ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NO CENTRO DE REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NO CENTRO DE REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS"

Transcrição

1 1 ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NO CENTRO DE REFERÊNCIA EM ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS Cristina Ionácy Rodrigues e Souza 1 INTRODUÇÃO Ao fomentar que a assistência social é uma política que junto com as políticas setoriais, a Política Nacional de Assistência Social - PNAS (2005) considera as desigualdades sócio territoriais, visando seu enfrentamento, à garantia e a universalização do direitos mínimos sociais. O público dessa política são os indivíduos e grupos que se encontram em situações de vulnerabilidade social. Essa política busca garantir os direitos a todos, que dela necessitam e sem contribuição prévia a provisão dessa proteção. O Centro De Referência Em Assistência Social - CRAS atua pautado no trabalho social com famílias por meio do serviço de Proteção e Atendimento Integral a Famílias - PAIF e gestão territorial da rede sócio assistencial de proteção social básica. Sua equipe de referência conta com profissionais de nível superior, os quais se destacam aqueles do Serviço Social e Psicologia e por sua vez os Técnicos de nível médio. Ressaltando que entre os serviços oferecidos pelo CRAS destacam-se: Proteção e Atendimento Integral ás Famílias - PAIF e Programa de Aquisição de Alimentos PAA. POLÍTICAS E DIRETRIZES Entende-se como política a maneira de governar e Diretriz, se define comosendo instruçõespara se estabelecer uma ação ou um plano. 1 Graduada em Psicologia. Faculdade de Saúde Ibituruna FASI.

2 2 A assistência social é um campo novo que se apresenta em processo de construção que, deve ser pautado na atuação proativa e objetiva em provimento contínuo dos benefícios e serviços sócio assistenciais. A Assistência Social foi definida pela Constituição Federal CF de 1988, como políticas públicas de direitos, constituindo-se Política de Produção Social. A inclusão da assistência social foi fundamental para que ocorresse a ampliação dos direitos sociais, como afirma Sposati, (2009, p.14). A inclusão da assistência social na seguridade social foi uma decisão plenamente inovadora. Primeiro, por tratar esse campo como de conteúdo da política pública, de responsabilidade estatal, e não como uma nova ação, com atividades e atendimentos eventuais. Segundo, por desnaturalizar o princípio da subsidiariedade, pelo qual a ação da família e da sociedade antecedia a do Estado. O apoio a entidades sociais foi sempre o biombo relacional adotado pelo Estado para não quebrar a mediação da religiosidade posta pelo pacto Igreja- Estado. Terceiro, por introduzir um novo campo em que se efetivam os direitos sociais. O CRAS tem como base um conjunto de leis e normativas que fundamentam e definem a política de Assistência Social. O CRAS se orienta através das seguranças sócio assistenciais, em articulação com os poderes municipais e federais para execução da Política Nacional de Assistência Social - PNAS. DISCUSSÃO: TEORIA X PRÁTICA Entre as atividades a serem realizadas pelo Psicólogo no CRAS de acordo as Referências Técnicas para atuação do Psicólogo no CRAS/SUAS elaborado pelo Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas - CREPOP (2007, p.23) destacam-se: (...) prevenção a situações de risco, objetivando atuar nas situações de vulnerabilidade por meio do fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários e por meio do desenvolvimento de potencialidades e aquisições pessoais e coletivas Intervir em situações de vulnerabilidades, dentro da Assistência Social, implica diretamente em promover e favorecer o desenvolvimento da autonomia dos indivíduos, oportunizando o empoderamento da pessoa, dos grupos e das comunidades.

3 3 Na prática foi possível perceber e a importância do Psicólogo nos serviços ofertados pelo CRAS, procurandobuscar o fortalecimento de vínculos, mesmo que não seja tarefa fácil perceber a subjetividade do sujeito em sua real identidade e seu convívio na comunidade, mas o trabalho do Psicólogo no serviço assistencial é de potencializar e facilitar o fortalecimento de vínculos dentro da comunidade. Os grupos do PAIF são exemplos claros da realização dessas ações na prática. Para obter-seum bom desempenho nas atividades desenvolvidas pelo Psicólogo é necessário segundo CREPOP (2007) conhecer os potenciais e as fragilidades do território que o Psicólogo acompanha, pois são nesses territórios que os usuários constituem seus vínculos. O conselho ainda fomentaque dentro dos serviços ofertados no CRAS, cabe aos técnicos tomarem conhecimento das ocorrências que demandam atenção, cuidado e aproximação. Considerando o CREPOP (2007, p. 19), Os Psicólogos no CRAS devem promover e fortalecer vínculos sócio afetivos, de forma que as atividades de atendimento gerem progressivamente independência dos benefícios oferecidos e promovam a autonomia na perspectiva da cidadania. Atuar numa perspectiva emancipatória em um país marcado por desigualdades sociais, e construir uma rede de proteção social é um grande desafio (...) a partir do conhecimento as peculiaridades das comunidades e do território. Na prática realizada identificou-se que o Psicólogo atua diretamente na prevenção a situações de risco, desenvolvendo habilidades para fazer com que o sujeito compreenda qual seu lugar perante a sociedade e seu papel nas relações sociais, possibilitando uma transformação do sujeito podendo o levar a desenvolver sua autonomia. Por isso é importante a realização do trabalhando pautado na articulação entre os diversos serviços de outras políticas que subsidiam a assistência social. Como afirma o CREPOP (2007, p. 26) A prática profissional do psicólogo junto a políticas públicas de Assistência Social é a de um profissional da área social produzindo suas intervenções em serviços, programas e projetos afiançados na proteção social básica, a partir de um compromisso ético e político de garantia dos direitos dos cidadãos ao acesso à atenção e proteção da Assistência Social. A partir da interface entre várias áreas da Psicologia, estas ações estão sendo construídas numa perspectiva interdisciplinar, uma vez que vão constituindo várias funções e ocupações que devem priorizar a qualificação da intervenção social dos trabalhadores da Assistência Social.

