REGULAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS

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1 Sistema de Drenagem e Tratamento de Águas Residuais do Município de Matosinhos REGULAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS REGULAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS DO MUNICÍPIO DE MATOSINHOS

2 TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS ARTº 1º (Objecto e âmbito) O presente regulamento estabelece as normas do serviço de drenagem, tratamento e destino final das águas residuais do Município de Matosinhos e aplica-se a todos os utentes, públicos ou privados, que utilizem o sistema. ARTº 2º (Conceitos) Para efeitos do presente regulamento considera-se: a) Entidade gestora - Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento da Câmara Municipal de Matosinhos. b) Sistema - Rede geral de drenagem de águas residuais, composto por canalizações, peças acessórias e equipamentos, em geral assentes na via pública, destinado a recolher as águas residuais dos aglomerados populacionais e/ou, das unidades industriais que, depois de tratados, conduzi-las a local apropriado. c) Instalação interna - Conjunto de dispositivos sanitários e canalizações existentes no interior do prédio, até ao ramal de ligação. d) Ramal de ligação - Troço de canalização privativa do serviço de um ou mais prédios, compreendido entre o seu limite e o colector da rede geral de drenagem. e) Colector - Conduta destinada à recolha e condução dos efluentes desde os ramais de ligação a um sistema de tratamento. f) ETAR - Estação de Tratamento de Águas Residuais. g) Exutor - Emissário Submarino que lança os efluentes tratados no Oceano. h) Águas Residuais Domésticas - As águas residuais de serviços e instalações residenciais, comerciais hoteleiras e similares, essencialmente provenientes do metabolismo humano e de actividades domésticas; 2

3 i) Águas Residuais Industriais - As águas residuais não compreendidas nas águas residuais domésticas. ARTº 3º (Objectivos) Com o presente regulamento pretende-se regular a ligação dos ramais à rede pública de colectores, condicionando as descargas à observância de valores limites, dos caudais e cargas poluentes, compatíveis com a capacidade dos próprios colectores e com os sistemas de tratamento, garantindo que os efluentes rejeitados por estes possuam concentração de cargas poluentes iguais ou inferiores às previstas no Decreto-Lei 236/98 de 1 de Agosto e no presente Regulamento. ARTº 4º (Competência) A exploração do sistema é da competência da Câmara Municipal de Matosinhos, que a exercerá através dos Serviços Municipalizados de Águas e Saneamento, a seguir designado por Entidade gestora. ARTº 5º (Obrigações da entidade gestora) 1. No âmbito das suas atribuições compete à Entidade gestora: a) promover uma adequada condução das águas residuais nas ruas, zonas e locais abrangidos pelo sistema; b) reparar e remodelar a rede e manter em bom funcionamento todos os órgãos e equipamentos do sistema de drenagem e desembaraço de águas residuais e de lamas; c) ampliar a rede sempre que o julgue conveniente em função dos meios técnicos disponíveis; d) submeter as componentes do sistema, antes de entrarem em serviço, a ensaios que assegurem o seu bom funcionamento; e) manter actualizada informação relativa à flutuação de caudais nas secções mais importantes da rede de colectores, bem como os indicadores físicos, químicos e biológicos das águas residuais, com periodicidade a definir pelo Conselho de 3

