UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS GIUSEPPE BRUNO NETO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS GIUSEPPE BRUNO NETO"

Transcrição

1 1 UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS GIUSEPPE BRUNO NETO UMA BREVE VISÃO SOBRE A AFETIVIDADE NAS TEORIAS DE WALLON, VYGOTSKY E PIAGET São Paulo 2012

2 2 GIUSEPPE BRUNO NETO UMA BREVE VISÃO SOBRE A AFETIVIDADE NAS TEORIAS DE WALLON, VYGOTSKY E PIAGET Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Presbiteriana Mackenzie como requisito parcial à obtenção do grau de Licenciado em Ciências Biológicas Orientador: Prof. Dr. Claudio Bastidas Martinez São Paulo 2012

3 3 AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente a Deus por ter me dado esta oportunidade. Ao meu Pai, Giuseppe Bruno Filho e a toda minha família pelo apoio, por estarem ao meu lado em todos os momentos deste trabalho não deixando que eu desistisse. Aos meus queridos amigos da faculdade que também estiveram presentes me dando dicas e apoio, mesmo que eu estivesse sem tempo para eles. Ao meu orientador Professor Doutor Claudio Bastidas Martinez por aceitar me orientar, mesmo tendo outros compromissos com o curso de Psicologia. À Professora Doutora Patrícia Fiorino, e ao Professor Doutor Adriano Monteiro de Castro por aceitarem o convite para participação em minha banca avaliadora.

4 4 RESUMO O presente trabalho expõe as visões de três importantes autores no campo da Psicologia, Jean Piaget, Lev S. Vygotsky e Henry Wallon, apresentando, em linhas gerais, as concepções dos mesmos sobre a afetividade. As questões relacionadas com o papel do afeto no desenvolvimento do indivíduo, bem como sobre a relação afetiva entre professor e aluno são muito complexas e objeto de debates. A reflexão sobre a afetividade torna-se um tema importante para o pesquisador do desenvolvimento humano e para o educador. O trabalho conclui relacionando as idéias dos autores e levantando hipóteses sobre concordâncias e discordâncias entre esses autores. ABSTRACT

5 5 This paper presents the views of three important authors in the field of psycology, Jean Piaget, Lev S. Vygotsky and Henry Wallon that, in general, show their conceptions about affection. Issues related to the role of affect in the development of the individual as well as on the emotional relationship between teacher and student are very complex and subject of debate. The reflection about affection becomes an important issue for the researcher in human development and for the teacher. The paper concludes by relating the ideas of the authors and raising hypotheses about agreement and disagreement between these authors. SUMÁRIO

6 6 1.0 Introdução Referencial Teórico A teoria da afetividade de Piaget A teoria da afetividade de Vygotsky A teoria da afetividade de Wallon Procedimentos metodológicos Análise e discussão Considerações finais Referências INTRODUÇÂO

7 7 A escolha do tema Uma breve visão sobre a afetividade nas teorias de Wallon, Vygotsky e Piaget no presente trabalho deve-se principalmente ao fato de termos necessidade de garantir um aprendizado com um maior nível de qualidade no país, com isso a investigação do trabalho é verificar se existem meios mais adequados para lecionar nas escolas de forma que os discentes realmente entendam a matéria a fim de poderem discutir sobre o assunto, sem decorar o conteúdo exposto. Nota-se que muitos alunos apenas decoram, memorizam o que será abordado nas provas e outras avaliações, de forma que eles esquecem após o termino das mesmas. Observa-se também durante os estágios obrigatórios do curso de licenciatura que muitos alunos apenas pensam em copiar a matéria que o professor expõe na lousa, de forma a reclamar caso o docente não decida escrever e apenas explicar o conteúdo com as próprias palavras. Assim se verifica uma grande necessidade de estudar métodos que possam auxiliar no processo de ensino e aprendizagem, como analisar o papel da afetividade estabelecida entre o professor e seus educandos no processo de ensino e aprendizagem, de uma maneira que o aluno realmente entenda o que ele escreve sobre a matéria, de maneira que ele interaja com o professor e com o conteúdo abordado podendo até correlaciona-lo com o seu cotidiano. Tendo em vista este problema resolveu-se analisar a forma como os professores e alunos podem desenvolver a afetividade para que possam construir o conhecimento. A análise será realizada de forma a relacionar cada teoria proposta pelos autores, identificando semelhanças e diferenças a fim de organizar uma ideia sobre a influência que a afetividade possui nas interações entre professor, aluno e objeto de estudo e com isso permitir que o aluno desenvolva seus conhecimentos, permitir que ele questione e realmente reflita sobre o conteúdo e assim tenha um aprendizado bem qualificado.

8 8 2.0 REFERENCIAL TEÓRICO Muitos fatores podem influenciar o processo de ensino e aprendizagem, temos diferentes abordagens de ensino preconizadas por autores como Becker (1993), Pozo e Echeverría (2001), Mauri (2001) e Rosa (2007) em seu livro construtivismo e mudança. Uma vez que cada professor possui um modo de pensar diferente, assim como uma personalidade e um modo de reagir às diversas situações na vida escolar existem diversos meios de se abordar os conteúdos curriculares. Um destes fatores é a relação afetiva que o professor e o aluno podem ter entre si. Com especial atenção aos trabalhos de Rosa (2007), uma de suas teorias chama-se interacionista a qual menciona o processo de interação entre o professor e o aluno, em que o aluno poderá construir seu conhecimento discutindo as ideias com o professor. Isto pode remeter a ideia de afetividade que pode existir entre o professor e o aluno, afetividade que pode ou não influenciar o processo de ensino e aprendizagem de acordo com visões de autores bem conhecidos do campo da psicologia. Levando em consideração o assunto de afetividade no ambiente escolar no presente trabalho serão citadas ideias vindas dos seguintes autores: Vygotsky, Wallon e Piaget de acordo com Yves de La Taille, Martha Kohl e Heloísa Dantas (1992) e outros autores, que explicam suas visões na relação da afetividade entre professor e aluno no processo de ensino e aprendizagem. Piaget escreveu em seu livro Biologie et Connaissance que os seres humanos para desenvolverem sua inteligência deveriam interagir com outros indivíduos da sociedade, mas segundo Yves de La Taille (1992), Piaget não discorreu muito sobre o assunto da interatividade social como influência no desenvolvimento da inteligência humana, mas o que escreveu foi muito importante para o tema e para sua teoria. Conforme disse Yves de La Taille (1992), Piaget menciona que o ser humano que não se socializa com seus semelhantes não existe. O ser humano é por natureza

