Os Padrões Doutrinários e Práticos Para a Membresia De Uma Igreja Local Segundo A Bíblia e a CFB1689. James M. Renihan

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Os Padrões Doutrinários e Práticos Para a Membresia De Uma Igreja Local Segundo A Bíblia e a CFB1689. James M. Renihan"

Transcrição

1

2 Os Padrões Doutrinários e Práticos Para a Membresia De Uma Igreja Local Segundo A Bíblia e a CFB1689 James M. Renihan

3 Traduzido do original em Inglês The Doctrinal and Practical Standards for Local Church Membership According to the Bible and the Second London Confession of Faith Circular Letter 2005 ARBCA By James M. Renihan Via: ARBCA.com (Association of Reformed Baptist Churches of America) Tradução e Capa por William Teixeira Revisão por Camila Almeida 1ª Edição: Julho de 2015 Salvo indicação em contrário, as citações bíblicas usadas nesta tradução são da versão Almeida Corrigida Fiel ACF Copyright 1994, 1995, 2007, 2011 Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil. Traduzido e publicado em Português pelo website oestandartedecristo.com, com a graciosa permissão do Comitê de Publicações ARBCA, representado pela pessoa de Gary Marble, sob a licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International Public License. Você está autorizado e incentivado a reproduzir e/ou distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, as fontes originais e o tradutor, e que também não altere o seu conteúdo nem o utilize para quaisquer fins comerciais.

4 Os Padrões Doutrinários e Práticos Para a Membresia de Uma Igreja Local Segundo a Bíblia e a CFB 1689 Por James M. Renihan [Carta Circular Preparada Para A Assembleia Geral da ARBCA 2005] Queridos irmãos e irmãs em Cristo, Saudações em nome de nosso Senhor e Salvador. Que vocês possam conhecer mais do Seu amor, crescendo sempre na graça. Pediram-me para escrever sobre o tema Os Padrões Doutrinários e Práticos Para a Membresia de Uma Igreja Local Segundo a Bíblia e a Confissão de Fé Batista de Este é um assunto importante, com implicações práticas significativas para todas as nossas igrejas. Que o Senhor nos dê toda sabedoria à medida que consideramos estes assuntos. A Membresia da Igreja O tema em questão assume que a Palavra de Deus e nossa Confissão ensinam uma doutrina de membresia da igreja. Essa suposição é, em nosso julgamento, correta. Embora seja proveitoso rever todos os argumentos a favor da membresia, passarei por estes e abordarei o assunto em questão mais diretamente. O Novo Testamento não nos fornece um manual de procedimento detalhado para ser usado na admissão de novos membros em nossas igrejas, mas nos fornece informações suficientes para nos guiar neste processo. O meu desejo é reunir essas informações e apresentá-las à vocês nesta carta. Quando os indivíduos procuram formalmente tornarem-se parte de uma das nossas assembleias, somos confrontados com uma variedade de questões: Eles são crentes? Eles professaram a sua fé em Cristo no batismo? Será que eles andam em novidade de vida? Eles entendem a fé Cristã? Eles entendem o que somos e porque acreditamos no que fazemos? Será que eles têm experiência de igreja anterior? Em caso afirmativo, no que a experiência anterior complementa, é paralela ou contradiz a prática da nossa igreja? Qual é o seu nível de maturidade? Cada uma destas (e há outras) é uma questão prática importante. O Testemunho da Escritura Como sempre, em primeiro lugar, devemos olhar para a instrução contida na Palavra de

5 Deus. Desde o início do livro de Atos, observamos um padrão: quando Deus salva os pecadores, Ele os adiciona à igreja local (Atos 2:41, 47; 5:11-14; 11:22-26). Em cada um destes casos, o número de membros foi aumentado conforme o aumento da propagação do Evangelho. Notamos em todos os casos, que as pessoas acrescentadas eram crentes que professaram a sua fé por meio do Batismo. A primeira norma para a adesão deve ser uma fé viva em Jesus Cristo, evidenciada no compromisso batismal. Como veremos, isso não significa ou implica uma plena compreensão teológica da fé Cristã. Significa simplesmente que cada indivíduo deve ser capaz de expressar a sua convicção de que Deus os salvou através de Cristo. Um incidente interessante que lança uma grande quantidade de luz sobre o processo envolvido em se tornar um membro da igreja é registrado para nós em Atos 9: Depois de Saulo ter sido convertido e voltado para Jerusalém, somos informados de que ele procurou ajuntar-se aos discípulos, mas os membros da igreja não estavam dispostos a recebê-lo, porque estavam com medo e não aceitaram sua alegação de ser um discípulo de Cristo como eles. Só depois Barnabé tomou Saulo e o apresentou aos apóstolos, a fim de recomendá-lo e convencer a igreja a aceitá-lo; a aceitação foi completa, já que os irmãos tomaram medidas para proteger o seu novo irmão das ameaças de morte feitas pelos helenistas. Vemos que o processo de admissão à membresia envolveu toda a igreja, e eles tinham o direito de recusar a membresia a alguém que pudesse trazer problemas para o seu meio. Só depois que eles receberam o testemunho de um irmão de confiança é que eles permitiram que Saulo se tornasse um com eles. Em Jerusalém, houve um processo envolvido com as questões de tornar-se um membro, e os padrões foram aplicados para aqueles que pretendiam ajuntar-se. É por esta razão que nós procuramos ser cuidadosos em nosso próprio processo de acrescentar pessoas às nossas assembleias. Aqui está um segundo padrão; no caso de Saulo, era ético. A um homem que era conhecido por seu ódio a Cristo e à Sua Igreja, até mesmo ao ponto de persegui-los, foi recusada a membresia. Evidências de uma verdadeira submissão ao senhorio de Cristo é essencial antes que alguém possa ser aceito em Sua Igreja. Vemos isso na perspectiva inversa também. Quando os apóstolos abordaram o tema da disciplina na Igreja, eles expressam regularmente o fato de que a impiedade na vida é uma causa para a remoção da assembleia Cristã (Romanos 16:17-18; 1 Coríntios 5:5; 2 Tessalonicenses 3:6ss; 2 Timóteo 3:6). Seja em um membro em potencial ou em um membro ativo, não há lugar para uma vida ímpia. O terceiro padrão para a membresia da igreja tem a ver com a verdade. Os primeiros Cristãos não se preocuparam somente com o comportamento ético dos indivíduos, eles também estavam interessados no entendimento doutrinário das pessoas com quem eles passariam a relacionar-se. Podemos notar isso de duas maneiras. Em primeiro lugar, temos os incidentes interessantes de Apolo e os doze discípulos registrados em Atos 18:24-19:7.

