A REVOLUÇAO QUE PRECISA SER FEITA AREVOLUÇAO QUE PRECISA SER FEITA

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1 Henry Maksoud - A REVOLUÇAO QUE PRECISA SER FEITA - AREVOLUÇAO QUE PRECISA SER FEITA Idéias, ensaios, artigos e conferências publicados entre junho de 1979 e março de 1980 e alguns escritos anteriores São Paulo Editora Visão Ltda. 1980

2 OBRAS DO AUTOR: COLETÂNEA de editoriais publicados de setembro de 1974 a março de São Paulo, Ed. Visão, p. IDÉIAS para a nação progredir com liberdade e empreendimento; coletânea de editoriais, de abril de 1977 a abril de 1978, artigos, conferências e entrevistas. São Paulo, Ed. Visão, p. DEMARQUIA, um novo regime político, e outras idéias... ; 3~ coletânea de editoriais, artigos e entrevistas (fevereiro de 1978 a maio de 1979). São Paulo, Ed. Visão, p. EDITORA VISÃO LTDA. Rua Afonso Celso, 243 São Paulo - SP Brasil Primeira reimpressão: 1984 Impresso no Brasil Printed in Brazil Sumário 1. Sobre as revoluções que não aconteceram "On revolutions that didn't happen" <I) A tal liberdade sindical Como dissimular a inflação Inflação: mitos e remédios A prioridade das prioridades prioritárias Não adianta só falar Tributação de heranças: forma suave de extorsão O Presidente foi à feira O logro na linguagem política Impostura e equívocos dos imposteiros O sisudo Marx está rindo de nós Quem são os verdadeiros reacionários? Mais partidos ou mais comida? A nova roupagem do socialismo Socialismo e democracia: amálgama impossível O que é que você acha? Os intelectuais e suas liberdades Devemos ser pessimistas agora? 98 (1) Versão para o inglês, na íntegra, do ensaio "Sobre as revoluções que não aconteceram". 5

3 20. Somos todos extraordinários É demagogia, ideologia ou apenas retórica? Para que tanta escola de samba? A opinião e a lei na demarquia <2J O princípio da separação de poderes existirá efetivamente na demarquia Por que demarquia e não apenas democracia? Retrato em 3x4 da demarquia O arbítrio da taxação progressiva Ideologia do imposto progressivo As falácias do tributo progressivo Democracia, taxação e demarquia CIPs e SUNABs que nada resolvem Sindicalismo, mercado e as regras do jogo Perigos e inutilidade do sindicalismo sem lei Milagre Brasileiro-l/Ninguém sabia o que estava acontecendo Milagre Brasileiro-II/Não é possível fixar o rumo nem dosar o ritmo do progresso desejável Milagre Brasileiro-III/Será que não sabem o que fazem? O que é a inflação? Pode-se contê-la? , A meia-vitória que pode transformar-se numa perda total 178 Resumo dos artigos 185 Apresentação "A Revolução que precisa ser feita" é a quarta coletânea de escritos filosóficos, políticos e econômicos de Henry Maksoud. Ela dá seguimento a "Coletânea de editoriais publicados de setembro de 1974 a março de 1977", surgida em março de 1977, "Idéias para a nação progredir com liberdade e empreendimento", de março de 1978, e "Demarquia, um novo regime político, e outras idéias", de junho de 1979, todas elas editadas pela Editora Visão Ltda., de São Paulo. Esta quarta coletânea reúne os principais artigos e ensaios do autor divulgados na revista VISÃO entre junho de 1979 e março de 1980 e seu título deriva de ensaio que Henry Maksoud apresentou no I Encontro Internacional da Universidade de Brasília, em setembro de Neste trabalho, aqui reproduzido em português e inglês, Maksoud demonstra que as tristemente famosas "revoluções" latino-americanas possuem diminuto conteúdo revolucionário, não passando de insurreições, golpes ou rebeliões. As verdadeiras revoluções, como a Revolução Americana contra o domínio inglês, a implantação do comunismo na Rússia a partir de 1917 ou a implantação do comunismo em Cuba por Fidel Castro, são bem diferentes das revoltas e sublevações da América Latina, pois têm sempre profundo conteúdo ideológico, e causam sempre transformações permanentes, para o bem ou para o mal. Maksoud propõe também para as nações latino-americanas uma revolução de verdade: qão a que conduz para o mal, como a russa ou a cubana, mas aquela que trará o regime inequivocamente baseado na liberdade individual, com a decorrente instalação definitiva do progresso acelerado. Esta revolução ainda está por acontecer em qualquer dos países da América do Sul e Central, inclusive o nosso. Além de escritos nunca anteriormente agrupados em um único volume, esta quarta coletânea traz alguns já divulgados nas anteriores. Eles aparecem aqui com a finalidade de facilitar ao leitor a apreensão dó essencial do pensamento do autor a respeito de demarquia, tributação, sindicalismo, inflação e desenvolvimento econômico, sem que seja necessária a freqüente recorrência às outras três obras. (2) Os artigos de números 23 a 38 já apareceram em coletâneas anteriores do mesmo autor. 6 7

