RESOLUÇÃO CGPC Nº XX - MINUTA V.1_SPC, 30ABR2009. Quadro Comparativo

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESOLUÇÃO CGPC Nº XX - MINUTA V.1_SPC, 30ABR2009. Quadro Comparativo"

Transcrição

1 RESOLUÇÃO CGPC Nº XX - MINUTA V.1_SPC, 30ABR2009 Quadro Comparativo O PRESIDENTE DO CONSELHO DE GESTÃO DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR, no uso das atribuições que lhe conferem os artigos 5º, 18 e 74 da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, o art. 7º da Lei Complementar nº 108, de 29 de maio de 2001, e o art. 1º do Decreto nº 4.678, de 24 de abril de 2003, torna público que o Conselho, em sua XXXª Reunião Ordinária, realizada no dia XX de XXXXXXX de 200X, resolveu: Art. 1º As entidades fechadas de previdência complementar EFPC, na definição das fontes de custeio e na realização das despesas administrativas, deverão observar o disposto nesta Resolução. O PRESIDENTE DO CONSELHO DE GESTÃO DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR, no uso das atribuições que lhe conferem os artigos 5º, 18 e 74 da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, o art. 7º da Lei Complementar nº 108, de 29 de maio de 2001, e o art. 1º do Decreto nº 4.678, de 24 de abril de 2003, torna público que o Conselho, em sua XXXª Reunião Ordinária, realizada no dia XX de XXXXXXX de 200X, resolveu: Art. 1º As entidades fechadas de previdência complementar EFPC, na definição das fontes de custeio e na realização das despesas administrativas, deverão observar o disposto nesta Resolução. Parágrafo Único: As despesas decorrentes da administração dos investimentos será financiada pela própria rentabilidade dos investimentos. Justificativa: Explicitar que as despesas inerentes ao investimento serão deduzidas dele, não sendo incluídas no custeio administrativo, objeto desta Resolução. Permite também a comparabilidade no retorno dos investimentos entre gestão própria e terceirizada para os investimentos O PRESIDENTE DO CONSELHO DE GESTÃO DA PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR, no uso das atribuições que lhe conferem os artigos 5º, 18 e 74 da Lei Complementar nº 109, de 29 de maio de 2001, o art. 7º da Lei Complementar nº 108, de 29 de maio de 2001, e o art. 1º do Decreto nº 4.678, de 24 de abril de 2003, torna público que o Conselho, em sua XXXª Reunião Ordinária, realizada no dia XX de XXXXXXX de 200X, resolveu: Art. 1º As entidades fechadas de previdência complementar EFPC, na definição das fontes de custeio e na realização das despesas administrativas, deverão observar o disposto nesta Resolução. TÍTULO I DEFINIÇÕES TÍTULO I DEFINIÇÕES CAPÍTULO I - DEFINIÇÕES Art. 2º Para fins desta Resolução, entende-se por: Art. 2º Para fins desta Resolução, entende-se por: Art. 2º Para fins desta Resolução, entende-se por: I custeio administrativo: recursos para cobertura das despesas administrativas realizada pela EFPC; II despesas administrativas: gastos realizados pela EFPC na administração de seus planos de benefícios; I custeio administrativo: recursos para cobertura das despesas administrativas realizada pela EFPC; II despesas administrativas: gastos realizados pela EFPC na administração de seus planos de benefícios, excluídas aquelas decorrentes da administração dos investimentos; Justificativa: Explicitar que as despesas inerentes ao investimento não estão incluídas no custeio I custeio administrativo: recursos para cobertura das despesas administrativas da EFPC; II despesas administrativas: gastos realizados pela EFPC na administração de seus planos de benefícios de caráter previdenciário, incluindo as despesas de investimentos;

2 administrativo, objeto desta Resolução. III dotação inicial: aporte, destinado à cobertura das despesas administrativas, realizado pelo patrocinador, instituidor ou participante no momento de sua adesão ao plano de benefícios; IV fundo administrativo: fundo para cobertura de despesas administrativas a serem realizadas pela EFPC na administração dos seus planos de benefícios, na forma do regulamento; V receitas administrativas: receitas próprias da gestão administrativa dos planos de benefícios da EFPC. VI taxa de administração: percentual incidente sobre o montante dos recursos garantidores do plano de benefícios; e VII taxa de carregamento: percentual incidente sobre a soma das contribuições vertidas e dos benefícios pagos pelo plano de benefícios. III dotação inicial: aporte, de forma única ou em parcelas, destinado à cobertura das despesas administrativas, realizado pelo patrocinador, instituidor ou participante no momento de sua adesão ao plano de benefícios; Justificativa: A jóia admissional, que é um tipo de dotação inicial paga pelo participante ao ingressar no Plano é paga, via de regra, em parcelas. Este conceito também pode ser adotado no pagamento da dotação inicial pelos patrocinadores. IV fundo administrativo: fundo para cobertura de despesas administrativas a serem realizadas pela EFPC na administração dos seus planos de benefícios, na forma do regulamento; e V receitas administrativas: receitas próprias da gestão administrativa dos planos de benefícios da EFPC VI taxa de administração: percentual incidente sobre o montante dos recursos garantidores do plano de benefícios; e Justificativa: Este termo só é utilizado para a definição do limite estabelecido no artigo 7 e seu conceito é utilizado pelas EFPCs com outra denominação, o que obrigaria a alteração de regulamento para a sua adaptação. O limite foi transcrito no respectivo artigo, evitando a remissão. VII taxa de carregamento: percentual incidente sobre a soma das contribuições vertidas e dos benefícios pagos pelo plano de benefícios. Justificativa: Este termo só é utilizado para a definição do limite estabelecido no artigo 7 e seu conceito diverge daquele que é utilizado pelas EFPCs, o que obrigaria a alteração de regulamento para a sua adaptação. O limite foi transcrito no respectivo artigo, III dotação inicial: aporte destinado à cobertura das despesas administrativas, realizado pelo patrocinador, instituidor ou participante, referente à sua adesão ao plano de benefícios; IV fundo administrativo: fundo para cobertura de despesas administrativas a serem realizadas pela EFPC na administração dos seus planos de benefícios, na forma dos regulamentos; V receitas administrativas: receitas derivadas da gestão administrativa dos planos de benefícios da EFPC; VI taxa de administração: percentual incidente sobre o montante dos recursos garantidores do plano de benefícios no último dia do exercício a que se referir; e VII taxa de carregamento: percentual incidente sobre a soma das contribuições e dos benefícios do plano previdenciário do exercício a que se referir. PROPOSTA IBA ELABORADA NA REUNIÃO DA COMISSÃO DE EFPC REALIZADA EM 07/05/2009.doc 2