9 9 social. Mesmo com esta afirmação não se pode criar uma teoria de como ser social com seus semelhantes influencia as capacidades da inteligência. Para entender melhor o tema da afetividade é crucial ter conhecimento da definição do que é ser social e precisa-se verificar como os fatores sociais influenciam no intelecto humano. 2.1 A teoria da afetividade de Piaget Para Arantes (2002), Piaget diz que não existe uma ação de forma afetiva sem antes o individuo utilizar a cognição, ou seja, o individuo precisa por meio de sua inteligência entender a situação pela qual ele passa, para poder agir afetivamente em acordo com o estímulo que sofrer. Também é mencionado por Piaget, segundo Arantes (2002) que para haver a assimilação de algum conteúdo, seja ele teórico, ou prático, seja em uma instituição de ensino ou em um laboratório deve haver uma interação afetiva entre quem explica o conceito e quem recebe a informação. Isso se dá, pois é por meio da interação que surge o interesse pelo objeto. É proposto por Arantes (2002) que Piaget utiliza uma metáfora entre o motor de um carro e a gasolina da seguinte forma: a afetividade seria como a gasolina, que ativa o motor de um carro, mas não modifica sua estrutura (ibidem.,p.5). Resumindo pelo que temos explicitado acima, pode-se dizer que sem a afetividade não existe um pensamento, pois o aluno não irá interagir com o objeto de estudo, ou com o professor, no caso de uma escola, e assim não existirão pensamentos que construam um conhecimento de acordo com o que foi abordado em sala de aula. Para entendermos melhor o ser humano como sendo um ser sociável, que interage com outros da mesma espécie temos abaixo o que Piaget escreve: O homem normal não é social da mesma maneira aos seis meses ou aos vinte anos de idade, e, por conseguinte, sua individualidade não pode ser da mesma qualidade nesses dois diferentes níveis. (1992 p 12). Para Yves de La Taille (1992), Piaget descreve o ser social como sendo o ser humano que ao se relacionar com seus semelhantes de forma a garantir um equilíbrio na conversa, ou seja, o homem deverá pensar e raciocinar com o mesmo grau de desenvolvimento de ideias que o indivíduo com quem ele conversa. Uma pessoa de dezesseis anos de idade não possui o mesmo nível de raciocínio de um

10 10 indivíduo de trinta, assim como a maneira de uma criança de cinco anos de idade se expressar diferirá muito com relação aos outros indivíduos citados, pois esta criança nem mesmo consegue ser social com outras pessoas a ponto de trocar ideias construtivas e com isso manter uma conversa intelectual. O nível de pensamento e de raciocínio das pessoas, na visão piagetiana de acordo com Yves de La Taille (1992), difere muito com a idade, conforme ficam maduras elas adotam outras maneiras de utilizar determinados conhecimentos já adquiridos durante a infância ou durante a adolescência e com isso são capazes de argumentar de formas mais variadas a fim de manter uma conversa intelectual com indivíduos da mesma faixa etária. Ao saber que os indivíduos possuem diferentes graus de socialização, de acordo com sua faixa etária, utilizando o que já têm de conhecimento para argumentar e acompanhar o raciocínio das ideias trocadas na conversa é necessário perguntar se as interações sociais possuem algum tipo de influência no desenvolvimento da pessoa como um todo. De acordo com o que diz De La Taille (1992), na visão de Piaget o processo de desenvolvimento com outras pessoas possui em sua essência as interações do indivíduo sobre objetos, uma vez que é por meio do manejo e da interação com este objeto que o conhecimento é primeiramente construído. Vejamos um exemplo; A demanda social pelo conhecimento, na pesquisa, publicação de artigos, em provas e vestibulares que abrangem matérias sobre as atualidades obriga a todos nós, seres humanos, a construir novos conhecimentos e teorias, nos obriga a pesquisar mais, e tirar as dúvidas que surgem a cada dia de novos descobrimentos. Sempre há novos caminhos a serem seguidos como, por exemplo, mesmo ao descobrir curas para doenças que surgem hoje no futuro doenças que são mais resistentes aos antibióticos e soros da atualidade poderão surgir e causar epidemias, com base nisso os profissionais que se encontram na área da saúde pesquisando novos meios de melhorar a vida dos seres humanos deverão obter novos conhecimentos de como combater as novas ameaças. Após o alcance de um novo conhecimento como, por exemplo, o aprimoramento de uma vacina os indivíduos que trabalharam arduamente deverão publicar este conhecimento, ou seja, transmitir este conhecimento aos outros.

11 11 A transmissão destes novos conhecimentos, não deixa de ser uma relação entre indivíduos, enquanto uma pessoa estará transmitindo o conteúdo haverá aquelas que a ouvem e a avaliam. Diante disso, Piaget preconiza que existem dois tipos de relação social: a coação e a cooperação. Sobre a coação, De La Taille (1992) cita o que Piaget preconiza: A relação de coação, como seu nome indica, é uma relação assimétrica, na qual um dos pólos impõe ao outro suas formas de pensar, seus critérios, suas verdades. Em uma palavra, é uma relação onde não existe reciprocidade. (1992, p-58). Entende-se por coação de acordo com Piaget a relação entre dois ou mais indivíduos em que um destes exerce papel autoritário ou papel prestigiador. Como exemplo é proposto o caso em que o professor afirma ao aluno determinado conceito e o aluno sem questionar acredita no que o professor fala, pois este estudante prestigia o professor, por ele ser de uma universidade famosa, ou por ser bem conhecido, não exigindo nem mesmo a consulta de outras fontes como artigos ou revistas científicas para confirmar se é verdade o que foi afirmado. Neste caso o professor e o aluno não possuem uma interação muito aparente, pois o aluno nem mesmo participa de uma discussão, o estudante nem mesmo questiona o seu mestre para ter certeza se as fontes de onde foi tirado o conteúdo exposto em questão são confiáveis. Por não estar presente a interação entre os indivíduos segundo De La Taille (1992), a coação empobrece as relações sociais. Quanto à cooperação, Yves de La Taille (1992) cita o que Piaget diz: As relações de cooperação são simétricas; portanto, regidas pela reciprocidade. São relações constituintes, que pedem, pois, mútuos acordos entre os participantes, uma vez que as regras não são dadas de antemão. Somente com a cooperação, o desenvolvimento intelectual e moral pode ocorrer, pois ele exige que os sujeitos descentrem para poder compreender o ponto de vista alheio. (Piaget,1992,apud Taille,1992, p- 59). O que se pode compreender pela relação de cooperação é que existe uma discussão na formulação do conhecimento do aluno. Como o próprio nome diz há uma participação dos dois indivíduos em questão, professor e aluno, na construção do conhecimento, não existe a simples transmissão do conteúdo pelo professor e a crença do aluno no que foi dito. Assim o aluno poderá discutir com o professor sobre