4 4 Foi perceptível durante a prática que o Psicólogo deve desenvolver as ações de acolhida, entrevistas, orientações, visitas e entrevistas domiciliares, referenciamento e contra-referenciamento, articulações institucionais dentro e fora do território que atua no CRAS. Destaca-se ainda que o Psicólogo tem um papel bastante relevante no âmbito da assistência social e como técnico oferece o seu olhar diferenciado, levando em consideração o contexto em que o sujeito está inserido, livre de julgamentos, uma vez que há muitas percepções ocultas por trás da subjetividade do indivíduo, um campo específico para atuação. CONCLUSÃO O CRAS é caracterizado por oferecer serviços continuados de proteção social básica e de Assistência Social às famílias, grupos e indivíduos em situação de vulnerabilidade social entre outros. Torna-se importante ressaltar que o Psicólogo tem um papel de grande relevância no âmbito da assistência social e como técnico especializado oferece o seu olhar diferenciado. Sendo assim pode-se pensar nas possibilidades de intervenções, ressaltando que devem ser pautadas nas diretrizes da Política Nacional de Assistência Social (PNAS). É relevante destacar que prática realizada no CRAS possibilitou o desenvolvimento da habilidade profissional em situação real; oportunizou também a integração de conteúdos e experiências realizadas nas etapas anteriores do curso, além de proporcionar iniciação profissional em uma situação supervisionada. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Secretaria Nacional de Assistência Social. Política Nacional de Assistência Social (PNAS/2004). Brasília: MDS/SNAS, nov Disponível em: < Acesso em 30/06/ 2015.

5 5 CREPOP-Referências Técnicas para atuação do(a) psicólogo(a) no CRAS/SUAS. Brasília Agosto de Disponível em <http://goo.gl/2iaaqg>. Acesso em 30/06/ SPOSATI.A.Modelo Brasileiro De Proteção Social Não Contributiva: Concepções Fundantes.BRASIL: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, UNESCO. Contribuição e Gestão da Proteção Social não Contributiva no Brasil. Brasília. Junho de Disponível em: < Acesso em 28/06/2015. Concepção e gestão da proteção social não contributiva no Brasil. Brasília: Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome UNESCO, p. Junho de Disponível em <http://goo.gl/zg8hyq>. Acesso em 28/06/2015.

Organização de Serviços Básicos do SUAS em Comunidades Tradicionais. CONGEMAS Belém/PA 18 a 20 de abril de 2011

Organização de Serviços Básicos do SUAS em Comunidades Tradicionais. CONGEMAS Belém/PA 18 a 20 de abril de 2011 Organização de Serviços Básicos do SUAS em Comunidades Tradicionais CONGEMAS Belém/PA 18 a 20 de abril de 2011 Pilares: Constituição Federal Lei Orgânica de Assistência Social - LOAS Política Nacional

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOVO HORIZONTE, CARAMBEÍ PR

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOVO HORIZONTE, CARAMBEÍ PR VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOVO HORIZONTE, CARAMBEÍ PR RUPPEL. ANGELA MARIA 1 PEREIRA. TÁSSIA² SOUZA. C. D. S³ Resumo: Este trabalho pretende apresentar

Leia mais

CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL- CRAS JARDIM CARVALHO PONTA GROSSA- PARANÁ

CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL- CRAS JARDIM CARVALHO PONTA GROSSA- PARANÁ CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL- CRAS JARDIM CARVALHO PONTA GROSSA- PARANÁ PACHECO, Flávia Sacchelli (estágio I), e-mail: flavia_sacchelli@yahoo.com.br PUCHTA, Tiago Messias Torres (estágio

Leia mais

Orientações Técnicas Centro de Referência de Assistência Social CRAS (2009)

Orientações Técnicas Centro de Referência de Assistência Social CRAS (2009) Orientações Técnicas Centro de Referência de Assistência Social CRAS (2009) Caderno do Cras capítulo 6 Equipe de Referência do CRAS A equipe de referência do CRAS é constituída por profissionais responsáveis

Leia mais

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CARACTERIZAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGO CENTRO DE REFERÊNCIA ASSISTÊNCIA SOCIAL VILA ROSA - PALMEIRA - PR

VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL CARACTERIZAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGO CENTRO DE REFERÊNCIA ASSISTÊNCIA SOCIAL VILA ROSA - PALMEIRA - PR VIII JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL GARCIA, Andressa de Oliveira 1. TRENTINI, Fabiana Vosgerau 2. CARACTERIZAÇÃO DO CAMPO DE ESTÁGO CENTRO DE REFERÊNCIA ASSISTÊNCIA SOCIAL VILA ROSA - PALMEIRA -

Leia mais

NASF e PAIF/CRAS: a contribuição de cada serviço para a garantia dos direitos. Débora Martini

NASF e PAIF/CRAS: a contribuição de cada serviço para a garantia dos direitos. Débora Martini NASF e PAIF/CRAS: a contribuição de cada serviço para a garantia dos direitos Débora Martini Saúde Direito de todos Núcleo de Apoio a Saúde da Família - NASF Atenção Primária à Saúde Centros de Saúde Assistência

Leia mais

Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Habitação. Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV)

Secretaria de Assistência Social, Trabalho e Habitação. Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) O que é o SCFV? É realizado em grupos, organizado a partir de percursos, de modo a garantir aquisições progressivas aos seus usuários, de acordo

Leia mais

1 A Prefeitura Municipal de Gavião, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR.

1 A Prefeitura Municipal de Gavião, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. ANO. 2013 DO MUNICÍPIO DE GAVIÃO - BAHIA 1 A Prefeitura Municipal de Gavião, Estado Da Bahia, Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. Este documento foi assinado digitalmente por certificação

Leia mais

Modelo Brasileiro de Proteção Social: destaques da concepção e da gestão. Abigail Torres Agosto de 2014

Modelo Brasileiro de Proteção Social: destaques da concepção e da gestão. Abigail Torres Agosto de 2014 Modelo Brasileiro de Proteção Social: destaques da concepção e da gestão Abigail Torres Agosto de 2014 Constituição 1988 Institucionalização da AS LOAS 1993 PNAS 2004 NOB 2005 NOB-RH 2006 Tipificação de

Leia mais

CRAS nos Centros de Artes e Esportes Unificados -CEUS

CRAS nos Centros de Artes e Esportes Unificados -CEUS Secretaria Nacional de Assistência Social Ativação dos CEUs do Centro-Oeste CRAS nos Centros de Artes e Esportes Unificados -CEUS Niterói Junho de 2015 www.mds.gov.br/assistenciasocial/protecaobasica Os

Leia mais

AUDIÊNCIA PÚBLICA. Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência/CD Comissão de Seguridade Social e Família/

AUDIÊNCIA PÚBLICA. Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência/CD Comissão de Seguridade Social e Família/ AUDIÊNCIA PÚBLICA Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência/CD Comissão de Seguridade Social e Família/ Brasília, 13 de maio de 2015 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome

Leia mais

Fundação de Assistência Social e Cidadania FASC Direção Técnica Coordenaçao Rede Básica

Fundação de Assistência Social e Cidadania FASC Direção Técnica Coordenaçao Rede Básica Fundação de Assistência Social e Cidadania FASC Direção Técnica Coordenaçao Rede Básica PROTEÇÃO SOCI AL BÁSI CA - PSB Centro de Referência da Assistência Social CRAS Organização da Rede Socioassistencial

Leia mais

A Política de Assistência Social Um novo desenho.