3 evitando a remissão. TÍTULO II DAS FONTES DE CUSTEIO ADMINISTRATIVO Art. 3º Constituem fontes de custeio para cobertura das despesas administrativas dos planos de benefícios de caráter previdenciário administrados pela EFPC: I custeio direto pelos participantes e assistidos; II custeio direto pelos patrocinadores e instituidores; III reembolso dos patrocinadores; IV fundo administrativo; TÍTULO II DAS FONTES DE CUSTEIO ADMINISTRATIVO Art. 3º Constituem fontes de custeio para cobertura das despesas administrativas dos planos de benefícios de caráter previdenciário administrados pela EFPC: I custeio direto pelos participantes e assistidos; Justificativa: O termo direto pressupõe o pagamento da despesa pelos participantes e assistidos,ou seja, a despesa não seria registrada na EFPC. A exclusão do termo não prejudica o significado do texto. II custeio direto pelos patrocinadores e instituidores; Justificativa: O termo direto pressupõe o pagamento da despesa pelos patrocinadores e instituidores,ou seja, a despesa não seria registrada na EFPC. A exclusão do termo não prejudica o significado do texto. III reembolso dos patrocinadores e instituidores; Justificativa: Contemplar os Planos Instituídos. IX custeio pelo valor dos investimentos. Justificativa: Possibilitar o financiamento das despesas administrativas pelos investimentos. CAPÍTULO II - DAS FONTES DE CUSTEIO ADMINISTRATIVO Art. 3º Constituem fontes de custeio para cobertura das despesas administrativas dos planos de benefícios de caráter previdenciário administrados pela EFPC: I custeio pelos participantes e assistidos; II custeio pelos patrocinadores e instituidores; III reembolso dos patrocinadores e instituidores; IV rentabilidade dos investimentos; VI dotação inicial; V dotação inicial; V dotação inicial; IV fundo administrativo; VI fundo administrativo; PROPOSTA IBA ELABORADA NA REUNIÃO DA COMISSÃO DE EFPC REALIZADA EM 07/05/2009.doc 3

4 VI doações; VII doações; e VII doações; e VII receitas administrativas; VIII receitas administrativas. VIII receitas administrativas. V fundo de reversão das sobras de contribuição de patrocinadora que não integram o benefício do participante quando de seu desligamento do plano; Justificativa: Possibilitar que as sobras de contribuição da patrocinadora possam custear as despesas administrativas. Parágrafo Único. Compete ao Conselho Deliberativo ou a outra instância competente para a decisão, conforme estabelecido no estatuto da EFPC, definir as fontes de custeio, por ocasião da aprovação do orçamento anual, as quais deverão estar expressamente previstas no plano de custeio. Parágrafo Único. Compete ao Conselho Deliberativo ou a outra instância competente para a decisão, conforme estabelecido no estatuto da EFPC, definir as fontes de custeio, por ocasião da aprovação do orçamento anual, as quais deverão estar expressamente previstas no plano de custeio. Parágrafo único. Compete ao Conselho Deliberativo, ou a outra instância estatutária competente, definir as fontes de custeio, observados os regulamentos dos planos de benefícios, por ocasião da aprovação do orçamento anual, as quais deverão estar expressamente previstas no plano de custeio. TÌTULO III DOS CRITÉRIOS E LIMITES TÌTULO III DOS CRITÉRIOS E LIMITES CAPÍTULO III - DOS CRITÉRIOS E LIMITES CAPÍTULO I - DOS CRITÉRIOS DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Art. 4º As despesas administrativas da EFPC deverão observar critérios quantitativos e qualitativos que possibilitem a avaliação da relação entre a necessidade e adequação dos gastos com os resultados obtidos. Art. 5º Os critérios quantitativos e qualitativos das despesas administrativas serão fixados pelo Conselho Deliberativo ou por outra instância competente para a CAPÍTULO I - DOS CRITÉRIOS DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Art. 4º A previsão orçamentária das despesas administrativas da EFPC deverá observar critérios quantitativos e qualitativos que possibilitem a avaliação da relação entre a necessidade e adequação dos gastos com os resultados obtidos. Justificativa: Ajuste redacional de forma a tornar claro o caráter orçamentário. Art. 5º Os critérios quantitativos e qualitativos mencionados no artigo anterior serão fixados pelo Conselho Deliberativo ou por outra instância SEÇÃO I - DOS CRITÉRIOS DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Art. 4º Caberá ao Conselho Deliberativo, ou outra instância estatutária competente, fixar os critérios quantitativos e qualitativos das despesas administrativas, bem como as metas para os indicadores de gestão para avaliação objetiva dos gastos relativos às despesas administrativas, inclusive gastos com pessoal, a serem definidos pela Diretoria- Executiva da EFPC. Parágrafo único. Os critérios que trata o caput deverão constar no regulamento do plano de gestão administrativa, nos termos do item 27 do Anexo C da Resolução nº 28, de 26 de janeiro de Art. 5º Os critérios quantitativos e qualitativos para a realização das despesas administrativas devem possibilitar a avaliação da relação entre a necessidade PROPOSTA IBA ELABORADA NA REUNIÃO DA COMISSÃO DE EFPC REALIZADA EM 07/05/2009.doc 4

5 decisão, conforme estabelecido no estatuto da EFPC, e deverão constar no regulamento do plano de gestão administrativa, nos termos do item 27 do Anexo C da Resolução nº 28, de 26 de janeiro de 2009, observando se, dentre outros, os seguintes aspectos: competente para a decisão, conforme estabelecido no estatuto da EFPC, e deverão constar no regulamento do plano de gestão administrativa, nos termos do item 27 do Anexo C da Resolução nº 28, de 26 de janeiro de 2009, podendo ser observado, dentre outros, alguns dos seguintes aspectos: Justificativa: Ajuste redacional. e adequação dos gastos com os resultados obtidos, considerando-se, dentre outros, os seguintes aspectos: I porte ativo da EFPC; II quantidade de planos de benefícios por ela administrados; I porte ativo da EFPC; Justificativa: Definir métrica para o porte de EFPC. II quantidade de planos de benefícios por ela administrados; I porte da EFPC; II quantidade de planos de benefícios por ela administrados; III modalidade dos planos de benefícios; III modalidade dos planos de benefícios; III modalidade dos planos de benefícios; IV grau de maturidade dos planos de benefícios; V a responsabilidade pelo custeio das despesas administrativas; e VI forma de gestão dos investimentos. Art. 6º Caberá à Diretoria-Executiva da EFPC criar indicadores de gestão para avaliação objetiva dos gastos relativos às despesas administrativas. Art. 7º A EFPC deverá disponibilizar, na forma da regulamentação em vigor, os critérios das despesas IV quantidade de participantes e assistidos; e Justificativa: Definir métrica para porte de EFPC. V a responsabilidade pelo custeio das despesas administrativas. VI forma de gestão dos investimentos. Justificativa: Vide alteração proposta para o inciso II do artigo 2º. Incluir as despesas inerentes ao investimento no custeio administrativo poderá inviabilizar a gestão própria, além de distorcer a comparabilidade no retorno dos investimentos entre gestão própria e terceirizada. Art. 6º Caberá à Diretoria-Executiva da EFPC criar indicadores de gestão para avaliação objetiva dos gastos relativos às despesas administrativas. Art. 7º A EFPC deverá disponibilizar, na forma da regulamentação em vigor, os critérios das IV número de participantes e assistidos; e V forma de gestão dos investimentos. PROPOSTA IBA ELABORADA NA REUNIÃO DA COMISSÃO DE EFPC REALIZADA EM 07/05/2009.doc 5

