CATETERISMO SONDA NASOGÁSTRICA. Introdução

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CATETERISMO SONDA NASOGÁSTRICA. Introdução"

Transcrição

1 CATETERISMO SONDA NASOGÁSTRICA Introdução A sonda é um instrumento para ser introduzido em um canal ou cavidade para fins propedêuticos (determinar a presença de estenose, corpo estranho ou uma outra situação mórbida). Pode ser fina e flexível, para explorar ou dilatar um canal natural; ou rígida, geralmente com uma extremidade pontiaguda, para separar tecidos de dissecação. A sondagem é um método muito utilizado e eficiente em pacientes em situações delicadas, quase sempre dentro do hospital. Ela pode ser utilizada no pré-operatório, por exemplo, para fazer esvaziamento vesical, no pós-operatório para exercer funções que o corpo ainda não está adaptado (por exemplo: uso de sonda nasogástrica para alimentação após uma cirurgia esofagiana) e no caso de perda de funções vitais (exemplo: um paraplégico que não tem reflexos vesicais que tem necessidade de estar sempre com uma sonda vesical). CATETERISMO GÁSTRICO Conceito É a introdução de uma sonda plástica ou de borracha, flexível, podendo ser curta ou longa, pela boca (SOG) ou nariz (SNG) até o estômago. A passagem de sonda nasogástrica é a inserção de uma sonda plástica ou de borracha (nelaton, látex, silicone e polivinil) flexível, podendo ser curta ou longa, pela boca ou nariz, para: Descomprimir o estômago e remover gás e líquidos; Diagnosticar a motilidade intestinal; Administrar medicamentos e alimentos; Tratar uma obstrução ou um local com sangramento; Obter conteúdo gástrico para análise; Estabelecer uma via para alimentar o paciente; Examinar o conteúdo gástrico; Preparar para cirurgias e exames; Para aspirar ou esvaziar o conteúdo gástrico; Nas cirurgias e afecções da boca; Estabelecer um meio de drenar o conteúdo gástrico. Condições ou necessidades que requerem utilização de sonda: Preparação pré-operatória com dieta elementar; Problemas gastrintestinais com dieta elementar; Terapia para o câncer; Cuidado na convalescença; Coma; Condições hipermetabólicas; Cirurgia maxilofacial ou cervical. Tipos de Sonda Nasogástrica

2 A sonda nasogástrica é introduzida através do nariz ou boca até o estômago. As mais comumente usadas são: sonda de Levine, gástrica simples, Nutriflex, a Moss e a Sengstaken-Blakemore (S-B). Lavagem gástrica É a introdução através da SNG, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção. Tem como objetivo remover do estômago substâncias tóxicas ou irritantes, preparar para cirurgias do aparelho digestivo. Deve-se evitar a lavagem gástrica em casos de envenenamento por substâncias causticas, para não provocar perfuração do esôfago ou estômago, pela sonda. SONDA NASOENTERAL A sonda nasoenteral tem comprimento variável de 50 a 150 cm, e diâmetro médio interno de 1,6mm e externo de 4 mm,com marcas numéricas ao longo de sua extensão, facilitando posicionamentos, maleáveis, com fio-guia metálico e flexível, radiopaca. A sonda nasoenteral é passada da narina até o intestino. Difere da sonda nasogástrica, por ter o calibre mais fino, causando assim, menos trauma ao esôfago, e por alojar-se diretamente no intestino, necessitando de controle por Raios-X para verificação do local da sonda. Tem como função apenas a alimentação do paciente, sendo de escolha no caso de pacientes que receberam alimentação via sonda por tempo indeterminado e prolongado. Por isso, esta sonda só permanece aberta durante o tempo de infusão da alimentação. A técnica de sondagem se assemelha com a técnica de sondagem nasogástrica.

3 ALIMENTAÇÃO DO PACIENTE Administração de alimentos ao paciente acamado Dependendo do grau de dependência, o paciente necessitará de auxílio e/ou estímulo para se alimentar, uma vez que a nutrição do paciente está diretamente relacionada a sua recuperação. Administração de alimentos por Sonda Nasogástrica e Enteral Gavagem Gavagem é a introdução de alimentos através de uma sonda nasogástrica ou enteral. Tem por objetivo repor líquidos, hidratar ou alimentar o paciente impossibilitado de deglutir em pós-operatório de cirurgia de região oral, vias aéreas superiores e pacientes inconscientes e em uso de sonda contínua. Orientações: Testar posicionamento da sonda antes de cada administração de dieta; Manter a sonda sempre fechada; O alimento deve ser introduzido lentamente, gota a gota, evitando regurgitação, diarréia; Evitar entrada de ar na sonda; A dieta deve ser introduzida na temperatura ambiente ou em variação de 37⁰C a 37,5⁰C; Após introdução da dieta, injetar 50 a 100 ml de água, com o objetivo de manter a sonda limpa; A alimentação deve ser oferecida com o paciente em posição de fowler, em posição confortável; Proceder à higiene oral e das narinas a cada período. Trocar a fixação da sonda diariamente; Observar estase gástrica - se houver distensão abdominal ou refluxo de dieta anterior de 100 ml, não administrar e comunicar o chefe. Abrir a sonda por 10 minutos antes de administrar a dieta para observar se há estase gástrica. Alimentação por gastrostomia Consiste na administração de alimentos líquidos no estômago, por meio de um tubo de borracha inserido pela parede abdominal, através de procedimento cirúrgico. A administração pela gastrostomia é indicada quando o paciente possui lesão de boca, faringe e esôfago, irreversível ou que requerem tratamento prolongado, como o caso de tumores e estenose de esôfago. Orientações gerais e procedimentos: Idêntico a sonda nasogástrica. Apenas não é necessário testar o posicionamento da sonda. Deve-se trocar o curativo ao redor da gastrostomia no mínimo uma vez ao dia e quando necessário, com técnica asséptica. Em caso de sondas de gastrostomia calibrosa, em que não há possibilidade de conectar o equipo, utilizar um funil (pinçar a sonda para evitar a entrada de ar antes de conectar o funil). ELIMINAÇÃO URINÁRIA Cateterismo Vesical Quando a urina não pode ser eliminada naturalmente, deve ser drenada artificialmente através de sondas ou cateteres, que podem ser introduzidos diretamente na bexiga, ureter ou pelve renal. A sondagem vesical é a introdução de uma sonda ou cateter na bexiga, que pode ser realizada através da uretra ou por via suprapúbica, e tem por finalidade a remoção da urina. Suas principais indicações são: obtenção de urina

