ATUALIDADES DO MERCADO FINANCEIRO: SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL. DINÂMICA DO MERCADO. MERCADO BANCÁRIO.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ATUALIDADES DO MERCADO FINANCEIRO: SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL. DINÂMICA DO MERCADO. MERCADO BANCÁRIO."

Transcrição

1

2 ATUALIDADES DO MERCADO FINANCEIRO: SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL. DINÂMICA DO MERCADO. MERCADO BANCÁRIO. Concurso do Banco do Brasil - prova em ESTRUTURA DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - SFN Como consta no sítio do Banco Central do Brasil (bcb.gov.br), o SFN está estruturado basicamente em três subsistemas: órgãos normativos, entidades supervisoras e operadores. Órgãos normativos Entidades supervisoras Operadores Conselho Monetário Nacional - CMN Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP Conselho Nacional de Previdência Complemen-tar - CNPC Banco Central do Brasil - Bacen Comissão de Valores Mobiliários - CVM Superintendên-cia de Seguros Privados - Susep Superintendência Nacional de Previdência Complementar - Previc Instituições financeiras captadoras de depósitos à vista Demais instituições financeiras Bolsas de mercadorias e futuros Bolsas de Valores Ressegura dores Sociedades Seguradoras Outros intermediários financeiros e administradores de recursos de terceiros Socieda-des de Capitali zação Entidades Fechadas de previdência complementar (fundos de pensão) Entidades Abertas de previdência comple mentar ÓRGÃOS NORMATIVOS Têm a atribuição de traçar as linhas gerais que devem ser observadas na parte do Sistema Financeiro que está a cargo de cada uma delas. Não executam coisa alguma. São os seguintes: Conselho Monetário Nacional - CMN; Conselho Nacional de Seguros Privados - CNSP; e Conselho Nacional de Previdência Complementar - CNPC. ENTIDADES SUPERVISORAS Executam o que foi determinado pelos órgãos normativos, cabendo supervisionar, fiscalizar, acompanhar e punir os operadores do Sistema Financeiro, dentro das atribuições definidas para cada uma delas. São as seguintes: Banco Central do Brasil - Bacen; Comissão de Valores Mobiliários - CVM; Superintendência de Seguros Privados - Susep; e Superintendência Nacional de Previdência Complementar - Previc. OPERADORES (INTERMEDIÁRIOS FINANCEIROS) São todos aqueles que fazem efetivamente o Sistema Financeiro Nacional alcançar o seu objetivo de proporcionar o encontro dos superavitários com os deficitários, cabendo- -lhes observar as regras definidas pelos órgãos normativos e que são implementadas pelas entidades supervisoras. Conselho Monetário Nacional - componentes Em , quando da publicação do Edital Cesgranrio nº 2014/002 do Banco do Brasil, o CMN estava composto da seguinte forma: Ministro de Estado da Fazenda Guido Mantega Ministra de Estado do Planejamento, Miriam Aparecida Belchior Orçamento e Gestão Ministro de Estado Presidente do Alexandre Antônio Tombini Banco Central do Brasil DINÂMICA DO MERCADO Segundo o Dicionário Aurélio, a palavra dinâmica, tem a ver com movimento. Dessa forma, ao estudarmos a dinâmica do mercado financeiro e bancário estamos estudando como esses mercados se movimentam e o que ali é movimentado. Nesses mercados ocorre a movimentação dos recursos financeiros nacionais, é a forma pela qual o dinheiro muda de mão entre as pessoas. O sistema financeiro nacional permite o movimento, ou seja, a circulação das finanças da nação brasileira. Permite o encontro de superavitários e deficitários. Isso ocorre por meio de operadores, também chamados intermediários financeiros, autorizados a funcionar pelo Banco Central do Brasil, possibilitando aos que têm recursos financeiros sobrando encontrar várias alternativas para aplicar seu dinheiro. Os operadores repassam esses recursos para os deficitários que estejam necessitando de dinheiro para atender suas necessidades de consumo ou investimento. Esses deficitários podem ser tanto pessoas físicas como pessoas jurídicas. INSTRUMENTOS DE POLÍTICA MONETÁRIA Política Monetária Diz respeito à moeda nacional. São os procedimentos que o governo adota para regular a oferta (quantidade) da moeda em circulação na economia nacional. 1

3 Instrumentos de política monetária São três, basicamente, os instrumentos utilizados pelo governo: compra e venda de títulos públicos (operações do mercado aberto) - quando o governo vende (lança) títulos no mercado ele retira moeda da economia e quando compra títulos ele coloca moeda na economia; depósitos compulsórios - corresponde a um percentual das captações que os bancos são obrigados a recolher ao Banco Central; quanto maior o percentual do compulsório menos moeda na economia e vice-versa; e controle da taxa de juros - quanto maior a taxa de juros menos pessoas estarão dispostas a tomar dinheiro emprestado, resultando em menos moeda na economia. Alguns defendem que o redesconto e a emissão de moeda também são instrumentos de política monetária. COMPORTAMENTO DA SELIC EM 2014 Na última reunião de 2014, realizada nos dias 03 e , o COPOM, subiu os juros para 11,75%, atingindo o maior patamar desde Elevação ao longo de 2014: 1ª reunião - 14 e = 10,50% a.a. 2ª reunião - 25 e = 10,75% a.a. 3ª reunião - 01 e = 11,00% a.a. 4ª reunião - 27 e = 11,00% a.a. 5ª reunião - 15 e = 11,00% a.a. 6ª reunião - 02 e = 11,00% a.a. 7ª reunião - 28 e = 11,25% a.a. 8ª reunião - 02 e = 11,75% a.a. Para a nossa prova do Banco do Brasil, marcada para , será considerada a Taxa Selic de 11,75% a.a., definida pelo Copom em O ano de 2014 caracterizou-se pela elevação da taxa Selic que começou em 10,50% a.a, definida na primeira reunião do Copom, em , terminando em 11,75% a.a., estipulada na oitava reunião do Copom, em O Banco Central do Brasil, ao longo de 2014, fazendo uso do controle da taxa de juros como instrumento de política monetária, adotou uma política monetária restritiva, elevando a taxa básica de juros (Selic) e consequentemente as taxas de juros cobradas pelos bancos da clientela na tentativa de reduzir e consumo e controlar a elevação da inflação. A propósito deste assunto vale a pena conferir a matéria divulgada pelo site G1, abaixo transcrita: 03/12/ h21 - Atualizado em 05/12/ h48 Mesmo com PIB fraco, BC acelera ritmo e sobe juro para 11,75% ao ano Esse foi o 2º aumento consecutivo da taxa básica de juros da economia. BC informa que juro deverá continuar subindo, mas com parcimônia. Alexandro Martello - Do G1, em Brasília Apesar de a economia brasileira estar praticamente estagnada, mas com inflação ainda resistente, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central acelerou o ritmo de alta e subiu a taxa básica de juros da economia em 0,5 ponto percentual nesta quarta-feira ( ), de 11,25% para 11,75% ao ano. Em outubro, os juros tinham avançado menos: 0,25 ponto percentual. Esse foi o segundo aumento seguido da taxa Selic, que está no maior patamar em três anos. A intensificação do aumento dos juros já era esperada por grande parte dos economistas do mercado financeiro, embora, na semana passada, pesquisa conduzida pelo Banco Central com mais de 100 bancos tenha indicado uma elevação menor, para 11,50% ao ano. Nos últimos dias, porém, os juros futuros, que mostram as apostas das instituições financeiras, já apontavam para uma alta mais intensa da taxa básica da economia brasileira. A previsão de uma aceleração no aumento de juros começou a se formar após o diretor de Política Econômica do BC, Carlos Hamilton, ter sinalizado, em meados de novembro, que a instituição poderá ampliar o aperto monetário para domar a inflação. O Copom não será complacente com a inflação. Se necessário for, no momento certo, o comitê poderá recalibrar sua ação de política monetária de modo a garantir a prevalência de um cenário benigno para a inflação nos próximos anos, afirmou o diretor na ocasião. Apesar de ter acelerado o processo de alta dos juros, o Copom indicou, no comunicado divulgado após a reunião, que a taxa deverá continuar subindo no futuro, mas que isso poderá acontecer de forma menos intensa, com parcimônia. Considerando os efeitos cumulativos e defasados da política monetária, entre outros fatores, o Comitê avalia que o esforço adicional de política monetária tende a ser implementado com parcimônia, informou a autoridade monetária. METAS DE INFLAÇÃO Pelo sistema de metas de inflação vigente na economia brasileira, o BC tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados. Para 2014, 2015 e 2016, a meta central de inflação é de 4,5%, mas o IPCA, que serve de referência para o sistema brasileiro, pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. No fim de setembro, o Banco Central estimou, por meio do relatório de inflação, um IPCA de 6,3% para este ano e de 5,8% a 6,1% para 2015, ou seja, valor ainda distante da 2

4 meta central de 4,5% para ambos os anos. Segundo a autoridade monetária informou naquele momento, a inflação começará a convergir mais fortemente para a meta central somente em Em doze meses até outubro, o IPCA somou 6,59% - acima do teto de 6,5% do sistema de metas brasileiro. Entretanto, o governo considera que a meta foi cumprida ou não apenas com base no acumulado em 12 meses até dezembro de cada ano. Para 2015, o mercado financeiro já está prevendo uma inflação de 6,49%, ou seja, no limite de 6,5% do sistema de metas brasileiro. Mesmo com PIB patinando, dólar e preços administrados preocupam Mesmo com o baixo nível de atividade, que registrou aumento de apenas 0,2% neste ano até setembro, e com a queda dos preços das commodities (produtos básicos com cotação internacional), fatores que atuam para conter a inflação, a alta do dólar e dos preços administrados (como telefonia, água, energia, combustíveis e tarifas de ônibus, entre outros), continuam pressionando os preços. Além disso, a inflação de serviços, impulsionada pelos ganhos reais de salários, segue elevada. Para o economista Sidnei Moura Nehme, especialista em câmbio da NGO Corretora, a aceleração do ritmo de alta dos juros por parte do Banco Central já considera um dólar mais alto ano que vem. O governo já mudou sua logística para a política cambial. O dólar vai ser mantido alto e vai ser a principal peça de reação para reverter a situação da indústria e para proteger o setor agrícola. Acho que o governo vai manter o dólar, de maneira sustentável, que tenha relação com os fundamentos ruins do setor externo, declarou ele. Dólar mais alto barateia importações e encarece as compras do exterior, beneficiando a indústria nacional, embora também pressione ainda mais a inflação. Com rigor, tem um impacto muito forte nas pressões inflacionárias, acrescentou Nehme. Em 2014, o dólar já subiu cerca de 8%. Para o fim deste ano, Nehme prevê que a moeda norte-americana fique em R$ 2,60, podendo subir ainda mais em Pesquisa do BC indica o preço do dólar entre R$ 2,67 e R$ 2,70 no fechamento do ano que vem. Choque de credibilidade O economista da Ativa Corretora, Arnaldo Curvello, avaliou que uma alta maior dos juros, para 11,75% ao ano, manda uma mensagem para o mercado de que a equipe econômica será mais dura no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff - após a inflação ter ficado próxima de 6% em todo o primeiro mandato, distante, portanto, da meta central de 4,5% que foi fixada para este período. A mensagem é que tem uma equipe mais dura, mais fiscalista [buscando as metas de contas públicas] pelo lado do Ministério da Fazenda e mais comprometida do lado da política monetária [definição dos juros para conter a inflação]. Seria um alinhamento para tentar dar um choque de credibilidade, declarou Curvello. Flavio Serrano, economista do Banco Espírito Santo, avalia que o cenário para a inflação é ruim e leva em conta não somente os preços administrados, que, segundo o mercado, devem subir 7,20% em 2015, o maior aumento em dez anos, como também outros fatores. O BC está subindo os juros para melhorar balanço de riscos para preços livres. Está tentando compensar um desequilíbrio na economia, declarou, acrescentando que, em sua visão, o governo está buscando ganhar mais credibilidade. Para ele, porém, pelo fato de a economia estar registrando um crescimento moroso (quase zero neste ano), seria mais eficaz o governo cortar gastos públicos do que aumentar a taxa básica de juros. O consumo das famílias e os investinmetnos desaceleraram bastante. Subir juros piora ainda mais isso, e o gasto público continua muito forte. Seria muito mais eficaz contrair o fiscal [cortar gastos] do que apertar mais a política monetária [subir juros], declarou. Ele avaliou, porém, que o efeito combinado das duas políticas (corte de gastos e aumento de juros) é mais potente contra a inflação. Fonte: goo.gl/ptcxzm Confira também a matéria complementar elaborada pelo G1 disponível em goo.gl/wvc2ot. MERCADO PRIMÁRIO E MERCADO SECUNDÁRIO Mercado primário As empresas ou o governo emitem títulos e valores mobiliários para captar novos recursos diretamente de investidores. É quando ocorre efetivamente a entrada de recursos no caixa do emissor. Mercado secundário É composto por títulos e valores mobiliários previamente adquiridos no mercado primário, ocorrendo apenas a troca de titularidade, isto é, a compra e venda. Não envolve mais o emissor e nem a entrada de novos recursos de capital para quem o emitiu. Seu objetivo é gerar negócios, isto é, dar liquidez aos títulos. Produtos e Serviços Bancários As instituições financeiras e bancárias pouco utilizam recursos financeiros próprios para fazerem suas operações. São chamadas de intermediárias financeiras exatamente porque captam recursos de um lado e emprestam do outro lado. Os bancos ganham dinheiro fazendo operações financeiras e operações acessórias. As operações financeiras podem ser classificadas de duas formas: passivas - captações e ativas - empréstimos As operações acessórias são as prestações de serviços realizadas pelos bancos Nas operações passivas e ativas há incidência de juros. Nas acessórias a cobrança de tarifas. Operações Passivas Operações Ativas depósitos a vista (conta corrente), depósitos a prazo, cadernetas de poupança, letras de câmbio cheque especial, crédito direto ao consumidor (cdc), financiamentos do sistema financeiro da habitação, crédito rural, adiantamento a depositantes, abertura de crédito fixo, abertura de crédito rotativo 3

