Deliberação Normativa COPAM nº., de XX de janeiro de 2010

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1 Deliberação Normativa COPAM nº., de XX de janeiro de 2010 Disciplina o procedimento para regularização ambiental e supressão de vegetação em empreendimentos de parcelamento de solo, inclusive dentro dos limites do Bioma Mata Atlântica e dá outras providências. O Presidente do Conselho Estadual de Política Ambiental - COPAM, tendo em vista o disposto no art. 214, 1º, IX, da Constituição do Estado de Minas Gerais, no uso das atribuições que lhe confere o art. 5º, I, da Lei nº , de 8 de setembro de 1980, e nos termos do art. 4º, inciso I, II, IV e VII da Lei Delegada no 178, de 29 de janeiro de 2007 e no art. 4º, incisos II, III, IV e VII, art. 8º, inciso V e art. 10, inciso I de seu regulamento, Decreto nº de 03 de dezembro de 2007, Considerando a necessidade de disciplinar e estabelecer procedimentos para a supressão de vegetação em empreendimentos de parcelamento de solo, inclusive dentro dos limites do Bioma Mata Atlântica, conforme mapa do IBGE; Considerando que a presença de vegetação nativa em empreendimentos de parcelamento de solo pode cumprir funções ecológicas relevantes, especialmente de localização em fragmentos não isolados, especialmente quanto às funções relacionadas à proteção de nascentes e cursos d água e à conectividade biológica entre fragmentos de ambientes naturais nas áreas adjacentes; Considerando a existência de legislação específica para supressão de vegetação nativa localizada nos limites do Bioma Mata Atlântica, D E L I B E R A "ad referendum" da Câmara Normativa e Recursal - CNR do COPAM:

2 definições: Art. 1º Para efeito da aplicação desta Deliberação Normativa são estabelecidas as seguintes I Parcelamentos consolidados: empreendimentos que apresentem infra-estrutura integralmente implantada, de acordo com a Lei Federal 6766/2000, licenciados ou não, e com pelo menos metade de seus lotes já edificados. II Parcelamentos regulares não consolidados: empreendimentos com licença de operação concedida pelo órgão ambiental competente ou Autorização Ambiental de Funcionamento (AAF), que apresentem infra-estrutura parcial ou integralmente implantada, e onde ocorram fragmentos de vegetação contínuos em lotes contíguos ou cuja autorização para supressão de vegetação não tenha sido emitida no âmbito dos respectivos processos. III Parcelamentos irregulares não consolidados: empreendimentos sem licença concedida pelo órgão ambiental competente ou AAF, que apresentem infra-estrutura parcialmente implantada ou, se completamente implantada, com menos da metade dos lotes já edificados. IV Infra-estrutura integralmente implantada: presença de todos os equipamentos de infraestrutura urbanos definidos pela Lei Federal 6766/1979, como vias de circulação, iluminação pública, escoamento das águas pluviais, rede para o abastecimento de água potável, soluções para o esgotamento sanitário e para a energia elétrica pública e domiciliar. Art. 2º Ficam convocados à regularização ambiental todos os empreendimentos que tiveram sua implantação iniciada sem o devido processo de licenciamento ambiental de parcelamento de solos urbanos, originalmente classificados em classe 3, 4, 5 e 6, segundo a Deliberação Normativa nº 74, de 09 de setembro de º Os empreendimentos a que se refere o caput deste artigo, que possuírem área total igual ou superior a vinte e cinco hectares (25 ha) e menor ou igual a cinqüenta hectares (50 ha), deverão se regularizar mediante o preenchimento do Formulário Integrado de Caracterização do Empreendimento - FCE, no período compreendido entre 01 de março e 31 de maio de 2010.