A Política de Assistência Social Um novo desenho. A Política de Assistência Social Um novo desenho. Profª. Eline Alcoforado Maranhão Sá Profª. Maria Aparecida Guimarães Skorupski Profª Regina Coeli Climaco Matos A Assistência Social como política de proteção

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Page 2 Fique por dentro: Brasil sem miséria BRASIL SEM MISÉRIA: O QUE SERÁ FEITO Aumentar de três para cinco o número máximo de benefícios variáveis pagos pelo Bolsa

Leia mais

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA

PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA Foco prioritário de ação da Política de Assistência Social é a família MATRICIALIDADE SOCIOFAMILIAR Olhar para a família não pelo que lhe falta, mas por sua riqueza. CRAS X CREAS

Leia mais

CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO

CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL RESGATE HISTÓRICO Assistência Social enquanto política pública de direitos. Relevante marco no processo histórico de construção de um sistema de

Leia mais

REDE SOCIOASSISTENCIAL

REDE SOCIOASSISTENCIAL REDE SOCIOASSISTENCIAL O que é Vulnerabilidade Social? Pode ser entendida como a condição de risco em que uma pessoa se encontra. Um conjunto de situações mais, ou menos problemáticas, que situam a pessoa

Leia mais

Palavras-chave: estágio, política assistencial, apreensão de conhecimentos

Palavras-chave: estágio, política assistencial, apreensão de conhecimentos A PRÁTICA DO SERVIÇO SOCIAL NA UNIDADE INSTITUCIONAL DO CENTRO DE REFERÊNCIA DA ASSISTENCIA SOCIAL DO BAIRRO SANTA LUZIA, NO MUNICÍPIO DE PONTA GROSSA. SCHULTZ, Denise Stroberg (Estágio I), BELLO, Tatyana

Leia mais

MÓDULO I IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL

MÓDULO I IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL MÓDULO I IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL ACOMPANHAMENTO E ATENDIMENTO FAMILIAR Configura-se como um ato Configura como um processo continuado ACOMPANHAMENTO FAMILIAR ACOMPANHAMENTO FAMILIAR O QUE

Leia mais

A MEDIAÇÃO DE CONFLITOS A PARTIR DO TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS EM GRUPO NO ÂMBITO DO PAIF

A MEDIAÇÃO DE CONFLITOS A PARTIR DO TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS EM GRUPO NO ÂMBITO DO PAIF A MEDIAÇÃO DE CONFLITOS A PARTIR DO TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS EM GRUPO NO ÂMBITO DO PAIF GEBELUKA. Rosmeri Ap. Dalazoana 1 FIDELIX, Suzian Cristine 2. RESUMO O PAIF Serviço de Proteção e atendimento

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 34, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº 34, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2011. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME CONSELHO NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Esplanada dos Ministérios, bloco F, anexo, ala A, 1º andar, Brasília/DF CEP: 70059-900 RESOLUÇÃO Nº 34, DE

Leia mais

SISTEMA CONSELHOS DE PSICOLOGIA Conselho Regional de Psicologia 20ª Região AM RR RO AC

SISTEMA CONSELHOS DE PSICOLOGIA Conselho Regional de Psicologia 20ª Região AM RR RO AC NOTA TÉCNICA Orientações/Recomendações sobre a atuação dos psicólogos nos equipamentos de referência em Assistência Social (Proteção Social Básica, Proteção Social Especial de Média e Alta Complexidade).

Leia mais

VULNERABILIDADE SOCIAL. com ênfase ao atendimento à população em situação de rua

VULNERABILIDADE SOCIAL. com ênfase ao atendimento à população em situação de rua VULNERABILIDADE SOCIAL com ênfase ao atendimento à população em situação de rua Introdução A população atendida pela Defensoria Pública é caracterizada pela hipossuficiência financeira, condição exigida

Leia mais

IX JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS PALMEIRA¹ / PR.

IX JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS PALMEIRA¹ / PR. IX JORNADA DE ESTÁGIO DE SERVIÇO SOCIAL A PRÁTICA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NO CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CRAS PALMEIRA¹ / PR. MARTINS, Mayara Lucia (Estágio I), e-mail: mayamartins1993@hotmail.com.

Leia mais

LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social) com foco na POPULAÇÃO IDOSA

LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social) com foco na POPULAÇÃO IDOSA LOAS (Lei Orgânica da Assistência Social) com foco na POPULAÇÃO IDOSA Direitos Sociais 1988: Promulgação da Constituição Federal; A Assistência Social passou a integrar o Sistema de Seguridade Social,

Leia mais

Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais. 14º Encontro Nacional do Congemas

Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais. 14º Encontro Nacional do Congemas Entre o Suas e o Plano Brasil sem Miséria: Os Municípios Pactuando Caminhos Intersetoriais 14º Encontro Nacional do Congemas Plano deve ser visto como uma marca que explicita o compromisso com a intrínseca

Leia mais

PREFEITURA DE MONTES CLAROS SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL Centro de Referência de Assistência Social PLANO ANUAL DE AÇÃO 2015

PREFEITURA DE MONTES CLAROS SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL Centro de Referência de Assistência Social PLANO ANUAL DE AÇÃO 2015 CRAS: Maracanã COORDENADOR(A): Eliana de Araújo Vieira PREFEITURA DE MONTES CLAROS PLANO ANUAL DE AÇÃO 2015 QUADRO I Atividades de fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários: Objetivo Atividades

Leia mais

O SUAS PARÁ NO PLANO ESTADUAL DE AÇÕES INTEGRADAS SOBRE DROGAS. Meive Ausonia Piacesi