5 Operações Acessórias Spread Bancário ordem de pagamento, cheque de viagem, cobrança de títulos, arrecadação de tributos, cartão de crédito, administração de fundos de investimento, administração de consórcios, prestação de garantias, compra e venda de moeda estrangeira Entende-se como spread a diferença entre os juros recebidos pelo banco ao emprestar algum dinheiro menos os juros pagos por esse banco para captar esse mesmo dinheiro. Se um banco empresta a 3% a.m. e capta a 2% a.m. o spread dessa operação será 1% a.m. (3% a.m. - 2% a.m.). O conceito de spread serve também para as operações de câmbio. Vem a ser a diferença entre o preço de venda de uma moeda e o preço pago pela moeda. Se um banco vende um dólar a R$2,10 e pagou R$2,00 para comprar esse dólar, o spread cambial é de R$0,10. Caderneta de Poupança Por meio de Medida Provisória convertida na Lei nº , de , os rendimentos da caderneta de poupança foram alterados. O cálculo do rendimento da poupança continua sendo efetuado levando em conta dois componentes: remuneração básica, correspondente à variação da TR - Taxa Referencial e remuneração adicional. Para os depósitos realizados até , nada muda. Continua rendendo 0,5%ao mês (6,17% ao ano) mais a variação da TR. Os depósitos efetuados a partir de , terão seus rendimentos vinculados à Taxa Selic: quando a Selic foi superior a 8,5% ao ano o rendimento será 0,5% ao mês (6,17% ao ano) mais a variação da TR; quando a Selic for igual ou menor a 8,5% ao ano o rendimento será 70% da Selic mais a variação da TR. Na prática, quando a Selic for igual ou menor que 8,2% ao ano o aplicador em caderneta de poupança só receberá como rendimentos os 70% da Selic, visto que nesse patamar de Selic a TR tende a ser zero. Em , a Selic definida pelo Copom foi 7,50% a.a. e, em , 7,25% a.a., portanto inferiores a 8,5% a.a. Em setembro e outubro a TR foi 0,0%, índice que deverá ser o mesmo também em novembro de As mudanças nos rendimentos da poupança objetivam criar uma ambiente que possibilite a redução das taxas de juros praticadas no Brasil. Medidas preventivas para os arranjos de pagamento No dicionário Aurélio a palavra arranjos é definida como preparativos e pagamento como maneira de pagar. De forma bem simplória e objetiva podemos entender arranjos de pagamentos como sendo os preparativos existentes no Sistema Financeiro Nacional que possibilitam várias maneiras para as pessoas quitarem os seus compromissos financeiros, ou seja, várias formas para realizar os seus pagamentos. A Lei nº , de , define os arranjos de pagamentos como sendo o conjunto de regras e procedimentos que disciplina a prestação de determinado serviço de pagamento ao público aceito por mais de um recebedor, mediante acesso direto pelos usuários finais, pagadores e recebedores. São exemplos de arranjos de pagamento os procedimentos utilizados para realizar compras com cartões de crédito, débito e pré-pago, seja em moeda nacional ou em moeda estrangeira. Os serviços de transferência e remessas de recursos também são arranjos de pagamentos. O arranjo em si não executa coisa alguma, mas apenas disciplina a prestação dos serviços. Por outro lado, as instituições de pagamento são pessoas jurídicas não financeiras que executam os serviços de pagamento no âmbito do arranjo e que são responsáveis pelo relacionamento com os usuários finais do serviço de pagamento. São exemplos de instituições de pagamento os credenciadores de estabelecimentos comerciais para a aceitação de cartões e as instituições não financeiras que acolhem recursos do público para fazerem pagamentos ou transferências. O Banco Central do Brasil (BC) publicou a Circular nº 3.735, em , que estabelece medidas preventivas no âmbito dos arranjos de pagamento que integram o Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB), a exemplo do que já é estabelecido para as instituições financeiras brasileiras. A regra prevê a aplicação de medidas preventivas durante o processo de autorização de arranjos, para assegurar a tempestividade de apresentação das regras que compõem os arranjos e a efetividade dos seus objetivos finais. Da mesma forma, a medida preventiva assegurará o bom funcionamento do sistema de pagamentos de varejo, em especial quanto aos aspectos de eficiência e segurança. As medidas preventivas são atos administrativos em prol do interesse público sem, no entanto, ter natureza punitiva, com o objetivo de assegurar a solidez, a eficiência e o regular funcionamento dos arranjos de pagamento. Elas atuam sobre determinada situação, contendo seus efeitos. A aplicação de medidas preventivas é excepcional e ocorre apenas nos casos em que o BC já tiver atuado sobre o instituidor pelas vias normais sem, contudo, conseguir a modificação necessária nas regras do arranjo. Além disso, elas podem ser tomadas para garantir que o instituidor implemente ações adicionais a fim de assegurar que os participantes cumpram as regras do arranjo. A norma estabelece procedimento para garantir ao ente regulado o exercício de seus direitos constitucionais à ampla defesa e ao contraditório. A proposta é que se permita àquele que se sentir prejudicado a apresentação de impugnação perante a autoridade decisória. Pesquisa de endividamento dos brasileiros O Banco Central divulgou, em , resultados preliminares de pesquisa qualitativa com consumidores de produtos financeiros em situação de endividamento excessivo e com restrições cadastrais. Os dados foram coletados entre os meses de agosto e outubro de 2014 por meio de oito grupos de discussão realizados no Rio de Janeiro, São Paulo, Recife e Porto Alegre, com oito a dez pessoas em cada grupo. 4

6 O estudo tem como objetivo compreender o processo e as motivações que levam os consumidores ao endividamento excessivo. A pesquisa também permite conhecer o grau de compreensão dos consumidores sobre as características dos produtos de crédito e identificar estratégias utilizadas para saírem da situação de endividamento excessivo. Os resultados da pesquisa servirão de subsidio para a elaboração de ações de educação financeira do Banco Central, voltadas para os cidadãos e também para as instituições financeiras. Resultados Preliminares A pesquisa identificou diversas motivações para o início da situação de endividamento excessivo. As mais citadas foram: Fatos inesperados perda de emprego e renda, doença própria e/ou de familiares, morte do responsável pela maior parte da renda familiar, gravidez não programada, separação conjugal; Falta de planejamento financeiro compras por impulso, excesso de parcelamento de compras e uso de linhas de crédito de forma impulsiva e descontrolada; e Empréstimo do nome o entrevistado retirou empréstimo e/ou financiamento em seu nome para terceiros ou emprestou o seu cartão de crédito a terceiros. A pesquisa indica que os consumidores acreditam que as linhas de crédito são extremamente úteis e benéficas quando usadas de forma consciente. No entanto, diversos entrevistados afirmaram que elas escondem armadilhas que muitas vezes acarretam em endividamento excessivo, com impactos financeiros e emocionais significativos. Algumas dessas armadilhas citadas pelos entrevistados foram: Excesso de linhas de crédito, com oferta ostensiva; Falta de informações claras sobre as condições da operação, com ênfase nas facilidades e benefícios, sem mencionar os riscos; Concessão e/ou aumento de limites de crédito (cheque especial, cartão de crédito) acima da capacidade de pagamento sem solicitação; Pagamento do valor mínimo da fatura do cartão do crédito. Adicionalmente, diversos entrevistados consideram que os juros excessivos e a inflexibilidade dos credores para renegociação das dívidas dificultam a saída da situação de acúmulo de dívidas ( bola de neve ) e da situação de inadimplência. Outros resultados da pesquisa foram: Reconhecimento da situação de endividamento excessivo Para grande parte dos entrevistados, o reconhecimento do problema de endividamento excessivo ocorreu somente quando as cobranças foram iniciadas ou quando perceberam que não tinham dinheiro para honrar os compromissos assumidos e as contas mensais. Parte dos entrevistados considera que as experiências de endividamento, apesar de negativas, resultaram em um aprendizado para o uso de linhas de crédito, uma forma de reaprender a lidar com o dinheiro. Após a experiência, foram mencionadas práticas de organização financeira, como elaboração de planilhas de receitas e despesas; tentativa de poupança; planejamento das aquisições de maior valor e controle dos gastos feitos no cartão de crédito. Percepção sobre a responsabilidade pelo endividamento excessivo Muitos entrevistados mencionaram que se consideram os principais responsáveis pela situação de endividamento em que estão inseridos. No entanto, consideram que as instituições financeiras também são responsáveis na medida em que utilizam armadilhas, descritas anteriormente. Os participantes que demonstraram compreensão e reconheceram a própria responsabilidade pelo endividamento excessivo mostraram-se mais propensos a adotar mudanças de comportamento em relação à própria organização financeira. Busca de ajuda e solução do problema Ao tomar consciência da situação de descontrole das dívidas, diversos entrevistados procuraram orientação de amigos e familiares e tentaram negociação com os credores para solucionar o problema. Porém, de acordo com parte dos entrevistados, os credores, na maioria das vezes, só oferecem condições de negociação adequadas e viáveis quando as dívidas estão perto do prazo de prescrição. Na impossibilidade de negociar com os credores nas condições impostas, diversos entrevistados declararam que desistem de pagar suas dívidas, aguardando a sua prescrição, ou que o credor apresente propostas mais viáveis. Ressalta-se, porém, que a prescrição não parece ser uma estratégia premeditada de não pagamento das dívidas, uma vez que o prazo de cinco anos foi considerado como um período muito longo, com consequências materiais e emocionais muito negativas. Um ponto de atenção é que muitos entrevistados afirmaram utilizar cartões de crédito e cheques de familiares enquanto estavam com restrições cadastrais. Estratégias utilizadas para sair da situação de endividamento excessivo Baseados em suas experiências, os participantes indicaram os seguintes caminhos para evitar e para sair da situação de endividamento excessivo: Controlar o orçamento por meio de planilha financeira; Manter no máximo um cartão de crédito, cancelando os demais; Economizar, poupar dinheiro e ter reserva financeira; Não aceitar muitas linhas de crédito nem limites elevados; Aceitar propostas de renegociação de dívida apenas se o credor reduzir juros; e Não parcelar as compras em muitas vezes. O Banco Central informa que por se tratar de uma pesquisa exploratória, com a finalidade de se identificar aspectos comportamentais de pessoas em situação de endividamento excessivo, estes resultados servirão de base para o 5

7 desenvolvimento de pesquisa quantitativa com vistas a permitir a validação das conclusões levando-se em conta todo o universo de consumidores em situação de endividamento excessivo e com restrições cadastrais. Entretanto, estes resultados preliminares já indicam possíveis caminhos para as ações de educação financeira da população, com foco na gestão de finanças pessoais e no relacionamento do cidadão com o sistema financeiro, mais especificamente sobre produtos de crédito. Além disso, poderão subsidiar o desenvolvimento de iniciativas com o objetivo de fomentar boas práticas na concessão de credito por parte instituições financeiras. Novas normas para as Cooperativas de Crédito As Cooperativas de Crédito são sociedades de pessoas de natureza civil, com forma jurídica própria, não sujeitas à falência, constituídas para prestar serviços aos associados. São consideradas instituições financeiras. Dependem de autorização do Banco Central do Brasil para funcionar e estão sujeitas à supervisão, fiscalização e intervenção daquela autarquia. Em dezembro de 2014, conforme consta no site do Banco Central do Brasil haviam Cooperativas de Crédito em funcionamento no país. Em foi noticiado que o Conselho Monetário Nacional e o Banco Central aprovaram normas e propostas de Resoluções que serão submetidas à audiência pública que aprimoram a regulamentação das cooperativas de crédito. As medidas tratam da melhora das condições de acesso a fontes de financiamento, das regras sobre requerimento mínimo de capital, das normas sobre auditoria e governança e das condições para que as cooperativas atuem como Sociedades Garantidoras de Crédito para micro e pequenas empresas. Com a finalidade de incentivar boas práticas nas cooperativas, o BC divulgou o estudo Fortalecimento da Governança Cooperativa no Brasil, baseado em dados das Pesquisa de Governança em Cooperativas de Crédito AS PRINCIPAIS MEDIDAS ENVOLVEM: Emissão de Letras Financeiras O Conselho Monetário Nacional, por meio da Res. nº 4.382, de , diz que as Cooperativas de crédito poderão emitir Letras Financeiras e, dessa forma, ter acesso a funding mais estável para o financiamento de suas operações de crédito de médio e longo prazo, bem como garantir fonte adequada para a composição do capital regulamentar, que atualmente está restrita a títulos pouco padronizados ou sujeitos a pagamento incondicional do cotista ou do depositante (cotas-parte e depósitos dos cooperados). A norma do Conselho Monetário Nacional (CMN) prevê que a emissão de letras financeiras pelas cooperativas de crédito limita-se ao propósito de composição do Patrimônio de Referência dessas instituições, atendendo, assim, às necessidades de capital do segmento, ao mesmo tempo em que impõe condições restritas para a colocação desses títulos no mercado. Requerimentos mínimos de capital O BC publicou Circular nº 3.730, de , que promove o aprimoramento dos requerimentos mínimos de capital aplicáveis às cooperativas de crédito, de forma a reduzir seus custos operacionais e dotá-las de melhores condições para seu crescimento. Como resultado, um requerimento de capital uniforme é agora aplicado a todos os direitos representativos de operações realizadas dentro de um mesmo sistema cooperativo, que passam a receber um Fator de Ponderação de Risco (FPR) de 20%. Já para as cooperativas do Regime Prudencial Simplificado (RPS), as alterações normativas promoveram a redução do requerimento de capital aplicável às operações de crédito contratadas por cooperativas singulares, mediante a adoção de um FPR 75%, em substituição ao de 85%. Com tais medidas, prevê-se uma melhor adequação dos requerimentos de capital aos riscos efetivamente incorridos pelas instituições do segmento cooperativo e um consequente incremento da eficiência macroeconômica do SFN, no que concerne sua capacidade de ofertar serviços financeiros a custo acessível e de modo uniforme para a população. O BC colocou em consulta pública minuta de resolução que trata de vários procedimentos que dizem respeito às Cooperativas de Crédito, envolvendo: Auditoria cooperativa - trata de novo modelo de Auditoria Cooperativa nas cooperativas de crédito, que abrangerá, de forma segregada, parte importante das atribuições hoje previstas no que se denomina de supervisão auxiliar, além da verificação das informações contábeis e financeiras, do cumprimento dos dispositivos legais e regulamentares e da qualidade na gestão das cooperativas centrais de crédito. Nova segmentação de cooperativas de crédito - visa refletir de forma mais adequada o perfil de risco dessas instituições e aplicar as regras prudenciais adequadas. As condições de associação às cooperativas de crédito passariam a ser livres, definidas apenas pela assembleia geral e formalizadas no estatuto social da cooperativa. A regulação apenas classificaria as cooperativas em três classes, de acordo com as operações realizadas, e aplicaria os requisitos prudenciais e requisitos de governança conforme a complexidade e, em consequência, o grau de risco de cada classe. Cooperativa como Sociedade Garantidora de Crédito - dispõe sobre a constituição e o funcionamento das cooperativas de crédito que tenham como objeto social principal a prestação de garantias em operações de crédito realizadas com micro e pequenas empresas (MPE). Boas práticas de governança em cooperativas de crédito - O BC divulgou o documento Fortalecimento da Governança Cooperativa no Brasil, um estudo resultante da análise dos dados obtidos da Pesquisa de Governança em Cooperativas de Crédito , realizada junto às instituições financeiras do segmento cooperativo. A pesquisa tem forte efeito indutor de boas práticas de governança no 6

8 segmento, movimento que se iniciou com a construção das diretrizes de Governança Cooperativa, em projeto do BC concluído em Contas simplificadas O Banco Central elevou de R$ 2 mil para R$ 3 mil o limite máximo de saldo mensal permitido para as contas especiais de depósitos à vista e de poupança, mais conhecidas como contas simplificadas, disciplinadas na Resolução nº 3.211, de Também foi elevado o limite de saldo máximo para efeito de bloqueio a qualquer tempo dessas contas, que passa a ser R$ 6 mil. O objetivo da medida é adequar o limite ao aumento da renda média do público alvo, além de aprimorar este importante instrumento de inclusão financeira de pessoas de baixa e média renda. A conta simplificada representa uma porta de acesso ao sistema bancário, estimulando o hábito de poupar e facilitando, posteriormente, o uso de produtos financeiros mais sofisticados, como o crédito. É possível abrir uma conta simplificada apresentando apenas o cartão de beneficiário de programas sociais, como o Bolsa Família. Essas contas simplificadas somente podem ser abertas para pessoas físicas e mantidas na modalidade de conta individual, sendo vedados: o fornecimento de talonários de cheques para a respectiva movimentação; a sua manutenção concomitante com outra conta de depósitos à vista de mesma titularidade, na própria instituição financeira ou em outra; não podem ter saldo superior, a qualquer tempo, a R$3.000,00, nem somatório dos depósitos efetuados em cada mês superior a esse mesmo valor; os recursos devem ser movimentados apenas por meio de cartão ou outro instrumento eletrônico de pagamento ou de transferências eletrônicas, admitido, em caráter excepcional, o uso de cheque avulso ou de recibo emitidos no ato da solicitação de saque. Na hipótese de o saldo ou o somatório dos depósitos exceder o correspondente valor de R$3.000,00, mais de duas vezes dentro de cada período de um ano, contado da data da abertura da conta, a mesma será bloqueada pela instituição financeira para verificação do motivo da ocorrência. No caso dessas contas de depósitos registrarem saldo, a qualquer tempo, ou somatório dos depósitos, em determinado mês, superior R$6.000,00, a conta deverá ser bloqueada pela instituição financeira para verificação do motivo da ocorrência. É vedada às instituições financeiras a cobrança de remuneração pela abertura e pela manutenção das contas de depósitos simplificadas. Existem hoje cerca de 8 milhões de contas simplificadas de depósitos à vista ativas e cerca de 3 milhões de contas simplificadas de poupança ativas, abertas principalmente por meio dos correspondentes no País. Sistema Registrato O Registrato Extrato do Registro de Informações no Banco Central é um sistema que fornece para o cidadão informações disponíveis em cadastros administrados pelo Banco Central do Brasil, que foi criado pela Circular Bacen nº 3.728, de Tais cadastros são compostos por informações enviadas pelas instituições financeiras e utilizadas pelo Banco Central em suas ações de supervisão. Estão disponíveis informações de dois cadastros: Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro - CCS: contém informações sobre os relacionamentos (como conta corrente e poupança) do cidadão com as instituições financeiras, vigentes desde Sistema de Informações de Crédito - SCR: contém informações sobre as operações de crédito (empréstimos, financiamentos e outras) obtidas pelo cidadão junto às instituições financeiras, com valor total igual ou superior a R$ 1.000,00. As informações do relatório CCS servem para o cidadão verificar se os relacionamentos com as instituições financeiras apresentados no relatório são procedentes. Além disso, o CCS pode ser útil ao cidadão interessado em verificar a ocorrência de uso indevido de seu CPF. As informações do relatório SCR servem para o cidadão verificar se as informações de crédito de valor total igual ou superior a R$1.000,00 vigentes no período requisitado estão condizentes com as suas movimentações financeiras realizadas. Qualquer cidadão com CPF válido pode utilizar o sistema Registrato mediante prévio credenciamento. O acesso ao Registrato é gratuito e, uma vez efetuado o devido credenciamento, pode ser feito a qualquer momento. Cabe lembrar que nem sempre as informações estarão atualizadas na data da emissão do relatório. Há uma defasagem de tempo entre a prestação das informações pelas instituições financeiras e a disponibilização delas no Registrato. As informações atualizadas só podem ser obtidas junto às instituições financeiras com as quais o cidadão possui relacionamento. Os relatórios fornecidos por meio do Registrato contém informações de caráter pessoal e sigiloso. Logo, cabe ao cidadão observar os devidos cuidados na apresentação dessas informações a terceiros. Em caso de constatação ou suspeita de informações incorretas, o cidadão deve entrar em contato com a instituição financeira prestadora da informação objeto do questionamento. Ressalta-se, mais uma vez, que há defasagem de tempo entre as informações fornecidas pelas instituições financeiras e a apresentação dessas por meio dos relatórios do Registrato, podendo essa defasagem gerar alguma informação desatualizada. A propósito do Registrato vale a pena assistir à entrevista concedida à TV NBR, em , pelo sr. Fernando Dutra, chefe do Departamento de Atendimento Institucional do Banco Central do Brasil, disponível em goo.gl/nf4cdc. 7

