Maria Eugenia Lemos DSAVRC- Seia Outubro Ovinicultura de leite /queijo na região da Serra da Estrela PROSE

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1 Maria Eugenia Lemos DSAVRC- Seia Outubro Ovinicultura de leite /queijo na região da Serra da Estrela PROSE

2 Requisitos de Estruturas e procedimentos para a habilitação de exportação para Países Terceiros

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4 Exportação para países terceiros Na área da DSAVRC, tem-se feito exportação para os seguintes Países Terceiros : - Angola, África do Sul, Austrália, Brasil, Canadá, Hong Kong, EUA, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique e Rússia.

5 Exportações de queijo /requeijão na área da DSAVRC Em 2013 a DSAVRC procedeu às seguintes exportações QUEIJO E REQUEIJÃO - Angola ,58 Kg - África do Sul 1.002,16 Kg - Austrália 654 Kg - Brasil ,60 Kg- - Canadá 3.609,52 Kg - China Hong Kong 54 Kg - China Macau 2.378,18 Kg - China RP 854,22 Kg - EUA ,62Kg - Guiné Bissau 2.462,29 - Moçambique ,47 Kg Durante o ano de 2012 na área da DSAVRC procedemos às seguintes exportações: - Angola ,59 Kg - África do Sul ,12 Kg - Austrália ,3 Kg - Brasil ,2 Kg - Canadá Kg - China Macau 1.064,37 Kg - EUA Kg - Emirados Árabes Unidos 11,05 Kg - Filipinas 2,7 Kg - Moçambique ,47 Kg - Russia ,63 Kg

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8 Requisitos de Estruturas e procedimentos para a habilitação de exportação para Países Terceiros INTRODUÇÃO Exportação para Países Terceiros Queijo / Requeijão A Exportação de Produtos Animais, obedece a Regras Sanitárias definidas pelo País de Destino. Implica a emissão de Certificados Sanitários em Portugal. LEMBRE-SE QUE PODE TER QUE SER CONSULTADO O PAÍS DE DESTINO, PELO QUE DEVE EFETUAR O SEU PEDIDO DE INFORMAÇÃO COM A DEVIDA ANTECEDÊNCIA. Por sua vez, pode também ser exigida documentação adicional, conforme os destinos. A Entidade emissora é a DSAVRC que detêm toda a informação inerente à Exportação em causa.

9 Requisitos de Estruturas e procedimentos para a habilitação de exportação para Países Terceiros Queijo e outros Produtos Lácteos O Queijo e requeijão podem apresentar riscos específicos para a saúde humana que tornam necessário o estabelecimento de regras específicas de higiene. Os operadores das empresas do setor alimentar que se dediquem a qualquer fase da produção, transformação e distribuição de leite e produtos láteos, devem cumprir os requisitos gerais de higiene previstos no anexo II do Regulamento (CE) n.º 852/2004, e em quaisquer outras disposições específicas previstas no Regulamento (CE) n.º 853/2004. Os requisitos específicos que os Operadores do Setor do Leite e Produtos Lácteos devem respeitar, estão de uma forma geral, definidos no Regulamento (CE) n.º 853/2004. Os Operadores das empresas de queijo só podem colocar no mercado os produtos que tenham sido preparados e manipulados exclusivamente em estabelecimentos que tenham sido aprovados pela autoridade competente, a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV)- Queijarias aprovadas!