12 12 o seu ponto de vista com relação à definições e explicações do conteúdo. Existe uma relação social explicita entre o professor e aluno. Tendo em mente que de acordo com Yves de La Taille (1992), Piaget diz que a afetividade é interpretada como uma espécie de energia que motiva o ser humano a realizar ações, pode-se dizer que na relação de cooperação ao haver maior discussão, maior participação do professor e do aluno juntos na construção do conhecimento, existe um fator que motiva o estudante a procurar a resposta das situações-problema. Este fator motivacional pode ser descrito como afetividade. De acordo com Piaget (1999) durante os dois primeiros anos de vida o bebê passa por uma revolução em seu intelecto que é caracterizada por processos fundamentais, tais como: as construções de categorias do objeto e do espaço, no sentido de que o bebê está em um processo de conhecimento dos objetos inseridos no mundo onde vive e do espaço onde constrói as relações com estes objetos. Outros processos citados também são o da causalidade e do tempo, de modo que o bebê não tem a noção do tempo percorrido durante estes primeiros anos de vida. No início de sua vida, o bebê toma a si mesmo como o centro do mundo que o cerca, num processo que não tem consciência e é chamado de egocentrismo. O esquema do objeto está voltado ao plano, em que o lactante não tem uma percepção dos objetos tal como a do adulto. O bebê não nota as propriedades dos objetos como peso, forma, volume e outras características. Piaget também afirma que o bebê reconhece as pessoas que se encontram à sua volta, aquelas que constantemente convivem com ele, mas não é provado que o bebê tenha em mente que as mesmas pessoas que estão à sua volta realmente existam quando elas vão embora saindo do seu campo de visão. Exemplificando melhor temos uma citação de Piaget que diz: Reconhece em particular as pessoas e sabe que, gritando, fará retornar sua mãe. (Piaget, 1999, p.21) Podemos entender que as pessoas que visitam a casa de alguém que possui um bebê, por exemplo, ao brincarem com o bebê, interagindo com ele de diferentes as formas, este bebê perceberá sua existência, porém ao irem embora daquela casa, o bebê não se dará conta de que aquelas pessoas realmente existem fora desse espaço físico até que ele as reencontre outra vez.

13 13 Somente por volta do fim do primeiro ano ocorre o que podemos chamar de exteriorização do mundo material, pois o bebê passa a ter o desejo de procurar pelos objetos, mesmo que estes não estejam em seu campo de visão. Devido a esta exteriorização o bebê logo irá passar a procurar as pessoas que não se encontram em seu campo de visão e assim desenvolve interações afetivas, quando o bebê procura alguém, seja sua mãe ou seu pai ele passa a mostrar interesse na interação com aquela pessoa, a afetividade no caso não está separada da inteligência. Segundo a visão piagetiana, com o surgimento da linguagem, o comportamento da criança é totalmente modificado em seu aspecto afetivo e intelectual. Ela passa a realizar novas ações como reconstituir o seu passado, e elaborar planos para seu futuro por meio da representação verbal. Assim a criança desenvolve suas características mentais e passa a se socializar com outras pessoas, ela passa a interiorizar o que ela diz ou irá dizer e aqui se forma o pensamento propriamente dito. Do ponto de vista afetivo ocorrem transformações paralelas ao desenvolvimento intelectual, a criança passa a desenvolver seus sentimentos, como: antipatia, simpatia, respeito e outros. Por meio deste desenvolvimento as relações entre os seres humanos passam a se tornar mais complexas de forma que com a formação de sentimentos pelas pessoas elas passam a julgar se gostam ou não umas das outras, podendo estabelecer relações mais amistosas levando em consideração a afinidade que possuem entre si ou podendo estabelecer conflitos. (PIAGET, 1999) Conforme avança em seu desenvolvimento, a criança cria valores e interesses que estão relacionados com a afetividade como os sentimentos de autovalorização, de forma que ela poderá julgar a si mesma por meio dos sentimentos de inferioridade e superioridade. A cada sucesso ou fracasso o individuo irá ter sentimentos de superioridade ou inferioridade podendo interferir no grau de ansiedade do sujeito. Ao aplicarmos esses conceitos na reflexão sobre relação entre o professor e o aluno no processo de ensino e aprendizagem, podemos verificar que o aluno, ao ter sucesso ou fracasso em uma avaliação feita pelo professor ou até na idéia de um conceito quando discute com o docente, o aluno pode se avaliar de acordo com o

14 14 resultado que obteve: se foi satisfatório, ele se super-valoriza se sentindo superior a outros alunos que não conseguiram alcançar o mesmo resultado que ele. O mesmo acontece quando ele se sente inferior por ter ido mal numa prova, o lado afetivo do aluno sofre influências. Da mesma maneira que o aluno utiliza a linguagem e o intelecto para se comunicar com outros indivíduos havendo uma troca de informações e conhecimentos também pode-se existir uma troca entre os ideais de cada individuo e com isso os surgem os sentimentos das pessoas, sejam eles bons ou ruins. Um sentimento que nasce na criança com o passar do tempo convivendo com os pais é o respeito, entendido por Piaget (1999) como sendo uma mistura de afeição e temor. A primeira moral da criança é a moral da obediência aos pais, por meio de regras. Assim, a obediência está relacionada ao respeito, ou seja, a criança passa a respeitar o pai e a mãe e assim ela acata às suas ordens, aqui não vemos os pais observando e mediando o que a criança faz por meio de ações que despertam o interesse na criança ou por meio de ações negativas para avisá-las de que determinado ato praticado por ela não é permitido. Do mesmo modo, podemos dizer que entre discente e o docente também existem estas relações de obediência. Nas escolas, a obediência do aluno caminha junto com o respeito pelo professor. Em certos casos, nem todos os discentes têm respeito podendo haver intercorrências durante as aulas e uma parte dos alunos pode temer o professor, que se impõe por meio de ameaças com relação a notas baixas. Período em que se desenvolve a autonomia para dar explicações sobre as ocorrências observadas em experimentos. É citado um experimento em que se coloca em um copo com água dois cubos de açúcar e uma série de perguntas é feita à criança como é mostrado a seguir: Pergunta-se, então, enquanto o açúcar se dissolve: 1º se, uma vez dissolvido, ainda ficará alguma coisa na água coisa na água; 2º, se o peso ficará maior ou igual

15 15 ao da água clara e pura; 3º se o nível da água açucarada abaixará até se igualar com o do outro. Para crianças de sete anos de acordo com o que é descrito no livro: Para certos sujeitos, se transforma em água ou se liquefaz em um xarope que se mistura à água. (1999, p.56 ) Podemos observar que existe a autonomia em explicar por si mesma o ocorrido, e a cooperação pode ser observada quando se observa o experimento junto de seus colegas, a criança falará a hipótese que ela possui e seus colegas discutem a respeito formulando hipóteses também sobre o que ocorreu com os cubos de açúcar e qual sua relação com o volume da água e o peso do copo. É por meio desta discussão que vemos a construção do conhecimento. No que diz respeito ao desenvolvimento da vontade nas crianças, Piaget afirma que muitos confundem a vontade com o ato intencional e exemplifica com uma situação em que o aluno possui um dever de casa para ser feito, o que seria a obrigação dele mas também possui uma tendência a brincar em vez de fazer o dever. É aqui que o autor menciona a vontade como sendo a atitude que o aluno toma em fazer o dever mesmo tendo desejos mais fortes como brincar. Aqui ressaltamos no processo de ensino e aprendizagem a vontade dos alunos em aprenderem, a vontade dos alunos em buscarem o significado do conceito estudado em aula, ao invés de fazerem algo que lhes pareça mais prazeroso. Com a progressão do desenvolvimento, os indivíduos passando da adolescência à fase adulta, Piaget (1999) afirma, fazendo uma conclusão, que é por meio da afetividade que ao passar pelas fases da vida, desde a infância até a fase adulta, o indivíduo obtém consciência de valores morais. Com uma grande participação do lado afetivo realizando as atividades durante seu desenvolvimento, como os trabalhos em grupo ou individuais na escola, podemos dizer que o indivíduo após aprender sobre cooperação por meio da socialização e das relações entre os colegas e professores, e após aprender sobre a autonomia para tomar decisões interagindo de acordo com a situação a qual se encontra o adolescente atinge a fase adulta e tem a sua personalidade formada.