9 BC lança moedas comemorativas dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016 O Banco Central lançou, no dia , no Rio de Janeiro, as primeiras nove moedas comemorativas do programa numismático dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio 2016: uma de ouro, quatro de prata e quatro de circulação comum. O programa compreenderá ao todo 36 moedas, que serão lançadas até A moeda de ouro homenageia, além do Cristo Redentor, a corrida de 100 metros rasos, um dos esportes que representa o lema Olímpico Citius, Altius, Fortius (mais rápido, mais alto, mais forte). As moedas de prata homenageiam o Rio de Janeiro: os anversos, com paisagens conhecidas onde o carioca pratica esportes como remo, corrida, ciclismo e vôlei de praia; os reversos, com aspectos da cultura e da natureza da cidade e do Brasil. Toninha (espécie de golfinho), Bromélia, Arcos da Lapa e Bossa Nova inauguram as quatro séries temáticas: Fauna, Flora, Arquitetura e Música, respectivamente. Os esportes Olímpicos e Paraolímpicos são os destaques das moedas de circulação comum. No primeiro lançamento, Atletismo e Natação representam dois dos esportes em que o Brasil conquistou mais medalhas em Jogos Olímpicos; Golfe e Paratriatlo, as duas modalidades que passarão a fazer parte dos Jogos de As moedas de R$1 entrarão em circulação pela rede bancária e uma parte será vendida em embalagens especiais para coleção. As moedas podem ser adquiridas no site do Banco do Brasil por meio de boleto bancário ou, no caso de correntistas do BB, débito em conta. As moedas também estarão à venda em algumas agências do Banco do Brasil. Quem comprar nas agências do BB, só poderá pagar em dinheiro. Todos os projetos foram desenvolvidos pelas equipes do Banco Central e da Casa da Moeda do Brasil, com o suporte técnico do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos Rio Moedas comemorativas Valor de face: R$10,00 Composição básica: Ouro 900/1000 Preço de venda: R$1.180,00 O anverso apresenta atleta durante a corrida de 100 metros rasos. Completam a composição a legenda Citius, Altius, Fortius e a era (2014). No reverso, a imagem do Cristo Redentor, ícone do Rio de Janeiro, é ladeada pelo valor de face (10 reais) e pela marca dos Jogos Rio Na base da estátua, aparece a legenda Brasil. 8 Valor de face: R$5,00 - Composição básica: Prata 925/1000 Preço de venda: R$195,00 No anverso, cena retratando a prática do remo na Lagoa Rodrigo de Freitas, com o morro do Corcovado ao fundo. Completam a composição a marca dos Jogos Rio 2016 e a legenda Brasil. O reverso destaca um conjunto de bromélias, em composição com o valor de face (5 reais) e a era (2014). Valor de face: R$5,00 - Composição básica: Prata 925/1000 Preço de venda: R$195,00 No anverso, cena retratando a prática do ciclismo na Floresta da Tijuca, com a Vista Chinesa ao fundo. Completam a composição a marca dos Jogos Rio 2016 e a legenda Brasil. O reverso destaca duas toninhas, que são botos-da-baía-de-guanabara, em composição com o valor de face (5 reais) e a era (2014). Valor de face: R$5,00 - Composição básica: Prata 925/1000 Preço de venda: R$195,00 No anverso, cena retratando a prática da corrida no Aterro do Flamengo, com o Pão de Açúcar ao fundo. Completam a composição a marca dos Jogos Rio 2016 e a legenda Brasil. O reverso destaca detalhe dos Arcos da Lapa. O valor de face (5 reais) e a era (2014) completam o desenho.

10 A partir da disponibilização do registro de reclamação, a instituição reclamada deve encaminhar resposta ao interessado no prazo de até dez dias úteis. As principais mudanças são: 1) inserção das instituições de pagamento autorizadas a funcionar no rol das entidades passíveis de serem objeto de registro de demandas do cidadão no Banco Central; Valor de face: R$5,00 - Composição básica: Prata 925/1000 Preço de venda: R$195,00 No anverso, cena retratando a prática do voleibol de praia em Copacabana. Completam a composição a marca dos Jogos Rio 2016 e a legenda Brasil. No reverso, músico sentado em banco tocando violão, em alusão à Bossa Nova. O valor de face (5 reais) e a era (2014) completam o desenho. Valor de face: R$1,00 Composição básica: Aço inoxidável (núcleo) e aço revestido de bronze (anel) Preço de venda: R$1,00 No anverso 2) nadadores mergulham na piscina. 3) atleta em três momentos da competição (corrida, natação e ciclismo). 4) atleta executa salto triplo. 5) aparecem em destaque o taco e a bola de golfe. Completam a composição a marca dos Jogos Rio 2016 e a legenda Brasil. As características do reverso permaneceram inalteradas. BC aprimora regras para o registro de reclamações O Banco Central publicou, em , a Circular aperfeiçoando as regras para o registro e o tratamento de reclamações contra instituições financeiras registradas por cidadãos, em substituição àquelas previstas na Circular nº 3.289, de A medida visa a promover a melhoria da qualidade das respostas oferecidas pelas instituições financeiras aos reclamantes e ao Banco Central, favorecendo a efetividade das ações de supervisão de conduta, de regulação e de educação financeira a partir das demandas apresentadas. 2) obrigatoriedade de que a resposta oferecida ao demandante pela instituição seja completa, fazendo referência a todas as ocorrências abordadas no registro; 3) nova nomenclatura para os registros de reclamação que passarão a ser chamados de regulado quando o fato registrado se relacionar com lei ou regulamentação cuja competência de supervisão seja do Banco Central e não regulado nos demais casos. 4) necessidade de registro no serviço postal, quando a resposta encaminhada pela instituição reclamada ocorrer por meio de carta; 5) possibilidade de prorrogação do período de resposta dos registros de reclamação pela instituição reclamada uma única vez, por prazo máximo igual ao inicialmente estabelecido no registro, desde que seja comprovado que o interessado foi informado sobre os motivos do pedido, excetuando-se instituições submetidas a regimes especiais, bem como para situações excepcionais, tais como greve, enchente ou problema no sistema da instituição. Reclamações quanto aos serviços e produtos oferecidos pelas instituições que integram o Sistema Financeiro Nacional podem ser registradas pelo público junto ao Banco Central por meio formulário Fale conosco, disponível no site do Banco Central na internet. A nova regulamentação entrou em vigor em BC aprimora critérios de prevenção à lavagem de dinheiro pelas instituições de pagamento São exemplos de instituições de pagamento os credenciadores de estabelecimentos comerciais para a aceitação de cartões e as instituições não financeiras que acolhem recursos do público para fazerem pagamentos ou transferências. O Banco Central aprovou a Circular nº 3.727, , que aprimora os critérios relativos à prevenção à lavagem de dinheiro e ao combate do financiamento ao terrorismo (PLD/CFT) observados pelas instituições de pagamento. Dessa forma, a partir da publicação da norma, as instituições de pagamento, além dos procedimentos de PLD/ CFT já estabelecidos, deverão também: I adotar procedimentos e controles que permitam confirmar as informações de identificação de clientes, podendo, entre outros, confrontar as informações fornecidas pelos usuários finais com outras disponíveis em bancos de dados de caráter público ou privado; 9

11 II implementar sistemas de gerenciamento de risco de PLD/CFT que permitam a identificação e a avaliação desse risco, bem como promover medidas de mitigação proporcionais aos riscos identificados, inclusive nos casos em que as instituições devem dispensar especial atenção. Além disso, foram racionalizadas as informações obrigatórias exigidas para a abertura de contas de pagamento e alterado o valor máximo aplicado para identificação simplificada de contas pré-pagas, passando de R$1.500,00 para R$5.000,00, com o objetivo de reduzir custos de observância. Os aprimoramentos estão alinhados com a Abordagem com Base em Risco estabelecida no âmbito do Grupo de Ação Financeira (Gafi), organização internacional responsável por estabelecer padrões de PLD/CFT a serem observados pelos países do G-20, entre os quais o Brasil. ESAF e Banco Central lançam curso de Gestão de Finanças Pessoais Já pode ser feito o curso de Educação Financeira Gestão de Finanças Pessoais, elaborado pelo Banco Central do Brasil (BCB) e a Escola de Administração Fazendária (ESAF). O curso é gratuito e é ofertado na modalidade de ensino a distância, destinado à sociedade em geral. São apenas 20 horas que poderão ser distribuídas no período de um mês, de acordo com a disponibilidade de cada aluno. Para participar basta um computador conectado à internet. Além de básico e didático, o curso tem caráter lúdico, pois se utiliza de personagens que têm questões comuns a milhares de pessoas buscam utilizar o dinheiro de modo consciente e otimizar gastos. A seguir alguns objetivos que podem ser alcançados após a realização do curso: Compreender a relação cotidiana das pessoas com os seus recursos financeiros Reconhecer o orçamento como ferramenta para a compreensão dos próprios hábitos de consumo Identificar o crédito como uma fonte adicional de recursos que não são próprios e que ao ser utilizado implica o pagamento de juros Entender as causas e consequências do endividamento excessivo e identificar os caminhos para reverter a situação Entender as vantagens e dificuldades de planejar o consumo Compreender a importância do hábito de poupar como forma de melhorar a qualidade de vida Entender os riscos financeiros e quais as medidas de prevenção e proteção adequadas para cada situação. Informações a respeito do curso e sobre a abertura do nas turmas podem ser obtidas junto a Esaf, por meio do telefone (61) ou pelo BC lança aplicativo para verificar as características das cédulas brasileiras O Banco Central criou o aplicativo Dinheiro Brasileiro, disponível gratuitamente na App Store e na Google Play Store, para dispositivos móveis. A ferramenta fornece informações sobre os elementos de segurança do dinheiro brasileiro. O objetivo é facilitar o reconhecimento das cédulas do Real pela população brasileira e pelos turistas estrangeiros. Ao posicionar o smartphone ou o tablet sobre a cédula, o aplicativo identifica a nota por comparação de imagem. Em seguida, mostra os elementos de segurança que devem ser observados. O sistema está disponível em português, inglês e espanhol. As cédulas do Real contêm diversos elementos de segurança de fácil identificação. Por exemplo, o número escondido numeral com o valor da nota fica visível quando ela é colocada na posição horizontal, na altura dos olhos, em local com bastante luz. Já a marca-d água revela o valor da nota e a imagem do respectivo animal. O alto-relevo pode ser sentido pelo tato em diversas áreas das notas. O aplicativo fornecerá as informações para que o próprio usuário faça a verificação em caso de dúvida. Ele não tem a capacidade, nem a finalidade, de verificar automaticamente a autenticidade das notas. Portabilidade do Crédito A portabilidade de crédito é a possibilidade de transferência de operações de crédito (empréstimos e financiamentos) e de arrendamento mercantil de uma instituição financeira para outra, por iniciativa do cliente, mediante liquidação antecipada da operação na instituição original. As condições da nova operação devem ser negociadas entre o próprio cliente e a instituição que concederá o novo crédito. Para transferir a dívida de uma instituição financeira para outra, primeiramente, o devedor precisa obter o valor total da dívida com a instituição com quem já tem o empréstimo, financiamento ou arrendamento mercantil. Esse valor deve ser informado à nova instituição, para que ela possa transferir os recursos diretamente para a instituição original, quitando a sua dívida, antecipadamente. Ou seja, quem vai fazer a quitação é a nova instituição financeira e não o cliente. Antes de realizar a portabilidade, é preciso solicitar o valor do Custo Efetivo Total (CET), que é a forma mais fácil de comparar os valores dos encargos e despesas cobrados pelas instituições. Cabe verificar também todas as condições do novo contrato, para que essa transferência seja realmente vantajosa para o devedor. Na transferência dos recursos, deve ser utilizada exclusivamente a Transferência Eletrônica Disponível (TED), que não está sujeita a qualquer limitação de valor. Os custos relacionados à transferência de recursos para a quitação da operação não podem ser repassados para você. A instituição com a qual o cliente já tem a operação contratada é obrigada a acatar o pedido de portabilidade para outra instituição. A portabilidade depende, no entanto, de negociação de nova operação de crédito ou de arrendamento mercantil com instituição financeira diferente daquela com a qual foi contratada a operação original. Assim, para fazer a operação de portabilidade do crédito para outra instituição, é necessário encontrar instituição financeira interessada em conceder novo crédito, quitando o 10

12 anterior. As instituições financeiras não são obrigadas a contratar com você essa nova operação. O contrato é voluntário entre as partes. A instituição deve informar o valor para quitação de sua dívida. Se ela não informar, o cliente você pode recorrer à Ouvidoria da instituição financeira, que deve oferecer resposta em até 15 dias. Caso não receba resposta nesse prazo ou não tenha conseguido contatar a Ouvidoria da instituição, cabe reclamação no Banco Central por esse motivo. Para registrar reclamação no Banco Central, acesse o caminho Perfis > Cidadão > Atendimento ao público > Reclamações e denúncias contra bancos, consórcios, cooperativas. Caso o devedor ainda não seja cliente da instituição que vai conceder o novo crédito, ela pode cobrar tarifa de confecção de cadastro para início de relacionamento. Com relação à instituição que já tem a operação: para as operações de crédito e de arrendamento mercantil contratadas antes de , pode ser cobrada tarifa pela liquidação antecipada no momento em que for efetivada a liquidação, contanto que a cobrança dessa tarifa esteja prevista no contrato; no caso de operações contratadas entre e , para que seja cobrada a tarifa pela liquidação antecipada, deve constar do contrato o valor máximo, em reais, da tarifa; para os contratos formalizados com pessoas físicas e com microempresas e empresas de pequeno porte de que trata a Lei Complementar 123, de 2006, assinados a partir de , é vedada a cobrança de tarifa por liquidação antecipada. Uso do Dinheiro As pessoas, físicas ou jurídicas, são obrigadas a receber pagamentos em moeda metálica na quantidade de até 100 moedas de cada valor. Os bancos são obrigados a receber moedas metálicas para pagamentos, até o limite de 100 moedas de cada valor. Para depósitos, devem receber a quantidade de moedas apresentada, sem limite. As pessoas, físicas ou jurídicas, não são obrigadas a receber cédulas rabiscadas, rasgadas e coladas ou faltando pedaço. Toda cédula danificada só vale para ser depositada, trocada ou utilizada para pagamento em agência de qualquer banco comercial, que a enviará ao Banco Central para ser destruída. Um pedaço de cédula tem valor. Uma cédula que apresente nitidamente mais da metade do tamanho original em um único fragmento pode ser substituída, depositada ou utilizada em pagamentos diretamente em agência de qualquer banco comercial. São consideradas sem valor as cédulas que não apresentem em um único fragmento mais da metade do tamanho original. Havendo dúvidas em relação à perda de valor, as cédulas poderão ser encaminhadas ao Banco Central do Brasil para análise, por meio de agência de qualquer banco. No caso de a cédula fragmentada não ter um único pedaço com mais da metade do tamanho original, mas se todos os pedaços estiverem colados em sequência e, juntos, tiverem mais da metade do tamanho total da cédula, essa cédula não pode ser substituída, depositada nem utilizada em pagamentos. Ela deve ser apresentada em agência de qualquer banco comercial para ser encaminhada ao Banco Central para análise de valor. O cidadão receberá do caixa da instituição financeira um recibo da cédula por ele entregue, mas terá que aguardar o resultado da análise. Caso o Banco Central constate que a cédula não tem valor, não haverá ressarcimento. Caso constate que a cédula ainda apresenta valor, ela será substituída e entregue ao cidadão pela instituição que a enviou ao Banco Central. Moedas tortas, perfuradas, desfiguradas ou com danos de qualquer outra natureza, desde que estejam inteiras e não haja dúvidas quanto ao valor, devem ser trocadas, depositadas ou utilizadas em pagamentos em agência de qualquer banco comercial. Moedas que não estejam inteiras ou sobre as quais haja dúvidas quanto ao valor podem ser encaminhadas para exame no Banco Central do Brasil, por meio de agência de qualquer banco comercial. Algumas moedas não são atraídas pelo ímã, porque hoje existem em circulação moedas confeccionadas com metais diferentes, ou seja, com características magnéticas diferenciadas, o que faz com que algumas sejam atraídas pelo ímã outras não. As moedas de R$0,50 e de R$1,00 bimetálica da 2ª família produzidas até 2001 não são atraídas pelo ímã, por serem de cupro-níquel. As demais moedas são atraídas pelo ímã, quais sejam: moedas de aço inoxidável da 1ª família do Real; moedas da 2ª família (coloridas- aço eletrorrevestido), de R$0,01, R$0,05, R$0,10 e R$0,25; moedas de R$0,50 (aço inoxidável) e R$1,00 bimetálica (aço inoxidável - miolo e aço eletrorrevestido - anel) da 2ª família do Real, produzidas a partir de O teste do ímã não serve para diferenciar uma moeda verdadeira de uma falsa, pois, além das diferentes moedas em circulação, existem falsificações que utilizam metais similares ao original, que também são atraídas pelo ímã. Nenhum teste aplicado isoladamente é conclusivo quanto à autenticidade de uma moeda. Ele sempre pode induzir a erro de julgamento. As moedas suspeitas devem ser avaliadas através de inspeção visual e tátil. Se necessário, pode-se utilizar lente de aumento. Se persistir a dúvida, a moeda deve ser entregue em agência de qualquer banco comercial que a enviará ao Banco Central para análise. Moeda com defeito de fabricação A Casa da Moeda do Brasil comunicou ao Banco Central do Brasil, em dezembro de 2012, que ocorreu o defeito na produção de um lote de moedas de 50 centavos, com valor de face indevido de 5 centavos no reverso (Coroa). 11