6 Apolo era um crente em Jesus Cristo, e bem familiarizado com as Escrituras do Antigo Testamento, a ponto de falar e ensinar diligentemente as coisas do Senhor, no entanto, ele era deficiente em seu entendimento em determinadas áreas. Áquila e Priscila o levaram consigo e lhe explicaram mais plenamente a fé Cristã, ele recebeu com alegria esta nova instrução, e foi enviado pelos irmãos à Acaia, onde foi recebido em seu meio. Imediatamente após isso, Lucas nos fala acerca de doze discípulos que tinham uma compreensão muito mais deficiente da verdade, aparentemente sem a compreensão de Jesus Cristo, ou de Seu Espírito Santo. Foi necessário que eles fizessem uma confissão de sua fé e então foram batizados em nome de Jesus. Eles eram discípulos deficientes, não estavam qualificados para a igreja por causa de sua falta de compreensão. Enquanto Apolo poderia ser recebido, estes doze não podiam. Em segundo lugar, nós notamos uma seção muito interessante da carta de Paulo à Igreja dos romanos. A partir de 14:1 à 15:7 o apóstolo lida com o nosso problema. Você notará que estes versos usam uma linguagem que é muito semelhante àquelas palavras que funcionam como algo semelhante a colchetes para marcar o tema em discussão. Paulo dá instrução para a igreja sobre o recebimento de pessoas em seu meio. Aparentemente, entre os romanos, havia alguns que não estavam dispostos a acolher outras pessoas que tinham opiniões divergentes, e isso fez com que o apóstolo escrevesse algumas orientações específicas. Há várias questões relevantes para nós observarmos. A primeira é a utilização da palavra receber [ recebei-o ACF]. Os léxicos nos dizem que esta é uma palavra que significa aceitar em sua sociedade (Bauer-Arndt-Gingrich-Danker), um termo formal indicando um ato de aceitação. Em segundo lugar, o indivíduo a ser recebido é descrito como enfermo na fé. Essa pessoa não é um crente maduro, equilibrado com uma compreensão completa do sistema da doutrina Cristã; ao contrário, ele tem uma compressão enferma da verdade Cristã. É importante notar que Paulo diz a fé e não simplesmente fé. Há uma diferença entre estas duas expressões, a primeira refere-se ao sistema de ensino Cristão, esta última expressa a crença pessoal. É impossível saber a força ou fraqueza de uma pessoa em relação à sua crença individual; é possível quantificar a sua compreensão da verdade Cristã. Orígenes, um Pai da Igreja, disse: Um homem que é enfermo na fé deve ser aceito e não rejeitado. Pois uma coisa é ser enfermo na fé, e outra bem diferente é ser completamente incrédulo. Um incrédulo não tem fé de modo algum, mas aquele que apenas está enfermo tem dúvidas sobre certos aspectos da fé (citado no Ancient Christian Commentary on Scripture: Romans, 337 [Antigo Comentário Cristão Sobre a Escritura: Romanos, p. 337). Em terceiro lugar, Paulo não faz uma afirmação absoluta aqui há uma cláusula de qualificação não em contendas sobre dúvidas [14:1]. Nos versos seguintes, ele descreve quais são algumas dessas dúvidas. Alguns Cristãos não compreendem a plenitude de sua liberdade adquirida por Cristo, e, como resultado dessa deficiência doutrinária, mantêm certas práticas éticas que são desnecessárias para os crentes. Pessoas como estas podem vir e solicitar a admissão à igreja, e a igreja deve determinar como

7 responder. O comando de Paulo é claro: recebei-os (14:1, 15:7), a menos que eles tenham vindo para causar problemas. Se eles podem ficar em silêncio e guardarem-se de contendas, recebei-os. Se eles não podem, é claro que a Igreja não tem a obrigação de recebêlos. Como no livro de Atos, o apóstolo baseou sua prática no ato soberano de Deus. Ele disse que Deus recebeu o homem enfermo na fé (14:3) em Cristo (15:7), e sobre esta base, ele ordena que a igreja faça o mesmo. Para resumir o que foi dito: as Escrituras nestas passagens nos ensinam que as normas para a membresia da Igreja giram em torno da crença, da vida e da verdade. Os verdadeiros crentes, que vivem como Cristãos, e têm uma compreensão dos fundamentos do Evangelho devem ser admitidos. Em último caso, isto pode ser feito mesmo se deficiências estiverem presentes. O Testemunho da Nossa Confissão A Segunda Confissão de Fé Batista de Londres também aborda o assunto que estamos considerando, e não surpreendentemente enfatiza as mesmas questões. Analisaremos o Capítulo 26 e parágrafo 2, que diz: Todas as pessoas, em todo o mundo, que professam a fé do Evangelho e obediência a Deus por meio de Cristo, de acordo com isso, não arruinando a sua própria profissão por quaisquer erros de subversão do fundamento, ou impureza de conversação, são, e podem ser chamadas de santos visíveis 2 ; e dos tais, todas as congregações particulares devem ser constituídas 3 (2 1 Coríntios 1:2; Atos 11:26 3 Romanos 1:7; Efésios 1:20-22) Nesta declaração, há duas condições positivas: Todas as pessoas... (1) que professam a fé do Evangelho e (2) obediência a Deus por meio de Cristo, de acordo com isso ; e duas condições negativas: não arruinando a sua própria profissão por (1) quaisquer erros de subversão do fundamento, ou (2) impureza de conversação. O ensino continua são, e podem ser chamadas de santos visíveis (c); e dos tais, todas as congregações particulares devem ser constituídas. Esta é essencialmente a mesma doutrina que já consideramos acima. Todas as pessoas, que reúnem as duas condições positivas de uma profissão de fé e obediência, e que não prejudicam a sua profissão com pontos de vistas heréticos ou vidas pecaminosas devem fazer parte da igreja. Esta é uma declaração muito ampla, mas reflete as verdades que temos visto nas Escrituras. Ele não estabelece um nível muito alto, mas se fundamenta sobre a mesma base que a Palavra de Deus. As condições mencionadas na Confissão são realmente o reflexo das condições registradas nas Escrituras. Uma Profissão da fé do Evangelho só é aceitável quando não está arruinada por erros fundamentais, e a obediência a Deus por meio de Cristo é contrariada por uma vida profana.

8 Devemos notar o que a Confissão não diz. Ela não diz que cada crente deve ter uma compreensão plena da Teologia Cristã, nem mesmo da própria teologia da Confissão, a fim de tornar-se parte de uma igreja. Na verdade, as condições de desqualificação não são uma falta de entendimento, mas sim o compromisso com pontos de vistas heréticos. Assim, desde que a pessoa não possua tais posições, mas, antes, articula a fé em Cristo e vive como um discípulo obediente, ele ou ela podem ser membros da igreja. A declaração universal todas as pessoas possui alguma importância aqui. Aqueles que atendem a essas qualificações devem ser membros de nossas igrejas. Para usar a linguagem de Paulo, se Deus os recebeu por Seus, em Cristo, assim também devemos fazer! É claro que isso nos apresenta um novo conjunto de perguntas: quais são os erros de subversão do fundamento? Alguns deles são auto-evidentes: os nossos antepassados Batistas Puritanos nunca tolerariam o anti-trinitarianismo, falsas visões da Pessoa e obra de Cristo, ou deserções do Evangelho Escriturístico e Reformado. Mas o que dizer de outros erros menos óbvios, mesmo em áreas abordadas pela própria Confissão? Isso é mais difícil e, talvez, deve ser deixado a cada igreja, para que elas decidam estas questões por si mesmas. Mas uma coisa é certa, a Confissão não é mais rigorosa em suas exigências para a membresia do que são as Escrituras. Ao que parece, a Confissão apenas mantém a linha no mesmo lugar que as Escrituras: se Deus os recebeu, devemos recebê-los também, a menos, é claro, que eles venham até nós buscando criar contendas sobre dúvidas. Questões Práticas Quais são as implicações práticas disto? Esta é talvez a parte mais controversa da minha carta. Com cautela, eu acredito que nós devemos procurar seguir as normas da Confissão com prudência e cuidado. Se uma pessoa é um crente em Jesus Cristo, procura viver em obediência ao Senhor, e não tem opiniões heréticas, ela poderia ser considerada como admissível, mesmo que ela não concorde com as doutrinas não-fundamentais em nossa igreja. Tal pessoa teria necessariamente que concordar que, de bom grado, se submeterá ao ensino da igreja, não promoverá diferenças, e nunca se envolverá em contendas sobre dúvidas. Sem que este tipo de promessa seja feita, é altamente desaconselhável admitir tal pessoa. Mas se ela realmente faz tal promessa, ela pode ser um membro, embora seja provavelmente mais sábio privá-la de qualquer ofício. Uma das grandes questões do tempo dos Puritanos, que hoje muitas vezes é esquecida, é a ênfase na consciência pessoal presente nos pensadores Independentes e Batistas. Eles entenderam que um Cristão pode, a partir de uma boa consciência, e com intenções honestas, possuir uma diferença em opiniões doutrinárias. Ele ainda devia ser tratado como um irmão e até mesmo recebido na membresia, dadas as circunstâncias corretas. Precisamos incentivar o direito de consciência, mesmo que estejamos em desacordo com a posição sustentada. Esta graça adornará a igreja.