3 2º Os empreendimentos a que se refere o caput deste artigo, que possuírem área total igual ou superior a cinqüenta hectares (50 ha) e menor que cem hectares (100 ha), deverão se regularizar mediante o preenchimento do Formulário Integrado de Caracterização do Empreendimento - FCE, no período compreendido entre 01 de junho e 31 de agosto de º Os empreendimentos a que se refere o caput deste artigo, que possuírem área total igual ou superior a cem hectares (100 ha), deverão se regularizar mediante o preenchimento do Formulário Integrado de Caracterização do Empreendimento - FCE, no período compreendido entre 01 de setembro e 30 de novembro de Art. 3º Os empreendimentos de parcelamento de solo que até a data de publicação desta Deliberação Normativa se encontrarem com infra-estrutura integralmente implantada e ocupação antrópica consolidada, localizados em qualquer bioma, poderão ser dispensados do licenciamento ambiental, a critério do órgão ambiental competente. 1º Os empreendimentos a que se refere o caput deste artigo, que poderão ser dispensados do licenciamento ambiental, deverão comprovar a existência de infra-estrutura integralmente implantada, bem como a ocorrência de ocupação antrópica consolidada por meio de Relatório Técnico a ser apresentado por profissional habilitado, acompanhado da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica ART. 2º A continuidade do processo de implantação e de ocupação de áreas em empreendimentos de parcelamentos de solos urbanos a que se refere o caput deste artigo, que implique na supressão de vegetação nativa, será autorizada pela Comissão Paritária Copa, vinculada à Unidade Regional Colegiada URC, da área de sua atuação. Art. 4º A supressão de vegetação nativa em lotes individuais de parcelamentos consolidados, localizados fora do Bioma Mata Atlântica e não inseridos em zona de amortecimento de unidades de

4 conservação de proteção integral, será autorizada pelo município, a requerimento do proprietário adquirente, desde que o município: I- Comprove capacidade técnica/operacional para as analise dos processos de requerimento de supressão de vegetação, II- Possua Conselho Municipal de Meio Ambiente com função deliberativa, instalado Art. 5º A supressão de vegetação nativa em lotes individuais de parcelamentos regulares não consolidados, localizados fora do Bioma Mata Atlântica e não inseridos em zona de amortecimento de unidades de conservação de proteção integral, será autorizada pelo município, a requerimento do proprietário adquirente, desde que o município: I- Comprove capacidade técnica/operacional para as analise dos processos de requerimento de supressão de vegetação, II- Possua Conselho Municipal de Meio Ambiente com função deliberativa, instalado Art. 6º Os municípios que não apresentarem as condições listadas nos incisos dos artigos 4º e 5º desta Deliberação Normativa, terão a supressão analisada pelo órgão ambiental estadual por meio da Comissão Paritária Copa, vinculada à Unidade Regional Colegiada URC, da área de sua atuação. Art. 7º A continuidade do processo de implantação e de ocupação de áreas em empreendimentos de parcelamentos de solos urbanos considerados irregulares não consolidados, localizados em qualquer bioma, bem como de qualquer atividade que implique na supressão de vegetação nativa dependerá de licenciamento ambiental pelo órgão competente ou AAF, nos termos da Deliberação Normativa Copam nº 74, de 09 de setembro de 2004, cabendo ao órgão ambiental proceder à autuação e aplicação das penalidades cabíveis.

