Igreja da Penha de França, vista da avenida Almirante Reis (c. 1900)

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1 Igreja da Penha de França, vista da avenida Almirante Reis (c. 1900) Projeto dirigido à população idosa e que tem como objetivo recuperar, preservar e divulgar histórias de vida, testemunhos, relatos e memórias importantes sobre os bairros e freguesias de Lisboa.

2 A biblioteca pública deve ser uma instituição chave na comunidade, para recolha, preservação e promoção da cultura local em toda a sua diversidade. Diretrizes da IFLA sobre os serviços da biblioteca pública (2013)

3 As bibliotecas de Lisboa serão importantes parceiras na promoção da cidadania, da multiculturalidade, bem como da inclusão de culturas minoritárias, dos cidadãos com necessidades especiais e idosos. Programa estratégico biblioteca XXI (2012) CML

4 Território Histórias de vida Memória (individual / coletiva) Património (material / imaterial)

5 Território Pode assumir quatro dimensões: a) política, como espaço delimitado fisicamente e controlado políticoadministrativamente; b) cultural, em que o território é entendido como produto histórico, de apropriação/construção cultural e subjetiva de grupos humanos em relação ao espaço que habitam; c) económica, na qual o território aparece como fonte de recursos e de forças produtivas que se traduzem em lutas de classe e conflitos sociais; d) naturalista, baseada na ideia do território a partir das relações que se estabelecem entre a sociedade e a natureza e entre o homem e o meio ambiente.

6 Histórias de Vida São narrativas na primeira pessoa, que traduzem o percurso individual, único e irrepetível de cada um. Nelas se expressa, a partir da sua perspetiva e à luz da sua experiência, o processo vivido por cada ser humano, em que este se propõe narrar as várias etapas da sua vida.

7 Memória (individual / coletiva) A memória individual é aquela que é guardada pela pessoa e refere-se às suas próprias vivências e experiências, mas que contém também aspetos da memória do grupo onde se formou, isto é, onde cresceu e foi socializada. A memória coletiva pode ser definida como a memória de um grupo (família, classe social, grupo religioso, étnico ou outro), passada, normalmente, de geração em geração, assegurando a sua continuidade no espaço e no tempo. A memória coletiva é composta por factos, acontecimentos, valores e outros elementos que esse grupo considera relevantes e compartilha entre os seus membros.

8 Fonte:

9 Compreender as transformações (urbanísticas, sociais, económicas, culturais) de determinado território (bairros e freguesias de Lisboa) através das histórias de vida / biografia das pessoas (mais idosas) que nele habitam.

10 Ampliar e fortalecer o trabalho e serviços das BLX junto da população mais idosa, através da recolha, preservação e divulgação de histórias de vida; Estimular a reflexão em torno do património (material e imaterial) e valorizar esse mesmo património; Criar recursos de informação de base oral mediante o registo vídeo de entrevistas; Implementar um arquivo digital de documentos (fotografias, correspondência, diários, materiais impressos, vídeos); Contribuir para a diminuição do isolamento e solidão da população idosa residente nos bairros e freguesias de Lisboa.

11 1 Convocatória Identificar parceiros estratégicos Contactar entidades / pessoas individuais Sensibilizar a comunidade para preservação e valorização da memória coletiva

12 2 Oficinas comunitárias da memória Sessões de grupo Linha do tempo Materiais usados Hora do chá

13 2 Oficinas comunitárias da memória Sessões de grupo Dinamizadas por elementos da biblioteca. Pretende-se criar durante estas sessões um espaço de diálogo e partilha de memórias e afetos. Da parte dos facilitadores espera-se uma escuta ativa e um interesse genuíno pela história de vida de cada idoso. É nestas sessões que se identificam potenciais entrevistados e se cria uma relação de proximidade e um vínculo de confiança fundamental para a recolha de elementos biográficos, o acesso aos arquivos pessoais e o sucesso das entrevistas.

14 2 Oficinas comunitárias da memória Linha do tempo A linha do tempo é um instrumento que permite fazer um mapeamento rápido de alguns elementos biográficos dos participantes (data e local de nascimento, profissões, mudanças de residência, etc.). Facilita a apresentação dos participantes junto dos outros elementos e a sua integração no grupo.

15 2 Oficinas comunitárias da memória Materiais usados Cada oficina desenvolve-se em torno de um tema relacionado com o património (material ou imaterial) do bairro / freguesia em que é preparada uma breve apresentação em PowerPoint. São usados fotografias antigas, recortes de jornais e revistas, vídeos, músicas e objetos capazes de despertar memórias

16 2 Oficinas comunitárias da memória Hora do chá É importante associar rituais a estas sessões. Por isso, cada oficina termina com chá e bolinhos, momento informal em que se aprofundam mais memórias e se partilham afetos

17 3 Arquivo digital Recolha de documentos Descrição, digitalização e organização dos documentos Produção de registos vídeo

18 3 Arquivo digital Recolha de documentos Fotografias, correspondência, diários, documentos oficiais, recortes de jornais e revistas, registos sonoros, vídeos, objetos pessoais, etc. Descrição, digitalização e organização dos documentos.

19 3 Arquivo digital Produção de registos vídeo Realização de entrevistas semi-estruturadas mediante um guião que estabelece um plano em que são explorados momentos e etapas relevantes tanto da vida do entrevistado como da vida do bairro / freguesia. https://www.youtube.com/watch?v=1fxuziqahs8&list=plk7rgp8qnexttylljecda_otcxc7cyywx&index=2

20 3 Arquivo digital Produção de registos vídeo Guião (estrutura-base) 1. Infância - Alguns pontos-chave: Nascimento: data, lugar, primeiras recordações; Pais / Irmãos / Família: descrição, relação, aspetos relevantes; Jogos, brinquedos, escola, doenças, etc. 2. Adolescência e Juventude - Alguns pontos-chave: Mudanças físicas e afetivas (mudança de escola, de residência, de família, etc.); Tempos livres, primeiro trabalho, amores, amizades; Relação com os adultos (pais, família, professores, etc.). 3. Idade adulta - Alguns pontos-chave: Trabalho : trabalhos mais importantes / profissões, relações laborais; Relações amorosas: namorados, casamento, vida conjugal; Vida doméstica: condições de habitabilidade, higiene pessoal, alimentação, educação dos filhos; Condição feminina: sexualidade, planeamento familiar, maternidade, separação e divórcio; Saúde: problemas de saúde mais frequentes, acesso à saúde, tratamentos; Tempos livres: divertimentos e passatempos, festas e tradições.

21 3 - Arquivo digital Produção de registos vídeos Temáticas propostas Lugares, monumentos e edifícios (inclui ruas, edifícios, praças, jardins, mercados, feiras, santuários e outros espaços simbólicos onde se concentravam e reproduziam práticas culturais coletivas). Religião, celebrações, rituais e festas (inclui práticas e acontecimentos festivos de natureza religiosa, mas também pagã ou civil, bem como celebrações em dias especiais). Saber(es) fazer (inclui tradições, gastronomia, profissões e outros conhecimentos e modos de fazer enraizados no quotidiano das comunidades). Trabalho; Escola; Saúde; Tempos Livres; Vida doméstica; Alimentação; Vestuário; Corpo e sexualidade (inclui aspetos da vida quotidiana, da organização social e da história das mentalidades). Migrações (emigração, imigração, êxodo rural do campo para a cidade).

22 4 Divulgação e circulação Momento fundamental em que a biblioteca torna visível junto da comunidade o trabalho realizado e se desenvolve um novo ciclo reinterpretação e rememoração.

23

24 Velho que morre, biblioteca que arde. Provérbio africano.

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