16 16 O autor também menciona que conforme o adolescente é exposto diante de diversas responsabilidades, exigindo que ele se torne cada vez mais autônomo ou em algumas situações exigindo que ele saiba como trabalhar em grupo socializando com outros colegas ele vai perdendo algumas formas como ele agia anteriormente como adolescente, amadurecendo A teoria da afetividade de Vygotsky Outro autor importante na questão da teoria sobre a afetividade é Lev S. Vygotsky, que discute sobre fatores biológicos e sociais no processo de formação do ser humano. Dentre as visões de Vygotsky propostas por Marta Kohl (1992) no processo de formação de conceitos e na construção de significados poderemos relacionar o papel do professor na escola na transmissão do conteúdo de cunho conceitual, ou seja, que não é aprendido no dia-a-dia. Para Martha Kohl (1992), Vygotsky menciona que a mente humana não possui estruturas que desde o nascimento contém conhecimento. É por meio da vivência na sociedade e nas relações com outros seres humanos que a pessoa construirá novos conhecimentos e novas relações entre os objetos de estudo. O aluno não nasce com o conteúdo internalizado em sua mente, o conteúdo deve ser transmitido pelo professor, mas somente transmiti-lo não é o bastante, a socialização com o professor, a discussão e troca de ideias é fundamental para que o conteúdo se fixe de forma que o discente elabore com suas próprias palavras o que foi aprendido. De acordo com sua obra, Vygotsky (2001), também menciona a importância dos conhecimentos construídos a partir da vivência do aluno, citado no parágrafo anterior, no sentido de que as experiências pelos quais ele passa no seu cotidiano,

17 17 por meio destas não somente se lembrará de determinados conceitos na hora dos estudos, mas também entenderá a origem do conceito, entenderá a justificativa de existir aquele conceito. Como descreve Martha Kohl (1992), Vygotsky menciona a linguagem como instrumento fundamental para a socialização entre os indivíduos e os objetos de estudo, possui duas funções básicas: a primeira é a de intercâmbio social e a segunda a de pensamento generalizante. A função de intercâmbio Social, como o próprio nome sugere, é a função da comunicação de indivíduo para indivíduo de forma a estabelecer contato e transmitir o conhecimento. Quanto ao que se diz da função de pensamento generalizante é mencionada por Vygotsky (2002) como sendo uma função que generaliza os conceitos aprendidos durante a experiência vivida pela pessoa de forma a simplificar o conteúdo e fixar somente o que é importante. Com estas duas funções definidas um exemplo pode ser citado para melhor compreensão de ambas. Exemplo: Ao transmitir um determinado conteúdo para os seus alunos o professor utiliza a linguagem como meio de intercâmbio social para se comunicar com os alunos e discutir a respeito do conteúdo. Os alunos, então, após a socialização do conteúdo com o professor, de modo a expor seus pontos de vista reterá a parte importante daquele conteúdo simplificando-o. Para se formar um dado conceito um fator principal é o modo como ele se formará, uma vez que para que o indivíduo assimile o conteúdo, ou seja, a matéria que o docente quer que o aluno aprenda, é necessário um compartilhamento por parte do aluno e do professor dos conhecimentos possuídos pelos dois com a finalidade de transformar o conhecimento prévio do aluno em um conceito mais aceito pela ciência. Desta maneira com a discussão e indagação o aluno fixará o conteúdo de forma a lembrar do processo de raciocínio para alcançar o conceito aprendido. Levi Vygotsky (2006) explicita a idéia evidenciando que a linguagem possui um papel muito importante na comunicação entre os seres humanos, cujo componente principal é a palavra. De acordo com o autor a palavra não somente serve como um símbolo que identifica algo com o que o individuo tem uma interação, ela é algo

18 18 inerente e possui um significado imutável. Para a criança em determinada fase de seu desenvolvimento elabora significados para as palavras que mudam conforme ela se desenvolve, por receber novos conhecimentos ao decorrer de sua vida. Segundo Morato (2000) é por meio das palavras que se dá a relação entre o pensamento e a linguagem para Vygotsky, o que contribui para a formação de novos conceitos ao pensar e refletir sobre o conteúdo ou significado aprendido. Para o ser humano analisar a informação recebida por meio da linguagem explicitada no parágrafo anterior, e comunicar-se com outro a fim de responder àquela informação é necessário que o indivíduo utilize o que, de acordo com Martha Kohl (1992), Vygotsky denomina funções mentais elementares como: atenção involuntária. (1992 p-76), e funções mentais superiores, como sendo: atenção voluntária e memória lógica (1992 p-76). Estas últimas funções seriam prestar atenção voluntariamente e utilizar a memória lógica. Ao utilizar estas funções mentais o individuo deve estar consciente de onde ele se encontra e o que está fazendo. No caso do aluno em sala de aula, utilizar suas funções mentais superiores seria estar consciente e saber o que ele faz na sala de aula de modo que responda de acordo com o que é discutido entre ele e o professor. Sabe-se também que para entender e organizar o conteúdo explicitado em seus pensamentos o aluno precisará ter ciência dos significados de muitas palavras, palavras específicas quanto à matéria que ele está aprendendo e após receber as informações necessárias para a construção do conhecimento dependerá de cada aluno construir o próprio conhecimento a respeito do que foi exposto. Explicando de uma maneira melhor pode-se dizer que todas as pessoas são diferentes umas das outras, pensam de forma diferente uma da outra e com isso elaboram conhecimentos com significados que podem diferir um do outro a menos que um grupo de pessoas entre em um consenso e com isso ocorre a padronização do conceito. É proposto por Levi Vygotsky que para cada pessoa um determinado objeto tem um significado diferente, para alguns o carro pode ter um significado mais importante como um instrumento de trabalho para o motorista de táxi, para um aluno jovem pode significar um meio de diversão por ele gostar de sair com os amigos (Kohl, 1992, p-81).