O SUAS PARÁ NO PLANO ESTADUAL DE AÇÕES INTEGRADAS SOBRE DROGAS. Meive Ausonia Piacesi O SUAS PARÁ NO PLANO ESTADUAL DE AÇÕES INTEGRADAS SOBRE DROGAS Meive Ausonia Piacesi POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PROTEÇÃO SOCIAL Sistema Único de Assistência Social - SUAS INDIVÍDUOS E FAMÍLIAS EM SITUAÇÃO

Leia mais

AVALIAÇÃO SOCIAL E A CONCESSÃO DO BPC PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Eixo Temático I - Questão Social e Serviço Social

AVALIAÇÃO SOCIAL E A CONCESSÃO DO BPC PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA. Eixo Temático I - Questão Social e Serviço Social ISSN 2359-1277 AVALIAÇÃO SOCIAL E A CONCESSÃO DO BPC PARA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Drielly Andressa Claro, driellyclaro@hotmail.com; Jaqueline Zuin dos Santos (Orientadora), jaque.zuin.s@gmail.com; Keila

Leia mais

PLANOS DE MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO PAIR

PLANOS DE MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO PAIR S DE MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO PAIR DE MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO PAIR ANÁLISE DA SITUAÇÃO NACIONAL 1. Identificar causas/ fatores de vulnerabilidade e modalidades de violência sexual contra

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL COMISSÃO INTERGESTORES TRIPARTITE

Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL COMISSÃO INTERGESTORES TRIPARTITE Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL COMISSÃO INTERGESTORES TRIPARTITE Resolução nº XX, de 21 de outubro de 2016 Pactua o desenho do Programa Criança

Leia mais

SUAS, SUS E TERRITÓRIO: INTERFACES DO CUIDADO

SUAS, SUS E TERRITÓRIO: INTERFACES DO CUIDADO 1º MÓDULO SUAS, SUS E TERRITÓRIO: INTERFACES DO CUIDADO Profª Dione Menz 2016 HISTÓRICO - SUAS Sistema Único da Assistência Social é fruto de quase duas décadas de debates e coloca em prática os preceitos

Leia mais

A POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (PNAS) E A IMPORTÂNCIA DAS INSTÂNCIAS DO CONTROLE E DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1

A POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (PNAS) E A IMPORTÂNCIA DAS INSTÂNCIAS DO CONTROLE E DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 A POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (PNAS) E A IMPORTÂNCIA DAS INSTÂNCIAS DO CONTROLE E DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 Druzian, Andressa 2 ; Avila, Lisélen 3 ; Aguinsky, Beatriz 4 1 Trabalho do tipo bibliográfico

Leia mais

CRAS. Rua São Caetano 822 Jardim Alvorada - Fone Programa de Atenção Integral á família - PAIF

CRAS. Rua São Caetano 822 Jardim Alvorada - Fone Programa de Atenção Integral á família - PAIF CRAS O Centro de Referência da Assistência Social é uma unidade publica estatal que atende em áreas específicas com maior vulnerabilidade social. Oferece serviços destinados á família, dentre eles, o Programa

Leia mais

CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-CRAS DRA. ZILDA ARNS NEUMANN

CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-CRAS DRA. ZILDA ARNS NEUMANN CENTRO DE REFERÊNCIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL-CRAS DRA. ZILDA ARNS NEUMANN PROJETO PILOTO PROMOTORES DE CIDADANIA Maio/2016 Gaspar - Santa Catarina Sumário 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO GERAL... 3 3. OBJETIVO

Leia mais

Visita domiciliar ao recém nascido: uma prática Interdisciplinar.

Visita domiciliar ao recém nascido: uma prática Interdisciplinar. TÍTULO DA PRÁTICA: Visita domiciliar ao recém nascido: uma prática Interdisciplinar. CÓDIGO DA PRÁTICA: T23 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 a)situação problema e/ou demanda inicial que

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão Curso: ENFERMAGEM SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Missão Formar Enfermeiros qualificados para atuar em todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema

Leia mais

CURSO: ENFERMAGEM Missão Objetivo Geral Objetivos Específicos

CURSO: ENFERMAGEM Missão Objetivo Geral Objetivos Específicos CURSO: ENFERMAGEM Missão Formar para atuar em Enfermeiros qualificados todos os níveis de complexidade da assistência ao ser humano em sua integralidade, no contexto do Sistema Único de Saúde e do sistema

Leia mais

O CRAS é uma unidade pública estatal devidamente identificado, localizado em áreas de vulnerabilidade social.

O CRAS é uma unidade pública estatal devidamente identificado, localizado em áreas de vulnerabilidade social. CRAS - Centro de Referência da Assistência Social O CRAS é uma unidade pública estatal devidamente identificado, localizado em áreas de vulnerabilidade social. Profª. Iracema Ferreira Site: www.aprimore.net

Leia mais

Parceria Social Público Privada (PSPP) como estratégia para o desenvolvimento sustentável dos territórios minerais

Parceria Social Público Privada (PSPP) como estratégia para o desenvolvimento sustentável dos territórios minerais 1 Parceria Social Público Privada (PSPP) como estratégia para o desenvolvimento sustentável dos territórios minerais Sistema legal institucional brasileiro Empresa Poder público municipal, estadual e federal

Leia mais

OBJETIVOS DO CURSO DE ENFERMAGEM

OBJETIVOS DO CURSO DE ENFERMAGEM FACULDADE DO NORTE GOIANO OBJETIVOS DO CURSO DE ENFERMAGEM Objetivos do curso O Curso de Graduação em Enfermagem tem por objetivo formar bacharel em enfermagem (enfermeiro) capaz de influenciar na construção

Leia mais

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento,

Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos Secretaria Executiva de Desenvolvimento e Assistência Social Gerência de Planejamento, Projetos e Capacitação Quem são os usuários da Assistência

Leia mais

Eixo temático: Política Social e Trabalho

Eixo temático: Política Social e Trabalho ISSN 2359-1277 A COMPREENSÃO DO CONCEITO VULNERABILIDADE SOCIAL PELOS TRABALHADORES DA POLITICA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL Aluna Gabriela Nunes da Silva PIC (PIBIC/Fundação Araucária) Unespar/Campus Paranavaí,