4 asséptica para exame, esvaziar bexiga em pacientes com retenção urinária, em preparo cirúrgico e mesmo no pós-operatório, para monitorizar o débito urinário horário e, em pacientes inconscientes, para a determinação da urina residual ou com bexiga neurogênica que não possuam um controle esfincteriano adequado. A sondagem vesical pode ser dita de alívio, quando há a retirada da sonda após o esvaziamento vesical, ou de demora, quando há a necessidade de permanência do mesmo. Nestas sondagens de demora, a bexiga não se enche nem se contrai para o seu esvaziamento, perdendo, com o tempo, um pouco de sua tonicidade e levando à incapacidade de contração do músculo detrursor; portanto antes da remoção de sonda vesical de demora, o treinamento com fechamento e abertura da sonda de maneira intermitente, deve ser realizado para a prevenção da retenção urinária. Objetivos: Aliviar a distensão vesical pela retenção de urina; Evitar a constante umidade em pacientes com incontinência urinária; Proceder ao preparo pré-operatório de algumas cirurgias; Possibilitar o controle rigoroso da diurese; Obter amostra estéril de urina. Observações: Antes da sondagem em pacientes com retenção urinária, procurar meios que estimulem a diurese espontânea do paciente: Abrir uma torneira perto do paciente; Fazer lavagem externa com água aquecida; Colocar o paciente sobre uma comadre com água aquecida; Colocar bolsa de água quente sobre a região hipogástrica; Pingar água morna sobre o clitóris; Colocar as mãos do paciente em água aquecida. Para pacientes com incontinência urinária, ao invés de cateterizar, é preferível usar fraldas descartáveis para mulheres e uropen para homens. Fazer higiene íntima antes de executar a técnica do cateterismo vesical; Observar conscienciosamente os princípios de assepsia e de ética; A sonda utilizada para o cateterismo de demora e é a sonda Foley, que é mantida no lugar através de balão inflado com água destilada; A sonda utilizada para o cateterismo de alívio é a sonda uretral descartável. Desprezá-la após o uso. Indicações do cateterismo Método intermitente: (sonda nelaton ou de alívio) Para alívio imediato da distensão da bexiga: nos casos de paciente que não consegue urinar 8 a 12 horas de cirurgia; pacientes com retenção urinário aguda, devido a traumatismo na uretra; pacientes sob efeitos sedativos; No tratamento prolongado de pacientes com incompetência vesical; Obter amostra estéril de urina; Verificar presença residual após a micção. Método de demora: (sonda de borracha SVD) Presença de obstáculo à eliminação (aumento do volume prostático, estenose da uretra);

5 Pacientes com cirurgias de uretra e estruturas vizinhas; Prevenir obstrução da uretra por coágulos de sangue (TU de bexiga, cirurgia da uretra). Cateterismo vesical de demora SONDA FOLEY Minimização de traumatismos COLETOR DE URINA PARA SISTEMA FECHADO O traumatismo da uretra pode ser minimizado com um cateter do tamanho apropriado. O cateter é lubrificado de modo a ser introduzido de forma fácil e de forma delicada. O cateter é fixado apropriadamente para evitar sua movimentação, causando tração da uretra, ou remoção acidental. Riscos de infecção A presença de um cateter de demora pode levar à infecção. Os patógenos responsáveis pelas infecções do trato urinário associado ao cateter incluem Escherichia coli, Klesbsiella, Proteus, Pseudomonas, Enterobacter, Serratia e Cândida. Os cateteres impedem a maioria das defesas naturais do trato urinário inferior através da obstrução dos dutos peri-uretrais, irritando a mucosa vesical e promovendo uma via artificial para a entrada de organismos na bexiga. Por isso (devido aos riscos de infecção), o paciente com um cateter de demora é avaliado quanto aos sinais e sintomas de infecção do trato urinário: urina turva, hematúria, febre, calafrios, anorexia, e mal-estar.

6 Além disto, determinados princípios são essenciais nos cuidados de um sistema fechado de drenagem urinária, de modo a prevenir essas indesejáveis infecções. Cuidados importantes A sondagem vesical de demora tem indicações específicas conforme descrito nos objetivos. Assim, nos casos de retenção urinária de qualquer origem, quando o objetivo for essencialmente a sondagem de alívio, deve-se antes executar medidas visando estimular a micção espontânea, como descritas anteriormente; Utilizar sempre o sistema de drenagem fechado estéril; Observar rigorosamente a técnica asséptica; Utilizar a posição ginecológica em pacientes obesos ou quando for difícil a visualização do meato. DRENAGEM VESICAL SUPRAPÚBICA É um método de estabelecimento da drenagem vesical através da introdução de um cateter ou tubo na bexiga através de uma incisão ou punção suprapúbica. É utilizada como uma medida temporária o fluxo de urina da uretra quando a via uretral não oferecer passagem, após cirurgias ginecológicas, quando tende a haver disfunção vesical e após fraturas pélvicas. Essa drenagem é feita por um processo cirúrgico e pode ser mantida durante várias semanas. Ela oferece certas vantagens como: Os pacientes, geralmente, são capazes de urinar mais cedo; Pode ser mais confortável que um cateter de demora; Proporciona maior mobilidade ao paciente; Apresenta menor risco de infecção vesical; O cateter suprapúbico é removido quando não é mais necessário, sendo colocado um curativo estéril sobre o local. AUTOCATETERIZAÇÃO INTERMITENTE Proporciona drenagem periódica da urina. É o tratamento de escolha após lesão medular e outros distúrbios neurológicos nos quais há comprometimento na capacidade de urinar. São necessárias técnicas assépticas durante o treinamento intra-hospitalar do paciente, devido ao risco de contaminação cruzada. O paciente pode utilizar uma técnica limpa (não-estéril) em casa, onde o risco de contaminação cruzada é menor. A autocateterização promove independência, resulta em poucas complicações e permite relações sexuais mais normais. Irrigação vesical Irrigação vesical é a lavagem da mucosa que reveste a bexiga, com o objetivo de remover sedimentos, coágulos, urina em decomposição ou fins terapêuticos. Controle de diurese É o controle do volume urinário num determinado período de tempo. Objetivos:

7 Auxiliar no diagnóstico, na evolução e no tratamento do paciente; Coletar amostra para análise laboratorial; Balanço hídrico. Orientações gerais: Controlar a diurese a cada período de trabalho ou conforme solicitação médica; Iniciar o controle de diurese, independentemente de solicitação médica, dos pacientes com: o Cardiopatias; o Doenças renais; o Diabetes; o Nutrição parenteral prolongada; o Pós-operatório de grandes cirurgias; o Ascite; o Pacientes graves. Medir o volume urinário no frasco graduado após cada micção, desprezando a urina em seguida. Observar suas características: odor, cor e aspecto. Anotar no prontuário do paciente. A diurese não deve ficar guardada no banheiro durante o período; O frasco graduado deve ser enxaguado após cada medida; O controle de diurese em pacientes com sonda vesical é feito ao final de cada período de trabalho ou quando o coletor estiver cheio, medir no frasco e em seguida desprezar a diurese no vaso sanitário.

