Workshop Alinhamento. Junho 2009

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Workshop Alinhamento. Junho 2009"

Transcrição

1 Workshop Alinhamento Junho 2009

2 Mini-censo Educação Atuar em parceria não é novidade para associados que praticam seu ISP na área da Educação na própria execução de seus programas recebendo aportes de diferentes tipos de parceiros Fundações ou institutos nacionais Fundações, institutos ou organizações internacionais Empresas Órgãos governamentais ONGs / OSCs Universidades / Instituições de pesquisa apoiando parceiros com recursos economicos e técnicos Instituições de ensino (Creches, Escolas etc.) Universidades / Instituições de pesquisa ONGs, OSC, Organizações de base comunitária Movimentos e campanhas / redes sociais Indivíduos (pesquisadores, profissionais, estudantes etc.) Órgãos governamentais

3 Forma de atuação na área da Educação Q2 - Como o Associado realiza seu investimento social na área de Educação? PROJETOS PRÓPRIOS ( ) executando diretamente (sozinho ou em parceria com outros investidores sociais) projetos/programas desenvolvidos pelo próprio Associado, ainda que com assessoria de terceiros na fase de concepção. ( ) viabilizando financeira e/ou tecnicamente (sozinho ou em parceria com outros investidores sociais) projetos/programas desenvolvidos pelo próprio Associado, ainda que executados por terceiros. PROJETOS DE TERCEIROS ( ) apoiando com recursos financeiros e/ou técnicos (como único mantenedor ou juntamente com outros investidores sociais) projetos/programas concebidos e executados por outras instituições. ( ) aportando recursos (como único mantenedor ou juntamente com outros investidores sociais) projetos/programas propostos por terceiros, responsáveis por sua concepção e execução Q1 COMO ATUA? EXECUTA DIRETAMENTE PROJETOS PROPRIOS VIABILIZA TECNICA E FINANCEIRAMENTE PROGRAMAS PRÓPRIOS TOTAL 11 61% 12 67% APENA S 6 Q 2 APOIA PROJETOS CONCEBIDOS E EXECUTADOS POR TERCEIROS APORTA RECURSOS A PROPOSTAS DE TERCEIROS % 4 22% 1

4 Perfil das parcerias na área da Educação Q3 - Ao investir em programas/projetos na área de Educação, com que tipo de entidades o Associado estabelece parcerias para viabilizar a realização de tais ações? Q 1 Q 3 TIPO DE PARCEIRO Fundações ou institutos nacionais Fundações, institutos ou organizações internacionais Empresas Órgãos governamentais ONGs / OSCs Universidades / Instituições de pesquisa TIPO DE RECURSO APORTADO PELO PARCEIRO financeiros % técnicos / know-how % materiais / infraestrutura % financeiros % técnicos / know-how % materiais / infraestrutura % financeiros % técnicos / know-how % materiais / infraestrutura % financeiros % técnicos / know-how % materiais / infraestrutura % financeiros % técnicos / know-how % materiais / infraestrutura % financeiros % técnicos / know-how % materiais / infraestrutura % NÃO ATU A

5 Síntese da atuação em parceria na Educação PARCEIROS QUE APORTAM RECURSOS Q 1 SINTESE DA ATUAÇÃO EM PARCERIA Fundações ou institutos nacionais Fundações, institutos ou organizações internacionais S S S S S S N S N S S N S S S N 12 67% N S N S N S N S N N N N S S S N 7 39% Empresas S S S S S N N S S N S N N N S N 9 50% Atua em parceria Órgãos governamentais S N S S S N S S S S N N N S S S 11 61% ONGs / OSCs S S S S S S S S S S S S N S S N 14 78% Universidades N S S S S S N S N S N N S S S N 10 56% Total ATUA EM PARCERIA S S S S S S S S S S S S S S S S 16 89% Financeiros S S S S S S S S S S S S S S S N 15 83% Como Técnicos / know-how S S S S S S N S S S S S S S S N 14 78% Materiais / infraestrutura S S N S S S S S S S S S S S S S 15 83%

6 Perfil das parcerias na área da Educação Q4 - Ao investir em programas/projetos na área de Educação, que tipo de entidades recebe os recursos investidos pelo Associado para a realização de projetos próprios? E para a realização de projetos de terceiros?

7 Síntese da atuação em parceria na Educação PARCEIROS QUE RECEBEM RECURSOS

8 Estratégias de investimento na Educação Q8 - Quais critérios o Associado levou em conta ao desenhar sua estratégia de investimento social na área de Educação? ( ) Temático (ex: Educação para questões de Meio Ambiente, Saúde etc.) ( ) Geográfico (ex: entorno das unidades de produção etc.) ( ) Segmento populacional (ex: extrema pobreza, grupos minoritários) Q1 TEMÁTICO % GEOGRÁFICO % SEGMENTO OUTRO (nivel educacional superior, niveis de ensino, expertise da mantenedora.foco em inserção de Q 8 jovens no mercado de trabalho) % 8 44%

9 Critérios considerados na ação em Educação Q9 - Que outros indicadores são considerados na seleção dos segmentos populacionais a serem beneficiados pelas ações na área da Educação? Q1 Indicadores educacionais Indicadores oferta serviço público Vulnerabilidade social Mercado de trabalho Grau de organização comunitária 5 5 Proximidade às instalações da empresa Demandas identificadas por colaboradores 7 7 Demandas colocadas pela comunidade Motivação pessoal 9 Outro (Demandas das pelas escolas públicas / SME, Avaliações internacionais, Indicadores socioeconômicos -IDH, $ Q9 Públicos Municipais, etc.) % 4 22% 11 61% 4 22% 2 11% 12 67% 2 11% 7 39% 1 6% 2 11%

10 Ações complementares na Educação Q5 - Quais dessas estratégias o Associado utiliza ao desenvolver sua ação social na área da Educação?

