26 a 29 de novembro de 2013 Campus de Palmas

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "26 a 29 de novembro de 2013 Campus de Palmas"

Transcrição

1 AVALIAÇÃO DE ESTRUTURAS EMBRIONÁRIAS DE BOVINOS PÓS VITRIFICAÇÃO NA REGIÃO NORTE DO TOCANTINS Karina Almeida Maciel 1 ; Márcio Gianordoli Teixeira Gomes 2 ; Francisca Elda Ferreira Dias 3, 1 Aluno do Curso de Zootecnia; Campus de Araguaína; PIBIC/UFT 2 Orientador(a) dos Cursos de Medicina veterinária e Zootecnia ; Campus de Araguaína; 3 Co-orientador(a) dos Cursos de Medicina veterinária e Zootecnia; Campus de Araguaína; RESUMO Dentre as técnicas amplamente utilizadas em laboratórios comerciais para a preservação de embriões PIV, destaca-se a vitrificação. O objetivo do presente trabalho foi avaliar a viabilidade de embriões bovinos pós-descongelação produzidos in vitro e vitrificados utilizando três diferentes concentrações de etilenoglicol e dimetilsulfóxido (DMSO), GI (5% etilenoglicol, 10% DMSO); G2 (10% etilenoglicol, 20% DMSO) e GIII (15% etilenoglicol, 25% DMSO). O uso da vitrificação para embriões PIV bovinos apresentou uma taxa de 42,42% resultado este semelhante ao encontrado em outro trabalho com taxa de 55%. Todavia as taxas obtidas ainda são inferiores quando comparados com embriões produzidos in vivo. Palavras-chave: crioprotetores; injúrias; reidratação INTRODUÇÃO A criopreservação de embriões produzidos in vitro assume grande importância por viabilizar a difusão de material genético, permitir o armazenamento dos embriões por longo período de tempo, proporciona a otimização do aproveitamento de gametas femininos, eliminados pelos fenômenos fisiológicos da reprodução, comercialização e transporte de material genético pelo mundo, além de permitir a preservação de material para o estabelecimento de bancos genéticos de reserva de material genético. Tornando essencial a congelação dos embriões em nitrogênio liquido e assim ter-se maior flexibilidade na utilização dos embriões (MEZZALIRA et al., 2002). A taxa de gestação de embriões transferidos logo após a colheita é sempre superior a embriões congelados. Isso está diretamente relacionado com as lesões

2 celulares que ocorrem durante o congelamento do embrião (REICHENBACH et al., 2002). Pesquisas vêm demonstrando que vários são os fatores que podem influenciar a criopreservação de embriões incluindo-se ai a espécie, estágio embrionário, os crioprotetores, dentre outros, assim como também a origem de produção destes embriões, uma vez que produzidos in vitro tem se mostrado mais sensíveis a criopreservação quando comparados aos embriões produzidos in vivo (GOEORGE et al, 2006). O objetivo deste trabalho foi comparar o uso de três diferentes doses de dois crioprotetores comumente utilizados na vitrificação de embriões bovinos produzidos in vitro na região Norte do Tocantins. MATERIAL E MÉTODOS O projeto foi conduzido no Laboratório Brio Genética e biotecnologia Ltda., localizado no município de Araguaína. Os ovários bovinos utilizados para a obtenção de ovócitos foram provenientes de abatedouro localizado no mesmo município. Os ovários coletados foram transportados em uma solução salina tamponada e mantidos a temperatura de 35º C até o inicio da aspiração folicular. Os oócitos foram aspirados de folículos com diâmetro de 2 a 8 mm, logo após a aspiração, os oócitos aspirados juntamente com o líquido folicular foram introduzidos em um banho em TCM 199 tamponado com Herpes adicionada de 10% de soro fetal bovino. A maturação foi realizada em meio TCM-199 sais de Earle adicionado de 26,2 mm de NaHCO3, 25 mm de Herpes, 0,2 mm de Piruvato de Sódio com 0,01 UI de FSH/mL, 0,5μg/mL de LH e 10% de soro fetal bovino. Após a lavagem, os oócitos foram colocados em até 30 oócitos por gota de 90micro litros com meio de maturação em placas de cultivo, mantido sob óleo mineral e levados à estufa com 5% de CO2 à temperatura de 38,8ºC e umidade saturada por 22 a 24 horas. A fecundação foi realizada utilizando 1x10 6 de espermatozóides de touros Bos taurus indicus, selecionados pelo método de migração ascendente swim-up. A fecundação foi feita através de agitação mecânica.

3 Em seguida a 24 h de cultivo as estruturas clivadas continuaram acondicionadas na incubadora. No 3 o dia (D3) após a fertilização foi feita a avaliação da clivagem, quando se observa o número de embriões com duas ou mais células. No 6 o dia (D6) após a fecundação, foi realizada a avaliação dos futuros blastocistos e, 24 horas após (D7), foi o número embriões no estágio de blastocisto ou estágios mais avançados. Os blastocistos expandidos (Bx) e blastocistos (Bl) foram vitrificados com diferentes protocolos. Utilizando a técnica de OPS chamada Open Pulled Straw foi desenvolvida por Vajta et al. (1997). O congelamento dos embriões foi realizado através da máquina PK1000; seguindo o limite de 5 embriões por palheta. Os blastocistos selecionados foram divididos aleatoriamente em três grupos com 200 embriões submetidos a três tratamentos diferentes de vitrificação. Grupo I Os Blastocistos (n=60) foram expostos por um minuto a uma solução composta por 5% de etileno glicol (EG) adicionado de 10% de Dimetil Sulfóxido (DMSO), seguida de exposição por 20 segundos a solução de vitrificacão contendo 20% de etileno glicol (EG) adicionado de 20 % de DMSO e 50% de meio de manutenção (composto de TCM % de Soro Fetal Bovino). Grupo II Os Blastocistos (n=74) foram expostos por 1 minutos a solução contendo 10% de etileno glicol (EG) adicionado de 20% de Dimetil Sulfóxido (DMSO), seguido de 20 segundos em solução de vitrificação contendo 20% de etileno glicol (EG) adicionado de 20 % de DMSO e 50% de meio de manutenção (composto de TCM % de Soro Fetal Bovino). Grupo III Os Blastocistos (n=66) foram expostos a solução constituída de 15% de soro de etileno glicol (EG) adicionado de 25% de Dimetil Sulfóxido (DMSO) por um minuto. Seguido de 20 segundos em solução de vitrificação contendo 20% de etileno glicol (EG) adicionado de 20 % de DMSO e 50% de meio de manutenção (composto de TCM % de Soro Fetal Bovino). Os embriões foram envasados e armazenados em nitrogênio liquido para posterior descongelação e avaliação da viabilidade dos embriões utilizando como