6 administrativas. 1ª MINUTA - CGPC PROPOSTA IBA 2ª MINUTA - CGPC despesas administrativas. CAPÍTULO II - DOS LIMITES PARA COBERTURA DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Art. 8º O limite anual para as destinações vertidas pelos planos de benefícios para o plano de gestão administrativa, em relação à EFPC de que trata a Lei Complementar nº 108, de 2001, observado a paridade no custeio entre o patrocinador e os participantes e assistidos, será o menor entre os seguintes percentuais: I 1,0 % (um por cento) de taxa de administração; ou II 9,0 % (nove por cento) da taxa de carregamento Parágrafo Único. Os percentuais previstos nos incisos I e II deste artigo devem ser calculados sobre os valores apurados no exercício anterior a que se referir. Justificativa: As normas em vigor já disciplinam a forma de disponibilização dos critérios das despesas administrativas. O texto apresentado é vago. CAPÍTULO II - DOS LIMITES PARA COBERTURA DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Art. 7º O limite anual para as destinações vertidas pelos planos de benefícios para o plano de gestão administrativa, em relação à EFPC de que trata a Lei Complementar nº 108, de 2001, observado a paridade no custeio entre o patrocinador e os participantes e assistidos, será o maior entre os seguintes percentuais: Justificativa: A aplicação do conceito de menor valor poderá estabelecer como patamar valores insuficientes para a cobertura das despesas fixas, por exemplo, caso o plano seja composto apenas de poucos assistidos, que também não contribuem, o que o inviabilizaria. I 1,0 % (um por cento) incidente sobre o ativo do plano de benefícios; ou Justificativa: Melhoria da Redação II 9,0 % (nove por cento) incidente sobre a soma das contribuições com os benefícios pagos pelo plano de benefícios. Justificativa: Melhoria da Redação, esclarecer que o limite calculado sobre contribuições mais benefícios. Parágrafo Único. Os percentuais previstos nos incisos I e II deste artigo devem ser calculados sobre os valores apurados no exercício anterior a que se referir. SEÇÃO II - DOS LIMITES PARA COBERTURA DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Art. 6º O limite anual para as destinações vertidas pelos planos de benefícios para o plano de gestão administrativa, em relação à EFPC de que trata a Lei Complementar nº 108, de 2001, observado a paridade no custeio entre o patrocinador e os participantes e assistidos, será o menor entre os seguintes: I até 1% (um por cento) de taxa de administração; ou II até 9% (nove por cento) de taxa de carregamento. Art. 9º O plano de benefícios de que trata a Lei Art. 8º O plano de benefícios de que trata a Lei Art. 7º O plano de benefícios de que trata a Lei PROPOSTA IBA ELABORADA NA REUNIÃO DA COMISSÃO DE EFPC REALIZADA EM 07/05/2009.doc 6

7 Complementar nº 108, de 2001, mesmo que administrado por EFPC sujeita exclusivamente à disciplina da Lei Complementar nº 109, de 2001, submete-se aos limites estabelecidos no art. 8º. Complementar nº 108, de 2001, mesmo que administrado por EFPC sujeita exclusivamente à disciplina da Lei Complementar nº 109, de 2001, submete-se aos limites estabelecidos no art. 7º. Complementar nº 108, de 2001, mesmo que administrado por EFPC sujeita exclusivamente à disciplina da Lei Complementar nº 109, de 2001, submete-se aos limites estabelecidos no art. 6º. Art. 10º Os recursos do fundo administrativo utilizados como fonte de custeio deverão ser deduzidos dos limites estipulados no art. 8º. TÍTULO IV - DAS RECEITAS ADMINISTRATIVAS Art. 11. A EFPC poderá auferir receitas administrativas na administração e execução dos planos de benefícios que administra, desde que observado o disposto no artigo 32 da Lei Complementar nº 109, de Art. 9º. Os recursos do fundo administrativo utilizados como fonte de custeio deverão ser deduzidos dos limites estipulados no art. 7. Art. 10. Caso as despesas administrativas ultrapassem o limite previsto no art. 7º, a EFPC deverá submeter o critério para cobertura destas despesas à aprovação da Secretaria de Previdência Complementar. A partir da aprovação e enquanto este critério for mantido, não será necessária nova aprovação pela Secretaria de Previdência Complementar. Justificativa: Previsão de procedimento a ser adotado caso os recursos não sejam suficientes para fazer face às despesas administrativas, de modo que a EFPC e seus dirigentes não sejam penalizados. Esta situação deverá ser objeto de normatização, na forma do artigo 18 desta Resolução. TÍTULO IV - DAS RECEITAS ADMINISTRATIVAS Art. 11. A EFPC poderá auferir receitas administrativas na administração e execução dos planos de benefícios que administra, desde que observado o disposto no artigo 32 da Lei Complementar nº 109, de Art. 8º Aplica-se às EFPC e aos planos de benefícios constituídos no âmbito da Lei Complementar nº 108, de 2001, que tenham seu início de operação após a data de entrada em vigor desta Resolução, o prazo de 24 (vinte e quatro) meses para o enquadramento aos limites estipulados no art. 6º. CAPÍTULO IV - DAS RECEITAS ADMINISTRATIVAS Art. 9º A EFPC poderá auferir receitas administrativas na operação e execução dos planos de benefícios que administra, desde que observado o disposto no art. 32 da Lei Complementar nº 109, de Parágrafo Único. A EFPC deve identificar, avaliar, controlar e monitorar os riscos envolvidos na celebração de contratos que derem origem às receitas administrativas. Parágrafo Único. A EFPC deve identificar, avaliar, controlar e monitorar os riscos envolvidos na celebração de contratos que derem origem às receitas administrativas. 1º A EFPC deve identificar, avaliar, controlar e monitorar os riscos envolvidos na celebração de contratos que derem origem às receitas administrativas. PROPOSTA IBA ELABORADA NA REUNIÃO DA COMISSÃO DE EFPC REALIZADA EM 07/05/2009.doc 7

8 2º As receitas administrativas auferidas pela EFPC, nos termos do caput, deverão ser deduzidas dos limites estabelecidos no art. 6º. Art. 12. As receitas administrativas auferidas pela EFPC de que trata a Lei Complementar nº 108, de 2001, deverão ser deduzidas dos limites estabelecidos no art. 8º. TÍTULO V - DAS RECEITAS E DESPESAS ADMINISTRATIVAS DOS PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE Art. 13. As receitas e despesas administrativas do plano de assistência à saúde registrado na Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS deverão: I ser integralmente auferidas e custeadas, respectivamente, com recursos oriundos do próprio plano de assistência à saúde; e II observar a legislação aplicável ao setor de saúde suplementar. TÍTULO VI - DO ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Art. 14. Caberá ao Conselho Fiscal da EFPC o acompanhamento e controle da execução orçamentária e dos indicadores de gestão das despesas administrativas, inclusive quanto aos limites e critérios quantitativos e qualitativos, em consonância com o inciso I do artigo 19 da Resolução nº 13, de TÍTULO VII - DA TRANSPARÊNCIA DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Art. 12. As receitas administrativas auferidas pela EFPC de que trata a Lei Complementar nº 108, de 2001, deverão ser deduzidas dos limites estabelecidos no art. 7º. TÍTULO V - DAS RECEITAS E DESPESAS ADMINISTRATIVAS DOS PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE Art. 13. As receitas e despesas administrativas do plano de assistência à saúde registrado na Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS deverão: I ser integralmente auferidas e custeadas, respectivamente, com recursos oriundos do próprio plano de assistência à saúde; e II observar a legislação aplicável ao setor de saúde suplementar. TÍTULO VI - DO ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Art. 14. Caberá ao Conselho Fiscal da EFPC o acompanhamento e controle da execução orçamentária e dos indicadores de gestão das despesas administrativas, inclusive quanto aos limites e critérios quantitativos e qualitativos, em consonância com o inciso I do artigo 19 da Resolução nº 13, de TÍTULO VII - DA TRANSPARÊNCIA DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS CAPÍTULO V - DAS RECEITAS E DESPESAS ADMINISTRATIVAS DOS PLANOS DE ASSISTÊNCIA À SAÚDE Art. 10. As receitas e despesas administrativas de plano de assistência à saúde, de que trata o art. 76 da Lei Complementar n.º 109, de 2001, registrado na Agência Nacional de Saúde Suplementar - ANS deverão: I ser, respectivamente, auferidas e custeadas integralmente com recursos oriundos do próprio plano de assistência à saúde; e II observar a legislação aplicável ao setor de saúde suplementar. CAPÍTULO VI - DO ACOMPANHAMENTO E CONTROLE DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Art. 11. Caberá ao Conselho Fiscal da EFPC o acompanhamento e controle da execução orçamentária e dos indicadores de gestão das despesas administrativas, inclusive quanto aos limites e critérios quantitativos e qualitativos, bem como a avaliação das metas estabelecidas para os indicadores de gestão, em consonância com o inciso I do artigo 19 da Resolução nº 13, de CAPÍTULO VII - DA TRANSPARÊNCIA DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS Art. 15. Sem prejuízo das obrigações da EFPC quanto Art. 15. Sem prejuízo das obrigações da EFPC quanto Art. 12. Sem prejuízo das obrigações da EFPC quanto PROPOSTA IBA ELABORADA NA REUNIÃO DA COMISSÃO DE EFPC REALIZADA EM 07/05/2009.doc 8