4 EXCERTOS O que se pode dizer é que, salvo uma ou duas exceções, as famosas 'revoluções' latino-americanas realmente não chegaram a acontecer. (... ) Talvez se possa dizer que tenham ocorrido diversos 'surtos' revolucionários, ou seja, violentos impulsos com a 'intenção' de produzir mudanças político-institucionais significativas e permanentes. A realidade, porém, é que esses surtos não balizaram novos rumos, não efetuaram mudanças permanentes; apesar de tudo que se passou e de todo o sacrifício realizado, as 'revoluções latinas' foram, até agora, nada mais que insurreições, rebeliões, revoltas ou sublevações ou, se se preferir, 'movimentos anti-revolucionários' -mas as revoluções que tantas vezes foram prometidas nos discursos insurrecionais não ocorreram na prática. Sobre as revoluções que não aconteceram, pág. 13 Os piquetes e as demais atividades coercivas sindicais são nada mais que absurdos e perversos instrumentos de intimidação de que os sindicatos lançam mão para forçar o consenso. Mostram que, em verdade, não existe a tão reclamada 'liberdade sindical'; ou, pelo menos, demonstram que essa liberdade só é solicitada para os que exercem o poder sindical. A tal liberdade sindical, pág. 39 Não é difícil dissimular a ação inflacionária. Basta dar asas à imaginação popular e deixar que os demagogos ou os economistas equivocados a ela insuflem nomes e conceitos falaciosos tais como os de que a inflação é 'a especulação altista dos preços', 'a ganância de intermediários', 'a ação dos "tubarões" ou "baleias" ', 'a velocidade de circulação do dinheiro', 'os lucros excessivos dos comerciantes', 'o aumento no custo de vida', 'o aumento generalizado no nível de preços', et cetera. A dissimulação é tão perfeita que poucos ficam sabendo quando estas coisas ocorrem, que elas são efeitos e não causas da inflação. São conseqüências, e não a própria inflação. 8 Como dissimular a inflação, pág. 45 9

5 Não adianta falar na importância da iniciativa privada, nem falar em combater a pobreza, nem falar de melhor distribuição de riqueza, nem falar em desestatização, nem falar em combate à inflação, nem falar em desburocratização, nem falar em prioridades para este ou aquele setor. Se o empreendedor - grande ou pequeno, da cidade ou do campo - não se sentir estimulado a 'pôr em marcha coisas novas' -o que só fará num regime político e econômico aberto bem definido que o estimule para tanto -, todas essas falas de nada valerão, porque não ocorrerão mudanças significativas e permanentes e portanto não haverá desenvolvimento de verdade. Não adianta só falar, pág. 57 Seja por equívoco, por tática política ou por simples logro político, a questão é que, no ambiente de esquizofrenia política e de total falta de cultura filosófica em que vivemos, não é difícil propagar que é possível o amálgama de dois elementos políticos totalmente incompatíveis e heterqgêneos: o do processo democrático, que só pode funcionar numa sociedade livre e aberta, com o do socialismo, cujo conceito é um só, a despeito da numerosa adjetivação de que dispõe e cuja natureza é sempre totalitária. Socialismo e democracia: amálgama impossível, pág. 89 Embora os usos que se podem fazer da liberdade sejam muitos a liberdade é uma só; ela é individual. No ambiente de confusão de linguagem em que vivemos, entretanto, a palavra 'liberdade' é usada para exprimir muitos conceitos equívocos e ambíguos. (...) Presume-se, por exemplo, a extensão do conceito de liberdade pessoal a grupos de pessoas como um todo, ao povo, como se i~so produzisse. um cert<;> tipo de 'liberdade