9 Existem exemplos dos tipos de pontos de vista que podem ser tolerados? Podem haver muitos cada igreja precisa lidar com suas próprias circunstâncias. Em uma região, um certo ponto de vista pode ser particularmente controverso, em outra o mesmo ponto de vista pode não gerar nenhuma controvérsia. No primeiro caso, talvez a assembleia seria sábia em recusar a membresia ao indivíduo com a posição controvertida; no segundo, isto pode não fazer diferença. Quase tão importante quanto a doutrina é o caráter da pessoa envolvida. Ele é misericordioso e capaz de viver em paz com os outros, ou ele é orgulhoso e intenciona difundir seus pontos de vista? A resposta a esta pergunta é muito importante ao longo da determinação da questão. Podemos considerar a admissão de um homem graciosamente submisso; não devemos acolher um homem faccioso. Outra consideração que deve ser dada importância tem a ver com o efeito potencial que a incorporação de uma pessoa com opiniões divergentes pode ter em uma igreja particular. Uma grande assembleia, provavelmente, pode acolher alguém com bastante facilidade; uma assembleia menor, talvez, não possa. O caráter doutrinário de uma igreja menor em sua distintividade Batista Reformada pode potencialmente ser alterada por tal ato, portanto, grande cuidado deve ser empregado nesta questão. A questão mais difícil para nós, como Batistas Reformados é o Pedobatismo. Nossas igrejas são formadas com base no Batismo de crentes por imersão, mas, na realidade, temos muito mais em comum com os nossos irmãos e irmãs Pedobatistas Reformados do que com a maioria dos Batistas Evangélicos. Poderíamos, ou talvez, devemos aceitar como membro um Pedobatista consciente, que não tem outro lugar para congregar, e que concorde graciosamente em manter silêncio quanto aos seus pontos de vista divergentes? No apêndice originalmente vinculado à nossa Confissão, lemos o seguinte: Nós não somos insensíveis que, quanto à ordem da casa de Deus, e a totalidade da comunhão nela há algumas coisas em que nós (assim como outros) não estamos em um acordo completo entre nós mesmos, como por exemplo, o princípio conhecido, e estado das consciências dos diversos dentre nós, que concordaram nesta Confissão é tal que não podemos sustentar a comunhão eclesiástica com quaisquer outros, a não ser com crentes batizados e Igrejas constituídas de tais; ainda assim, alguns outros de nós têm uma maior permissividade e liberdade em nossos espíritos nesse sentido; e, portanto, propositadamente omitimos a menção de coisas dessa natureza, para que pudéssemos concordar, ao dar essa prova de nosso acordo, tanto entre nós mesmos e com outros bons Cristãos, nesses artigos importantes da Religião Cristã, principalmente insistidos por nós. É importante lembrar que a palavra comunhão foi usada aqui no sentido de membresia.

10 Diferenças sobre este assunto foram toleradas entre eles. Pedobatistas entre si mesmos têm opiniões divergentes sobre a questão de admitir Batistas Reformados como membros em suas igrejas. Alguns estão dispostos; outros não estão. O assunto deve ser tratado em cada igreja. A nossa própria história apresenta casos de igrejas que vieram a adotar ambas as posições, e que foram capazes de viver em associação harmoniosa. Que o Senhor nos dê a graça de fazer o mesmo. Uma questão que pode vir à mente é a seguinte: uma vez que adotamos uma plena subscrição da Confissão em favor da membresia em nossa Associação, esta doutrina, em algum sentido não exige uma plena subscrição da Confissão a nível local? Eu não acredito que ela exige. Enquanto a igreja como um todo subscreve todas as doutrinas da Confissão, isso não implica que cada indivíduo na igreja deve fazer o mesmo. Há uma analogia ao nosso governo nacional. Embora possa ser dito sobre cada questão que é a política dos Estados Unidos da América, e porque eu sou um cidadão, em certo sentido, esta também é a minha política, eu também tenho o direito de discordar desta política sem perder minha cidadania. Eu diria que o mesmo é verdade na igreja: enquanto o corpo como um todo, confessa um sistema de doutrina, um indivíduo dentro desse corpo pode ter uma opinião divergente em pontos não-fundamentais. O fator importante é a disposição de abrir mão de desafios contra a doutrina do todo para o bem da unidade. Este não é um argumento para o pluralismo teológico ou relativismo a identidade Confessional da igreja não deve ser diluída. Este é simplesmente o reconhecimento de que a divergência pacífica em relação às doutrinas nãofundamentais é admissível dadas as devidas limitações observadas. Talvez devêssemos fazer esta pergunta: baseado em que eu posso manter um verdadeiro Cristão fora da minha igreja? Na maioria das vezes nós começamos com a pergunta oposta: que requisitos são necessários para permitirmos que Cristãos se tornem membros? Nós não devemos ser culpados de pensar em termos essencialmente sectários quando pensamos sobre as qualificações para a membresia da igreja. O nosso desejo é apresentar a beleza de nosso Salvador para o mundo que nos rodeia. Que seja o nosso anseio refletir o Seu gracioso e terno espírito para com todos os homens. Que o Senhor nos dê sabedoria e graça por meio de Seu Espírito, Seu servo, James M. Renihan Sola Scriptura! Sola Gratia! Sola Fide! Solus Christus! Soli Deo Gloria!

11 OUTRAS LEITURAS QUE RECOMENDAMOS Baixe estes e outros e-books gratuitamente no site oestandartedecristo.com. 10 Sermões R. M. M Cheyne Adoração A. W. Pink Agonia de Cristo J. Edwards Batismo, O John Gill Batismo de Crentes por Imersão, Um Distintivo Neotestamentário e Batista William R. Downing Bênçãos do Pacto C. H. Spurgeon Biografia de A. W. Pink, Uma Erroll Hulse Carta de George Whitefield a John Wesley Sobre a Doutrina da Eleição Cessacionismo, Provando que os Dons Carismáticos Cessaram Peter Masters Como Saber se Sou um Eleito? ou A Percepção da Eleição A. W. Pink Como Ser uma Mulher de Deus? Paul Washer Como Toda a Doutrina da Predestinação é corrompida pelos Arminianos J. Owen Confissão de Fé Batista de 1689 Conversão John Gill Cristo É Tudo Em Todos Jeremiah Burroughs Cristo, Totalmente Desejável John Flavel Defesa do Calvinismo, Uma C. H. Spurgeon Deus Salva Quem Ele Quer! J. Edwards Discipulado no T empo dos Puritanos, O W. Bevins Doutrina da Eleição, A A. W. Pink Eleição & Vocação R. M. M Cheyne Eleição Particular C. H. Spurgeon Especial Origem da Instituição da Igreja Evangélica, A J. Owen Evangelismo Moderno A. W. Pink Excelência de Cristo, A J. Edwards Gloriosa Predestinação, A C. H. Spurgeon Guia Para a Oração Fervorosa, Um A. W. Pink Igrejas do Novo Testamento A. W. Pink In Memoriam, a Canção dos Suspiros Susannah Spurgeon Incomparável Excelência e Santidade de Deus, A Jeremiah Burroughs Infinita Sabedoria de Deus Demonstrada na Salvação dos Pecadores, A A. W. Pink Jesus! C. H. Spurgeon Justificação, Propiciação e Declaração C. H. Spurgeon Livre Graça, A C. H. Spurgeon Marcas de Uma Verdadeira Conversão G. Whitefield Mito do Livre-Arbítrio, O Walter J. Chantry Natureza da Igreja Evangélica, A John Gill Natureza e a Necessidade da Nova Criatura, Sobre a John Flavel Necessário Vos é Nascer de Novo Thomas Boston Necessidade de Decidir-se Pela Verdade, A C. H. Spurgeon Objeções à Soberania de Deus Respondidas A. W. Pink Oração Thomas Watson Pacto da Graça, O Mike Renihan Paixão de Cristo, A Thomas Adams Pecadores nas Mãos de Um Deus Irado J. Edwards Pecaminosidade do Homem em Seu Estado Natural Thomas Boston Plenitude do Mediador, A John Gill Porção do Ímpios, A J. Edwards Pregação Chocante Paul Washer Prerrogativa Real, A C. H. Spurgeon Queda, a Depravação Total do Homem em seu Estado Natural..., A, Edição Comemorativa de Nº 200 Quem Deve Ser Batizado? C. H. Spurgeon Quem São Os Eleitos? C. H. Spurgeon Reformação Pessoal & na Oração Secreta R. M. M'Cheyne Regeneração ou Decisionismo? Paul Washer Salvação Pertence Ao Senhor, A C. H. Spurgeon Sangue, O C. H. Spurgeon Semper Idem Thomas Adams Sermões de Páscoa Adams, Pink, Spurgeon, Gill, Owen e Charnock Sermões Graciosos (15 Sermões sobre a Graça de Deus) C. H. Spurgeon Soberania da Deus na Salvação dos Homens, A J. Edwards Sobre a Nossa Conversão a Deus e Como Essa Doutrina é Totalmente Corrompida Pelos Arminianos J. Owen Somente as Igrejas Congregacionais se Adequam aos Propósitos de Cristo na Instituição de Sua Igreja J. Owen Supremacia e o Poder de Deus, A A. W. Pink Teologia Pactual e Dispensacionalismo William R. Downing Tratado Sobre a Oração, Um John Bunyan Tratado Sobre o Amor de Deus, Um Bernardo de Claraval Um Cordão de Pérolas Soltas, Uma Jornada Teológica no Batismo de Crentes Fred Malone Sola Scriptura Sola Fide Sola Gratia Solus Christus Soli Deo Gloria