4 Administração dos Serviços Municipalizados, com base em indicadores populacionais e indicadores estruturais inerentes à concepção do sistema de drenagem; f) para esse efeito, deverão ser previstas disposições construtivas para medição e registos, nos seguintes locais: f.1) à entrada das estações de tratamento; f.2) na descarga final no meio receptor; f.3) nas estações elevatórias; f.4) imediatamente a jusante de zonas ou instalações industriais; f.5) em pontos estratégicos da rede de colectores. 2. Nos loteamentos urbanos abrangidos pelo sistema, a competência a que alude a alínea b) anterior é da responsabilidade do respectivo loteador até que as obras de urbanização sejam recebidas definitivamente pela entidade gestora, nos termos legais. Artº 6º (Carácter ininterrupto do sistema) 1. O sistema estará em funcionamento ininterruptamente, salvo casos de força maior, ou fortuitos, como avarias, acidente ou remodelação, em qualquer órgão do sistema, obstrução, falta de energia eléctrica e outros. 2. Os utentes da rede não terão direito a receber qualquer indemnização pelos prejuízos ou transtornos que lhes resultem de deficiências ou interrupções na drenagem dos efluentes por motivo de força maior ou fortuito, e ainda por descuidos e defeitos ou avarias nas instalações particulares. 3. Sempre que possível, a Entidade gestora avisará prévia e publicamente os utentes da rede de saneamento quando haja necessidade de interromper a condução dos efluentes por motivo de obras sem carácter de urgência. 4. Compete aos utentes tomar, em todos os casos, as providências necessárias para atenuar, eliminar ou evitar as perturbações ou acidentes durante a execução dos trabalhos, por forma a que os mesmos se possam executar em boas condições e no mais curto espaço de tempo. Artº 7º (Descargas proibidas) É proibido introduzir no sistema: a) matérias explosivas ou inflamáveis; 4

5 b) matérias radioactivas em concentrações consideradas inaceitáveis pelas entidades competentes; c) efluentes de laboratórios ou de instalações hospitalares, ou similares, que, pela sua natureza química ou microbiológica, constituam elevado risco para a saúde pública ou, para a conservação das tubagens; d) entulhos, areias ou cinzas; e) efluentes a temperaturas superiores às admitidas; f) lamas extraídas de fossas sépticas e gorduras ou óleos de câmaras retentoras ou dispositivos similares, que resultem de operações de manutenção; g) quaisquer outras substâncias que, de uma maneira geral, possam obstruir ou danificar as canalizações e seus acessórios ou ponham em risco o funcionamento dos diversos órgãos ou equipamentos do sistema; 5

6 TÍTULO II UTENTES DOMÉSTICOS E ESTABELECIMENTOS COMERCIAIS, HOTELEIROS E SIMILARES CAPÍTULO I LIGAÇÃO AO SISTEMA ARTº 8º (Estabelecimento obrigatório das canalizações interiores) 1. Em toda a área do município abrangida pelo sistema é obrigatório estabelecer, em todos os prédios construídos ou a construir, as canalizações ou os dispositivos interiores necessários à correcta drenagem das águas residuais e, bem assim, ligá-los ao sistema através de ramais de ligação. 2. Será instalado a montante do referido ramal, uma grelha de dimensão e malha adequada, por forma a evitar o transporte de sólidos grosseiros em suspensão e corpos flutuantes, com vista à protecção de canalizações, válvulas e outros equipamentos instalados a jusante. As dimensões dessas grelhas serão de forma a garantir uma velocidade de escoamento na secção útil, compreendida entre 0,50 e 0,80 m/s. 3. O estabelecimento e a conservação daquelas instalações serão realizados, em regra, pelos proprietários ou usufrutuários dos prédios, a cargo de quem ficarão as respectivas despesas. 4. Logo que a ligação à rede geral entre em funcionamento, os proprietários ou usufrutuários dos prédios onde existam fossas sépticas e poços absorventes são obrigados a entulhá-los dentro de trinta dias, depois de esvaziados e devidamente desinfectados, devendo as matérias retiradas ser conduzidas para local adequado. 5. É proibido construir fossas ou sumidouros em toda a área do município abrangida pelo sistema. 6. Os prédios abandonados ou em estado de manifesta ruína, ou em vias de expropriação, ficam isentos da obrigação prevista no número 1 deste Artº. 7. São proibidas as ligações de águas pluviais ao sistema. 6