coletiva'. Um povo hvre nesse sentido coletlvo, abstrato, não é, entretanto necessariamente um povo de homens livres. ' O logro na linguagem política, pág. 66 Ninguém questiona que, numa sociedade moderna e complexa todos os cidadãos devam contribuir financeiramente para que ~s governos possam cumprir com as funções que lhes são próprias. Os homens sabem há muitos séculos que a tributação é o meio adequado para levantar receitas governamentais. Eles sabem também (quando prestam atenção) que a aplicação de impostos pode transformar-se numa terrível arma de tirania, arbítrio e discricionariedade, principalmente quando a taxação adquire ideologia socialista, deixando de ser igual para todos e passando a funcionar, pela via do progressivismo fiscal, como artifício (totalmente falacioso, aliás) para a chamada redistribuição de renda. O filósofo italiano Giovanni Battista Vico ( ) já havia dito que "o homem se tornou tudo que é sem compreender o que aconteceu''. Esse pensamento significa muito, pois se refere à descoberta de um método que permite ao ser humano superar as limitações do conhecimento individual. A civilização moderna possibilitou ao homem poderes inimagináveis principalmente porque, sem compreender o que se passava, ele desenvolveu métodos de utilização de mais conhecimentos e recursos que os que poderiam estar contidos em qualquer mente individual. Todas as instituições voltadas a este tipo de possibilidade devem ser cultivadas, porque elas se basearão na liberdade e na espontaneidade e constituirão uma socieade -aberta. Milagre Brasileiro - l/ninguém sabia o que estava acontecendo, pág. 164 Impostura e equívocos dos imposteiros, pág

6 Sobre as revoluções que não aconteceram Ensaio apresentado no Primeiro Encontro Internacional da Universidade de Brasília, em setembro de As repúblicas da América Latina foram sempre vistas como países em que as mudanças de governo se realizam irregularmente, por processos explosivos, inesperados e geralmente pela força militar e a violência. Os historiadores e analistas políticos costumam ver e descrever esses países como áreas de contínua instabilidade política, de 'golpes' militares, de fortes paixões políticas, de líderes com forte carisma e de acentuada tendência caudilhista. O que tem sido lugar-comum nas análises dos fenômenos políticos na América Latina é a severa condenação das trocas de governo que se produzem ou são toleradas ou planejadas pelas forças armadas, que, por sua vez, se dizem representantes dos mais legítimos interesses do povo e da segurança nacional. É absoluta verdade que, em toda a história republicana das nações latinoamericanas, as sucessões governamentais sempre se fizeram e continuam a fazer-se, mais ou menos explicitamente, sob a mira das armas. O que não tem sido, porém, devidamente destacado é que as chamadàs 'revoluções latinas', tão acerbamente criticadas pelos entusiastas da democracia. possuem insignifiéante importância 'revolucionária' quando confrontadas com as verdadeiras revoluções, de profundo conteúdo ideológico, que se processam nas suas sombras. O que se pode dizer (deixando de lado uma maior preocupação semântica) é que, salvo uma ou duas exceções, as famosas 'revoluções' latino-americanas realmente não chegaram a acontecer. Não ocorreram transformações permanentes. como, por exemplo, se deu com Revolução Americana de 1776 ou com a implantação do comunismo em Cuba a partir de Não acontece" ram sequer, pelo menos, mudanças radicais com algum grau de permanência, como as efetuadas no Chile durante o período marxista-leninista de Salvador Allende ( ). Talvez se possa dizer que tenham ocorrido diversos 'surtos' revolucionários, ou seja, violentos impulsos com a 'intenção' de produzir mudanças político-institucionais significativas e permanentes. A realidade, porém, é que esses surtos não balizaram novos rumos, não efetua