9 à divulgação de informações aos participantes e assistidos dos planos de benefícios que administram, a Secretaria de Previdência Complementar SPC poderá difundir, no sítio eletrônico do Ministério da Previdência Social na rede mundial de computadores, as informações das despesas administrativas das EFPC., sopesadas pelos resultados obtidos observada a qualificação das EFPC, as características e modalidades dos planos de benefícios, o número de participantes e assistidos e a forma de gestão dos investimentos. à divulgação de informações aos participantes e assistidos dos planos de benefícios que administram, a Secretaria de Previdência Complementar SPC poderá difundir, no sítio eletrônico do Ministério da Previdência Social na rede mundial de computadores, as informações consolidadas relativas às despesas administrativas das EFPC., observada a qualificação das EFPC, as características e modalidades dos planos de benefícios, o número de participantes e assistidos e a forma de gestão dos investimentos. Justificativa: Compatibilização com o sistema de Entidade Aberta. A divulgação de informações nominalmente não agrega valor técnico à informação, expondo a Entidade. à divulgação de informações aos participantes e assistidos dos planos de benefícios que administra, a Secretaria de Previdência Complementar SPC poderá difundir, no sítio eletrônico do Ministério da Previdência Social na rede mundial de computadores, as informações das despesas administrativas consolidadas das EFPC, sopesadas pelos resultados obtidos, observada a qualificação das EFPC, as características e modalidades dos planos de benefícios, o número de participantes e assistidos e a forma de gestão dos investimentos. TÍTULO VIII - DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 16. As EFPC de que trata a Lei Complementar nº 108, de 2001, terão prazo de 24 (vinte e quatro) meses, a partir da entrada em vigor desta Resolução, para se adequarem aos limites fixados no art. 8º. Art. 17. Aplica-se as novas EFPC e aos novos planos de benefícios constituídos no âmbito da Lei Complementar nº 108, de 2001, o prazo de 24 (vinte e quatro) meses para o enquadramento aos limites estipulados no art. 8º, a contar da data da aprovação do plano de benefícios pela SPC. Art. 18. Fica a SPC autorizada a editar instruções complementares que se fizerem necessárias à execução do disposto nesta Resolução. Art. 19. O parágrafo 2º do art. 6º da Resolução CGPC nº 12, de 2002, passa a vigorar com a seguinte TÍTULO VIII - DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 16. As EFPC de que trata a Lei Complementar nº 108, de 2001, terão prazo de 24 (vinte e quatro) meses, a partir da entrada em vigor desta Resolução, para se adequarem aos limites fixados no art. 8º. Art. 17. Aplica-se as novas EFPC e aos novos planos de benefícios constituídos no âmbito da Lei Complementar nº 108, de 2001, o prazo de 24 (vinte e quatro) meses para o enquadramento aos limites estipulados no art. 8º, a contar da data de início de funcionamento do plano de benefícios pela SPC. Justificativa: Evitar redução do prazo concedido em razão do lapso de tempo existente entre aprovação e o início de operação do plano. Art. 18. Fica a SPC autorizada a editar instruções complementares que se fizerem necessárias à execução do disposto nesta Resolução. Justificativa: Matéria estranha à Resolução: não atende à boa técnica jurídica. Sugerimos emitir CAPÍTULO VIII - DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS E FINAIS Art. 13. As EFPC de que trata a Lei Complementar nº 108, de 2001, terão prazo de 24 (vinte e quatro) meses, a partir da entrada em vigor desta Resolução, para se adequarem aos limites fixados no art. 6º. Art. 14. Fica a SPC autorizada a editar instruções complementares que se fizerem necessárias à execução do disposto nesta Resolução. Art. 15. O parágrafo 2º do art. 6º da Resolução CGPC nº 12, de 2002, passa a vigorar com a seguinte PROPOSTA IBA ELABORADA NA REUNIÃO DA COMISSÃO DE EFPC REALIZADA EM 07/05/2009.doc 9

10 redação: 1ª MINUTA - CGPC PROPOSTA IBA 2ª MINUTA - CGPC resolução especifica. redação: 2º O funcionamento da EFPC dar-se-á com o início da arrecadação das contribuições, após atingido o número mínimo de quinhentos participantes no plano de benefícios instituído. (NR) (AVALIAR A POSSIBILIDADE DE COLOCAÇÃO EM RESOLUÇÃO A PARTE.) Art. 20. A não observância das disposições desta Resolução sujeitará a entidade fechada de previdência complementar e seus administradores às sanções previstas na legislação em vigor. Art. 21. Esta Resolução entrará em vigor em 1º de janeiro de Art. 22. Revogam-se a partir de 1º de janeiro de 2.010, a Resolução CPC nº 01, de 09 de outubro de 1978, e as demais disposições em contrário. Art. 19. A não observância das disposições desta Resolução sujeitará a entidade fechada de previdência complementar e seus administradores às sanções previstas na legislação em vigor. Art. 20. Esta Resolução entrará em vigor em 1º de janeiro de Art. 21. Revogam-se a partir de 1º de janeiro de 2.010, a Resolução CPC nº 01, de 09 de outubro de 1978, e as demais disposições em contrário. 2º O funcionamento da EFPC dar-se-á com o início da arrecadação das contribuições, após atingido o número mínimo de quinhentos participantes no plano de benefícios instituído. (NR) Art. 16. A não observância das disposições desta Resolução sujeitará a entidade fechada de previdência complementar e seus administradores às sanções previstas na legislação em vigor. Art. 17. Esta Resolução entrará em vigor em 1º de janeiro de Art. 18. Revogam-se a partir de 1º de janeiro de 2010, a Resolução CPC nº 01, de 09 de outubro de 1978, e as demais disposições em contrário. PROPOSTA IBA ELABORADA NA REUNIÃO DA COMISSÃO DE EFPC REALIZADA EM 07/05/2009.doc 10

CAPÍTULO I Definições

CAPÍTULO I Definições (D.O.U nº.173, de 10 de setembro de 2009, seção 1, páginas 51 e 52.) MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL Conselho de Gestão da Previdência Complementar RESOLUÇÃO CGPC Nº 29, DE 31 DE AGOSTO DE 2009 Dispõe

Leia mais

REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA

REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA INSTITUTO GEIPREV DE SEGURIDADE SOCIAL REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA Regulamento aprovado pelo Conselho Deliberativo do GEIPREV na 123ª reunião realizada em 27/11/2009. 1 SUMÁRIO

Leia mais

REGULAMENTO DO PGA TÍTULO I FINALIDADE

REGULAMENTO DO PGA TÍTULO I FINALIDADE REGULAMENTO DO PGA TÍTULO I FINALIDADE Art.1º - O presente Regulamento do Plano de Gestão Administrativa - PGA da Ceres estabelece critérios e limites para definição do plano de custeio administrativo