7 III. 8. Às águas residuais industriais será aplicado o regime previsto no Título ARTº 9º (Equipamento sanitário) compreende: 1. O equipamento sanitário a que se refere o nº 1 do Artº anterior a) instalações interiores do prédio, abrangendo, aparelhos sanitários, seus ramais de descarga, tubo ou tubos de queda e ventilação e canalização até à via pública para condução das águas residuais. b) instalações exteriores do prédio, compreendidas entre o seu limite e os colectores gerais de águas residuais, abrangendo as câmaras de visita e de inspecção necessárias e os respectivos ramais de ligação dos efluentes aos referidos colectores. 2. As instalações a que se refere o número anterior deverão ter em conta a legislação em vigor. Artº 10º (Execução das obras e seus encargos) 1. Os encargos resultantes da execução das obras a que se refere o número anterior serão, inteiramente suportados pelos proprietários ou usufrutuários dos prédios. 2. A execução das obras será feita da forma seguinte: a) as instalações interiores, pelos proprietários ou usufrutuários dos prédios; b) os ramais de ligação às redes gerais, assentes na via pública, pelos serviços competentes da Entidade gestora, que cobrará a importância da respectiva despesa, acrescida de 15% para administração, mediante a apresentação da factura em que indicará a importância correspondente ao material utilizado e as importâncias referentes à mão-deobra e outros encargos; c) para ramais com um comprimento máximo de 10 metros e, ou número de dispositivos não superiores a 80, o utente pagará um preço fixo, em função do número de dispositivos, constante do ANEXO A, que será actualizado anualmente pela Entidade gestora. 7

8 3. A conservação, a reparação e a renovação das instalações sanitárias interiores competem aos proprietários ou usufrutuários dos prédios. Exceptua-se a reparação de pequenas avarias, resultantes do uso corrente dessas instalações pelos inquilinos, que compete a estes. 4. A reparação e a conservação correntes e a renovação dos ramais de ligação são da responsabilidade da Entidade gestora. Artº 11º (Prazo de ligação) 1. É fixado em seis meses, a contar da data da entrada em vigor deste regulamento, o prazo para a execução das obras referidas no artº 8º, nos locais onde já exista rede geral. 2. Para os prédios em construção, ou a construir, o prazo para execução das obras é o da validade da licença de construção e suas prorrogações. 3. Nos locais onde ainda não exista rede geral, e ela venha a ser instalada posteriormente à data da entrada em vigor deste regulamento, é fixado o prazo de seis meses para proceder às referidas obras, contando-se a partir da publicitação a que se refere o número seguinte. 4. A Entidade gestora fará constar, através de cartas ou de editais colocados nos locais de estilo, a execução das redes onde elas ainda não existam, e à medida que elas forem sendo concluídas, bem como o prazo que os utentes têm para proceder à realização das obras referidas no artº 8º. 5. Quando os trabalhos a que se refere o ponto 3. deste Artº não forem executados pelos proprietários ou usufrutuários dentro dos prazos estabelecidos, poderá a Entidade gestora, após notificação escrita, executá-los directamente, por conta dos proprietários ou usufrutuários. 6. Caso os proprietários ou usufrutuários se oponham à realização das obras, a Entidade gestora requisitará o auxílio da força pública ou das autoridades ou providenciará pela posse administrativa, de acordo com a legislação aplicável. 7. Do início e do termo dos trabalhos feitos pela Entidade gestora nos termos do número anterior, serão os proprietários ou usufrutuários dos prédios avisados por carta registada, com aviso de recepção. 8