7 ram mudanças permanentes; apesar de tudo que se passou e de todo o sacrifício realizado, as 'revoluções latinas' foram, até agora, nada mais que insurreições, rebeliões, revoltas ou sublevações ou, se se preferir, 'movimentos anti-revolucionários'- mas as revoluções que tantas vezes foram.prometidas nos discursos insurrecionais não ocorreram na prática. Quem tíver paciência e gosto, e a mente bastante esclarecida filosoficamente, por certo encontrará na análise das inumeráveis ocorrências 'revolucionárias' na América Latina muitas curiosas similaridades, coincidências e repetições ao longo das não muitas décadas < 1 > de vida republicana nesse continente. O que mais ressalta nestas coincidências e repetições é a preocupação dos condutores vitoriosos dos movimentos rebeldes pelo domínio do Poder Constituinte e das faculdades legislativas. Quando os autores da 'revolução' procuram ampliar a competência do presidente reduzindo a força do chamado poder legislativo e dos partidos políticos, resultam, normalmente, governos presidencialistas autocráticos e estatocráticos. No outro extremo, a 'revolução' enfatiza as idéias da representatividade popular e da 'antiautocracia' que conduz à onipotência (simultaneamente constituinte, legislativa e administrativa) das chamadas assembléias de representantes do povo. Em qualquer dos casos, a 'revolução', pelos seus comandantes, resolve legitimar-se por si mesma e, 'em cumprimento de sua missão histórica de salvaguardar os mais altos interesses do povo', escolhe fixar, ela mesma, 'os objetivos políticos da Nação'. Mas, mesmo com todo esse poderio legislativo e constitucional nas mãos, a quase totalidade dos 'movimentos revolucionários' na América Latina não resultou, de fato, no estabelecimento de novos rumos políticos - as Revoluções não se fizeram. Se não foram reais ocorrências revolucionárias, teriam sido então inevitáveis as tantas centenas de movimentos insurrecionais havidos desde que passaram a. existir, a partir do primeiro quarto do século XIX, as repúblicas latino-americanas, e que continuam ocorrendo até os tempos atuàis? E essas chamadas 'revoluções', com todo o poder constituinte e legislativo que assumiram, terão construído ou irão desenvolver bases institucionais suficientemente sólidas para salvaguardar as nações de outros períodos de estafa e de ameaças à liberdade? Criarão elas as condições que propiciem (1) Das 25 repúblicas latinas atuais, 11 têm entre 150 e 175 anos de vida republicana, 7 possuem entre 110 e 140 anos, o Brasil tem apenas 90 anos, o Panamá 76 e as demais, menos de 9 anos. 14 às jovens repúblicas escapar de;> inferno do subdesenvolvimento? Tudo indica que talvez nada pudesse ter sido feito para evitar a maior parte das reviravoltas políticas no ambiente latinoamericano: faltaram e, infelizmente, ainda faltam às relativamente jovens repúblicas os estames da vida constitucional -é chocante fazer constar que esses países nunca tiveram, de fato, uma filosofia política balizando claramente suas instituições governamentais; os sistemas de governo que pressupunham um regime político definido sempre foram nada mais que corpos estranhos transplantados e sujeitos a rejeição. Foram contínuos equívocos de enfoque político que fizeram com que essas nações supusessem estar desfrutando um estado de direito quando estavam, na verdade, num quase estado de anarquia. (E, por felicidade, por não saberem exatamente o que se passava, essas nações livraram-se de viver pior ainda do que viveram.) As Repúblicas da América Latina foram todas implantadas a partir de movimentos de libertação contra o colonialismo e a autocracia monárquica, similares na forma à Revolução que culminou com a independência dos Estados Unidos da América. ü que parece ter ocorrido após a implantação das diversas Repúblicas foi a intensificação de uma 'epidemia política' que poderíamos denominar 'democratite aguda', que é uma espécie de degeneração, pelo positivismo e pelo socialismo, dos ideais originais de democracia. Essa enfermidade política provém de um tipo de 'vírus psicossocial', geralmente ativado por intelectuais equivocados, demagogos, socialistas de todos os matizes e por fanáticos de todo tipo, que leva a um fenômeno de rejeição constitucional, seme~hante ao dos tecidos orgânicos frente a um transplante estranho. E um 'vírus' que existe endemicamente mesmo nos países que têm a felicidade de possuir sólidas tradições constitucionais, e de quem as nações