P R O A G R O. Programa de Garantia da Atividade Agropecuária. Deoclécio Pereira de Souza. Rio Branco (AC)

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1 P R O A G R O Programa de Garantia da Atividade Agropecuária Deoclécio Pereira de Souza Rio Branco (AC)

2 1.a S E G U R O A - M U N D O ANO > 1347 LOCAL > GÊNOVA - Itália FATO > 1º CONTRATO 2

3 1.b S E G U R O B - M U N D O ANO > 1424 LOCAL > GÊNOVA - Itália FATO > 1ª Cia. de Seguros. (após incêndio que destruiu 4/5 da cidade) 3

4 1.c S E G U R O C - M U N D O ANO > 1666 LOCAL > LONDRES-GB FATO > 1ª Cia. de Seguros. (Contra Fogo) 4

5 2.a S E G U R O A - BRASIL ANO > 1808 LOCAL > SALVADOR-BA FATO > 1ª Companhia de Seguros (Companhia de Seguro Boa Fé) 5

6 2.b S E G U R O B - BRASIL ANO > 1878 LOCAL > OLINDA-PE FATO > 1º Congresso Agrícola REIVINDICAÇÕES: <> Assist. Técnica + Crédito + Seguro <> 6

7 2.c S E G U R O C - BRASIL ANO > 1954 LOCAL > RIO DE JANEIRO FATOS > Criação do Seguro Agrícola Comp. Nacional de Seguro Agrícola-CNSA 7

8 2.d S E G U R O D - BRASIL ANO > D-Lei 73/66 LOCAL > BRASÍLIA-DF FATOS > Extinção da CNSA => Decreta a Criação do Seguro Rural 8

9 2.e S E G U R O E - BRASIL ANO > Lei 5.969/73 LOCAL > BRASÍLIA-DF FATO > Criação do PROAGRO 9

10 3. Instituição PROAGRO <> Lei 5.969/1973 Alteração: Lei 6.685/1979 <> Inclusão de Recursos Próprios Alteração: Lei 8.171/1991<> Lei Agrícola (regulamentada pelo Decreto 175/1991) 10

11 4. Objetivo a) Exonerar produtores rurais de obrigações financeiras, bem como indenizar parcela de recursos próprios dos produtores, vinculadas a operações de custeio rural (agrícola e pecuário), em decorrência de perdas de receitas ocasionadas por fenômenos naturais, pragas e doenças; b) Incentivar a utilização de tecnologia adequada às atividades agropecuárias: fatores de produção e assistência técnica. 11

12 5.a Fatores Determinantes Criação do Proagro a) Fracasso, à época, da tentativa de implantação do seguro rural. A Companhia Nacional de Seguro Agrícola (CNSA), criada em 1954, fora extinta em 1966; b) Ausência de mecanismo de proteção contra perdas agropecuárias, decorrentes de eventos adversos naturais, pragas e doenças; 12

13 5.b Fatores Determinantes Criação do Proagro c) Reconhecimento de que a participação financeira do governo é indispensável na busca de proteção e estabilidade das atividades agropecuárias <> No caso de catástrofe as perdas decorrentes são superiores ao poder de reparação por parte da iniciativa privada; d) Necessidade de institucionalização de mecanismo auxiliar de garantias às operações agropecuárias de crédito rural; 13

14 5.c Fatores Determinantes Criação do Proagro e) Criação de instrumento complementar às ações do Governo, à época, de que são exemplos: <>Programas Especiais de Crédito: PoloNordeste, etc; PoloCentro, <>Assistência Técnica e Extensão Rural: Sistema Embrater; <>Pesquisa Agropecuária: Embrapa; <>Política de Preços Mínimos; <>Política de Uso de Insumos: Profert; 14

15 5.d Fatores Determinantes Criação do Proagro f) Redução de custos operacionais e administrativos: <>Implantação e administração do Proagro dispensariam a criação de novas instituições. Seria utilizada a estrutura da rede bancária (oficial e privada), incluindo a participação do BACEN como administrador do programa; <>Contratação: mediante inclusão de cláusula nas cédulas de crédito rural, dispensando-se a formalização de apólice específica; g) Manutenção da renda/capacidade de investimento do produtor. 15