13 Por conta disso, o Banco Central do Brasil esclarece que: em razão desse problema de fabricação, essas moedas não têm curso legal, ou seja, não têm valor de circulação; caso essas moedas com defeito sejam identificadas pelo público, poderão ser trocadas, a qualquer tempo, em qualquer agência bancária pelo valor individual de 50 centavos. A moeda de 50 centavos tem de fato no seu anverso a efígie de José Maria da Silva Paranhos Júnior ( ), o Barão do Rio Branco - estadista, diplomata e historiador brasileiro, considerado o símbolo da diplomacia do Brasil -, está ladeada pelo dístico Brasil e por cena alusiva à dinamização da política externa brasileira no início da República e à consolidação dos limites territoriais com vários países. A moeda de 5 centavos tem no seu anverso a efígie de Joaquim José da Silva Xavier ( ), o Tiradentes, que foi condenado à forca em decorrência de sua participação no movimento pela independência, denominado Inconfidência Mineira, é hoje reverenciado como herói e patrono cívico da nação brasileira. Sua imagem está ladeada pelo dístico Brasil e por motivos alusivos à Inconfidência Mineira - o triângulo da bandeira dos inconfidentes, sobreposto por pássaro que representa a liberdade e a paz. Nova família do real Em , o Banco Central colocou em circulação as novas cédulas de 20 e 10 reais pertencentes à Segunda Família do Real. As novas cédulas possuem diversos elementos de segurança de fácil identificação, semelhantes aos que aparecem nas novas notas de 50 e 100 reais, como a marca d água e o número escondido. A novidade é o número que muda de cor no canto superior direito. Ao movimentar a nota, a cor do numeral correspondente ao valor da cédula muda do azul para o verde, enquanto uma barra brilhante parece rolar sobre ele. Esse novo elemento traz ainda mais segurança e facilidade para o cidadão na hora de verificar a autenticidade das cédulas. Desde 2010, a substituição das notas da Primeira Família ocorre gradualmente, à medida que elas são retiradas em decorrência de seu desgaste natural. Portanto, não há necessidade de trocar as cédulas atuais pelas novas na rede bancária, pois as duas Famílias conviverão em circulação até a completa substituição das atuais. Está previsto para 2013 o lançamento das novas notas de 5 e 2 reais, completando o projeto da Segunda Família do Real. Desde o lançamento do Real, em 1994, as cédulas brasileiras têm exercido seu papel sem nenhuma incidência grave em termos de volume de falsificações. No entanto, a popularização das tecnologias digitais faz com que o Banco Central se preocupe em agir preventivamente, de forma a continuar garantindo a segurança do nosso dinheiro nos próximos anos. Atualmente, essa é uma realidade não só do Brasil, mas de todo o mundo: as autoridades emissoras têm buscado atualizar o design de suas cédulas com maior frequência, a fim de agregar elementos de segurança tecnologicamente mais sofisticados, capazes de resistir às investidas dos falsários. O volume de falsificações no Brasil não representa hoje uma ameaça à economia. Mas, para o cidadão comum, receber uma nota falsa pode representar um prejuízo significativo em seu orçamento mensal. Por isso, é uma questão de responsabilidade social aprimorar os mecanismos que permitam que a própria população tenha condições de verificar com segurança a autenticidade do seu dinheiro. Mais detalhes em e gl/aqzcz BC lança novas cédulas de 2 e 5 reais O Banco Central do Brasil (BC) colocou em circulação a partir , as novas cédulas de 2 e de 5 reais, que completam a Segunda Família do Real. As cédulas possuem diversos elementos de segurança de fácil identificação, semelhantes aos que aparecem nas novas notas de 10, de 20, de 50 e de 100 reais, como a marca- água, o número escondido e o alto-relevo. Desde 2010, a substituição das notas da Primeira Família ocorre gradualmente, à medida que elas são retiradas em decorrência de seu desgaste natural. Portanto, não há necessidade de trocar as cédulas atuais pelas novas na rede bancária, pois as duas Famílias conviverão em circulação até a completa substituição das atuais. A alteração do design das cédulas brasileiras tem por objetivo sua modernização, com a adoção de recursos gráficos mais sofisticados, além da promoção de acessibilidade aos portadores de deficiência visual, oferecendo recursos para facilitar o reconhecimento das cédulas por essa parcela da população. A temática da Primeira Família efígie da República nos anversos e animais da fauna brasileira nos reversos foi mantida, porém os elementos gráficos foram redesenhados, de forma a agregar segurança e facilitar a verificação da autenticidade das cédulas pela população. As notas de 2 e de 5 reais também mantiveram as cores predominantes atuais, aspecto que facilita a rápida identificação dos valores nas transações cotidianas. As novas cédulas seguem a lógica de tamanhos diferenciados definida para a Segunda Família do Real. Esse recurso, aliado às marcas táteis em relevo pronunciado, facilita o reconhecimento das notas pelos portadores de deficiência visual. Cédulas seguras: uma questão de responsabilidade social Desde o lançamento do Real, em 1994, as cédulas brasileiras têm exercido seu papel sem nenhuma incidência grave em termos de volume de falsificações. No entanto, a popularização das tecnologias digitais faz que o Banco Central se preocupe em agir preventivamente, de forma a continuar garantindo a segurança do nosso dinheiro nos próximos anos. Atualmente, essa é uma realidade não só do Brasil, mas de todo o mundo: as autoridades emissoras têm buscado atualizar o design de suas cédulas com mais frequência, a fim de agregar-lhes elementos de segurança tecnologicamente mais sofisticados, capazes de resistir às investidas dos falsários. O volume de falsificações no Brasil não representa hoje uma ameaça à economia. Mas, para o cidadão comum, receber uma nota falsa pode representar um prejuízo sig- 12

14 nificativo em seu orçamento. Por isso, é uma questão de responsabilidade social aprimorar os mecanismos que permitam que a própria população tenha condições de verificar com segurança a autenticidade de seu dinheiro. Como verificar a autenticidade das novas notas de 2 e de 5 reais As novas notas de 2 e de 5 reais contêm diversos elementos de segurança de fácil identificação, semelhantes aos que aparecem nas notas de 10, de 20, de 50 e de 100 reais da Segunda Família. Por exemplo, o número escondido numeral com o valor da nota fica visível quando ela é colocada na posição horizontal, na altura dos olhos, em local com bastante luz. Já a marca-d água revela o valor da nota e a imagem do respectivo animal: a tartaruga marinha, na nota de 2 reais, e a garça, na de 5 reais. O alto-relevo pode ser sentido pelo tato em diversas áreas da frente das notas. 2 Reais - R$ 2,00 - Cores predominantes: azul e cinza Anverso: Efígie Simbólica da República, interpretada sob a forma de escultura. Reverso: Figura de uma tartaruga de pente (Eretmochelys imbricata), uma das cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas na costa brasileira. 5 Reais - R$ 5,00 - Cor predominante: violeta Anverso: Efígie Simbólica da República, interpretada sob a forma de escultura. Reverso: Figura de uma Garça (Casmerodius albus), ave pernalta (família dos ardeídeos), espécie muito representativa da fauna encontrada no território brasileiro. Intervenções do Bacen O Banco Central do Brasil, desempenhando o seu papel de supervisor do Sistema Financeiro Nacional, em 2013, interviu em vários bancos. As intervenções ocorreram, em geral, pelo comprometimento patrimonial, descumprimento de normas do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil e do fato de seus controladores não terem apresentado um plano de recuperação viável para a instituição, alcançando as seguintes instituições financeiras: Banco Mais, Banco Rural, e Banco Simples. Em 2014 o Banco Central do Brasil, não interviu em banco algum, tendo efetuado a liquidação extrajudicial das seguintes empresas: LC Administradora de Consórcios Ltda, Vila Velha Administradora de Consórcios Ltda. Guarumoto Administração de Consórcios S/C Ltda AJB Cred Sociedade de Crédito ao Microempreendedor e à Empresa de Pequeno Porte Ltda. Corval Corretora de Valores Mobiliários S A Distri-Cash Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Fluxo Corretora de Câmbio S.A. BCB alerta para tentativas de golpe Golpes em nome do presidente do BCB O Banco Central vem recebendo informações sobre golpistas que, alegando falar em nome do presidente da instituição, entram em contato com empresários, solicitando informações sobre o número dos respectivos telefones celulares. Trata-se de tentativa de fraude. O BCB informa que as ligações feitas por sua presidência são originadas, única e exclusivamente, dos telefones oficiais da instituição e recomenda que eventuais solicitações da espécie tenham seus números confirmados junto ao Banco Central, cujos telefones podem ser encontrados no seguinte endereço na internet: Já foi identificada uma linha telefônica envolvida na tentativa de fraude, podendo haver outras diferentes atuando do mesmo modo. O BCB comunicou o fato à Polícia Federal, para apuração do ocorrido. Golpes contra prefeituras O BCB vem recebendo informações sobre pessoas que, fazendo-se passar por servidores da autarquia, entram em contato com prefeituras para tratar de débitos decorrentes de processos judiciais, e solicitam que sejam efetuados depósitos judiciais para evitar o bloqueio das contas das municipalidades. Trata-se de tentativa de fraude, pois apenas as autoridades judiciárias (juízes e tribunais) podem determinar o bloqueio ou o desbloqueio de valores e/ou contas bancárias. Os servidores do BCB não possuem permissão para sustar ou retardar o cumprimento de ordens judiciais, que são processadas eletronicamente e encaminhadas às instituições financeiras, e nunca fazem contatos pessoais ou telefônicos dessa natureza. O BCB alerta que, caso uma prefeitura receba qualquer contato da espécie, deve entrar em contato diretamente com o órgão do Poder Judiciário pretensamente emissor da ordem, bem como com as autoridades policiais competentes. Golpes por telefone O BCB vem recebendo informações sobre golpistas que, fazendo-se passar por servidores da autarquia, da área jurídica e da ouvidoria, entram em contato com pessoas diversas para oferecimento de vantagens e/ou cobranças de informações, valores ou documentos. 13

15 Trata-se de tentativa de fraude. Esta autarquia não faz contatos com pessoas físicas ou jurídicas para tratar de andamento de pendências administrativas, judiciais ou solicitação de documentos, à exceção daquelas partes interessadas em processos administrativos devidamente protocolados e em análise no BCB. Golpes por Eventuais mensagens de que exibam a marca do Banco Central ou venham acompanhadas de nomes de pessoas que supostamente trabalhem na instituição e que solicitam senhas, dados bancários, informações pessoais, cadastramento ou recadastramento em sistemas são fraudulentas. Caso você receba alguma mensagem desse tipo, não abra os arquivos anexos, não acione os links nela indicados e não siga nenhuma instrução. Também não preencha formulários ou envie qualquer tipo de informação. O Banco Central não envia mensagens de s diretamente a pessoas físicas ou jurídicas, a menos que a pessoa tenha feito previamente uma consulta pelo telefone ou pelo formulário Fale conosco existente no site e tiver escolhido a alternativa de receber uma resposta por . Assim mesmo, as mensagens do Banco Central nunca solicitam informações pessoais ou bancárias. Golpes por meio de títulos falsos O BCB vem recebendo frequentes solicitações de informações a respeito de pretensos títulos ou documentos denominados Certidão Conjunta de Valor Atualizado, Certificado de Repactuação e Declaração de Autenticidade, apresentados com o logotipo desta Autarquia e com assinaturas que pretendem ser de seus diretores e de outras autoridades brasileiras. Tais documentos estariam sendo oferecidos no Brasil e no exterior como garantia de operações financeiras. Conforme a Lei Complementar nº 101, de , é vedado ao Bacen emitir qualquer espécie de títulos. Assim sendo, documentos da espécie acima são fraudulentos e não representam dívida do BC ou do governo brasileiro. O BC já encaminhou à Polícia Federal solicitação para investigar esses títulos falsos. Ademais, todos os títulos emitidos pelo Tesouro Nacional e mantidos em custódia no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia, gerido pelo Banco Central, existem unicamente sob a forma escritural, isto é, não existem sob a forma de papel, são emitidos, negociados e custodiados eletronicamente. Para mais informações sobre a legalidade de títulos públicos consulte o site da Secretaria do Tesouro Nacional: Mercosul O Mercado Comum do Sul (MERCOSUL) é um amplo projeto de integração fundado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. Em 2012, a Venezuela tornou-se o quinto Estado Parte a integrar o bloco e, em 2013, com a assinatura do Protocolo de Adesão do Estado Plurinacional da Bolívia ao MERCOSUL, deu-se início ao processo de adesão daquele país também como Estado Parte. O MERCOSUL sustenta-se em três pilares: o econômico comercial, o social e o da cidadania Está composto por grande diversidade de órgãos, os quais cuidam de temas tão variados quanto agricultura familiar, direitos humanos, gênero, saúde e cinema. No aspecto econômico, o MERCOSUL assume, hoje, o caráter de união aduaneira em fase de consolidação, com matizes de mercado comum. O bloco tem por horizonte a conformação de um mercado comum entre seus Estados Partes, como estabelece o Tratado de Assunção, instrumento fundador firmado em No pilar social, busca-se a articulação de políticas públicas regionais em matérias como erradicação da pobreza e da fome, universalização da saúde pública e da educação, defesa do trabalho decente e valorização e promoção da diversidade cultural. Na dimensão da cidadania, trabalha-se para a progressiva implantação de políticas que permitam a livre circulação de pessoas e a promoção de direitos civis, sociais, culturais e econômicos para os nacionais dos países do bloco, bem como a garantia de igualdade de condições e de acesso ao trabalho, saúde e educação. Em seu artigo 1, o Tratado de Assunção, documento constitutivo do bloco, determina que o Mercado Comum do Sul implica: A livre circulação de bens, serviços e fatores produtivos entre os países, através, entre outros, da eliminação dos direitos alfandegários e restrições não-tarifárias à circulação de mercadorias e de qualquer outra medida de efeito equivalente ; O estabelecimento de uma tarifa externa comum e a adoção de uma política comercial comum em relação a terceiros Estados ou agrupamentos de Estados e a coordenação de posições em foros econômico-comerciais regionais e internacionais ; A coordenação de políticas macroeconômicas e setoriais entre os Estados Partes de comércio exterior, agrícola, industrial, fiscal, monetária, cambial e de capitais, de outras que se acordem, a fim de assegurar condições adequadas de concorrência entre os Estados Partes ; e O compromisso dos Estados Partes de harmonizar suas legislações, nas áreas pertinentes, para lograr o fortalecimento do processo de integração. Os Estados Partes fundadores do MERCOSUL, denominados países membros são Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai. A partir de , a Venezuela foi incorporada oficialmente no Bloco como novo sócio. A Bolívia, país associado desde 1996, é atualmente, Estado Parte em processo de adesão. Os Estados Associados do MERCOSUL são Chile, Colômbia, Equador, Peru, Guiana e Suriname. A possibilidade de um Estado participar do MERCO- SUL por associação, sem tornar-se Parte do Tratado de Assunção, reflete o compromisso permanente do MER- 14