Sondagens Gastro Gastro-intestinal Vesical Retal Priscilla Roberta Rocha Enfermeira - Especialista em Clínica Médica DEFINIÇÕES SONDA - Tubo que se introduz no organismo em canal natural ou não, para reconhecer-

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM SODA VESICAL E NASO ENTERAL Prof: Elton Chaves. DÉBITO URINÁRIO Anúria diurese inferior a 100ml Oligúria diurese inferior a 400ml Poliúria- diurese superior a 2.500ml 1 DÉBITO

Leia mais

SCIH PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO - ITU

SCIH PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO - ITU M Pr02 1 de 5 Histórico de Revisão / Versões Data Versão/Revisões Descrição Autor 1.00 Proposta inicial EB, MS RESUMO A infecção do trato urinário relacionada à assistência à saúde (ITU-RAS) no adulto

Leia mais

III Simpósio de Pesquisa e de Práticas Pedagógicas dos Docentes do UGB ANAIS - 2015 EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM UNIDADE HOSPITALAR

III Simpósio de Pesquisa e de Práticas Pedagógicas dos Docentes do UGB ANAIS - 2015 EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM UNIDADE HOSPITALAR EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM UNIDADE HOSPITALAR Andreza de Jesus Dutra Silva Mestre em Ensino em Ciências da Saúde e do Meio Ambiente - UniFOA; Especialista em Enfermagem em Terapia Intensiva - USS; MBA em Administração

Leia mais

SONDAGEM VESICAL DEMORA FEMININA

SONDAGEM VESICAL DEMORA FEMININA SONDAGEM VESICAL SONDAGEM VESICAL DEMORA FEMININA MATERIAL: Bandeja com pacote de cateterismo vesical; Sonda vesical duas vias(foley) de calibre adequado (em geral n. 14); Xylocaína gel, gazes, luvas estéreis;

Leia mais

Cateterismo Vesical KAREN CRISTINA KADES ANDRIGUE 02/2014

Cateterismo Vesical KAREN CRISTINA KADES ANDRIGUE 02/2014 Cateterismo Vesical KAREN CRISTINA KADES ANDRIGUE 02/2014 Cateterismo Vesical Termo correto = CATETERIZAÇÃO VESICAL Cateter: dispositivo tubular com luz, mais utilizados para drenagem de líquidos ou infusão

Leia mais

FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO PARÁ. N 0 Recomendação REC - 003

FUNDAÇÃO SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DO PARÁ. N 0 Recomendação REC - 003 Página 1/6 1- INTRODUÇÃO: O trato urinário é um dos sítios mais comuns de infecção hospitalar, contribuindo com cerca de 40% do total das infecções referidas por hospitais gerais. Além das condições de

Leia mais

Sondagem é a introdução de sondas/catéteres nos orifícios naturais do organismo ou através de

Sondagem é a introdução de sondas/catéteres nos orifícios naturais do organismo ou através de Sondagem é a introdução de sondas/catéteres nos orifícios naturais do organismo ou através de abertura. Sua função é determinada de acordo com a necessidade do paciente, podendo ser tanto para introdução

Leia mais

Norma - Algaliação. Terapêutica Permitir a permeabilidade das vias urinárias. Diagnóstica Determinar por exemplo o volume residual

Norma - Algaliação. Terapêutica Permitir a permeabilidade das vias urinárias. Diagnóstica Determinar por exemplo o volume residual Norma - Algaliação DEFINIÇÃO Consiste na introdução de um cateter da uretra até á bexiga. É uma técnica asséptica e invasiva. Sendo uma intervenção interdependente, isto é, depende da prescrição de outros

Leia mais

PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA ÀSONDA VESICAL: UMA ABORDAGEM PRÁTICA

PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA ÀSONDA VESICAL: UMA ABORDAGEM PRÁTICA PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA ÀSONDA VESICAL: UMA ABORDAGEM PRÁTICA IRAS As infecções relacionadas à assistência à saúde (IRAS) consistem em eventos adversos ainda persistentes nos

Leia mais

Cateterismo Vesical. APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho

Cateterismo Vesical. APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho Cateterismo Vesical APRIMORE- BH Professora: Enfª. Darlene Carvalho Cateterização intermitente Alivio do desconforto da distensão da bexiga, provisão da descompressão Obtenção de amostra de urina estéril

Leia mais

ENFERMAGEM HOSPITALAR Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

ENFERMAGEM HOSPITALAR Manual de Normas, Rotinas e Procedimentos Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM HOSPITALAR Sumário ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE DE ENFERMAGEM Chefia do Serviço de Enfermagem Supervisor de Enfermagem Enfermeiro Encarregado de Unidade/Setor Enfermeiros em Unidade de Terapia Intensiva

Leia mais

SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA SONDAGEM NASOGÁSTRICA E LAVAGEM INTESTINAL

SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA SONDAGEM NASOGÁSTRICA E LAVAGEM INTESTINAL SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA SONDAGEM NASOGÁSTRICA E LAVAGEM INTESTINAL SISTEMA DIGESTÓRIO Formado pelo tubo digestivo e as glândulas anexas; Subdividido em: -cavidade oral - esôfago - estômago - intestino

Leia mais

PRODUÇÃO DE VÍDEO COMO OBJETO DIGITAL DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DE SONDAGEM VESICAL

PRODUÇÃO DE VÍDEO COMO OBJETO DIGITAL DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DE SONDAGEM VESICAL PRODUÇÃO DE VÍDEO COMO OBJETO DIGITAL DE APRENDIZAGEM NO ENSINO DE SONDAGEM VESICAL Denise Costa Dias 1 Lorena Moraes Goetem Gemelli 2 Daisy Cristina Rodrigues 3 INTRODUÇÂO: No desenvolvimento de recursos

Leia mais

ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL

ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL ROTINA DE PREVENÇÃO DE INFECÇÃO DO TRATO URINÁRIO ASSOCIADA A CATETERISMO VESICAL Definição: Infecção urinária sintomática associada ao cateter: Febre > 38 o C ou sensibilidade suprapúbica e cultura positiva

Leia mais

Consiste na introdução de um cateter estéril via uretral até a bexiga para esvaziamento e controle da diurese.