9 8. A cobrança da respectiva despesa, acrescida do custo do projecto e de 15% para administração, será efectuada no prazo de trinta dias a contar da apresentação da respectiva conta. 9. Quando as obras forem executadas pela Entidade gestora em prédios arrendados, segue-se o regime previsto na legislação especial aplicável. Artº 12º (Projecto das canalizações privativas) O projecto das canalizações privativas, as peças que o hão-de instruir, o traçado e o calibre das canalizações, as características dos materiais e outros elementos de ordem técnica necessários à aprovação pela Entidade gestora têm de estar de acordo com as normas aplicáveis, nomeadamente, o Regulamento Geral das Canalizações de Esgoto, o RGEU ou a legislação que o revogue. Artº 13º (Ligações proibidas) 1. É proibida a ligação entre sistemas de distribuição de água potável dos prédios e as suas canalizações de drenagem de águas residuais que possa permitir o retrocesso dos esgotos nas canalizações daquele sistema. Artº 14º (Elaboração do traçado) habilitados. 1. A elaboração do traçado deverá ser feita por técnicos legalmente 2. Nos prédios já existentes à data da construção das redes de águas residuais poderá a Entidade gestora consentir no aproveitamento total ou parcial das instalações sanitárias interiores porventura já existentes, se, após vistoria requerida pelos seus proprietários ou usufrutuários, for verificado que elas se encontram construídas em conformidade com a legislação actual. Artº 15º (Técnicos competentes para a execução das canalizações interiores) 9

10 1. As obras de canalizações interiores de águas residuais e instalações sanitárias deverão ser executadas por canalizadores em nome individual, ou em representação de empresas habilitadas, podendo as pessoas singulares inscrever-se na Entidade gestora nos termos dos números seguintes. 2. Para efeitos deste Artº, a Entidade gestora disporá de um livro de registo, no qual serão inscritos, por si, ou pelas empresas que representam, os canalizadores que o requeiram e sejam considerados profissionais habilitados. 3. A importância a cobrar por cada inscrição individual será fixada anualmente pelo Conselho de Administração da Entidade gestora. 4. A inscrição será feita segundo norma a fornecer pela Entidade gestora e, para ser admitida, é necessário que o canalizador apresente a carteira profissional ou atestado de competência emitido por uma firma de comprovada idoneidade. 5. Serão considerados eliminados do livro de registo a que se refere o número 2 os canalizadores ou empresas que, nos termos deste regulamento, tenham sofrido aplicação de coimas que, somadas, excedam importância a fixar anualmente pelo Conselho de Administração da Entidade gestora. Artº 16º (Fiscalização) A execução das instalações interiores de águas residuais e instalações sanitárias fica permanentemente sujeita à fiscalização dos serviços competentes da Entidade gestora, os quais verificarão se a obra está a ser executada de acordo com o projecto aprovado. Artº 17º (Comunicação do início e conclusão da obra) 1. O técnico responsável pela execução da obra deverá comunicar à Entidade gestora, por escrito, o seu início e conclusão, para efeitos de fiscalização, vistoria e ensaio. 2. A comunicação do início da obra deverá ser feita com a antecedência de três dias úteis. 3. Salvo os casos de comprovada impossibilidade, os serviços competentes da Entidade gestora efectuarão a vistoria e o ensaio das canalizações no prazo de oito dias após a recepção da comunicação da conclusão da obra, na presença do técnico responsável pela execução da mesma. 10

11 4. Depois de efectuados a vistoria e o ensaio referidos no número anterior, a Entidade gestora certificará a aprovação da obra, desde que tenha sido executada nos termos do projecto aprovado e satisfeitas as condições do ensaio. 5. O ensaio a que se refere o ponto anterior, destina-se a verificar a perfeição do trabalho de assentamento e total estanquidade do sistema. Artº 18º (Cobertura das canalizações) 1. Nenhuma canalização de águas residuais poderá ser coberta sem que tenha sido previamente vistoriada, ensaiada e aprovada nos termos deste regulamento. 2. No caso de qualquer sistema de canalização interior ter sido coberto, no todo ou em parte, antes de inspeccionado, ensaiado e aprovado, o técnico responsável pela obra, sem prejuízo da aplicação da coima a que houver lugar, será intimado a fazer descobrir as canalizações, após o que deverá ser feito por esta nova comunicação para efeitos de vistoria e ensaio. 3. Nenhuma canalização interior poderá ser ligada ao sistema sem que estejam satisfeitas as condições preceituadas neste Regulamento e na legislação aplicável. 4. A licença de utilização de novos prédios só poderá ser concedida pela Câmara Municipal depois da Entidade gestora confirmar que as canalizações vistoriadas e ensaiadas estão de acordo com as disposições legais e com o presente regulamento. Artº 19º (Da responsabilidade) A aprovação das canalizações interiores não envolve qualquer responsabilidade para a Entidade gestora por danos causados por roturas nas referidas canalizações ou por mau funcionamento dos aparelhos sanitários. 11