Leia mais

EDUCADOR SOCIAL SITE: FACEBOOK: CARITAS ARQUIDIOCESANA DE PORTO ALEGRE SAS FACEBOOK: MENSAGEIRO DA CARIDADE

EDUCADOR SOCIAL SITE:  FACEBOOK: CARITAS ARQUIDIOCESANA DE PORTO ALEGRE SAS FACEBOOK: MENSAGEIRO DA CARIDADE EDUCADOR SOCIAL SITE: WWW.CARITASPORTOALEGRE.ORG FACEBOOK: CARITAS ARQUIDIOCESANA DE PORTO ALEGRE SAS FACEBOOK: MENSAGEIRO DA CARIDADE ATUAÇÃO PROFISSIONAL CRIANÇAS ADOLESCENTES ADULTOS IDOSOS ÁREAS DE

Leia mais

Conheça as propostas formuladas nos eventos preparatórios em todo o estado de SP

Conheça as propostas formuladas nos eventos preparatórios em todo o estado de SP Proposta: Que os Conselhos Regionais de Psicologia disponibilizem profissionais capacitados para supervisionar os demais psicólogos em questões pertinentes a todas as áreas de atuação. Proposta: Manutenção

Leia mais

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS

SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS. Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS SÍNTESE DO PERFIL E DAS ATRIBUIÇÕES DOS COORDENADORES DAS UNIDADES SOCIOASSISTENCIAIS Perfil e principais atribuições do Coordenador do CREAS Escolaridade de nível superior de acordo com a NOB/RH/2006

Leia mais

O homem é mais ou menos cidadão, dependendo do lugar onde vive. Milton Santos

O homem é mais ou menos cidadão, dependendo do lugar onde vive. Milton Santos O homem é mais ou menos cidadão, dependendo do lugar onde vive. Milton Santos XIV ENCONTRO NACIONAL DO CONGEMAS TERRITÓRIO E PARTICIPAÇÃO POPULAR: Iraci de Andrade Iraci_andrade@hotmail.com PUC-RS Fortaleza,

Leia mais

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA

EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA EIXO III EDUCAÇÃO, TRABALHO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: CULTURA, CIÊNCIA, TECNOLOGIA, SAÚDE, MEIO AMBIENTE DOCUMENTO REFERÊNCIA SUGESTÃO Desde os anos 1980, observam-se transformações significativas

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA BLUMENAU ARTICULADOR

TERMO DE REFERÊNCIA BLUMENAU ARTICULADOR TERMO DE REFERÊNCIA BLUMENAU ARTICULADOR PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA INDIVIDUAL EM ARTICULAÇÃO DE REDE INTERSETORIAL ALCOOL E DROGAS DESCENTRALIZADO I. CONTEXTO O decreto 7.179 de 2010 da Presidência

Leia mais

O FAZER DA PSICOLOGIA DO IFRN: Mitos e Verdades. Apresentação dos profissionais de Psicologia do IFRN

O FAZER DA PSICOLOGIA DO IFRN: Mitos e Verdades. Apresentação dos profissionais de Psicologia do IFRN O FAZER DA PSICOLOGIA DO IFRN: Mitos e Verdades Apresentação dos profissionais de Psicologia do IFRN Psicologia e Educação Atualmente, a Psicologia inserida na Educação, preocupase com as políticas públicas

Leia mais

Curso SUAS Sistema Único de Assistência Social nos CRAS e CREAS

Curso SUAS Sistema Único de Assistência Social nos CRAS e CREAS Associação Brasileira de Formação e Desenvolvimento Social - ABRAFORDES www.cursosabrafordes.com.br DICA: Tecle Ctrl+s para salvar este PDF no seu computador. Curso SUAS Sistema Único de Assistência Social

Leia mais

Fax ( 41)36771187 CPF 447.841.049-68. Função. Gerente. Celular (41) 91760959. R$ 461.800,00 (quatrocentos e sessenta e um mil e oitocentos reais)

Fax ( 41)36771187 CPF 447.841.049-68. Função. Gerente. Celular (41) 91760959. R$ 461.800,00 (quatrocentos e sessenta e um mil e oitocentos reais) 1 IDENTIFICAÇÃO Abrangência do Projeto: ( ) Estadual ( ) Regional ( X) Intermunicipal (no mínimo três municípios) 1.1. Dados Cadastrais do Proponente Entidade Proponente: FUNDAÇÃO SOLIDARIEDADE Endereço

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DO MUNÍCIPIO DE CASCAVEL/PR NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES

SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DO MUNÍCIPIO DE CASCAVEL/PR NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES SECRETARIA MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DO MUNÍCIPIO DE CASCAVEL/PR NO ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES Danielle Passos Silva Moratelli 1 Inês de Paula 2 Patricia Luciana Bilibio 3 Rosmeri

Leia mais

A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) estabelece os pontos para o atendimento às

A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) estabelece os pontos para o atendimento às INTRODUÇÃO A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) estabelece os pontos para o atendimento às pessoas com sofrimento mental, sendo composta por serviços e equipamentos variados: Centros de Atenção Psicossocial,

Leia mais

Núcleo de Atenção Integral na Saúde da Família. Coordenação da Política Nacional de Promoção da Saúde/SE Coordenação de Gestão da Atenção Básica/SAS

Núcleo de Atenção Integral na Saúde da Família. Coordenação da Política Nacional de Promoção da Saúde/SE Coordenação de Gestão da Atenção Básica/SAS Núcleo de Atenção Integral na Saúde da Família Coordenação da Política Nacional de Promoção da Saúde/SE Coordenação de Gestão da Atenção Básica/SAS SUS - Princípios Gerais 1 - A Saúde Como Direito de Todos

Leia mais

Plano de Trabalho e Relatório de atividades. Justificativa:

Plano de Trabalho e Relatório de atividades. Justificativa: Plano de Trabalho e Relatório de atividades Justificativa: Nova Campinas é uma comunidade carente de infraestrutura e de serviços como a pratica de esporte, lazer, cultura, cursos, etc. A Fundação Jesus

Leia mais

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO NO CENTRO DE REFERÊNCIA DA ASSISTENCIA SOCIAL COM JOVENS APRENDIZES: RELATO DE UMA EXPERIÊNCIA Bruna Fabre Dantas* (Acadêmica do Curso de Psicologia da Faculdade Ingá, Estagiária

Leia mais

PNAS POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

PNAS POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL PNAS POLÍTICA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL QUEM SOMOS? ONDE ATUAMOS? Estado Mercado 1º setor 2º setor QUESTÃO SOCIAL Política Pública 3º setor Sociedade Civil Organizada CONTEXTUALIZAÇÃO A FORMAÇÃO DA

