Esta iniciativa reafirma o compromisso do Sistema FAEMG com a proteção da natureza. Carlos Alberto Assessoria de Meio Ambiente do SISTEMA FAEMG

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2 Esta iniciativa reafirma o compromisso do Sistema FAEMG com a proteção da natureza. Carlos Alberto Assessoria de Meio Ambiente do SISTEMA FAEMG

3 PROGRAMA NOSSO AMBIENTE SISTEMA FAEMG OBJETIVO Água, solo e clima são condições essenciais à atividade agropecuária e, portanto, tornam a conservação ambiental preocupação inerente ao produtor rural. O Sistema FAEMG tem investido para que o setor seja protagonista das ações de preservação do meio ambiente, e a consciência de que a sustentabilidade do planeta passa pelo campo mantém essas ações em expansão. Diante da necessidade de aumento na produção mundial de alimentos, e afinados com a recente reformulação das Legislações Ambientais brasileira e mineira, desenvolvemos o Programa Nosso Ambiente. Com a participação de parceiros públicos e privados, tem como propósito primordial a produção de alimentos, fibras e energia e a conservação dos recursos naturais.

4 PROGRAMA NOSSO AMBIENTE SISTEMA FAEMG FORMADO POR 4 EIXOS Gestão Aproveitamento racional e sustentável de recursos naturais e para a adequação da atividade à legislação ambiental. Representatividade Capacitação de técnicos, produtores e lideranças para disseminar e representar os interesses do setor. Monitoramento Criação de mecanismos para acompanhar e avaliar a implantação e evolução das práticas sustentáveis. Difusão Difundir a relevância e a atuação dos produtores rurais na preservação ambiental para a sociedade.

5 PROGRAMA NOSSO AMBIENTE SISTEMA FAEMG Gestão Recuperação e preservação de nascentes Recuperação e conservação do solo e da água Recuperação de APP s úmidas Uso eficiente da água na irrigação Saneamento e reuso de água Inscrição no CAR Prevenção e combate a incêndios florestais

6 PROGRAMA NOSSO AMBIENTE SISTEMA FAEMG Representatividade Fortalecer a representação em comitês de bacias Fortalecer a representação em conselhos de meio ambiente Realizar seminário anual sobre gestão e sustentabilidade Orientação para gestão ambiental (seminários regionais, treinamentos, palestras e cartilhas)

7 PROGRAMA NOSSO AMBIENTE SISTEMA FAEMG Monitoramento Desenvolver plataforma para gestão de indicadores de sustentabilidade em agroecossistemas

8 PROGRAMA NOSSO AMBIENTE SISTEMA FAEMG Difusão Criar banco de dados de propriedades com boas práticas Difundir a real imagem do setor para a sociedade Fortalecer canais de comunicação com os sindicatos e produtores rurais

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10 Meio Ambiente Direitos e Deveres do Produtor Rural ASSESSORIA DE MEIO AMBIENTE: CARLOS ALBERTO OLIVEIRA

11 Apresentação da Assessoria de Meio Ambiente Apoia os Sindicatos, realiza eventos e treinamentos (Presidentes, Secretários Executivos, Conselheiros), produz informações para divulgação através dos canais de comunicação da casa, faz gestão junto ao órgão ambiental, à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e junto a outras instituições, Representa a FAEMG em aproximadamente 40 conselhos, comitês, câmaras e grupos de trabalho, com reuniões quinzenais, mensais, ou trimestrais.

12 Constituição Brasileira de 1988 Art Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações....

13 Panorama geral: Novo Código Florestal Brasil Lei de 2012 Reserva Legal, Áreas de Preservação Permanente, Áreas de uso restrito, CAR Cadastro Ambiental Rural, PRA Programas de Regularização Ambiental, uso consolidado, recomposição etc. Lei Florestal e de Biodiversidade MG Lei de 2013 Reserva Legal, Áreas de Preservação Permanente, Áreas de uso restrito, CAR Cadastro Ambiental Rural, PRA Programas de Regularização Ambiental, uso consolidado, recomposição, Áreas Prioritárias Para conservação, e demais critérios da Lei 9985 de 2000, que criou o Sistema Nacional de Unidades de Conservação

14 Código Florestal e Lei , de 16 de outubro de 2013 Reconhecimento e consolidação de áreas utilizadas em APP Possibilidade de soma de APP na reserva legal Registro no CAR dispensa averbação de reserva em cartório Excedente de vegetação possibilidade de Cotas de Reserva Ambiental (dispositivo ainda não regulamentado) PRA Programa de Regularização Ambiental - Termo de Compromisso suspende sanções relativas à supressão irregular de vegetação em APP e RL (2008) Compensação de Reserva Legal Autorização para supressão de vegetação CAR é requisito

15 Lei , de 16 de outubro de 2013 Reserva Legal: Reserva Legal Mínimo de 20% da área total do imóvel a título de Reserva Legal, com localização aprovada pelo órgão ambiental, após o registro no CAR. IMPORTANTE: Art. 40 Nos imóveis rurais que detinham, em 22 de julho de 2008, área de até quatro módulos fiscais e que possuam remanescente de vegetação nativa em percentuais inferiores a 20%, a reserva legal será constituída com a área ocupada pela vegetação nativa existente àquela data, vedadas novas conversões para uso alternativo do solo.