11 Síntese das ações complementares na Educação

12 TICs na Educação Tendencias e beneficiários Q 17 Já atuamos e continuaremos atuando Atuamos no passado mas não pretendemos continuar Não atuamos hoje mas temos planos concretos para atuar em breve 3 Não atuamos nem estamos considerando atuar no curto/médio-prazo 4 4 Outra % 0 0% 1 6% 2 11% 2 11% Q 18 Professores Alunos Gestores Outros: equipe técnica, secretaria, avaliação e gestão % 9 50% 10 56% 4 22%

13 TICs na Eduducação - Estratégias Produção de conteúdo Desenvolvimento de metodologias/software Doação/Provisão de equipamentos/instalações Fornecimento/viabilização de manutenção/suporte Fornecimento/provisão de acesso/conexão % 5 28% 4 22% 3 17% 4 22% Q 19 Formação/capacitação Outros: apoio ensinoaprendizagem, avaliação e gestão % 2 11%

14 Mini-censo Educação Estratégias de ação Foco Temático - Foco Geográfico - Foco Segmento populacional Critérios para a decisão são convergentes Indicadores educacionais, oferta de serviço público e de vulnerabilidade Mercado de trabalho e grau de organização comunitária Proximidade às instalações da empresa Ações promovidas são diversificadas e complementares Promove trabalho voluntário /cede pessoal próprio para organizações sociais Entrega prêmios Realiza campanhas de mobilização Articula ações de advocacy Reune parceiros e investe em seu desenvolvimento institucional Recursos e metodologias podem ser compartilhados TICs na Educação

Investimento Social Privado no Brasil. CONSOCIAL/CORES Marcos Kisil 22 de novembro de 2017

Investimento Social Privado no Brasil. CONSOCIAL/CORES Marcos Kisil 22 de novembro de 2017 Investimento Social Privado no Brasil CONSOCIAL/CORES Marcos Kisil idis@idis.org.br 22 de novembro de 2017 1 O que é Investimento Social Privado? Investimento social privado é a alocação voluntária e estratégica

Leia mais

Evolução dos investimentos sociais: 2007 a 2016

Evolução dos investimentos sociais: 2007 a 2016 1 2 3 4 Evolução dos investimentos sociais: 2007 a 2016 5 Evolução dos investimentos sociais: 2007 a 2016 Média anual dos investimentos sociais 2007 a 2011: R$ 2,3 bilhões 6 2012 a 2016: R$ 2,8 bilhões

Leia mais

Rede Mobilizadores. Elaboração de Projetos Sociais: aspectos gerais

Rede Mobilizadores. Elaboração de Projetos Sociais: aspectos gerais Atividade Final: Elaboração de Pré-Projeto Aluno: Maurício Francheschis Negri 1 Identificação do Projeto Rede Mobilizadores Elaboração de Projetos Sociais: aspectos gerais Um dia na escola do meu filho:

Leia mais

Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro ABRH-RJ TI`

Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro ABRH-RJ TI` Associação Brasileira de Recursos Humanos do Rio de Janeiro ABRH-RJ A ABRH-RJ A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-RJ), fundada há 51 anos, congrega profissionais e organizações que acreditam

Leia mais

Como Programa de Voluntariado Empresarial reforça ou poderia ser criado para apoiar iniciativas de Valor Compartilhado?

Como Programa de Voluntariado Empresarial reforça ou poderia ser criado para apoiar iniciativas de Valor Compartilhado? 03/08/2016 Como Programa de Voluntariado Empresarial reforça ou poderia ser criado para apoiar iniciativas de Valor Compartilhado? GRUPO 1: mediado por Marcela Marchi 1)Programa de Voluntariado como ferramenta

Leia mais

FUNDAÇÃO ESPAÇO ECO. Organização sem fins lucrativos (OSCIP), instituída pela BASF em 2005, com apoio da GIZ (agência do governo alemão)

FUNDAÇÃO ESPAÇO ECO. Organização sem fins lucrativos (OSCIP), instituída pela BASF em 2005, com apoio da GIZ (agência do governo alemão) FUNDAÇÃO ESPAÇO ECO Organização sem fins lucrativos (OSCIP), instituída pela BASF em 2005, com apoio da GIZ (agência do governo alemão) Com gestão autônoma, atende empresas e governos com consultoria em

Leia mais

Programa Copa 2014 na Bahia. Projeto Legados Sociais para Copa 2014

Programa Copa 2014 na Bahia. Projeto Legados Sociais para Copa 2014 Programa Copa 2014 na Bahia Projeto Legados Sociais para Copa 2014 PROGRAMA COPA 2014 NA BAHIA Missão Assegurar, em nome do Governo do Estado, a realização com pleno êxito, da Copa das Confederações 2013

Leia mais

Produz: Açúcar, Etanol, Energia Elétrica, Levedura e Derivados (Biorigin)

Produz: Açúcar, Etanol, Energia Elétrica, Levedura e Derivados (Biorigin) Zilor Estratégias de Retenção e Desenvolvimento Sobre a Zilor Industria de energia e alimentos que transforma recursos agrícolas e naturais de maneira sustentável, comprometida com o desenvolvimento social

Leia mais

SUSTENTABILIDADE DAS UC: engajamento da sociedade civil para boa gestão

SUSTENTABILIDADE DAS UC: engajamento da sociedade civil para boa gestão SUSTENTABILIDADE DAS UC: engajamento da sociedade civil para boa gestão sos mata atlântica Missão e o SNUC como uma política prioritária para a SOS Mata Atlântica 1988, iniciativas no bioma da Mata Atlântica

Leia mais

20 a 22 de setembro de 2015 JOINVILLE / SC

20 a 22 de setembro de 2015 JOINVILLE / SC 20 a 22 de setembro de 2015 JOINVILLE / SC APRESENTAÇÃO O Encontro Econômico Brasil-Alemanha corresponde ao evento mais importante da agenda bilateral dos dois países. Ele reúne autoridades governamentais

Leia mais

Investimento Social no Entorno do Cenpes. Edson Cunha - Geólogo (UERJ) Msc. em Sensoriamento Remoto (INPE)

Investimento Social no Entorno do Cenpes. Edson Cunha - Geólogo (UERJ) Msc. em Sensoriamento Remoto (INPE) Investimento Social no Entorno do Cenpes Edson Cunha - Geólogo (UERJ) Msc. em Sensoriamento Remoto (INPE) MBA em Desenvolvimento Sustentável (Universidade Petrobras) Abril / 2010 PETR ROBRAS RESPONSABILIDADE