Leia mais

INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº 1, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008

INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº 1, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008 SECRETARIA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº 1, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008 Estabelece critérios para a execução das atribuições legais da Secretaria de Previdência Complementar - SPC e da

Leia mais

REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA

REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA ÍNDICE CAPÍTULO I - DA FINALIDADE CAPÍTULO II - DO GLOSSÁRIO CAPÍTULO III - DA CONSTITUIÇÃO DO PGA CAPÍTULO IV - DAS FONTES DE CUSTEIO ADMINISTRATIVO CAPÍTULO

Leia mais

REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA ÍNDICE

REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA ÍNDICE 1 REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA ÍNDICE CAPÍTULO I DA FINALIDADE CAPÍTULO II DO GLOSSÁRIO CAPÍTULO III DA FORMA DE GESTÃO DOS RECURSOS CAPÍTULO IV DA CONSTITUIÇÃO DO PGA CAPÍTULO V

Leia mais

INSTRUÇÃO PREVIC Nº 5, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2013

INSTRUÇÃO PREVIC Nº 5, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2013 INSTRUÇÃO PREVIC Nº 5, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2013 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas entidades fechadas de previdência complementar na divulgação de informações aos participantes e assistidos

Leia mais

FUNDOS DE PENSÃO - (Ante)Projeto de Lei Complementar PLC (ENTIDADES ASSOCIADAS: Proposta Consolidada Aprimora LC 108/2001)

FUNDOS DE PENSÃO - (Ante)Projeto de Lei Complementar PLC (ENTIDADES ASSOCIADAS: Proposta Consolidada Aprimora LC 108/2001) FUNDOS DE PENSÃO - (Ante)Projeto de Lei Complementar PLC (ENTIDADES ASSOCIADAS: Proposta Consolidada Aprimora LC 108/2001) Texto Atual Texto Proposto Justificativas Art. 4º. Nas sociedades de economia

Leia mais

C.1 Do Objeto...2. C.2 Das Definições...2. C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4. C.4 Da Constituição do PGA...4

C.1 Do Objeto...2. C.2 Das Definições...2. C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4. C.4 Da Constituição do PGA...4 Conteúdo C.1 Do Objeto...2 C.2 Das Definições...2 C.3 Da Forma de Gestão dos Recursos...4 C.4 Da Constituição do PGA...4 C.5 Das Fontes de Custeio Administrativo...4 C.6 Dos Limites de Custeio Administrativo...5

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) Dispõe sobre plano de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência e dá outras

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006. Texto compilado Dispõe sobre incentivos e benefícios para fomentar as atividades de caráter

Leia mais

LEI 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE

LEI 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE LEI 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006 Dispõe sobre incentivos e benefícios para fomentar as atividades de caráter desportivo e dá outras providências. * V. Dec. 6.180/2007 (Regulamenta a Lei 11.438/2006).

Leia mais

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta: PROJETO DE LEI N Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PRONATEC, altera as Leis n. 7.998, de 11 de janeiro de 1990, n. 8.121, de 24 de julho de 1991 e n. 10.260, de 12 de julho

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006. Dispõe sobre incentivos e benefícios para fomentar as atividades de caráter desportivo e

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR RESOLUÇÃO Nº 19, DE 30 DE MARÇO DE 2015

CONSELHO NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR RESOLUÇÃO Nº 19, DE 30 DE MARÇO DE 2015 EDIÇÃO 72, SEÇÃO I, PÁGINA 35, DE 16 DE ABRIL DE 2015 CONSELHO NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR RESOLUÇÃO Nº 19, DE 30 DE MARÇO DE 2015 Dispõe sobre os processos de certificação, habilitação e qualificação

Leia mais

2. O que a Funpresp Exe traz de modernização para o sistema previdenciário do Brasil?

2. O que a Funpresp Exe traz de modernização para o sistema previdenciário do Brasil? Perguntas Frequentes 1. O que é a Funpresp Exe? É a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Executivo, criada pelo Decreto nº 7.808/2012, com a finalidade de administrar

Leia mais

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES PROJETO DE LEI Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC; altera as Leis n os 7.998, de 11 de janeiro de 1990, que regula o Programa

Leia mais

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000.

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. Institui o Plano de Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Municipais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE DUQUE DE CAXIAS decreto e eu sanciono

Leia mais

EDIÇÃO 222, SEÇÃO 1, PÁGINA 32 E 33, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2014 SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

EDIÇÃO 222, SEÇÃO 1, PÁGINA 32 E 33, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2014 SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR EDIÇÃO 222, SEÇÃO 1, PÁGINA 32 E 33, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2014 SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº 1, DE 14 DE NOVEMBRO DE 2014 Dispõe sobre as regras de portabilidade

Leia mais

Eliminar a segregação das despesas administrativas entre comuns e específicas; Eliminar a segregação das despesas administrativas entre previdenciais

Eliminar a segregação das despesas administrativas entre comuns e específicas; Eliminar a segregação das despesas administrativas entre previdenciais Geraldo de Assis Souza Júnior PAUTA APRESENTADA A PREVIC SOBRE O PGA Eliminar a segregação das despesas administrativas entre comuns e específicas; Eliminar a segregação das despesas administrativas entre

Leia mais

REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO

REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO , REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA CAFBEP l. ) Regulamento aprovado pelo Conselho Deliberativo da Cp. conforme _a reunião de2.2jit/20ptl. , SUMÁRIO 1. DA FINALIDADE E DAS CARACTERíSTICAS

Leia mais

DECISÃO Nº 193/2011 D E C I D E

DECISÃO Nº 193/2011 D E C I D E CONSUN Conselho Universitário DECISÃO Nº 193/2011 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO, em sessão de 08/04/2011, tendo em vista o constante no processo nº 23078.032500/10-21, de acordo com o Parecer nº 022/2011 da

Leia mais

LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010.

LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010. Pág. 1 de 5 LEI N 547, DE 03 DE SETEMBRO DE 2010. CRIA O FUNDO MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL FMHIS E INSTITUI O CONSELHO GESTOR DO FMHIS. O PREFEITO MUNICIPAL DE CRUZEIRO DO SUL ACRE, EM EXERCÍCIO,

Leia mais

CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Ministério da Saúde ANS Resolução Normativa RN Nº. 279, de 24.11.2011: Dispõe sobre a regulamentação dos artigos 30 e 31 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, e revoga as Resoluções do CONSU Nº. 20 e

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 11.438, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 279 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 279 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 279 DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Dispõe sobre a regulamentação dos artigos 30 e 31 da Lei nº 9.656, de 3 de junho de 1998, e revoga as Resoluções do CONSU nºs 20 e 21, de 7 de

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.880, DE 9 DE JUNHO DE 2004. Conversão da MPv nº 173, de 2004 Institui o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar

Leia mais

Dispõe sobre o agrupamento de contratos coletivos de planos privados de assistência à saúde para fins de cálculo e aplicação de reajuste.

Dispõe sobre o agrupamento de contratos coletivos de planos privados de assistência à saúde para fins de cálculo e aplicação de reajuste. RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 309, DE 24 DE OUTUBRO DE 2012 Dispõe sobre o agrupamento de contratos coletivos de planos privados de assistência à saúde para fins de cálculo e aplicação de reajuste. A Diretoria

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 Dispõe sobre a relação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e outras entidades

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 33/2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 33/2011 CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 33/2011 Altera a Resolução 19/2004 CONSU que estabelece regras administrativas e de gestão dos cursos de pós graduação lato sensu na Universidade Federal de Juiz de Fora.

Leia mais

A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada.