12 2 Coríntios 4 1 Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; 2 Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade. 3 Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto. 4 Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. 5 Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos vossos servos por amor de Jesus. 6 Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo. 7 Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. 8 Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. 9 Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; 10 Trazendo sempre por toda a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso corpo, para que a vida de Jesus se manifeste também nos nossos corpos; 11 E assim nós, que vivemos, estamos sempre entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na nossa carne mortal. 12 De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida. 13 E temos portanto o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos também, por isso também falamos. 14 Sabendo que o que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco. 15 Porque tudo isto é por amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de graças para glória de Deus. 16 Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. 17 Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente; 18 Não atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se veem são temporais, e as que se não veem são eternas.

Um Apetite Espiritual. Anne Dutton

Um Apetite Espiritual. Anne Dutton Um Apetite Espiritual Anne Dutton Traduzido do original em Inglês Anne Dutton's Letters on Spiritual Subjects A spiritual appetite By Anne Dutton Via: GraceGems.org Tradução por Myllena Melo Revisão por

Leia mais

A Rainha das Graças. Thomas Watson

A Rainha das Graças. Thomas Watson A Rainha das Graças Thomas Watson Traduzido do original em Inglês The queen of graces By Thomas Watson Via: GraceGems.org Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa por William Teixeira 1ª Edição: Dezembro

Leia mais

Uma Biografia de Susannah Spurgeon: C o n c l u s ã o. Charles Ray

Uma Biografia de Susannah Spurgeon: C o n c l u s ã o. Charles Ray Uma Biografia de Susannah Spurgeon: C o n c l u s ã o Charles Ray Traduzido do original em Inglês MRS. C.H. SPURGEON A biography of Susannah Spurgeon By Charles Ray, 1905 A presente tradução consiste somente

Leia mais

Aflições. Anne Dutton

Aflições. Anne Dutton Aflições Anne Dutton Traduzido do original em Inglês Anne Dutton's Letters on Spiritual Subjects Furnace By Anne Dutton Via: GraceGems.org Tradução por Camila Francine Revisão por Camila Almeida Capa por

Leia mais

O Espírito Santo Na CFB1689. Matthew Brennan

O Espírito Santo Na CFB1689. Matthew Brennan O Espírito Santo Na CFB1689 Matthew Brennan Traduzido do original em Inglês Holy Spirit in Second London Baptist Confession Circular Letter 2006 ARBCA By Matthew Brennan Via: ARBCA.com (Association of

Leia mais

A Total Desejabilidade. de Jesus Cristo. John Flavel

A Total Desejabilidade. de Jesus Cristo. John Flavel A Total Desejabilidade de Jesus Cristo John Flavel Traduzido do original em Inglês Christ Altogether Lovely By John Flavel O presente volume consiste somente em um excerto da obra supracitada Via: PuritanSermons.com

Leia mais

A Obra do Espírito Santo No Chamado Eficaz. William R. Downing

A Obra do Espírito Santo No Chamado Eficaz. William R. Downing A Obra do Espírito Santo No Chamado Eficaz William R. Downing. Traduzido do original em Inglês A Catechism on Bible Doctrine (Version 1.7) An Introductory study of Bible Doctrine in the Form of a Catechism

Leia mais

Cinco Aspectos Essenciais do Ministério Pastoral. Thomas Hicks

Cinco Aspectos Essenciais do Ministério Pastoral. Thomas Hicks Cinco Aspectos Essenciais do Ministério Pastoral Thomas Hicks Traduzido do original em Inglês Five Essential Aspects of Pastoral Ministry By Tom Hicks Via: Founders.org Tradução por Antonio e Jennifer

Leia mais

O PACTO DA GRAÇA MIKE RENIHAN

O PACTO DA GRAÇA MIKE RENIHAN O PACTO DA GRAÇA MIKE RENIHAN Traduzido do original em Inglês Covenant of Grace Circular Letter 2001 ARBCA By Dr. Mike Renihan Via: ARBCA.com (Association of Reformed Baptist Churches of America) Tradução

Leia mais

O BATISMO INFANTIL E O PRINCÍPIO REGULADOR DO CULTO

O BATISMO INFANTIL E O PRINCÍPIO REGULADOR DO CULTO O BATISMO INFANTIL E O PRINCÍPIO REGULADOR DO CULTO FRED A. MALONE Traduzido do original em Inglês Infant Baptism and the Regulative Principle of Worship By Fred A. Malone Via: GraceSermons.com Tradução

Leia mais

Uma Exposição De I João 2:2. A. W. Pink

Uma Exposição De I João 2:2. A. W. Pink Uma Exposição De I João 2:2 A. W. Pink Traduzido do original em Inglês The Sovereignty of God: Appendix IV - 1 John 2:2 By A. W. Pink Via: EternalLifeMinistries.org Tradução por Timóteo Werner Revisão

Leia mais

Issuu.com/oEstandarteDeCristo

Issuu.com/oEstandarteDeCristo Sinais e Frutos Da Eleição A. W. Pink Traduzido do original em Inglês The Doctrine of Election By A. W. Pink A presente publicação consiste em um excerto da obra supracitada Via: ChapelLibrary.org Copyright

Leia mais

No Contexto da Redenção

No Contexto da Redenção Eleição e Predestinação Divinas No Contexto da Redenção William R. Downing. Traduzido do original em Inglês A Catechism on Bible Doctrine (Version 1.7) An Introductory study of Bible Doctrine in the Form

Leia mais

O Incomparável e Irrecusável Chamado de Cristo para Mulheres. Thomas Vincent

O Incomparável e Irrecusável Chamado de Cristo para Mulheres. Thomas Vincent O Incomparável e Irrecusável Chamado de Cristo para Mulheres Thomas Vincent Traduzido do original em Inglês Christ s Call To Young Women By Thomas Vincent O presente volume consiste somente em um excerto

Leia mais

A Bíblia e a Sua Inspiração Divina. William R. Downing

A Bíblia e a Sua Inspiração Divina. William R. Downing A Bíblia e a Sua Inspiração Divina William R. Downing. Traduzido do original em Inglês A Catechism on Bible Doctrine (Version 1.7) An Introductory study of Bible Doctrine in the Form of a Catechism with

Leia mais

foi destruída pela Obra Redentora do Senhor Jesus Cristo? William R. Downing

foi destruída pela Obra Redentora do Senhor Jesus Cristo? William R. Downing A Lei foi destruída pela Obra Redentora do Senhor Jesus Cristo? William R. Downing. Traduzido do original em Inglês A Catechism on Bible Doctrine (Version 1.7) An Introductory study of Bible Doctrine in

Leia mais

Homem e Mulher, Deus os Criou à Sua Imagem

Homem e Mulher, Deus os Criou à Sua Imagem Homem e Mulher, Deus os Criou à Sua Imagem John Piper Traduzido do original em Inglês Male and Female He Created Them in the Image of God By John Piper Via: DesiringGod.org Copyright 2015 Desiring God

