Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos no Estado do Espírito Santo

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1 Outorga de Direito de Uso de Recursos Hídricos no Estado do Espírito Santo 1 Introdução A outorga de uso de recursos hídricos é um dos instrumentos das Políticas Nacional (Lei Federal nº 9.433, de 08 de janeiro de 1997) e Estadual (Lei Estadual nº 5.818, de 30 de dezembro de 1998) de Recursos Hídricos. No Espírito Santo, os critérios gerais sobre a outorga de direito de uso de recursos hídricos de domínio estadual foram estabelecidos por meio da Resolução Normativa do Conselho Estadual de Recursos Hídricos - CERH nº 005, de 7 de julho de Os procedimentos administrativos e critérios técnicos referentes à outorga de direito de uso de recursos hídricos de domínio estadual, foram estabelecidos pela Instrução Normativa IEMA nº 019, de 04 de outubro de Outorga de direito de uso de recursos hídricos A outorga de direito de uso de recursos hídricos é o ato administrativo mediante o qual o poder público outorgante faculta ao outorgado (usuário requerente) o direito de uso dos recursos hídricos superficiais e subterrâneos, por prazo determinado, nos termos e nas condições expressas no respectivo ato administrativo. É o documento que assegura ao usuário o direito de utilizar os recursos hídricos. 3 - Outorga preventiva A outorga preventiva não confere direito de uso de recursos hídricos e se destina a reservar a vazão passível de outorga, possibilitando aos investidores, o planejamento de empreendimentos que necessitem desse recurso. Prazo máximo de validade de 03 (três) anos, não renovável.

2 4 - Importância da outorga A outorga é um instrumento necessário para o gerenciamento dos recursos hídricos, pois permite o controle quantitativo e qualitativo dos usos da água, possibilitando uma distribuição mais justa e equilibrada desse recurso. Através da outorga também é possível garantir o efetivo exercício dos direitos de acesso aos recursos hídricos por parte dos usuários interessados. É, também, um instrumento importante para minimizar os conflitos entre os diversos setores usuários. O direito de uso da água não significa que o usuário seja o proprietário da mesma ou que ocorra alienação desse recurso. Portanto, a outorga poderá ser suspensa, parcial ou totalmente, em casos de escassez ou de não cumprimento pelo outorgado dos termos de outorga previstos nas regulamentações, ou por necessidade premente de se atenderem os usos prioritários e de interesse coletivo. 5 Quando a outorga deve ser solicitada? A outorga é imprescindível para a legalidade e regularidade quanto ao uso de recursos hídricos quando se tratar de implantação, ampliação e alteração de qualquer empreendimento ou atividade que demande uso de água superficial ou subterrânea, bem como a execução de obras ou serviços que alterem o seu regime, quantidade ou qualidade. 6 - Órgãos competentes para emissão da outorga Compete ao Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos - IEMA outorgar o direito de uso de recursos hídricos em corpos de água de domínio estadual. São de domínio estadual as águas subterrâneas e as águas superficiais dos cursos de água que escoam desde sua nascente até a foz passando apenas

3 por um estado. (Exemplos: rio Itaúnas, rio São José, rio Santa Maria da Vitória, rio Jucu e rio Itapemirim). Compete à Agência Nacional de Águas ANA, outorgar o direito de uso de recursos hídricos em corpos de água de domínio da União. São de domínio da União às águas dos rios e lagos que banham mais de um estado, fazem limite entre estados ou entre o território do Brasil e o de um país vizinho. (Exemplos: rio Doce, rio São Mateus, rio Itabaopana). Maiores esclarecimentos sobre a outorga de uso de recursos hídricos em corpos de água de domínio da União podem ser obtidos junto à ANA, no sítio 7 - Modalidades de outorga De acordo com a Resolução Normativa do CERH nº 005/05, as modalidade de outorga são: concessão, autorização e permissão. Os prazos máximos de vigência das outorgas de direito de uso de recursos hídricos para essas modalidades foram estabelecidas pela Instrução Normativa IEMA nº 002, de 27 de janeiro de Concessão: destinada à pessoa jurídica quando o uso do recurso hídrico se destinar à finalidade de utilidade pública. Prazo máximo de validade: 12 anos. Autorização: destinada à pessoa jurídica ou física quando o uso do recurso hídrico não se destinar à finalidade de utilidade pública. Prazo máximo de validade: 6 anos. Permissão: destinada à pessoa jurídica ou física sem destinação de uso com finalidade de utilidade pública e que produzam efeito insignificante no corpo de água. Prazo máximo de validade: 2 anos. 8 - Usos da água que dependem de outorga