mais jovens copiaram muitos de seus arranjos institucionais. Em realidade, são pouquíssimos os países que possuem uma tal profunda tradição constitucionalista: além dos Estados Unidos e de outros países de língua inglesa, somente mesmo as nações da Europa do Norte e a Suíça. Quase todos os demais países nunca preservaram uma constituição o tempo suficiente para torná-la uma tradição profundamente encravada nas suas instituições. A estes também falta, geralmente, todo o 'back-ground' de tradições e convicções que fez funcionar adequadamente as instituições naquelas nações venturosas mais evoluídas, a despeito de as suas constituições não explicitarem tudo que pressupunham ou de, como no caso da Inglaterra, nem sequer existirem em forma escrita. 15

8 A inexistência desse 'back-ground' político-cultural é flagrante nas repúblicas mais jovens e independentes da América Latina. Nelas a tradição nem de longe se equivale aos ideais políticos do Estado de Direito que certas nações da Europa e os Estados Unidos mantêm há tanto tempo. Acontece, porém, que esses países jovens, inclusive o Brasil, a Argentina, o Chile, o Uruguai, avenezuela, etc., passaram a adotar as instituições da democracia daquelas nações mais evoluídas politicamente, sem trazer com elas certos princípios e crenças fundamentais que sempre estiveram subentendidos nas mesmas. Os países mais jovens latino-americanos vêm copiando os sistemas constitucionais representativos das nações mais adiantadas do Ocidente simplesmente pelo transplante de certos órgãos ou arranjos institucionais mais aparentes dessas chamadas 'democracias ocidentais', deixando porém de considerar os princípios subentendidos e não explicitados mas que constituem a verdadeira base ideológica dos sistemas de governo daquelas nações. São justamente esses princípios que têm preservado até agora os regimes políticos çlas nações do Ocidente, a despeito do fortíssimo e persistente ataque de 'democratite socialista' que contra eles vem sendo perpetrado há bem mais de cem anos. Na América Latina, inúmeros e freqüentes são os exemplos de graves crises e insurreições que foram geradas sempre, no fundo, por falta de explicitação inequívoca, nas constituições, dos princípios político-filosóficos que dariam o suporte ideológico ao regime e dos arranjos institucionais que permitiriam tornar viável a realização de governos representativos que, a par de terem o endosso democrático (as graças do povo), representassem de forma insofismável um sistema de salvaguarda da liberdade do indivíduo. Os fenômenos políticos que ocorreram durante a história republicana latina nos períodos de livre funcionamento do aparelhamento democrático e nos chamados períodos de 'abertura' ou 'redemocratização' são bem característicos da falta dessa explicitação. As forças que acenderam os pavios das freqüentes e agudas crises institucionais sempre surgiram carregando bandeiras de reformas sociais radicais. Apresentando-se geralmente na forma de partidos ou facções minoritários, procuravam freqüentemente robustecer-se por meio de alianças, mesmo que precárias e eventuais, com o próprio poder governamental ou então com partidos mais solidamente estabelecidos (porém indefinidos ideologicamente e apaziguadores}, formando com estes 'frentes', 'comitês' ou 'movimentos' que se autodenominavam 'reformadores', de 'ação 16 democrática' 'revolucionários', de 'ação popular', etc. Essas alianças nun~a foram difíceis no ambiente latino-americano porque, devido a falsos conceitos de pluralismo democrático, ~multiplicidade de partidos ou facções sempre prevaleceu na região durante os períodos de 'abertura democrática' ou 'redemocratização' (em que os partidos não estavam banidos}, de mod~ qu~ s~m~ pre foi comum a formação de governos sustentados por maio~ias resultantes de coalizão partidária. Nesse ambiente de composição política, caracterizado pelo hibridismo em term~s de idéia~, as facções e os partidos mais radicais sempre c~nsegm~am mampul~r?