Leia mais

Traduzido do original em Inglês. Family Workship. By A. W. Pink. Via: GraceGems.org. Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa por William Teixeira

Traduzido do original em Inglês. Family Workship. By A. W. Pink. Via: GraceGems.org. Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa por William Teixeira A. W. Pink Traduzido do original em Inglês Family Workship By A. W. Pink Via: GraceGems.org Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa por William Teixeira 1ª Edição: Fevereiro de 2015 Salvo indicação

Leia mais

AS DEZ VIRGENS - PARTE I AS VIRGENS PRUDENTES E AS LOUCAS

AS DEZ VIRGENS - PARTE I AS VIRGENS PRUDENTES E AS LOUCAS AS DEZ VIRGENS - PARTE I AS VIRGENS PRUDENTES E AS LOUCAS. Traduzido do original em Inglês Lecture I The Ten Virgins, Part 1 By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em dois volumes, The Works of The

Leia mais

O Poder Conservador das. Doutrinas da Graça. Thomas J. Nettles

O Poder Conservador das. Doutrinas da Graça. Thomas J. Nettles O Poder Conservador das Doutrinas da Graça Thomas J. Nettles Traduzido do original em Inglês The Conserving Power of the Doctrines of Grace By Tom J. Nettles Via: ReformedReader.org Tradução por Filipe

Leia mais

Nas Tuas Mãos Entrego o Meu Espírito. R. M. M Cheyne

Nas Tuas Mãos Entrego o Meu Espírito. R. M. M Cheyne Nas Tuas Mãos Entrego o Meu Espírito. R. M. M Cheyne Traduzido do original em Inglês Into Thine Hand I Commit My Spirit By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the

Leia mais

UM VERDADEIRO MAPA DO ESTADO MISERÁVEL DO HOMEM POR NATUREZA

UM VERDADEIRO MAPA DO ESTADO MISERÁVEL DO HOMEM POR NATUREZA UM VERDADEIRO MAPA DO ESTADO MISERÁVEL DO HOMEM POR NATUREZA Christopher Love Traduzido do original em Inglês A True Map of Man's Miserable Estate by Nature By Christopher Love Via: PuritanSermons.com

Leia mais

As Marcas e Bênçãos das Ovelhas de Cristo

As Marcas e Bênçãos das Ovelhas de Cristo As Marcas e Bênçãos das Ovelhas de Cristo. R. M. M Cheyne Mas vós não credes porque não sois das minhas ovelhas, como já vo-lo tenho dito. As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu conheço-as, e elas me

Leia mais

Traduzido do original em Inglês. The Fight of Faith. By A. W. Pink. Via: ChapelLibrary.org

Traduzido do original em Inglês. The Fight of Faith. By A. W. Pink. Via: ChapelLibrary.org A. W. Pink Traduzido do original em Inglês The Fight of Faith By A. W. Pink Via: ChapelLibrary.org Tradução e Capa por William Teixeira Revisão por Camila Almeida 1ª Edição: Fevereiro de 2015 Salvo indicação

Leia mais

Uma Biografia de Susannah Spurgeon: A Fundação de O Fundo para Livros. Charles Ray

Uma Biografia de Susannah Spurgeon: A Fundação de O Fundo para Livros. Charles Ray O Uma Biografia de Susannah Spurgeon: A Fundação de O Fundo para Livros Charles Ray Traduzido do original em Inglês MRS. C.H. SPURGEON A biography of Susannah Spurgeon By Charles Ray, 1905 A presente tradução

Leia mais

UM CHAMADO À SEPARAÇÃO. A. W. Pink

UM CHAMADO À SEPARAÇÃO. A. W. Pink UM CHAMADO À SEPARAÇÃO A. W. Pink Traduzido do original em Inglês A Call to Separation By A. W. Pink Via: EternalLifeMinistries.org Tradução e Capa William Teixeira Revisão por Camila Almeida 1ª Edição:

Leia mais

Traduzido do original em Inglês. The Call of Abraham. By R. M. M'Cheyne. Via: EternalLifeMinistries.org

Traduzido do original em Inglês. The Call of Abraham. By R. M. M'Cheyne. Via: EternalLifeMinistries.org Traduzido do original em Inglês The Call of Abraham By R. M. M'Cheyne Via: EternalLifeMinistries.org Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa por William Teixeira 1ª Edição: Dezembro de 2014 Salvo indicação

Leia mais

O Batismo Cristão. William R. Downing

O Batismo Cristão. William R. Downing O Batismo Cristão William R. Downing. Traduzido do original em Inglês A Catechism on Bible Doctrine (Version 1.7) An Introductory study of Bible Doctrine in the Form of a Catechism with Commentary By W.

Leia mais

Traduzido do original em Inglês. John s Vision. By R. M. M'Cheyne

Traduzido do original em Inglês. John s Vision. By R. M. M'Cheyne A VISÃO DE JOÃO. Traduzido do original em Inglês John s Vision By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne Minister of St. Peter's Church,

Leia mais

A Body of Practical Divinity Book 4 Chapter 1 Of the Respective Duties of Husband and Wife

A Body of Practical Divinity Book 4 Chapter 1 Of the Respective Duties of Husband and Wife John Gill Traduzido do original em Inglês A Body of Practical Divinity Book 4 Chapter 1 Of the Respective Duties of Husband and Wife By John Gill Via: PBMinistries.org (Providence Baptist Ministries) Tradução

Leia mais

Dez Razões Pelas Quais É Errado Tirar a Vida De Crianças por Nascer

Dez Razões Pelas Quais É Errado Tirar a Vida De Crianças por Nascer Dez Razões Pelas Quais É Errado Tirar a Vida De Crianças por Nascer John Piper Traduzido do original em Inglês Ten Reasons Why It Is Wrong to Take the Life of Unborn Children By John Piper Via: DesiringGod.org

Leia mais

Encorajamento e Defesa do Uso de Catecismos Bíblicos. William R. Downing

Encorajamento e Defesa do Uso de Catecismos Bíblicos. William R. Downing Encorajamento e Defesa do Uso de Catecismos Bíblicos William R. Downing. Traduzido do original em Inglês A Catechism on Bible Doctrine (Version 1.7) An Introductory study of Bible Doctrine in the Form

Leia mais

Traduzido do original em Inglês. Cross-Bearing. By A. W. Pink. Via: GraceGems.org. Tradução e Capa por Camila Almeida Revisão por William Teixeira

Traduzido do original em Inglês. Cross-Bearing. By A. W. Pink. Via: GraceGems.org. Tradução e Capa por Camila Almeida Revisão por William Teixeira A. W. Pink Traduzido do original em Inglês Cross-Bearing By A. W. Pink Via: GraceGems.org Tradução e Capa por Camila Almeida Revisão por William Teixeira 1ª Edição: Março de 2015 Salvo indicação em contrário,

Leia mais

A Guide to Fervent Prayer

A Guide to Fervent Prayer Traduzido do original em Inglês A Guide to Fervent Prayer By A. W. Pink A presente tradução consiste somente no Capítulo 10 da obra supracitada Via: PBMinistries.org (Providence Baptist Ministries) Tradução

Leia mais

Christ s Call To Young Women

Christ s Call To Young Women THOMAS VINCENT Traduzido do original em Inglês Christ s Call To Young Women By Thomas Vincent Via: ChapelLibrary.org Chapel Library Tradução e Capa por Camila Almeida Revisão por William Teixeira 1ª Edição:

Leia mais

UMA TEOLOGIA PARA A PLANTAÇÃO DE IGREJAS. P or G ordon Ta ylor Ha nk Ras t Da vid C a mpbe ll, J im D undas J ohn M ille r B ra d S wyga rd

UMA TEOLOGIA PARA A PLANTAÇÃO DE IGREJAS. P or G ordon Ta ylor Ha nk Ras t Da vid C a mpbe ll, J im D undas J ohn M ille r B ra d S wyga rd UMA TEOLOGIA PARA A PLANTAÇÃO DE IGREJAS P or G ordon Ta ylor Ha nk Ras t Da vid C a mpbe ll, J im D undas J ohn M ille r B ra d S wyga rd Traduzido do original em Inglês A Theology of Church Planting

Leia mais

O que é o Pecado? William R. Downing

O que é o Pecado? William R. Downing O que é o Pecado? William R. Downing. Traduzido do original em Inglês A Catechism on Bible Doctrine (Version 1.7) An Introductory study of Bible Doctrine in the Form of a Catechism with Commentary By W.