Leia mais

1 - Nome do projeto ou do programa de sustentabilidade ou responsabilidade social:

1 - Nome do projeto ou do programa de sustentabilidade ou responsabilidade social: PRÊMIO ABF-AFRAS DESTAQUE SUSTENTABILIDADE2013 FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Categoria Franqueado Dados da empresa Razão Social: VM Gonçalves da Silva e Silva Nome Fantasia: CEBRAC Data de fundação: 10-01-2000

Leia mais

PERSPECTIVAS DOS INVESTIDORES. sobre Private Equity e Venture Capital no Brasil

PERSPECTIVAS DOS INVESTIDORES. sobre Private Equity e Venture Capital no Brasil PERSPECTIVAS DOS INVESTIDORES sobre Private Equity e Venture Capital no Brasil A Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital é uma entidade sem fins lucrativos, em atividade desde o ano

Leia mais

PERÍODO DE 31 DE OUTUBRO DE 2014 A 31 DE OUTUBRO DE A quem interessar possa,

PERÍODO DE 31 DE OUTUBRO DE 2014 A 31 DE OUTUBRO DE A quem interessar possa, PERÍODO DE 31 DE OUTUBRO DE 2014 A 31 DE OUTUBRO DE 2016 A quem interessar possa, A cidade de Porto Alegre destaca-se nacionalmente por sua atuação em redes globais e regionais de cidades. Nosso ativo

Leia mais

Relatório Anual. Associaçao Crista de Osasco-Centro Social Carisma

Relatório Anual. Associaçao Crista de Osasco-Centro Social Carisma Resumo da ONG Os projetos do Centro Social têm como fundamento e importância o desenvolvimento de ações no campo da prevenção. Nossa atuação é orientada no sentido de promover a articulação entre as famílias

Leia mais

Avaliação de Projeto Sociais no Terceiro Setor. Para onde vamos? Daniel Brandão

Avaliação de Projeto Sociais no Terceiro Setor. Para onde vamos? Daniel Brandão Avaliação de Projeto Sociais no Terceiro Setor Para onde vamos? Daniel Brandão Projeto Avaliação Instituto Fonte e Fundação Itaú Social Parcerias: Instituto Paulo Montenegro IBOPE (2009) TNS InterScience

Leia mais

ANEXO III PROJETO DE TRABALHO TÉCNICO SOCIAL

ANEXO III PROJETO DE TRABALHO TÉCNICO SOCIAL Timbre da Proponente (Prefeitura, quando o proponente for o poder municipal) ANEXO III PROJETO DE TRABALHO TÉCNICO SOCIAL 1. IDENTIFICAÇÃO Programa: Ação/Modalidade: Empreendimento: Localização/Município:

Leia mais

Após 26 anos de história, como está a EdC no. Brasil e no mundo? GO BEYOND

Após 26 anos de história, como está a EdC no. Brasil e no mundo? GO BEYOND Após 26 anos de história, como está a EdC no Brasil e no mundo? GO BEYOND ECONOMIA DE COMUNHÃO NO MUNDO ESTÁ PRESENTE EM 80 PAÍSES DO MUNDO E 811 EMPRESAS NO MUNDO QUE ADEREM AO PROJETO: 463 na Europa

Leia mais

O papel da iniciativa privada no desenvolvimento da gestão pública brasileira

O papel da iniciativa privada no desenvolvimento da gestão pública brasileira O papel da iniciativa privada no desenvolvimento da gestão pública brasileira CONTEXTO BRASIL 1970 90 milhões de habitantes 2010 190 milhões de habitantes... Temos feito muito, mas não o suficiente...

Leia mais

O desenvolvimento do Planejamento Estratégico está dividido em 5 fases principais até a sua conclusão: Figura 1 - Fases do Planejamento Estratégico

O desenvolvimento do Planejamento Estratégico está dividido em 5 fases principais até a sua conclusão: Figura 1 - Fases do Planejamento Estratégico O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO A Assessoria de Planejamento (ASPLAN) está se dedicando à elaboração do Planejamento Estratégico da SEDESE. Este projeto surge como uma demanda do Secretário André Quintão para

Leia mais

Webinar HOPER Lançamento Análise Setorial da Educação Superior Privada Brasil

Webinar HOPER Lançamento Análise Setorial da Educação Superior Privada Brasil 1 2 Webinar HOPER Lançamento Análise Setorial da Educação Superior Privada Brasil - 2016 A Análise Setorial da Educação Superior Privada, elaborada pela Hoper Educação, está em sua nona edição e traz informações

Leia mais

Título. Diretrizes de Investimento Social Privado desenvolvida pela AMAGGI

Título. Diretrizes de Investimento Social Privado desenvolvida pela AMAGGI Título Diretrizes de Investimento Social Privado desenvolvida pela AMAGGI Nossos números em 2015 30.004 pessoas beneficiadas diretamente 13 municípios atendidos 18 colaboradores diretos e 01 indireto (cedido

Leia mais

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO

OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO OPORTUNIDADE DE NEGÓCIO OPORTUNO: MOMENTO ADEQUADO, A TEMPO, PRÓPRIO PARA ALGO. IDADE: MOMENTO, OCASIÃO ADEQUADA, EXPERIÊNCIA, SABEDORIA. OPORTUNIDADE: MOMENTO (E/OU OCASIÃO) ADEQUADO PARA A REALIZAÇÃO

Leia mais

II FORMULÁRIO PARA MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE VOLTADOS A PROJETOS DE RESPOSTA A AMEAÇAS IMEDIATAS

II FORMULÁRIO PARA MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE VOLTADOS A PROJETOS DE RESPOSTA A AMEAÇAS IMEDIATAS II FORMULÁRIO PARA MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE VOLTADOS A PROJETOS DE RESPOSTA A AMEAÇAS IMEDIATAS Com o objetivo de auxiliar no preenchimento deste documento de Manifestação de Interesse, o Centro de Agricultura