16 Lei , de 16 de outubro de 2013 APP: Área de Preservação Permanente Margens dos cursos d água (rios, riachos, ribeirões...); Reservatórios (naturais e artificiais); Nascentes (raio de 50 metros); Topos de morros, montes ou montanhas; Declividade acima de 45º; Outras áreas assim consideradas por decisão do governo. Áreas com declividade entre 25º e 45º passam a ser de Uso Restrito.

17 Código Florestal e Lei : APPs: Delimitação das APPs em rios / cursos d água: diferente de recomposição! Largura do curso d água Largura mínima da APP delimitada Recomposição (áreas consolidadas) < 10 metros 30 metros Varia de 5 a 100 m, 10 a 50 metros 50 metros dependendo de: 50 a 200 metros 100 metros 200 a 600 metros 200 metros > 600 metros 500 metros Tamanho da propriedade, Largura do rio

18 Código Florestal e Lei : APPs: Áreas Consolidadas em APP Recomposição nas margens dos rios: TAMANHO DA PROPRIEDADE OU POSSE (em módulo fiscal) LARGURA DO CURSO D ÁGUA RECOMPOSIÇÃO DAS MARGENS DE CADA LADO (em metros) 0 A 1 MÓDULO Qualquer largura 5 METROS 1 A 2 MÓDULOS Qualquer largura 2 A 4 MÓDULOS Qualquer largura 4 A 10 MÓDULOS até 10 METROS Acima de 10 metros + DE 10 MODULOS Qualquer largura 8 METROS 15 METROS 20 METROS Metade da largura do curso d água - mínimo de 30 e máximo de 100 metros) Metade da largura do curso d água - mínimo de 30 e máximo de 100 metros) Recomposição: APP já utilizada (antes de 22/07/2008)

19 Código Florestal e Lei , de 16 de outubro de 2013 CAR - Cadastro Ambiental Rural Registro público eletrônico de âmbito nacional, obrigatório para todos os imóveis rurais. Finalidade: integrar as informações ambientais das propriedades e posses rurais, compondo base de dados para controle, monitoramento, planejamento ambiental e econômico e combate ao desmatamento. Prazo: 1 ano para fazer a inscrição de sua propriedade ou posse, prorrogável por mais 1 - a partir da implementação. O Estado de Minas Gerais está desenvolvendo uma plataforma digital própria para o CAR, que será integrada à federal. Situação de: APP, RL, remanescentes de vegetação nativa, Áreas de Uso Restrito e áreas de uso consolidado nas propriedades e posses rurais.

20 Fonte: SEMAD UNIDADES DESCENTRALIZADAS DO SISEMA SEMAD SUPRAM s: NRRA s: 09 (nove) 54 (Cinquenta e quatro) IEF Escritórios Regionais: Agências Avançadas: 13 (Treze) 166 (Cento e sessenta e seis) (http://www.meioambiente.mg.gov.br/)

21 Em MG, há um procedimento integrado para a adequação do empreendimento a outras leis federais e estaduais, além dos requisitos do Código Florestal, chamado: Regularização Ambiental Ar Fazenda Empreendimento

22 Regularização Ambiental Adequação das Atividades: Licença Ambiental; Autorização Ambiental de Funcionamento; Declaração de não passível. Adequação do uso da água: Outorga; Cadastro de Uso Insignificantes. Adequação das Áreas de Reserva Legal: Com Cadastro no CAR (em implantação); Com Averbação em Cartório. Adequação das Áreas de Preservação Permanentes (APPs): Delimitadas por lei; Uso consolidado.

23 Adequação das Atividades: Todo Empreendimento Agropecuário deve ter Licença Ambiental/ Autorização Todas as atividades listadas na Deliberação Normativa COPAM nº 74 de 2004 devem ser licenciadas / autorizadas junto aos órgãos ambientais. Dependendo do Porte e do Potencial Poluidor/Degradador de suas atividades: Licença Ambiental; Autorização Ambiental de Funcionamento; Certificado de Não Passível de Licenciamento.

24 Adequação das Atividades: Quem concede a Licença Ambiental O COPAM, através de suas URC s Unidades Regionais Colegiadas. COPAM Conselho Estadual de Política de Meio Ambiente.

25 Adequação do uso da água: Outorga para Uso das Águas Constituição Federal de 1988 águas: bem de domínio público, com gestão do Estado e da União. Assim, o uso ou intervenção em recursos hídricos passou a ser passível de uma autorização, denominada OUTORGA. A OUTORGA tem a mesma validade da Licença ou da AAF. No caso de outorga desvinculada de licença ou AAF, a validade é de 5 anos. Procure renovar a outorga 90 dias antes de vencer.

26 Adequação do uso da água: São vários os usos passíveis de Outorga: Captação de águas superficiais em rios, córregos, lagos, lagoas; Perfuração de poço tubular; Captação de águas subterrâneas por meio de poço manual ou poço artesiano; Barramentos; Desvio, canalização, retificação ou dragagem de curso de água; Lançamento de efluentes (está sendo regulamentado); Aproveitamento de potencial hidrelétrico; Outros usos que alterem a qualidade, a quantidade ou o regime de um corpo de água.

27 Lei dos Crimes Ambientais Lei 9.605/98 Explorar estabelecimento agropecuário sem a devida licença é crime ambiental. Infrações e Penalidades Se o produtor rural for multado tem que fazer defesa administrativa.

28 OBRIGADO! Assessoria de Meio Ambiente Carlos Alberto

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