando a adequação do ensino à realidade local através da pedagogia da alternância e incentivando a fixação do jovem no campo; c) os resultados alcançados pelos CEFFAs no que se refere ao desenvolvimento de uma visão empreendedora pelos jovens e fortalecimento do capital social das comunidades, caracterizando-se como um processo educativo, de capacitação e assistência técnica não só para os estudantes como para a comunidade envolvida; RESOLVEU: Art. 1º Aprovar o Programa Jovem Agricultor Empreendedor, nos termos do anexo desta Resolução. Art. 2º Determinar que a Secretaria da Agricultura Familiar - SAF, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária INCRA e o Banco da Terra se responsabilizem pela operacionalização do Programa. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. RAUL BELENS JUNGMANN PINTO Presidente

2 Publicado no D.O.U. de 20/12/2001, Seção 1, Páginas 36/37 ANEXO PROGRAMA JOVEM AGRICULTOR EMPREENDEDOR Justificativa Um dos problemas da agricultura familiar é o envelhecimento de sua população, provocado pela evasão dos jovens no meio rural brasileiro. Esse segmento filhos de pequenos agricultores, assentados, meeiros quer, em sua maioria, continuar na zona rural. Uma pesquisa realizada pelo professor Ricardo Abramovay com a EPAGRI/SC, no oeste catarinense, constatou que 12% dos estabelecimentos familiares não têm filhos na propriedade e que em 16% dos imóveis só há um jovem na propriedade. Assim quase 30% dos estabelecimentos correm o risco de não ter sucessores na próxima geração. Na mesma pesquisa constatou-se que 70% dos jovens masculinos e 40% dos do sexo feminino querem continuar trabalhando na zona rural, desde que tenham boas condições para seu desenvolvimento econômico e social. Por outro lado, é preocupante a constatação de que dois terços dos jovens que continuaram com os pais na propriedade são os que menos estudaram, muitas vezes nem terminando o ensino fundamental. Dentro desse contexto se insere a experiência dos aqui denominados Centros Familiares de Formação por Alternância (CEFFAs), conhecidos como Casas Familiares Rurais, Escolas Família Agrícola, Projovem e outras denominações locais. Esses núcleos adotaram experiências européias de formação profissional de jovens agricultores, valorizando a adequação à realidade local através da pedagogia da alternância, onde rapazes e moças passam um período discutindo projetos e sua realidade rural, e no outro, na propriedade da família, debatem em casa os conteúdos desenvolvidos na escola. Adotam também a pedagogia construtivista que dá liberdade para os jovens e seus pais discutirem os interesses e os conteúdos do curso em função de suas necessidades e realidades locais. A administração das escolas é feita de forma participativa pela associação dos agricultores da região criada para essa finalidade. Os parceiros das associações são geralmente as prefeituras e governos estaduais, havendo participações pontuais do governo federal, universidades e ONG s, reforçando o envolvimento dos Centros com o desenvolvimento local. A dinâmica trabalhada nesses centros vêm apresentando resultados práticos no desenvolvimento de uma visão empreendedora pelos jovens, fortalecimento do capital social das comunidades, capacitação e assistência técnica para quase toda a comunidade envolvida e o fortalecimento dos fóruns participativos como os

3 CMDRS, configurando-se em um trabalho a ser apoiado na tentativa de reversão do quadro acima descrito. Objetivos Geral O Programa Jovem Agricultor Empreendedor visa ampliar as oportunidades de formação profissional dos jovens no meio rural buscando sua inserção econômica e social e o fortalecimento de suas unidades familiares na expectativa de constituírem redes de referência para o desenvolvimento local sustentável. Específicos dar oportunidade aos filhos(as) de agricultores familiares e pescadores que concluírem o curso nos CEFFAs de se tornarem produtores rurais através do acesso ao crédito de produção e/ou crédito fundiário e lotes da reforma agrária; estimular, ao menos, a conclusão do ensino fundamental por parte dos jovens no meio rural; apoiar a integração dos projetos desenvolvidos pelos jovens, durante e após o período de formação, ao processo de desenvolvimento local e aos programas governamentais, ressaltando-se a integração com a pesquisa agropecuária; ampliar a capacitação tecnológica e associativa das famílias envolvidas com os Centros Familiares de Formação por Alternância; estimular o envolvimento e corresponsabildade entre os CEFFAs e os conselhos e sociedade locais; inserir técnicos e as unidades familiares atendidas pelo Programa nas redes de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) local. Ações do Programa As ações necessárias para se atingir os objetivos relacionados serão: 1) viabilizar o acesso ao crédito de produção pelo jovem ou através de seu(s) pai(s) na unidade familiar de forma individual ou coletiva; 2) apoiar o acesso à terra ao público alvo através dos programas Banco da Terra, Terra Legal e da Reforma Agrária e outros que vierem a ser criados via arrendamentos, parcerias, etc; 3) apoiar um amplo programa de qualificação das Associações dos Centros Familiares de Formação por Alternância (ACEFFAs) e dos monitores, esses em sistemas agrários, desenvolvimento local e pedagogia da alternância, com recursos a serem negociados com o Ministério do Trabalho e Emprego, Ministério do Desenvolvimento Agrário e outros.