Leia mais

3. Prevenção do uso prejudicial de drogas:

3. Prevenção do uso prejudicial de drogas: Ações da SENAD 2015 1. Ar%culação intersetorial e mobilização social para a polí%ca de drogas: Apoiar com recursos técnicos e polí2cos a gestão municipal e movimentos sociais 2. Formação em polí%cas sobre

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DO ACESSO AO MUNDO DO TRABALHO ACESSUAS TRABALHO

PROGRAMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DO ACESSO AO MUNDO DO TRABALHO ACESSUAS TRABALHO PROGRAMA NACIONAL DE PROMOÇÃO DO ACESSO AO MUNDO DO TRABALHO ACESSUAS TRABALHO O SUAS e a mobilização para promoção do acesso ao mundo do Trabalho A assistência social é política pública, direito do cidadão

Leia mais

O CREAS (CENTRO DE REFERNCIA DA ASSISTENCIA SOCIAL), E O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL

O CREAS (CENTRO DE REFERNCIA DA ASSISTENCIA SOCIAL), E O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL O CREAS (CENTRO DE REFERNCIA DA ASSISTENCIA SOCIAL), E O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL Priscila Beatriz de ALMEIDA 1 Meiryelle Freitas de LIMA 2 Thais Fernanda dos SANTOS 3 Andréia Cristina da Silva ALMEIDA

Leia mais

CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES

CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES CONFERÊNCIA REGIONAL DE POLÍTICAS PARA MULHERES Um desafio para a igualdade numa perspectiva de gênero Ituporanga 30/04/04 Conferência Espaço de participação popular para: Conferir o que tem sido feito

Leia mais

IV JORNADA DE ESTUDOS EM SERVIÇO SOCIAL SERVIÇO SOCIAL NO CREAS: ENTREVISTA COM A ASSISTENTE SOCIAL DO CREAS

IV JORNADA DE ESTUDOS EM SERVIÇO SOCIAL SERVIÇO SOCIAL NO CREAS: ENTREVISTA COM A ASSISTENTE SOCIAL DO CREAS ISSN 2359-1277 SERVIÇO SOCIAL NO CREAS: ENTREVISTA COM A ASSISTENTE SOCIAL DO CREAS Brenda de Oliveira Dias, brendadiasoliveira3@gmail.com Débora dos Santos Marques, dmarx670@yahoo.com.br Gabriela Machado

Leia mais

Caderno de Orientações do CRP SP para atuação de psicólogas(os) na Assistência Social

Caderno de Orientações do CRP SP para atuação de psicólogas(os) na Assistência Social Caderno de Orientações do CRP SP para atuação de psicólogas(os) na Assistência Social SUMÁRIO Apresentação Introdução Atribuições/responsabilidades profissionais da (o) psicóloga (o) nos SUAS Atuação da(o)

Leia mais

Material elaborado pela professora Tásia Wisch - PNAIC

Material elaborado pela professora Tásia Wisch - PNAIC QUESTIONAMENTOS INICIAIS O que vocês entendem por Inclusão? Você acredita que as escolas de seu município são inclusivas? Se não, o que pode ser feito para mudar esta situação? Quais os serviços oferecidos

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SOCIAL LDO 2016 ANEXO III

DESENVOLVIMENTO SOCIAL LDO 2016 ANEXO III DESENVOLVIMENTO SOCIAL LDO 2016 ANEXO III Assistência Social Código: 5241 Nome do Programa Benefícios Eventuais Objetivo do Programa Fornecer benefícios previstos em Lei, em forma de benefício, para atender

Leia mais

Resultados do Serviço Preparação para o Primeiro Emprego

Resultados do Serviço Preparação para o Primeiro Emprego Resultados do Serviço Preparação para o Primeiro Emprego Ano 2014 Administração: Rodrigo Antônio de Agostinho Mendonça Secretária do Bem Estar Social: Darlene Martin Tendolo Diretora de Departamento: Silmaire

Leia mais

AS AÇÕES DESENVOLVIDAS COM OS GRUPOS SOCIOEDUCATIVOS NO CRAS SANTO EXPEDITO

AS AÇÕES DESENVOLVIDAS COM OS GRUPOS SOCIOEDUCATIVOS NO CRAS SANTO EXPEDITO AS AÇÕES DESENVOLVIDAS COM OS GRUPOS SOCIOEDUCATIVOS NO CRAS SANTO EXPEDITO Elizângela de Andrade Alexandre IMAMURA 1 Silvia Helena MANFRIN 2 RESUMO: O presente trabalho teve como proposta apresentar as

Leia mais

PRÁTICA PROFISSIONAL E DASAFIOS DO COTIDIANO NO CREAS CRIANÇA E ADOLESCENTES (SENTINELA) NO MUNICIPIO DE PONTA GROSSA

PRÁTICA PROFISSIONAL E DASAFIOS DO COTIDIANO NO CREAS CRIANÇA E ADOLESCENTES (SENTINELA) NO MUNICIPIO DE PONTA GROSSA PRÁTICA PROFISSIONAL E DASAFIOS DO COTIDIANO NO CREAS CRIANÇA E ADOLESCENTES (SENTINELA) NO MUNICIPIO DE PONTA GROSSA BARTMEYER, Tania (estagio I), e-mail: taniabartmeyer@hotmail.com VALIGURA, Maristela

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Ações da Secretaria Nacional de

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Ações da Secretaria Nacional de Ações da Secretaria Nacional de Assistência Social - MDS CONSTITUIÇÃO FEDERAL 1988 Art. 194 A Seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos poderes públicos e da sociedade,

Leia mais

II MÓDULO PREVENÇÃO AO USO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS Modelos e Práticas. Paula Marilia Cordeiro Caiana Silva 2016

II MÓDULO PREVENÇÃO AO USO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS Modelos e Práticas. Paula Marilia Cordeiro Caiana Silva 2016 II MÓDULO PREVENÇÃO AO USO DE ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS Modelos e Práticas 2016 Parece improvável que a Humanidade em geral seja algum dia capaz de dispensar os paraísos artificiais, isto é, a busca pela

Leia mais

Departamento de Assistência Social DAS Unidade Rio de Janeiro

Departamento de Assistência Social DAS Unidade Rio de Janeiro Departamento de Assistência Social DAS Unidade Rio de Janeiro Programas e Serviços de Atenção à População em Situação de Vulnerabilidade Social, Econômica e Pessoal. Programa Dignidade O Programa Dignidade

