2 Áreas de Preservação Permanente APPs. ATENÇÃO! A vegetação da APP deverá ser mantida!

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1 2 Áreas de Preservação Permanente APPs CONCEITO: Considera-se APP a área, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica e a biodiversidade, facilitar o fluxo gênico de fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem-estar das populações humanas. ATENÇÃO! A vegetação da APP deverá ser mantida! Se a vegetação foi cortada ou estiver morta, o produtor é obrigado a recompô-la, mesmo que isso tenha acontecido antes de ele ter comprado a terra. Veja o item

2 2.1 Quais são as APPs? MARGENS DE RIOS, RIBEIRÕES E RIACHOS NATURAIS, MESMO QUE ESSES CURSOS D ÁGUA EXISTAM SÓ NA ÉPOCA DAS CHUVAS. Atenção: A medição se faz, dos dois lados, a partir da borda da calha do leito regular, ou seja, da beirada do leito, e a faixa depende da largura do rio ou riacho. LARGURA (rio ou riacho) até 10m de 10 a 50m de 50 a 200m de 200 a 600m de mais de 600m FAIXA DE APP 30m 50m 100m 200m 500m 15

3 ENTORNO DOS LAGOS E LAGOAS, EM FAIXA (exceto para reservatórios de geração de energia ou de abastecimento público. Ver regra específica.) Naturais em zona urbana Naturais em zona rural Artificiais por REPRESAMENTO de rios ou riachos naturais Artificiais que NÃO represem rios ou riachos naturais CONDIÇÃO DA LAGOA superfície de até 1ha (1) superfície de 1ha a 20ha superfície maior que 20ha em zona rural com até 20ha, conforme licença ambiental em zona urbana (2) outras Definida na licença ambiental FAIXA DE APP 30m não tem APP 50m 100m mínimo de 15m, máximo de 50m. 15m não tem APP (1) Vedada nova supressão de áreas de vegetação nativa. (2) Salvo regulamentação de lei municipal. 16

4 ENTORNO DAS NASCENTES E DOS OLHOS D ÁGUA PERENES raio mínimo de 50m 17

5 ENCOSTAS ÍNGREMES declividade superior a 45º, equivalente a 100%, na linha de maior declive 18

6 BORDAS DOS TABULEIROS OU DAS CHAPADAS faixa de 100m 19

7 TOPO DE MORROS, MONTES, MONTANHAS E SERRAS, COM ALTURA MÍNIMA DE 100M E INCLINAÇÃO MÉDIA MAIOR QUE 25º A partir da curva de nível correspondente a 2/3 da altura mínima da montanha em relação à base (3) (3) Base da montanha definida pelo plano horizontal determinado por planície ou espelho-d água adjacente ou, nos relevos ondulados, pela cota do ponto de sela mais próximo da elevação 20

8 ÁREAS EM ALTITUDE superior a 1.800m 21

9 VEREDAS faixa marginal, em projeção horizontal, com largura mínima de 50m, a partir do término da área de solo hidromórfico 22

10 RESERVATÓRIO D ÁGUA ARTIFICIAL DESTINADO À GERAÇÃO DE ENER- GIA OU AO ABASTECIMENTO PÚBLICO (4) DATA DE REGISTRO OU DE CONCESSÃO DO RESERVATÓRIO POSTERIOR a 24 de agosto de 2001 ANTERIOR a 24 de agosto de 2001 REGRA DE DETERMINAÇÃO DE APP APP definida conforme estabelecido no licenciamento ambiental, observando-se: em área rural faixa mínima de 30m e máxima de 100m em área urbana faixa mínima de 15m e máxima de 30m Reservatórios registrados ou de concessão a distância entre o nível máximo operativo normal e a cota máxima maximorum. (4) Para as concessionárias desses reservatórios, é obrigatória a aquisição, a desapropriação ou a instituição de servidão administrativa das APPs. 23

11 ATENÇÃO! Outras áreas cobertas com florestas ou outras formas de vegetação podem ser declaradas como APPs pelo governador do Estado. 2.2 O que é possível fazer em APPs? A Lei Florestal mineira permite algumas intervenções em APP, desde que autorizadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável Semad, por meio da Superintendência Regional de Regularização Ambiental Supram, apenas em casos de utilidade pública, interesse social ou de atividades eventuais ou de baixo impacto ambiental. Veja a seguir quais são os casos previstos na Lei Florestal mineira. UTILIDADE PÚBLICA: atividades de segurança nacional e proteção sanitária; obras de infraestrutura pública, transporte, saneamento, gestão de resíduos, energia, telecomunicações, radiodifusão e esportes; mineração, exceto a extração de areia, argila, saibro e cascalho; obras de defesa civil; atividades que proporcionem melhorias na proteção do meio ambiente (por exemplo: desassoreamento de cursos-d água e de barramentos, aceiros); outras atividades definidas pelo governador do Estado ou pelo presidente da República. INTERESSE SOCIAL: atividades imprescindíveis à proteção de vegetação nativa (por exemplo: controle do fogo, da erosão, de espécies invasoras e proteção de áreas replantadas com espécies nativas); exploração agroflorestal sustentável; implantação de infraestrutura pública de esportes, lazer e atividades educacionais e culturais; regularização fundiária de assentamentos humanos; captação e condução de água e de efluentes tratados para projetos cujos recursos hídricos sejam parte integrante e essencial da atividade; 24