4 parâmetro a taxa de eclosão após o reaquecimento e reintrodução nas incubadoras.a descongelação dos grupos foi realizada em duas passagens: 5 Segundos no ar e 15 Segundos em banho-maria a C. RESULTADOS E DISCUSSÃO No total foram produzidos 200 embriões. No grupo I: 60 embriões, dos quais nenhum embrião foi reidratado e eclodido; grupo II :74 embriões, onde 7 embriões foram reidratados e o embriões eclodidos, o que representa uma taxa de 9,45%; grupo III: 66 embriões, onde 28 embriões foram reidratados e 20 eclodidos, o que representa uma taxa de 42,42% (Tabela 1). Tabela 1. Total de embriões por tratamento com suas respectivas taxas e médias. TRATAMENTO TOTAL EMBRIÕES MÉDIAS 5%/10% Etileno/DMSO 60 0% a 10%/20% Etileno/ DMSO 74 9,45% a 15%/25% Etileno/DMSO 66 42,42% b Letras diferentes indicam efeito significativo (P<0,05) Não foram observadas diferenças significativas em relação à reidratação e eclosão dos embriões nos três grupos (P>0,05) (Tabela 2), entre os tratamentos I e II, todavia o resultado obtido no tratamento III se assemelha com a taxa de 55% encontrado por Mezzalira e colaboradores (2002). Tabela 2. Número de embriões reidratados e eclodidos pós-descongelamento. TRATAMENTO EMBRIÕES REIDRATADOS EMBRIÕES ECLODIDOS 5%/10% Etileno/DMSO %/20% Etileno/ DMSO %/25% Etileno/DMSO A estratégia de vitrificação é baseada na eliminação total da formação de gelo. Porém, as altas concentrações de crioprotetores aumentam os danos osmóticos e tóxicos (PYLES, 2003). Podendo justificar desse modo os baixos índices encontrados no presente trabalho. Werlich e colaboradores (2006) afirmam que, a taxa de eclosão de embriões vitrificados em relação aos embriões não vitrificados é caracteriza da por danos que

5 comprometem o posterior desenvolvimento dos embriões. Ou seja, há indícios que as substâncias crioprotetoras juntamente com a técnica podem causar injúrias irreversíveis ao embrião, pois uma vez danificado o metabolismo e as estruturas embrionárias o embrião terá seu futuro desenvolvimento comprometido. Acredita-se que as associações de Etilenoglicol + DMSO podem ser utilizadas na criopreservação de embriões PIV de bovinos, com resultados in vitro satisfatórios. Porém, são necessários outros estudos aplicados a campo, para se observar como os embriões vitrificados submetidos a estas soluções se comportam depois de descongelados e transferidos para o útero de receptoras sincronizadas (SANCHES, 2009). Podendo influenciar também no desenvolvimento fetal dos animais oriundos deste procedimento. LITERATURA CITADA GEORGE, F; VRANCKEN, M.; VERHAEGHE, B.; et al. freezing of in vitro produced bovine embryos in animal protein-free medium containing vegetal peptones. Theriog., v.66, p , MEZZALIRA, A.; VIEIRA, A. D.; BARBIERI, D. P.; et al. Vitrificação de oócitos e embriões bovinos produzidos in vitro e expostos à citocalasina. Braz. J. Vet. Res. Anim. Sci., v. 39, n. 5, p , PYLES, E.S.C.S. Criopreservação de embriões bovinos. Monografia, 23p. Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, UNESP- Botucatu-Sp, REICHENBACH, H.D.; OLIVEIRA, M.A.L.; LIMA, P. F. Transferência e criopreservação de embrião bovino. Biotécnicas aplicadas à reprodução animal. São Paulo: Varela, p. SANCHES,B.V. Uso de propanediol ou DMSO na vitrificação de embriões bovinos produzidos in vitro, cultivados ou não na presença de forskolin. Dissertação (mestrado), 52p. Escola de Medicina Veterinária. Universidade federal de Goiás, WERLICH, D.E.; BARRETA, M.H.; MARTINS,L.T.et al. Embriões bovinos PIV vitrificados em diferentes soluções crioprotetoras com ou sem o uso de nitrogênio super-resfriado. Acta Sci. Vet., v.34, n.1, p , AGRADECIMENTOS Ao laboratório BRIO genética. O presente trabalho foi realizado com o apoio da UFT.

Efeito de dois diferentes protocolos para congelação lenta de embriões bovinos produzidos in vitro na região da Amazônia Legal

Efeito de dois diferentes protocolos para congelação lenta de embriões bovinos produzidos in vitro na região da Amazônia Legal Efeito de dois diferentes protocolos para congelação lenta de embriões bovinos produzidos in vitro na região da Amazônia Legal Karina Almeida Maciel 1 ; Márcio Gianordoli Teixeira Gomes 2 ; Francisca Elda

Leia mais

Criopreservação de Embriões

Criopreservação de Embriões UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ FACULDADE DE VETERINÁRIA BIOTECNOLOGIA DA REPRODUÇÃO ANIMAL Criopreservação de Embriões Vicente José de F. Freitas Laboratório de Fisiologia e Controle da Reprodução www.uece.br/lfcr

Leia mais

Tatiane Guedes Bueno*, Laiza Sartori de Camargo, Karym Christine de Freitas Cardoso, Anelise Ribeiro Peres, Fabiana Ferreira de Souza

Tatiane Guedes Bueno*, Laiza Sartori de Camargo, Karym Christine de Freitas Cardoso, Anelise Ribeiro Peres, Fabiana Ferreira de Souza AVALIAÇÃO DA ESTERILIZAÇÃO APÓS A OCLUSÃO DOS VASOS SANGUÍNEOS OVARIANOS DE COELHAS UTILIZANDO ELÁSTICO DE AFASTAR OS DENTES OU ABRAÇADEIRAS DE NÁILON Tatiane Guedes Bueno*, Laiza Sartori de Camargo, Karym

Leia mais

Processamento e preservação de sêmen de peixes nativos

Processamento e preservação de sêmen de peixes nativos Processamento e preservação de sêmen de peixes nativos Paulo César Falanghe Carneiro Embrapa Aracaju - SE Introdução Blaxter 1950: Arenque com reprodução em épocas diferentes Uso do gelo seco Conhecimento

Leia mais

Strategies for the management of the OHSS: results of freezing-all cycles

Strategies for the management of the OHSS: results of freezing-all cycles 1/28 Strategies for the management of the OHSS: results of freezing-all cycles Edson Borges Jr., Daniela Paes Almeida Ferreira Braga, Amanda S Setti, Livia Silva Vingris, Rita Cássia S Figueira, Assumpto

Leia mais

Criopreservação de embriões

Criopreservação de embriões Criopreservação de embriões Vicente J.F. Freitas Biotecnologia da Reprodução Animal Laboratório de Fisiologia e Controle da Reprodução www.uece.br/lfcr Aula ministrada por: M.Sc. Ribrio Ivan T. P. Batista

Leia mais

Criopreservação de Oócitose Embriões

Criopreservação de Oócitose Embriões Universidade Federal de Pelotas Graduação em Biotecnologias Manipulação de Gametas e Embriões 5ª Aula: Criopreservação de Oócitose Embriões Priscila Marques Moura de Leon Doutoranda PPGB, Médica Veterinária

Leia mais

EFEITO DOS NÍVEIS DE SALINIDADE DA ÁGUA DE IRRIGAÇÃO NA PRODUÇÃO DO FEIJOEIRO COMUM*

EFEITO DOS NÍVEIS DE SALINIDADE DA ÁGUA DE IRRIGAÇÃO NA PRODUÇÃO DO FEIJOEIRO COMUM* EFEITO DOS NÍVEIS DE SALINIDADE DA ÁGUA DE IRRIGAÇÃO NA PRODUÇÃO DO FEIJOEIRO COMUM* SILVEIRA, A.L. 1 ; SANTANA, M.J. ; BARRETO, A.C. ; VIEIRA, T.A. 3 * Projeto com apoio da FAPEMIG. 1 Estudante Agronomia

