Composição corporal de judocas: aspectos relacionados ao desempenho

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1 Composição corporal de judocas: aspectos relacionados ao desempenho Edmar; L. Mendes, Sabrina; P. Fabrini, Ciro; J. Brito, João; Carlos B. Marins LAPEH Lab. de Performance Humana UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA RESUMO O conhecimento do percentual de gordura para os judocas é um fator importante tanto para o atleta com para o treinador. Judocas devem ter percentual de gordura entre 5-16% (WILMORE E COSTILL, 21). O percentual de gordura indica até onde o judoca pode reduzir seu peso sem perder massa magra. Este estudo teve como objetivo verificar se existe diferença significativa entre a composição corporal em judocas do sexo masculino, pertencentes a três categorias. Foram selecionados de forma aleatória atletas que participaram do Campeonato Brasileiro de Judô organizado pela LNJ (Liga Nacional de Judô) realizado em novembro de 21, na cidade de Poços de Caldas MG. Foram avaliados 87 judocas sendo, 4 da categoria juvenil, 21 da categoria Junior e 26 da categoria Sênior, sendo separados em 2 categorias de analise de acordo com as categorias de peso, até 73 Kg e acima de 73 Kg, idade e estatura. Realizou-se as medidas de três dobras cutâneas: triciptal, subescapular e peitoral, pelo protocolo de Jackson e Pollock (1985) citado por GUEDES e GUEDES (1998), empregando um compasso Hapenden (Cescorf ). Os resultados obtidos são apresentados no quadro 1: Quadro 1: Composição corporal de atletas de Judô. Até 73 Kg Acima de 73 Kg Peso Estatura IMC % de G MCM Peso Estatura IMC % de G MCM Juv 56,9 167,5 2,3 11,4 5,4 76,9 175,9 24,8 16,3 64,1 4,4 5,2 1,4 2,5! 4,2 9,7 6,6 2,4* 5,3! 5,3* Jun 64,1 5,4 Sên 66 5, ,2 167,9 5,7 21,9 1,6* 23,5 2,3* 16 53,7 2,3!! 3,6* 18,6 53,6 4,3! 4,5* 84,3 4,7 86,7 1,3 178,6 3,6 174,6 7,8 26,5 2,4* 28,6 3,7 - * 26,3 6,8! 25,2 6,1! Juv Juvenil, Jun Junior Sên Sênior. - % de G: Percentual de Gordura 61,9 3,6 Para verificar a existência de diferenças significativas entre as variáveis apresentadas no estudo realizouse o teste t de Student ao nível de significância p <,5. Os resultados indicam que o IMC (Índice de Massa Corporal) aumenta significativamente a medida em que aumenta a categoria de peso corporal e a idade dos atletas. A MCM (Massa Corporal Magra) aumenta significativamente a medida em que os atletas sobem as categorias de peso, entretanto não houve diferença significativa a medida em que sobe a idade dos atletas nas categorias junior e sênior até 73 kg, e juvenil e sênior acima de 73 Kg. A média do percentual de gordura aumenta de maneira significativa a medida em que se elevam as categorias de peso. Em relação a idade, verifica-se aumento significativo no percentual de gordura corporal a medida em que os atletas ficam mais velhos exceto entre os atletas Junior e sênior acima de 73 Kg. O menor percentual de gordura encontrado em um atleta correspondeu a 7,3 %, o que permite concluir que ainda é possível estabelecer um programa de emagrecimento com os judocas, melhorando provavelmente o seu desempenho na luta. Observa-se ainda que, a média do percentual de gordura das categorias de peso Juvenil até 73 Kg e acima de 73 Kg, e Junior até 73 Kg se encontram dentro dos limites sugeridos para judocas (WILMORE E COSTILL, 21). 64,6 7,5*