5 1 º Ocorrida a regularização ambiental, a supressão de vegetação a que se refere o caput deste artigo, a ser realizada nos lotes individuais a requerimentos dos proprietários-adquirentes, será autorizada pelo Município, observados os incisos dos artigos 4º e 5 º desta Deliberação Normativa. 2º A supressão de vegetação inserida no Bioma Mata Atlântica seguirá o disposto no artigo 10 desta Deliberação Normativa. Art. 8 O procedimento de emissão do Documento Autorizativo para Intervenção Ambiental - DAIA para supressão de vegetação protegida pela Lei Federal nº /06 deverá ser instruído com todas as informações e documentos necessários à verificação do cumprimento dos requisitos legais exigidos, especialmente: I - Classificação da vegetação quanto ao estágio de regeneração; II Data de aprovação do perímetro urbano em que se localiza o empreendimento ou lote; III Ocorrência de alguma das hipóteses previstas no art. 11 da Lei Federal nº /06; Art. 9 A supressão de vegetação nativa secundária caracterizada nos estágios inicial, médio e avançado de regeneração, inserida no bioma Mata Atlântica, em parcelamentos consolidados, licenciados ou não, poderá ser autorizada pelo município, nos termos dos incisos dos artigos 4º e 5º, bem como do artigo 6º desta Deliberação Normativa e desde que seja firmado convênio específico com o órgão ambiental estadual para essa finalidade, respeitados ainda os seguintes parâmetros: I - Nos perímetros urbanos aprovados até 22 de dezembro de 2006, a supressão fica condicionada à manutenção de vegetação em estágio médio de regeneração em, no mínimo, 30% (trinta por cento) da área total coberta por esta vegetação no lote. II - Nos perímetros urbanos delimitados após 22 de dezembro de 2006, a supressão de vegetação secundária em estágio médio de regeneração fica condicionada à manutenção de vegetação

6 em estágio médio de regeneração em no mínimo 50% (cinqüenta por cento) da área total coberta por esta vegetação no lote. III - A supressão de vegetação secundária, em estágio avançado de regeneração, somente poderá ser autorizada em empreendimentos incluídos em perímetros urbanos aprovados até 22 de dezembro de 2006, e garantindo-se a preservação de no mínimo 50% (cinqüenta por cento) da área total coberta por esta vegetação, ressalvado o disposto nos arts. 11, 12 e 17 da Lei Federal nº /06 e atendido o disposto no Plano Diretor do Município e demais normas urbanísticas e ambientais aplicáveis. Art. 10. A supressão de vegetação nativa secundária caracterizada como no estágio médio e avançado de regeneração, inserida no bioma Mata Atlântica, em parcelamentos regulares não consolidados, será autorizada pela respectiva COPA, a requerimento do proprietário adquirente, nos termos dos incisos do artigo 6, da seguinte forma: I Pela emissão de DAIA da COPA, obedecidas restrições e condicionantes específicas do processo de regularização, para empreendimentos enquadrados nas Classes da Deliberação Normativa nº. 74, de 09 de setembro de 2004; II Pela emissão de autorização de supressão do órgão ambiental municipal, para empreendimentos com porte e potencial poluidor inferiores ao da classe 1, segundo a Deliberação Normativa nº. 74, de 09 de setembro de Parágrafo único Nos casos de empreendimentos que, independentemente de sua classificação na Deliberação Normativa nº. 74, de 09 de setembro de 2004, tenham sido convocados ao licenciamento ambiental por circunstâncias específicas, como localização e relevância ecológica da área, a supressão de vegetação seguirá a previsão contida no inciso I. Art. 11. É vedada a supressão de vegetação primária do Bioma Mata Atlântica, para fins de loteamento ou edificação, nas regiões metropolitanas e áreas urbanas consideradas como tal em lei específica, nos termos da Lei Federal nº /06.

7 Art. 12. Em todas as hipóteses previstas nesta Deliberação Normativa deverá ser analisada a viabilidade ambiental da supressão de vegetação, considerando sua função ambiental de preservação dos recursos hídricos, da paisagem, da estabilidade geológica, da biodiversidade, do fluxo gênico de fauna e flora e da proteção do solo, podendo o órgão ambiental estabelecer a necessidade de manutenção de percentuais diferenciados de área coberta por vegetação nativa em cada lote ou no empreendimento como um todo, conforme for o caso, respeitando-se percentuais mínimos exigidos e vedações estabelecidas por outras normas aplicáveis. Art. 13. Os casos omissos serão resolvidos pelo Secretário Executivo do COPAM, fundamentados em critérios e justificativas técnicas. Art. 14. Esta Deliberação entra em vigor 30 (trinta) dias após a data de sua publicação. Belo Horizonte, XX de janeiro de José Carlos Carvalho Secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Presidente do Conselho Estadual de Política Ambiental - COPAM.

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