Santuários. Arte, Cultura, Peregrinações, Paisagens e Pessoas

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1 Santuários Arte, Cultura, Peregrinações, Paisagens e Pessoas

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4 O Turismo ou as Peregrinações a Santuários começaram

5 ainda na Pré-História, caso da Gruta de Chovet, com datações de cerca de BP.

6 Vale do Côa, foi outro Centro de Peregrinações

7 Hoje os Santuários levam às maiores concentrações humanas

8 Santuário de Sangam, India, local de encontro dos Rios Sagrados: Ganges, Yamuna, Godavari e Saraswasti.

9 Peregrinação a Senhora da Nazaré, Belém, Brasil

10 O projeto Santuários Arte, Cultura, Peregrinações, Paisagens e Pessoas

11 É um olhar transdisciplinar sobre estes espaços que nos fazem Humanos.

12 O olhar de cada um é enriquecedor. É um espaço de encontro entre antropólogos, arqueólogos, arquitetos, artistas plásticos e performativos, biólogos, conservadores/restauradores, Crentes,devotos e peregrinos, curadores, escritores, designers,

13 filósofos, gastrónomos, geólogos, historiadores, historiadores de arte, médicos, museólogos, músicos e musicólogos, psicólogos, sacerdotes, sociólogos e todos aqueles que entendam que o seu trabalho ou a sua devoção tem uma relação com um conceito amplo de santuários.

14 Olha-se para os Santuários como: Espaços de afirmação das Culturas, mas também de encontro de uma cultura e dos diferentes matizes dessa cultura, nas suas expressões imaterial e material.

15 Espaços Artísticos de grande investimento, tanto da cultura erudita como da cultura popular, onde existem áreas urbanas, estruturas arquitetónicas, pintura, escultura e outras artes performativas, onde se apela aos cinco sentidos, ou seja, um conceito de Arte Total. Espaços de Romaria, onde a festa é um fenómeno social total, onde a gastronomia, as roupas, a música, a dança, se materializam na dimensão profana e popular.

16 Peregrinações, onde os rituais religiosos constituem a essência do Santuário, com o caminho e o sacrifício, as celebrações litúrgicas, a procissão, a bênção, o cumprir da promessa, o depositar do ex-voto. Paisagens Naturais, geológicas e biológicas, marcantes e singulares, que se complementam. Espaço de muitas Pessoas, cada uma com a sua história pessoal que a motiva para o encontro com aquele lugar, onde o Sagrado está presente.

17 Há Santuários mortos utilizados na pré e proto-história e em diferentes épocas históricas. Mesmo dentro das religiões atualmente dominantes, diferentes alterações condenaram ao declínio desses santuários, tornando-os em santuários mortos. Os sítios da Arte Rupestre, os sítios Megalíticos e muitos outros com vestígios arqueológicos, com menor monumentalidade, são santuários mortos. Em alguns casos, houve continuidades, no tempo, entre diferentes culturas, onde uma cultura se apropriava da anterior e sacralizava esses espaços com uma nova visão teológica.

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19 Há os Santuários ativos Numa concepção abrangente. Estão identificados como espaços sagrados, dentro de um conceito religioso Mas a sociedade contemporânea alargou até ao infinito este conceito restrito de Santuário.

20 Hoje, discutir Santuário é uma tarefa abrangente, porque as culturas atuais criam diferentes ícones identificadores. A Natureza, Ecologia e Paisagens As Obras de Artes Plásticas e Design, A Música, A Dança, O Espaço ligado a uma Personalidade, A Gastronomia, Os Museus, Os Monumentos, As Cidades, As Paisagens, A Arquitetura, Um Acontecimento, entre outros

21 Sacralizaram lugares que se buscam, que se procuram possuir e levar connosco, com a imagem registada (foto e vídeo) Procura-se Possuir e vivenciar o Espírito do Lugar

22 São Novos Peregrinos, ou Turistas, que buscam a apropriação do Espírito do Lugar Em novos Santuários que a cultura cria e temos de adicionar ao conceito religioso de Santuário

23 Trata-se de um conceito complexo onde muitos fatores estão presentes. A origem, ou seja, seu processo de fundação ou refundação, o relato institucional, popular e mitológico.

24 O meio natural, a montanha, a rocha, a árvore, uma nascente, o mar. O calendário, de acordo com ciclos anuais ou mais longos. As manifestações imateriais como rezar, cantar, caminhar, conviver, partilhar experiências, criar amizades e a procissão.

25 O espaço onde chega e tudo acontece, associado à natureza e à arte, com seus ícones e sinais identificadores. A oferta, como os ex-votos, o dinheiro e o ouro, porque a riqueza do santuário mede-se pelo seu tesouro, quer seja monetário, artístico ou de relíquias, como também pela sua carga espiritual. O sincretismo, que conduz à cura física ou psicológica, porque traduz um bem-estar.

26 A revista Santuários, Arte, Cultura, Peregrinações, Paisagens e Pessoas Procura ser um repositório desse projeto de investigação Procura-se esta abrangência complexa onde muitos outros fatores entram na equação e que se procura desvendar e revelar, porque se trata de uma manifestação de Humanidade, em perfeita relação com a Natureza.

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31 Temos tido artigos com temáticas de Portugal, Brasil, Espanha, Itália, Índia, Bulgária, Grécia, Kosovo Reino Unido

32 Investigadores de Portugal, Brasil, Espanha, Itália, Bulgária, Grécia, Kosovo, Reino Unido, Canadá

33 Na Comissão Cientifica procura-se a abrangência disciplinar Com: antropólogos, arqueólogos, arquitetos, artistas plásticos e performativos, curadores, designers, filósofos, gastrónomos, geólogos, historiadores, historiadores de arte, museólogos, sociólogos

34 Trata-se também de um contributo para a construção de uma Narrativa do Património Porque o Turismo necessita cada vez mais dessa Narrativa

35 Trata-se de uma investigação em Turismo nos seus aspetos Narrativos Com um modelo aberto

36 Obrigado

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