~ mais conservadores por meio do falso dilema: reformas sociais ou instabilidade e revolução. Ou seja, para evitar a perda do poder governamental ou o derramamento de sangue e o caos social, teria que haver certas 'reformas de base'. Nem sempre porém essas 'reformas' foram levadas a termo pelos próprios 'reformadores'; elas, no entanto, não raro deram partida às freqüentes insurreições observadas na América Latina < 2 >. A pobreza a miséria e a frustração das 'classes menos favorecidas' foram se~pre os lemas de sustentação das teorias reformadoras. De acordo com elas, essas iniqüidades teriam que ser eliminadas por meio de medidas legislativas discricionárias e da intervenção do governo com o objetivo de realiz~ a ~efo~ma soci.al'. Além da sua missão original de fazer cumpnr a lei e dispensar JUStiça legal, os governos teriam que assumir (como efetivamente assumiram) o papel de redistribui dores da riqueza. e de reformador~s da sociedade, acrescentando para si a prerrogativa de elaborar leis de toda natureza. Essa situação caracteriza bastante bem a associação política das facções ou partidos 'progressistas', de 'ref~rma' ou 'revolucionários', por exemplo, com os democratas cnstãos em muitos países; o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e o Partido Social Democrático (PSD) no Brasil; o Partido Socialista Cristão, o COPEI (Comité de Organización Política Electoral ln- (2) Assim aconteceu, por exemplo, no famoso 'Com~cio das l!;eformas' d~ 1~ de março de 1964, no Rio de Janeiro, em que o pres1dente Joao Goulart, mcltado por facções (pr!ncipalmente. si'!d!catos trabalhis~~s) ~ parti~?s ;;eformad?, res', classificou a v1gente Const1twçao de ~~46 de a~t~quada.'.,superada, "injusta" e "desumana" e que, por isso, era necessarw modij1ca-la profundamente para poder o governo efetuar as reformas de estrutura e (ie base ~~: gidas pelo povo e reclamadas pela naçã?" Foi ~gota de água que conduziu a sua destituição e substituição por um s1stema m1l1tar de governo,que p~sou a ser denominado 'Revolução de Março de 1964', que perdura ate os d1as presentes. 17

9 dependiente) e a Acción Democrática na Venezuela; e, também, embora soe paradoxal, com os governos militares (que geralmente destituíram os 'reformadores' mais radicais) da Argentina, Brasil, Peru, Cuba, Guatemala, Panamá, etc. A característica mais notável dos regimes militares nos últimos decênios na América Latina é o seu atrelamento a programas de ação social e previdenciária. Esse papel reformista foi adotado por eles por influência da onda socialista internacional e pela intensa atividade marxista e positivista nos meios político, religioso, militar e universitário. Dos programas de ação cívica e de repressão anticomunista, comuns nas etapas iniciais dos movimentos revolucionários, passaram as forças armadas governantes a acreditar em programas estatizantes, de bem-estar social, de distributivismo e no desenvolvimento econômico através de ação nacionalista, centralizadora, estatólatra e tecnoburocrática. Não encontrando solução para os problemas que se propuseram resolver com os movimentos 'revolucionários' e a fim de se manterem no poder, inclusive por não saberem como transferi-lo com segurança, os governos militares encaminharam-se para o populismo, muitas vezes usando métodos demagógicos para tentar ampliar sua força junto ao eleitorado nas ocasiões eventuais em que faziam funcionar o processo democrático. Daí se destacou um novo persodagem no mundo da política, o líder militar sócio-político que, na procura de uma imagem de estadista frente à história e de caminhos encurtados de distribuição de riqueza e de autarquia nacional, se envolve num emaranhado de equívocos e, às cegas, abraça programas marxistas, embora sob outros nomes e a despeito da tradicional hostilidade das forças armadas latino-americanas ao comunismo. Todos esses eventos políticos possuem causas com raízes profundas localizadas nos países com mais vivência política independente. Na Inglaterra, séculos atrás, quando o governo era representado apenas pela figura do monarca, o que os homens queriam era estabelecer uma limitação a seu poder absoluto. Conseguiram isso com o desenvolvimento de um sistema de governo constitucional representativo, baseado numa série de princípios, doutrinas e crenças, e, durante um certo tempo, desde o século XVIII