19 19 Como foi observado anteriormente, cada pessoa pode atribuir um significado diferente para um mesmo objeto. Assim no que diz respeito à aprendizagem no ambiente escolar, cada aluno por pensar diferente um do outro pode elaborar o conhecimento de forma diferente. Mesmo que o professor explique o conteúdo de uma única forma os alunos são diferentes, pensam de maneiras desiguais. Durante as situações do dia-a-dia os processos passados pelo intelecto e pelo afeto ao se desenvolverem estão interligados entre si diz Vygotsky, (Kohl, 1992). Para a autora, Vygotsky questiona a divisão entre as duas dimensões: afetiva e cognitiva. Enfatizando o aspecto afetivo no individuo humano existem dois pressupostos na teoria de Vygotsky que descrevem o lugar da afetividade na pessoa. A primeira é a perspectiva declaradamente monista, que vai contra a qualquer divisão da dimensão humana como, por exemplo: corpo/alma, mente/alma, material/não material. A segunda é a Abordagem globalizante ou holista, esta evidencia o estudo das partes que unem uma totalidade. Explicando de forma mais clara estas duas abordagens, tanto na abordagem monista como na abordagem globalizante, é evidenciada a procura de um indivíduo como um todo, ou seja, busca a consciência da pessoa em sua totalidade não separando o lado cognitivo, que analisa as informações recebidas com a finalidade de responder às diversas situações pelas quais o ser humano passa do lado afetivo que representa o lado de sentimento humano capaz de reagir de acordo com os diferentes estímulos recebidos das relações existentes entre dois seres humanos. Neste caso podemos citar o aluno e o professor como participantes das relações anteriormente mencionadas. Kohl (1992) menciona que Vygotsky propõe que a formação do pensamento do indivíduo é intrínseca à zona da motivação, o ser humano deve ter alguma motivação seja ela uma necessidade de realizar algo, como um compromisso, seja um interesse, como, por exemplo, quando estamos interessados em entender como o corpo humano funciona ou qualquer outro interesse não necessariamente acadêmico. Outros fatores motivacionais também colocados por Vygotsky de são: impulsos, o afeto e a emoção, o pensamento também é formado a partir destes fatores uma vez que eles motivam o ser humano por meio do sentimento quanto aos

20 20 dois últimos fatores e no sentido de respondermos rapidamente a uma situação de surpresa no caso do impulso. Para elaborarmos respostas a cada um destes fatores que motivam o ser humano existe uma necessidade de agir intelectualmente, refletindo e agindo de acordo com o que sente. No espaço físico acadêmico podemos citar novamente os alunos interessados na aula, como mencionado. Damos o exemplo do interesse ao aprender sobre o corpo humano, porém não somente o fator interesse existe na sala de aula, mas também o afeto no sentido do modo como o professor expõe o conteúdo que pode variar com o seu humor, o modo como os alunos respondem quando o docente os questiona e a emoção evidenciada nos discentes ao tirarem uma boa nota ou então uma nota não satisfatória. Vygotsky entende que a base do pensamento é afetivo-volitiva, ou seja, existe uma relação muito grande do afeto que os discentes têm pela matéria e/ou pelo professor com a nossa vontade, vontade esta de aprender, de entender o que é lecionado. Se não se sentirem bem com o professor e/ou com a matéria que ele leciona não estarão aptos o suficiente para entender a matéria, para raciocinar de forma construtiva. Esta ideia da ligação entre os estudos com a vontade de estudar pode ser direcionada ao interesse dos educandos mencionado anteriormente, é esta vontade que mostra o interesse, é esta vontade de crescer, aprender, de buscar respostas com o docente ou através de outros meios que faz o aluno estar apto a entender o conteúdo. É por meio do processo de ensino e aprendizagem em que o afeto é vinculado ao interesse em que ocorrem as transformações do conhecimento antigo para o conhecimento novo, atualizado. Ao final deste processo o aluno obterá como resultado uma consciência do conteúdo que aprendeu e estando consciente daquilo que compreendeu ele poderá elaborar textos sobre conteúdo explicito com as próprias palavras e conforme o estudo mais detalhado sobre aquele determinado assunto ocorre que o educando passa a ter uma visão mais crítica daquilo que escreveu ou entendeu no passado, o que o motiva a procurar por mais respostas às perguntas que surgem com o tempo (Kohl, 1992, p 81). Kohl (1992) menciona que Vygotsky também escreveu textos relacionados com a questão da emoção e afetividade, e um longo manuscrito cujo tema foi relacionado à

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD Município: Pirassununga Estado: São Paulo Turma: 440 Pólo: Fundação de Ensino de Pirassununga Tutor (a): Inez Nunes Paula

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

A formação inicial e continuada de professores de crianças pequenas

A formação inicial e continuada de professores de crianças pequenas A formação inicial e continuada de professores de crianças pequenas Linha de Pesquisa: LINHA DE PESQUISA E DE INTERVENÇÃO METODOLOGIAS DA APRENDIZAGEM E PRÁTICAS DE ENSINO (LIMAPE) Área de Concentração:

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 Angela Freire 2

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

LEV VIGOTSKY 1. VIDA E OBRA

LEV VIGOTSKY 1. VIDA E OBRA LEV VIGOTSKY 1. VIDA E OBRA Casou-se em 1924. Pesquisou profundamente sobre o comportamento e desenvolvimento humanos. Dizia que o conhecimento é decorrente da interação da história social e pessoal. Escreveu

Leia mais

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL A AVALIAÇÃO EM CONTEXTO DIFERENCIADO PARA EDUCAÇÃO INFANTIL JOSÉ MATEUS DO NASCIMENTO zenmateus@gmail.com POLIANI SANTOS DA SILVA poliany_mme@hotmail.com MARIA AUXILIADORA DOS SANTOS MARINHO Campus IV(CCAE)

Leia mais

RESENHAS. BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p.

RESENHAS. BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p. Linguagem & Ensino, Vol. 8, Nº 2, 2005 (275-285) RESENHAS BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p. Resenhado por Márcia Cristina Greco OHUSCHI

Leia mais

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL

O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 975 O PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS JOGOS EDUCATIVOS NO ENSINO FUNDAMENTAL Drielly Adrean Batista

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO

LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO LER E ESCREVER: APRENDER COM O LÚDICO Inês Aparecida Costa QUINTANILHA; Lívia Matos FOLHA; Dulcéria. TARTUCI; Maria Marta Lopes FLORES. Reila Terezinha da Silva LUZ; Departamento de Educação, UFG-Campus

Leia mais

PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO - CONHECIMENTO CONSTRUÍDO COM INTERAÇÃO SOCIAL.

PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO - CONHECIMENTO CONSTRUÍDO COM INTERAÇÃO SOCIAL. 1 DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO-DEDU. DISCIPLINA: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO LICENCIATURA EM LETRAS COM A LÍNGUA INGLESA PROFESSORA: MARIA ELISA MEDEIROS JOÃO BOSCO DA SILVA (prof.bosco.uefs@gmail.com) PSICOLOGIA

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES

APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES APRENDIZAGEM DA LINGUAGEM ORAL DA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: CONCEPÇÕES DE PAIS E PROFESSORES Resumo Gabriela Jeanine Fressato 1 - Universidade Positivo Mariana Gomes de Sá Amaral

Leia mais

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA

CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA CONCEPÇÕES MATEMÁTICA APRESENTADAS POR PROFESSORES DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PSICOPEDAGOGIA Jacqueline Oliveira de Melo Gomes Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul / FAMASUL-PE jacomgomes@yahoo.com.br

Leia mais

Aprendizes do Futuro: como incorporar conhecimento e transformar realidades Eduardo Carmello

Aprendizes do Futuro: como incorporar conhecimento e transformar realidades Eduardo Carmello Aprendizes do Futuro: como incorporar conhecimento e transformar realidades Eduardo Carmello Para suportar as intensas mudanças nos próximos 10 anos, Aprendizes do Futuro compreendem que é necessário criar

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA

APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA APROPRIAÇÃO DAS TEORIAS DE VYGOTSKY POR PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO DE CURITIBA Roberta Ferreira Cavalcanti Solange Regina Silva Almeida Rosangela Alves de Godoy Nilson Fernandes Dinis (Universidade

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

DESENVOLVIMENTO COGNITIVO MUSICAL ATRAVÉS DE JOGOS E BRINCADEIRAS

DESENVOLVIMENTO COGNITIVO MUSICAL ATRAVÉS DE JOGOS E BRINCADEIRAS 175 ANAIS III FÓRUM DE PESQUISA CIENTÍFICA EM ARTE Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Curitiba, 2005 DESENVOLVIMENTO COGNITIVO MUSICAL ATRAVÉS DE JOGOS E BRINCADEIRAS Marta Deckert * RESUMO: Como

Leia mais

DA HETERONOMIA À AUTONOMIA: AMBIENTE ESCOLAR E DESENVOLVIMENTO MORAL

DA HETERONOMIA À AUTONOMIA: AMBIENTE ESCOLAR E DESENVOLVIMENTO MORAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE EDUCAÇÃO DA HETERONOMIA À AUTONOMIA: AMBIENTE ESCOLAR E DESENVOLVIMENTO MORAL Jaqueline Barbieri Pieretti Orientadora: Dra. Tânia Beatriz Iwaszko

Leia mais

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM

O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM O PEDAGOGO NA DOCÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA NO ENSINO- APRENDIZAGEM Helena Harumi Maruyama G Pedagogia INESUL LONDRINA PR Orientadora Ms. Maria Eliza Corrêa Pacheco D Pedagogia INESUL LONDRINA PR PAINEL e-mail:

Leia mais

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3

Resenha de livro. Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 Resenha de livro Por Camila Munerato 1 Camila Rodrigues dos Santos 2 Eunice Pereira Cardoso 3 A presente resenha do livro de Moretto, (2007) em sua 2 edição tem o intuito de mostrar que a avaliação é um

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES Marcos Aurélio Alves e Silva- UFPE/CAA Alcicleide Ramos da Silva- UFPE/CAA Jucélia Silva Santana- UFPE/CAA Edelweis José Tavares Barbosa- UFPE/CAA

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Flávia Nascimento de Oliveira flavinhamatematica@hotmail.com Rivânia Fernandes da Costa Dantas rivafern@hotmail.com

Leia mais

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo

A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo A ARTE DE BRINCAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Elany Nogueira da Silva Estudante de Pedagogia pela FECLESC / UECE Resumo Este presente artigo pretende refletir idéias sobre o brincar na Educação Infantil,

Leia mais

Principais discussões sobre o ensino-aprendizagem de matemática na educação infantil

Principais discussões sobre o ensino-aprendizagem de matemática na educação infantil 1 Introdução: A matemática é uma disciplina de fundamental importância na vida de todo mundo. Desde tempos antigos o ensino dessa matéria vem fazendo cada vez mais parte da vida dos seres humanos. Basta

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO 0 1 A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA

Leia mais

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA

Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Ensino ativo para uma aprendizagem ativa: Eu quero saber fazer. Karina Grace Ferreira de Oliveira CREFITO 25367-F FADBA Em ação! PARTE 1: (5 minutos) Procure alguém que você não conhece ou que conhece

Leia mais

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA

DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA 27 a 30 de Agosto de 2014. DIFICULDADES ENFRENTADAS POR PROFESSORES E ALUNOS DA EJA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo: MACHADO, Diana dos Santos 1 Ifes - Campus Cachoeiro de Itapemirim

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

AS SEMELHANÇAS, DIFERENÇAS E CONTRIBUIÇÕES DE PIAGET E VYGOTSKY PARA FORMAÇÃO DOCENTE

AS SEMELHANÇAS, DIFERENÇAS E CONTRIBUIÇÕES DE PIAGET E VYGOTSKY PARA FORMAÇÃO DOCENTE AS SEMELHANÇAS, DIFERENÇAS E CONTRIBUIÇÕES DE PIAGET E VYGOTSKY PARA FORMAÇÃO DOCENTE 2010 Michael de Oliveira Lemos Diplomado pela Faculdade Anhanguera de São Caetano(Brasil) Orientadora: Professora Heloisa

Leia mais

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO

ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO 1 ESPAÇOS PEDAGÓGICOS ADAPTADOS: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS DE ADAPTAÇÃO QUE ENRIQUECEM A EDUCAÇÃO VOGEL, Deise R. 1 BOUFLEUR, Thaís 2 RAFFAELLI, Alexandra F. 3 Palavras chave: Espaços adaptados; experiências;

Leia mais

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil

O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Andressa Ranzani Nora Mello Keila Maria Ramazotti O Desenvolvimento Moral na Educação Infantil Primeira Edição São Paulo 2013 Agradecimentos A todos aqueles que, direta ou indiretamente, contribuíram

Leia mais

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista

O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista O uso da informática na escola: Webquest como estratégia de aprendizagem construtivista Maira Teresinha Lopes Penteado 1 Gisele Dorneles Fernandes 2 RESUMO: O presente artigo tem por finalidade esclarecer

Leia mais

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES

A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES A LITERATURA INFANTIL PARA A FORMAÇÃO DE LEITORES Mércia Rodrigues Gonçalves Pinheiro, UESB RESUMO O presente trabalho foi articulado através de pesquisa de campo, utilizando observação direta e entrevista

Leia mais

VYGOTSKY E O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL

VYGOTSKY E O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL VYGOTSKY E O PAPEL DA BRINCADEIRA NO DESENVOLVIMENTO INFANTIL Elisa Nélia da Cunha Brasiliense 1 Resumo: O objetivo deste texto é expor, segundo Vygotsky, a importância das brincadeiras de fazde-conta

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DE JEAN PIAGET E DE LEV. S. VYGOTSKY PARA A PSICOLOGIA EDUCACIONAL E PARA O PROFESSOR

CONTRIBUIÇÕES DE JEAN PIAGET E DE LEV. S. VYGOTSKY PARA A PSICOLOGIA EDUCACIONAL E PARA O PROFESSOR 1 CONTRIBUIÇÕES DE JEAN PIAGET E DE LEV. S. VYGOTSKY PARA A PSICOLOGIA EDUCACIONAL E PARA O PROFESSOR Paulo Gomes Lima Prof. Adjunto da FAED/UFGD MS. Área Fundamentos da Educação A Psicologia Educacional,