4 Público Alvo O público alvo das ações do programa constitui-se de jovens estudantes a partir do 2º ano e jovens egressos dos Centros de Formação, monitores, unidades familiares dos jovens, associações dos pais e os Centros de Formação. O público da ações do Programa - acesso ao crédito e a terra são os jovens estudantes a partir do 2º ano e jovens egressos dos Centros de Formação, sendo pré-requisito para esse público acessar essas ações: a) Para o jovem no 2 o ano experiência comprovada, aval do monitor do Centro de Formação, existência de projeto técnico e aprovação das Associações dos Centros Familiares de Formação por Alternância (ACEFFAs) e do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS); b) Para o jovem formando aval do monitor do Centro de Formação; existência de projeto técnico e aprovação das ACEFFAs e do CMDRS; c) Para os jovens egressos dos CEFFAs existência de projeto técnico e aprovação das ACEFFAs e do CMDRS. I - A ordem de prioridades para atendimento a esse público deverá ser : 1 o ) Jovens formandos; 2 o ) Jovens cursando o 2 o ano e formados há no máximo 1 ano; 3 o ) Demais egressos; II - O limite mínimo de idade para esse público acessar a ação do programa, acesso ao crédito, é de 16 anos, desde que emancipados. Perfil dos CEFFAs para inserção no Programa Os Centros Familiares de Formação por Alternância (CEFFAs) que quiserem se habilitar ao programa deverão atender aos seguintes pré-requisitos: trabalhar com a pedagogia da alternância; ter vínculo com o desenvolvimento local desde sua criação, com participação nos CMDRS; ter gestão local, com a criação de associação de pais para sua administração e estabelecimento de parcerias de apoio ao seu funcionamento com os municípios e estados;

5 ter compromisso em vincular o acesso direto ou indireto dos jovens pelo menos ao ensino fundamental; constar do curso para graduação do jovem o desenvolvimento de um projeto técnico. Atribuições Para execução do Programa as atribuições foram distribuídas de forma descentralizada e articulada visando o comprometimento dos diversos atores envolvidos, assim caberá: Ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável: acompanhar e avaliar a execução do Programa; Aos Conselhos Estaduais de Desenvolvimento Rural: reconhecer os centros de formação aptos a entrarem no programa de acordo com os pré-requisitos acima estabelecidos; articular com as superintendências regionais do INCRA, principalmente na região Norte onde já há demanda, buscando viabilizar o acesso dos jovens dos centros de formação ao Programa Nacional de Reforma Agrária; encaminhar e acompanhar a execução do programa Terra Legal e do crédito de produção junto aos órgãos executores; articular com as Unidades Técnicas Estaduais do Banco da Terra visando propiciar o atendimento pelo programa aos jovens formandos dos centros de formação; articular com as Secretarias de Trabalho buscando incluir na programação anual do Programa Nacional de Qualificação do Trabalhador (PLANFOR) a utilização de recursos para capacitação dos monitores dos Centros de Formação habilitados no programa. Onde os CEDRs ainda não estiverem implantados será criado um Comitê Provisório Estadual composto por representantes do governo, dos CEFFAs e da sociedade civil com as atribuições acima descritas. Aos Conselhos Municipais de Desenvolvimento Rural e as ACEFFAs: verificar a elegibilidade dos beneficiários e opinar sobre as propostas de financiamento, constituindo a primeira instância consultiva e de monitoramento do programa; apoiar o funcionamento e implementação dos CEFFAs. Ressalta-se a importância dos movimentos sociais para o sucesso do programa sendo fundamental sua atuação, principalmente:

6 apoiando a organização dos CEFFAs e trabalhando no seu fortalecimento e na criação de novos Centros; ajudando a viabilizar recursos para apoiar a capacitação dos monitores dos Centros Familiares de Formação por Alternância. Projeção de Demandas As estimativas para o Programa até 2003 (ano de alcance do Plano Plurianual - PPA) são: Ano Beneficiários Crédito de Produção * (em mil reais) ** TOTAL *Valor médio de R$5.000,00/Beneficiário **Número médio estimado a partir da demanda do CEFFA Ano Beneficiários Crédito Fundiário* (em mil reais) ** TOTAL *Valor médio de R$15.000,00/Beneficiário

TERMO DE REFERÊNCIA. Local de atuação: Brasília/DF com disponibilidade para viagens em todo o território nacional.

TERMO DE REFERÊNCIA. Local de atuação: Brasília/DF com disponibilidade para viagens em todo o território nacional. TERMO DE REFERÊNCIA Denominação: Consultor(a) especializado(a) para atuação na área de suporte técnico e avaliação das políticas de fortalecimento da agricultura familiar, com enfoque nos princípios da

Leia mais

O NOVO INCRA 1. POR QUE MUDAR O INCRA

O NOVO INCRA 1. POR QUE MUDAR O INCRA O NOVO INCRA Apresentação Estamos chegando ao final do processo de reestruturação do Incra. Foram alguns meses de árduo trabalho, construindo nosso futuro. Chegamos agora ao termo de uma mudança que foi

Leia mais

Departamento de Geração de Renda e

Departamento de Geração de Renda e Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor - DGRAV ESTRUTURA DO MDA Gabinete do Ministro Secretaria Executiva Secretaria da Agricultura Familiar SAF Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA

Leia mais

0061 - Concessão de Crédito para Aquisição de Imóveis Rurais e Investimentos Básicos - Fundo de Terras

0061 - Concessão de Crédito para Aquisição de Imóveis Rurais e Investimentos Básicos - Fundo de Terras Programa 2066 - Reforma Agrária e Ordenamento da Estrutura Fundiária Número de Ações 11 Tipo: Operações Especiais 0061 - Concessão de Crédito para Aquisição de Imóveis Rurais e Investimentos Básicos -

Leia mais

Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar. Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA

Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar. Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA Objetivo da Apresentação Possibilitar a compreensão das políticas públicas relacionadas e/ou

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO

PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO PROMOVENDO A SUCESSÃO E O COMBATE A POBREZA NO CAMPO PROGRAMA NACIONAL DE CRÉDITO FUNDIÁRIO 3 O QUE É CRÉDITO FUNDIÁRIO O Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF)

Leia mais

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014

NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL. PARCERIA MDA / CNPq. Brasília, 13 de maio de 2014 NÚCLEOS DE EXTENSÃO EM DESENVOLVIMENTO TERRITORIAL PARCERIA MDA / CNPq Brasília, 13 de maio de 2014 A política de desenvolvimento territorial Desde 2004 a SDT implementa a estratégia de desenvolvimento

Leia mais

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007

A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM. Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJOVEM Síntese da proposta de Ação Comunitária de seus desafios 2007 A AÇÃO COMUNITÁRIA NO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Dimensão formativa do programa voltada à educação para a cidadania

Leia mais

É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios

É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios É HORA DE INCLUIR O DESENVOLVIMENTO LOCAL NAS PRIORIDADES DO SEU MUNICÍPIO! Especialistas em pequenos negócios MÃOS À OBRA!!! Prefeito e Prefeita, seguem sugestões de Programas e Ações a serem inseridos

Leia mais

Feiras livres da agricultura familiar

Feiras livres da agricultura familiar Feiras livres da agricultura familiar FEIRAS LIVRES DA AGRICULTURA FAMILIAR Tradicionalmente, a Emater MG tem participação efetiva na organização e implantação dessas feiras no Estado, desenvolvendo ações,

Leia mais

POR UMA POLÍTICA PÚBLICA NACIONAL DE FORMAÇÃO EM ECONOMIA SOLIDÁRIA PPNFES

POR UMA POLÍTICA PÚBLICA NACIONAL DE FORMAÇÃO EM ECONOMIA SOLIDÁRIA PPNFES SECRETARIA NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA MTE/SENAES FÓRUM BRASILEIRO DE ECONOMIA SOLIDÁRIA ENCONTRO NACIONAL DE FORMAÇÃO/EDUCAÇÃO EM ECONOMIA SOLIDÁRIA POR UMA POLÍTICA PÚBLICA NACIONAL DE FORMAÇÃO EM

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*)

RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) RESOLUÇÃO Nº 101 DE 17 DE MARÇO DE 2005 (*) Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente Dispõe sobre os Procedimentos e critérios para a aprovação de projetos a serem financiados com recursos

Leia mais

0061 - Concessão de Crédito para Aquisição de Imóveis Rurais e Investimentos Básicos - Fundo de Terras

0061 - Concessão de Crédito para Aquisição de Imóveis Rurais e Investimentos Básicos - Fundo de Terras Programa 2066 - Reforma Agrária e Ordenamento da Estrutura Fundiária Número de Ações 34 Tipo: Operações Especiais 0061 - Concessão de Crédito para Aquisição de Imóveis Rurais e Investimentos Básicos -

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

Políticas Públicas no Brasil. Secretaria Nacional de Juventude

Políticas Públicas no Brasil. Secretaria Nacional de Juventude Políticas Públicas no Brasil Secretaria Nacional de Juventude Prioridades 2012 PPJ como política de Estado Articulação Intersetorial (Comitê, Avaliação do Projovem) Marcos Legais Estatuto da Juventude

Leia mais

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais,

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, DECRETO N 037/2014 Regulamenta aplicação das Instruções Normativas SDE Nº 01/2014 a 02/2014, que dispõem sobre as Rotinas e Procedimentos do Sistema de Desenvolvimento Econômico a serem observados no âmbito

Leia mais

RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE ASSENTAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REFORMA AGRÁRIA

RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE ASSENTAMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE REFORMA AGRÁRIA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MMA MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO MDA INSTITUTO NACIONAL DE COLONIZAÇÃO E REFORMA AGRÁRIA INCRA RELATÓRIO DAS OFICINAS SOBRE LICENCIAMENTO AMBIENTAL DOS PROJETOS DE

Leia mais

SEMINÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO SANTA CATARINA CHAPECÓ, 28 A 30 DE AGOSTO DE 2013 CARTA ABERTA À SOCIEDADE CATARINENSE E BRASILEIRA

SEMINÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO SANTA CATARINA CHAPECÓ, 28 A 30 DE AGOSTO DE 2013 CARTA ABERTA À SOCIEDADE CATARINENSE E BRASILEIRA SEMINÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO CAMPO SANTA CATARINA CHAPECÓ, 28 A 30 DE AGOSTO DE 2013 CARTA ABERTA À SOCIEDADE CATARINENSE E BRASILEIRA 1. Nós, 350 educadores e educadoras das escolas públicas do campo,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09. 01 Vaga

TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09. 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS-MON 04-09 01 Vaga 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria de pessoa física para aprimoramento das estratégias e metodologias

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP

ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP ELABORAÇÃO DE PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO MEIO RURAL DO MUNICÍPIO DE JAÚ -SP INTRODUÇÃO A Agenda 21 Local é um instrumento de planejamento de políticas públicas que envolve tanto a sociedade

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação Ministério do Desenvolvimento Social

Leia mais

LA EDUCACION RURAL Y SU IMPACTO EM EL DESARROLLO LOCAL

LA EDUCACION RURAL Y SU IMPACTO EM EL DESARROLLO LOCAL LA EDUCACION RURAL Y SU IMPACTO EM EL DESARROLLO LOCAL Argileu Martins da Silva Diretor do Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural Secretário Adjunto de Agricultura Familiar SAF A EDUCAÇÃO

Leia mais

Implantação de Sistema Integrado de Gerenciamento da Execução da Reforma Agrária e Agricultura Familiar

Implantação de Sistema Integrado de Gerenciamento da Execução da Reforma Agrária e Agricultura Familiar Programa 0139 Gestão da Política de Desenvolvimento Agrário Objetivo Coordenar o planejamento e a formulação de políticas setoriais e a avaliação e controle dos programas na área de desenvolvimento agrário

Leia mais

Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero. Andrea Butto

Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero. Andrea Butto Políticas de Desenvolvimento para as Mulheres Rurais a partir de uma perspectiva de Raça a e Gênero Andrea Butto Ministério do Desenvolvimento Agrário Temas abordados Estados assumiram compromissos que

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

Leia mais

Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica PNAPO BRASIL AGROECOLÓGICO

Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica PNAPO BRASIL AGROECOLÓGICO Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica PNAPO BRASIL AGROECOLÓGICO Sumário Contexto Processo de construção Estrutura do Decreto Objetivos e Interfaces Diretrizes Eixos e objetivos Medidas

Leia mais

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental

Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental Governo do Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Educação Secretaria do Meio Ambiente Órgão Gestor da Política Estadual de Educação Ambiental PROJETO PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

Leia mais

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social AGENDA SOCIAL AGENDA SOCIAL Estamos lutando por um Brasil sem pobreza, sem privilégios, sem discriminações. Um país de oportunidades para todos. A melhor forma para um país crescer é fazer que cada vez

Leia mais

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA)

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Relatório com as principais notícias divulgadas pela mídia

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º 36, DE 04 DE ABRIL DE 2005. Dispõe sobre alterações à Resolução CONSEPE n. 57, de 14 de maio de 2001. R E S O L V E: I DA CONCEITUAÇÃO

RESOLUÇÃO N.º 36, DE 04 DE ABRIL DE 2005. Dispõe sobre alterações à Resolução CONSEPE n. 57, de 14 de maio de 2001. R E S O L V E: I DA CONCEITUAÇÃO RESOLUÇÃO N.º 36, DE 04 DE ABRIL DE 2005. Dispõe sobre alterações à Resolução CONSEPE n. 57, de 14 de maio de 2001. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO, no

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014 Dispõe sobre ajustes nas normas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), de que trata o Capítulo 10 do Manual de Crédito Rural

Leia mais

Relatório Preliminar

Relatório Preliminar Relatório Preliminar O V Seminário Nacional do Crédito Fundiário, realizado no período de 11 a 14 de dezembro de 2012, em Pirenópolis-Go, teve por objetivos a avaliação de propostas e a construção de estratégias

Leia mais

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR Com a aprovação da Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, e da Resolução FNDE nº 38, de 16 de julho de 2009, as escolas

Leia mais

AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas. Arthur Moriconi harthus94@gmail.com.

AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas. Arthur Moriconi harthus94@gmail.com. AGRICULTURA FAMILIAR NO MUNICÍPIO DE MOGI MIRIM-SP: Principais políticas publicas Arthur Moriconi harthus94@gmail.com. Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Fabio Junior Penteado fabioturvo@gmail.com.

Leia mais

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso

Como se Tornar um Município Amigo do Idoso. Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso Como se Tornar um Município Amigo do Idoso Critérios para a Obtenção do Selo de Município Amigo do Idoso 2 3 GERALDO ALCKMIN Governador do Estado de São Paulo ROGERIO HAMAM Secretário de Estado de Desenvolvimento

Leia mais

BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE

BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE BAIXO ARAGUAIA PORTAL DA AMAZÔNIA BAIXADA CUIABANA NOROESTE APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA TERRITÓRIOS RIOS DA CIDADANIA Objetivos Os Territórios TERRITÓRIOS RIOS Os Territórios Rurais se caracterizam por: conjunto

Leia mais

III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE

III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE Painel 8: O papel de Instituições Públicas para Desenvolvimento da Cacauicultura Brasileira O Cacau e a Agricultura Familiar Adriana

Leia mais

Monitoramento e assessoria técnica para ações de saneamento básico.