4 De acordo com a Lei Estadual nº 5.818/98, estão sujeitos à outorga os seguintes usos de recursos hídricos: Captação de água superficial; Captação de água de aqüífero subterrâneo; Lançamento de efluentes em corpo de água; Intervenções que visem ao controle de cheias (retificação, canalização, barramento e obras similares); Aproveitamentos hidrelétricos; Barragem em cursos de água com e sem captação; Outras interferências que alterem o regime, a qualidade ou quantidade das águas (pontes, bueiros, dragagem). 9 - Usos e interferências que devem ser outorgados Na Instrução Normativa nº IEMA 019, de 04 de outubro de 2005 foram estabelecidos critérios técnicos referentes à outorga de direito de uso de recursos hídricos para os seguintes usos: Captação de águas superficiais em rios, córregos, lagoas etc; Barramentos em cursos de água; Desvio, canalização, retificação ou dragagem de curso de água; Construção de obras hidráulicas como pontes e bueiros; Outros usos que alterem a qualidade, a quantidade ou o regime de um curso de água. Na Instrução Normativa nº IEMA 007, de 21 de junho de 2006 foram estabelecidos critérios técnicos referentes à outorga para diluição de efluentes em corpos de água.

5 10 - Usos que não precisam ser outorgados inicialmente O IEMA ainda não emite outorga para uso de águas subterrâneas e para fins de aproveitamento de potenciais hidrelétricos, tendo em vista que os respectivos critérios técnicos serão estabelecidos em Instruções Normativas específicas, conforme arts. 10 e 12 da Instrução Normativa IEMA nº 019/2005. Os usos definidos no art. 21, incisos II, IV, V e VI da supracitada Instrução Normativa (Lançamento de efluentes em corpos de água, Captações em corpos de água superficiais cujas vazões captadas sejam iguais ou inferiores a 2,0 l/s; Barramentos em corpos de água superficiais, sem captação, enquadrados como Tipo I, pelo Decreto nº R, de 29/04/04 e; Barramentos em corpos de água superficiais, com captação, enquadrados como Tipo I, pelo Decreto nº R, de 29/04/04 e volume máximo captado igual a 180 m 3 /dia), devem ser regularizados por meio da outorga de uso de recursos hídricos, tendo em vista a revogação do artigo em questão em pela Instrução Normativa IEMA nº 004 de 06 de março de Como solicitar uma outorga de uso de recursos hídricos A outorga é imprescindível para a legalidade e regularidade quanto ao uso de recursos hídricos quando se tratar de implantação, ampliação e alteração de qualquer empreendimento que demande uso de água superficial ou subterrânea, bem como a execução de obras ou serviços que alterem o seu regime, quantidade ou qualidade. O processo de outorga será formalizado junto ao IEMA, pelo requerente ou representante legal. Neste ato deverão ser obrigatoriamente apresentados:

6 Requerimentos: outorga, renovação, alteração, transferência ou outorga preventiva; Formulários de uso ou interferência em recursos hídricos e de finalidade(s) de uso da água; Cópia autenticada do CPF e RG do Requerente. o Quando o requerente for pessoa jurídica apresentar também CNPJ e cópia autenticada da documentação que o associa à empresa ou instituição; Cópia autenticada do documento de registro do imóvel local da realização do uso ou interferência em recursos hídricos. o Quando a propriedade não pertencer ao requerente: apresentar também cópia autenticada da documentação que o associa ao imóvel e seu proprietário, além da anuência deste último quando se tratar de obras hidráulicas (barramento, ponte etc.). o Quando a propriedade pertencer a mais de uma pessoa: o requerimento deverá ser assinado por todos eles ou por um representante legalmente nomeado. Cópia da publicação do pedido de outorga no Diário Oficial do Estado do Espírito Santo - DIO-ES. A publicação deverá ser feita pelo requerente, conforme instruções disponibilizado pelo IEMA. Os Termos de Referência relacionam os documentos que poderão ser solicitados para emissão da outorga, dependendo das condições apresentadas. Estes documentos não são inicialmente obrigatórios, mas poderão ser solicitados pelo IEMA, a qualquer momento, se julgados necessários (Ver anexo I). Maiores esclarecimentos sobre a outorga podem ser obtidos junto ao IEMA, na Subgerência de Outorga e de Rede Hidrometeorológica (SUORE). Telefones: (27) / / / ou no sítio:

7 ANEXO I (TERMOS DE REFERÊNCIA)

8 TERMO DE REFERÊNCIA Nº 001 Barramento em curso de água 1. Arranjo geral e mapa geo-referenciado do reservatório. 2. Relatório fotográfico da região. 3. Estudo hidrológico para a definição da cheia máxima de projeto, associada a um determinado tempo de retorno. 4. Estudo hidráulico para dimensionamento das estruturas de descarga (monge, vertedouro, descarga de fundo/desarenador, etc). 5. Plantas, detalhes e cortes das estruturas de descarga e controle de nível d água. 6. Descrição do funcionamento das estruturas de descarga e controle de nível d água. 7. Curva cota-área-volume do reservatório, indicando o nível d água máximo maximorum, máximo normal, mínimo normal e mínimo minimorum. 8. Estudo hidrológico de avaliação da capacidade de regularização de vazão, quando aplicável (1). (1) Para fins de outorga entende-se por barramento com regularização de vazão aquele que permite a captação de uma vazão superior àquela legalmente disponível a fio d água.