Leia mais

O DISCIPULADO NO TEMPO DOS PURITANOS

O DISCIPULADO NO TEMPO DOS PURITANOS O DISCIPULADO NO TEMPO DOS PURITANOS Winfield Bevins Traduzido do original em Inglês Discipleship in the Puritan Era By Winfield Bevins Via: Founders.org Tradução e Capa por William Teixeira Revisão por

Leia mais

Uma Palavra aos Pais. A. W. Pink

Uma Palavra aos Pais. A. W. Pink Uma Palavra aos Pais A. W. Pink Traduzido do original em Inglês A Word to Parents By A. W. Pink Via: ChapelLibrary.org Chapel Library Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa por William Teixeira 1ª

Leia mais

La Iglesia: Huerto y Fuente Cerrada de Cristo

La Iglesia: Huerto y Fuente Cerrada de Cristo Traduzido do Espanhol La Iglesia: Huerto y Fuente Cerrada de Cristo Por R. M. M'Cheyne Via: IglesiaReformada.com Tradução e Capa por William Teixeira Revisão por Camila Almeida 1ª Edição: Dezembro de 2014

Leia mais

O MARAVILHOSO SIGNIFICADO DO BATISMO

O MARAVILHOSO SIGNIFICADO DO BATISMO O MARAVILHOSO SIGNIFICADO DO BATISMO John Piper Traduzido dos originais em Inglês A Celebration of Baptism, Brothers, Magnify the Meaning of Baptism & Thoughts on Baptism By John Piper Via: DesiringGod.org

Leia mais

NÃO ME ENVERGONHO DO EVANGELHO

NÃO ME ENVERGONHO DO EVANGELHO NÃO ME ENVERGONHO DO EVANGELHO Traduzido do original em Inglês Not Ashamed Of The Gospel By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne Minister

Leia mais

TUDO DE GRAÇA C. H. SPURGEON

TUDO DE GRAÇA C. H. SPURGEON TUDO DE GRAÇA C. H. SPURGEON Traduzido do original em Inglês All Of Grace Sermon Nº 3479 The Metropolitan Tabernacle Pulpit Volume 61 By C. H. Spurgeon Via SpurgeonGems.org Adaptado a partir de The C.

Leia mais

A TERRÍVEL CONDIÇÃO DOS HOMENS NATURAIS

A TERRÍVEL CONDIÇÃO DOS HOMENS NATURAIS A TERRÍVEL CONDIÇÃO DOS HOMENS NATURAIS. Traduzido do original em Inglês The Fearful Condition Of Natural Men By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert

Leia mais

Eu, o Senhor, Te Chamei em Justiça. R. M. M Cheyne

Eu, o Senhor, Te Chamei em Justiça. R. M. M Cheyne Eu, o Senhor, Te Chamei em Justiça. R. M. M Cheyne Traduzido do original em Inglês I The Lord Have Called Thee In Righteousness By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons

Leia mais

For What, And How We Are To Pray & The Necessity Of Secret Prayer

For What, And How We Are To Pray & The Necessity Of Secret Prayer Traduzido do original em Inglês For What, And How We Are To Pray & The Necessity Of Secret Prayer By Thomas Boston Via: Monergism.com & Ilyston.wordpress.com Tradução e Capa por William Teixeira Revisão

Leia mais

In Memoriam: A Song of Sighs

In Memoriam: A Song of Sighs Traduzido do original em Inglês In Memoriam: A Song of Sighs By Susannah Spurgeon Via: GraceGems.org Tradução e Capa por William Teixeira Revisão por Camila Almeida 1ª Edição: Dezembro de 2014 Salvo indicação

Leia mais

A Ceia do Senhor. William R. Downing

A Ceia do Senhor. William R. Downing A Ceia do Senhor William R. Downing. Traduzido do original em Inglês A Catechism on Bible Doctrine (Version 1.7) An Introductory study of Bible Doctrine in the Form of a Catechism with Commentary By W.

Leia mais

AS DEZ VIRGENS - PARTE II AS VIRGENS ADORMECEM

AS DEZ VIRGENS - PARTE II AS VIRGENS ADORMECEM AS DEZ VIRGENS - PARTE II AS VIRGENS ADORMECEM. Traduzido do original em Inglês Lecture I The Ten Virgins, Part 2 By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em dois volumes, The Works of The Late Rev.

Leia mais

AS DEZ VIRGENS - PARTE IV PRUDENTES E A DESGRAÇA DAS VIRGENS LOUCAS

AS DEZ VIRGENS - PARTE IV PRUDENTES E A DESGRAÇA DAS VIRGENS LOUCAS AS DEZ VIRGENS - PARTE IV A BEM-AVENTURANÇ A DAS VIRGENS PRUDENTES E A DESGRAÇA DAS VIRGENS LOUCAS. Traduzido do original em Inglês Lecture I The Ten Virgins, Part 4 By R. M. M'Cheyne Extraído da obra

Leia mais

Levanta-te, Resplandece. R. M. M Cheyne

Levanta-te, Resplandece. R. M. M Cheyne Levanta-te, Resplandece. R. M. M Cheyne Traduzido do original em Inglês Arise, Shine By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne Minister

Leia mais

A Trindade. O Pai, o Filho e o Espírito Santo. William R. Downing

A Trindade. O Pai, o Filho e o Espírito Santo. William R. Downing A Trindade O Pai, o Filho e o Espírito Santo William R. Downing. Traduzido do original em Inglês A Catechism on Bible Doctrine (Version 1.7) An Introductory study of Bible Doctrine in the Form of a Catechism

Leia mais

Como Cristo é Totalmente Desejável? John Flavel

Como Cristo é Totalmente Desejável? John Flavel Como Cristo é Totalmente Desejável? John Flavel Traduzido do original em Inglês Christ Altogether Lovely By John Flavel O presente volume consiste somente em um excerto da obra supracitada Via: PuritanSermons.com

Leia mais

O Lugar da Leitura no Ministério Pastoral

O Lugar da Leitura no Ministério Pastoral O Lugar da Leitura no Ministério Pastoral P or Dona ld R. Lindbla d Traduzido do original em Inglês The Minister and His Study: The Place of Reading in Pastoral Ministry Circular Letter 2007 ARBCA By Donald

Leia mais

NA CASA DO OLEIRO. A. W. Pink

NA CASA DO OLEIRO. A. W. Pink NA CASA DO OLEIRO A. W. Pink Traduzido do original em Inglês In the Potter's House By A. W. Pink Via: EternalLifeMinistries.org Tradução e Capa por William Teixeira Revisão por Camila Almeida 1ª Edição:

Leia mais

The Doctrine of Election

The Doctrine of Election Traduzido do original em Inglês The Doctrine of Election By A. W. Pink A presente tradução consiste somente no Capítulo 10, Its Blessedness, da obra supracitada Via: PBMinistries.org (Providence Baptist

Leia mais

Sermão Uma Análise Bíblica Sobre o Feminismo Pregado na Noite de 9 de Março de 2014, na Congregação Batista Reformada em Belém

Sermão Uma Análise Bíblica Sobre o Feminismo Pregado na Noite de 9 de Março de 2014, na Congregação Batista Reformada em Belém Sermão Uma Análise Bíblica Sobre o Feminismo Pregado na Noite de 9 de Março de 2014, na Congregação Batista Reformada em Belém Por: Manoel Coelho Jr. A Verdade está na Bíblia ProcurandoVerdadeBiblica.blogspot.com.br

Leia mais

Perfect Love Casteth Out Fear

Perfect Love Casteth Out Fear Traduzido do original em Inglês Perfect Love Casteth Out Fear By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne Minister of St. Peter's Church,