16 6. Público-Alvo ou Beneficiários do PROAGRO a) Proagro Tradicional: Todos os produtores rurais aptos à concessão de crédito rural, na forma prevista na regulamentação aplicável; b) Proagro Mais: Exclusivamente pequenos produtores vinculados ao Pronaf - Programa Nacional da Agricultura Familiar (modalidade de garantia instituída em 2004). 16

17 7. Abrangência do PROAGRO Todo o território nacional. Exclusão: Excluem-se as áreas sujeitas a riscos freqüentes de eventos adversos, segundo indicações da tradição, da pesquisa ou da experimentação (regra geral) Zoneamento Agrícola (ZA): A partir de 1997 o amparo do Proagro ficou restrito a lavouras habilitadas segundo as condições do ZA, quais sejam: solo, época de plantio e semente. Exceção: Os Estados e/ou lavouras ainda não abrangidos pelo ZA. Neste caso, apenas os produtores vinculados Pronaf podem contar com amparo do Proagro. 17

18 8.a Caráter Social do PROAGRO a) A Lei 5.969/1973 ao instituir o Proagro determinou que o referido programa seria custeado com recursos: I - da União; II - da participação dos produtores (prêmio), correspondente ao pagamento de adicional de 1% a.a., cobrado junto com os juros incidentes sobre os empréstimos amparados. 18

19 8.b Caráter Social do PROAGRO (continuação) b) Em 1979, a Lei 6.685/1979 alterou a Lei 5.969/1973 estabelecendo que as taxas do adicional (prêmio) seriam fixadas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). O fato é que, em geral, as taxas são estabelecidas pelo CMN em consonância com as políticas governamentais: I - estimulando a produção de determinada lavoura (feijão); II - estimulando o uso de tecnologia: plantio direto e ZA; III - social: visando auxiliar os assentamentos rurais e a manutenção do homem no campo (agricultura familiar). 19

20 9. Adesão/Enquadramento no PROAGRO - Modalidades Facultativa de 1975 a 1979 Proagro Tradicional Obrigatória de 1979 a 1984 Proagro Tradicional Facultativa a partir de 1984 Proagro Tradicional Obrigatória a partir de 2004 Só para o Proagro Mais 20

21 10. Enquadramento no PROAGRO Com base no valor do ORÇAMENTO ANALÍTICO OBSERVÂNCIA: Viabilidade Econômica Oportunidade Suficiência Adequação SEM REAJUSTE FUTURO 21

22 12. Limite de Risco Até 1988 não havia limite de risco. A adesão e o valor amparado ficavam a critério do produtor rural. O primeiro limite de risco foi fixado em R$ ,00 por produtor/beneficiário. Este é o limite atual, em vigor desde 1995 (Resolução 2.184, de ). 22

23 13. Administração do PROAGRO Cabe ao Banco Central do Brasil (BACEN) administrar o Proagro. São atribuições básicas do BACEN: a) elaboração de normas; b) controles (via sistemas RECOR e PGRO); c) fiscalização; d) gestão dos recursos: recebimentos, aplicações e pagamentos; e) alocação de recursos da União, mediante proposta orçamentária. 23

24 14. Normatização Cabe ao BACEN elaborar as normas, em articulação com órgãos envolvidos, submetendo-as à aprovação do CMN. 24

25 15.a Órgãos Envolvidos a) BANCO CENTRAL DO BRASIL; b) MINISTÉRIOS: (1) Fazenda; (2) Agricultura; (3) Desenvolvimento Agrário; e (4) Planejamento e Orçamento; 25

26 15.b Órgãos Envolvidos (continuação) c) INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS: as autorizadas a operar em Crédito Rural são Agentes do Proagro. São atribuições básicas dos agentes: (1) contratação das operações débito do adicional; (2) registros das operações no BACEN; (3) cobrança/recolhimento do adicional/prêmio ao BACEN; 4) solicitação da perícia; (5) análise e julgamento do pedido de indenização => regulação sinistro; (6) pedido de pagamento/ressarcimento da indenização ao BACEN; e (7) envio de recursos dos produtores à CER; 26