12 CAPÍTULO II TARIFAS Artº 20º (Tarifas de inspecção e ensaio) Pela inspecção e ensaio das canalizações são devidas as tarifas constantes do Anexo B, aprovadas anualmente pela Entidade gestora. Artº 21º (Tarifa de ligação) 1. Por cada ligação, a Entidade gestora cobrará, para além das despesas relativas à construção do respectivo ramal, previstas no artº 10º, uma tarifa de ligação, calculada com base no valor patrimonial, fixada anualmente pela Entidade gestora e que constará do Anexo B ao presente regulamento. 2. A tarifa será paga, por uma só vez, aquando do pedido de ligação, pelo proprietário ou usufrutuário do prédio, ou ainda, do requerente da licença, quando for o caso. Artº 22º (Estimativa e correcção) normas: O cálculo do valor da tarifa de ligação far-se-á de acordo com seguintes a) pelo valor fixado pela Repartição de Finanças competente; b) quando o valor patrimonial dos prédios urbanos novos não tiver sido ainda fixado pela Repartição de Finanças, a Entidade gestora estimá-lo-á ao abrigo de regras similares às aplicadas pela Repartição de Finanças; c) o valor da tarifa de ligação calculado segundo o disposto na alínea anterior será corrigido, para mais ou para menos, assim que a Repartição de Finanças tenha fixado o respectivo valor patrimonial. 12

13 Artº 23º (Tarifa de utilização) 1. A Entidade gestora cobrará uma tarifa de utilização, a título de comparticipação nos custos gerais de exploração e conservação do sistema, em função do volume de água consumida por cada fogo, ou unidade de ocupação. 2. Esta tarifa é devida pelos consumidores de água e será fixada anualmente pela Entidade gestora, sendo paga mensalmente conjuntamente com a factura do consumo de água, fazendo parte integrante do mesmo título de cobrança. 3. Nos locais não servidos pelo sistema os utentes pagarão igual tarifa de utilização, como comparticipação na limpeza e vazamento das fossas sépticas e poços absorventes, sempre que a sua realização seja efectuada pela Entidade Gestora. 4. A cobrança voluntária e coerciva da tarifa de utilização rege-se pelas normas aplicáveis à cobrança das facturas de consumo de água. 13

14 TÍTULO III UTILIZADORES INDUSTRIAIS E SIMILARES CAPÍTULO I (LIGAÇÃO AO SISTEMA) Artº 24º (Da possibilidade de ligação ao sistema) As empresas industriais e as empresas agrícolas, pecuárias ou similares, poderão, nas condições previstas neste regulamento, requerer à Entidade gestora autorização para a descarga das suas águas residuais de tipo não doméstico no sistema. ARTº 25º (Da ligação conjunta dos efluentes domésticos) 1º - Os esgotos domésticos das unidades industriais poderão ser rejeitados para o sistema conjuntamente com as águas industriais autorizadas. É proibido lançar águas pluviais e de refrigeração no sistema. 2º - As águas residuais industriais provenientes de circuitos de refrigeração que não tenham tido degradação significativa na sua qualidade, podem ser lançadas na rede pluvial. ARTº 26º (Autorização de ligação ao sistema) A Entidade gestora decidirá da possibilidade de admissão das descargas referidas no artº 24º e fixará as respectivas condições, na Autorização de Ligação ao sistema, e que figurarão no contrato a celebrar com os utentes. ARTº 27º (Instrução do requerimento de ligação) 1º - O requerimento deverá ser acompanhado de um estudo de caracterização qualitativa e quantitativa dos efluentes, baseado em medições de caudais e 14