Consiste na introdução de um cateter estéril via uretral até a bexiga para esvaziamento e controle da diurese. PÁG:1 CONCEITO Consiste na introdução de um cateter estéril via uretral até a bexiga para esvaziamento e controle da diurese. FINALIDADE - Promover a drenagem urinária. -Realizar o controle rigoroso do

Leia mais

SONDAGEM VESICAL INTERMITENTE Técnica limpa

SONDAGEM VESICAL INTERMITENTE Técnica limpa Grupo Hospitalar Conceição Hospital Nossa Senhora da Conceição SONDAGEM VESICAL INTERMITENTE Técnica limpa Orientações para pacientes, familiares e cuidadores Maio 2011. 1 Sondagem Vesical Intermitente

Leia mais

TERAPIA NUTRICIONAL NUTRIÇÃO ENTERAL

TERAPIA NUTRICIONAL NUTRIÇÃO ENTERAL ÍNDICE TERAPIA NUTRICIONAL NUTRIÇÃO ENTERAL 1. INTRODUÇÃO 01 2. ALIMENTANÇÃO ENTERAL: O QUE É? 02 3. TIPOS DE NUTRIÇÃO ENTERAL 03 4. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO DA ALIMENTAÇÃO 04 ENTERAL 5. TIPOS DE ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP CAT Nº 040 / 2010

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP CAT Nº 040 / 2010 PARECER COREN-SP CAT Nº 040 / 2010 Assunto: Desobstrução de sonda vesical de demora. 1. Do fato Profissional de enfermagem questiona se enfermeiros e técnicos de enfermagem podem realizar desobstrução

Leia mais

Prevenção de Infecções relacionadas ao Cateter Vesical

Prevenção de Infecções relacionadas ao Cateter Vesical UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO HOSPITAL DE CLÍNICAS DIVISÃO DE ENFERMAGEM SERVIÇO DE EDUCAÇÃO EM ENFERMAGEM Prevenção de Infecções relacionadas ao Cateter Vesical Instrutora: Enf, Dra.Thaís

Leia mais

ROTINAS E TÉCNICAS DE ENFERMAGEM Relação de POPs

ROTINAS E TÉCNICAS DE ENFERMAGEM Relação de POPs ROTINAS E TÉCNICAS DE ENFERMAGEM Relação de POPs AFERIÇÕES 21.001 Aferição da Altura Corporal Pacientes acima de 2 anos 21.002 da Frequência Respiratória 21.003 de Peso Corporal Pacientes acima de 2 anos

Leia mais

1. APRESENTAÇÃO. Orientações de Saúde Para Cadeirantes

1. APRESENTAÇÃO. Orientações de Saúde Para Cadeirantes 1. APRESENTAÇÃO Uma parcela significativa dos atletas paralímpicos são lesados medulares e/ou cadeirantes. Nos Jogos Paralímpicos de Londres a delegação brasileira apresentou-se com 180 atletas, dos quais

Leia mais

Sondas e Cateteres em 100% Silicone

Sondas e Cateteres em 100% Silicone B PF P Sondas e Cateteres em 100% Silicone CLASSE: I / II / III / IV Fabricado no Brasil 1113 BOTÃO PARA GASTROSTOMIA PERCUTÂNEA Cód. 3 TUBO DE EXTENSÃO PARA ALIMENTAÇÃO E DESCOMPRESSÃO DE BOTON Cód. TE3-03

Leia mais

sondagem Friday, April 23, 2010 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6

sondagem Friday, April 23, 2010 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6 Seja bem-vindo(a) ao e-learning Sondagem Nasoenteral! Page 1 of 6 Definição Sondagem Nasoenteral é a introdução através da cavidade nasal/oral de uma sonda de poliuretano ou outro material, posicionada

Leia mais

Rotina de Cateterismo Vesical Unidades Assistenciais. Grupo Hospitalar Conceição Hospital Cristo Redentor. Enfermeira Débora Mari Junges Hermany

Rotina de Cateterismo Vesical Unidades Assistenciais. Grupo Hospitalar Conceição Hospital Cristo Redentor. Enfermeira Débora Mari Junges Hermany Rotina de Cateterismo Vesical Unidades Assistenciais Grupo Hospitalar Conceição Hospital Cristo Redentor Enfermeira Débora Mari Junges Hermany OBJETIVO DA ROTINA 2 Padronizar o atendimento ao usuário com

Leia mais

SISTEMAS RENAL E URINÁRIO. Enf. Juliana de S. Alencar HC/UFTM Dezembro de 2011

SISTEMAS RENAL E URINÁRIO. Enf. Juliana de S. Alencar HC/UFTM Dezembro de 2011 SISTEMAS RENAL E URINÁRIO Enf. Juliana de S. Alencar HC/UFTM Dezembro de 2011 CONSIDERAÇÕES GERAIS É de extrema importância para a vida a função adequada dos sistemas renal e urinário. A principal função

Leia mais

Drenos. Prof. Claudia Witzel

Drenos. Prof. Claudia Witzel Drenos 1 Conceito É um material que quando necessário ;e colocado em uma cavidade, ou ferida, para saída de líquidos, secreções, e ou ar, pois estes não deveriam estar presentes no local. 2 Objetivos dos

Leia mais

PRODUÇÃO E AVALIAÇÃO DE VÍDEO PARA O ENSINO DE LAVAGEM VESICAL

PRODUÇÃO E AVALIAÇÃO DE VÍDEO PARA O ENSINO DE LAVAGEM VESICAL PRODUÇÃO E AVALIAÇÃO DE VÍDEO PARA O ENSINO DE LAVAGEM VESICAL INTRODUÇÃO Alessandra Vidal da Silva 1 Denise Costa Dias 2 Tem sido estimado que 40 a 50% dos pacientes com sonda vesical de demora (SVD)

Leia mais

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II. Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II. Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM II Nutrição Enteral Profª.Enfª:Darlene Carvalho NUTRIÇÃO ENTERAL INDICAÇÕES: Disfagia grave por obstrução ou disfunção da orofaringe ou do esôfago, como megaesôfago chagásico,

Leia mais

CONCEITO. É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão

CONCEITO. É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão DRENOS CONCEITO É definido como um material colocado no interior de uma ferida ou cavidade, visando permitir a saída de fluídos ou ar que estão ou podem estar ali presentes. OBJETIVOS DOS DRENOS Permitem

Leia mais

Incontinência urinaria. Claudia witzel

Incontinência urinaria. Claudia witzel Incontinência urinaria Claudia witzel A Incontinência Urinária (IU) é a queixa de qualquer perda involuntária de urina, caracterizando uma condição que gera grandes transtornos para a vida das pessoas

Leia mais

Nefrolitotripsia Percutânea

Nefrolitotripsia Percutânea Nefrolitotripsia Percutânea A cirurgia renal percutânea é a forma menos agressiva de tratamento para cálculos renais grandes e que não podem ser tratados adequadamente pela fragmentação com os aparelhos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL MARIA LUÍSA MACHADO ASSIS