Leia mais

O BPC Trabalho. XIV ENCONTRO NACIONAL DO CONGEMAS Oficina de Operacionalização do BPC Trabalho e BPC na Escola Fortaleza, março de 2012

O BPC Trabalho. XIV ENCONTRO NACIONAL DO CONGEMAS Oficina de Operacionalização do BPC Trabalho e BPC na Escola Fortaleza, março de 2012 O BPC Trabalho XIV ENCONTRO NACIONAL DO CONGEMAS Oficina de Operacionalização do BPC Trabalho e BPC na Escola Fortaleza, março de 2012 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - MDS Secretaria

Leia mais

O ENSINO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO DISTRITO FEDERAL

O ENSINO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO DISTRITO FEDERAL O ENSINO DO CUIDADO DE ENFERMAGEM EM SAÚDE MENTAL NOS CURSOS DE GRADUAÇÃO NO DISTRITO FEDERAL Acadêmica :Amanda da Silva Alves Orientador: Alexsandro Barreto Almeida Águas Claras - DF 2016 Alexsandro Barreto

Leia mais

Carta aberta à Sociedade Brasileira

Carta aberta à Sociedade Brasileira MOVIMENTO NACIONAL PELA SOCIOAPRENDIZAGEM NO SUAS Carta aberta à Sociedade Brasileira Em defesa do direito de famílias em situação de vulnerabilidade e risco social à proteção social, por meio da promoção

Leia mais

Tabela 1 Quantidade de Entidades Privadas/CNPJ com inscrições deferidas Quantidade de entidades/cnpj. Quantidade inscrições por CNPJ

Tabela 1 Quantidade de Entidades Privadas/CNPJ com inscrições deferidas Quantidade de entidades/cnpj. Quantidade inscrições por CNPJ P á g i n a 1 Análise descritiva do banco de dados do Formulário Eletrônico das Entidades Privadas de Assistência Social e serviços, programas, projetos e benefícios socioassistenciais Este relatório se

Leia mais

ATUAÇÃO DO ADVOGADO NA EQUIPE MÍNIMA DE REFERÊNCIA DO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CREAS)

ATUAÇÃO DO ADVOGADO NA EQUIPE MÍNIMA DE REFERÊNCIA DO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CREAS) ATUAÇÃO DO ADVOGADO NA EQUIPE MÍNIMA DE REFERÊNCIA DO CENTRO DE REFERÊNCIA ESPECIALIZADO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL (CREAS) Resumo Daniel Antônio Cunico * Edenilza Gobbo ** O presente trabalho discorre sobre

Leia mais

IBGE: HABITANTES URBANA: RURAL: AREA 350 KM² 56 comunidades 8 bairros

IBGE: HABITANTES URBANA: RURAL: AREA 350 KM² 56 comunidades 8 bairros IBGE: 2010 16.034 HABITANTES URBANA: 9.871 RURAL:6.150 AREA 350 KM² 56 comunidades 8 bairros Nº Famílias referenciadas: 540 famílias Nº Famílias acompanhadas em grupos: 190 famílias. 1 Coordenadora: 40

Leia mais

Referências Técnicas para atuação do/a psicólogo/a no CRAS/SUAS

Referências Técnicas para atuação do/a psicólogo/a no CRAS/SUAS Referências Técnicas para atuação do/a psicólogo/a no CRAS/SUAS Referências Técnicas para atuação do(a) psicólogo(a) no CRAS/SUAS Brasília, junho de 2008. 3 Ficha catalográfica Catalogação na publicação

Leia mais

Implementando a Musicoterapia no Sistema Único de Assistência Social (SUAS)

Implementando a Musicoterapia no Sistema Único de Assistência Social (SUAS) Implementando a Musicoterapia no Sistema Único de Assistência Social (SUAS) XII Fórum Paulista de Musicoterapia: Interações nas Diferenças Sonoras São Paulo, Dezembro de 2012. Jakeline Silvestre Fascina

Leia mais

ATUAÇÃO PROFISSIONAL CRIANÇAS ADOLESCENTES ADULTOS IDOSOS

ATUAÇÃO PROFISSIONAL CRIANÇAS ADOLESCENTES ADULTOS IDOSOS EDUCADOR SOCIAL ATUAÇÃO PROFISSIONAL CRIANÇAS ADOLESCENTES ADULTOS IDOSOS ÁREAS DE ATUAÇÃO ASSISTÊNCIA SOCIAL SAÚDE EDUCAÇÃO MAIORES DIFICULDADES FALTA DE PROFISSIONAIS CAPACITADOS NOVA PROFISSÃO REGULAMENTAÇÃO

Leia mais

Portfólio de Produtos

Portfólio de Produtos Portfólio de Produtos 1 Pessoas Alguns sintomas que podem revelar o que está acontecendo no seu RH... Muito focado em tarefas operacionais. Não sabe quais são as atividades prioritárias. Não sabe quais

Leia mais

Curso de Atualização no Sistema Único de Assistência Social Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos

Curso de Atualização no Sistema Único de Assistência Social Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Faculdade PAULUS DE TECNOLOGIA E COMUNICAÇÃO Departamento de Assistência Social /PAULUS Curso de Atualização no Sistema Único de Assistência Social Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Breve

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL na Educação. Profa. Dra. Silvia da Costa STOCKINGER UFPA/CRESS

SERVIÇO SOCIAL na Educação. Profa. Dra. Silvia da Costa STOCKINGER UFPA/CRESS SERVIÇO SOCIAL na Educação Profa. Dra. Silvia da Costa STOCKINGER UFPA/CRESS A ESCOLA Um cenário próprio: instituição que reflete as problemáticas vivenciadas pela sociedade; apresenta expressões da Questão

Leia mais

Seminário do CRAS Proteção Social Básica

Seminário do CRAS Proteção Social Básica Seminário do CRAS Proteção Social Básica ESTRUTURA DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ANTES DO SUAS *Secretarias agregadas em outras secretarias; *Secretarias com diversos apelidos; * Secretarias e a Política

Leia mais

Esta resolução entra em vigor a partir da presente data. Ratificam-se atos realizados anteriormente, Revogam-se as disposições em contrário.