Leia mais

AQUIETAI-VOS E SABEI QUE EU SOU DEUS

AQUIETAI-VOS E SABEI QUE EU SOU DEUS AQUIETAI-VOS E SABEI QUE EU SOU DEUS Traduzido do Espanhol Estad Quietos, y Conoced que Yo Soy Dios Por Jonathan Edwards Via: IglesiaReformada.com Tradução e Capa por William Teixeira Revisão por Camila

Leia mais

As The Lily Among Thorns, So Is My Love Among The Daughters

As The Lily Among Thorns, So Is My Love Among The Daughters Traduzido do original em Inglês As The Lily Among Thorns, So Is My Love Among The Daughters By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne

Leia mais

Uma Biografia de Susannah Spurgeon: Os Dias de Noivado. Charles Ray

Uma Biografia de Susannah Spurgeon: Os Dias de Noivado. Charles Ray Uma Biografia de Susannah Spurgeon: Os Dias de Noivado Charles Ray Traduzido do original em Inglês MRS. C.H. SPURGEON A biography of Susannah Spurgeon By Charles Ray, 1905 A presente tradução consiste

Leia mais

Decadência Espiritual. R. M. M Cheyne

Decadência Espiritual. R. M. M Cheyne Decadência Espiritual. R. M. M Cheyne Traduzido do original em Inglês Gray Hairs Are Upon Him By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne

Leia mais

A SOBERANIA DE DEUS SOBRE O MAL. David Mathis

A SOBERANIA DE DEUS SOBRE O MAL. David Mathis A SOBERANIA DE DEUS SOBRE O MAL David Mathis Traduzido do original em Inglês A 4-Part Series On How To Talk About God's Sovereignty Over Sin By David Mathis Via: DesiringGod.org Copyright 2015 Desiring

Leia mais

Traduzido do original em Inglês. My Lord and My God. By R. M. M'Cheyne

Traduzido do original em Inglês. My Lord and My God. By R. M. M'Cheyne Traduzido do original em Inglês My Lord and My God By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne Minister of St. Peter's Church, Dundee. Via:

Leia mais

Cultivando Ministros da Palavra: O Dever Eclesiástico De Incentivar Os Homens Qualificados A Exercerem O Ministério Evangélico. Stefan T.

Cultivando Ministros da Palavra: O Dever Eclesiástico De Incentivar Os Homens Qualificados A Exercerem O Ministério Evangélico. Stefan T. Cultivando Ministros da Palavra: O Dever Eclesiástico De Incentivar Os Homens Qualificados A Exercerem O Ministério Evangélico Stefan T. Lindblad Traduzido do original em Inglês Cultivating Ministers of

Leia mais

Pai Nosso: A Oração Modelo. William R. Downing

Pai Nosso: A Oração Modelo. William R. Downing Pai Nosso: A Oração Modelo William R. Downing. Traduzido do original em Inglês A Catechism on Bible Doctrine (Version 1.7) An Introductory study of Bible Doctrine in the Form of a Catechism with Commentary

Leia mais

Traduzido do original em Inglês. Can A Woman Forget. By R. M. M'Cheyne

Traduzido do original em Inglês. Can A Woman Forget. By R. M. M'Cheyne Traduzido do original em Inglês Can A Woman Forget By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne Minister of St. Peter's Church, Dundee. Via:

Leia mais

UM CRENTE TEM PRAZER NA LEI DE DEUS

UM CRENTE TEM PRAZER NA LEI DE DEUS UM CRENTE TEM PRAZER NA LEI DE DEUS. Traduzido do original em Inglês A Believer Delights in the Law of God By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray

Leia mais

Entreat Me Not To Leave Thee

Entreat Me Not To Leave Thee Traduzido do original em Inglês Entreat Me Not To Leave Thee By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne Minister of St. Peter's Church,

Leia mais

Traduzido do original em Inglês. The Ark. By R. M. M'Cheyne. Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa por William Teixeira

Traduzido do original em Inglês. The Ark. By R. M. M'Cheyne. Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa por William Teixeira Traduzido do original em Inglês The Ark By R. M. M'Cheyne Via: EternalLifeMinistries.org Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa por William Teixeira 1ª Edição: Dezembro de 2014 Salvo indicação em contrário,

Leia mais

Traduzido do original em Inglês. Do What You Can. By R. M. M'Cheyne

Traduzido do original em Inglês. Do What You Can. By R. M. M'Cheyne FAÇA O QUE PUDER. Traduzido do original em Inglês Do What You Can By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne Minister of St. Peter's Church,

Leia mais

UM COMENTÁRIO DA CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689, POR GARY MARBLE CAPÍTULO 7, SOBRE A ALIANÇA DE DEUS

UM COMENTÁRIO DA CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689, POR GARY MARBLE CAPÍTULO 7, SOBRE A ALIANÇA DE DEUS UM COMENTÁRIO DA CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689, POR GARY MARBLE CAPÍTULO 7, SOBRE A ALIANÇA DE DEUS Traduzido do original em Inglês A Layman s Commentary of the 1689/1677 Second London Baptist Confession

Leia mais

CATÁLOGO Knox. Publicações

CATÁLOGO Knox. Publicações CATÁLOGO 2013 Knox Publicações LANÇAMENTOS KNOX PUBLICAÇÕES SOLI DEO GLORIA O SER E OBRAS DE DEUS SOLA SCRIPTURA A DOUTRINA REFORMADA DAS ESCRITURAS IMAGO DEI ANTROPOLOGIA BÍBLICA Trilogia de estudos em

Leia mais

CONSIDERAI O APÓSTOLO E SUMO SACERDOTE DE NOSSA CONFISSÃO

CONSIDERAI O APÓSTOLO E SUMO SACERDOTE DE NOSSA CONFISSÃO CONSIDERAI O APÓSTOLO E SUMO SACERDOTE DE NOSSA CONFISSÃO. Traduzido do original em Inglês Consider the Apostle and High Priest of our profession, Christ Jesus By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original,

Leia mais

Glorying in the Cross

Glorying in the Cross Traduzido do original em Inglês Glorying in the Cross By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne Minister of St. Peter's Church, Dundee.

Leia mais

. A DIFICULDADE E A DESEJABILIDADE DA

. A DIFICULDADE E A DESEJABILIDADE DA . A DIFICULDADE E A DESEJABILIDADE DA C ONVERSÃO. Traduzido do original em Inglês The Difficulty and Desirableness of Conversion By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons

Leia mais

VERDADES FUNDAMENTAIS DO EVANGELHO GERADORAS DE VIDAS 2 ARTE

VERDADES FUNDAMENTAIS DO EVANGELHO GERADORAS DE VIDAS 2 ARTE VERDADES FUNDAMENTAIS DO EVANGELHO GERADORAS DE VIDAS 2 ARTE ATOS 2:41 41 De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e naquele dia agregaram-se quase três mil almas, CONTEXTO:

Leia mais

Anne Dutton's Letters on Spiritual Subjects The New Birth; Regeneration

Anne Dutton's Letters on Spiritual Subjects The New Birth; Regeneration ANNE DUTTON Traduzido do original em Inglês Anne Dutton's Letters on Spiritual Subjects The New Birth; Regeneration By Anne Dutton Via: GraceGems.org Tradução por Amanda Ramalho Revisão por Camila Almeida

Leia mais

A Guide to Fervent Prayer

A Guide to Fervent Prayer Traduzido do original em Inglês A Guide to Fervent Prayer By A. W. Pink A presente tradução consiste somente na Introdução da obra supracitada Via: PBMinistries.org (Providence Baptist Ministries) Tradução

Leia mais

Moisés e Hobabe. M. M Cheyne

Moisés e Hobabe. M. M Cheyne Moisés e Hobabe. R. M. M Cheyne Disse então Moisés a Hobabe, filho de Reuel, o midianita, sogro de Moisés: Nós caminhamos para aquele lugar, de que o Senhor disse: Vo-lo darei; vai conosco e te faremos