2 INTRODUÇÃO O Judô é a modalidade de luta oriental mais praticada no país. Como modalidade Olímpica é uma das que mais mais contribuiu com medalhas para o Brasil: foram 5 de bronze, 3 de prata e 2 de ouro (FRANCHINI, 1997). Como todo esporte de alto nível o treinamento do Judô é caracterizado por grande volume, intensidade e frequência de sessões (FRANCHINI, 1997). Para colaborar com o desenvolvimento de uma modalidade, torna-se imprescindível a realização de estudos ciientificos. Diferentemente de outras modalidades, são escassos as pesquisas com Judô. A composição corporal é fundamental para o controle de peso do atleta, principalmente no Judô, um esporte onde os atletas são categorizados por peso. Grande parte dos atletas tendem a competir na categoria de peso abaixo da qual se encontra, a composição corporal indicará para o treinador e seu atleta, as possibilidades de redução de peso, sem que haja prejuízos para o judoca. As dobras cutâneas são um meio muito pratico, alem de bastante utilizado para o cálculo da composição corporal, alem disso, a espessura das dobras é um recurso utilizado pelo treinador, podendo ser avaliada de duas formas: para acompanhar os efeitos do treinamento, quando o objetivo for avaliar a quantidade de gordura relativa ao peso do judoca e analisar os valores de espessura das dobras cutâneas de diferentes regiões anatômicas separadamente, procurando oferecer informações quanto à distribuição relativa da gordura subcutânea de cada região do corpo. OBJETIVO Este estudo teve como objetivo verificar a composição corporal em judocas do sexo masculino, afim de se estabelecer perfis de atletas separados em duas categorias de analise: peso (até 73 Kg e acima de 73 Kg) e idade (Juvenil, Junior e Sênior). METODOLOGIA Características da amostra: Foram selecionados 86 judocas do sexo masculino nas diversas categorias de idade e peso, durante o campeonato Mineiro e Brasileiro de Judô realizados em outubro e novembro de 21 promovidos pela LMJ (Liga Mineira de Judô) e LNJ(Liga Nacional de Judô). A distribuição dos atletas quanto a classificação por peso é apresentada no quadro 2: Quadro 2: Distribuição dos atletas de acordo com as categorias de idade e peso. Número de atletas por categoria Juvenil Junior sênior Até leve (até 73 Kg) Acima de leve (acima de 73 Kg) Desenho experimental: Realizou-se a medida de três dobras cutâneas: triciptal, subescapular e peitoral, proposta por Jackson e Pollock(1985) citado por GUEDES e GUEDES (1998), para o sexo masculino, sendo aferidas 3 medidas em cada dobra. Sendo as medidas realizadas primeiramente na prega triciptal, em seguida na subscapular e por ultimo na peitoral. Local de realização: A coleta de dados foram realizadas durante o Campeonato Mineiro de Judô, sediado na cidade de Ervalia (MG), no dia 27 de outubro de 21 e no Campeonato Brasileiro de Judô, realizado na cidade de Poços de Caldas (MG), nos dias 4 e 5 de novembro de 21. Material empregado: Utilizou-se de um compasso Hapenden marca Cescorf, para aferir as medidas, uma balança Filizola e um estadiômetro.

3 Ação metodológica: Os atletas foram divididos de acordo coma as categorias apresentadas no quadro 1. Somou-se as os valores médios coletados em cada dobra (triciptal, subescapular e peitoral), em seguida; obteve-se o percentual de gordura de cada atleta de acordo com a tabela proposta por Jackson e Pollock(1985) citado por GUEDES e GUEDES (1998). Estabelecendo em seguida o percentual médio de gordura de cada categoria. A coleta de dados foi realizada por apenas 1 avaliador, minimizando assim o fator de variabilidade de coleta entre testadores (GUEDES e GUEDES, 1998). Análise estatística: Para verificar a existência de diferenças significativas entre as variáveis apresentadas no estudo realizou-se o teste t de Student ao nível de significância p <,5. RESULTADOS E DISCUSSÃO O gráfico 1 apresenta os valores médios do IMC obtidos em cada categoria de analise: ,3 21,9 23,5 24,8 26,5 28,6 IMC Gráfico 1: IMC de atletas Juvenis, Juniores e Seniores. O gráfico 2 apresenta os valores médios de MCM obtidos em cada categoria de analise: ,4 53,7 53,6 64,1 61,9 64,6 MCM Gráfico 2: Valores médios de MCM.