10 Certificação para exportação INFORMAÇÕES GERAIS 1.O interessado faz o pedido para exportar junto da Direção de Serviços Veterinários Regionais, do local onde se situa o estabelecimento de produção ou de armazenagem do produto a exportar; 2. Este pedido deverá ser efetuada atempadamente (pelo menos 48 horas antes da previsão de emissão do certificado hígio-sanitário), e indicar todas as informações consideradas necessárias. 3. No caso de se encontrar acordado um procedimento e/ou certificado hígio-sanitário entre Portugal e o país de destino, a DSVR procederá ao controlo documental e físico do produto, e se tudo estiver conforme, emitirá de seguida o respetivo certificado; 4. No caso de não se encontrar acordado um procedimento e/ou certificado hígio-sanitário entre Portugal e o país de destino, a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária terá de entrar em contacto com a autoridade competente daquele país, e acordar o respetivo procedimento e/ou certificado; 5. Estabelecidos os procedimentos, proceder-se-á como descrito em 3; 6. Por vezes o país de destino não responde às questões colocadas, ou a urgência da exportação não permite aguardar por uma resposta e/ou estabelecimento de acordo prévio. Nestas situações, e caso o interessado insista em exportar, a DGAV não poderá responsabilizar-se pela entrada ou não do produto no país terceiro.

11 1- Obrigações dos operadores/produtores No setor do Leite e dos Produtos Lácteos são considerados Operadores, no âmbito da Higiene Pública Veterinária: 1. O Criador ou Produtor de Animais (vacas, ovelhas, cabras), numa exploração com vista à produção de Leite. 2. Os Responsáveis pelos Postos de Receção do Leite. 3. Os Responsáveis por Estabelecimentos que produzem, Queijo, Requeijão, Iogurte, Manteiga e outros Produtos Lácteos; 4. Os Distribuidores e Transportadores de Leite, Queijo e outros Produtos Lácteos. A procura de um elevado nível de proteção da vida e da saúde humanas, é um dos objetivos fundamentais da legislação alimentar europeia, tal como se encontra estabelecido no Regulamento (CE) n.º 178/2002 de 28 de janeiro Assim, todos os operadores ao longo da cadeia de produção, devem garantir que a segurança dos géneros alimentícios de origem animal não seja comprometida.

12 1- Responsabilidades e Obrigações Gerais dos Operadores LEITE E PRODUTOS LÁCTEOS - ESTABELECIMENTOS A)-De acordo com a legislação alimentar comunitária, os operadores do sector alimentar, são os principais responsáveis pela segurança dos géneros alimentícios. B)- Os operadores das empresas do sector alimentar asseguram que todas as fases da produção, transformação e distribuição de géneros alimentícios sob o seu controlo satisfaçam os requisitos pertinentes em matéria de higiene estabelecidos na legislação em vigor Os responsáveis pelos Estabelecimentos de Produtos Lácteos devem informar a DGAV, designadamente a Direção de Serviços de Veterinária da Região da sua área: Quem são os seus fornecedores de leite crú (para que possam ser informados do estatuto sanitário dos efetivos produtores de leite, dos seus fornecedores, e de qualquer alteração na sua classificação sanitária) Quando o leite cru não estiver conforme os requisitos legais em matéria de células somáticas, teor de mesófilos totais e presença de antibióticos.

13 1-Responsabilidades e Obrigações Gerais dos Operadores Cooperação com as Autoridades Competentes ESTABELECIMENTOS Os operadores das Empresas do Sector Alimentar devem cooperar com as autoridades competentes, nomeadamente nos seguintes aspetos: a) Informar a DSAVR de todos os estabelecimentos sob o seu controlo que se dedicam a qualquer das fases de produção, transformação e distribuição de géneros alimentícios, tendo em vista o registo de cada estabelecimento; b) Assegurar que a autoridade competente dispõe em permanência de informações atualizadas sobre os estabelecimentos; c) Garantir que um estabelecimento deixe de operar se a autoridade competente retirar a sua autorização, ou, em caso de autorização condicional, se a não prorrogar ou não conceder a autorização definitiva; d) Permitir o acesso à autoridade competente a edifícios, locais, instalações e demais infraestruturas; e) Disponibilizar qualquer documentação e registos exigidos nos termos da legislação em vigor, ou considerados necessários pela autoridade competente para a avaliação da situação.