Leia mais

RELATÓRIO DE INDICADORES ANUAL 2013

RELATÓRIO DE INDICADORES ANUAL 2013 RELATÓRIO DE INDICADORES ANUAL 2013 Pacajus 2014 ABERTURA O IEP- Instituto de Educação Portal apresenta nesse relatório os principais indicadores de resultados na área educacional e financeira no ano de

Leia mais

PLANO DE AÇÃO REALIZADO 2010

PLANO DE AÇÃO REALIZADO 2010 PLANO DE AÇÃO REALIZADO 2010 Plenamente Realizado Parcialmente Realizado Não Realizado Relacionamento Núcleo Regional de Campinas Núcleos Regionais RJ e RS Núcleo Regional da BA Eventos com novos Plano

Leia mais

São Paulo Brasil, 31 de maio de 2017

São Paulo Brasil, 31 de maio de 2017 São Paulo Brasil, 31 de maio de 2017 Cidade de São José dos Campos População: quase 700.000 habitantes (IBGE/2015) 7 ª cidade mais populosa do estado de SP 27 ª Cidade mais populosa do país IDH-M = 0,807

Leia mais

Inclusão Digital. Alberto Felipe Friedrichs Barros

Inclusão Digital. Alberto Felipe Friedrichs Barros Inclusão Digital Alberto Felipe Friedrichs Barros Em um cenário globalizado, as tecnologias da informação ganham cada vez mais prestígio e sua utilização está presente em vários segmentos sociais As TIC

Leia mais

CADERNO DE ORIENTAÇÕES

CADERNO DE ORIENTAÇÕES CADERNO DE ORIENTAÇÕES COMO ELABORAR UM PROJETO DE PROTAGONISMO JUVENIL PROTAGONISMO JUVENIL, O QUE É? O Protagonismo Juvenil, enquanto modalidade de ação educativa, é a criação de espaços e condições

Leia mais

AVALIAÇÃO, MONITORAMENTO E IMPACTO NO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO EMPRESARIAL: TEORIA E PRÁTICA

AVALIAÇÃO, MONITORAMENTO E IMPACTO NO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO EMPRESARIAL: TEORIA E PRÁTICA AVALIAÇÃO, MONITORAMENTO E IMPACTO NO PROGRAMA DE VOLUNTARIADO EMPRESARIAL: TEORIA E PRÁTICA ENCONTRO DO GRUPO DE ESTUDOS DE VOLUNTARIADO EMPRESARIAL 25 de novembro de 2014 Lilian Paparella Pedro Dias

Leia mais

É um projeto da sociedade, uma Política Pública de Qualidade (PPQ), focada na escola, na promoção e no acompanhamento do ensino e da aprendizagem.

É um projeto da sociedade, uma Política Pública de Qualidade (PPQ), focada na escola, na promoção e no acompanhamento do ensino e da aprendizagem. É um projeto da sociedade, uma Política Pública de Qualidade (PPQ), focada na escola, na promoção e no acompanhamento do ensino e da aprendizagem. Está pautada no compromisso, no diálogo, no planejamento

Leia mais

Impacto social no varejo - GPA

Impacto social no varejo - GPA Impacto social no varejo - GPA Um impacto na sociedade pelas características da operação + 1000 lojas espalhadas pelo Brasil 5 milhões de clientes por semana 100 500 colaboradores 40% dos nossos colaboradores

Leia mais

Projeto Movimento ODM Brasil 2015 Título do Projeto

Projeto Movimento ODM Brasil 2015 Título do Projeto Título do Projeto Desenvolvimento de capacidades, de justiça econômica sustentável e promoção de boas práticas para alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio no Brasil. Concepção Estabelecimento

Leia mais

RESUMO DO ENCONTRO SOBRE DIAGNÓSTICO

RESUMO DO ENCONTRO SOBRE DIAGNÓSTICO RESUMO DO ENCONTRO SOBRE DIAGNÓSTICO OBJETIVOS DO GRUPO DE ESTUDOS Aprimorar a prática do voluntariado empresarial no Brasil através da construção coletiva de conhecimento e ferramentas entre as empresas

Leia mais

Instituto Pobres Servos da Divina Providência - Centro Educacional e Social de Marituba

Instituto Pobres Servos da Divina Providência - Centro Educacional e Social de Marituba Instituto Pobres Servos da Divina Providência - Centro Educacional e Social de Marituba Relatório Social Marituba Pa Ano 2016 CNPJ/MF 92.726.819/0013-91 O presente relatório apresenta as ações, programas

Leia mais

ENSINO MÉDIO. Qualidade e Equidade: RESULTADOS PRELIMINARES AVANÇOS E DESAFIOS EM QUATRO ESTADOS: (CE, PE, SP, GO)

ENSINO MÉDIO. Qualidade e Equidade: RESULTADOS PRELIMINARES AVANÇOS E DESAFIOS EM QUATRO ESTADOS: (CE, PE, SP, GO) ENSINO MÉDIO Qualidade e Equidade: AVANÇOS E DESAFIOS EM QUATRO ESTADOS: (CE, PE, SP, GO) RESULTADOS PRELIMINARES Sobre a pesquisa Sobre a pesquisa O debate sobre ensino médio está centrado... É preciso

Leia mais

ACSA COMERCIAL DE BENS & CONSULTORIA EMPRESARIAL

ACSA COMERCIAL DE BENS & CONSULTORIA EMPRESARIAL ACSA COMERCIAL DE BENS & CONSULTORIA EMPRESARIAL 1 2 INTRODUÇÃO A economia brasileira nos últimos anos tem desenvolvido um processo de crescimento das diversas classes econômicas. Aproveitando o momento

Leia mais

Diagnóstico Socioterritorial

Diagnóstico Socioterritorial Município: Porto Alegre / RS Apresentação Este Boletim de Diagnóstico Socioterritorial tem o objetivo de apresentar um conjunto básico de indicadores acerca de características demográficas, econômicas

Leia mais

CONEXÕES CRIATIVAS - BETIM Projetos inseridos na Lei Rouanet de Incentivo à Cultura

CONEXÕES CRIATIVAS - BETIM Projetos inseridos na Lei Rouanet de Incentivo à Cultura CONEXÕES CRIATIVAS - BETIM Projetos inseridos na Lei Rouanet de Incentivo à Cultura. Conexões para transformar www.planetacultura.com.br Introdução O que é o Conexões Criativas - Betim? Conhecendo o PTB

Leia mais

Programa IOS de Capacitação Profissional. Tecnologia Social - 1ª edição Maio/2017

Programa IOS de Capacitação Profissional. Tecnologia Social - 1ª edição Maio/2017 Programa IOS de Capacitação Profissional Tecnologia Social - 1ª edição Maio/2017 ANEXO I - Formulário de Inscrição Leia atentamente o regulamento do nosso edital antes de iniciar o preenchimento deste

Leia mais

O que é o Movimento Santa Catarina pela Educação?