16 COSUL com o aprofundamento do processo de integração latino-americano e a importância conferida à intensificação das relações com os países membros da ALADI. A participação dos Estados Associados no MERCO- SUL está regulada pelas Decisões CMC N 18/04, 28/04 e 11/13. A normativa MERCOSUL permite que requeiram a condição de Estado Associado: os países membros da Associação Latino-Americana de Integração (ALADI) com os quais o MERCOSUL tenha assinado Acordos de Livre Comércio, protocolizados naquela associação; e países com os quais o MERCOSUL assine Acordos conforme as disposições do artigo 25 do Tratado de Montevidéu de 1980, instrumento constitutivo da ALADI. Os Estados Associados podem participar na qualidade de convidados, das reuniões dos órgãos da estrutura institucional do MERCOSUL para tratar temas de interesse comum, com direito a voz. Graças ao Acordo sobre Documentos de Viagem dos Estados Partes do MERCOSUL e Estados Associados é possível viajar entre os territórios dos Estados do MERCO- SUL e da maioria dos Estados Associados usando apenas a carteira de identidade. São Partes do Acordo Argentina, Brasil Paraguai, Uruguai, Venezuela, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Peru. O Acordo reconhece a validade dos documentos de identificação pessoal de cada Estado Parte e Associado como documento hábil para o trânsito de nacionais e/ou residentes regulares dos Estados Partes e Associados do MERCOSUL em seus territórios. O prazo de validade dos documentos é o estabelecido nos mesmos pelo Estado emissor. No caso de não possuir data de vencimento, entender-se-á que os documentos mantém sua vigência por prazo indeterminado. Caso a fotografia gere dúvidas sobre a identidade do portador do documento, as autoridades poderão solicitar outro documento. Além de passaportes, são documentos válidos para brasileiros e estrangeiros residentes no Brasil, conforme o caso, o Registro de Identidade Civil, as Cédulas de Identidade expedidas pelas Unidades da Federação com validade nacional ou as Cédulas de Identidade de Estrangeiro expedidas pela Polícia Federal. BRICS O termo BRIC foi criado em 2001 pelo economista inglês Jim O Neill para fazer referência a quatro países Brasil, Rússia, Índia e China. Em abril de 2001, foi adiciona a letra S em referência a entrada da África do Sul (em inglês South Africa). Desta forma, o termo passou a ser BRICS. Estes países emergentes possuem características comuns como, por exemplo, bom crescimento econômico. Ao contrário do que algumas pessoas pensam, estes países não compõem um bloco econômico, apenas compartilham de uma situação econômica com índices de desenvolvimento e situações econômicas parecidas. Eles formam uma espécie de aliança que busca ganhar força no cenário político e econômico internacional, diante da defesa de interesses comuns. A cada ano acontece uma reunião (cúpula) entre os representantes destes países, que buscam formalizar acordos e medidas com claros objetivos de compor um bloco econômico. Características comuns destes países: Economia estabilizada recentemente; Situação política estável; Mão-de-obra em grande quantidade e em processo de qualificação; Níveis de produção e exportação em crescimento; Boas reservas de recursos minerais; Investimentos em setores de infra-estrutura (estradas, ferrovias, portos, aeroportos, usinas hidrelétricas, etc); PIB (Produto Interno Bruto) em crescimento; Índices sociais em processo de melhorias; Diminuição, embora lenta, das desigualdades sociais; Rápido acesso da população aos sistemas de comunicação como, por exemplo, celulares e Internet (inclusão digital); Mercados de capitais (Bolsas de Valores) recebendo grandes investimentos estrangeiros; Investimentos de empresas estrangeiras nos diversos setores da economia. Economistas afirmam que, mantidas as situações atuais (descritas acima), os países do BRICS poderão se tornar grandes economias num futuro próximo. Dentre estes países, destacam a China, em função do rápido desenvolvimento econômico (crescimento do PIB em torno de 10% ao ano) e elevada população. A VI Conferência de Cúpula do BRICS ocorreu no Brasil entre os dias 15 e 16 de julho de 2014, em Fortaleza (CE). Uma das principais medidas tomadas foi a criação do NBD (Novo Banco de Desenvolvimento). Com capital inicial entre US$ 50 bilhões e 100 bilhões, o objetivo principal do banco será financiar projetos de infraestrutura nos países do BRICS. A sede do Banco ficará na China, sendo que seu primeiro presidente será indiano. A próxima cúpula, a VII Conferência do BRICS, ocorrerá na cidade de Ufa, capital do Bascortostão, Rússia, nos dias 8 e Será a segunda vez que o BRICS se reúne na Rússia. A primeira vez foi em Cédulas Manchadas O cidadão não deve aceitar notas com manchas rosa, pois podem ser provenientes de roubo. É importante sempre verificar o dinheiro e, se tiver essa mancha, recuse receber a cédula manchada. Se o cidadão sacou uma cédula manchada de rosa no caixa ou em um terminal de autoatendimento, ele deve procurar qualquer agência do banco do qual é correntista e apresentar a nota manchada. O banco é obrigado a trocar o dinheiro manchado imediatamente. Em caso de saque de nota manchada nos terminais 24 horas, o cidadão deve procurar qualquer agência de seu banco para efetuar a troca. 15

17 Os aposentados que não têm conta em banco devem procurar qualquer agência do banco onde sacou o dinheiro para fazer a troca. O banco é obrigado a trocar o dinheiro manchado imediatamente. Os beneficiários do Bolsa Família que não têm conta em banco devem procurar qualquer agência do banco onde sacou o dinheiro para fazer a troca. O banco é obrigado a trocar o dinheiro manchado imediatamente. Não é obrigatório tirar o extrato da conta e apresentar junto com a nota manchada. Basta o cidadão ir ao banco e solicitar a substituição imediata da cédula manchada. Os bancos têm os registros de saques efetuados, inclusive nos caixas eletrônicos. Não é preciso fazer boletim de ocorrência na polícia para realizar a troca junto ao banco de notas manchadas retiradas em caixas eletrônicos. A regulamentação do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil determina apenas que o cidadão deve procurar o banco, o qual é obrigado a trocar o dinheiro manchado imediatamente. Se o cidadão recebeu sem perceber uma nota manchada de rosa em outras circunstâncias, como no comércio, deve procurar qualquer agência bancária e entregar a cédula. O banco anotará seus dados (nome, endereço, CPF ou CNPJ no caso de ser empresa) e enviará a cédula para análise do Banco Central. Se ficar comprovado que a mancha não foi provocada por mecanismo antifurto, o cidadão será ressarcido pelo banco. Caso fique comprovado que a mancha é desse tipo de dispositivo, não haverá reembolso. O cidadão poderá saber como está análise das cédulas pelo Banco Central, acompanhando o via internet, no sítio do Banco Central (https://www3.bcb.gov.br/mecpublico/). Não há prazo estabelecido para a análise do Banco Central. Se a cédula for manchada por dispositivo antifurto, a instituição financeira terá três dias úteis, após receber a análise do Banco Central, para comunicar ao cliente que ele não receberá reembolso. Se a análise do BC apontar que a mancha não é resultado de dispositivo antifurto, o banco terá prazo de 24h para depositar o valor correspondente devido na conta corrente do portador. Se a pessoa que entregou a cédula para análise não for correntista da instituição, o prazo para devolução do valor é de três dias úteis. A regulamentação do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil determina que os bancos são responsáveis pelas cédulas disponibilizadas em terminais eletrônicos. Na hipótese de o caixa eletrônico disponibilizar nota manchada de rosa, o banco poderá sofrer punição administrativa. Além disso, não será ressarcido por essa nota e ainda terá que pagar os custos que o Banco Central tiver com a reposição e análise do dinheiro. O valor a ser ressarcido ao BC é de R$ 1,00 por nota examinada. Custo Efetivo Total (CET) O Custo Efetivo Total (CET) de uma operação corresponde a todos os encargos e despesas incidentes nas operações de crédito e de arrendamento mercantil financeiro, contratadas ou ofertadas a pessoas físicas, microempresas ou empresas de pequeno porte. O CET deve ser informado pelas instituições financeiras e pelas sociedades de arrendamento mercantil antes da contratação de operações de crédito e de arrendamento mercantil e também em qualquer outro momento, a pedido do cliente. O CET também deve constar dos informes publicitários das instituições quando forem veiculadas ofertas específicas (com divulgação da taxa de juros cobrada, do valor das prestações, etc). O CET deve ser expresso na forma de taxa percentual anual, incluindo todos os encargos e despesas das operações, isto é, o CET deve englobar não apenas a taxa de juros, mas também tarifas, tributos, seguros e outras despesas cobradas do cliente. O CET é útil ao cliente que ao conhecer previamente o custo total da operação de crédito, fica mais fácil para comparar as diferentes ofertas de crédito feitas pelas instituições do mercado, o que gera maior concorrência entre essas instituições. Liquidação antecipada A liquidação antecipada pode ser feita com a utilização de recursos próprios ou por transferência de recursos a partir de outro banco. Os clientes que tenham tomado empréstimos de bancos podem solicitar a liquidação antecipada do débito, total ou parcialmente, com redução proporcional dos juros. O banco deve conceder desconto pela antecipação do pagamento, de acordo com o prazo de antecipação das parcelas. A liquidação antecipada com redução proporcional de juros não de aplica apenas a dívidas com bancos. Podem ser liquidadas antecipadamente, com redução proporcional do saldo devedor, dívidas caracterizadas como operações de crédito ou de arrendamento mercantil contratadas com bancos, cooperativas de crédito, outras instituições financeiras e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central, exceto administradoras de consórcios. Uma dívida pode ser quitada com recursos transferidos por outra instituição. As instituições financeiras e as sociedades de arrendamento mercantil devem garantir a quitação antecipada de contratos de operações de crédito e de arrendamento mercantil, mediante o recebimento de recursos transferidos por outra instituição da mesma espécie da instituição com a qual foi contratada a dívida original. A instituição que originalmente realizou a operação de crédito ou de arrendamento mercantil recebe recursos suficientes da nova instituição para garantir a quitação antecipada do contrato. Os custos dessa operação de transferência de recursos não podem ser repassados ao cliente, nem sob a forma de tarifa. Entretanto, para operações contratadas antes de , pode ser cobrada tarifa pela liquidação antecipada, se estiver regularmente estabelecida em contrato. No caso de transferência de operação de crédito ou de arrendamento mercantil de uma instituição para outra, é necessário que o cliente verifique bem quais são as condições do novo contrato, com relação a número de prestações, taxas de juros, tarifas, para que essa transferência lhe seja realmente vantajosa. 16

18 A instituição que originalmente realizou a operação de crédito ou de arrendamento mercantil deve obrigatoriamente informar ao cliente, sempre que lhe for solicitado, o valor do saldo devedor para quitação antecipada. A instituição também deve prestar os esclarecimentos solicitados pelo cliente e fornecer-lhe planilha de cálculo que possibilite, de forma simples e clara, a conferência da evolução da dívida, de acordo com as regras previstas no contrato assinado entre as partes. Também é obrigação da instituição fornecer ao cliente, quando da formalização da operação, assim como mediante solicitação posterior, cópia do contrato firmado entre as partes. As condições da nova operação devem ser negociadas entre o próprio cliente e a instituição que lhe concederá o novo crédito, a qual efetivará a transferência para a amortização ou quitação. Entretanto, a transferência dos recursos para a instituição originalmente credora será feita direta e exclusivamente pela instituição com a qual o novo contrato será firmado. É vedada a cobrança de tarifas relativas aos custos da transferência de recursos de uma instituição para outra, para fins de quitação antecipada de contratos de operações de crédito e de arrendamento mercantil. Para as operações de crédito e de arrendamento mercantil contratadas antes de (data da publicação da Resolução CMN 3.516, de 2007), podem ser cobradas tarifas pela liquidação antecipada no momento em que for efetivada a liquidação, contanto que a cobrança dessa tarifa esteja prevista no contrato. Além disso, no caso de operações contratadas entre e , para que seja cobrada a tarifa pela liquidação antecipada, deve constar do contrato o valor máximo, em reais, da tarifa, que deve ser estipulada de acordo com o parágrafo único do artigo 2º da Resolução CMN 3.401, de Moeda de R$ 1,00 Em razão de boatos que circulam especialmente no Rio de Janeiro e em Fortaleza, o Banco Central esclarece que não há fundamento nas informações de que estaria recomprando moedas de 1 real com a figura de Juscelino Kubitschek e do prédio do Banco Central. Assim como as demais moedas bimetálicas de 1 real, as moedas com a figura de Juscelino Kubitschek e do prédio do Banco Central permanecem normalmente em circulação e valem o correspondente a seu valor de face, ou seja 1 real. O Banco Central somente recebe moedas que estejam danificadas, com suspeição de legitimidade ou em processo de recolhimento (perda de poder liberatório). As moedas bimetálicas (com anel dourado exterior e interior prateado) de R$1,00 que têm no verso a figura de Juscelino Kubitschek, do prédio do Banco Central, da efígie da República ou a figura comemorativa do cinquentenário da Declaração dos Direitos Humanos valem o correspondente a seu valor de face, ou seja 1 real. Em termos de valor de circulação não existe diferença entre a moeda de R$1,00 com a imagem da efígie da República no verso e as outras. As moedas que têm no verso a figura de Juscelino Kubitschek, do prédio do Banco Central ou a figura comemorativa do cinquentenário da Declaração dos Direitos Humanos são versões comemorativas da moeda de R$1,00. São moedas comuns e valem somente o valor indicado na própria moeda (valor de face), ou seja 1 real. Não existem moedas de R$1,00 com valor diferente de seu valor de face. Todas as moedas de R$1,00 atualmente em circulação têm o valor indicado na própria moeda, ou seja 1 real. Existem outras moedas com valor diferente do valor indicado na própria moeda. São moedas comemorativas com valor de face de dois, três, quatro e cinco reais, feitas em materiais nobres, como ouro e prata, cujo preço de venda é diferente do valor de face indicado na própria moeda. Empréstimos e financiamentos O empréstimo bancário é um contrato entre o cliente e a instituição financeira pelo qual ele recebe uma quantia que deverá ser devolvida ao banco em prazo determinado, acrescida dos juros acertados. Os recursos obtidos no empréstimo não têm destinação específica. O financiamento também é um contrato entre o cliente e a instituição financeira, mas com destinação específica, como, por exemplo, a aquisição de veículo ou de bem imóvel. O Banco Central recomenda à população que, na contratação de operações de empréstimos ou financiamentos, tenha todos os cuidados abaixo: procure sempre uma instituição autorizada pelo Banco Central e certifique-se de estar tratando, de fato, com a instituição em questão; não forneça seus dados pessoais nem cópia de documentos para desconhecidos; nunca faça nenhum depósito inicial para obter empréstimos, principalmente, em contas de pessoas físicas; evite fazer empréstimos com empresas desconhecidas que veiculam anúncios em jornais, internet ou outros meios de comunicação e que não possuam uma sede física, ou seja, um endereço conhecido; desconfie de ofertas de crédito muito vantajosas ou facilitadas que dispensem avalista ou que não façam consultas a cadastros restritivos (SPC e Serasa, por exemplo); nunca assine um documento sem ler. Vários golpistas do crédito fácil utilizam contas de depósito e, também, o nome de instituições financeiras e administradoras de consórcios regularmente constituídas. Assim, verifique inicialmente com a própria instituição financeira sobre a oferta do crédito. Caso você tenha dúvida sobre os telefones da instituição financeira, consulte a nossa Central de Atendimento ao Público. A relação das instituições autorizadas está disponível em nossa página em Sistema Financeiro Nacional > Informações cadastrais e contábeis > Informações cadastrais, consultando a opção Relação de instituições em funcionamento no país (transferência de arquivos) ou a opção Cadastro de instituições (endereço, diretores, redes de agência, dados do conglomerado, carteiras, tarifas, etc). 17