14 Atenção! É obrigação dos operadores conhecerem as normas exigidas pelos países para os quais pretendem exportar, devendo averiguar atempadamente junto da DSAVR, se já existem acordos estabelecidos ou histórico de exportação de determinado produto para determinado destino. Nesta página- pode encontrar informação relativa a Leite e Produtos Lácteos no que diz respeito : Obrigações do Operador/Produtor Controlos Oficiais Legislação Lista de Estabelecimentos Aprovados

15 2- Obrigações da Direção Geral de Alimentação e Veterinária Certificação da Exportação 2.1. A Direção Geral de Alimentação e Veterinária deve assegurar que todos os produtos de origem animal exportados da União Europeia obedecem à legislação da União Europeia e/ou aos requisitos estabelecidos pelo país importador, no que diz respeito às instalações onde são produzidos e à higiene da produção. 2.2 A certificação de exportação é feita por médicos veterinários oficiais habilitados para o efeito e de acordo com os procedimentos instituídos e as normas legais em vigor. 2.3 Dado que existem regras distintas na exportação, dependendo dos requisitos definidos pelo país de destino, os certificadores devem, previamente à emissão de certificados, obter detalhes dos requisitos de exportação para a mercadoria a certificar. Atenção! Nos certificados a emitir, são obrigatoriamente usados os modelos definidos pelos serviços centrais da DGAV que não deverão, em circunstância alguma, ser objeto de alteração.

16 2- Obrigações da Direção Geral de Alimentação e Veterinária Certificação da Exportação Estabelecimentos aprovados 2.4- A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) enquanto Autoridade competente, elabora e mantém atualizada a "Lista Oficial dos Estabelecimentos Aprovados" que utilizam Géneros Alimentícios de Origem Animal, 2.5- A DGAV é responsável por fazer as vistorias para habilitação das empresas para exportação para Países Terceiros, para verificação das condições necessárias para efetuar a exportação Às empresas autorizadas a exportar são feitas vistorias ANUAIS A DGAV é responsável pela verificação da conformidade dos produtos a exportar e pela emissão de respetivo certificado 2.8 A DGAV faz a consulta às autoridades de destino quando se efetuar uma exportação para um País pela primeira vez. 2.9 Manter atualizada a informação relativa aos certificados a utilizar para cada País, e conhecer as restrições para cada situação.

17 3- Modelos Generalistas de Certificados - Produtos de Origem Animal Quando as Condições hígio-sanitárias de exportação não são oficialmente conhecidas! Produtos de origem animal para consumo humano - (Mod. 757 DGAV) A utilização deste modelo pressupõe a prévia assunção de responsabilidade por parte do operador interessado quanto ao destino da mercadoria, porquanto apenas se aplica a situações em que as condições hígio-sanitárias de exportação não são oficialmente conhecidas! Importa garantir que, para as situações em que a exportação irá ocorrer pela primeira vez, deverá contactar a DSAVRC no sentido de concretizar a devida consulta às autoridades congéneres do país de destino. A DGAV deve verificar previamente se a exportação em causa (considerando o país de destino e o tipo de produto), tem já definido um modelo a utilizar e verificar quaisquer outras situações em que possa haver restrições conhecidas às exportações em causa.

18 3.1- Certificação novos mercados Costa do Marfim e Camarões, Mod DGAV - Não acordado, elaborado para a Costa do Marfim e Camarões, utilizar-se eventualmente em exportações para novos mercados.

19 Foto cedida por Queijaria da Natália

20 4- Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano A Comunidade Europeia celebra anualmente um certo número de acordos com países terceiros e organizações internacionais. Esses acordos podem ser de carácter abrangente, como os acordos de comércio ou específico nomeadamente na definição de requisitos hígio-sanitários. Assim, os países para os quais existem acordos ou condições específicas de certificação, são:

21 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano Condições Específicas Síria -- Leite e Produtos Lácteos - Não havendo indicações da autoridade competente do país de destino, deverá ser emitido o certificado sanitário Mod. 818/DGV, a coberto de assunção de responsabilidades por parte do interessado quanto a eventual decisão desfavorável no destino da mercadoria. Suíça --Não é requerida certificação de produtos de origem animal para a Suíça. A certificação pode no entanto ser solicitada pelo expedidor por motivos vários como seja a exigência do agente importador ou do agente transportador, devendo, quando requeridos, ser emitidos pelos nossos serviços.

