Universidade Federal Fluminense Faculdade de Medicina Planejamento e Gerência em Saúde II Estudo de Caso Serviço de Emergência ProntoBaby

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1 Universidade Federal Fluminense Faculdade de Medicina Planejamento e Gerência em Saúde II Estudo de Caso Serviço de Emergência ProntoBaby Prof.ª Dra Luciana Alves Pereira Prof. Dr. Túlio Batista Franco Carolina Mendes Henrique Fontenelle Jéssica Bastos Jéssica de Araújo Nicole Micheloni Thiago Fratini Niterói, 06 de dezembro de 2011

2 Reconhecimento do Cenário Tipo de unidade ou micro-unidade Emergência de Hospital Pediátrico Especializado

3 Reconhecimento do Cenário Missão institucional Assistência integral desde recém nascidos até adolescentes, realizando um atendimento humanizado e com qualidade assistencial Tipos de serviço Pediatria, exames laboratoriais, exames de imagem (tomografia computadorizada, ultra-sonografia, raio X), ortopedia e central de internação

4 Reconhecimento do Cenário Clientela predominante Zona Norte do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense Atendimento por convênios (atende a maioria dos convênios, com exceção da Assim) Categorias profissionais Médicos especialistas (pediatras, radiologistas, ortopedistas), enfermeiros, técnicos de enfermagem, técnicos de imagem (raio X e tomografia computadorizada), recepcionistas, recreadores infantis, profissionais responsáveis pela higiene local- faxineiros, seguranças

5 Reconhecimento do Cenário Porta de entrada Através da emergência do hospital, em maior percentual por demanda espontânea da população Fluxo Portaria: identificação de atendimento para o setor da emergência Recepção do setor: identificação com documentos necessários O painel eletrônico anuncia a senha Triagem: pré atendimento realizado por um técnico de enfermagem O atendimento pode ser concluído com a liberação do paciente, ou seu retorno à recepção a fim de obter autorização para exames e/ou medicação

6 Reconhecimento do Cenário Funcionamento: Tecnologia de informação é utilizada largamente protocolos assistenciais produzidos para diferentes síndromes e quadros clínicos estão disponíveis no desktop dos médicos, em cada consultório Todos os resultados são enviados para o computador do consultório no qual o paciente foi atendido Emergência funciona 24 horas, com exceção do centro de imagem, o qual possui radiologista de sobreaviso

7 Reconhecimento do Cenário Ambiente Organização, higiene e conforto Sala de espera refrigerada, com decoração colorida e painel eletrônico Área de recreação supervisionada por profissionais capacitados pelo Centro de Apoio ao Familiar (CAF)

8 Reconhecimento do Cenário Consultórios, espaços de triagem e nebulização Equipados Adequados à faixa etária Excelente estado de conservação

9 Estudo de Caso Recepção e fluxo de ingresso Acolhimento dos usuários pela equipe Atendimento psicológico aos familiares profissionais do CAF Treinamento dos funcionários padronização do atendimento Triagem dos pacientes com classificação de risco pelos

10 Estudo de Caso Treinamento dos funcionários

11 Estudo de Caso Classificação de risco De acordo com o seu risco ou gravidade do quadro apresentado, dentro dos padrões estabelecidos pela Política Nacional de Urgência e Emergência do Ministério da Saúde.

12 Estudo de Caso Uso de Tecnologias Leves, leve-duras e duras Soberania do raciocínio clínico Uso adequado dos exames complementares feitos na própria unidade Reavaliação do paciente após realização dos exames Atenção à demanda imaginária

13 Estudo de Caso Projetos terapêuticos Elaborados de acordo com protocolos assistenciais Exemplos: protocolos de tratamento específicos (asma, pneumonia, cetoacidose diabética, entre outros), de atendimento na emergência, de admissão e internação de pacientes da emergência

14 Estudo de Caso Atendimento na emergência

15 Estudo de Caso Admissão e Internação de paciente da emergência

16 Estudo de Caso Construção de Redes Entre funcionários Profissionais articulados no atendimento dos usuários Entre unidades de saúde Inserção na rede de saúde referência Vínculo com profissionais externos palestras, jornadas, cursos e residência médica

17 Estudo de Caso Relações interpessoais Entre profissionais de saúde e usuários Cordialidade e dedicação Atendimento individualizado Entre profissionais de saúde Respeito Articulação entre os setores

18 Instituído e Instituinte Instituído: Existe um conjunto de regras cristalizadas para o funcionamento da micro-unidade, como: Passagem do plantão, preenchimento de fichas, classificação de risco, entre outras. São regras instituídas na micro-unidade e executadas por todos os profissionais Instituinte: PROJETO DE ACREDITAÇÃO Objetivo: controle operacional padrão de qualidade Padronização da postura e conduta dos profissionais e utilização dos POP Procedimento Operacional Padrão

19 Auto-análise e Autogestão Existe uma reunião semanal da diretoria com os diferentes setores: CTI, emergência, laboratório, farmácia, transporte, nutrição, fonoaudiologia, hotelaria, Homecare, CAF, setor de imagem, fisioterapia e andar Articulação desse serviço com outros serviços do Hospital: resultados dessa autogestão podem refletir na micro-unidade da emergência

20 Auto-análise e Autogestão Colegiado do Serviço de Emergência: reuniões quinzenais entre coordenador médico, coordenador de enfermagem, técnico de enfermagem, médico plantonista, recepcionista, coordenador de atendimento, recepcionista da central de internação e coordenador da central de internação Reconhecimento de problemas e estabelecimento de plano de ação

21 Auto-análise e Autogestão

22 Práticas clínicas e de Cuidado em Saúde Profissionais e Usuários Adequação ao nível de exigência dos usuários Demanda por atendimento de qualidade Boa relação médico-paciente Profissionais e tecnologias em saúde Acesso à informação Exames complementares digitalização

23 Relato de médica da Emergência A relação desenvolvida tanto com os usuários, quanto com os profissionais que trabalho é bastante harmoniosa. O atendimento infantil é bem diferente, é preciso se adequar à lógica, e universo da criança. Nas situações problemas o CAF auxilia de modo a resolver questões que fogem da conduta médica, e quando necessário a chefe da emergência nos auxilia diretamente. A ProntoBaby ainda precisa de mais atualização tecnológica, os prontuários ainda são maunais, de modo a agilizar mais o atendimento, uma vez que a demanda é grande. E faltam estímulos como financiamentos para levar seus profissionais a congressos, isso é custeado pelos próprios funcionários quando tem interesse.

24 Conclusão O serviço se propõe a prestar assistência integral neonatal e pediátrica, com atendimento humanizado aos pacientes e seus familiares. Há imperfeições, mas sobretudo o empenho dos profissionais em corrigi-las. A micro-unidade possui uma vitalidade ímpar, e é capaz de se articular como organizante, a fim de aperfeiçoar e fornecer um serviço adequado seus usuários.

25 FIM!!

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