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL MARIA LUÍSA MACHADO ASSIS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL MARIA LUÍSA MACHADO ASSIS RELATÓRIO DE ESTÁGIO EM ENFERMAGEM NA UNIDADE DE INTERNAÇÃO HOSPITALAR 6º NORTE - HCPA PORTO ALEGRE 1 MARIA LUÍSA MACHADO ASSIS RELATÓRIO

Leia mais

CATETERISMO VESICAL INTERMITENTE

CATETERISMO VESICAL INTERMITENTE Revisão: PÁG: 1 CONCEITO É a introdução de um cateter estéril através da uretra até a bexiga, com o objetivo de drenar a urina. FINALIDADE Esvaziamento da bexiga em pacientes com comprometimento ou ausência

Leia mais

Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005

Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005 Tabela de Honorários RESOLUÇÃO COFEN-301/2005 Atividades Administrativas 1. Consultoria I 2. Assessoria I 3. Auditoria I 4. Planejamento I 5. Supervisão I Livre negociação entre as partes a partir de 72,31

Leia mais

CUIDADOS NO DOMICILIO COM CATETER VESICAL DE DEMORA

CUIDADOS NO DOMICILIO COM CATETER VESICAL DE DEMORA CUIDADOS NO DOMICILIO COM CATETER VESICAL DE DEMORA Mateus Antonio de Oliveira Calori 1 Paula de Cássia Pelatieri 2 RESUMO Sondagem vesical de demora é um procedimento invasivo que tem por objetivo o esvaziamento

Leia mais

Manual de orientação a pacientes com dieta enteral

Manual de orientação a pacientes com dieta enteral Manual de orientação a pacientes com dieta enteral APRESENTAÇÃO Este manual tem o objetivo informar os pacientes, familiares e cuidadores que fazem uso de nutrição enteral sobre os cuidados necessários

Leia mais

Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem ATIVIDADES AÇÕES DESENVOLVIDAS QUADRO VALOR ATUAL

Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem ATIVIDADES AÇÕES DESENVOLVIDAS QUADRO VALOR ATUAL Tabela de Honorários para Prestação de Serviços de Enfermagem ATIVIDADES AÇÕES DESENVOLVIDAS QUADRO VALOR ATUAL 1. Consultoria I 2. Assessoria I Livre ADMINISTRATIVAS 3. Auditoria I manifestação 4. Planejamento

Leia mais

Oferecemos uma ampla gama de tratamentos entre os que podemos destacar:

Oferecemos uma ampla gama de tratamentos entre os que podemos destacar: A cirurgia endovascular agrupa uma variedade de técnicas minimamente invasivas mediante as quais CIRURGIA ENDOVASCULAR = CIRURGIA SEM CORTES! Técnicas Minimamente Invasivas As técnicas de cirurgia endovascular

Leia mais

PARECER COREN-SP CAT nº 006/2015 Revisão em março de 2015

PARECER COREN-SP CAT nº 006/2015 Revisão em março de 2015 PARECER COREN-SP CAT nº 006/2015 Revisão em março de 2015 Ementa: Sondagem/cateterismo vesical de demora, de alívio e intermitente no domicílio. 1. Do fato Profissionais de Enfermagem solicitam esclarecimentos

Leia mais

Cuidar e Educar: Noções básicas de cuidados para os alunos com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento

Cuidar e Educar: Noções básicas de cuidados para os alunos com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento Cuidar e Educar: Noções básicas de cuidados para os alunos com deficiência e transtornos globais do desenvolvimento Procedimentos básicos sobre higiene, alimentação e locomoção Desenvolvimento infantil

Leia mais

ANEXO NORMA TÉCNICA PARA ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM TERAPIA NUTRICIONAL

ANEXO NORMA TÉCNICA PARA ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM TERAPIA NUTRICIONAL ANEXO NORMA TÉCNICA PARA ATUAÇÃO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM EM TERAPIA NUTRICIONAL 1. OBJETIVO Estabelecer diretrizes para atuação da equipe de enfermagem em Terapia Nutricional, a fim de assegurar uma assistência

Leia mais

manual_orientacao.indd 1 26/08/2013 10:58:37

manual_orientacao.indd 1 26/08/2013 10:58:37 manual_orientacao.indd 1 26/08/2013 10:58:37 O MANUAL DE ORIENTAÇÃO NUTRICIONAL EN- TERAL EM DOMICÍLIO, elaborado pela DIFARMIG, tem por objetivo informar e auxiliar os pacientes, familiares e cuidadores,

Leia mais

Os profissionais de enfermagem que participam e atuam na Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional, serão os previstos na Lei 7.498/86.

Os profissionais de enfermagem que participam e atuam na Equipe Multiprofissional de Terapia Nutricional, serão os previstos na Lei 7.498/86. Regulamento da Terapia Nutricional 1. DEFINIÇÕES: Terapia Nutricional (TN): Conjunto de procedimentos terapêuticos para manutenção ou recuperação do estado nutricional do usuário por meio da Nutrição Parenteral

Leia mais

Sintomas do trato urinário inferior em homens Resumo de diretriz NHG M42 (Março 2013)

Sintomas do trato urinário inferior em homens Resumo de diretriz NHG M42 (Março 2013) Sintomas do trato urinário inferior em homens Resumo de diretriz NHG M42 (Março 2013) Blanker MH, Breed SA, van der Heide WK, Norg RJC, de Vries A, Wolters RJ, van den Donk M, Burgers JS, Opstelten W,

Leia mais

14/4/2015. Quando as bactérias entram nos rins ou na bexiga urinária, se multiplicam na urina e causam ITU. As ITU inferiores incluem:

14/4/2015. Quando as bactérias entram nos rins ou na bexiga urinária, se multiplicam na urina e causam ITU. As ITU inferiores incluem: UNESC FACULDADES ENFERMAGEM NEFROLOGIA PROFª FLÁVIA NUNES A infecção do trato urinário (ITU) é a infecção ou colonização do trato urinário (rins, ureteres, bexiga e uretra) por microorganismos. A infecção

Leia mais

Bursite do Olécrano ou Bursite do Cotovelo

Bursite do Olécrano ou Bursite do Cotovelo INTRODUÇÃO Bursite do Olécrano ou Bursite do Cotovelo Bursite do olécrano é a inflamação de uma pequena bolsa com líquido na ponta do cotovelo. Essa inflamação pode causar muitos problemas no cotovelo.

Leia mais

PROTOCOLOS RAIO-X CONTRASTADOS

PROTOCOLOS RAIO-X CONTRASTADOS Pg. Página 1 de 14 ÍNDICE PROTOCOLO DE ENEMA OPACO... 2 PROTOCOLO DE ESOFAGOGRAMA... 4 PROTOCOLO DE ESTUDO DE ESÔFAGO-ESTÔMAGO E DUODENO (EED)... 5 PROTOCOLO DE ESTUDO DE ESÔFAGO-ESTÔMAGO PÓS GASTROPLASTIA...