9 TERMO DE REFERÊNCIA Nº 002 Desvio, canalização e/ou retificação de curso de água 1. Justificativa técnica para a realização da intervenção. 2. Arranjo geral das estruturas e planta com traçado geométrico do canal natural e de projeto. 3. Relatório fotográfico da região. 4. Estudo hidrológico para a definição da vazão de projeto, associada a um determinado tempo de retorno. 5. Estudo hidráulico para dimensionamento da seção transversal do canal, considerando a vazão de projeto. 6. Plantas, detalhes e cortes da seção transversal natural e de projeto. 7. Estudo hidráulico apresentando o perfil longitudinal do canal, com fundo natural e de projeto, e a linha d água para a vazão de projeto, avaliando os possíveis efeitos a montante e a jusante. 8. Descrição, dimensionamento e plantas de outras estruturas (revestimentos, comportas, dissipadores de energia, etc). 9. Avaliação da possível influência em usuários de recursos hídricos no trecho a ser desviado, apresentando alternativas para atendimento desses usos múltiplos.

10 TERMO DE REFERÊNCIA Nº 003 Travessia de corpo de água (pontes, bueiros etc) 1. Arranjo geral das estruturas. 2. Relatório fotográfico da região. 3. Estudo hidrológico para a definição da vazão de projeto, associada a um determinado tempo de retorno. 4. Estudo hidráulico para dimensionamento da intervenção, para a vazão de projeto. 5. Estudo hidráulico sobre a influência do remanso provocado pela intervenção (verificação do aumento da linha d água nos trechos a montante).

11 TERMO DE REFERÊNCIA Nº 004 Dragagem 1. Estudo hidráulico apresentando o perfil longitudinal da linha d água e as características geométricas, naturais e de projeto, das principais seções transversais do trecho em que será realizada a interferência, considerando os cenários do comportamento do escoamento após a retirada do volume previsto de material. 2. Avaliação dos possíveis efeitos, causados pela intervenção, nos trechos a montante e a jusante. 3. Devem ser considerados os cenários do comportamento do escoamento após a retirada dos volumes previstos de material. 4. Informações sobre o material retirado e seu o volume, bem como os tipos de equipamentos e processos a serem utilizados. 5. Relatório fotográfico da região. 6. Cronograma de execução das obras. 7. Autorização do Departamento Nacional de Produção Mineral DNPM para exploração mineral ou licença para extração mineral emitida pela prefeitura municipal e protocolo do requerimento de autorização para exploração mineral junto ao DNPM, quando aplicável (1). (1) Aplicável apenas quando a dragagem objetivar o aproveitamento de bens minerais.

12 ANEXO II (RELAÇÃO DAS PRINCIPAIS LEGISLAÇÕES SOBRE RECURSOS HÍDRICOS E OUTORGA DE DIREITO DE USO DE RECURSOS HÍDRICOS)

13 Federal Lei n o 9.433, de 08 de janeiro de 1997: institui a Política Nacional de Recursos Hídricos e cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. Resolução do Conselho Nacional de Recursos Hídricos CNRH nº 16, de 8 de maio de 2001: Estabelece critérios gerais para a outorga de direito de uso de recursos hídricos. Estadual Lei Estadual 5.818, de 29 de dezembro de 1998: estabelece a Política Estadual de Recursos Hídricos e cria o Sistema Integrado de Gerenciamento e Monitoramento de Recursos Hídricos SIGERH/ES. Resolução Normativa do Conselho Estadual de Recursos Hídricos - CERH nº 005, de 7 de julho de 2005: estabelece critérios gerais sobre a outorga de direito de uso de recursos hídricos de domínio do estado do Espírito Santo. Instrução Normativa IEMA nº 019, de 04 de outubro de 2005: estabelece procedimentos administrativos e critérios técnicos referentes à outorga de direito de uso de recursos hídricos em corpos de água. Instrução Normativa IEMA nº 002, de 27 de janeiro de 2006: estabelece os prazos máximos de vigência das outorgas de direito de uso de recursos hídricos. Instrução Normativa IEMA nº 007, de 21 de junho de 2006: Estabelece critérios técnicos referentes à outorga para diluição de efluentes em corpos de água superficiais do domínio do Estado do Espírito Santo. Resolução Normativa do CERH nº 014, de 4 de outubro de 2006: Altera a redação dos artigos 19, 20 1º e 24, bem como acrescenta o parágrafo único ao artigo 24, todos da Resolução Normativa CERH nº 005, de 07 de julho de 2005.

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