A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada. A... Aceitação Ato de aprovação pela entidade de uma proposta efetuada. Adesão Característica do contrato de previdência privada, relativa ao ato do proponente aderir ao plano de previdência. Administradores

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 949, DE 16 DE JUNHO DE 2009 (DOU DE 17.06.09)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 949, DE 16 DE JUNHO DE 2009 (DOU DE 17.06.09) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 949, DE 16 DE JUNHO DE 2009 (DOU DE 17.06.09) Regulamenta o Regime Tributário de Transição (RTT), institui o Controle Fiscal Contábil de Transição (FCONT) e dá outras providências.

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 DOU de 26.12.2005 Dispõe sobre a tributação dos planos de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguros de vida com cláusula de cobertura

Leia mais

Quadro Comparativo do Regulamento do Plano de Benefícios Pepsico

Quadro Comparativo do Regulamento do Plano de Benefícios Pepsico do Regulamento do Plano de Benefícios Pepsico CNPB 2004.0020-18 Prev Pepsico Sociedade Previdenciária CNPJ 00.098.693/0001-05 Atendimento à NOTA Nº 036/2013/CGAT/DITEC/PREVIC Comando 357744092 Juntada

Leia mais

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL GERDAU PREVIDÊNCIA

REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL GERDAU PREVIDÊNCIA REGULAMENTO DE EMPRÉSTIMO PESSOAL GERDAU PREVIDÊNCIA Capítulo I Da Finalidade Artigo 1 - O presente Regulamento de Empréstimo Pessoal, doravante denominado Regulamento, tem por finalidade definir normas

Leia mais

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014 PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014 Regulamenta a aplicação das emendas parlamentares que adicionarem recursos à Rede SUS no exercício de 2014 para aplicação em obras de ampliação e construção de entidades

Leia mais

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR NORMAS BRASILEIRAS DE CONTABILIDADE NBC TE ENTIDADE FECHADA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DISPOSIÇÕES GERAIS 1. Esta norma estabelece critérios e procedimentos específicos para estruturação das demonstrações

Leia mais

RESOLUÇÃO MPS/CNPC Nº 16, DE 19 DENOVEMBRO DE 2014

RESOLUÇÃO MPS/CNPC Nº 16, DE 19 DENOVEMBRO DE 2014 RESOLUÇÃO MPS/CNPC Nº 16, DE 19 DENOVEMBRO DE 2014 (Publicado no D.O.U, Nº 227, de 24 de novembro de 2014) Altera a Resolução nº 26, de 29 de setembro de 2008, do Conselho de Gestão da Previdência Complementar,

Leia mais

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008.

Lei do Audiovisual IN 81 de 2008. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 81, DE 28 DE OUTUBRO DE 2008. Estabelece procedimentos sobre a apresentação de relatórios de gestão e prestação de contas em Programas Especiais de Fomento. A DIRETORIA COLEGIADA

Leia mais

2/5 Art. 16 XI Art.55 - Parágrafo único Art. 57 - III VII VIII

2/5 Art. 16 XI Art.55 - Parágrafo único Art. 57 - III VII VIII 1/5 Alterações de dispositivos do Estatuto Social aprovadas pelo Conselho Deliberativo em 10 de novembro de 2014 visando atender à Portaria nº 224, de 18/09/2014, do Ministério do Esporte, de forma a ser

Leia mais

Cafbep - Plano Prev-Renda 1

Cafbep - Plano Prev-Renda 1 Cafbep - Plano Prev-Renda 1 Parecer Atuarial Para fins da avaliação atuarial referente ao exercício de 2013 do Plano Prev-Renda da Cafbep Caixa de Previdência e Assistência aos Funcionários do Banco do

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa LEI COMPLEMENTAR Nº 13.757, DE 15 DE JULHO DE 2011. (publicada no DOE nº 137, de 18 de julho de 2011) Dispõe sobre

Leia mais

Presidência da República

Presidência da República Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.880, DE 9 DE JUNHO DE 2004. Institui o Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar - PNATE e o Programa de Apoio

Leia mais

PLANO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DO SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL DO PODER EXECUTIVO

PLANO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DO SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL DO PODER EXECUTIVO Universidade Federal de Mato Grosso Pró-Reitoria Administrativa Secretaria de Gestão de Pessoas PLANO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR DO SERVIDOR PÚBLICO FEDERAL DO PODER EXECUTIVO Cuiabá-MT Abril/2014 O QUE

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N o 338, de 30 de janeiro de 2007.

CIRCULAR SUSEP N o 338, de 30 de janeiro de 2007. MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N o 338, de 30 de janeiro de 2007. Altera e consolida regras e critérios complementares de funcionamento e de operação da cobertura

Leia mais

Ementa : Estabelece normas para o funcionamento de cursos de Pós-Graduação lato sensu na Universidade de Pernambuco

Ementa : Estabelece normas para o funcionamento de cursos de Pós-Graduação lato sensu na Universidade de Pernambuco Resolução CEPE N XXX/200 Ementa : Estabelece normas para o funcionamento de cursos de Pós-Graduação lato sensu na Universidade de Pernambuco O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão CEPE,

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 4.970, DE 2013.

PROJETO DE LEI N o 4.970, DE 2013. COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI N o 4.970, DE 2013. Adota medidas para informar os consumidores acerca dos tributos indiretos que incidem sobre bens e serviços, conforme o disposto no 5º,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Bauru Estado de São Paulo

Prefeitura Municipal de Bauru Estado de São Paulo Prefeitura Municipal de Bauru Estado de São Paulo Lei nº 2166, de 25 de setembro de 1979 Autoriza a criação da EMPRESA MUNICIPAL DE TRANSPORTES URBANOS DE BAURU EMTURB. OSVALDO SBEGHEN, Prefeito Municipal

Leia mais

Lei nº 11.053. Dispõe sobre a tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário e dá outras providências.

Lei nº 11.053. Dispõe sobre a tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário e dá outras providências. Lei nº 11.053 Dispõe sobre a tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XXXXX, DE XX DE XXXXXX DE 2008.

RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XXXXX, DE XX DE XXXXXX DE 2008. RESOLUÇÃO NORMATIVA RN Nº XXXXX, DE XX DE XXXXXX DE 2008. Dispõe sobre a classificação e características dos planos privados de assistência à saúde, regulamenta a sua contratação, institui a orientação

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO)

LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO) LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO) Publicação: DODF nº 192 de 5/10/2000 PÁG.01 e 02. Regulamentada pelo Decreto nº 21.933, de 31/01/2001 DODF nº 23,

Leia mais

demonstração da Mutação do ativo Líquido

demonstração da Mutação do ativo Líquido Período: dezembro de 2010 R$ mil demonstração da Mutação do ativo Líquido Visão ATelecom Descrição 2010 A) Ativo Líquido - Início do Exercício 2.207 1. Adições 4.979 (+) Contribuições 4.727 (+) Resultado

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI Nº 10, DE 2015

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI Nº 10, DE 2015 PROJETO DE LEI Nº 10, DE 2015 Altera o art. 2º do Decreto-Lei nº 2.296, de 21 de novembro de 1986, a alínea p do 9º do art. 28 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991 e o art. 63 da Medida Provisória nº

Leia mais

REGULAMENTO CULTURAPREV Adaptado à Lei Complementar nº 109/2001, Resoluções CGPC Nº 12/2002, Nº 03/2003, Nº 08/2004 e a Resolução CGPC Nº 10/2004

REGULAMENTO CULTURAPREV Adaptado à Lei Complementar nº 109/2001, Resoluções CGPC Nº 12/2002, Nº 03/2003, Nº 08/2004 e a Resolução CGPC Nº 10/2004 REGULAMENTO CULTURAPREV Adaptado à Lei Complementar nº 109/2001, Resoluções CGPC Nº 12/2002, Nº 03/2003, Nº 08/2004 e a Resolução CGPC Nº 10/2004 Ministério da Previdência Social MPS Secretaria de Previdência

Leia mais

Coordenação-Geral de Tributação

Coordenação-Geral de Tributação Fls. 2 1 Coordenação-Geral de Tributação Solução de Consulta nº 13 - Data 9 de fevereiro de 2015 Processo Interessado CNPJ/CPF ASSUNTO: IMPOSTO SOBRE A RENDA RETIDO NA FONTE - IRRF REGIME DE TRIBUTAÇÃO.