Leia mais

Chosen to Salvation & Called With an Holy Calling

Chosen to Salvation & Called With an Holy Calling Traduzido do original em Inglês Chosen to Salvation & Called With an Holy Calling By R. M. M'Cheyne Via: GraceOnlineLibrary.org & EternalLifeMinistries.org Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa por

Leia mais

DÚVIDA. A dúvida e seu impacto nas nossas vidas. 3 de 4. Pedro Siena & Eduardo Carvalho

DÚVIDA. A dúvida e seu impacto nas nossas vidas. 3 de 4. Pedro Siena & Eduardo Carvalho DÚVIDA A dúvida e seu impacto nas nossas vidas 3 de 4 Pedro Siena & Eduardo Carvalho Nossos Encontros 1 Dúvida 2 Foco 3 Fundamentos 4 4 Discernimento Ação Ação Discernimento Fundamentos Foco Dúvida Ação

Leia mais

R I S T O MISERICORDIOSO SUMO SACERDOTE

R I S T O MISERICORDIOSO SUMO SACERDOTE . C R I S T O MISERICORDIOSO SUMO SACERDOTE. Traduzido do original em Inglês Christ, Merciful High Priest By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray

Leia mais

DEUS, A MELHOR PORÇÃO DO CRISTÃO

DEUS, A MELHOR PORÇÃO DO CRISTÃO DEUS, A MELHOR PORÇÃO DO CRISTÃO Jonathan Edwards Traduzido do original em Inglês God The Best Portion Of The Christian By Jonathan Edwards Via: CCEL.org (Christian Classics Ethereal Library) Tradução

Leia mais

A Bíblia e Seus Atributos. William R. Downing

A Bíblia e Seus Atributos. William R. Downing A Bíblia e Seus Atributos William R. Downing. Traduzido do original em Inglês A Catechism on Bible Doctrine (Version 1.7) An Introductory study of Bible Doctrine in the Form of a Catechism with Commentary

Leia mais

Traduzido do original em Inglês. The Narrow Way. By A. W. Pink. Via: ChapelLibrary.org Copyright Chapel Library

Traduzido do original em Inglês. The Narrow Way. By A. W. Pink. Via: ChapelLibrary.org Copyright Chapel Library A. W. Pink Traduzido do original em Inglês The Narrow Way By A. W. Pink Via: ChapelLibrary.org Copyright Chapel Library Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa por William Teixeira 1ª Edição: Fevereiro

Leia mais

UM COMENTÁRIO DA CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689, POR GARY MARBLE CAPÍTULO 4, SOBRE A CRIAÇÃO

UM COMENTÁRIO DA CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689, POR GARY MARBLE CAPÍTULO 4, SOBRE A CRIAÇÃO UM COMENTÁRIO DA CONFISSÃO DE FÉ BATISTA DE 1689, POR GARY MARBLE CAPÍTULO 4, SOBRE A CRIAÇÃO Traduzido do original em Inglês A Layman s Commentary of the 1689/1677 Second London Baptist Confession of

Leia mais

N o v o N a s c i m e n t o George Whitefield

N o v o N a s c i m e n t o George Whitefield N o v o N a s c i m e n t o George Whitefield Traduzido do original em Inglês Regeneration By George Whitefield Texto original via: CCEL.org (Christian Classics Ethereal Library) Tradução por José Antônio

Leia mais

ORAÇÃO PARTICULAR. A. W. Pink

ORAÇÃO PARTICULAR. A. W. Pink ORAÇÃO PARTICULAR A. W. Pink Traduzido do original em Inglês Private Prayer By A. W. Pink Via: EternalLifeMinistries.org Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa por William Teixeira 1ª Edição: Dezembro

Leia mais

AS CARACTERÍSTICAS DO VERDADEIRO CRISTÃO

AS CARACTERÍSTICAS DO VERDADEIRO CRISTÃO AS CARACTERÍSTICAS DO VERDADEIRO CRISTÃO Transcrição feita a partir das legendas do vídeo, As Marcas do Verdadeiro Cristão (Vimeo.com/13974507) Por: Paul Washer HeartCry Missionary Society http://hcmissions.com

Leia mais

A Excelência do Casamento. A. W. Pink

A Excelência do Casamento. A. W. Pink A Excelência do Casamento A. W. Pink Traduzido do original em Inglês The Excellence of Marriage Hebrews 13:4 By A. W. Pink Via: Monergism.com & StudyLight.org Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa

Leia mais

A VIDA E O MINISTÉRIO DE CHARLES SPURGEON

A VIDA E O MINISTÉRIO DE CHARLES SPURGEON A VIDA E O MINISTÉRIO DE CHARLES SPURGEON JOHN PIPER Traduzido do original em Inglês The Life and Ministry of Charles Spurgeon By John Piper Via: DesiringGod.org 2015 Desiring God Foundation Tradução e

Leia mais

Um Filho Honra o Seu Pai. R. M. M Cheyne

Um Filho Honra o Seu Pai. R. M. M Cheyne Um Filho Honra o Seu Pai. R. M. M Cheyne Traduzido do original em Inglês A Son Honoreth His Father By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne

Leia mais

TORNOU-SE POBRE PELOS PECADORES

TORNOU-SE POBRE PELOS PECADORES . C R I S T O TORNOU-SE POBRE PELOS PECADORES. Traduzido do original em Inglês Christ Became Poor for Sinners By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert

Leia mais

CREMOS NA NECESSIDADE DO NOVO NASCIMENTO CURSO DE FORMAÇÃO DE LÍDERANÇA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM MOSSORÓ

CREMOS NA NECESSIDADE DO NOVO NASCIMENTO CURSO DE FORMAÇÃO DE LÍDERANÇA IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM MOSSORÓ IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS EM MOSSORÓ CREMOS NA NECESSIDADE DO NOVO CURSO DE FORMAÇÃO DE LÍDERANÇA NASCIMENTO Pb. Márcio Tarcísio Mendonça Ferreira 5º) NA NECESSIDADE ABSOLUTA DO PELA GRAÇA DE

Leia mais

E N H O R QUERÍAMOS VER A JESUS

E N H O R QUERÍAMOS VER A JESUS . S E N H O R QUERÍAMOS VER A JESUS. Traduzido do original em Inglês Sir, We Would See Jesus By R. M. M'Cheyne Extraído da obra original, em volume único: The Sermons of the Rev. Robert Murray M'Cheyne

Leia mais

AS CONVICÇÕES EVANGÉLICAS DE BENJAMIN KEACH

AS CONVICÇÕES EVANGÉLICAS DE BENJAMIN KEACH AS CONVICÇÕES EVANGÉLICAS DE BENJAMIN KEACH TOM HICKS Traduzido do original em Inglês The Evangelical Convictions of Benjamin Keach By Tom Hicks Via: Founders.org Tradução e Capa por William Teixeira Revisão

Leia mais

O MISTÉRIO DA PIEDADE JOÃO CALVINO

O MISTÉRIO DA PIEDADE JOÃO CALVINO O MISTÉRIO DA PIEDADE JOÃO CALVINO Traduzido do Inglês The Mystery of Godliness By John Calvin Via: ReformedSermonArchives.com Tradução e Capa por Camila Almeida Revisão por William Teixeira 1ª Edição:

Leia mais

27/02/2017. CUIDADO Algumas pessoas não conseguem entender o que significa fé. O que é fé e por que ela é importante? O QUE AS PESSOAS DIZEM

27/02/2017. CUIDADO Algumas pessoas não conseguem entender o que significa fé. O que é fé e por que ela é importante? O QUE AS PESSOAS DIZEM FÉ: Primeiro você coloca o pé, depois Deus coloca o chão. CUIDADO Algumas pessoas não conseguem entender o que significa fé. O que é fé e por que ela é importante? O QUE AS PESSOAS DIZEM Para muitos, a

Leia mais

O QUE É UM AVIVAMENTO? C. H. SPURGEON

O QUE É UM AVIVAMENTO? C. H. SPURGEON O QUE É UM AVIVAMENTO? C. H. SPURGEON Traduzido do original em Inglês What is a Reavival? By Charles Haddon Spurgeon Via: Spurgeon.org Tradução por Camila Almeida Revisão e Capa por William Teixeira 1ª

Leia mais