19 Cabe lembrar ainda que o Banco Central não realiza empréstimos à população. O banco não é obrigado a conceder empréstimo ou financiamento. Cada instituição financeira pode estabelecer critérios próprios para a concessão. Os Empréstimos e financiamentos podem ser quitados antecipadamente. As normas do Conselho Monetário Nacional garantem ao cliente o direito à liquidação antecipada com redução proporcional dos juros. As instituições financeiras devem informar as condições para essa antecipação. Não há limite para as taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras. As taxas de juros são aquelas praticadas no mercado, variando de instituição para instituição. IBAN - Identificação de contas para transferências internacionais O Banco Central publicou a Circular nº 3.625, , que regulamenta o uso do International Bank Account Number (IBAN) como padrão de identificação para fins de transferências internacionais de recursos para contas bancárias mantidas no Brasil. O novo padrão foi estabelecido em consenso com as associações de bancos do país. A partir de julho de 2013, as instituições financeiras deverão fornecer a identificação da conta no formato IBAN a seus clientes, de acordo com a demanda, e deverão obrigatoriamente acatar as transferências recebidas com a utilização do referido código. O IBAN é um padrão internacional de identificação de contas bancárias, regido pela norma ISO 13616, e registrado junto à Society for Worldwide International Financial Telecommunication (SWIFT). PROGRAMA MINHA CASA, MINHA VIDA Conselho do FGTS eleva valor de imóvel do Minha Casa Minha Vida Limite máximo, para SP, RJ e DF, passou de R$ 170 mil para R$ 190 mil. Juro, para quem ganha entre R$ 3,2 mil e R$ 5 mil, caiu para 7,16% ao ano. O Conselho Curador do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) decidiu, em , corrigir os valores dos imóveis que podem fazer parte do Minha Casa Minha Vida - programa habitacional do governo com subsídios para população de baixa renda -, segundo o ministro do Trabalho, Brizola Neto, que também é presidente do conselho. A gente está ampliando as possibilidades de acesso ao projeto e reajustando os valores praticados. Todas as faixas foram reajustadas. Queremos fomentar as políticas sociais que o fundo promove, garantindo perenidade dos programas. Este é o maior programa habitacional em escala mundial. Este setor é um vetor do desenvolvimento nacional, afirmou Brizola Neto a jornalistas. Segundo ele, está preservada a saúde e a perenidade do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço. O trabalhador é remunerado, no FGTS, em TR mais 3% ao ano. Os recursos do trabalhador estão garantidos, declarou. As medidas são importantes para impedir a redução no ritmo da construção civil, pois informações do agente operador Caixa demonstram um recente decréscimo no número de lançamentos imobiliários, informou o ministro. Valor máximo do imóvel Segundo ele, o valor máximo do imóvel do Minha Casa Minha Vida para os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal passou de R$ 170 mil para R$ 190 mil. Para cidades com mais de um milhão de habitantes e demais capitais do país, o valor máximo do imóvel subiu de R$ 150 mil para R$ 170 mil. Para cidades entre 250 mil e 1 milhão de pessoas, o valor máximo do imóvel financiado subiu de R$ 130 mil para R$ 145 mil. Municípios com população entre 50 mil e 250 mil pessoas tiveram o valor máximo do imóvel aumentado de R$ 100 mil para R$ 115 mil. Para as demais cidades, o valor do imóvel subiu de R$ 80 mil para R$ 90 mil. O valor dos imóveis foi atualizado em 13% calculado com base no reajuste do INCC de agosto, informou o Ministério do Trabalho. Segundo o ministro Brizola Neto, a mudança tem como objetivo adequar aliar os empréstimos do FGTS à política de redução de juros. Subsídio Além de corrigir o valor dos imóveis inseridos no Minha Casa Minha Vida, o Conselho Curador do FGTS também reajustou o valor dos subsídios a fundo perdido, concedidos a quem ganha menos (até R$ 1,6 mil de renda mensal), segundo Brizola Neto. Neste caso, o valor do subsídio passou de R$ 23 mil para R$ 25 mil. Já o subsídio para quem utiliza recursos do FGTS para reduzir a taxa de juros cobrada passou de R$ 13 mil para R$ 16 mil. O governo lembrou que os subsídios são concedidos para quem ganha até R$ Os valores dos subsídios para quem ganha entre R$ 1,6 mil e R$ serão regulamentados posteriormente, informou o governo. Faixas de renda O ministro do Trabalho informou que também foram corrigidas as faixas intermediárias de renda do Minha Casa Minha Vida. A faixa 1 não foi alterada. Deste modo, permanece sendo para quem ganha até R$ 1,6 mil. A faixa 2 de renda, que antes variava de R$ 1,6 mil a R$ 3,1 mil, passou a ser até R$ A faixa 3 de renda passou a ser de R$ a até R$ 5 mil. Com base nas faixas de renda, são calculados os subsídios. Quem ganha menos, tem subsídio maior. Taxa de juros O Conselho Curador do FGTS, segundo informou o ministro do Trabalho, também decidiu nesta quinta-feira baixar os juros da faixa 3 de renda, ou seja, para quem ganha entre R$ e R$ 5 mil. Neste caso, a taxa de juros, que antes era de 8,17% ao ano, passou para 7,16% ao ano. 18

20 As outras faixas não tiveram juros alterados. Assim, permanecem em 5% ao ano para a faixa 1 (quem ganha até R$ 1,6 mil). Para quem ganha entre R$ 1,6 mil e R$ 2.455, ficou também em 5% ao ano. Para as pessoas que têm renda de R$ e R$ 3.275, os juros são de 6% ao ano. Foram beneficiadas também com a redução de juros as famílias com renda entre R$ 2.325,01 e 2.455,00, cuja taxa cai de 6% para 5%, e renda entre R$ 3.100,01 e R$ 3.275,00, que caiu para 6% ao ano com a atualização aprovada hoje, acrescentou o Ministério do Trabalho. Nas transações no âmbito do FGTS, a renda familiar pode chegar a R$ 5.4 mil. Porém, a taxa permanece em 8,16% para rendas superiores a R$ 5 mil, acrescentou o governo federal. Fonte: e CMN autoriza troca de real por dólar em caixas eletrônicos Medida visa simplificar câmbio por conta de eventos esportivos. Clientes continuarão tendo que ser identificados, explicou BC. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou nesta quinta-feira ( ) medida que autoriza a troca de moeda estrangeira em caixas eletrônicos (terminais de autoatendimento) que funcionariam em operações de câmbio. O limite por operação é de US$ 3 mil, e a responsabilidade legal pelas transações continuam com as instituições financeiras autorizadas a operar no mercado cambial. As máquinas poderão trocar moeda estrangeira por moeda nacional e vice-versa. Elas vão funcionar como se fossem um correspondente eletrônico da instituição financeira [banco, corretora ou distribuidora de valores mobiliários], mas a finalidade é trocar moeda. Mas é compra e venda de moeda estrangeira exclusivamente por instituição autorizada a funcionar pelo BC, informou o secretário-executivo da autoridade monetária, Geraldo Magela Siqueira. De acordo com o secretário-executivo do BC, as máquinas não funcionarão para sacar recursos em moeda estrangeira. Será necessário, segundo ele, inserir reais, por exemplo, para sacar dólares no terminal de autoatendimento. Esse tipo de máquina não existe hoje. Atualmente, só tem saque de cartão, explicou. A operação inversa (troca de dólares por reais) também poderá ser feita. As pessoas interessadas nestas operações, porém, continuarão tendo de ser identificadas, o que acontecerá por meio da inserção de um cartão internacional, acrescentou ele. A expectativa do Banco Central é que as máquinas sejam situadas em locais com segurança e que concentrem turistas, como aeorportos e supermercados. De acordo com o Banco Central, o objetivo da medida é simplificar as operações de câmbio por conta dos eventos esportivos previstos para os próximos anos, como a Copa das Confederações em 2013, a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em Com a medida, as operações de câmbio poderão ter mais capilaridade (estarão disponíveis em mais localidades), além de diminuir o custo das operações. As medidas encontram-se em linha com as ações do governo federal para simplificar e modernizar o mercado de câmbio e possibilitam, sem abrir mão da segurança, a criação de rede compatível com centros turísticos dos mais variados portes, informou o BC. Outra medida aprovada pelo CMN elimina as restrições existentes quando ao tipo de empresa que poderá ser contratada como correspondente cambial. Pela regra anterior, somente empresas cadastradas no Ministério do Turismo, como hotéis, agências de viagem e de locação de veículos, por exemplo, poderiam atuar com operações cambiais. Com a alteração, todas as empresas interessadas em operar como correspondentes das instituições financeiras poderão oferecer operações de câmbio. Fonte: Res. CMN 4.113, de e Cadastro positivo serve mais para quem não tem banco, diz Fazenda Experiência internacional demonstra que tem efeito nos juros, diz diretor. Empresas poderão avaliar histórico de crédito e dar notas como nos EUA. O diretor de Programas da secretaria-executiva do Ministério da Fazenda, Esteves Colnago, avaliou que o cadastro positivo, que foi objeto de regulamentação por parte do governo, publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira ( ), será mais importante para as pessoas que ainda não possuem relacionamento bancário, ou seja, para a parcela mais pobre da população. É mais importante para bancarização. Para quem não tem conta em banco. São as pessoas que os bancos não conhecem. Hoje, não têm acesso a linhas de crédito. Ou pegam empréstimos em agiotas, ou em redes varejistas, que têm juros maiores, declarou Colnago a jornalistas, acrescentando que estas pessoas poderão usufruir de taxas menores. Além de informações bancárias, os cadastros positivos também englobarão dados sobre o pagamento de contas mensais (como água, luz, telefone, por exemplo) e compras feitas em redes varejistas, entre outros. Sistema do Banco Central Colnago, do Ministério da Fazenda, lembrou que, quem já possui conta em instituições financeiras, já está na base de dados do Sistema de Informações de Crédito (SCR) do Banco Central, que identifica operações de crédito acima de R$ 1 mil. Estas operações, inclusive, são compartilhados com as instituições participantes. Questionado sobre qual pode ser o efeito prático do cadastro positivo sobre as taxas de juros cobradas dos consumidores, Esteves Colnago não soube precisar. A experiência internacional mostra que o cadastro positivo reduz a assimetria de informações, e que ele tem efeito, declarou ele. Segundo o diretor de Programas da secretaria-executiva do Ministério da Fazenda, o cadastro positivo englobará informações sobre saldo, histórico de pagamentos (que pode ir até 15 anos no passado), e, também, pagamentos em aberto. Não tem seleção. Ou ficam todas as informações ou sai tudo, disse ele, explicando que o consumidor que autorizar sua inclusão no cadastro positivo não poderá selecionar quais operações deseja manter. De acordo com Colnago, as empresas que decidirem operar os cadastros positivos podem optar por utilizar o modelo de outros países, como dos Estados Unidos. Na 19

Unidade III. Operadores. Demais instituições financeiras. Outros intermediários financeiros e administradores de recursos de terceiros

Unidade III. Operadores. Demais instituições financeiras. Outros intermediários financeiros e administradores de recursos de terceiros MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS Unidade III 6 O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL O sistema financeiro nacional é o conjunto de instituições e instrumentos financeiros que possibilita a transferência de recursos

Leia mais

Atualidades do Mercado Financeiro

Atualidades do Mercado Financeiro Atualidades do Mercado Financeiro Sistema Financeiro Nacional Dinâmica do Mercado Mercado Bancário Conteúdo 1 Sistema Financeiro Nacional A estrutura funcional do Sistema Financeiro Nacional (SFN) é composta

Leia mais

Unidade III. Mercado Financeiro. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade III. Mercado Financeiro. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade III Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Lembrando da aula anterior Conceitos e Funções da Moeda Política Monetária Política Fiscal Política Cambial

Leia mais

Atualidades do Mercado Financeiro

Atualidades do Mercado Financeiro Atualidades do Mercado Financeiro Índice Pg. Sistema Financeiro Nacional... 02 Dinâmica do Mercado... 05 Mercado Bancário... 09 1 Sistema Financeiro Nacional A estrutura funcional do Sistema Financeiro

Leia mais

BAN CO DO BRASIL. Atualizada 19/01/2011 Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 1

BAN CO DO BRASIL. Atualizada 19/01/2011 Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 1 41. (CAIXA/2010) Compete à Comissão de Valores Mobiliários CVM disciplinar as seguintes matérias: I. registro de companhias abertas. II. execução da política monetária. III. registro e fiscalização de

Leia mais

Relações Internacionais. Finanças Internacionais

Relações Internacionais. Finanças Internacionais Relações Internacionais Finanças Internacionais Prof. Dr. Eduardo Senra Coutinho Tópico 1: Sistema Financeiro Nacional ASSAF NETO, A. Mercado financeiro. 8ª. Ed. São Paulo: Atlas, 2008. Capítulo 3 (até

Leia mais

BANCO DO BRASIL ESCRITURÁRIO

BANCO DO BRASIL ESCRITURÁRIO BANCO DO BRASIL ESCRITURÁRIO CONHECIMENTOS BANCÁRIOS 1. O Sistema Financeiro Nacional (SFN) é constituído por todas as instituições financeiras públicas ou privadas existentes no país e seu órgão normativo

Leia mais

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES. Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES. Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL INSTITUIÇÕES Lei 4.595/64 FINANCEIRAS COLETA INTERMEDIAÇÃO APLICAÇÃO CUSTÓDIA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA JUROS PAGOS PELOS TOMADORES - REMUNERAÇÃO PAGA AOS POUPADORES SPREAD

Leia mais

Entenda o Novo Sistema de Pagamentos Brasileiro O Novo SPB O que muda com o novo SPB Saiba o que não muda com o novo SPB Saiba mais

Entenda o Novo Sistema de Pagamentos Brasileiro O Novo SPB O que muda com o novo SPB Saiba o que não muda com o novo SPB Saiba mais * Informações de janeiro/2002 * Sumário Entenda o Novo Sistema de Pagamentos Brasileiro O Novo SPB Benefícios do Novo SPB O que é Porque mudar O que muda O que muda com o novo SPB Transferências só com

Leia mais

IPC Concursos CEF 2014. Questões I SFN, CMN, BCB e CVM Material com as questões incorretas justificadas.

IPC Concursos CEF 2014. Questões I SFN, CMN, BCB e CVM Material com as questões incorretas justificadas. BRB 2011 Cespe Questões I SFN, CMN, BCB e CVM Material com as questões incorretas justificadas. A respeito da estrutura do Sistema Financeiro Nacional (SFN),julgue os itens a seguir. 1. Ao Conselho Monetário

Leia mais

Arranjos de Pagamento SEMARC 2014. Brasília, 4 de agosto de 2014

Arranjos de Pagamento SEMARC 2014. Brasília, 4 de agosto de 2014 Arranjos de Pagamento SEMARC 2014 Brasília, 4 de agosto de 2014 Sistema de Pagamentos de Varejo Linha do Tempo Projeto institucional de modernização de pagamentos de varejo Publicação do Diagnóstico do

Leia mais

GUIA INFORMATIVO - CARTÕES DE CRÉDITO

GUIA INFORMATIVO - CARTÕES DE CRÉDITO 2013 GUIA INFORMATIVO - CARTÕES DE CRÉDITO CARTÕES DE CRÉDITO Definição Cartão de crédito é modalidade de pagamento à vista, objeto de um contrato de adesão entre o consumidor e uma administradora de cartões,

Leia mais

Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras

Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Prof. Onivaldo Izidoro Pereira Finanças Corporativas Ambiente Econômico Em suas atividades uma empresa relacionase com: Clientes

Leia mais

Como funciona o Sistema Financeiro Nacional. José Reynaldo de Almeida Furlani Junho de 2013

Como funciona o Sistema Financeiro Nacional. José Reynaldo de Almeida Furlani Junho de 2013 José Reynaldo de Almeida Furlani Junho de 2013 Segmentação do Mercado MERCADO MONETÁRIO MERCADO DE CRÉDITO MERCADO FINANCEIRO MERCADO DE CAPITAIS MERCADO CAMBIAL Conceito de Sistema Financeiro Conjunto

Leia mais

LISTA DE TABELAS. Tabela I Bradesco Relação de Receitas de Prestação de Serviços...