15 análises representativas das descargas, incluindo as suas variações temporais, devidamente efectuada por entidades credenciadas. 2º - Do requerimento deverá obrigatoriamente constar o formulário estabelecido no anexo D, onde estarão descriminados os valores do caudal médio diário, do caudal máximo diário, do caudal máximo horário, da carência bioquímica de oxigénio, dos sólidos em suspensão e da carência química de oxigénio. 3º - As determinações de caudal serão efectuadas durante um período de laboração de um dia com intervalos não superiores a uma hora. O requerimento deverá incluir descrição breve da técnica de medição adoptada e a data e as horas de campanha. 4º - As colheitas serão estabelecidas de modo a que se obtenham amostras instantâneas a intervalos de uma hora a hora e meia, para obtenção de uma amostra composta final, fixando-se desde início exactamente o intervalo de tempo adoptado, ao longo de cada período de laboração diária, em dias e horas representativas da própria actividade industrial, de forma a representar objectivamente o perfil de carga poluente dessa mesma unidade. 5º - As análises das amostras recolhidas devem estar conformes os métodos indicados no Decreto-Lei 236/98 ou os indicados no Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater - APHA, AWWA e WPCF, através da sua mais recente edição. 6º - No caso específico da determinação do parâmetro carência bioquímica de oxigénio, a sua avaliação será estabelecida a partir da 1ª amostra instantânea, a qual será assim tida como representativa desse parâmetro. 7º - A Entidade gestora deverá ser informada antecipadamente das datas de realização das campanhas de medição de caudais e de caracterização das águas residuais para efeitos de fiscalização, reservando o direito de mandar analisar os duplicados das amostras compostas, recolhidas em 24 horas, em laboratório da sua escolha e a expensas do requerente. ARTº 28º (Descargas proibidas) Sem prejuízo de legislação especial, é interdito o lançamento nas redes de drenagem pública de águas residuais, qualquer que seja o seu tipo, directamente ou por intermédio de canalizações prediais, de: a) matérias explosivas ou inflamáveis; b) matérias radioactivas em concentrações consideradas inaceitáveis pelas entidades competentes; 15

16 c) efluentes de laboratórios ou de instalações hospitalares que, pela sua natureza química ou microbiológica, constituam um elevado risco para a saúde pública ou para a conservação das tubagens; d) entulhos, areias ou cinzas; e) efluentes a temperaturas superiores a 30ºC; f) lamas extraídas de fossas sépticas e gorduras ou óleos de câmaras retentoras ou dispositivos similares, que resultem das operações de manutenção; g) gases ou outros componentes que possam dar lugar a misturas tóxicas inflamáveis e explosivas com o ar, ou que solidifiquem ou se tornem especialmente viscosas entre 0 e 35ºC. h) efluentes de unidades industriais que contenham: h.1) compostos cíclicos hidroxilados e seus derivados halogenados; h.2) matérias sedimentáveis, precipitáveis e flutuantes que, por si ou após mistura com outras substâncias existentes nos colectores, possam pôr risco a saúde dos trabalhadores ou as estruturas dos sistemas; h.3) substâncias que impliquem a destruição dos processos de tratamento biológico; h.4) substâncias que possam causar a destruição dos ecossistemas aquáticos ou terrestres nos meios receptores, h.5) quaisquer substâncias que estimulem o desenvolvimento de agentes patogénicos. g) quaisquer outras substâncias, nomeadamente sobejos de comida e outros resíduos, triturados ou não, que possam obstruir ou danificar colectores e os acessórios ou inviabilizar o processo de tratamento; Artº 29º (Descargas Condicionadas) 1º - As águas residuais cujas características se não conformem com os parâmetros de qualidade constantes da tabela do Anexo C deverão ser submetidos a um prétratamento apropriado por parte do utente, por forma a que seja possível a sua descarga no sistema nas condições exigidas, pela Entidade gestora. 16