Leia mais

SÉRIE DE ESTUDOS. 4 Divulgação das Despesas Administrativas do Exercício de 2012. Número 5. Número

SÉRIE DE ESTUDOS. 4 Divulgação das Despesas Administrativas do Exercício de 2012. Número 5. Número SÉRIE DE ESTUDOS Número 5 Divulgação das Despesas Administrativas das Entidades Fechadas de Previdência Complementar Exercício 2013 Número 4 Divulgação das Despesas Administrativas do Exercício de 2012

Leia mais

DECRETO Nº 18.215, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2013.

DECRETO Nº 18.215, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2013. DECRETO Nº 18.215, DE 25 DE FEVEREIRO DE 2013. Regulamenta a Gratificação de Incentivo ao Desempenho (GID), no âmbito da Secretaria Municipal de Administração (SMA). O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE,

Leia mais

http://www.almg.gov.br/consulte/legislacao/completa/completa.html?tipo=dec&num...

http://www.almg.gov.br/consulte/legislacao/completa/completa.html?tipo=dec&num... Página 1 de 9 DECRETO 44945, DE 13/11/2008 - TEXTO ORIGINAL Altera o Decreto nº 44.046, de 13 de junho de 2005, que regulamenta a cobrança pelo uso de recursos hídricos de domínio do Estado, e o Decreto

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08. Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Dispõe sobre o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico FNDCT, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art. 1º O Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

REGULAMENTO DE JÓIAS, QUOTAS E OUTRAS CONTRIBUIÇÕES

REGULAMENTO DE JÓIAS, QUOTAS E OUTRAS CONTRIBUIÇÕES REGULAMENTO DE JÓIAS, QUOTAS E OUTRAS CONTRIBUIÇÕES REGULAMENTO DE JÓIAS, QUOTAS E OUTRAS CONTRIBUIÇÕES Considerando que: O Conselho de Fundadores da APCM é competente para aprovar regulamentos, nos termos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 Aprova o Regimento Interno da Comissão Interna de Supervisão da Carreira dos Cargos

Leia mais

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59

PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 Destaques da Proposta de Programa de Capacitação dos Servidores Técnico- Administrativos em Educação aprovados durante a 435ª Reunião do Conselho Diretor PROCESSO Nº 23062.000509/12-59 ALTERAÇÕES GERAIS

Leia mais

FUNDO DE PENSÃO MULTIPATROCINADO DAS INSTITUIÇÕES DO MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS - MERCAPREV REGULAMENTO BÁSICO CAPÍTULO I - DO OBJETO...

FUNDO DE PENSÃO MULTIPATROCINADO DAS INSTITUIÇÕES DO MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS - MERCAPREV REGULAMENTO BÁSICO CAPÍTULO I - DO OBJETO... FUNDO DE PENSÃO MULTIPATROCINADO DAS INSTITUIÇÕES DO MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS - MERCAPREV REGULAMENTO BÁSICO ÍNDICE CAPÍTULO I - DO OBJETO...2 CAPÍTULO II - DA INSCRIÇÃO...3 CAPÍTULO III - DOS

Leia mais

EDIÇÃO 220, SEÇÃO 1, PÁGINA 62, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO Nº 13, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2014

EDIÇÃO 220, SEÇÃO 1, PÁGINA 62, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO Nº 13, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2014 EDIÇÃO 220, SEÇÃO 1, PÁGINA 62, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 DIRETORIA COLEGIADA INSTRUÇÃO Nº 13, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2014 Dispõe sobre os procedimentos a serem observados pelas Entidades Fechadas de Previdência

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013

Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 Instrução Normativa RFB nº 1.397, de 16 de setembro de 2013 DOU de 17.9.2013 Dispõe sobre o Regime Tributário de Transição (RTT) instituído pelo art. 15 da Lei nº 11.941, de 27 de maio de 2009. O SECRETÁRIO

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC Nº. 1.133/08 Aprova a NBC T 16.6 Demonstrações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CONSIDERANDO a internacionalização das

Leia mais

REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA

REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA Art. 1º O presente Regulamento tem por finalidade regulamentar as atividades de propriedade intelectual

Leia mais

DELIBERAÇÃO NORMATIVA CGFPHIS Nº 016, DE 28 DE MAIO DE 2013

DELIBERAÇÃO NORMATIVA CGFPHIS Nº 016, DE 28 DE MAIO DE 2013 Deliberação Normativa nº 016, de 28 de maio de 2013. Reedita, com alterações, a Deliberação Normativa nº 014, de 11 de setembro de 2012, que aprovou a implantação do PROGRAMA CASA PAULISTA APOIO AO CRÉDITO

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE. Dispõe sobre a regulamentação do serviço de atendimento ao passageiro prestado pelas empresas de transporte aéreo regular. A DIRETORIA DA AGÊNCIA

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL

DEMONSTRAÇÃO ATUARIAL ENTIDADE: [08.071.645/0001-27] CIASPREV - CENTRO DE INTEGRACAO E ASSISTENCIA AOS SERVIDORES PUBLICOS PREVIDENCIA PRIVADA PLANO DE BENEFÍCIOS: MOTIVO: DATA DA AVALIAÇÃO: [2005.0049-11] PREVINA ENCERRAMENTO

Leia mais

DECRETO Nº 45.013, DE 15 DE JULHO DE 2004. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,

DECRETO Nº 45.013, DE 15 DE JULHO DE 2004. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, DECRETO Nº 45.013, DE 15 DE JULHO DE 2004 Regulamenta a Lei nº 13.833, de 27 de maio de 2004, que dispõe sobre a criação do Programa de Incentivos Seletivos para a área leste do Município de São Paulo.

Leia mais

Associação Matogrossense dos Municípios

Associação Matogrossense dos Municípios PORTARIA Nº 021/2010 O Presidente da Associação Matogrossense dos Municípios AMM, no uso de suas atribuições legais que lhe são conferidas pelo Estatuto Social e Resolução 002/2010 da AMM, RESOLVE: Art.

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte LEI N o 10.933, DE 11 DE AGOSTO DE 2004. Dispõe sobre o Plano Plurianual para o período 2004/2007. Lei: O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Art.