Leia mais

Diagnóstico e Prevenção das Infecções Relacionadas à Assistência a Saúde/ITU- CR. Enfª Julliana Pinheiro

Diagnóstico e Prevenção das Infecções Relacionadas à Assistência a Saúde/ITU- CR. Enfª Julliana Pinheiro Diagnóstico e Prevenção das Infecções Relacionadas à Assistência a Saúde/ITU- CR Enfª Julliana Pinheiro Definição ITU-RAS é DEFINIDA como: 1. Qualquer infecção ITU relacionada a procedimento urológico;

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS

CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS Complicações Cirúrgicas CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E COMPLICAÇÕES PÓS-OPERATÓRIAS 1. Complicações Circulatórias Hemorragias: é a perda de sangue

Leia mais

Pós operatório em Transplantes

Pós operatório em Transplantes Pós operatório em Transplantes Resumo Histórico Inicio dos programas de transplante Dec. 60 Retorno dos programas Déc 80 Receptor: Rapaz de 18 anos Doador: criança de 9 meses * Não se tem informações

Leia mais

Produtos. Divisão Consumo. Zammi_catalogo21-03.indd 1 21/03/2011 16:41:30

Produtos. Divisão Consumo. Zammi_catalogo21-03.indd 1 21/03/2011 16:41:30 Produtos Divisão Consumo Zammi_catalogo21-03.indd 1 21/03/2011 16:41:30 introdução Zammi_catalogo21-03.indd 2 28/04/2011 11:57:26 A Zammi, fundada pelo Dr. Domingos Edgardo Junqueira, foi a primeira empresa

Leia mais

Auxiliar de Enfermagem

Auxiliar de Enfermagem Auxiliar de Enfermagem 01.01.01.001-0 - Atividade Educativa / Orientação em Grupo na Atenção Básica - Consiste nas atividades educativas, em grupo, sobre ações de promoção e prevenção à saúde, desenvolvidas

Leia mais

Punção Venosa Periférica CONCEITO

Punção Venosa Periférica CONCEITO Punção Venosa Periférica CONCEITO É a criação de um acesso venoso periférico a fim de administrar soluções ou drogas diretamente na corrente sanguínea, para se obter uma ação imediata do medicamento. Preparar

Leia mais

Manual de orientação nutricional enteral em domicílio.

Manual de orientação nutricional enteral em domicílio. Manual de orientação nutricional enteral em domicílio. Índice 01. Introdução 02. Alimentação enteral: o que é? 03. Tipos de nutrição enteral 04. Vias de administração da alimentação enteral 05. Tipos de

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: : Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR

WWW.CONTEUDOJURIDICO.COM.BR Julgue os itens que se seguem, a respeito da assistência de enfermagem na prevenção e no controle de infecção hospitalar. 41 O curativo da ferida operatória em ambiente hospitalar deve ser realizado diariamente

Leia mais

Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES. Traumatismos. Urolitíase. Neoplasias. Infecções do trato t urinário

Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES. Traumatismos. Urolitíase. Neoplasias. Infecções do trato t urinário CIRURGIAS DO OSS SISTEMA URINÁRIO Prof. Dr. João Moreira da Costa Neto Departamento de Patologia e Clínicas Escola de Medicina Vetrinária -UFBA Cirurgias do sistema urinário INDICAÇÕES Traumatismos Urolitíase

Leia mais

Manual para Cuidadores Informais de Idosos URIPEN E SONDA VESICAL DE DEMORA A sonda de Foley ou sonda vesical de demora pode ser utilizada em pacientes que perderam a capacidade de urinar espontaneamente,

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA COLETA E TRANSPORTE DE SECREÇÃO RESPIRATÓRIA - 2015

ORIENTAÇÕES PARA COLETA E TRANSPORTE DE SECREÇÃO RESPIRATÓRIA - 2015 Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul Instituto de Pesquisas Biológicas Laboratório Central de Saúde Pública- IPB-LACEN/RS SEÇÃO DE VIROLOGIA - LABORATÓRIO DE VÍRUS RESPIRATÓRIOS INVESTIGAÇÃO DA INFLUENZA

Leia mais

Mal formações do trato urinário. Luciana Cabral Matulevic

Mal formações do trato urinário. Luciana Cabral Matulevic Mal formações do trato urinário Luciana Cabral Matulevic Refluxo Vésico-Ureteral Fluxo anormal de urina da bexiga para o trato urinário superior Achado isolado ou associado a outras malformações Causas

Leia mais

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas

Pós Operatório. Cirurgias Torácicas Pós Operatório Cirurgias Torácicas Tipos de Lesão Lesões Diretas fratura de costelas, coluna vertebral ou da cintura escapular, hérnia diafragmática, ruptura do esôfago, contusão ou laceração pulmonar.

Leia mais

PARECER COREN-DF Nº 004/2011

PARECER COREN-DF Nº 004/2011 PARECER COREN-DF Nº 004/2011 SOLICITANTE: Dr. Obedes de Souza Vasco, Coren-DF nº 191085-ENF, Sra. Margarida de Souza Queiroz, Dra. Luciana Simionatto e Silva, Coren-DF nº 58827-ENF, e Dra. Christiane Gigante,

Leia mais

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 RESPIRAÇÃO E EXCREÇÃO

Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! CIÊNCIAS - UNIDADE 4 RESPIRAÇÃO E EXCREÇÃO Lembrete: Antes de começar a copiar cada unidade, coloque o cabeçalho da escola e a data! Use canetas coloridas ou escreva palavras destacadas, para facilitar na hora de estudar. E capriche! Não se esqueça

Leia mais

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO UROLOGISTA. Cerca de 90% dos cânceres da bexiga são classificados como:

PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO UROLOGISTA. Cerca de 90% dos cânceres da bexiga são classificados como: 12 PROVA DE CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS MÉDICO UROLOGISTA QUESTÃO 21 Cerca de 90% dos cânceres da bexiga são classificados como: a) Papilomas vesicais. b) Carcinomas epidermóides. c) Carcinomas de células

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec Ensino Técnico

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico Etec PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: TUPÃ Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: TÉCNICO EM ENFERMAGEM Qualificação:

Leia mais

TÉCNICAS CIRÚRGICAS BÁSICAS

TÉCNICAS CIRÚRGICAS BÁSICAS República de Moçambique Ministério da Saúde Programa Nacional de Cirurgia TÉCNICAS CIRÚRGICAS BÁSICAS Número 5 Abril de 2004 Técnicas de Enfermagem TÉCNICAS CIRÚRGICAS BÁSICAS Número 5 Abril de 2004 Técnicas