Leia mais

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DE APRENDER UM SEGUNDO IDIOMA NA PRIMEIRA INFÂNCIA

TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DE APRENDER UM SEGUNDO IDIOMA NA PRIMEIRA INFÂNCIA TÍTULO: A IMPORTÂNCIA DE APRENDER UM SEGUNDO IDIOMA NA PRIMEIRA INFÂNCIA CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DO GRANDE ABC AUTOR(ES): LILIAM

Leia mais

A AFETIVIDADE NA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO E SUA INFLUÊNCIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

A AFETIVIDADE NA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO E SUA INFLUÊNCIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM A AFETIVIDADE NA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO E SUA INFLUÊNCIA NO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DIAS, Priscila Dayane de Almeida priscila_dayane@hotmail.com ROSIN, Sheila Maria (Orientador) sheilarosin@onda.com.br

Leia mais

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES Tamiris Andrade Nascimento (Mestranda do Programa Educação Cientifica e Formação de Professores da Universidade

Leia mais

CORPOLINGUAGEM E MOVIMENTO: UMA PROPOSTA DE TRABALHO CORPORAL PARA CRIANÇAS À LUZ DA PSICANÁLISE

CORPOLINGUAGEM E MOVIMENTO: UMA PROPOSTA DE TRABALHO CORPORAL PARA CRIANÇAS À LUZ DA PSICANÁLISE CORPOLINGUAGEM E MOVIMENTO: UMA PROPOSTA DE TRABALHO CORPORAL PARA CRIANÇAS À LUZ DA PSICANÁLISE Nathalia Leite Gatto Nota-se que as disciplinas ligadas ao movimento na educação infantil, tanto curriculares

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA O LUDICO NA MATEMÁTICA: UMA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA Thaís Koseki Salgueiro 1 ; Ms. Ozilia Geraldini Burgo 2 RESUMO: Este projeto tem como objetivo apresentar o trabalho de campo desenvolvido

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

CONHECIMENTOS GERAIS (5 questões)

CONHECIMENTOS GERAIS (5 questões) 1. Paulo Freire na sua concepção pedagógica parte de alguns princípios que marcam, de forma clara e objetiva, o seu modo de entender o ato educativo. Considerando as características do pensamento desse

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM.

AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM. AS CONTRIBUIÇÕES DA TEORIA PIAGETIANA PARA O PROCESSO DE ENSINO- APRENDIZAGEM. Maria Rafaela de Oliveira Graduanda FECLESC/UECE Géssica Cryslânia da Silva Graduanda FECLESC/UECE Janete Rodrigues de Lima

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DA COLA OFICIAL DURANTE AS AVALIAÇÕES DE MATEMÁTICA

A UTILIZAÇÃO DA COLA OFICIAL DURANTE AS AVALIAÇÕES DE MATEMÁTICA A UTILIZAÇÃO DA COLA OFICIAL DURANTE AS AVALIAÇÕES DE MATEMÁTICA Camila Nicola Boeri Universidade de Aveiro Portugal camilaboeri@hotmail.com Márcio Tadeu Vione IFMT - Campus Parecis - MT mtvione@gmail.com

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA. Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO

FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA. Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA Eliene Barros Andrade Solange caldeira. INTERAÇÃO PROFESSOR-ALUNO NA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO Cláudia, MT 2008 Trabalho de Conclusão apresentado como requisito parcial para

Leia mais

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA

COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA COMO ABORDAR O TEMA ACESSIBILIDADE EM SALA DE AULA Fabiane Caron Novaes 1 Roberta Aparecida Diadio 2 Resumo: Considerando as recomendações contidas no referencial teórico dos Parâmetros Curriculares Nacionais

Leia mais

DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO

DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 DA EDUCAÇÃO TRADICIONAL ÀS NOVAS TECNOLOGIAS APLICADAS À EDUCAÇÃO Natália Aguiar de Menezes 1 RESUMO: Observa-se que com o passar dos anos o ensino superior

Leia mais

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente A internet como atividade integrante de uma prática docente Flávio Chame Barreto Instituto Educacional Vivenciando RJ flaviocbarreto@yahoo.com.br Resumo Um consenso entre os docentes do Ensino Fundamental

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY Kassius Otoni Vieira Kassius Otoni@yahoo.com.br Rodrigo Luciano Reis da Silva prrodrigoluciano@yahoo.com.br Harley Juliano Mantovani Faculdade Católica de

Leia mais

Daniela Albano 1 ; Larissa Leite 1 ; Antônio José Pereira 2

Daniela Albano 1 ; Larissa Leite 1 ; Antônio José Pereira 2 A CONTRIBUIÇÃO DO USO CONSCIENTE DOS MOVIMENTOS OCULARES LATERAIS PARA A MELHORIA DO RENDIMENTO ESCOLAR DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO AO ENSINO PROFISSIONALIZANTE Daniela Albano 1 ; Larissa Leite

Leia mais

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO

TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO TÍTULO: O INGRESSO DA CRIANÇA AOS SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS DILEMA OU SOLUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE DO GRANDE

Leia mais

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA

DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA DO DESENHO A ESCRITA E LEITURA Cleide Nunes Miranda 1 Taís Batista 2 Thamires Sampaio 3 RESUMO: O presente estudo discute a relevância do ensino de leitura e principalmente, da escrita, trazendo em especial

Leia mais

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs.

TCC2036. fevereiro de 2006. Pricila Kohls dos Santos. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul PUCRS. pricilas.ead@pucrs. 1 O PEDAGOGO EM MULTIMEIOS E INFORMÁTICA EDUCATIVA E SUA CONTRIBUIÇÃO PARA A EFICÁCIA DA UTILIZAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA EDUCAÇÃO TCC2036 fevereiro de 2006 Pricila Kohls dos Santos

Leia mais

Tecnologia do Pará IFPA. gomesisaias68@yahoo.com.br. 1 Graduando do Curso de Licenciatura em Geografia do Instituto Federal de Educação, Ciência e

Tecnologia do Pará IFPA. gomesisaias68@yahoo.com.br. 1 Graduando do Curso de Licenciatura em Geografia do Instituto Federal de Educação, Ciência e GEOGRAFANDO BELÉM Isaias Gomes de Jesus Junior 1 Resumo O presente artigo vem apresentar a Tecnologia Educacional Geografando Belém. Esta Tecnologia Educacional, de princípio, foi desenvolvida para apresentar

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA DISCIPLINA PARA O PROCESSO DE APRENDIZAGEM

A IMPORTÂNCIA DA DISCIPLINA PARA O PROCESSO DE APRENDIZAGEM A IMPORTÂNCIA DA DISCIPLINA PARA O PROCESSO DE APRENDIZAGEM Érica Pereira Anjos dos Santos Graduanda em Pedagogia Faculdades Integradas de Três Lagoas FITL/AEMS Francisca Campelo de Oliveira Graduanda

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR

LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR LEITURA E ESCRITA: O LÚDICO NO ESPAÇO ESCOLAR Katia Maria de Oliveira CUSTODIO, Ketulem Cristina Vieira ARANTES, Ducéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES. Ângela Aparecida DIAS Departamento de Educação,UFG

Leia mais

TEORIA DA MEDIAÇÃO DE LEV VYGOTSKY

TEORIA DA MEDIAÇÃO DE LEV VYGOTSKY TEORIA DA MEDIAÇÃO DE LEV VYGOTSKY Sérgio Choiti Yamazaki Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Lev Semenovich Vygotsky (1896-1934) estudou literatura na Universidade de Moscou, interessando-se primeiramente

Leia mais

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934.

Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934. Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934. Lev Vygotsky, viveu na mesma época que Piaget (ambos nasceram em 1896 entanto Vygotsky

Leia mais

FACULDADE DE CUIABÁ FAUC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL. João Rodrigues de Souza

FACULDADE DE CUIABÁ FAUC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL. João Rodrigues de Souza FACULDADE DE CUIABÁ FAUC CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA E INSTITUCIONAL João Rodrigues de Souza A PSICOPEDAGOGIA E A INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL CUIABÁ- MT JULHO 2015 2 RESUMO

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende Como transformar a sua empresa numa organização que aprende É muito interessante quando se fala hoje com profissionais de Recursos Humanos sobre organizações que aprendem. Todos querem trabalhar em organizações

Leia mais

EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA

EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA EDUCAÇÃO CONVENCIONAL X EDUCAÇÂO MEDIADA por Anelise Pereira Sihler é Pedagoga, Especialista em Gestão de Pessoas, Gestão Educacional, Educação a Distância, Educação colaborativa, Relações Humanas, mestre

Leia mais

ESTRATÉGIA DE ENSINO - BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL.

ESTRATÉGIA DE ENSINO - BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL. ESTRATÉGIA DE ENSINO - BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS TRADICIONAIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL. Carmem Regina Calegari Cunha E. M. de Educação Infantil Prof Edna Aparecida de Oliveira - UDI Resumo Trabalho

Leia mais

O ENSINO DE FÍSICA: DA METODOLOGIA DE ENSINO ÀS CONDIÇÕES DE APRENDIZAGEM

O ENSINO DE FÍSICA: DA METODOLOGIA DE ENSINO ÀS CONDIÇÕES DE APRENDIZAGEM O ENSINO DE FÍSICA: DA METODOLOGIA DE ENSINO ÀS CONDIÇÕES DE APRENDIZAGEM José Cícero Santos (UFAL) [cjnego2007@gmail.com] Aldisío Alencar Gomes (UFAL) [aldisioalencar@gmail.com] Ana Paula Perdigão Praxedes

Leia mais

Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas

Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas Reflexão das Monitorias de Química Oferecida pelo Projeto PIBID nas Escolas de Pelotas Eduardo Vargas Pereira (IC) 1*, Diego Soares de Moura (IC) 1, Caroline Pereira Dutra (IC) 1, Roberta Almeida dos Santos

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

OS DESAFIOS DA INCLUSÃO ESCOLAR: O método avaliativo do aluno com deficiência intelectual

OS DESAFIOS DA INCLUSÃO ESCOLAR: O método avaliativo do aluno com deficiência intelectual OS DESAFIOS DA INCLUSÃO ESCOLAR: O método avaliativo do aluno com deficiência intelectual Tuane Telles Rodrigues 1 Letícia Ramires Corrêa 2 Resumo: Durante nossa vida acadêmica estamos em constante aperfeiçoamento,

Leia mais

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA

TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA TÍTULO: A LEITURA COMO FERRAMENTA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PEDAGOGIA INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE SÃO VICENTE AUTOR(ES): MARIA DE FATIMA

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA

A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA A PROBLEMATIZAÇÃO COMO ESTRATÉGIA METODOLÓGICA Jeferson Luiz Appel Dar-se-ia mais significação aos conteúdos conceituais a serem aprendidos pelos alunos pela necessidade de esses adquirirem um novo conhecimento

Leia mais

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA

MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA MANUAL DO ALUNO EM DISCIPLINAS NA MODALIDADE A DISTÂNCIA ORIENTAÇÕES PARA OS ESTUDOS EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA Caro (a) Acadêmico (a), Seja bem-vindo (a) às disciplinas ofertadas na modalidade a distância.

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC

Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Campanha Nacional de Escolas da Comunidade CNEC Regulamento de Projeto Integrador dos Cursos Superiores de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Segurança da Informação e Sistemas para Internet

Leia mais

AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS E O DESENVOLVIMENTO AFETIVO E INTELECTUAL DA CRIANÇA

AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS E O DESENVOLVIMENTO AFETIVO E INTELECTUAL DA CRIANÇA AS RELAÇÕES INTERPESSOAIS E O DESENVOLVIMENTO AFETIVO E INTELECTUAL DA CRIANÇA Eliana de Sousa Alencar* 1 Introdução A dimensão afetiva é um importante fator a ser considerado quando pretendemos compreender

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: PLANO DE CURSO Curso: Bacharelado em Psicologia Disciplina: Teorias Psicogenéticas Professora: Camila Vasconcelos Carnaúba Lima Código: PSI06 Carga Horária: 40h Créditos: - Pré-requisito(s):

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA Luís Armando Gandin Neste breve artigo, trato de defender a importância da construção coletiva de um projeto político-pedagógico nos espaços

Leia mais

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento

O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento O interesse por atividades práticas contribuindo na alfabetização através do letramento A contribuição do interesse e da curiosidade por atividades práticas em ciências, para melhorar a alfabetização de

Leia mais

Oficina : Experiências de Ciências para o Ensino Fundamental: uma abordagem vigotskiana

Oficina : Experiências de Ciências para o Ensino Fundamental: uma abordagem vigotskiana UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL INSTITUTO DE FÍSICA PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENSINO DE FÍSICA Oficina : Experiências de Ciências para o Ensino Fundamental: uma abordagem vigotskiana Introdução

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES

ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES ENSINO DE FÍSICA EM ANGICAL DO PIAUÍ PI: EM BUSCA DA FORMAÇÃO DOS PROFESSORES E DE METODOLOGIAS EFICAZES MARCELA NEIVA SOUSA 1 SAMARA MARIA VIANA DA SILVA 2 RESUMO O presente artigo tem como objetivo investigar

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO

PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO ISSN 2316-7785 PROFESSOR DE MATEMÁTICA E EDUCADOR ESPECIAL: UM PASSO PARA INCLUSÃO RESUMO Karen Rodrigues Copello Universidade Federal de Santa Maria karen_keruso@hotmail.com Debora Silvana Soares Universidade

Leia mais

Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS.

Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS. BARBOSA, S. L; BOTELHO, H. S. Jogos e brincadeiras na educação infantil. 2008. 34 f. Monografia (Graduação em Normal Superior)* - Centro Universitário de Lavras, Lavras, 2008. RESUMO Este artigo apresenta

Leia mais