Leia mais

CONVÊNIO DE ADESÃO QUE CELEBRAM

CONVÊNIO DE ADESÃO QUE CELEBRAM Aprovado pela Portaria DITEC/PREVIC/MPS nº 44, de 31 de janeiro de 2013. (publicada no DOU nº 24, de 04 de fevereiro de 2013, Seção 1, Página 50) CONVÊNIO DE ADESÃO QUE CELEBRAM A UNIÃO E A FUNDAÇÃO DE

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.707, DE 23 DE FEVEREIRO DE 2006. Institui a Política e as Diretrizes para o Desenvolvimento de Pessoal da administração

Leia mais

ASPECTOS GERAIS DE GOVERNANÇA

ASPECTOS GERAIS DE GOVERNANÇA ASPECTOS GERAIS DE GOVERNANÇA FUNCIONAMENTO DO SISTEMA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR OPERADO POR ENTIDADES DE PREVIDÊNCIA PRIVADA, QUE ADMINISTRAM PLANOS DE BENEFÍCOS CLASSIFICADAS EM: ENTIDADES ABERTES

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 20.934/2014

PROJETO DE LEI Nº 20.934/2014 PROJETO DE LEI Nº 20.934/2014 Estima a Receita e fixa a Despesa do Estado para o exercício financeiro de 2015. O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu sanciono

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº2.557 0/08

LEI MUNICIPAL Nº2.557 0/08 LEI MUNICIPAL Nº2.557 0/08 INSTITUI A POLÍTICA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A Câmara Municipal de Caeté, Minas Gerais, aprova: Art. 1º - Fica instituída a Política

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 196, DE 24 DE AGOSTO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº 196, DE 24 DE AGOSTO DE 2011. RESOLUÇÃO Nº 196, DE 24 DE AGOSTO DE 2011. Dispõe sobre a regulamentação do serviço de atendimento ao passageiro prestado pelas empresas de transporte aéreo regular. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA No-48, DE 10 DE SETEMBRO DE 2015

INSTRUÇÃO NORMATIVA No-48, DE 10 DE SETEMBRO DE 2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA No-48, DE 10 DE SETEMBRO DE 2015 Dispõe sobre o acompanhamento e avaliação da garantia de atendimento dos beneficiários pelas operadoras de planos de assistência à saúde, regulamenta

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 303, DE 2013

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 303, DE 2013 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 303, DE 2013 Dispõe sobre a destinação dos recursos recuperados por meio de ações judiciais para o Fundo Nacional de Saúde e o Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

DEPARTAMENTO JURÍDICO TRABALHISTA BOLETIM 091/2015

DEPARTAMENTO JURÍDICO TRABALHISTA BOLETIM 091/2015 DEPARTAMENTO JURÍDICO TRABALHISTA ADM 223/2015-29/09/2015 BOLETIM 091/2015 Fixados os critérios sobre o recolhimento obrigatório do FGTS pelo empregador doméstico e divulgada a versão 2 do manual de recolhimento

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 01/2015 DO CONSELHO CURADOR DA FUNDAÇÃO DE APOIO UNIVERSITÁRIO

RESOLUÇÃO Nº 01/2015 DO CONSELHO CURADOR DA FUNDAÇÃO DE APOIO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 01/2015 DO CONSELHO CURADOR DA FUNDAÇÃO DE APOIO UNIVERSITÁRIO Define diretrizes e procedimentos relativos a gestão de recursos financeiros captados ou administrados pela Fundação de Apoio

Leia mais

Agência de Propaganda

Agência de Propaganda Agência de Propaganda Um assinante do Consultor Municipal fez a seguinte consulta: As empresas de propaganda e marketing são consideradas agências? E qual seria a base de cálculo do ISS? Por ser um assunto

Leia mais

AGROS INSTITUTO UFV DE SEGURIDADE SOCIAL. Regulamento do Plano de Instituidor AGROS CD-01

AGROS INSTITUTO UFV DE SEGURIDADE SOCIAL. Regulamento do Plano de Instituidor AGROS CD-01 AGROS INSTITUTO UFV DE SEGURIDADE SOCIAL Regulamento do Plano de Instituidor AGROS CD-01 Viçosa Minas Gerais Fevereiro/2008 Índice Página Glossário - Capítulo II Das Definições... 3 Nome do Plano de Benefícios

Leia mais

PORTARIA Nº 572, DE 22 DE MARÇO DE 2010

PORTARIA Nº 572, DE 22 DE MARÇO DE 2010 PORTARIA Nº 572, DE 22 DE MARÇO DE 2010 O MINISTRO DE ESTADO DO CONTROLE E DA TRANSPARÊNCIA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição, nos termos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.823, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Leia mais

Seção II Das Definições

Seção II Das Definições RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 310, DE 30 DE OUTUBRO DE 2012 Dispõe sobre os princípios para a oferta de contrato acessório de medicação de uso domiciliar pelas operadoras de planos de assistência à saúde.

Leia mais

DECRETO Nº 277 DE 23 DE MARÇO DE 2015

DECRETO Nº 277 DE 23 DE MARÇO DE 2015 DECRETO Nº 277 DE 23 DE MARÇO DE 2015 Estabelece medidas administrativas temporárias para contenção e otimização de despesas, no âmbito do Poder Executivo, cria o Conselho Gestor para Eficiência Administrativa

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 ATO DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS Art. 90. O prazo previsto no caput do art. 84 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias

Leia mais

Regulamento do Plano de Benefícios Previdenciários da FUNDO MULTIINSTITUÍDO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR

Regulamento do Plano de Benefícios Previdenciários da FUNDO MULTIINSTITUÍDO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Regulamento do Plano de Benefícios Previdenciários da ACIPREV FUNDO MULTIINSTITUÍDO DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Instituidora : ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE AMERICANA ACIA 1 ÍNDICE Pág CAPÍTULO

Leia mais

COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES DOS CONSELHOS E DIRETORIA

COMPETÊNCIAS E ATRIBUIÇÕES DOS CONSELHOS E DIRETORIA 1. Introdução As Entidades Fechadas de Previdência Complementar (EFPC), conhecidas também como Fundos de Pensão, são instituições sem fins lucrativos que mantêm planos de previdência coletivos. Os planos

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRINHOS Estado de Goiás LEI N. 1.233, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1.993. O PREFEITO MUNICIPAL DE MORRINHOS,

PREFEITURA MUNICIPAL DE MORRINHOS Estado de Goiás LEI N. 1.233, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1.993. O PREFEITO MUNICIPAL DE MORRINHOS, LEI N. 1.233, DE 28 DE DEZEMBRO DE 1.993. Institui o Fundo Municipal de Saúde e da outras providencias.. O PREFEITO MUNICIPAL DE MORRINHOS, Faço saber que a Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito Municipal,

Leia mais

Marcones Libório de Sá Prefeito

Marcones Libório de Sá Prefeito Mensagem n. 010 /2015 Salgueiro, 14 de Setembro de 2015. Senhor Presidente, Senhores (as) Vereadores (as), Considerando os princípios de descentralização e transparência, que tem levado esta administração

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº XXX, DE XXX DE XXXXX DE 2015. O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (CNJ), no uso de suas atribuições legais e regimentais,

RESOLUÇÃO Nº XXX, DE XXX DE XXXXX DE 2015. O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (CNJ), no uso de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO Nº XXX, DE XXX DE XXXXX DE 2015 Regulamenta o teletrabalho no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. O PRESIDENTE DO CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (CNJ), no uso de suas atribuições

Leia mais

COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR PORTARIA Nº 156, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2014

COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR PORTARIA Nº 156, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2014 COORDENAÇÃO DE APERFEIÇOAMENTO DE PESSOAL DE NÍVEL SUPERIOR PORTARIA Nº 156, DE 28 DE NOVEMBRO DE 2014 Aprova o regulamento do Programa de Apoio à Pós-graduação PROAP, que se destina a proporcionar melhores

Leia mais

Circular Susep nº. 338 de 30.01.2007 DOU 02.02.2007

Circular Susep nº. 338 de 30.01.2007 DOU 02.02.2007 Circular Susep nº. 338 de 30.01.2007 DOU 02.02.2007 Altera e consolida regras e critérios complementares de funcionamento e de operação da cobertura por sobrevivência oferecida em planos de previdência

Leia mais