Esta resolução entra em vigor a partir da presente data. Ratificam-se atos realizados anteriormente, Revogam-se as disposições em contrário. Resolução n 17/2017 Aprova o Projeto de Plantão Psicológico da Clínica Escola da Faculdade Campo Real. O Diretor Geral da Faculdade Campo Real, mantida pela UB Campo Real Educacional S.A., no uso de suas

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DEPARTAMENTO DE BENEFÍCIOS ASSISTENCIAIS

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DEPARTAMENTO DE BENEFÍCIOS ASSISTENCIAIS MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME SECRETARIA NACIONAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL DEPARTAMENTO DE BENEFÍCIOS ASSISTENCIAIS PROGRAMA BPC TRABALHO O QUE É O BPC O Benefício de Prestação Continuada

Leia mais

Programa Nacional de Acesso ao Mundo do Trabalho ACESSUAS Trabalho

Programa Nacional de Acesso ao Mundo do Trabalho ACESSUAS Trabalho O que é? É uma iniciativa da Política Nacional de Assistência Social para promover o acesso de seus usuários a oportunidades no mundo do trabalho, através de ações integradas e articuladas voltadas para

Leia mais

José Ailton dos Santos RA: RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I CRAS-CANINDEZINHO

José Ailton dos Santos RA: RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I CRAS-CANINDEZINHO José Ailton dos Santos RA: 9904003385 RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I CRAS-CANINDEZINHO FORTALEZA / CEARÁ 2016 José Ailton dos Santos 9904003385 RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I CRAS-CANINDEZINHO

Leia mais

SEGURIDADE SOCIAL. Tem a finalidade de garantir o mínimo necessário à sobrevivência do indivíduo.

SEGURIDADE SOCIAL. Tem a finalidade de garantir o mínimo necessário à sobrevivência do indivíduo. SEGURIDADE SOCIAL A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade, destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde, à previdência e

Leia mais

A Organização de Serviços nas Apaes de Minas Gerais. Eduardo Barbosa Presidente da Federação Estadual das Apaes de Minas Gerais

A Organização de Serviços nas Apaes de Minas Gerais. Eduardo Barbosa Presidente da Federação Estadual das Apaes de Minas Gerais A Organização de Serviços nas Apaes de Minas Gerais Eduardo Barbosa Presidente da Federação Estadual das Apaes de Minas Gerais A Avaliação Multidimensional é a Porta de Entrada para os Serviços Assistência

Leia mais

CONTROLE SOCIAL e PARTICIPAÇÃO NO SUS: O PAPEL DO CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE

CONTROLE SOCIAL e PARTICIPAÇÃO NO SUS: O PAPEL DO CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE CONTROLE SOCIAL e PARTICIPAÇÃO NO SUS: O PAPEL DO CONSELHO ESTADUAL DE SAÚDE EDERSON ALVES DA SILVA Vice-Presidente Conselho Estadual de Saúde de Minas Gerais conselhoestadualdesaudemg@gmail.com O Sistema

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO VERBO EDUCACIONAL

PÓS-GRADUAÇÃO VERBO EDUCACIONAL PÓS-GRADUAÇÃO VERBO EDUCACIONAL A Verbo Educacional, uma das empresas do Grupo Verbo, oferece aos profissionais de múltiplas áreas do conhecimento a praticidade do ensino a distância aliado a possibilidade

Leia mais

I-Política de ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE 1) Como é definida? * Um conjunto de ações em saúde (amplas, complexas que abrangem múltiplas facetas da realida

I-Política de ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE 1) Como é definida? * Um conjunto de ações em saúde (amplas, complexas que abrangem múltiplas facetas da realida A atuação do Assistente Social na e a interface com os demais níveis de complexidade Inês Pellizzaro I-Política de ATENÇÃO BÁSICA EM SAÚDE 1) Como é definida? * Um conjunto de ações em saúde (amplas, complexas

Leia mais

Políticas Públicas Intersetoriais - A Relação Intersetorial na Consolidação da Proteção Social.

Políticas Públicas Intersetoriais - A Relação Intersetorial na Consolidação da Proteção Social. Ministério do Políticas Públicas Intersetoriais - A Relação Intersetorial na Consolidação da Proteção Social. Rômulo Paes Secretário Executivo do Ministério do Combate à Fome Rio de Janeiro, 30 de novembro

Leia mais

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social

PSICOLOGIA E DIREITOS HUMANOS: Formação, Atuação e Compromisso Social A PSICANÁLISE DE FREUD E LACAN PODE CONTRIBUIR COM O CAMPO DA ASSISTÊNCIA SOCIAL? Sara Mexko* (Programa de Pós-Graduação em Psicologia, Universidade Estadual Paulista, Assis-SP, Brasil). contato: saramexko@gmail.com

Leia mais

DE PÓS-GRADUAÇÃO

DE PÓS-GRADUAÇÃO 6.2.2. DE PÓS-GRADUAÇÃO As áreas de abrangência da UFOB têm experimentado importante crescimento econômico e populacional nos últimos 30 anos, fato que tem ampliado significativamente a demanda por profissionais

Leia mais

CRAS III PLANALTINA. Localizado na rua Delmar Sitone, 385, no Bairro Planaltina, junto ao Centro Social Urbano.

CRAS III PLANALTINA. Localizado na rua Delmar Sitone, 385, no Bairro Planaltina, junto ao Centro Social Urbano. CRAS III PLANALTINA Localizado na rua Delmar Sitone, 385, no Bairro Planaltina, junto ao Centro Social Urbano. O Centro de Referência da Assistência Social- CRAS é uma unidade pública estatal de base territorial

Leia mais

MATRICIAMENTO PELOS NÚCLEOS DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA

MATRICIAMENTO PELOS NÚCLEOS DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA MATRICIAMENTO PELOS NÚCLEOS DE APOIO À SAÚDE DA FAMÍLIA INTRODUÇÃO Neste Caso Didático vamos relatar a experiência de organização dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) de um município de grande

Leia mais

Plano de Trabalho Federal. Proteção Social Especial de Alta Complexidade. Serviço de Acolhimento Institucional para Idosos

Plano de Trabalho Federal. Proteção Social Especial de Alta Complexidade. Serviço de Acolhimento Institucional para Idosos 1 Plano de Trabalho 2016 Federal Proteção Social Especial de Alta Complexidade Serviço de Acolhimento Institucional para Idosos I - Identificação: Dados da Conveniada: Fundação Mansão Ismael Endereço:

Leia mais