LISTA DE TABELAS. Tabela I Bradesco Relação de Receitas de Prestação de Serviços... BANCOS MÚLTIPLOS LISTA DE TABELAS Tabela I Bradesco Relação de Receitas de Prestação de Serviços... RESUMO Neste trabalho serão apresentadas as principais características e serviços disponibilizados pelos

Leia mais

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS. Prof. Rodrigo O. Barbati

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS. Prof. Rodrigo O. Barbati CONHECIMENTOS BANCÁRIOS Prof. Rodrigo O. Barbati AULA 01 Estrutura do Sistema Financeiro Nacional Subsistema normativo Sistema Financeiro Nacional O Sistema Financeiro Nacional (SFN) pode ser entendido

Leia mais

1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: 2 - Sistema de Seguros Privados e Previdência Complementar:

1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: 2 - Sistema de Seguros Privados e Previdência Complementar: EDITAL 2012 1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: Conselho Monetário Nacional; Banco Central do Brasil; Comissão de Valores Mobiliários; Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional; bancos

Leia mais

Conhecimentos Bancários Professor Carlos Arthur

Conhecimentos Bancários Professor Carlos Arthur Conhecimentos Bancários Professor Carlos Arthur 1 - Sobre as atribuições do Banco Central do Brasil, é incorreto afirmar: a) Exerce o controle de crédito b) Estimula a formação de poupança e a sua aplicação

Leia mais

Sistema Financeiro Nacional 3. Sistema Financeiro Nacional 3.1 Conceito 3.2 Subsistema de Supervisão 3.3 Subsistema Operativo 6/7/2006 2 3.1 - Conceito de Sistema Financeiro Conjunto de instituições financeiras

Leia mais

TARIFAS BANCÁRIAS VOCÊ VALORIZA CADA CENTAVO DO SEU DINHEIRO. E A CAIXA TAMBÉM.

TARIFAS BANCÁRIAS VOCÊ VALORIZA CADA CENTAVO DO SEU DINHEIRO. E A CAIXA TAMBÉM. TARIFAS BANCÁRIAS VOCÊ VALORIZA CADA CENTAVO DO SEU DINHEIRO. E A CAIXA TAMBÉM. Por norma do Conselho Monetário Nacional (CMN), foram padronizados os Serviços Prioritários e os serviços isentos para Pessoa

Leia mais

Módulo 11 Corretora de Seguros

Módulo 11 Corretora de Seguros Módulo 11 Corretora de Seguros São pessoas físicas ou jurídicas, que se dedicam a angariar e promover contratos entre as Sociedades Seguradoras e seus clientes. A habilitação e o registro do corretor se

Leia mais

Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e Confederação Nacional das. Pronunciamento do Presidente do Banco Central do Brasil, Ministro Alexandre

Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e Confederação Nacional das. Pronunciamento do Presidente do Banco Central do Brasil, Ministro Alexandre São Paulo, 24 de novembro de 2011. Jantar Anual dos Dirigentes de Bancos Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF) Pronunciamento do Presidente

Leia mais

O Sistema Financeiro Nacional

O Sistema Financeiro Nacional O Sistema Financeiro Nacional 1 O Sistema Financeiro Nacional Foi constituído com base nas leis: 4595 de 31-12-64 Estrutura o Sistema Financeiro Nacional 4728 de 14-7- 65 Lei do Mercado de Capitais O Sistema

Leia mais

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA 16/04/2013. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA 16/04/2013. Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS PARA ENGENHARIA Professor: Luis Guilherme Magalhães (62) 9607-2031 Obs.: Para aprofundar os conhecimentos no Sistema Financeiro Nacional, consultar o livro: ASSAF NETO, Alexandre.

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

Exercício para fixação

Exercício para fixação Exercício para fixação Quando o Banco Central deseja baratear os empréstimos e possibilitar maior desenvolvimento empresarial, ele irá adotar uma Política Monetária Expansiva, valendo-se de medidas como

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3.954. Altera e consolida as normas que dispõem sobre a contratação de correspondentes no País.

RESOLUÇÃO Nº 3.954. Altera e consolida as normas que dispõem sobre a contratação de correspondentes no País. RESOLUÇÃO Nº 3.954 Altera e consolida as normas que dispõem sobre a contratação de correspondentes no País. O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS CONTRATO DE EMPRÉSTIMO

CONDIÇÕES GERAIS CONTRATO DE EMPRÉSTIMO CONDIÇÕES GERAIS CONTRATO DE EMPRÉSTIMO Estas são as condições gerais do Empréstimo, solicitado e contratado por você. Leia atentamente estas condições gerais, que serão aplicáveis durante todo o período

Leia mais

SUMÁRIO EXECUTIVO. Resumo do Regulamento da Utilização dos Cartões de Crédito Bradesco Empresariais IMPORTANTE: LEIA ESTE SUMÁRIO COM ATENÇÃO

SUMÁRIO EXECUTIVO. Resumo do Regulamento da Utilização dos Cartões de Crédito Bradesco Empresariais IMPORTANTE: LEIA ESTE SUMÁRIO COM ATENÇÃO SUMÁRIO EXECUTIVO Resumo do Regulamento da Utilização dos Cartões de Crédito Bradesco Empresariais IMPORTANTE: LEIA ESTE SUMÁRIO COM ATENÇÃO Este sumário representa um resumo das principais informações

Leia mais

Inclusão Financeira no Brasil

Inclusão Financeira no Brasil São Paulo 18 de agosto de 2014 2 Inclusão Financeira no Brasil Parceria Nacional para Inclusão Financeira Elvira Cruvinel Ferreira Departamento de Educação Financeira Missão do BCB Assegurar a estabilidade

Leia mais

Condições Gerais do Limite de Crédito para Empréstimo Mediante Consignação em Folha de Pagamento ou benefício do INSS

Condições Gerais do Limite de Crédito para Empréstimo Mediante Consignação em Folha de Pagamento ou benefício do INSS Condições Gerais do Limite de Crédito para Empréstimo Mediante Consignação em Folha de Pagamento ou benefício do INSS Estas são as condições gerais do Limite de Crédito para Empréstimo Mediante Consignação

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO MERCADO DE CAPITAIS PRINCIPAIS PRODUTOS BANCARIOS Prof. Esp. Tomás de Aquino Salomão e-mail tomassalomao@gmail.

UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO MERCADO DE CAPITAIS PRINCIPAIS PRODUTOS BANCARIOS Prof. Esp. Tomás de Aquino Salomão e-mail tomassalomao@gmail. UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO MERCADO DE CAPITAIS PRINCIPAIS PRODUTOS BANCARIOS Prof. Esp. Tomás de Aquino Salomão e-mail tomassalomao@gmail.com Caderneta de Poupança A caderneta de poupança foi criada em

Leia mais

Condições Gerais do Contrato de Concessão de Empréstimo Mediante Consignação em Folha de Pagamento

Condições Gerais do Contrato de Concessão de Empréstimo Mediante Consignação em Folha de Pagamento Condições Gerais do Contrato de Concessão de Empréstimo Mediante Consignação em Folha de Pagamento ESTAS CONDIÇÕES GERAIS REGEM O CONTRATO DE CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO MEDIANTE CONSIGNAÇÃO EM FOLHA DE PAGAMENTO,

Leia mais

Introdução. Capitais Internacionais

Introdução. Capitais Internacionais Capitais Internacionais e Mercado de Câmbio no Brasil Atualizado em novembro de 2010 1 Introdução O tratamento aplicável aos fluxos de capitais e às operações de câmbio acompanhou as conjunturas econômicas

Leia mais

Prof. Cid Roberto. Concurso 2012

Prof. Cid Roberto. Concurso 2012 Prof. Cid Roberto Concurso 2012 Grupo Conhecimentos Bancários no Google http://goo.gl/gbkij Comunidade Conhecimentos Bancários (orkut) http://goo.gl/4a6y7 Conselho Monetário Nacional É constituído pelo

Leia mais

Evolução do SFN. 1. Primeiro Período: 1808-1914 MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS. 3. Terceiro Período: 1945-1965. 2. Segundo Período: 1914-1945

Evolução do SFN. 1. Primeiro Período: 1808-1914 MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS. 3. Terceiro Período: 1945-1965. 2. Segundo Período: 1914-1945 Evolução do SFN MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS Profa. Dra. Andréa Paula Segatto-Mendes apsm@ufpr.br 1. Primeiro Período: 1808-1914 Abertura dos portos - acordos comerciais diretos Criação do Banco do

Leia mais

Unidade 1 O Sistema Financeiro Nacional: Composição, Funcionamento e Regulação

Unidade 1 O Sistema Financeiro Nacional: Composição, Funcionamento e Regulação Sumário Unidade 1 O Sistema Financeiro Nacional: Composição, Funcionamento e Regulação Capítulo 1 Sistema Financeiro Nacional 1.2. A Intermediação Financeira 1.3. Estrutura Atual do Sistema Financeiro

Leia mais

Material Explicativo sobre Debêntures

Material Explicativo sobre Debêntures Material Explicativo sobre 1. Definições Gerais As debêntures são valores mobiliários que representam dívidas de médio e longo prazos de Sociedades Anônimas ou por ações (emissoras), de capital aberto

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO SUBSECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL

GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE PLANEJAMENTO E GESTÃO SUBSECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO DE PESSOAL INFORMAÇÕES ÚTEIS SOBRE CONSIGNADO EMPRÉSTIMO, CARTÃO DE CRÉDITO E/OU SERVIÇOS CONTRATADOS - ANO 2015. 1) O que é Margem Consignável? Resposta: É o dado que indica os limites estabelecidos por lei específica

Leia mais

Condições Gerais do Aditamento para Parcelamento

Condições Gerais do Aditamento para Parcelamento Condições Gerais do Aditamento para Parcelamento (Versão 05/2014) Estas são as Condições Gerais do Aditamento para Parcelamento, solicitado por você e contratado por meio de digitação de senha ou ligação

Leia mais

Sistema Financeiro Nacional-Aula 22.10.14 22/10/2014. Ciências Contábeis. Sistema Financeiro Nacional. Sistema Financeiro Nacional. Prof.

Sistema Financeiro Nacional-Aula 22.10.14 22/10/2014. Ciências Contábeis. Sistema Financeiro Nacional. Sistema Financeiro Nacional. Prof. -Aula 22.10.14 22/10/2014 UNIVERSIDADE COMUNITARIA DA REGIÃO DE CHAPECÓ Ciências Contábeis Conceitos e Estrutura Professor : Johnny Luiz Grando Johnny@unochapeco.edu.br Surgimento e Finalidade: Cronograma

Leia mais

CIRCULAR N 2.971. Documento normativo revogado pela Circular nº 3.280, de 9/3/2005. Art. 1º Regulamentar os seguintes normativos:

CIRCULAR N 2.971. Documento normativo revogado pela Circular nº 3.280, de 9/3/2005. Art. 1º Regulamentar os seguintes normativos: CIRCULAR N 2.971 Documento normativo revogado pela Circular nº 3.280, de 9/3/2005. Regulamenta as Resoluções nº 2.644, de 1999, nº 2.694 e nº 2.695, ambas de 2000, e divulga o Regulamento sobre Contas

Leia mais

CURSO INDICADORES ECONÔMICOS. Sistema financeiro e Finanças públicas

CURSO INDICADORES ECONÔMICOS. Sistema financeiro e Finanças públicas Sistema financeiro e Finanças públicas Vamos imaginar um mundo sem finanças... Como seria o mercado imobiliário? A Construção? A Venda? No mundo sem Finanças grande parte dos bens estaria estocada. Na

Leia mais

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL BRUNI BRUNI BRUNI BRUNI. Sistema Financeiro Nacional

SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL BRUNI BRUNI BRUNI BRUNI. Sistema Financeiro Nacional Capítulo Sistema Financeiro Nacional Bibliografia básica Todo o conteúdo dos slides deve ser acompanhado com o livro Mercados Financeiros, publicado pela Editora Atlas. Objetivos do capítulo Distinguir

Leia mais

TARIFAS BANCÁRIAS. Para abrir uma conta, os bancos exigem um depósito inicial, que varia conforme a instituição.

TARIFAS BANCÁRIAS. Para abrir uma conta, os bancos exigem um depósito inicial, que varia conforme a instituição. TARIFAS BANCÁRIAS A utilização de bancos é praticamente indispensável aos cidadãos. Contas e impostos, salários e seguros-desemprego são exemplos de transferência de dinheiro normalmente intermediada por

Leia mais

Condições Gerais do Contrato de Concessão de Empréstimo mediante Consignação em Benefícios de Aposentadoria e Pensão do INSS

Condições Gerais do Contrato de Concessão de Empréstimo mediante Consignação em Benefícios de Aposentadoria e Pensão do INSS Condições Gerais do Contrato de Concessão de Empréstimo mediante Consignação em Benefícios de Aposentadoria e Pensão do INSS ESTAS CONDIÇÕES GERAIS REGEM O CONTRATO DE CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMO MEDIANTE

Leia mais

Prova CEF 2014. Caderno BANCO

Prova CEF 2014. Caderno BANCO PROF CLAUDIO ZORZO Prova CEF 2014 Caderno BANCO Na minha visão existe possibilidade de recurso nas questões 67 e 119. Contudo, entenda que é minha percepção, quem tiver alguma outra interpretação pode

Leia mais

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através

Leia mais

TUTORIAL ACESSO AO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA DE RESERVAS STR. Dezembro/2014

TUTORIAL ACESSO AO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA DE RESERVAS STR. Dezembro/2014 TUTORIAL ACESSO AO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA DE RESERVAS STR Dezembro/2014 1. Introdução... 2 2. Estrutura de contas no BC... 2 3. Formas de acesso ao STR... 3 Acesso via RSFN... 3 Acesso via Internet...

Leia mais

Perguntas e Respostas Alteração no rendimento da caderneta de poupança. 1) Por que o governo decidiu mudar as regras da caderneta de poupança?

Perguntas e Respostas Alteração no rendimento da caderneta de poupança. 1) Por que o governo decidiu mudar as regras da caderneta de poupança? Perguntas e Respostas Alteração no rendimento da caderneta de poupança Novas regras 1) Por que o governo decidiu mudar as regras da caderneta de poupança? Por ter parte de sua remuneração (chamada de adicional)

Leia mais

Regulação do Sistema Financeiro Nacional

Regulação do Sistema Financeiro Nacional Regulação do Sistema Financeiro Nacional Sergio Odilon dos Anjos Chefe do Departamento de Normas do Sistema Financeiro Brasília 18 de julho de 2011 1 Regulação do Sistema Financeiro Banco Central do Brasil

Leia mais

A empresa e o Ambiente de. Negócios

A empresa e o Ambiente de. Negócios Centro Universitário Franciscano Curso: Administração Disciplina: Gestão Financeira I A empresa e o Ambiente de 00 000 00 0 000 000 0 Negócios Profª. Juliana A. Rüdell Boligon Santa Maria, março de 202.

Leia mais

PROGRAMA DE ATUALIZAÇÃO dos Profissionais Certificados pela ANBIMA CPA-10

PROGRAMA DE ATUALIZAÇÃO dos Profissionais Certificados pela ANBIMA CPA-10 PROGRAMA DE ATUALIZAÇÃO dos Profissionais Certificados pela ANBIMA CPA-10 Controle: D.04.10.05 Data da Elaboração: 10/11/2009 Data da Revisão: 14/05/2015 Elaborado por: Certificação ANBIMA Aprovado por:

Leia mais

a) agências de turismo e prestadores de serviços turísticos; b) embaixadas, legações estrangeiras e organismos internacionais;

a) agências de turismo e prestadores de serviços turísticos; b) embaixadas, legações estrangeiras e organismos internacionais; SEÇÃO : 1 - Disposições Gerais 1. Podem ser titulares de contas em moeda estrangeira no País na forma da legislação e regulamentação em vigor, observadas as disposições deste título: a) agências de turismo

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS 1

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS 1 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS 1 Sandra Figueiredo 1. Aspectos econômicos e jurídicos das instituições financeiras O Aparecimento das instituições financeiras foi motivado pelas relações

Leia mais

Cartilha de Poupança

Cartilha de Poupança Cartilha depoupança Poupança O que é?... 2 Segurança... 2 Modalidades de poupança do BB... 3 Reajuste Monetário... 4 Juros... 4 Imposto de renda... 4 Valor mínimo... 5 Abertura... 5 Aniversário da poupança...