até meados para o fim do século XIX, viveu aquela nação governada com base na doutrina da separação de poderes e sob a égide do ideal político do estado de direito fundado na liberdade individual, que nada mais era que um 'governo da lei e não de homens'. A ênfase dogmática à democracia, que surgiu quase que simultaneamente com a intensa pregação socialista em meados do século XIX, fez 18 com que se passasse a associar a idéia da soberania do povo, em substituição ao monarca soberano, à expressão organizada das carências desse mesmo povo, gerando daí um conceito de democracia ilimitada, uma espécie de 'democratismo', que tudo permitiria, inclusive a legislação arbitrária e discricionária positivista, q?a?do se tratasse de saciar a 'vontade popular' e de atender às elastlcas demandas de uma atávica 'justiça distributiva', hoje denominada 'justiça social'. O regime político que, na ~nglat~rra, ~<?s tempos do liberalismo clássico, possuía toda sua filosofia pohttca só em forma subjacente e não explícita 'contraiu', assi~, o vírus da 'democratite', como se 'pega' uma forte pneumoma. Com o democratismo virulento, a soberania autocrática do ditador ou do monarca é transferida para os 'órgãos representativos' do povo. O conceito de que 'todo o poder ~m.~na do po~o. e em seu nome é exercido' passou a traduzir uma Ideia de dommw supremo e ilimitado da maioria, profundamente enfática quanto à representatividade popular sindical nas entida,d~s do gover?o.' e com exagerado relevo ao partidarismo, ao sufrag~o co~?. ob]et)vo político autárquico e, principalmente, a uma am,big~a Ideia de pluralismo ideológico. A questão fundamental porem e a de q?e o democratismo não estabelecia qualquer balizamento que onentasse como os representantes do po~o. nos três po~e~es de,ve~iam legislar, julgar as disputas ou admimstrar os negocws pubhcos: Nem dava qualquer atenção aos atributos da estrutura _le~al do sis~em_a político subjacente. Pelo contrário: a representatividade,_ o smdi~ calismo o pluripartidarismo e a votação passaram a ser fms em SI mesmo;, como se fossem partes complementares e exclusivas da definição de um novo regime político (3)_ As leis (degeneradas em seu conceito original pelo consórcio do democratismo. com o socialismo e o positivismo legal) passaram a ser tudo aqmlo que fosse determinado pela vontade da coalizão majoritária eventual ou do poder dominante; tudo que era produzido pelas legislaturas ou (3) o pluripartidarismo, por exemplo, é às vezes colocado co:rz~ se houvesse no mundo um número infinito de opções de mteresses e objettvos humanos que deveriam ter representação partidária. Em realidade, o que se observa são uns tantos políticos, dirigentes e/assistas e afins que procuram. campo P_ara, mais que propriamente atender a legítimos anseios de seu elettorado, JOgar suas ambições pessoais de liderança no mercado do poder (ver "Precjsamos de novos partidos ou de um regime político?", R,. Maksoud, em_ ~!S"'!,O 1~-12-78, e em "Demarquia, um novo regime poltttco, e outras tdetas, Edttora Visão Ltda., São Paulo, junho, 1979, página 88). 19

10 m~smo pelos governos passou a ser chamado de 'lei'; essas 'leis' deixaram de ser normas gerais, prospectivas e abstratas de justa conduta, como devem ser as leis no verdadeiro estado de direito. (A corrupção do conceito original de Lei foi o mais fatídico efeito da aplicação equivocada do método democrático com fortes aderências socialistas e positivistas.). Quando os r.epresentantes do povo passaram a agir dessa maneira no executivo e no legislativo, como se tivessem herdado as prerrogat!