Leia mais

Sistema Reprodutor e Tecnologia da Reprodução Medicamente Assistida

Sistema Reprodutor e Tecnologia da Reprodução Medicamente Assistida MESTRADO INTEGRADO EM ENGENHARIA BIOMÉDICA DISCIPLINA DE ANATOMIA E HISTOLOGIA Sistema Reprodutor e Tecnologia da Reprodução Medicamente Assistida Carlos Plancha Instituto de Histologia e Biologia do Desenvolvimento

Leia mais

Início do Desenvolvimento Humano: 1ª Semana

Início do Desenvolvimento Humano: 1ª Semana Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Biologia Início do Desenvolvimento Humano: 1ª Semana Prof. Msc. Macks Wendhell Gonçalves mackswenedhell@gmail.com Fertilização Normalmente o local

Leia mais

Reprodução e Embriologia. Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA

Reprodução e Embriologia. Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA Reprodução e Embriologia. Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA Ciclo Menstrual Menstruação - fluxo de sangue e restos de mucosa uterina periodicamente eliminados pela vagina. Ciclo Menstrual Menstruação

Leia mais

(c) Muco (d) Vulva inchada (e) Olhar languido 7. Qual das alternativas abaixo não é considerada uma vantagem da inseminação artificial em relação a mo

(c) Muco (d) Vulva inchada (e) Olhar languido 7. Qual das alternativas abaixo não é considerada uma vantagem da inseminação artificial em relação a mo 1. A fertilização é o evento que decorre a partir do encontro dos gametas masculino e feminino. No trato reprodutivo da fêmea bovina em qual local ocorre a fertilização? (a) Útero (b) Tuba uterina (c)

Leia mais

CONSERVAÇÃO DE AMENDOIM (Arachis hypogaea L.) A LONGO PRAZO. Introdução

CONSERVAÇÃO DE AMENDOIM (Arachis hypogaea L.) A LONGO PRAZO. Introdução ISSN1516-4349 CONSERVAÇÃO DE AMENDOIM (Arachis hypogaea L.) A LONGO PRAZO Introdução O amendoim (Arachis hypogaea L), originário da América do Sul, é uma fonte importante de proteína para dieta do povo

Leia mais

Congelamento de Todos os Embriões? (Freeze-all?) Aba Maheshwari

Congelamento de Todos os Embriões? (Freeze-all?) Aba Maheshwari Congelamento de Todos os Embriões? (Freeze-all?) Aba Maheshwari Você acha que é o momento de modificar a FIV, adotandose o congelamento de todos os embriões e transferência em um ciclo de descongelamento?

Leia mais

TECNOLOGIAS TRADICIONAIS DE INDUSTRIALIZAÇÃO DO PESCADO

TECNOLOGIAS TRADICIONAIS DE INDUSTRIALIZAÇÃO DO PESCADO INDUSTRIALIZAÇÃO DO PESCADO TECNOLOGIAS TRADICIONAIS DE INDUSTRIALIZAÇÃO DO PESCADO O valor agregado em produtos de pescado não deve necessariamente estar vinculado à elaboração de produtos sofisticados

Leia mais

Isolamento, Seleção e Cultivo de Bactérias Produtoras de Enzimas para Aplicação na Produção mais Limpa de Couros

Isolamento, Seleção e Cultivo de Bactérias Produtoras de Enzimas para Aplicação na Produção mais Limpa de Couros Universidade Federal do Rio Grande do Sul Programa de Pós-Graduação em Engenharia Química Departamento de Engenharia Química Laboratório de Estudos em Couro e Meio Ambiente Isolamento, Seleção e Cultivo

Leia mais

Efeito da secagem na qualidade fisiológica de sementes de pinhão-manso

Efeito da secagem na qualidade fisiológica de sementes de pinhão-manso Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, 8., 2011, Belo Horizonte Efeito da secagem na qualidade fisiológica de sementes de pinhão-manso Cézar Augusto Mafia Leal (1), Roberto Fontes Araujo (2),

Leia mais

Fisiologia Pós-colheita de Flores. Msc. Cristiane Calaboni Doutoranda PPG Fisiologia e Bioquímica de Plantas

Fisiologia Pós-colheita de Flores. Msc. Cristiane Calaboni Doutoranda PPG Fisiologia e Bioquímica de Plantas Fisiologia Pós-colheita de Flores Msc. Cristiane Calaboni Doutoranda PPG Fisiologia e Bioquímica de Plantas Floricultura Atividade em plena expansão; Flores de corte e vaso, folhagens e paisagismo. 200

Leia mais

DIFERENTES NÍVEIS DE SUBSTITUIÇÃO DO MILHO POR TORTA DE COCO BABAÇU EM RAÇÕES DE FRANGOS LABEL ROUGE DE 1 A 28 DIAS DE IDADE

DIFERENTES NÍVEIS DE SUBSTITUIÇÃO DO MILHO POR TORTA DE COCO BABAÇU EM RAÇÕES DE FRANGOS LABEL ROUGE DE 1 A 28 DIAS DE IDADE DIFERENTES NÍVEIS DE SUBSTITUIÇÃO DO MILHO POR TORTA DE COCO BABAÇU EM RAÇÕES DE FRANGOS LABEL ROUGE DE 1 A 28 DIAS DE IDADE Rayleiane Cunha Lima¹; Rubens Fausto da Silva² ¹ Aluna do curso de zootecnia

Leia mais

EFEITO DA TEMPERATURA E DO FOTOPERÍODO NO DESENVOLVIMENTO in vitro E in vivo DE Aspergillus niger EM CEBOLA

EFEITO DA TEMPERATURA E DO FOTOPERÍODO NO DESENVOLVIMENTO in vitro E in vivo DE Aspergillus niger EM CEBOLA EFEITO DA TEMPERATURA E DO FOTOPERÍODO NO DESENVOLVIMENTO in vitro E in vivo DE Aspergillus niger EM CEBOLA Cargnim, Jaqueline Marques ; Marcuzzo, Leandro Luiz Instituto Federal Catarinense, Rio do Sul/SC

Leia mais

ESTIMAÇÃO DOS FATORES QUE INTERFEREM DIRETAMENTE E INDIRETAMENTE NOS RESULTADOS DA FECUNDAÇÃO IN VITRO (FIV)

ESTIMAÇÃO DOS FATORES QUE INTERFEREM DIRETAMENTE E INDIRETAMENTE NOS RESULTADOS DA FECUNDAÇÃO IN VITRO (FIV) ESTIMAÇÃO DOS FATORES QUE INTERFEREM DIRETAMENTE E INDIRETAMENTE NOS RESULTADOS DA FECUNDAÇÃO IN VITRO (FIV) antonio hugo bezerra colombo 1, Liziane Zaniboni 1, Fabio Luiz Bim Cavalieri 2, Luiz Paulo Rigolon

Leia mais

METODOLOGIAS DE DESNUDAMENTO PARCIAL DE OÓCITOS BOVINOS MATURADOS E SUBMETIDOS À VITRIFICAÇÃO

METODOLOGIAS DE DESNUDAMENTO PARCIAL DE OÓCITOS BOVINOS MATURADOS E SUBMETIDOS À VITRIFICAÇÃO Archives of Veterinary Science v. 10, n. 2, p. 109-114, 2005 Printed in Brazil ISSN: 1517-784X METODOLOGIAS DE DESNUDAMENTO PARCIAL DE OÓCITOS BOVINOS MATURADOS E SUBMETIDOS À VITRIFICAÇÃO (Methods for