12 pesquisa e extração de areia, argila, saibro e cascalho; acumulação e condução de água para a atividade de irrigação e regularização de vazão; outras atividades definidas pelo governador do Estado ou pelo presidente da República. ATIVIDADES EVENTUAIS OU DE BAIXO IMPACTO AMBIENTAL: abertura de pequenas vias de acesso de pessoas e animais, pontes e pontilhões; instalações necessárias à captação e à condução de água e efluentes tratados; implantação de trilhas para ecoturismo; rampa de lançamento de barcos e ancoradouro; moradia de agricultores familiares, quilombolas, populações extrativistas e tradicionais; cercas, aceiros e bacias de acumulação de águas pluviais (barraginhas); pesquisa científica; coleta de sementes, castanhas, serapilheira e frutos; plantio de espécies nativas produtoras de frutos, sementes, castanhas e outros produtos vegetais; exploração agroflorestal e manejo sustentável, comunitário e familiar; abertura de picada para reconhecimento técnico e científico; desassoreamento e manutenção em barramentos; outras atividades reconhecidas pelo Conama ou pelo Copam. ATENÇÃO! A supressão da vegetação nativa em APP protetora de nascente somente poderá ser autorizada em caso de utilidade pública e desde que constatada a ausência de alternativa técnica e locacional. ATENÇÃO! É permitido o acesso de pessoas e animais às APPs para obtenção de água e para realização de atividades de baixo impacto ambiental. 25

13 2.3 Área rural consolidada Toda área ocupada antes de 22 de julho de 2008 com atividades agropecuárias e florestais, casas e demais benfeitorias é considerada ÁREA RURAL CONSOLIDADA. ATENÇÃO! Na ÁREA RURAL CONSOLIDADA em APPs, é autorizada: a continuidade das atividades agrossilvipastoris; a prática do ecoturismo e do turismo rural; e a manutenção de residências, de infraestrutura e de acesso a essas atividades, desde que não ofereçam risco à vida ou à integridade física das pessoas. ATENÇÃO! Não poderá haver ÁREA RURAL CONSOLIDADA em APPs localizadas em imóveis dentro de Unidades de Conservação de Proteção Integral criadas até 25 de maio de O produtor deve acatar as orientações do órgão ambiental competente ou as regras do Plano de Manejo da Unidade de Conservação UC devidamente aprovado. 2.4 Quem tem de recompor APP? Tem de recompor parte da APP o produtor rural que tenha Área Rural Consolidada nas seguintes situações, considerada a área do imóvel rural em 22 de julho de 2008: (5) Módulo Fiscal: Unidade de medida expressa em hectares, fixada pelo Incra para cada município, considerando o tipo de exploração predominante na área e a renda obtida com ela, outras explorações existentes que gerem renda ou ocupem área significativa e o conceito de propriedade familiar. (Fonte: Incra) 26

14 LEI FLORESTAL DE MINAS GERAIS AO LONGO DE RIOS, RIBEIRÕES E RIACHOS TAMANHO DO IMÓVEL RURAL EM MÓDULOS FAIXA A RECOMPOR A PARTIR DA CALHA DO LEITO REGULAR FISCAIS (5) até 1 5m de 1 a 2 8m de 2 a 4 15m de 4 a 10 maior que 10 Rios e riachos de até 10m de largura Rios e riachos com mais de 10m de largura Rios e riachos de qualquer largura 20m metade da largura do curso d água, com mínimo de 30m e máximo de 100m 27

15 NO ENTORNO DE NASCENTES E OLHOS D ÁGUA PERENES recompor raio mínimo de 15m 28

16 NO ENTORNO DE LAGOS E LAGOAS NATURAIS TAMANHO DO IMÓVEL RURAL EM MÓDULOS FISCAIS (5) FAIXA MARGINAL DA LAGOA OU LAGO A RECOMPOR até 1 5m 1 a 2 8m 2 a 4 15m maior que 4 30m 29

17 EM VEREDAS TAMANHO DO IMÓVEL RURAL EM MÓDULOS FISCAIS (5) até 4 maior que 4 FAIXA A RECOMPOR A PARTIR DO FIM DO SOLO HIDROMÓRFICO 30m 50m 30

18 2.5 Regras para realizar a recomposição de APPs Métodos: condução da regeneração natural ou plantio de espécies nativas, conjugados ou não; plantio de espécies lenhosas, perenes ou de ciclo longo, utilizando nativas de ocorrência regional intercaladas com exóticas, podendo estas ocuparem até 50% do total da área a ser recomposta, no caso de pequena propriedade ou de posse rural familiar; implantação de sistemas agroflorestais em até 50% da área total a ser recomposta. Prazo: A recomposição das APPs deverá ser iniciada antes do término do prazo de adesão ao PRA; até lá, é autorizada a continuidade das atividades desenvolvidas nas Áreas Rurais Consolidadas. Cuidados: adotar boas práticas agronômicas de conservação do solo e da água; informar no CAR, para fins de monitoramento, as atividades desenvolvidas nas áreas consolidadas. Limites e direitos: A lei garante que a área de recomposição somada a todas as APPs do imóvel não poderá ultrapassar: 10% da área total, para imóveis rurais com até dois módulos fiscais; 20% da área total, para imóveis rurais de dois a quatro módulos fiscais. Assentamentos de programa de reforma agrária: A recomposição de áreas consolidadas em APPs respeitará o tamanho e a localização de cada lote individual. 31

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