Monitoramento e assessoria técnica para ações de saneamento básico. Monitoramento e assessoria técnica para ações de saneamento básico. EIXO1: Monitoramento de possibilidades de captação de convênios para melhoria nos serviços e infraestruturas de saneamento básico. PRODUTO

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

Declaração de Aptidão ao Pronaf DAP

Declaração de Aptidão ao Pronaf DAP Declaração de Aptidão ao Pronaf DAP É o instrumento que identifica os agricultores familiares e/ou suas formas associativas organizadas em pessoas jurídicas, aptos a realizarem operações de crédito rural

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário MDA Secretaria da Agricultura Familiar SAF Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural DATER

Ministério do Desenvolvimento Agrário MDA Secretaria da Agricultura Familiar SAF Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural DATER Ministério do Desenvolvimento Agrário MDA Secretaria da Agricultura Familiar SAF Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural DATER Termo de Referência para Redes de Organizações de Ater da Sociedade

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) CONS GEO 02-09

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) CONS GEO 02-09 INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) CONS GEO 02-09 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar ações nos

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário

Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério do Desenvolvimento Agrário MISSÃO Promover a política de desenvolvimento do Brasil rural, a democratização do acesso à terra, a gestão territorial da estrutura fundiária, a inclusão produtiva

Leia mais

A LEI GERAL DE ATER, CHAMADAS PÚBLICAS E CONTRATOS DE ATER SEMINÁRIO DE BALANÇO ATER FEIRA DE SANTANA, 18/01/2012

A LEI GERAL DE ATER, CHAMADAS PÚBLICAS E CONTRATOS DE ATER SEMINÁRIO DE BALANÇO ATER FEIRA DE SANTANA, 18/01/2012 A LEI GERAL DE ATER, CHAMADAS PÚBLICAS E CONTRATOS DE ATER SEMINÁRIO DE BALANÇO ATER FEIRA DE SANTANA, 18/01/2012 Contexto Retomada dos Serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural no país em 2003;

Leia mais

Cooperação Interinstitucional para Autonomia na Educação Campesina

Cooperação Interinstitucional para Autonomia na Educação Campesina Cooperação Interinstitucional para Autonomia na Educação Campesina Uma experiência de Arranjo Social Local e Sustentabilidade para a Escola Família Agrícola About Natura (2013) Fundación: 1969 Ganancias

Leia mais

3.1 Os recursos do Crédito Implantação poderão ser usados nas seguintes modalidades:

3.1 Os recursos do Crédito Implantação poderão ser usados nas seguintes modalidades: * INSTRUÇÃO NORMATIVA/INCRA/Nº 26, DE 22 DE JUNHO DE 1.998 Dispõe sobre a concessão de crédito - implantação aos beneficiários dos projetos de reforma agrária criados em imóveis de domínio dos Estados.

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 20, DE 6 DE MAIO DE 2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 20, DE 6 DE MAIO DE 2011 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO CONSELHO DELIBERATIVO RESOLUÇÃO Nº 20, DE 6 DE MAIO DE 2011 Dispõe sobre a destinação de recursos financeiros, nos moldes e sob a égide

Leia mais

DOCUMENTO FINAL. Propostas da juventude do RS!

DOCUMENTO FINAL. Propostas da juventude do RS! DOCUMENTO FINAL Propostas da juventude do RS! Com a finalidade de fortalecer a organização e mobilização da juventude rural no Rio Grande do Sul diante dos desafios e das perspectivas da questão da sucessão

Leia mais

Programa Territórios da Cidadania Serra Geral - MG

Programa Territórios da Cidadania Serra Geral - MG Programa Territórios da Cidadania Serra Geral - MG Min. Desenvolvimento Agrário Terra Sol Min. Desenvolvimento Agrário Terra Sol Meta: Famílias Assentadas Beneficiadas: 186 Para que serve: O objetivo da

Leia mais

Promover o desenvolvimento rural sustentável no Estado de São Paulo, ampliando as oportunidades de emprego e renda, a inclusão social, a preservação

Promover o desenvolvimento rural sustentável no Estado de São Paulo, ampliando as oportunidades de emprego e renda, a inclusão social, a preservação GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável MicrobaciasII OBJETIVO GERAL Promover o desenvolvimento

Leia mais

CIEDS, Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável Missão:

CIEDS, Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável Missão: O CIEDS, Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável, é uma Instituição Social Sem Fins Lucrativos, de Utilidade Pública Federal, fundada em 1998, com sede na cidade do Rio de

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem vive no Brasil Rural.

Leia mais

EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL

EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL EIXO DE TRABALHO 01 DIREITO A CIDADANIA, PARTICIPAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA E A REPRESENTAÇÃO JUVENIL Proposta I Fomentar a criação de grêmios estudantis, fóruns de juventude, diretórios centrais de estudantes,

Leia mais

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude.