O que é o Movimento Santa Catarina pela Educação? O que é o Movimento Santa Catarina pela Educação? O Movimento Santa Catarina pela Educação, liderado pela Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina - FIESC, visa mobilizar, articular e influenciar

Leia mais

ÍNDICE. Desenvolvimentos das atividades do Curso, Seminário e Simpósio e de formação...24 a 27

ÍNDICE. Desenvolvimentos das atividades do Curso, Seminário e Simpósio e de formação...24 a 27 3 Convênio 027/2015 4 ÍNDICE Apresentação do Projeto... 6 Objetivo...7 Justificativa...8 e 9 Metodologia...10 e 11 Marco Legal...12 Cidades Contempladas...13 Pessoas Beneficiadas...14 Parceiros...15 Cronograma

Leia mais

CEADEC 16 anos de história e de luta

CEADEC 16 anos de história e de luta CEADEC 16 anos de história e de luta O CEADEC é uma organização não governamental, qualificada como Oscip Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, que atua na assessoria à formação de cooperativas

Leia mais

Edição 2015/2016. Justificativa. Finalidade e Relevância

Edição 2015/2016. Justificativa. Finalidade e Relevância PROGRAMA UNIFICADO DE BOLSAS DE ESTUDO PARA ESTUDANTES DE GRADUAÇÃO Edição 2015/2016 Justificativa Finalidade e Relevância Por um lado, a parceria já consolidada com a iniciativa privada e o poder público

Leia mais

Debate sobre as Estratégias de Desenvolvimento e os Modelos da Governança na Região Alentejo

Debate sobre as Estratégias de Desenvolvimento e os Modelos da Governança na Região Alentejo Debate sobre as Estratégias de Desenvolvimento e os Modelos da Governança na Região Alentejo 1. Casos de Estudo 2. Metodologia 3. Principais resultados: boas práticas e práticas a explorar 1. Casos de

Leia mais

Pró-Reitoria de Integração aos Setores Comunitários e Produtivos PROIN

Pró-Reitoria de Integração aos Setores Comunitários e Produtivos PROIN Programa Institucional de Bolsas de Integração PIBIN 2012/2013 ANEXO III Solicitação de Ampliação e Implementação Título do Projeto: Teatro Científico Popularização da Ciência através do Teatro Colegiado

Leia mais

HISTÓRIAS REAIS DE INVESTIDAS

HISTÓRIAS REAIS DE INVESTIDAS Foto: Osmar Paixão. HISTÓRIAS REAIS DE INVESTIDAS Cléber Manzoni, empreendedor da Enalta, investida pelo Fundo Criatec, co-gerido pela INSEED Investimentos. A INSEED Investimentos é uma gestora de recursos

Leia mais

Programa de Relacionamento Corporativo com Grandes Clientes

Programa de Relacionamento Corporativo com Grandes Clientes Programa de Relacionamento Corporativo com Grandes Clientes V Brasil nos Trilhos Oficina de Trabalho do Comitê de Gente Brasília, 4 de Setembro 2012 Desafios Sistema Indústria Construir um novo pacto empresarial

Leia mais

CONTRIBUINDO PARA A COMPETITIVIDADE SUSTENTÁVEL

CONTRIBUINDO PARA A COMPETITIVIDADE SUSTENTÁVEL CONTRIBUINDO PARA A COMPETITIVIDADE SUSTENTÁVEL Uma organização autossustentável e não Governamental, que atua através de um sistema de Rede de Comitês, utilizando trabalho voluntário. Agentes Multiplicadores

Leia mais

Investimento estrangeiro direto na África. Roberto Iglesias Katarina P. da Costa. Novembro 2011

Investimento estrangeiro direto na África. Roberto Iglesias Katarina P. da Costa. Novembro 2011 Investimento estrangeiro direto na África Roberto Iglesias Katarina P. da Costa Novembro 2011 Investimento t estrangeiro direto na África Contexto Global Investimento Chinês na África Investimento Brasileiro

Leia mais

PLANO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS

PLANO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS PLANO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS Avenida Juca Batista, 7570, Bairro Belém Novo, Porto Alegre - RS - Brasil Telefones: 51 3264-0913 / 51 3266-4494 e 51 9113-5110 E-mail: secretaria@nccbelem.org.br DIREÇÃO

Leia mais

Relatório Anual. Associação das Damas de Caridade de Florianópolis

Relatório Anual. Associação das Damas de Caridade de Florianópolis Resumo da ONG A (ADAC), é uma instituição filantrópica sem fins lucrativos,fundada em 1907 por senhoras católicas que tinham por objetivo assistir a pessoas doentes e carentes. Tendo em vista o atual contexto

Leia mais

SANTANDER INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO

SANTANDER INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO SANTANDER INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO DASHBOARD CICLO DE 3 ANOS DE AVALIAÇÃO NOSSA CAUSA Inclusão social e econômica da população brasileira. DIRETRIZES Fortalecer políticas públicas e não se perder em

Leia mais

POLÍTICA DE VOLUNTARIADO

POLÍTICA DE VOLUNTARIADO 12/5/2017 INFORMAÇÃO PÚBLICA ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 REFERÊNCIAS... 4 4 CONCEITOS... 4 5 DIRETRIZES... 4 6 REGRAS... 5 7 RESPONSABILIDADES... 7 8 INFORMAÇÕES DE CONTROLE... 7 2 1 OBJETIVO