4 O gráfico 3 apresenta os valores médios de percentual de gordura obtidos em cada categoria de analise: , ,6 16,3 26,3 25,2 1 % de Gordura Gráfico 3: Percentual médio de gordura dos atletas Seniores Os valores médios de MCM dos judocas acima de 73 Kg estão bem próximos aos apresentados por outros estudos para lutadores (Little, 1991 e Takito, 1996; citados por FRANCHINI, 1998), (McARDLE, 21). Entretanto os valores foram inferiores em relação a judocas de nível mundial (Perez e Sanagua, 1996; citados por FRANCHINI, 1998). Judocas das categorias junior e sênior até 73 Kg; e das categorias juvenil e sênior acima de 73 kg não apresentaram diferença significativa em relação ao MCM, apesar de que os judocas da categoria sênior acima de 73 Kg apresentaram uma média de peso superior a categoria juvenil (86,7 1,3 e 76,9 4,2), isto demonstra que a diferença de peso está num percentual de gordura mais elevado da categoria sênior (25,2 6,1 e 16,3 5,3). O percentual de gordura aumentou significativamente a medida em que se aumentava a categoria tanto de peso quanto de idade, exceto nas categorias junior e sênior acima de 73 Kg (26,3 6,8 e 25,2 6,1). Em relação aos referenciais teóricos apenas as categorias de peso Juvenil até 73 Kg e acima de 73 Kg, e Junior até 73 Kg se encontram dentro dos limites sugeridos para judocas (WILMORE E COSTILL, 21). Entretanto estes valores apresentados são absolutos, percentuais entre 5 e 16 % apresentam ampla variação. Parece não ser adequado colocar os atletas de diferentes categorias de peso como ligeiros e pesados em uma mesma categoria de analise. Isto demonstra superestimar o percentual de gordura de judocas mais leves e subestimar os pesados. O quadro 3 apresenta o percentual de gordura de cada categoria de idade e os valores divididos pelas categorias de peso. Quadro 3: Percentual de gordura dos atletas separados por categoria de peso e absoluto. Categorias de idade Percentual de gordura Todas as categorias Até 73 Kg Acima de 73 Kg Juvenil 13,9 3,96 11,4 2,5 16,3 5,3 Junior 2,4 6,9 16 2,3 26,3 6,8 Sênior 2,3 5,5 18,6 4,3 25,2 6,1 O menor percentual de gordura encontrado em um atleta foi a 7,3 %, o que permite concluir que todos os atletas podem reduzir o seu peso corporal, o que virá a ser mais um fator a contribuir para a

5 melhora de seu desempenho na luta. Segundo FRANCHINI, (1998) atletas americanos com percentual de gordura mais baixo (5,1,6 %), se apresentaram em melhores posições no ranking. Mais estudos devem ser feitos para se estabelecer o percentual de gordura ideal para cada categoria de idade e de peso, para se estabelecer o perfil do judoca brasileiro. Podendo assim oferecer um melhor suporte aos treinadores, para que estes encaminhem seus atletas para o melhor aproveitamento de suas capacidades. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FRANCHINI, E., Bases para a detecção e promoção de talentos na modalidade de Judô, Publicações INDESP, GUEDES, d. P.; GUEDES, J. E. R. P., Controle do peso corporal: atividade física e nutrição, Midiograf, Londrina, WILMORE, J. H.; COSTILL, D. L., Fisiologia do esporte e do exercício, 1ª ed. brasileira, Manole, 21. McARDLE, W. D. KATCH, F. I.; KATCH, V. L.,. Nutrição para o desporto e o exercício, 1ª ed., Rio de Janeiro, Guanabara Koogan S.A., 21.

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