~as reais, a sepa~ação de poderes desapareceu completam~n~e; ahas, ela sempre fm apenas formal. A verdade é que jamais existiu em lugar algum uma assembléia exclusivamente legislativa nos moldes da que tinham em mente os idealizadores da doutrin~ da separação de poderes; também nunca existiu um poder executivo governamental que não sofresse ação direta do órgão legislativo em suas atividades administrativas ou então que não atuasse como se fosse também uma entidade legislativa. A separação de poderes sempre existiu apenas formalmente, porque os fundamentos da doutrina original nunca passaram da teoria e esta foi completa!llente esquecida. Os órgãos legislativos concebidos pelos 1deahzadores do governo representativo constitucional como sendo e.nt!d.ades i~dependentes: sem atividade nem relação políticopart~dana, dedicadas exclusivamente à legislação e limitadas apenas, a. elabo!ação de normas universais de justa conduta (que são as umcas leis de verdade), foram convertidos em órgãos legiferantes COJ? poderes ilimitados que, em geral, se entrelaçam com os executivos governamentais, funcionando, praticamente, como se fo~se~ uma entidade ~nificada ( 4 l. De outro lado, observam-se, pnncipalme~te ~os regimes mais autocráticos, os executivos gover~amentms deixando para segundo plano as atividades administrativas que lhes são próprias, passando também a 'legislar' abundantes regulamento,s, ~alsas leis, decretos e 'políticas', principalme~te e!ll causa propna,.tornando-se cada vez mais poderosos e autarqmcos, com o crescimento exponencial do estatismo e tendendo gradualmente para o totalitarismo.. Esses 'arranjos governamentais' onipotentes, desenvolvidos no sew das democracias sem princípios definidos ou com falso balizam_ento, assumem prerrogativas discricionárias para aplicar ânus e tnbutos ou conceder benefícios expressos a grupos ou pessoas; (4) Essa situação pode ser visualizada com toda clareza nos sistemas parlamentares europeus, como por exemplo na Inglaterra, Itália, Espanha, etc. 20 adotam com freqüência medidas concretas referidas a casos específicos conhecidos, para atingir indivíduos, organizações, atividades, lugares ou objetos em particular; e autorizam a coerção a que tais decisões obrigam. Entidades assim ilimitadas, que se ocupam de 'construir' objetivos predeterminados e não de princípios gerais de conduta, não conseguem suas resoluções mediante genuínos acordos de maioria, mas somente através de coalizões majoritárias eventuais, obtidas mediante 'arreglos', 'chicanas' e 'barganhas', ou através da força. Constatações de degeneração como essas são fartas também na história política da América Latina. Os fatos obviamente não se repetem sistematicamente nem podem ser idênticos. Mas o cenário geral de equívocos de conceitos político-filosóficos se repete em suas linhas gerais como num círculo vicioso: a opinião pública, que num regime autocrático se torna influenciada por campanhas intelectuais constantes contra a onipotência presidencial, se inclina a favor da 'abertura política', representada pelo voto, pela participação, pelo sindicalismo, pela representatividade, pelo pluripartidarismo, pelo distributivismo, etc. Isso tudo, nas repúblicas latinas, desemboca num Congresso. Este, triunfante, assume o papel de salvador das liberdades públicas e, para manter-se na crista do poder, intensifica o fetichismo democrático procurando fazer crer ao povo que a destruição da autocracia onipoterite do executivo importaria automaticamente para a nação no começo de uma nova era de bem-estar, liberdade e justiça. A observação da realidade mostra, porém, o desenvolvimento de uma nova forma de tirania, representada, agora, pela onipotência dos Congressos, ou seja, dos grupos de interesses (p. ex., os sindicatos) ou dos partidos políticos que controlam, predominam ou formam blocos majoritários nessas assembléias de representantes do povo. Sem qualquer limitação por princípios e normas gerais de conduta, e por não haver uma real separação de poderes, o Congresso passa a produzir leis que não são leis de verdade (para que, em última análise, os grupos e as personalidades se mantenham no poder) e intervém cada vez mais na gestão governamental, chegando mesmo a querer confundir-se com o executivo, dando partida a um novo processo vicioso em que: a) ou os poderes legislativo e executivo se entrelaçam e tornam-se conjuntamente ilimitados; ou b) os dois poderes se chocam, resultando vitorioso e, pois, onipotente um ou outro deles. No primeiro caso, a liberdade individual passa a ser chamada de 'liberdade coletiva', a justiça passa a ser 'justiça social', deixa de existir a soberania da lei, voltando, como na autocracia, o 21

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