Leia mais

PATOLOGIAS DA PRÓSTATA. Prostata

PATOLOGIAS DA PRÓSTATA. Prostata AULA PREPARADA POR: PATOLOGIAS DA PRÓSTATA Prostata A próstata é um órgão interno que só o homem possui; tem a forma de uma maçã muito pequena, e fica logo abaixo da bexiga. ANATOMIA Tem o tamanho aproximado

Leia mais

PNEUMONIA ASSOCIADA À VENTILAÇÃO MECÂNICA

PNEUMONIA ASSOCIADA À VENTILAÇÃO MECÂNICA PNEUMONIA ASSOCIADA À VENTILAÇÃO MECÂNICA CONCEITO A Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAV) é infecção diagnosticada após 48h de ventilação mecânica até a sua suspensão. ETIOLOGIA Tabela 1. Microorganismos

Leia mais

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO PLANO DE CURSO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Curso: Bacharelado em Enfermagem Disciplina: Semiologia e Semiotécnica II Professor: Petrúcia Maria de Matos E-mail: petruciamatos@hotmail.com Código: Carga Horária:

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA MANIPULAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E INTERCORRÊNCIAS NA UTILIZAÇÃO DE DIETAS ENTERAIS

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA MANIPULAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E INTERCORRÊNCIAS NA UTILIZAÇÃO DE DIETAS ENTERAIS MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA MANIPULAÇÃO, ADMINISTRAÇÃO E INTERCORRÊNCIAS NA UTILIZAÇÃO DE DIETAS ENTERAIS 2ª edição SUMÁRIO Nutrição Enteral: definição 1. Cuidados no preparo da Nutrição Enteral Higiene

Leia mais

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO

TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO O (A) paciente, ou seu responsável, declara, para todos os fins legais, especialmente do disposto no artigo 39, VI, da Lei, 8.078/90 que dá plena autorização

Leia mais

Recebimento de pacientes na SRPA

Recebimento de pacientes na SRPA CURSO TÉCNICO DE ENFERMAGEM ENFERMAGEM CIRÚRGICA MÓDULO III Profª Mônica I. Wingert 301E Recebimento de pacientes na SRPA O circulante do CC conduz o paciente para a SRPA; 1.Após a chegada do paciente

Leia mais

8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:30 8:45 INTERVALO VISITA AOS EXPOSITORES E PATROCINADORES.

8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:30 8:45 INTERVALO VISITA AOS EXPOSITORES E PATROCINADORES. MAPA AUDITÓRIO ÓPERA DE ARAME (200 LUGARES) DOMINGO 02 DE AGOSTO DE 2015. 8:00 Horas Sessão de Temas Livres concorrendo a Premiação. 8:00 8:15 TEMA LIVRE SELECIONADO. 8:15 8:30 TEMA LIVRE SELECIONADO.

Leia mais

NUTRIÇÃO ENTERAL DOMICILIAR MANUAL DO USUÁRIO. Como preparar e administrar a dieta por sonda

NUTRIÇÃO ENTERAL DOMICILIAR MANUAL DO USUÁRIO. Como preparar e administrar a dieta por sonda NUTRIÇÃO ENTERAL DOMICILIAR MANUAL DO USUÁRIO Como preparar e administrar a dieta por sonda NUTRIÇÃO ENTERAL DOMICILIAR MANUAL DO USUÁRIO Como preparar e administrar a dieta por sonda UNICAMP FACULDADE

Leia mais

Página ORIGEM PULMONAR E EXTRAPULMONAR 01 de 05. Anexo 1. Figura 1: Características do frasco rígido com tampa rosca para a coleta de escarro

Página ORIGEM PULMONAR E EXTRAPULMONAR 01 de 05. Anexo 1. Figura 1: Características do frasco rígido com tampa rosca para a coleta de escarro 01 de 05 Anexo 1 Figura 1: Características do frasco rígido com tampa rosca para a coleta de escarro Figura 2: Exemplo de caixa com tampa de material não poroso, rígido, resistente à descontaminação, identificada

Leia mais

Infecções e inflamações do trato urinário, funçao sexual e reprodutiva Urologia Denny

Infecções e inflamações do trato urinário, funçao sexual e reprodutiva Urologia Denny DATA hora AULA PROGRAMADA Módulo PROFESSOR 25/10/2013 14:00-14:55 Abdome Agudo - inflamatório e obstrutivo Clínica Cirúrgica João Marcos 14:55-15:50 Abdome Agudo - perfurativo e vascular/hemorrágico Clínica

Leia mais

Universidade Estadual de Campinas Reitor Prof. Dr. Carlos Henrique de Brito Cruz

Universidade Estadual de Campinas Reitor Prof. Dr. Carlos Henrique de Brito Cruz O E N T E R A L Universidade Estadual de Campinas Reitor Prof. Dr. Carlos Henrique de Brito Cruz Hospital das Clínicas da Unicamp Superintendente Prof. Dr. Ivan F. Contrera Toro Realização Grupo de Apoio

Leia mais

UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE FAC CG CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EDITAL DE SELEÇÃO DE MONITORES

UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE FAC CG CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EDITAL DE SELEÇÃO DE MONITORES 1 UNIÃO DE ENSINO SUPERIOR DE CAMPINA GRANDE FACULDADE DE CAMPINA GRANDE FAC CG CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EDITAL DE SELEÇÃO DE MONITORES PERÍODO LETIVO 2013.1 A Coordenação do Curso de Graduação

Leia mais

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do Trato Urinário. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio C Cotrim Neto-Médico Residente e Equipe Gipea

PROTOCOLO MÉDICO. Assunto: Infecção do Trato Urinário. Especialidade: Infectologia. Autor: Cláudio C Cotrim Neto-Médico Residente e Equipe Gipea PROTOCOLO MÉDICO Assunto: Infecção do Trato Urinário Especialidade: Infectologia Autor: Cláudio C Cotrim Neto-Médico Residente e Equipe Gipea Data de Realização: 23/03/2009 Data de Revisão: Data da Última

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde.

Leia mais

FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA

FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETA FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA Graduação 1 FUNDAMENTOS DA NUTRIÇÃO CLÍNICA E COLETIVA UNIDADE 4 ALIMENTAÇÃO ENTERAL Nesta unidade você irá estudar as

Leia mais

Pacote de medidas (bundle) Expediente

Pacote de medidas (bundle) Expediente Expediente Coordenação e Edição Carolina Guadanhin Coordenação Técnica Ivan Pozzi Cláudia Carrilho Produção e Edição Dayane Santana Revisão Gramatical Jackson Liasch Projeto Gráfico OZLondrina Impressão

Leia mais

Em resposta a Portaria n. 228/2011, no qual sou nomeado para análise e emissão de parecer, passo abaixo meu relatório para apreciação na plenária.