Leia mais

CENÁRIO BRASILEIRO DO MARKETING RELACIONADO A CAUSAS Atitudes e comportamento das OSCs e Empresas

CENÁRIO BRASILEIRO DO MARKETING RELACIONADO A CAUSAS Atitudes e comportamento das OSCs e Empresas CENÁRIO BRASILEIRO DO MARKETING RELACIONADO A CAUSAS Atitudes e comportamento das e 3º Seminário de Marketing Relacionado a Causas 25 de outubro de 2007 1 Objetivos Estudar atitudes e comportamentos do

Leia mais

MEDIDA PROVISÓRIA nº 746 de 2016

MEDIDA PROVISÓRIA nº 746 de 2016 MEDIDA PROVISÓRIA nº 746 de 2016 Maria Alice Setubal, presidente do Conselho do Cenpec Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária, e da Fundação Tide Setubal Por que é preciso

Leia mais

JOSÉ FRANCISCO SOARES

JOSÉ FRANCISCO SOARES JOSÉ FRANCISCO SOARES Produção e uso de evidências na educação básica JOSÉ FRANCISCO SOARES Sumário Educação Evidências: (pedagógicas) Modelo Conceitual Agenda de pesquisa Educação concretizada A educação

Leia mais

Juntos pela Educação Política de Educação Integral do Município de São Miguel dos Campos (AL) 2016

Juntos pela Educação Política de Educação Integral do Município de São Miguel dos Campos (AL) 2016 Juntos pela Educação Política de Educação Integral do Município de São Miguel dos Campos (AL) 2016 Sumário Apresentação.2 Parte 1: Das disposições gerais da Política de São Miguel dos Campos....4 Parte

Leia mais

PALESTRANTE

PALESTRANTE PALESTRANTE Conexão Animal & Sucesso Pessoal Contrate o Palestrante que trará melhor RESULTADO para seu próximo evento! SOBRE O PALESTRANTE: Adriano Simões é médico veterinário e palestrante comportamental

Leia mais

PACTO PELA EDUCAÇÃO DO PARÁ

PACTO PELA EDUCAÇÃO DO PARÁ PACTO PELA EDUCAÇÃO DO PARÁ O Pará vive a perspectiva de um cenário socioeconômico bastante favorável grandes projetos produtivos implantados ou em implantação volume substantivo de recursos sendo aplicados

Leia mais

convocatória programa

convocatória programa convocatória programa recode 2017 1. Sobre a ONG Recode Somos uma organização social voltada ao empoderamento digital, que busca formar jovens autônomos, conscientes e conectados, aptos a reprogramar o

Leia mais

Cenário Educacional Brasileiro. Instituto Algar

Cenário Educacional Brasileiro. Instituto Algar Cenário Educacional Brasileiro Instituto Algar Equador, Guayaquil, Setembro 2011 Cenários Dados Sociais Brasileiros Dados Educacionais Brasileiros Contribuição da Algar para a Educação Pesquisa Censo GIFE

Leia mais

A utilização do IDEB na gestão e na avaliação de programas e projetos no 3º setor. Patrícia Diaz Carolina Glycerio

A utilização do IDEB na gestão e na avaliação de programas e projetos no 3º setor. Patrícia Diaz Carolina Glycerio A utilização do IDEB na gestão e na avaliação de programas e projetos no 3º setor Patrícia Diaz Carolina Glycerio Quem somos A Comunidade Educativa CEDAC possibilita que profissionais da educação pratiquem

Leia mais

FORMULÁRIO DE CADASTRO DE PRODUTO DE EXTENSÃO. Orientação Normativa CGaex/Proex Institucionalização de ações de extensão.

FORMULÁRIO DE CADASTRO DE PRODUTO DE EXTENSÃO. Orientação Normativa CGaex/Proex Institucionalização de ações de extensão. FORMULÁRIO DE CADASTRO DE PRODUTO DE EXTENSÃO Orientação Normativa CGaex/Proex 2016-01 - Institucionalização de ações de extensão I. Dados Cadastrais Identificação Título do Produto Nome: Data de nascimento:

Leia mais

Programa de parceiros

Programa de parceiros Programa de parceiros Ofereça o céu aos seus clientes! Suas câmeras online e mais SEGURANÇA, SEGURANÇA e SEGURANÇA! Garanta ao seu cliente a máxima segurança evitando perder as imagens em caso de roubo,

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CONCLUSÃO DA VENDA DA UNIASSELVI

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CONCLUSÃO DA VENDA DA UNIASSELVI PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A CONCLUSÃO DA VENDA DA UNIASSELVI Caro (a) aluno (a), Anunciamos que o Grupo UNIASSELVI foi oficialmente adquirido pelos fundos Carlyle Group e Vinci Partners. Por isso, preparamos

Leia mais

EXPANSÃO DE MARCA ATRAVÉS DO FRANCHISING. A/C Paulo e Cecilia

EXPANSÃO DE MARCA ATRAVÉS DO FRANCHISING. A/C Paulo e Cecilia Proposta comercial EXPANSÃO DE MARCA ATRAVÉS DO FRANCHISING A/C Paulo e Cecilia O QUE É FRANQUIA? Franquia empresarial é o sistema pelo qual um franqueador cede ao franqueado o direito de uso de marca

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CESMAC

CENTRO UNIVERSITÁRIO CESMAC CENTRO UNIVERSITÁRIO CESMAC PRÓ-REITORIA ACADÊMICA ADJUNTA DE EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA PROJETO DE EXTENSÃO COMUNITÁRIA Formatação do relatório: Fonte: arial, 12; Distância entre linhas: simples; Margens:

Leia mais

Adir Ribeiro. Professor / Palestrante das principais Escolas de Negócios no Brasil:

Adir Ribeiro. Professor / Palestrante das principais Escolas de Negócios no Brasil: Adir Ribeiro www.praxiseducation.com.br Sócio-diretor da Praxis Education Adir Ribeiro Professor / Palestrante das principais Escolas de Negócios no Brasil: Co-autor do livro Franchising Uma Estratégia