Leia mais

Cultivo de células animais e humanas

Cultivo de células animais e humanas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Universidade Federal de Alfenas. Unifal-MG Rua Gabriel Monteiro da Silva, 700. Alfenas/MG. CEP 37130-000 Fone: (35) 3299-1000. Fax: (35) 3299-1063 Minicurso: Cultivo de células animais

Leia mais

AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE EMBRIÕES BOVINOS PRODUZIDOS IN VITRO EM CULTURA INDIVIDUAL E COLETIVA

AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE EMBRIÕES BOVINOS PRODUZIDOS IN VITRO EM CULTURA INDIVIDUAL E COLETIVA AVALIAÇÃO DA PRODUÇÃO DE EMBRIÕES BOVINOS PRODUZIDOS IN VITRO EM CULTURA INDIVIDUAL E COLETIVA Introdução Mariana de Carvalho Toledo 3 Camila de Paula Santos 3 Eduardo Freitas Velozzo 4 Fausto Romualdo

Leia mais

Estudo da produção de leite de caprinos da raça Saanen do IFMG Campus Bambuí

Estudo da produção de leite de caprinos da raça Saanen do IFMG Campus Bambuí Estudo da produção de leite de caprinos da raça Saanen do IFMG Campus Bambuí Larisse PEREIRA 1,2, ; André DuarteVIEIRA 1,3 ; Vanessa Daniella ASSIS 2 ; André Luís da Costa PAIVA 4 ; Rafael Bastos TEIXEIRA

Leia mais

02 IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DAS SEMENTES

02 IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DAS SEMENTES 02 IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DAS SEMENTES O estabelecimento inicial de uma lavoura depende essencialmente do potencial fisiológico das sementes utilizadas na semeadura. A porcentagem, velocidade e uniformidade

Leia mais

Protocolo experimental

Protocolo experimental Protocolo experimental E se a salinidade se alterar? Enquadramento Teórico Todos os animais necessitam de condições ambientais favoráveis à sua sobrevivência e manutenção. Parâmetros como por exemplo a

Leia mais

Diretrizes para redação da monografia

Diretrizes para redação da monografia Diretrizes para redação da monografia A estrutura seguirá a orientação do recomendado pelas normas vigentes da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) para a elaboração de Trabalhos acadêmicos

Leia mais

TERMORREGULAÇÃO TESTICULAR EM BOVINOS

TERMORREGULAÇÃO TESTICULAR EM BOVINOS Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Medicina Veterinária TERMORREGULAÇÃO TESTICULAR EM BOVINOS Mara Regina Bueno de M. Nascimento Mara Regina Bueno de M. Nascimento Profa. Adjunto III Jul./

Leia mais

EJA 3ª FASE PROF.ª CHRISTIANE MELLO PROF.ª QUEILA PATRÍCIA

EJA 3ª FASE PROF.ª CHRISTIANE MELLO PROF.ª QUEILA PATRÍCIA EJA 3ª FASE PROF.ª CHRISTIANE MELLO PROF.ª QUEILA PATRÍCIA REVISÃO DE CONTEÚDOS 2º Bimestre Aula 77 Revisão e Avaliação de Ciências da Natureza 2 REVISÃO 1 Sistema genital feminino e masculino O sistema

Leia mais

ABS NEO. Genética Matinha. O futuro que começou há 40 anos inova mais uma vez.

ABS NEO. Genética Matinha. O futuro que começou há 40 anos inova mais uma vez. P R O N T O P A R A Q U E M Q U E R M A I S ABS NEO Genética Matinha O futuro que começou há 40 anos inova mais uma vez. P R O N T O P A R A Q U E M Q U E R M A I S CONHEÇA O ABS NEO Já são 75 anos conquistando

Leia mais

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação

COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação COLÉGIO XIX DE MARÇO excelência em educação 1ª PROVA PARCIAL DE BIOLOGIA Aluno(a): Nº Ano: 1º Turma: Data: 18/03/2011 Nota: Professora: Regina Volpato Valor da Prova: 40 pontos Assinatura do responsável:

Leia mais

BIOLOGIA Professores: Eduardo, Fabio, Julio

BIOLOGIA Professores: Eduardo, Fabio, Julio BIOLOGIA Professores: Eduardo, Fabio, Julio Comentário Geral A prova de biologia da UFPR 2015/2016 se mostrou sem maiores dificuldades referentes a conteúdo para nossos alunos! Foi uma prova abrangente

Leia mais

VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DO CULTIVO DO TOMATEIRO IRRIGADO *

VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DO CULTIVO DO TOMATEIRO IRRIGADO * VIABILIDADE TÉCNICA E ECONÔMICA DO CULTIVO DO TOMATEIRO IRRIGADO * VIEIRA, T.A. 1 ; SANTANA, M.J. 2 ; BARRETO, A.C. 2 * Projeto financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG).

Leia mais

Fisiologia Vegetal RESPIRAÇÃO. Prof. Dr. Roberto Cezar Lobo da Costa. Universidade Federal Rural da Amazônia Instituto de Ciências Agrárias (ICA)

Fisiologia Vegetal RESPIRAÇÃO. Prof. Dr. Roberto Cezar Lobo da Costa. Universidade Federal Rural da Amazônia Instituto de Ciências Agrárias (ICA) Fisiologia Vegetal Prof. Dr. Roberto Cezar Lobo da Costa RESPIRAÇÃO Universidade Federal Rural da Amazônia Instituto de Ciências Agrárias (ICA) I- INTRODUÇÃO Plantas: Transformam energia luminosa em energia

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APLICAÇÃO TARDIA DE COBALTO, NA ABSCISÃO DE FLORES E COMPONENTES DE PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO COMUM (Vigna unguiculata).

AVALIAÇÃO DA APLICAÇÃO TARDIA DE COBALTO, NA ABSCISÃO DE FLORES E COMPONENTES DE PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO COMUM (Vigna unguiculata). AVALIAÇÃO DA APLICAÇÃO TARDIA DE COBALTO, NA ABSCISÃO DE FLORES E COMPONENTES DE PRODUTIVIDADE DO FEIJOEIRO COMUM (Vigna unguiculata). Rezanio Martins Carvalho (bolsista do PIBIC/CNPq), Fabiano André Petter

Leia mais

Rede de Pesquisa do Ovário Artificial

Rede de Pesquisa do Ovário Artificial Rede de Pesquisa do Ovário Artificial Coordenador Instituição Executora Vigência Número de pesquisadores envolvidos Projetos associados a Rede/Coordenadores Importância da tecnologia do ovário artificial

Leia mais

ASPECTO SANITÁRIO NA TRANSFERÊNCIA DE EMBRIÕES DE BOVINOS

ASPECTO SANITÁRIO NA TRANSFERÊNCIA DE EMBRIÕES DE BOVINOS ASPECTO SANITÁRIO NA TRANSFERÊNCIA DE EMBRIÕES DE BOVINOS PARRA, Bruno César PARRA, Brenda Silvia ZANGIROLAMI FILHO, Darcio BUENO, Ataliba Perina E-mail: brunocesarparra@hotmail.com Acadêmico da Associação

Leia mais

IN VITRO BRASIL S/A PD&I

IN VITRO BRASIL S/A PD&I IN VITRO BRASIL S/A PD&I Empresa Brasileira de produção in vitro de embriões bovinos, equinos e ovinos. Projetos de Pesquisa visando o desenvolvimento da empresa e a inovação tecnológica para o mercado

Leia mais

PERFIL METABÓLICO E ENDÓCRINO DE EQUÍDEOS

PERFIL METABÓLICO E ENDÓCRINO DE EQUÍDEOS PERFIL METABÓLICO E ENDÓCRINO DE EQUÍDEOS Autores: Thais de Oliveira Fortes (PIBIC/CNPq) 1, Francisco Armando de Azevedo Souza (Orientador) 2, Emília de Paiva Porto 2, Marcia Fornasieri Domingos 3 e-mail:

Leia mais

2) Observe o esquema. Depois, seguindo a numeração, responda às questões. C) Onde a urina é armazenada antes de ser eliminada do corpo?.

