Classificação DOS EMPREENDIMENTOS DE TURISMO NO ESPAÇO RURAL:

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1 O conteúdo informativo disponibilizado pela presente ficha não substitui a consulta dos diplomas legais referenciados e da entidade licenciadora. FUNCHAL CAE Rev_3: TURISMO NO ESPAÇO RURAL NOÇÃO: Empreendimentos de Turismo no Espaço Rural: Os estabelecimentos que se destinam a prestar, em espaços rurais, serviços de alojamento a turistas, dispondo para o seu funcionamento de um adequado conjunto de instalações, estruturas, equipamentos e serviços complementares, tendo em vista a oferta de um produto turístico completo e diversificado no espaço rural. Podem ainda como complemento, exercer atividades de animação turística que se destinem exclusivamente à ocupação dos tempos livres dos seus utentes e contribuam para a divulgação das características, produtos e tradições em que os mesmos se situam. Classificação DOS EMPREENDIMENTOS DE TURISMO NO ESPAÇO RURAL: a) Casas de Campo Os imóveis situados em aldeias e espaços rurais que prestem serviços de alojamento a turistas e se integrem, pela sua traça, materiais de construção e demais caraterísticas, na arquitetura típica local; b) AgroTurismo Os imóveis situados em explorações agrícolas que prestem serviços de alojamento a turistas e permitam aos hóspedes o acompanhamento e conhecimento da atividade agrícola, ou a participação nos trabalhos aí desenvolvidos, de acordo com as regras estabelecidas pelo responsável; c) Hotéis Rurais Os hotéis situados em espaços rurais que, pela sua traça arquitectónica e materiais de construção, respeitem as caraterísticas dominantes da região onde estão implantados, podendo instalarse em edifícios novos que ocupem a totalidade de um edifício ou integrem uma entidade arquitectónica única e respeitem as mesmas características; As modalidades de hospedagem previstas nas alíneas a), b) e c) podem ser exploradas por pessoas singulares ou sociedades comerciais. Se a modalidade de hospedagem prevista na alínea a) consistir em cinco ou mais casas de campo situadas na mesma aldeia ou freguesia, ou em aldeias ou freguesias contíguas que sejam exploradas de forma integrada por uma única entidade, podem usar a designação de Turismo de Aldeia sem prejuízo da propriedade das casas pertencer a mais de uma pessoa. SP Atualizado em: 8 de Maio de

2 PROCESSO DE INSTALAÇÃO 1 : O processo de licenciamento ou de autorização para a realização de operações urbanísticas relativas à construção e ou utilização de edifícios ou suas frações destinados ao funcionamento dos de turismo no espaço rural, previstos nas alíneas a) e b), compete às câmaras municipais, em relação à alínea c) além da intervenção da câmara municipal é necessária também a intervenção do Turismo de Portugal IP, : Pedido de informação prévia: O interessado pode requerer à câmara municipal informação prévia sobre a possibilidade de instalar um empreendimento de turismo no espaço rural e quais os respetivos condicionamentos urbanísticos. Licenciamento ou comunicação prévia de operações urbanísticas: O pedido de licenciamento ou comunicação prévia deve ser instruído nos termos do regime jurídico da urbanização e edificação (Lei n.º 60/2007, de 04 de Setembro), de acordo com o previsto no Decreto Lei 39/2008 de 07 de Março ( regime jurídico dos ) e com as especificidades previstas na portaria 937/2008 de 20 de Agosto, devendo o interessado indicar no pedido qual a classificação quanto à modalidade de hospedagem e o nome pretendidos. O deferimento pela câmara municipal do pedido do licenciamento e a admissão da comunicação prévia ou a aprovação de informação prévia para a realização de operações urbanísticas em relação aos hotéis rurais, carece sempre de parecer do Turismo de Portugal, I.P. O Turismo de Portugal I.P., juntamente com o parecer, fixa a capacidade máxima do empreendimento e a respetiva classificação de acordo com o projeto apresentado. Em relação às casas de campo e ao agroturismo, a câmara municipal, juntamente com a emissão do alvará de licença ou a admissão da comunicação prévia para a realização de obras de edificação, fixa a capacidade máxima e atribui a classificação de acordo com o projeto apresentado. Autorização ou comunicação de utilização para fins : Concluída a obra o interessado requer a concessão da autorização de utilização para fins, devendo o pedido ser devidamente instruído de acordo com os artº 62º e ss. do RJUE, do DL 39/2008 de 07/03 e da portaria 937/2008 de 20 de Agosto. O prazo para a deliberação sobre a concessão de autorização de utilização para fins e emissão do respetivo alvará é de 20 dias a contar da data de apresentação do requerimento, exceto quando haja lugar a vistoria, em que se devem observar os prazos previstos no artº 65º do RJUE. 1 Os requisitos mínimos das instalações e do funcionamento comuns a todos os de turismo no espaço rural e os requisitos específicos de cada uma das suas modalidades de hospedagem encontramse previstos na portaria 937/2008 de 20 de Agosto. SP Atualizado em: 8 de Maio de