Leia mais

Balanço Social Anual das Cooperativas

Balanço Social Anual das Cooperativas Balanço Social Anual das Cooperativas Este Balanço Social (BS) deve apresentar ações sociais e ambientais efetivamente realizadas pelas cooperativas. O BS deve ser resultado de amplo processo participativo

Leia mais

Fortaleza. 5ª cidade em população: 2,45 milhões 9ª colocada em PIB 18ª capital em rendimento mensal total domiciliar per capita nominal (R$ 701,00)

Fortaleza. 5ª cidade em população: 2,45 milhões 9ª colocada em PIB 18ª capital em rendimento mensal total domiciliar per capita nominal (R$ 701,00) 5ª cidade em população: 2,45 milhões 9ª colocada em PIB 18ª capital em rendimento mensal total domiciliar per capita nominal (R$ 701,00) Classificação por renda domiciliar per capita Renda Domiciliar Per

Leia mais

ESPORTE PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO

ESPORTE PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO ESPORTE PARA O DESENVOLVIMENTO HUMANO O esporte é uma via privilegiada para o desenvolvimento humano. Por meio do esporte, as crianças e jovens têm oportunidade de desenvolver valores, atitudes e competências

Leia mais

VISÃO DE LONGO PRAZO: INVESTIMENTOS SUSTENTÁVEIS, EM INFRAESTRUTURA E PRIVATE EQUITY

VISÃO DE LONGO PRAZO: INVESTIMENTOS SUSTENTÁVEIS, EM INFRAESTRUTURA E PRIVATE EQUITY VISÃO DE LONGO PRAZO: INVESTIMENTOS SUSTENTÁVEIS, EM INFRAESTRUTURA E PRIVATE EQUITY Maurício Marcellini Pereira Diretor de Investimentos Fundação dos Economiários Federais - FUNCEF Agenda Visão Geral

Leia mais

PROGRAMA ALÉM DOS MUROS

PROGRAMA ALÉM DOS MUROS PROGRAMA ALÉM DOS MUROS Regulamento para inscrição de projetos O Instituto Positivo (IP) é uma organização sem fins lucrativos, que tem o objetivo de gerenciar as atividades de investimento social do Grupo

Leia mais

EDUCAÇÃO o novo nome do desenvolvimento. Glauco José Côrte Presidente da FIESC

EDUCAÇÃO o novo nome do desenvolvimento. Glauco José Côrte Presidente da FIESC EDUCAÇÃO o novo nome do desenvolvimento Glauco José Côrte Presidente da FIESC Florianópolis, 20 de outubro de 2016 Eficiência e Integração Agosto 2016 Focos de Atuação Competitividade da Indústria Mapa

Leia mais

4PAGERS #2 VOEI. Voluntariado Empresarial Internacional

4PAGERS #2 VOEI. Voluntariado Empresarial Internacional 4PAGERS #2 VOEI Voluntariado Empresarial Internacional ß Sumário Executivo VOEI é a evolução natural do conceito de filantropia, colocando as empresas internacionalizadas na liderança do desenvolvimento

Leia mais

soluções inteligentes

soluções inteligentes soluções inteligentes Catálogo de soluções NEGÓCIOS INOVADORES Soluções inteligentes, negócios inovadores Empresa Data Center CSC - Centro de Serviços Compartilhados Gestão de Ativos, Licenças e Recursos

Leia mais

RELAT RELA ÓRIO T ANUAL ANU AL 2016

RELAT RELA ÓRIO T ANUAL ANU AL 2016 RELATÓRIO ANUAL 2016 A Organização da Sociedade Civil - OSC, Instituto Tibagi, é uma instituição que trabalha para a qualidade de vida de adolescentes e jovens. Sua missão é auxiliá-los a se tornarem autônomos,

Leia mais

Estrutura e papéis do RH

Estrutura e papéis do RH Aula 3 Estrutura e papéis do RH Agenda 1 2 3 Competências da organização Estrutura e papéis do RH Competências do profissional de RH 1 Competências da Organização ULRICH, Dave; SMALLWOOD, Norm. Capitalizing

Leia mais

Apresentação Institucional. Novembro de 2016

Apresentação Institucional. Novembro de 2016 Apresentação Institucional Novembro de 2016 QUEM SOMOS Uma Associação formada por empresas que fornecem infraestrutura de suporte de telecomunicações (TowerCos), viabilizando o compartilhamento e a expansão

Leia mais

Clipping. Agosto rtm.net.br

Clipping. Agosto rtm.net.br Clipping Agosto 2016 rtm.net.br Relações com cliente: (21/11) 2102-7828 NOC: 0800 704-1021 SÃO PAULO: Rua Libero Badaró, 377 11º e 22 andares Centro CEP 01009-000 Tel.: (11) 2102-7860 Fax.: (11) 2102-7878

Leia mais

Esta política se aplica a todas as áreas de negócio e empresas da CTG no Brasil.

Esta política se aplica a todas as áreas de negócio e empresas da CTG no Brasil. Esta política tem como objetivo estabelecer diretrizes do programa, alinhadas aos valores e princípios da Companhia. O programa de voluntariado da CTG Brasil busca: Estimular a cultura do voluntariado

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA

POLÍTICA DE SEGURANÇA A EMPRESA A Sartori Serviços foi fundada em fevereiro do ano 2000 pelo Sr. José das Graças Sartori, que visualizou inicialmente, o segmento de prestação de serviços na área de montagem, manutenção mecânica

Leia mais

Circular 02 - Frente em Defesa do SUAS e da Seguridade Social

Circular 02 - Frente em Defesa do SUAS e da Seguridade Social Circular 02 - Frente em Defesa do SUAS e da Seguridade Social Brasília, 5 de junho de 2016. A Frente em Defesa do SUAS e da Seguridade Social, por meio do grupo de trabalho de mobilização constituído em

Leia mais

DIREÇÃO DE APOIO AO INVESTIMENTO

DIREÇÃO DE APOIO AO INVESTIMENTO DIREÇÃO DE APOIO AO INVESTIMENTO Turismo em Portugal Importância na economia portuguesa. Um setor competitivo e com relevância crescente na economia de Portugal. 11,4Mm Receitas Turísticas (2015, BdP)