2) Observe o esquema. Depois, seguindo a numeração, responda às questões. C) Onde a urina é armazenada antes de ser eliminada do corpo?. Professor: Altemar Santos. Exercícios sobre os sistemas urinário (excretor), reprodutores masculino e feminino e fecundação para o 8º ano do ensino fundamental. 1) Analise o esquema: Identifica-se pelas

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA COLETA E ENVIO DE MATERIAL PARA LABORATÓRIO

PROCEDIMENTOS PARA COLETA E ENVIO DE MATERIAL PARA LABORATÓRIO PROCEDIMENTOS PARA COLETA E ENVIO DE MATERIAL PARA LABORATÓRIO 1 AVICULTURA COMERCIAL 1.1 Aves vivas para necropsia 1.1.1 Identificação: identificar empresa remetente, lote, tipo de exploração, linhagem,

Leia mais

Biologia. Natália Aguiar Paludetto

Biologia. Natália Aguiar Paludetto Biologia Natália Aguiar Paludetto Aula de hoje: Introdução à Biologia O que é? O que estuda? Como se organiza? Referência bibliográfica: Bio Volume Único, Sônia Lopes, editora Saraiva. Biologia estudo

Leia mais

VIABILIDADE PÓS CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES DE NOVILHAS NELORE SUPLEMENTADAS COM GORDURA PROTEGIDA RUMINAL

VIABILIDADE PÓS CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES DE NOVILHAS NELORE SUPLEMENTADAS COM GORDURA PROTEGIDA RUMINAL UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DEPARTAMENTO DE REPRODUÇÃO ANIMAL E RADIOLOGIA VETERINÁRIA VIABILIDADE PÓS CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES

Leia mais

O controle do crescimento e do desenvolvimento de um vegetal depende de alguns fatores:

O controle do crescimento e do desenvolvimento de um vegetal depende de alguns fatores: O controle do crescimento e do desenvolvimento de um vegetal depende de alguns fatores: Disponibilidade de luz Disponibilidade de água Nutrientes minerais Temperatura Um outro fator que regula o crescimento

Leia mais

VITRIFICAÇÃO E CONGELAÇÃO DE MÓRULAS E BLASTOCISTOS PRODUZIDOS IN VIVO EM BOS TAURUS E BOS INDICUS. Maria Clara Costa Mattos

VITRIFICAÇÃO E CONGELAÇÃO DE MÓRULAS E BLASTOCISTOS PRODUZIDOS IN VIVO EM BOS TAURUS E BOS INDICUS. Maria Clara Costa Mattos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DEPARTAMENTO DE REPRODUÇÃO ANIMAL E RADIOLOGIA VETERINÁRIA VITRIFICAÇÃO E CONGELAÇÃO DE MÓRULAS E BLASTOCISTOS

Leia mais

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS CALOR/FRIO

CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS CALOR/FRIO CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS CALOR/FRIO PROPRIEDADES TÉRMICAS DOS ALIMENTOS CONSERVAÇÃO DE ALIMENTOS Objetivos Inibir ou retardar o desenvolvimento microbiano e enzimático. Proteger e destruir os microrganismos.

Leia mais

BANCO DE SANGUE PAULISTA PROCEDIMENTO OPERACIONAL. DESCONGELAMENTO DE HEMOCOMPONENTES Pagina 1 de 5

BANCO DE SANGUE PAULISTA PROCEDIMENTO OPERACIONAL. DESCONGELAMENTO DE HEMOCOMPONENTES Pagina 1 de 5 DESCONGELAMENTO DE HEMOCOMPONENTES Pagina 1 de 5 1. OBJETIVO Realizar o descongelamento dos hemocomponentes criopreservados, de forma a preservar os seus constituintes, garantindo assim eficácia e a qualidade

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO OESTE CEO CURSO DE ZOOTECNIA BRUNO BARZOTTO ABDALLA

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO OESTE CEO CURSO DE ZOOTECNIA BRUNO BARZOTTO ABDALLA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR DO OESTE CEO CURSO DE ZOOTECNIA BRUNO BARZOTTO ABDALLA RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO: FERTILIZA EMBRYO TECNOLOGIA

Leia mais

EFEITO DO TRANSPORTE DE EMBRIÕES BOVINOS A LONGAS DISTÂNCIAS CULTIVADOS IN VITRO A FRESCO

EFEITO DO TRANSPORTE DE EMBRIÕES BOVINOS A LONGAS DISTÂNCIAS CULTIVADOS IN VITRO A FRESCO EFEITO DO TRANSPORTE DE EMBRIÕES BOVINOS A LONGAS DISTÂNCIAS CULTIVADOS IN VITRO A FRESCO Wilian Mortene da Silva 1 ; Amanda Thaine Stivam Martins²; Antonio Hugo Bezerra Colombo³; Fabio Luiz Bim Cavalieiri

Leia mais

TÍTULO: EFEITOS DA PROFUNDIDADE DE PLANTIO NA GERMINAÇÃO E PRODUÇÃO DE MASSA DO CAPIM BRAQUIARÃO ADUBADO NO PLANTIO

TÍTULO: EFEITOS DA PROFUNDIDADE DE PLANTIO NA GERMINAÇÃO E PRODUÇÃO DE MASSA DO CAPIM BRAQUIARÃO ADUBADO NO PLANTIO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: EFEITOS DA PROFUNDIDADE DE PLANTIO NA GERMINAÇÃO E PRODUÇÃO DE MASSA DO CAPIM BRAQUIARÃO ADUBADO

Leia mais

Qualidade de sementes de café produzidas na Fazenda Experimental de Três Pontas da EPAMIG Sul de Minas

Qualidade de sementes de café produzidas na Fazenda Experimental de Três Pontas da EPAMIG Sul de Minas Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, 10., 2013. Belo Horizonte Qualidade de sementes de café produzidas na Fazenda Experimental de Três Pontas da EPAMIG Sul de Minas Júlia Vaz Tostes Miluzzi

Leia mais

Processos de conservação de frutas e hortaliças pelo frio

Processos de conservação de frutas e hortaliças pelo frio Processos de conservação de frutas e hortaliças pelo frio EL36C TECNOLOGIA DE FRUTAS E HORTALIÇAS Profa. Roberta de Souza Leone Conservação de Alimentos Pelo Frio HISTÓRICO Método antigo Aplicação contínua

Leia mais

EFEITO DE DIFERENTES FORMAS DE PREPARO DO INÓCULO E DE CONCENTRAÇÕES DOS NUTRIENTES NA PRODUÇÃO DE ETANOL POR Saccharomyces cerevisiae UFPEDA 1238

EFEITO DE DIFERENTES FORMAS DE PREPARO DO INÓCULO E DE CONCENTRAÇÕES DOS NUTRIENTES NA PRODUÇÃO DE ETANOL POR Saccharomyces cerevisiae UFPEDA 1238 EFEITO DE DIFERENTES FORMAS DE PREPARO DO INÓCULO E DE CONCENTRAÇÕES DOS NUTRIENTES NA PRODUÇÃO DE ETANOL POR Saccharomyces cerevisiae UFPEDA 1238 Lima, D. A. (1), Luna, R. L. N. (1), Rocha, J. M. T. S.