Em resposta a Portaria n. 228/2011, no qual sou nomeado para análise e emissão de parecer, passo abaixo meu relatório para apreciação na plenária. PROCESSO CONSULTA 00009/2011 INTERESSADO: Dr. Marcelo Luiz Feitosa Ferrari CRM/RO 1.366 ASSUNTO: Solicitação de parecer sobre repassagem de Sonda de Gastrostomia. Relatora: Cons. Inês Motta de Morais Senhor

Leia mais

Código: ENFDIG Disciplina: DIDÁTICA GERAL Fase: 5ª Grade curricular: 2000 Pré-requisitos: Psicologia da Educação DESCRIÇÃO DO PROGRAMA:

Código: ENFDIG Disciplina: DIDÁTICA GERAL Fase: 5ª Grade curricular: 2000 Pré-requisitos: Psicologia da Educação DESCRIÇÃO DO PROGRAMA: 21cir FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA DEPARTAMENTO DE ENFERMAGEM CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecimento: Portaria nº 604, de 31 de maio de 1995 E-mail: denf@unir.br Campus Porto Velho/RO. BR 364,

Leia mais

RADIOLOGIA DO SISTEMA URINÁRIO

RADIOLOGIA DO SISTEMA URINÁRIO RADIOLOGIA DO SISTEMA URINÁRIO Aspectos Radiográficos Normais de Rins e Ureteres Visualização variável da imagem renal quanto ao número, forma, contorno, tamanho, posição e densidade (intermediária entre

Leia mais

PROCEDIMENTOS EM NEONATOLOGIA. Medições frequentes e contínuas da gasometria arterial; Monitorização continua da pressão arterial.

PROCEDIMENTOS EM NEONATOLOGIA. Medições frequentes e contínuas da gasometria arterial; Monitorização continua da pressão arterial. PROCEDIMENTOS EM NEONATOLOGIA CATETERISMO UMBILICAL ARTERIAL E VENOSO: INDICAÇÕES: Arterial: Medições frequentes e contínuas da gasometria arterial; Monitorização continua da pressão arterial. Venoso:

Leia mais

Foco Critérios de diagnóstico Dependente, não participa Necessita de ajuda de pessoa Necessita de equipamento Completamente independente

Foco Critérios de diagnóstico Dependente, não participa Necessita de ajuda de pessoa Necessita de equipamento Completamente independente Índice ANDAR... 2 ANDAR COM AUXILIAR DE MARCHA... 5 AUTOCONTROLO: CONTINÊNCIA URINÁRIA... 8 AUTOCONTROLO: CONTINÊNCIA INTESTINAL... 11 AUTOCUIDADO: ARRANJAR-SE... 13 AUTOCUIDADO: BEBER... 15 AUTOCUIDADO:

Leia mais

Critérios rios Diagnósticos e Indicadores Infecção do Trato Urinário ITU Infecção Gastrointestinal IGI. Hospitais de Longa Permanência.

Critérios rios Diagnósticos e Indicadores Infecção do Trato Urinário ITU Infecção Gastrointestinal IGI. Hospitais de Longa Permanência. Critérios rios Diagnósticos e Indicadores Infecção do Trato Urinário ITU Infecção Gastrointestinal IGI Hospitais de Longa Permanência ncia 2011 Premissas 1.Todos os sintomas devem ser novos ou com piora

Leia mais

Nutrição & cuidados no tratamento do câncer. Valéria Bordin Nutricionista CRN3-4336

Nutrição & cuidados no tratamento do câncer. Valéria Bordin Nutricionista CRN3-4336 04/10/2014 Nutrição & cuidados no tratamento do câncer Valéria Bordin Nutricionista CRN3-4336 Nutrição & cuidados no tratamento do câncer O Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que

Leia mais

ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM FRENTE AO PROCEDIMENTO DE CATETERISMO VESICAL DE DEMORA

ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM FRENTE AO PROCEDIMENTO DE CATETERISMO VESICAL DE DEMORA ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM FRENTE AO PROCEDIMENTO DE CATETERISMO VESICAL DE DEMORA ROLE OF NURSING IN THE FACE OF PROCEDURE CATHETERIZATION BLADDER OF DELAY Semiologia Anna Karollyne Bezerra Dos Santos 1 Walquiria

Leia mais

Orientações para tratamento de feridas (ultima atualização Novembro de 2007)

Orientações para tratamento de feridas (ultima atualização Novembro de 2007) Orientações para tratamento de feridas (ultima atualização Novembro de 2007) Hospital Municipal Miguel Couto 1 Objetivos: Oferecer informações técnicas e científicas atualizadas para as equipes médicas

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2012. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2012. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2012 Ensino Técnico ETEC Monsenhor Antonio Magliano Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Saúde e Segurança Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico

Leia mais

Qual o tamanho da próstata?

Qual o tamanho da próstata? É o aumento benigno do volume da próstata. A próstata é uma glândula situada na parte inferior da bexiga e anterior ao reto. No seu interior passa a uretra (o canal pelo qual a urina é eliminada do corpo).

Leia mais

Olhar fisiológico, patológico e funcional da SEXOLOGIA CLÍNICA FEMININA E MASCULINA

Olhar fisiológico, patológico e funcional da SEXOLOGIA CLÍNICA FEMININA E MASCULINA Olhar fisiológico, patológico e funcional da SEXOLOGIA CLÍNICA FEMININA E MASCULINA SEXOLOGIA CLÍNICA Rafaela Prado M. Fleury Fisioterapeuta em Urologia, Ginecologia, Obstetrícia e recuperação pós retirada

Leia mais

As cirurgias cardíacas são acontecimentos recentes;

As cirurgias cardíacas são acontecimentos recentes; CIRURGIAS CARDÍACAS CIRURGIA CARDÍACA As cirurgias cardíacas são acontecimentos recentes; Na Europa e Brasil, até fins do século XIX não eram realizados procedimentos cirúrgicos na cardiologia; Com o avanço

Leia mais

Oxigenoterapia Não invasiva

Oxigenoterapia Não invasiva Oxigenoterapia Não invasiva Definição Consiste na administração de oxigênio numa concentração de pressão superior à encontrada na atmosfera ambiental para corrigir e atenuar deficiência de oxigênio ou

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DECEx DEE ESCOLA DE SARGENTOS DAS ARMAS ESCOLA SARGENTO MAX WOLF FILHO

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DECEx DEE ESCOLA DE SARGENTOS DAS ARMAS ESCOLA SARGENTO MAX WOLF FILHO MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DECEx DEE ESCOLA DE SARGENTOS DAS ARMAS ESCOLA SARGENTO MAX WOLF FILHO EXAME INTELECTUAL AOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE SARGENTOS 2013-14 SOLUÇÃO DAS QUESTÕES DE TÉCNICO

Leia mais