27 15.c Órgãos Envolvidos (continuação) d) ASSISTÊNCIA TÉCNICA: pessoas físicas ou jurídicas encarregadas, a pedido dos agentes, da comprovação dos prejuízos (danos) e da apuração das perdas decorrentes de eventos adversos amparados (peritagem); e) CER - Comissão Especial de Recursos, vinculada ao Ministério da Agricultura. À CER cabe decidir sobres os recursos apresentados pelos produtores, quando os pedidos de indenizações são indeferidos pelos agentes (única instância administrativa). 27

28 16.a Recursos Financeiros - Base Legal a) Da União - Base Legal: I - Lei 5.969/1973 (art. 2º); II - Decreto 175/1991 (art. 3º); III - MP 1.367/1996 (art. 1º-IV), atual MP /2001; b) Do Adicional (prêmio) - Base Legal/Regulamentar: I - Lei 5.969/1973 (art. 2º); II - Resoluções do CMN, em consonância com as políticas governamentais. 28

29 16.b Recursos Financeiros - Alocação Da União: I - De 1975 a 1988: alocação tempestiva e suficiente. Adiantamentos de recursos pelo BACEN que se ressarcia mediante encontro de contas com o Tesouro Nacional (TN). Os pagamentos tempestivos das indenizações. C r e d i b i l i d a d e; II - De 1988 a 1996: alocação, intempestiva e insuficiente. Orçamento e/ou suplementação. Os pagamentos intempestivos das indenizações. Prática indesejada. Gerou duas securitizações de dívidas. F a l t a de C r e d i b i l i d a d e. 29

30 16.c Recursos Financeiros - Alocação (cont.) Da União: III - A partir de 1996: alocação tempestiva e suficiente. Orçamento. Os pagamentos tempestivos das indenizações. C r e d i b i l i d a d e (está voltando). IV - Proagro Mais : em 2005 o Governo já alocou R$ 843 milhões, montante suficiente para honrar todas das despesas da safra 2004/2005. C r e d i b i l i d a d e. 30

31 18.a Proagro Mais - Instituição a) Em agosto/2004 (Resolução 3.234/2004) b) Características básicas: I - público-alvo: pequenos produtores rurais vinculados ao Pronaf; II - adesão obrigatória: o crédito-pronaf só pode ser concedido com a adesão ao Proagro Mais; III - lavouras amparadas: com zoneamento agrícola: algodão, arroz, café, feijão, maçã, milho, soja, sorgo e trigo; sem zoneamento agrícola: banana, mandioca, mamona uva. e 31

32 18.b Proagro Mais - Instituição (continuação) b)características básicas: (continuação) IV - Parcela de Manutenção Familiar: amparo obrigatório de até R$ 2.500,00, a título de recursos próprios dos produtores; V - taxa de adicional (prêmio): 2%; VI - Valor da indenização: até 100% do valor considerado. 32

33 19.a PERITOS Certificação a) MCR : A partir de 1º/01/2009, a comprovação de perdas somente poderá ser realizada por profissionais aprovados em exame de certificação organizado por entidade de reconhecida capacidade técnica, abrangendo a área de sinistros agrícolas e a regulamentação e legislação aplicáveis ao Proagro e ao crédito rural. 33

34 19.b PERITOS Certificação (continuação) b) MCR : O Banco Central do Brasil, em articulação com CNPA e com os ministérios das áreas econômica e agropecuária, fica autorizado a adotar as medidas complementares que se fizerem necessárias à implementação do disposto no item anterior. 34

35 Banco Central do Brasil - BACEN Diretoria de Liquidações e Desestatização - DILID Gerência-Executiva de Regulação e Controle das Aplicações Obrigatórios em Crédito Rural e do Proagro - GEROP Telefone: Fax:

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