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2004

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2004 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2004 Autoriza o Poder Executivo a criar a Poupança Emigrante e o Fundo de Financiamento ao Emigrante Empreendedor (FEE), com vistas a incrementar a entrada de divisas no

Leia mais

Banco Central Bacen Conhecimentos Bancários

Banco Central Bacen Conhecimentos Bancários Banco Central Bacen Conhecimentos Bancários BANCO CENTRAL DO BRASIL O Banco Central do Brasil, criado pela Lei 4.595, de 31.12.1964, é uma autarquia federal, vinculada ao Ministério da Fazenda, que tem

Leia mais

CIRCULAR Nº 3.376. Altera o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI).

CIRCULAR Nº 3.376. Altera o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI). CIRCULAR Nº 3.376 Altera o Regulamento do Mercado de Câmbio e Capitais Internacionais (RMCCI). A Diretoria Colegiada do Banco Central do Brasil, em sessão realizada em 7 de fevereiro de 2008, com base

Leia mais

25 2010, 3.919, 2011, 15% 1) O

25 2010, 3.919, 2011, 15% 1) O O uso do cartão vem crescendo ao longo dos anos, acompanhando o aumento da renda e os avanços em geral conquistados pela sociedade brasileira. Facilidade, segurança e ampliação das possibilidades de compras

Leia mais

valores Sociedades de capitalização Entidades fechadas de previdência complementar (fundos de pensão)

valores Sociedades de capitalização Entidades fechadas de previdência complementar (fundos de pensão) CONHECIMENTOS BANCÁRIOS PROFESSOR RODRIGO O. BARBATI 1 ESTRUTURA DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL O Sistema Financeiro Nacional (SFN) é composto de um conjunto de instituições

Leia mais

5. Tarifas: Sumário Executivo do Contrato Itaucard Desconto em Folha

5. Tarifas: Sumário Executivo do Contrato Itaucard Desconto em Folha CONTRATO DE Cartão ITAUCARD DESCONTO EM FOLHA Sumário Executivo do Contrato Itaucard Desconto em Folha Preocupados em manter a total transparência com você, preparamos um resumo do contrato do seu cartão.

Leia mais

BANCOS: SAIBA QUAIS SÃO OS SEUS DIREITOS

BANCOS: SAIBA QUAIS SÃO OS SEUS DIREITOS BANCOS: SAIBA QUAIS SÃO OS SEUS DIREITOS Entre os primeiros no ranking de reclamações As instituições financeiras sempre estiveram entre os setores com maior número de queixas por parte do consumidor.

Leia mais

Shadow Banking no Brasil

Shadow Banking no Brasil Shadow Banking no Brasil 1 Introdução escriturados fora do balanço dos bancos. Além disso, várias entidades, com pouca ou nenhuma regulação, shadow banking system 1 para designar o conjunto de tais entidades

Leia mais

SERVIÇOS PRESTADOS E TARIFAS - Pessoas Físicas Vigente a partir de 01/08/2015

SERVIÇOS PRESTADOS E TARIFAS - Pessoas Físicas Vigente a partir de 01/08/2015 SERVIÇOS PRESTADOS E TARIFAS - Pessoas Físicas Vigente a partir de 01/08/2015 Item MODALIDADE/NOMENCLATURA FATO GERADOR DA TARIFA VALOR R$ 1. CONTA DE DEPÓSITOS 1.1 Cadastro 1.2 Cartão 1.1.1. Cadastro

Leia mais

CAIXA. Caixa Econômica Federal TÉCNICO BANCÁRIO. Errata 001 de 30 de março de 2012

CAIXA. Caixa Econômica Federal TÉCNICO BANCÁRIO. Errata 001 de 30 de março de 2012 Edição 4ª 7 8 9 8 4 8 1 9 2 4 5 6 3 CAIXA Caixa Econômica Federal TÉCNICO BANCÁRIO Errata 001 de 30 de março de 2012 Conhecimentos bancários com atualizações e complementos que ocorreram nas páginas citadas.

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS DO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ADMINISTRAÇÃO DE CARTÕES DE CRÉDITO DA DMCARD CONTRATO DE CARTÃO DE CRÉDITO

CONDIÇÕES GERAIS DO CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE ADMINISTRAÇÃO DE CARTÕES DE CRÉDITO DA DMCARD CONTRATO DE CARTÃO DE CRÉDITO CONTRATO DE CARTÃO DE CRÉDITO PARA APROVEITAR TODOS OS BENEFÍCIOS E FAZER O MELHOR USO POSSÍVEL DO SEU CARTÃO É MUITO IMPORTANTE QUE VOCÊ LEIA COM ATENÇÃO, AS SEGUINTES CONDIÇÕES GERAIS: 1. DEFINIÇÕES:

Leia mais

MERCADO DE CAPITAIS E A ECONOMIA

MERCADO DE CAPITAIS E A ECONOMIA MERCADO DE CAPITAIS E A ECONOMIA Conceito e Características. O mercado de capitais pode ser definido como um conjunto de instituições e de instrumentos que negociam com títulos e valores mobiliários, objetivando

Leia mais

2.3.3 Vencimento das parcelas. X2 2.4 Taxa de juros remuneratórios 2.5 IOF (R$) 2.6 Tarifa de 2.4.1 Ao mês 2.4.2 Ao ano 2.4.

2.3.3 Vencimento das parcelas. X2 2.4 Taxa de juros remuneratórios 2.5 IOF (R$) 2.6 Tarifa de 2.4.1 Ao mês 2.4.2 Ao ano 2.4. Saldo Parcelado Itaú Aditamento a Cédula de Crédito Bancário/Contrato - Abertura de crédito em conta corrente e financiamento de encargos Nr. XXXXXXXX10 Cliente XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX30 E os co-emitentes,

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE INVESTIMENTOS POLÍTICA DE INVESTIMENTOS EXERCÍCIO FINANCEIRO DE 2014 IPRESI SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVOS... 3 2.1 OBJETIVO GERAL... 3 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS... 3 3 VIGÊNCIA... 4 4 MODELO DE GESTÃO... 4 5

Leia mais

cartilha educação financeira

cartilha educação financeira cartilha educação financeira cartilha educação financeira A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA A educação financeira é decisiva para o bem-estar presente e futuro das famílias, contudo, ela nem sempre

Leia mais

Anexo VI Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000)

Anexo VI Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo VI Objetivos das Políticas Monetária, Creditícia e Cambial (Art. 4 o, 4 o, da Lei Complementar n o 101, de 4 de maio de 2000) Anexo à Mensagem da Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2015, em cumprimento

Leia mais

Perguntas realizadas na apresentação do Fundo Garantidor de Crédito

Perguntas realizadas na apresentação do Fundo Garantidor de Crédito Perguntas realizadas na apresentação do Fundo Garantidor de Crédito - O que significa DPEG? - O que é DPGE 1 e 2? Quais suas finalidades? Qual a diferença para o FGC? DPGEs são títulos de renda fixa representativos

Leia mais

Dólar sem freios. seu dinheiro #100. Nem intervenções do BC têm sido capazes de deter a moeda americana

Dólar sem freios. seu dinheiro #100. Nem intervenções do BC têm sido capazes de deter a moeda americana #100 seu dinheiro a sua revista de finanças pessoais Dólar sem freios Nem intervenções do BC têm sido capazes de deter a moeda americana Festa no exterior Brasileiros continuam gastando cada vez mais fora

Leia mais

Cliente Nossa Caixa, o Banco do Brasil tem orgulho de receber você e sua empresa.

Cliente Nossa Caixa, o Banco do Brasil tem orgulho de receber você e sua empresa. Cliente Nossa Caixa, o Banco do Brasil tem orgulho de receber você e sua empresa. Conheça os benefícios do novo banco da sua empresa. Banco do Brasil. É de São Paulo. É do Brasil. É Todo Seu. Índice 2

Leia mais

TABELA DE TARIFAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

TABELA DE TARIFAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS TABELA DE TARIFAS PARA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Pessoa Física PF RELAÇÃO DOS SERVIÇOS PRESTADOS Confecção de cadastro para início de relacionamento Fornecimento de 2ª via de cartão com função de débito com

Leia mais

Administração Financeira e Orçamentária I

Administração Financeira e Orçamentária I Administração Financeira e Orçamentária I Sistema Financeiro Brasileiro AFO 1 Conteúdo Instituições e Mercados Financeiros Principais Mercados Financeiros Sistema Financeiro Nacional Ações e Debêntures

Leia mais

Tag Along Direito de alienação de ações conferido a acionistas minoritários, em caso de alienação de ações realizada pelos controladores da companhia.

Tag Along Direito de alienação de ações conferido a acionistas minoritários, em caso de alienação de ações realizada pelos controladores da companhia. Tag Along Direito de alienação de ações conferido a acionistas minoritários, em caso de alienação de ações realizada pelos controladores da companhia. Take One Proposta de adesão para um cartão encontrado

Leia mais

Carta-Circular nº 3.337 (DOU de 28/08/08)

Carta-Circular nº 3.337 (DOU de 28/08/08) Carta-Circular nº 3.337 (DOU de 28/08/08) Divulga procedimentos mínimos necessários para o desempenho do estabelecido pela Circular 3.400, de 2008, no cumprimento das atribuições especiais das cooperativas

Leia mais

POLÍTICA DE RELACIONAMENTO COM CORRESPONDENTES NO PAÍS

POLÍTICA DE RELACIONAMENTO COM CORRESPONDENTES NO PAÍS POLÍTICA DE RELACIONAMENTO COM CORRESPONDENTES NO PAÍS Belo Horizonte, Novembro de 2013. Diretoria de Crédito Consignado Diretoria Executiva Comercial Diretoria Executiva Administrativa e de Atendimento

Leia mais

Relatório de Gerenciamento de Riscos

Relatório de Gerenciamento de Riscos COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL DE PRIMAVERA DO LESTE Relatório de Gerenciamento de Riscos COOPERATIVA DE CRÉDITO RURAL DE PRIMAVERA DO LESTE 1ºTRI2015 1 Introdução... 4 2 Gestão de Riscos... 5 2.1 Principais

Leia mais

Sumário. Unidade I. cad_00.indd 15 08/12/2011 10:53:48

Sumário. Unidade I. cad_00.indd 15 08/12/2011 10:53:48 Sumário Unidade I O Sistema Financeiro Nacional: Composição, Funcionamento e Regulação Capítulo 1 Sistema Financeiro Nacional...3 1.1. Introdução...3 1.2. A Intermediação Financeira...4 1.3. Estrutura

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 76, DE 2014

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 76, DE 2014 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 76, DE 2014 Altera a Lei nº 8.894, de 21 de junho de 1994, para isentar de IOF as operações de câmbio efetuadas por bolsistas brasileiros em estudo no exterior. O CONGRESSO

Leia mais

BACEN. Regulatory Practice News

BACEN. Regulatory Practice News Regulatory Practice News Julho de 2015 BACEN Ouvidoria Resolução 4.433, de 23.07.2015 - Constituição e funcionamento de componente organizacional Esta Resolução revoga e substitui a Resolução 3.849/10,

Leia mais

Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB)

Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) Conceito e panorama geral O Sistema de Pagamentos Brasileiro é o conjunto de procedimentos, regras, instrumentos e operações integradas que dão suporte à movimentação

Leia mais

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - POLÍTICA ECONÔMICA & MERCADO FINANCEIRO

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - POLÍTICA ECONÔMICA & MERCADO FINANCEIRO CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - POLÍTICA ECONÔMICA & MERCADO FINANCEIRO Prof.Nelson Guerra Ano 2012 www.concursocec.com.br INTRODUÇÃO Trata-se da política utilizada pelo Governo para obter desenvolvimento

Leia mais

Introdução. Capitais Internacionais

Introdução. Capitais Internacionais Capitais Internacionais e Mercado de Câmbio no Brasil Atualizado em fevereiro de 2009 1 Introdução O tratamento aplicável aos fluxos de capitais e às operações de câmbio acompanhou as conjunturas econômicas

Leia mais

7. Mercado Financeiro

7. Mercado Financeiro 7. Mercado Financeiro 7. Mercado Financeiro Mercado Financeiro O processo onde os recursos excedentes da economia (poupança) são direcionados para o financiamento de empresas (tomadores de crédito). Investidor

Leia mais

SECRETARIA DA JUSTIÇA E DA DEFESA DA CIDADANIA FUNDAÇÃO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR DIRETORIA DE ESTUDOS E PESQUISAS

SECRETARIA DA JUSTIÇA E DA DEFESA DA CIDADANIA FUNDAÇÃO DE PROTEÇÃO E DEFESA DO CONSUMIDOR DIRETORIA DE ESTUDOS E PESQUISAS Resultados dos estudos sobre a redução de taxas de juros praticadas por bancos públicos e privados. Orientações aos consumidores. Face aos diversos anúncios de redução de juros veiculados na mídia a partir

Leia mais

CARTÃO DE CRÉDITO SANTANDER MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS PREZADO CLIENTE,

CARTÃO DE CRÉDITO SANTANDER MICRO, PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS PREZADO CLIENTE, PREZADO CLIENTE, O BANCO SANTANDER (BRASIL) S.A., com sede na Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 2041 e 2235, Bloco A, Vila Olímpia, São Paulo/SP, CEP 04543-011, CNPJ/MF sob n.º 90.400.888/0001-42,

Leia mais

Conhecimentos Bancários

Conhecimentos Bancários Conhecimentos Bancários 419 Conhecimentos Bancários Rogério F. Pizza Apresentação: Caro candidato, é com muita satisfação que discorri sobre o tema conhecimentos bancários. Procurei agregar nesse material

Leia mais

Guia Rápido de Orientação Operacional

Guia Rápido de Orientação Operacional Correspondentes de veículos e consignado Este Guia Rápido de Orientação destina-se a orientar os correspondentes no país que possuem contrato com Instituição Financeira e que passam a seguir, obrigatoriamente,

Leia mais

4/2/2011 DIRETRIZES DA POLÍTICA MONETÁRIA TAXA BÁSICA DE JUROS 08 MEMBROS 08 REUNIÕES RELATÓRIO DA INFLAÇÃO ATAS DO COPOM TAXA SELIC

4/2/2011 DIRETRIZES DA POLÍTICA MONETÁRIA TAXA BÁSICA DE JUROS 08 MEMBROS 08 REUNIÕES RELATÓRIO DA INFLAÇÃO ATAS DO COPOM TAXA SELIC CMN ORGAO MAXIMO DELIBERATIVO MINISTÉRIO DA FAZENDA, MINISTERIO DO PLANEJAMENTO, BACEN COMOC RESOLUÇÕES COPOM DIRETRIZES DA POLÍTICA MONETÁRIA TAXA BÁSICA DE JUROS 08 MEMBROS 08 REUNIÕES RELATÓRIO DA INFLAÇÃO

Leia mais

Mensagem do Administrador

Mensagem do Administrador Educação Financeira Índice 1. Mensagem do administrador... 01 2. O Cartão de crédito... 02 3. Conhecendo sua fatura... 03 4. Até quanto gastar com seu cartão... 07 5. Educação financeira... 08 6. Dicas

Leia mais

Sumário Executivo do Contrato dos Cartões de Crédito Private Label Híbrido

Sumário Executivo do Contrato dos Cartões de Crédito Private Label Híbrido BANCO DO BRASIL S.A. Sumário Executivo do Contrato dos Cartões de Crédito Private Label Híbrido Conceito e Características do Cartão de Crédito O cartão de crédito Private Label Híbrido, de uso doméstico

Leia mais

CARTÃO DE CRÉDITO HIPERCARD

CARTÃO DE CRÉDITO HIPERCARD CARTÃO DE CRÉDITO HIPERCARD Conheça o Contrato que regula as condições gerais aplicáveis ao seu Cartão. Leia-o atentamente (principalmente as partes em destaque) para conhecer seus direitos e obrigações.

Leia mais

Tabela de Tarifas. Pessoa Jurídica. Divulgada em 01/08/2013 Vigência a partir de: 01/09/2013. sicoobes.com.br

Tabela de Tarifas. Pessoa Jurídica. Divulgada em 01/08/2013 Vigência a partir de: 01/09/2013. sicoobes.com.br Tabela de Tarifas Pessoa Jurídica Divulgada em 01/08/2013 Vigência a partir de: 01/09/2013 Relação dos serviços tarifados e respectivos valores vigentes. Os valores máximos foram estabelecidos pela Cooperativa,

Leia mais

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano.

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano. PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano. Esta elevação é reflexo da elevação da Taxa Básica de Juros (Selic)

Leia mais