3 O alvará deve conter os elementos previstos no nº5 do artº77 do RJUE, devendo darse conhecimento do mesmo ao Turismo de Portugal IP, no caso dos hotéis rurais. A emissão do alvará depende apenas do pagamento prévio da taxa devida, pelo requerente. Decorridos os prazos sem que tenha sido concedida a autorização de utilização para fins ou emitido o respetivo alvará, o interessado pode comunicar à câmara Municipal a sua decisão de abrir ao público, devendo esta comunicação ser devidamente instruída. Se no prazo de 30 dias a contar da recepção da comunicação não houver por parte do presidente da câmara a emissão do alvará ou a concessão da autorização de utilização para fins, o interessado pode recorrer ao mecanismo da intimação judicial para a prática de ato legalmente devido, previsto no artº 112º do RJUE. Constitui título válido de abertura, a emissão do alvará de autorização de utilização para fins, o comprovativo da comunicação da decisão de abrir ao público, ou o requerimento da intimação judicial. Classificação : A classificação destinase a atribuir, confirmar ou alterar a tipologia e a categoria dos e tem natureza obrigatória. No prazo de dois meses a contar da data da emissão do alvará de autorização de utilização para fins ou da abertura do empreendimento, o Turismo de Portugal IP, no caso dos hotéis rurais, e o presidente da câmara municipal nos restantes casos, determina a realização de uma auditoria de classificação. Após a realização da auditoria, é fixada a classificação do empreendimento e atribuída a correspondente placa identificativa. Pela realização das auditorias é devida uma taxa. No caso das casas de campo e do agroturismo, a classificação pode ser confirmada juntamente com a autorização de utilização para fins, quando tenha sido realizada vistoria nos termos do artº 64º do RJUE. OBSERVAÇÕES: O Turismo de Portugal IP, disponibiliza no seu sítio na Internet, o Registo Nacional dos Empreendimentos Turísticos (RN ET), constituído pela relação atualizada dos com título de abertura válido, da qual consta o nome, classificação e localização, identificação da entidade exploradora e períodos de funcionamento. Os de Turismo no Espaço Rural, devem dispor de livro de reclamações, nos termos e condições estabelecidos no DL nº 156/2005 de 15/09, com as alterações introduzidas pelo DL nº 371/2007 de 06/11. ENTIDADE LICENCIADORA: SP Atualizado em: 8 de Maio de

4 Câmara Municipal da área do empreendimento. Turismo de Portugal I.P. Direção Regional do Turismo tel fax Avenida Arriga Funchal LEGISLAÇÃO APLICÁVEL: N.º 1 Diploma Legal Assunto Observação Portaria 215/2011 de 31 de Maio Decreto Lei 228/2009 de 14 de Setembro DecretoLei n.º 39/2008 de 07 de Março Estabelece os requisitos específicos relativos às instalações, funcionamento e regime de classificação aplicáveis aos estabelecimentos de restauração e de bebidas, incluindo os que se integram em Alteração ao Regime Jurídico dos Regime Jurídico dos República o DL 39/2008 Procede à primeira alteração ao DecretoLei n.º 39/2008, de 7 de Março, que aprovou o regime jurídico da instalação, exploração e funcionamento dos empreendimento s SP Atualizado em: 8 de Maio de

5 DL 555/99 de 16/12, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 60/2007, de 07 Setembro Portaria 937/2008 de 20 de Agosto Decretolei nº 163/2006 de 08/08 DecretoLei n.º 156/2005, de 15/09 com as alterações introduzidas pelo Decreto Lei nº 371/2007 de 06/11 Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação Estabelece os requisitos mínimos a observar pelos Estabelecimentos de Turismo de Habitação e de Turismo no Espaço Rural Regime de Acessibilidade aos edifícios e estabelecimentos que recebem público Estabelece a obrigatoriedade da existência de Livro de Reclamações SP Atualizado em: 8 de Maio de

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