Leia mais

Quatro grupos de pesquisadores paulistas. Marcadores da fertilização. tecnologia Pecuária y

Quatro grupos de pesquisadores paulistas. Marcadores da fertilização. tecnologia Pecuária y tecnologia Pecuária y Marcadores da fertilização Novas técnicas mapeiam a função de proteínas, carboidratos e lipídeos para obtenção de embriões bovinos de melhor qualidade Dinorah Ereno Quatro grupos

Leia mais

UNIFORMIZANDO A GERMINAÇÃO NA CULTURA DO CRAMBE (Crambe. abyssinica)

UNIFORMIZANDO A GERMINAÇÃO NA CULTURA DO CRAMBE (Crambe. abyssinica) UNIFORMIZANDO A GERMINAÇÃO NA CULTURA DO CRAMBE ( abyssinica) A busca por novas fontes alternativas de combustíveis tem despertado o interesse de agricultores para o cultivo de plantas com características

Leia mais

ANDRÉ DAYAN FATORES QUE INTERFEREM NA PRODUÇÃO DE EMBRIÕES BOVINOS MEDIANTE ASPIRAÇÃO FOLICULAR E FECUNDAÇÃO IN VITRO

ANDRÉ DAYAN FATORES QUE INTERFEREM NA PRODUÇÃO DE EMBRIÕES BOVINOS MEDIANTE ASPIRAÇÃO FOLICULAR E FECUNDAÇÃO IN VITRO ANDRÉ DAYAN FATORES QUE INTERFEREM NA PRODUÇÃO DE EMBRIÕES BOVINOS MEDIANTE ASPIRAÇÃO FOLICULAR E FECUNDAÇÃO IN VITRO Botucatu - SP 2001 2 ANDRÉ DAYAN FATORES QUE INTERFEREM NA PRODUÇÃO DE EMBRIÕES BOVINOS

Leia mais

NR-24 e 25. Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira Curso: Tecnólogo em Gestão Ambiental

NR-24 e 25. Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira Curso: Tecnólogo em Gestão Ambiental NR-24 e 25 Professora: Raquel Simas Pereira Teixeira Curso: Tecnólogo em Gestão Ambiental NR-24 Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho NR- 24 Determina as condições de higiene e conforto

Leia mais

SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO

SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO SISTEMA REPRODUTOR MASCULINO Anatomia Genitália externa: pênis e bolsa escrotal; Órgãos reprodutores internos: testículos culos, epidídimos dimos, ductos(deferente, ejaculador e uretra) e as glândulas

Leia mais

Composição centesimal de azeitonas e perfil de ácidos graxos de azeite de oliva de quatro cultivares de oliveira

Composição centesimal de azeitonas e perfil de ácidos graxos de azeite de oliva de quatro cultivares de oliveira Seminário de Iniciação Cientifica e Tecnológica, 8., 2011, Belo Horizonte Composição centesimal de azeitonas e perfil de ácidos graxos de azeite de oliva de quatro cultivares de oliveira Tatielle Custódio

Leia mais

CARTILHA DE INSTRUÇÃO PARA ACESSO AO PATRIMÔNIO GENÉTICO OU CONHECIMENTO TRADICIONAL ASSOCIADO

CARTILHA DE INSTRUÇÃO PARA ACESSO AO PATRIMÔNIO GENÉTICO OU CONHECIMENTO TRADICIONAL ASSOCIADO RENATA PINHEIRO GONZALES TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO 2011 CARTILHA DE INSTRUÇÃO PARA ACESSO AO PATRIMÔNIO GENÉTICO OU CONHECIMENTO TRADICIONAL ASSOCIADO RENATA PINHEIRO GONZALES PANORAMA DO CONHECIMENTO

Leia mais

Diapositivo 1. RL1 Raquel Lopes;

Diapositivo 1. RL1 Raquel Lopes; Biologia Humana 11º ano Escola Secundária Júlio Dinis Ovar BIOLOGIA HUMANA 11º ano TD Reprodução Humana??? raquelopes 09 raquelopes15@gmail.com RL1 Diapositivo 1 RL1 Raquel Lopes; 05-01-2009 Biologia Humana

Leia mais

31. Com relação aos principais componentes orgânicos celulares, assinale a afirmativa INCORRETA.

31. Com relação aos principais componentes orgânicos celulares, assinale a afirmativa INCORRETA. PASES 1 a ETAPA TRIÊNIO 2004-2006 1 o DIA GABARITO 1 19 BIOLOGIA QUESTÕES DE 31 A 40 31. Com relação aos principais componentes orgânicos celulares, assinale a afirmativa INCORRETA. a) Proteínas, quando

Leia mais

Prática 08 Determinação da Massa Molar da Ureia via Ebuliometria

Prática 08 Determinação da Massa Molar da Ureia via Ebuliometria UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT DEPARTAMENTO DE QUÍMICA DQMC Disciplina: Química Geral Experimental QEX0002 Prática 08 Determinação da Massa Molar da Ureia

Leia mais

Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Em Bovinos Leiteiros

Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Em Bovinos Leiteiros Gado de Leite 1/27 Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Em Bovinos Leiteiros Erick Fonseca de Castilho Doutor em Reprodução Animal (UFV/MG) efcmv@yahoo.com.br 2/27 Introdução PIB (pecuária): 21

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS

LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS P1-4º BIMESTRE 8º ANO FUNDAMENTAL II Aluno (a): Turno: Turma: Unidade Data: / /2016 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS Identificar as principais mudanças pelas quais o indivíduo passa

Leia mais

Alessandra Corallo Nicacio AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO APÓS A CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES BOVINOS PRODUZIDOS IN VITRO

Alessandra Corallo Nicacio AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO APÓS A CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES BOVINOS PRODUZIDOS IN VITRO Alessandra Corallo Nicacio AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO APÓS A CRIOPRESERVAÇÃO DE EMBRIÕES BOVINOS PRODUZIDOS IN VITRO São Paulo 2008 Alessandra Corallo Nicacio AVALIAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO APÓS A CRIOPRESERVAÇÃO

Leia mais

Tipos de propagação de plantas. Propagação de plantas. Propagação sexuada ou seminífera. Agricultura geral. Vantagens da propagação sexuada

Tipos de propagação de plantas. Propagação de plantas. Propagação sexuada ou seminífera. Agricultura geral. Vantagens da propagação sexuada Agricultura geral Propagação de plantas UFCG Campus Pombal Tipos de propagação de plantas Sexuada ou seminífera Sistema de propagação de plantas que envolve a união de gametas, gerando a semente que é

Leia mais

EFEITO DE SEVERIDADE E DANO CAUSADO PELO MÍLDIO DA CEBOLA

EFEITO DE SEVERIDADE E DANO CAUSADO PELO MÍLDIO DA CEBOLA EFEITO DE SEVERIDADE E DANO CAUSADO PELO MÍLDIO DA CEBOLA Jaqueline CARVALHO 1, Leandro L. MARCUZZO 2 1 Bolsista PIBITI/CNPq; 2 Orientador IFC-Campus Rio do Sul). Introdução A cebola (Allium cepa L.) é