22 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano Turquia Leite e Produtos Lácteos - Não havendo indicações da autoridade competente do país de destino, deverá ser emitido o certificado sanitário Mod. 709 DGAV, a coberto de assunção de responsabilidades por parte do interessado quanto a eventual decisão desfavorável no destino da mercadoria

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24 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano Angola Leite e Produtos Lácteos - Não havendo indicações da autoridade competente do país de destino, deverá ser emitido o certificado sanitário Mod. 748/DGAV, a coberto de assunção de responsabilidades por parte do interessado quanto a eventual decisão desfavorável no destino da mercadoria. (De acordo com indicações de alguns exportadores, as autoridades de controlo no destino (Angola), exigem, no contexto da crise alimentar dos produtos originários da China, uma declaração oficial relativa à ausência de contaminação com melamina (Modelo Declaração Melanina). Assim, esta declaração, poderá igualmente ser emitida a pedido do interessado.

25 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano Arábia Saudita Leite e Produtos Lácteos (Arábia Saudita - Condições Especiais e Acta) Arábia Saudita - Condições Especiais Os certificados sanitários Mod. 690 DGAV e Mod. 691 DGAV, ambos aplicáveis à exportação de produtos lácteos para a Arábia Saudita foi elaborado de acordo com informações da autoridade competente do país de destino. Chama-se especial atenção dos serviços para o necessário cumprimento do preconizado nos pontos 2, 4, e 5 da acta da reunião realizada entre o Ministério do Comércio e da Industria do Reino da Arábia Saudita e a Embaixada da Republica Portuguesa em Riade, para discutir o embargo imposto pelo Reino da Arábia Saudita às importações de leite e de produtos lácteos de Portugal devido à BSE.

26 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano Arabia Saudita: Exige que o leite seja proveniente de explorações sem BSE. Exige que o leite esteja isento de resíduos de antibióticos como o cloranfenicol e também de nitrofuranos. Que os contentores sejam devidamente selados pelas autoridades portuguesas. Nota: De acordo com as informações que possuímos, o exportador e o estabelecimento de produção têm de estar ambos registados na Autoridade Competente da Arábia Saudita

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28 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano Venezuela. A exportação deste tipo de produtos só está autorizada para estabelecimentos aprovados pelas Autoridades Sanitárias deste País, os estabelcimentos habilitados são os que constam nos certificados de habilitação: Indulac - Industrias Lácteas, Lda. (DLT 625) Formageries Bel Portugal, S.A. (Lacto Ibérica - Lacto Açoreana) (ALT 579)

29 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano Argentina Para a exportação de produtos de origem animal para a Argentina é necessário constar em Listas de estabelecimentos autorizados (sistema de Pré-listagem) Qualquer empresa que pretenda exportar para este país, e não conste nas listas supracitadas, deve solicitar junto da DGAV a inclusão na mesma. Para exportar Produtos de Origem Animal para a Argentina deve ser seguido o procedimento seguinte: Para que um estabelecimento possa ser incluído no sistema de prélistagem, os operadores devem realizar o seu pedido à DSAVR em que esteja localizado o estabelecimento, mediante o preenchimento de um requerimento das autoridades da Argentina.

30 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano ARGENTINA Leite e Produtos Lácteos - relativamente a esta lista importa ter presente que apesar dos estabelecimentos estarem aprovados a exportar, ainda não existe certificado homologado para os produtos lácteos de ovinos e caprinos (uma vez que só existe para produtos lácteos de bovinos). A exportação de produtos lácteos de pequenos ruminantes está pendente da aprovação do modelo de certificado por parte das autoridades competentes daquele país.