17 2º - a) As águas residuais das indústrias alimentares, de fermentação e de destilaria, só são admitidas nos colectores públicos desde que seja analisada a necessidade, caso a caso, de pré-tratamento. b) As águas residuais das indústrias de lacticínios só podem ser admitidas nos colectores públicos se forem depuradas em conjunto com elevado volume de águas residuais domésticas, de modo a garantir-se um grau de diluição aceitável. c) As águas residuais das indústrias de azeite, designadas por águas ruças, não podem ser conduzidas para as redes públicas de drenagem, devendo promover-se o seu transporte a local adequado. d) As águas residuais das industrias de matadouros e de pecuária, só podem ser admitidas nos colectores públicos se sofrerem pré-tratamento adequado e se o seu volume for compatível com a diluição necessária nas águas residuais domésticas. 3º - a) As águas residuais das indústrias do tabaco, madeira, produtos florestais, têxteis e motores, só podem ser admitidas nos colectores públicos desde que seja analisada a necessidade, caso a caso, de pré-tratamento. b) As águas residuais das indústrias de celulose e papel não devem ser tratadas em conjunto com as águas residuais domésticas. c) As águas residuais das indústrias metalúrgicas, de petróleo e seus derivados, não devem ser admitidas nos colectores públicos. d) As águas residuais das industrias químicas e farmacêuticas, dada a sua variedade, só podem ser aceites nos colectores públicos se se provar previamente que, com ou sem pré-tratamento, são susceptíveis de tratamento conjunto com as águas residuais domésticas. e) As águas residuais das indústrias de galvanoplastia devem ser tratadas, não sendo permitida a incorporação destas águas residuais nos colectores públicos, a menos que na totalidade, representem menos de 1% do volume das águas residuais. f) Nas indústrias de pesticidas, devem prever-se sistemas de tratamento adequados, antes de se fazer a sua junção no colector público. g) As águas residuais das indústrias de resinas sintéticas só podem ser descarregadas nos colectores públicos se o seu teor em fenol for inferior a 100 mg/l. h) As águas residuais das indústrias de borracha podem sofrer a adição de nutrientes para permitir depuração biológica conjunta. i) As águas residuais das indústrias metalomecânica podem ser aceites nos colectores públicos, desde que representem uma pequena fracção do efluente doméstico. 17

18 j) As águas residuais das indústrias extractivas e afins devem ser objecto de exame, caso a caso, relativamente aos processos químicos e físicos com que estão relacionadas, e ser tratadas em instalações com elevado grau de automatização. 4º - As águas residuais das instalações de estações de serviço e oficinasauto, só podem ser admitidas nos colectores públicos se sofrerem pré-tratamento adequado, em conformidade com os parâmetros qualitativos específicos (óleos minerais e óleos e gorduras) definidos no Anexo C. ARTº 30º (Limites do caudal de ponta) 1. O caudal de ponta, não poderá ser excedido em mais de 25%, da média dos caudais médios diários nos dias de laboração do mês de maior actividade. 2. As descargas cujos caudais de ponta não sejam compatíveis com a capacidade de transporte disponível nos colectores ou cujas flutuações diárias ou sazonais sejam susceptíveis de não obedecer a essa condição e, ou, perturbar o funcionamento da ETAR, deverão ser submetidas a regularização ou homogeneização, sujeitas a aprovação da Entidade gestora. Artº 31º (Descargas Acidentais) Os utentes industriais tomarão todas as medidas necessárias preventivas para que não ocorram descargas acidentais que possam infringir os condicionamentos de manutenção e exploração do pessoal e do sistema. Artº 32º (Situações de Emergência) 1. Em consequência de descargas perigosas motivadas por acidente, estas deverão ser comunicadas à Entidade gestora para evitar ou reduzir danos daí eventualmente resultantes. 2. O utente, uma vez verificada a situação de emergência, utilizará todos os meios ao seu alcance para reduzir ao máximo os seus efeitos. 18