No entanto, a efetividade desses dispositivos constitucionais está longe de alcançar sua plenitude. A MULHER NA ATIVIDADE AGRÍCOLA A Constituição Federal brasileira estabelece no caput do art. 5º, I, que homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações e reconhece no dispositivo 7º a igualdade de

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural -DATER-

Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural -DATER- Ministério do Desenvolvimento Agrário -MDA- Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural Secretaria da Agricultura Familiar -SAF- -DATER- Lei 12.188 Assistência Técnica e Extensão Rural para a

Leia mais

CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA FACULDADE DE PSICOLOGIA/UFAM Nº 03/2013 SELEÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA ATUAÇÃO POR CURTO PRAZO

CHAMADA PÚBLICA SIMPLIFICADA FACULDADE DE PSICOLOGIA/UFAM Nº 03/2013 SELEÇÃO DE PROFISSIONAIS PARA ATUAÇÃO POR CURTO PRAZO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS FACULDADE DE PSICOLOGIA Núcleo de Formação Continuada de Conselheiros dos Direitos e Conselheiros Tutelares do Estado do Amazonas Escola de Conselhos do Amazonas CHAMADA

Leia mais

SECRETARIA DA AGRICULTURA FAMILIAR Mudanças trazidas para a. Manuel Bonduki

SECRETARIA DA AGRICULTURA FAMILIAR Mudanças trazidas para a. Manuel Bonduki SECRETARIA DA AGRICULTURA FAMILIAR Mudanças trazidas para a agricultura familiar pela lei 11.947/09 Manuel Bonduki AGRICULTURA FAMILIAR NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR PNAE Programa Nacional de Alimentação Escolar

Leia mais

TÍTULO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO DELEGACIA FEDERAL DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO EM MATO GROSSO. Declaração de Aptidão ao Pronaf - DAP

TÍTULO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO DELEGACIA FEDERAL DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO EM MATO GROSSO. Declaração de Aptidão ao Pronaf - DAP TÍTULO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO DELEGACIA FEDERAL DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO EM MATO GROSSO Declaração de Aptidão ao Pronaf - DAP Legislação Os normativos do enquadramento dos agricultores

Leia mais

O INCRA E O ASSENTAMENTO

O INCRA E O ASSENTAMENTO O INCRA E O ASSENTAMENTO É um conjunto de medidas que visa promover a melhor distribuição da terra, mediante modificação no regime de sua posse e uso, a fim de atender aos princípios da justiça social

Leia mais

GOVERNO QUE CUIDA DA CIDADE E DAS PESSOAS!

GOVERNO QUE CUIDA DA CIDADE E DAS PESSOAS! GOVERNO QUE CUIDA 8 DA CIDADE E DAS PESSOAS! EDUCAÇÃO Logo que Badel assumiu a Prefeitura de, se comprometeu em fortalecer a agricultura familiar do município, estimulando o pequeno produtor a diversificar

Leia mais

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer a agricultura familiar, mediante o financiamento da infra-estrutura de produção

Leia mais

Programa Territórios da Cidadania Entorno De Manaus - AM

Programa Territórios da Cidadania Entorno De Manaus - AM Programa Territórios da Cidadania Entorno De Manaus - AM Min. Desenvolvimento Agrário Cadastro de Imóveis Rurais Min. Desenvolvimento Agrário Cadastro de Imóveis Rurais Meta: Imóveis Gerenciados: 400 Para

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA SÉRIE MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO (MDA)

APRESENTAÇÃO DA SÉRIE MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO (MDA) APRESENTAÇÃO DA SÉRIE MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO (MDA) Esta série reúne documentos produzidos pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e abrange o período entre a década de 1980 e os anos

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS CUL 07-09 01 Vaga 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria de pessoa física para realizar ações e organizar atividades

Leia mais

Programa Territórios da Cidadania Inhamuns Crateús - CE

Programa Territórios da Cidadania Inhamuns Crateús - CE Programa Territórios da Cidadania Inhamuns Crateús - CE Formação em Cooperativismo e Comercialização Formação em Cooperativismo e Comercialização Meta: pessoas capacitadas: 35 Para que serve: Promover

Leia mais

Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária

Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária Assistência Técnica e Extensão Rural para a Agricultura Familiar e Reforma Agrária Congresso Estadual da Agropecuária Umuarama-PR, 27 de agosto de 2015 Contexto Geral Retomada em 2003, por parte do Governo

Leia mais

Diagnóstico de oportunidades de quebra de barreiras para acesso às políticas públicas da Agricultura Familiar em São Félix do Xingu, Pará.

Diagnóstico de oportunidades de quebra de barreiras para acesso às políticas públicas da Agricultura Familiar em São Félix do Xingu, Pará. TERMO DE REFERÊNCIA Diagnóstico de oportunidades de quebra de barreiras para acesso às políticas públicas da Agricultura Familiar em São Félix do Xingu, Pará. 1. Título: Diagnóstico de oportunidades para

Leia mais

Apresentar alternativas para conciliar geração de energia e os interesses das comunidades locais

Apresentar alternativas para conciliar geração de energia e os interesses das comunidades locais 1 Objetivos Apresentar alternativas para conciliar geração de energia e os interesses das comunidades locais Debater o remanejamento das populações de empreendimentos de energia Propor caminhos para o

Leia mais

Proposta para a nacional 3º Conferência Estadual de Políticas Públicas para mulheres.união dos Movimentos de moradia da Grande São Paulo e Interior.