Leia mais

USO DO FILTRO DE CELULOSE E PAPEL FILTRO PARA REDUÇÃO DO VOLUME DA SOLUÇÃO CRIOPROTETORA NA VITRIFICAÇÃO DE EMBRIÕES MURINOS RESUMO INTRODUÇÃO

USO DO FILTRO DE CELULOSE E PAPEL FILTRO PARA REDUÇÃO DO VOLUME DA SOLUÇÃO CRIOPROTETORA NA VITRIFICAÇÃO DE EMBRIÕES MURINOS RESUMO INTRODUÇÃO ARTIGO DE ORIGINAL ISSN 2238-1589 USO DO FILTRO DE CELULOSE E PAPEL FILTRO PARA REDUÇÃO DO VOLUME DA SOLUÇÃO CRIOPROTETORA NA VITRIFICAÇÃO DE EMBRIÕES MURINOS Willian Daniel Pessoa 1, Fabiane Aparecida

Leia mais

Ano Lectivo 2009/2010

Ano Lectivo 2009/2010 Ano Lectivo 2009/2010 Feito por: Carlos Grilo Caracteres sexuais primários e secundários.3 Sistema reprodutor masculino.4 Sistema reprodutor feminino.5 Ciclo ovário.5 Ciclo uterino.7 Fecundação 9 Caracteres

Leia mais

Célula Espermática: Projeto e desenvolvimento de objetos educacionais

Célula Espermática: Projeto e desenvolvimento de objetos educacionais Célula Espermática: Projeto e desenvolvimento de objetos educacionais Eneder Rosana Oberst - Faculdade de Veterinária Liane Margarida Rockenbach Tarouco - Pós-graduação em Informática da Educação Mary

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DO ICTIOPLÂNCTON NO MÉDIO RIO URUGUAI: INFLUÊNCIA DE VARIÁVEIS REGIONAIS E LOCAIS

DISTRIBUIÇÃO DO ICTIOPLÂNCTON NO MÉDIO RIO URUGUAI: INFLUÊNCIA DE VARIÁVEIS REGIONAIS E LOCAIS DISTRIBUIÇÃO DO ICTIOPLÂNCTON NO MÉDIO RIO URUGUAI: INFLUÊNCIA DE VARIÁVEIS REGIONAIS E LOCAIS ÍSIS TAMARA DE VLIEGER 1,2, DAVID AUGUSTO REYNALTE TATAJE 1,2 1 Universidade Federal da Fronteira Sul, campus

Leia mais

Biotecnologia da Reprodução. Inseminação artificial. Transferência de embriões. Produção de animais transgênicos. Clonagem Cultura de células-tronco

Biotecnologia da Reprodução. Inseminação artificial. Transferência de embriões. Produção de animais transgênicos. Clonagem Cultura de células-tronco 23/07/12 Produção e Manipulação de Pré-embriões Inseminação artificial Fertilização in vitro Biotecnologia da Reprodução Produção de animais transgênicos Biopsia de embrião Determinação genética pré-implante

Leia mais

EXERCÌCIOS GLOBAIS. - as células 3 são duas vezes mais numerosas do que as 2; - as células 4 são duas vezes mais numerosas do que as 3;

EXERCÌCIOS GLOBAIS. - as células 3 são duas vezes mais numerosas do que as 2; - as células 4 são duas vezes mais numerosas do que as 3; EXERCÌCIOS GLOBAIS 1. Atente às figuras 1 e 2 e responda às questões que se seguem: A fig.1 mostra um corte esquemático de uma estrutura estudada e a sua análise mostra que: - as células 3 são duas vezes

Leia mais

Agricultura geral. de plantas. UFCG Campus Pombal

Agricultura geral. de plantas. UFCG Campus Pombal Agricultura geral Propagação de plantas UFCG Campus Pombal Tipos de propagação de plantas Sexuada ou seminífera Sistema de propagação de plantas que envolve a união de gametas, gerando a semente que é

Leia mais

Água A superfície da Terra é constituída de três quartos de água, cerca de 70%, a maior parte está concentrada nos oceanos e mares, cerca de 97,5%, o

Água A superfície da Terra é constituída de três quartos de água, cerca de 70%, a maior parte está concentrada nos oceanos e mares, cerca de 97,5%, o A química da Vida Água A superfície da Terra é constituída de três quartos de água, cerca de 70%, a maior parte está concentrada nos oceanos e mares, cerca de 97,5%, o restante 2,5% está concentrado em

Leia mais

TÍTULO: SEXAGEM FETAL:DIAGNÓTICO DO SEXO DO FETO POR REAÇÃO EM CADEIA DE POLIMERASE (PCR)

TÍTULO: SEXAGEM FETAL:DIAGNÓTICO DO SEXO DO FETO POR REAÇÃO EM CADEIA DE POLIMERASE (PCR) TÍTULO: SEXAGEM FETAL:DIAGNÓTICO DO SEXO DO FETO POR REAÇÃO EM CADEIA DE POLIMERASE (PCR) CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: BIOMEDICINA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

TRATAMENTO DE ÁGUA: SISTEMA FILTRO LENTO ACOPLADO A UM CANAL DE GARAFFAS PET

TRATAMENTO DE ÁGUA: SISTEMA FILTRO LENTO ACOPLADO A UM CANAL DE GARAFFAS PET TRATAMENTO DE ÁGUA: SISTEMA FILTRO LENTO ACOPLADO A UM CANAL DE GARAFFAS PET Maick Sousa Almeida (1); Anderson Oliveira de Sousa (1); Ana Paula Araújo Almeida (2) (1) Universidade Estadual da Paraíba;

Leia mais

1 Corte em seres humanos 2 Diferenças entre os sexos 2.1 Sistema reprodutor masculino 2.2 Sistema reprodutor feminino 3 Fecundação 3.

1 Corte em seres humanos 2 Diferenças entre os sexos 2.1 Sistema reprodutor masculino 2.2 Sistema reprodutor feminino 3 Fecundação 3. 1 Corte em seres humanos 2 Diferenças entre os sexos 2.2 Sistema reprodutor feminino 3 Fecundação 3.1 Gêmeos 4 Gestação e nascimento 5 Gravidez na adolescência e sexo responsável 5.1 Métodos contraceptivos

Leia mais

O movimento da água e dos solutos nas plantas

O movimento da água e dos solutos nas plantas O movimento da água e dos solutos nas plantas A água Princípios do movimento da Água O movimento da água em qualquer sistema é governado por 3 processos: Difusão Osmose Fluxo de massa; Osmose glicose Membrana

Leia mais

Sistema reprodutor masculino e feminino: origem, organização geral e histologia

Sistema reprodutor masculino e feminino: origem, organização geral e histologia Sistema reprodutor masculino e feminino: origem, organização geral e histologia CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS DOS SISTEMAS TEGUMENTAR, LOCOMOTOR E REPRODUTOR Profa. Msc. Ângela Cristina Ito Sistema reprodutor

Leia mais

Descrever o procedimento para realização do monitoramento da ETE no Porto de Itajaí.