19 3. A Entidade gestora estabelecerá, para o efeito, o procedimento a seguir nestes casos de emergência. 4. Os custos das operações a que dão lugar estes acidentes, limpeza, remoção, reparação das redes e instalações, e outros, serão imputados ao utente, independentemente de outras responsabilidades em que incorrerem. Artº 33º (Normas de Apresentação dos Projectos) 1. O Projecto da Estação de Pré-Tratamento das Águas Residuais, referido no Artº 29º será apresentado em triplicado e deverá conter, pelo menos, os seguintes elementos: Peças Escritas: a) - Fluxograma das actividades industriais com indicação dos pontos de utilização de água e descarga dos efluentes; b) - Matérias primas e seus consumos anuais; c) - Produtos e subprodutos bem como a sua quantidade anual; d) - Consumo de água mensal e anual; e) - Características qualitativas das águas residuais; f) - Fluxograma do processo de pré-tratamento; g) - Fluxograma do circuito de by-pass ao processo de pré-tratamento; h) - Dimensões das unidades de tratamento e especificações do equipamento; i) - Eficácia prevista para o pré-tratamento e qualidade da descarga; j) - Estimativa orçamental do sistema de pré-tratamento. Peças Desenhadas: a) - Localização da unidade industrial (à escala 1:5000 ou 1:1000); b) - Planta com instalação do estabelecimento industrial (escala superior a 1:1000); c) - Implantação geral do sistema de pré-tratamento, com indicação do ponto de descarga final (escala superior 1:2000); d) - Circuitos hidráulicos do sistema de pré-tratamento. 2. O requerente deverá submeter os seguintes documentos, também em triplicado, acompanhados com o projecto de pré-tratamento para a aprovação: a) - Aprovação da localização do estabelecimento industrial; 19

20 b) - Licença industrial; c) - Autorização dos proprietários dos terrenos por onde passa a conduta de descarga a montante da ligação. Artº 34º (Medições de Caudais e Fiscalização das Descargas) 1. A medição de caudais residuais terá de ser controlada de modo a avaliar efectivamente o efluente descarregado no sistema. 2. Os caudais e parâmetros de qualidade constantes da autorização de ligação devem ser susceptíveis de medição e fiscalização pela Entidade gestora, em caixa interceptora do ramal de ligação, adequada a esse fim e com medidor de caudal fornecido e instalado por ela. 3. Em caso algum, poderá ser impedido o acesso de agentes devidamente credenciados e identificados, à caixa interceptora do ramal de ligação. 4. A não observância desta disposição, para além da aplicação da coima a que houver lugar, constitui motivo suficiente para proceder ao corte de ligação ao sistema e, ou, interrupção do fornecimento de água. ARTº 35º (Outros pontos de medição) A Entidade gestora poderá determinar outros pontos de medição, caso o julgue indispensável para avaliação correcta das descargas. ARTº 36º (Auto de fiscalização) 1. Será lavrado em cada uma das acções de fiscalização, um auto descrevendo todo o desenvolvimento da referida acção (data, hora, local, intervenientes, unidade, operações e controlo efectuado, análises realizadas ou a realizar e outras observações). 2. De cada colheita a Entidade gestora estabelecerá três réplicas de uma amostra-mãe, sendo uma para a própria Entidade gestora levar a cabo a sua análise, outra para o utente industrial proceder também a uma análise, caso o deseje, e a terceira, lacrada 20

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