Proposta para a nacional 3º Conferência Estadual de Políticas Públicas para mulheres.união dos Movimentos de moradia da Grande São Paulo e Interior. Proposta para a nacional 3º Conferência Estadual de Políticas Públicas para mulheres.união dos Movimentos de moradia da Grande São Paulo e Interior. 1- Promover o acesso igualitário das mulheres ao programa

Leia mais

DECRETO Nº. III - criação de estrutura de financiamento pública e transparente para a extensão universitária;

DECRETO Nº. III - criação de estrutura de financiamento pública e transparente para a extensão universitária; DECRETO Nº. Institui o Plano Nacional de Extensão Universitária PNExt Art. 1º Fica instituído o Plano Nacional de Extensão Universitária PNExt constante deste Decreto, com o objetivo de promover a política

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA POLÍTICAS PÚBLICAS DE ECONOMIA SOLIDÁRIA 1. Concepções e diretrizes políticas para áreas; Quando falamos de economia solidária não estamos apenas falando de geração de trabalho e renda através de empreendimentos

Leia mais

A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS

A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS 8. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA A CONSTITUIÇÃO DO FÓRUM PERMANENTE DA PESSOA IDOSA NA REGIÃO DOS CAMPOS GERAIS Maria Iolanda de Oliveira 1 Rita de

Leia mais

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 133 ASSISTÊNCIA SOCIAL

ipea políticas sociais acompanhamento e análise 7 ago. 2003 133 ASSISTÊNCIA SOCIAL ASSISTÊNCIA SOCIAL Regulamento da Organização e do Custeio da Seguridade Social Decreto n o 2.173, de 5 de março de 1997 aprova o Regulamento da Organização e do Custeio da Seguridade Social. Decreto n

Leia mais

O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar

O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar A IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA - DIAGNÓSTICO Prevalência de situação de segurança alimentar em domicílios particulares, por situação do domicílio

Leia mais

Lei Nº 1.268/2004 Uruaçu-Go., 27 de Fevereiro de 2004.

Lei Nº 1.268/2004 Uruaçu-Go., 27 de Fevereiro de 2004. Lei Nº 1.268/2004 Uruaçu-Go., 27 de Fevereiro de 2004. Dispõe sobre a instituição do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável, e dá outras providências A Câmara Municipal de Uruaçu, Estado

Leia mais

Programa Territórios da Cidadania Norte - ES

Programa Territórios da Cidadania Norte - ES Programa Territórios da Cidadania Norte - ES Min. Desenvolvimento Agrário Apoio à Gestão dos Planos Territoriais de Desenvolvimento Rural Sustentável (PTDRS) Apoio à Gestão dos Planos Territoriais de Desenvolvimento

Leia mais

PROJETO ALTERNATIVO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO - PADRSS

PROJETO ALTERNATIVO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO - PADRSS SISTEMA CONTAG DE ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO SEC. DE POLÍTICA AGRÍCOLA - CONTAG - 1 PROJETO ALTERNATIVO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO - PADRSS SISTEMA CONTAG DE ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DO TRABALHO, EMPREGO, RENDA E ESPORTE SETRE ANEXO III-B

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DO TRABALHO, EMPREGO, RENDA E ESPORTE SETRE ANEXO III-B GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA SECRETARIA DO TRABALHO, EMPREGO, RENDA E ESPORTE SETRE ANEXO III-B TERMO DE REFERÊNCIA DO PROCESSO CREDENCIAMENTO DE INSTITUIÇÕES EXECUTORAS DE AÇÕES DE QUALIFICAÇÃO SOCIAL E

Leia mais

Assistência Técnica e Extensão Rural

Assistência Técnica e Extensão Rural Assistência Técnica e Extensão Rural A EXTENSÃO RURAL CONTEMPORÂNEA DA CEPLAC Concepção, Estrutura e Projetos Sergio Murilo Correia Menezes Ceplac / Cenex Base - Fundamentos ANATER Agenda Estratégica da

Leia mais

CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO, FUNCIONAMIENTO E RESULTADOS DA REAF

CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO, FUNCIONAMIENTO E RESULTADOS DA REAF CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO, FUNCIONAMIENTO E RESULTADOS DA REAF CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO DA REAF A REAF é um órgão assessor especializado do Grupo Mercado Comum (GMC), principal órgão executivo do MERCOSUL e do Conselho

Leia mais

JOVEM RURAL OU JOVEM CAMPONÊS E RURAL E JOVEM RIBEIRINHO OBJETIVOS E METAS

JOVEM RURAL OU JOVEM CAMPONÊS E RURAL E JOVEM RIBEIRINHO OBJETIVOS E METAS JOVEM RURAL OU JOVEM CAMPONÊS E RURAL E JOVEM RIBEIRINHO OBJETIVOS E METAS 1. Disseminar programas de capacitação e formação profissional profissional nas áreas ruraisl, levando em consideração a realidade

Leia mais

PROJETO DE COMBATE À POBREZA RURAL

PROJETO DE COMBATE À POBREZA RURAL PROJETO DE COMBATE À POBREZA RURAL GOVERNO DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO COORDENAÇÃO ESTADUAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA - COECT INSTITUTO DE APOIO À PESQUISA E AO DESENVOLVIMENTO JONES DOS SANTOS NEVES - IPES

Leia mais

PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA.

PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA. PERFIL DOS ESTADOS E DOS MUNICÍPIOS BRASILEIROS: INCLUSÃO PRODUTIVA. FICHA TÉCNICA Coordenação de População e Indicadores Sociais: Bárbara Cobo Soares Gerente de Pesquisas e Estudos Federativos: Antônio

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. Código: CONS AI01/2008. Nº de vagas: 01

TERMO DE REFERÊNCIA. Código: CONS AI01/2008. Nº de vagas: 01 TERMO DE REFERÊNCIA Denominação: Consultor(a) para atuação na área de desenvolvimento, aprofundamento e ampliação de ações e estudos relacionados à análise de tratados de direito econômico internacional

Leia mais

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza

FOME ZERO. O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza FOME ZERO O papel do Brasil na luta global contra a fome e a pobreza Seminário Internacional sobre Seguro de Emergência e Seguro Agrícola Porto Alegre, RS -- Brasil 29 de junho a 2 de julho de 2005 Alguns

Leia mais

DIÁLOGOS SOBRE O DIREITO HUMANO À ALIMENTAÇÃO NO BRASIL. (Pesquisa qualitativa -- RESUMO)

DIÁLOGOS SOBRE O DIREITO HUMANO À ALIMENTAÇÃO NO BRASIL. (Pesquisa qualitativa -- RESUMO) DIÁLOGOS SOBRE O DIREITO HUMANO À ALIMENTAÇÃO NO BRASIL (Pesquisa qualitativa -- RESUMO) Realização: Ibase, com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) Objetivos da Pesquisa: Os Diálogos sobre

Leia mais

PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011

PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011 PORTARIA No- 2.554, DE 28 DE OUTUBRO DE 2011 Institui, no Programa de Requalificação de Unidades Básicas de Saúde, o Componente de Informatização e Telessaúde Brasil Redes na Atenção Básica, integrado

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL RURAL

POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL RURAL MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO POLÍTICAS PÚBLICAS PARA O DESENVOLVIMENTO DO BRASIL RURAL Pepe Vargas Ministro de Estado do Desenvolvimento Agrário Fonte: IBGE Censo Agropecuário 2006 Os agricultores

Leia mais

MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DE ESTADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DE ESTADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DE ESTADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PORTARIA Nº 458, DE 4 DE OUTUBRO DE 2001* Estabelece Diretrizes e Normas do Programa de Erradicação do Trabalho

Leia mais

Resolução SE 21, de 28-4-2014. Institui o Programa Novas Tecnologias Novas Possibilidades

Resolução SE 21, de 28-4-2014. Institui o Programa Novas Tecnologias Novas Possibilidades Resolução SE 21, de 28-4-2014 Institui o Programa Novas Tecnologias Novas Possibilidades A Secretária Adjunta, Respondendo pelo Expediente da Secretaria da Educação, tendo em vista o disposto no inciso

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

ATOS DO PODER EXECUTIVO DECRETO No 5.557, DE 5 DE OUTUBRO DE 2005

ATOS DO PODER EXECUTIVO DECRETO No 5.557, DE 5 DE OUTUBRO DE 2005 ATOS DO PODER EXECUTIVO DECRETO No 5.557, DE 5 DE OUTUBRO DE 2005 Regulamenta o Programa Nacional de Inclusão de Jovens - ProJovem instituído pela Lei no 11.129, de 30 de junho de 2005, e dá outras providências.

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Secretaria Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional SESAN Fórum de debates sobre a pobreza e a segurança alimentar Campinas, 13 de outubro

Leia mais

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB

Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Salvador, 21 de setembro de 2015 Carta Documento: pela construção e implementação de uma Política de Educação do Campo na UNEB Nos dias 19, 20 e 21 de agosto de 2015 realizou-se no Hotel Vila Velha, em

Leia mais

Desafios da Extensão Rural e dos Programas de Pós-graduação no Brasil

Desafios da Extensão Rural e dos Programas de Pós-graduação no Brasil Desafios da Extensão Rural e dos Programas de Pós-graduação no Brasil Sheila Maria Doula Ana Louise de Carvalho Fiuza Wander Torres Costa Alexandra Santos Programa de Pós-graduação e Extensão Rural UFV/Brasil

Leia mais

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS

EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS EIXO 5 GESTÃO DA POLÍTICA NACIONAL DOS DIREITOS HUMANOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES PROPOSTAS APROVADAS OBTIVERAM ENTRE 80 e 100% DOS VOTOS Garantir a elaboração e implementação da política e do Plano Decenal

Leia mais

GUIA PARA LEVANTAMENTO DE DADOS PELAS SEDUCS VISANDO A ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO EM E PARA OS DIREITOS HUMANOS

GUIA PARA LEVANTAMENTO DE DADOS PELAS SEDUCS VISANDO A ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO EM E PARA OS DIREITOS HUMANOS GUIA PARA LEVANTAMENTO DE DADOS PELAS SEDUCS VISANDO A ELABORAÇÃO DO PLANO DE AÇÃO DE EDUCAÇÃO EM E PARA OS DIREITOS HUMANOS I. PERFIL DO/A INTERLOCUTOR/A DESIGNADO PELA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO 1.Nome 2.

Leia mais