Leia mais

mantida pela iniciativa privada.

mantida pela iniciativa privada. JUNIOR ACHIEVEMENT mantida pela iniciativa privada. A Junior Achievement é a maior e mais antiga organização de educação prática em economia e negócios do mundo. Criada nos Estados Unidos, em 1919, por

Leia mais

POLÍTICA SOBRE RESPONSABILIDADE SOCIAL

POLÍTICA SOBRE RESPONSABILIDADE SOCIAL ANEXO À PD.CA/BAK-26/2005 Aprovada pelo Conselho de Administração da Braskem S.A. em 4 de Outubro de 2005 PD.CA/BAK-26/2005 1. Objetivo ANEXO Reafirmar o compromisso da Braskem com o desenvolvimento sustentável,

Leia mais

FORMULÁRIO DE CADASTRO DE EVENTO DE EXTENSÃO Orientação Normativa CGaex/Proex Institucionalização de ações de extensão

FORMULÁRIO DE CADASTRO DE EVENTO DE EXTENSÃO Orientação Normativa CGaex/Proex Institucionalização de ações de extensão FORMULÁRIO DE CADASTRO DE EVENTO DE EXTENSÃO Orientação Normativa CGaex/Proex 2016-01 - Institucionalização de ações de extensão I. Dados Cadastrais Título do Evento: Identificação Nome: Data de nascimento:

Leia mais

Associação Fundo Jovem Tsedaká

Associação Fundo Jovem Tsedaká Associação Fundo Jovem Tsedaká O Fundo Jovem é uma organização sem fins lucrativos, focada em dar acesso ao ensino superior a estudantes provenientes de famílias de baixa renda. Além disso mobiliza jovens

Leia mais

A ERA DAS CAUSAS E O INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO

A ERA DAS CAUSAS E O INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO A ERA DAS CAUSAS E O INVESTIMENTO SOCIAL PRIVADO Paula Fabiani 9 novembro 2016 sobre a palestrante Paula Jancso Fabiani é diretora-presidente do IDIS. Anterior a esta posição, foi diretora financeira da

Leia mais

FÓRUM TECNICO DAS COOPERATIVAS EDUCACIONAIS SEGMENTO PAIS DE ALUNOS. Bauru/SP 20 de Outubro 2016

FÓRUM TECNICO DAS COOPERATIVAS EDUCACIONAIS SEGMENTO PAIS DE ALUNOS. Bauru/SP 20 de Outubro 2016 FÓRUM TECNICO DAS COOPERATIVAS EDUCACIONAIS SEGMENTO PAIS DE ALUNOS Bauru/SP 20 de Outubro 2016 ENCONTRO DE DIRIGENTES DAS COOPERATIVAS EDUCACIONAIS 2015 Dificuldades Inadimplência Marketing Integração

Leia mais

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO

FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO Organização Fundação Ageas Agir com Coração Diretor(a) Célia Inácio Setor de Atividade Solidariedade Social Número de Efetivos 0 NIF 504 363 425 Morada Avenida do Mediterrâneo,

Leia mais

INVESTIMENTOS SOCIAIS

INVESTIMENTOS SOCIAIS RAPOSOS 2015 INVESTIMENTOS SOCIAIS Fotos: arquivo AGA Alunos e voluntários da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Raposos (APAE Raposos), iniciativa apoiada pela Chamada Pública de Projetos

Leia mais

BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ATO AUTORIZATIVO DO CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ATO AUTORIZATIVO DO CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO ATO AUTORIZATIVO DO CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas de Informações, reconhecido pela Portaria MEC N 1.260, de 02 de setembro de 2010, publicada

Leia mais

PALESTRANTE

PALESTRANTE PALESTRANTE Conexão Animal & Sucesso Pessoal Contrate o Palestrante que trará melhor RESULTADO para seu próximo evento! SOBRE O PALESTRANTE: Adriano Simões é médico veterinário e palestrante comportamental

Leia mais

Instituto Votorantim. Núcleo de estratégia social. Direcionador e impulsionador da performance social do Grupo Votorantim. Crescimento Econômico

Instituto Votorantim. Núcleo de estratégia social. Direcionador e impulsionador da performance social do Grupo Votorantim. Crescimento Econômico A Votorantim é uma empresa 100% brasileira, presente em 21 países e com 96 anos de atividade. Busca a perenidade e a expansão constante dos negócios, tendo o desenvolvimento sustentável como caminho para

Leia mais

Regulamento PROGRAMA PARCERIA SOCIAL 2017

Regulamento PROGRAMA PARCERIA SOCIAL 2017 Regulamento PROGRAMA PARCERIA SOCIAL 2017 INSTITUTO EMBRAER A relação da Embraer com a sociedade e com o meio ambiente é um aspecto fundamental para a construção de um futuro sustentável. Visando a aprofundar

Leia mais

Prezadas coordenadoras e Prezados coordenadores de Cursos de Graduação da UFPR

Prezadas coordenadoras e Prezados coordenadores de Cursos de Graduação da UFPR Prezadas coordenadoras e Prezados coordenadores de Cursos de Graduação da UFPR Estamos empenhados em viabilizar a implantação da creditação da Extensão na UFPR, conforme estabelecido no Plano Nacional

Leia mais

Processo de Contratação Unidade Embrapii IPT

Processo de Contratação Unidade Embrapii IPT Processo de Contratação Unidade Embrapii IPT DI/CPN Características dos projetos financiados pela Embrapii Foco do projeto desenvolvimento de produto ou processo inovador na área de atuação do IPT Superar

Leia mais

O Curso de Avaliação Econômica de Projetos Sociais

O Curso de Avaliação Econômica de Projetos Sociais O Curso de Avaliação Econômica de Projetos Sociais Betânia Peixoto Brasília, Junho de 2013 Público Alvo e Requisitos Exigidos Gestores / Coordenadores de ONGs ou OSCIPs; Secretários ou técnicos de secretarias

Leia mais