Descrever o procedimento para realização do monitoramento da ETE no Porto de Itajaí. 1 Objetivo Descrever o procedimento para realização do monitoramento da ETE no Porto de Itajaí. 2 Abrangência Este procedimento se aplica a todas as áreas e colaboradores enquadrados no perímetro de abrangência

Leia mais

Colheita e Avaliação Seminal

Colheita e Avaliação Seminal UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ FACULDADE DE VETERINÁRIA BIOTECNOLOGIA DA REPRODUÇÃO ANIMAL Colheita e Avaliação Seminal Vicente José de F. Freitas Laboratório de Fisiologia e Controle da Reprodução www.uece.br/lfcr

Leia mais

Bloco X- Testes- Células germinativas

Bloco X- Testes- Células germinativas Bloco X- Testes- Células germinativas 1) Das células progenitoras dos gametas podemos afirmar: I. São haplóides e migram para as gônadas em desenvolvimento II. São chamadas células germinativas primordiais

Leia mais

Processos de troca entre a célula e o meio externo

Processos de troca entre a célula e o meio externo Processos de troca entre a célula e o meio externo 3 categorias Processos passivos ocorrem sem gasto de energia: difusão, difusão facilitada e osmose Processos ativos ocorrem com gasto de energia: bomba

Leia mais

SELEÇÃO DE REPRODUTORES PARA A UTILIZAÇÃO DA PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES VITRIFICADOS

SELEÇÃO DE REPRODUTORES PARA A UTILIZAÇÃO DA PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES VITRIFICADOS SELEÇÃO DE REPRODUTORES PARA A UTILIZAÇÃO DA PRODUÇÃO IN VITRO DE EMBRIÕES VITRIFICADOS Orivaldo Rodrigues de Oliveira 1 ; Francisca Elda Ferreira Dias 2 ; Andréa Azevedo Pires de Castro 3. 1 Aluno do

Leia mais

TD de Revisão de Biologia- 9º ano- 4ª etapa Profa: Ana Gardênia Assunto: Mitose e Meiose

TD de Revisão de Biologia- 9º ano- 4ª etapa Profa: Ana Gardênia Assunto: Mitose e Meiose TD de Revisão de Biologia- 9º ano- 4ª etapa Profa: Ana Gardênia Assunto: Mitose e Meiose 1. A interfase é definida como o período que antecede as divisões celulares. Sobre este processo, responda: a) Qual

Leia mais

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA AUTOR(ES): CHRISTIANE RAYSSA MIGUEL

CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO NEWTON PAIVA AUTOR(ES): CHRISTIANE RAYSSA MIGUEL TÍTULO: QUANTIFICAÇÃO DE AMOSTRAS DE MONOÉSTERES ETÍLICOS POR ESPECTROMETRIA NO INFRAVERMELHO: UMA AVALIAÇÃO EXPERIMENTAL APLICADA ÀS MISTURAS COMERCIAIS DE PETRODIESEL E BIODIESEL. CATEGORIA: EM ANDAMENTO

Leia mais

CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS SERES VIVOS PROF. PANTHERA

CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS SERES VIVOS PROF. PANTHERA CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS SERES VIVOS PROF. PANTHERA COMPOSIÇÃO QUÍMICA COMPLEXA Está representada por: Substâncias inorgânicas: água e sais minerais. Substâncias orgânicas (possuem o carbono como elemento

Leia mais

Apesar da diversidade, muitas semelhanças! CAPÍTULO II SISTEMA DE ENSINO POLIEDRO PROFESSORA VANESSA GRANOVSKI

Apesar da diversidade, muitas semelhanças! CAPÍTULO II SISTEMA DE ENSINO POLIEDRO PROFESSORA VANESSA GRANOVSKI Apesar da diversidade, muitas semelhanças! CAPÍTULO II SISTEMA DE ENSINO POLIEDRO PROFESSORA VANESSA GRANOVSKI Características gerais dos seres vivos... Os seres vivos reagem a estímulos. Características

Leia mais

FUNDAÇÃO DE APOIO A PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO - FUNEP

FUNDAÇÃO DE APOIO A PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO - FUNEP UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS CAMPUS DE JABOTICABAL Página 1 de 5 RELATÓRIO DE ANÁLISE CARACTERIZAÇÃO DE GOTAS PRODUZIDAS POR BICO DE PULVERIZAÇÃO EM DIFERENTES

Leia mais

Curso Teórico e Prático DIAGNÓSTICO POR ULTRASSONOGRAFIA NA REPRODUÇÃO BOVINA E EQUINA

Curso Teórico e Prático DIAGNÓSTICO POR ULTRASSONOGRAFIA NA REPRODUÇÃO BOVINA E EQUINA Curso Teórico e Prático DIAGNÓSTICO POR ULTRASSONOGRAFIA NA REPRODUÇÃO BOVINA E EQUINA Prof. Dr. José Carlos de Andrade Moura 07 a 12 de novembro de 2016 Trata-se de uma atividade que tem por objetivo

Leia mais

RESSALVA. Atendendo solicitação do autor, o texto completo desta tese será disponibilizado somente a partir de 28/07/2016.

RESSALVA. Atendendo solicitação do autor, o texto completo desta tese será disponibilizado somente a partir de 28/07/2016. RESSALVA Atendendo solicitação do autor, o texto completo desta tese será disponibilizado somente a partir de 28/07/2016. UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JULIO DE MESQUITA FILHO FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA

Leia mais

Transporte através da Membrana Plasmática. CSA Colégio Santo Agostinho BIOLOGIA 1º ano Ensino Médio Professor: Wilian Cosme Pereira

Transporte através da Membrana Plasmática. CSA Colégio Santo Agostinho BIOLOGIA 1º ano Ensino Médio Professor: Wilian Cosme Pereira Transporte através da Membrana Plasmática CSA Colégio Santo Agostinho BIOLOGIA 1º ano Ensino Médio Professor: Wilian Cosme Pereira A membrana plasmática é formada por 2 camadas ( Bicamada ) de lipídios

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA

PROGRAMA DE DISCIPLINA PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: Bovinocultura de Corte e Leite Código: VET244 Curso: Medicina Veterinária Semestre de oferta: 7 p Faculdade responsável: Medicina Veterinária Programa em vigência a partir

Leia mais

In vitro bovine embryo dévelopment after one step criopreservation, using ethylene glycol plus sucrose. Resumo. Introdução

In vitro bovine embryo dévelopment after one step criopreservation, using ethylene glycol plus sucrose. Resumo. Introdução http://dx.doi.org/10.4322/rbcv.2015.104 68 Desenvolvimento embrionário in vitro de embriões bovinos após a criopreservação pelo método one step, utilizando o etilenoglicol associado com a sacarose* In

Leia mais

TÍTULO: LEVANTAMENTO DE BRIÓFITAS NA VEGETAÇÃO DO MUNICÍPIO DE BAURU-SP

TÍTULO: LEVANTAMENTO DE BRIÓFITAS NA VEGETAÇÃO DO MUNICÍPIO DE BAURU-SP Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: LEVANTAMENTO DE BRIÓFITAS NA VEGETAÇÃO DO MUNICÍPIO DE BAURU-SP CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA:

Leia mais

Investigação desenvolvida. Biocombustíveis. Universidade de Trás os Montes e Alto Douro Workshop sobre Biocombustíveis Sustentáveis

Investigação desenvolvida. Biocombustíveis. Universidade de Trás os Montes e Alto Douro Workshop sobre Biocombustíveis Sustentáveis Universidade de Trás os Montes e Alto Douro Workshop sobre Biocombustíveis Sustentáveis Investigação desenvolvida Vila Real 8 junho 2016 Biocombustíveis OBJETIVOS E MOTIVAÇÃO Redução das emissões de gases

Leia mais