31 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano- BRASIL BRASIL - Reconhecimento da equivalência do sistema de inspeção sanitária português O sistema de controlos oficiais português foi já, no sector das carnes, dos leites e do pescado, avaliado e considerado equivalente ao brasileiro. As autoridades competentes portuguesas responderam aos questionários técnicos fornecidos pelo Departamento de Inspecção de Produtos de Origem Animal (DIPOA), da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA), do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA). Na resposta ao questionário são esclarecidos aspectos relativos à legislação aplicável ao sector, competências dos diferentes organismos e actividades e metodologias da inspecção sanitária portuguesa. Esta 1ª fase culminou, nos referidos sectores, com a realização pelo DIPOA de uma missão veterinária para verificar in loco o sistema de controlos oficiais português.

32 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano- BRASIL No decurso das missões foram visitados os estabelecimentos que, à data, haviam manifestado interesse em exportar. Esta fase ficou concluída com a publicação das listas de estabelecimentos autorizados a exportar e dos produtos autorizados. Esta informação está disponível para consulta no site do MAPA no item sistemas de informação, SIGSIF, Listas de Estabelecimentos Estrangeiros Habilitados à Exportação para o Brasil. O DIPOA poderá determinar visitas de auditoria periódicas aos países reconhecidos e aos seus estabelecimentos credenciados, com vista a assegurar a manutenção das condições aprovadas, podendo manter ou suspender, a qualquer tempo, essa habilitação, caso haja comprometimento do sistema de inspeção ou por queda do padrão hígio-sanitário dos mesmos.

33 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano- BRASIL NOVOS ESTABELECIMENTOS BRASIL 1.ª fase: Habilitação do estabelecimento Para que o seu estabelecimento fique habilitado a exportar leites e seus produtos, para além de cumprir com os requisitos legais comunitários e nacionais relacionados com a produção de géneros alimentícios, deverá, também, ter conhecimento dos requisitos legais e brasileiros e aplicá-los na sua produção A legislação brasileira pode ser consultada no Site Oficial da Autoridade Competente Brasileira. Deverá, então, formalizar a solicitação de habilitação de exportação para o Brasil com os Serviços Veterinários da Região (DSVR) onde se situa o seu estabelecimento. A DSVR efetuará um controlo ao seu estabelecimento para verificar se cumpre com os requisitos brasileiros. Se tudo estiver conforme com o seu estabelecimento, a Direção-geral de Alimentação e Veterinária propõe ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) o aditamento do seu estabelecimento à Lista de Estabelecimentos Habilitados a Exportar para o Brasil.

34 4- Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano BRASIL 2.ª fase: Registo dos rótulos Após a habilitação do seu estabelecimento a exportar para o Brasil -leites e seus produtos, terá de iniciar o processo de registo de rótulos que obedece a critérios estipulados pelas autoridades brasileiras. 1. Deverá fazer o preenchimento do Formulário e anexar o rótulo ao mesmo. 2. Após o preenchimento do formulário, deverá submetê-lo aos Serviços Veterinários da Região (DSVR) onde situa o estabelecimento, que assinam a página que lhes é destinada. 3. De seguida, deve submeter o formulário à consideração das autoridades brasileiras (MAPA/SDA/DIPOA). 4. deferimento por parte das autoridades brasileiras e encontrando-se o rótulo registado, o seu estabelecimento pode iniciar a exportação para aquele país, devendo para tal solicitar a emissão do certificado hígio-sanitário aos Serviços Veterinários da Região. 5. A DSVR procederá ao controlo documental e físico do produto e, se tudo estiver conforme, emitirá de seguida o respetivo certificado.

35 4- Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano É importante frisar que no registo de um rótulo está implícita, a aprovação da memória descritiva do modo de fabrico, da sua fórmula e respetiva embalagem autoridades competentes brasileiras.

36 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano África do Sul : Para a exportação de géneros alimentícios para a África do Sul, deverá obter uma autorização de importação por parte da autoridade competente (Department of Agriculture, Forestry and Fisheries) daquele país. Poderá consultar a legislação, os procedimentos de exportação e os formulários para obter a respetiva autorização de exportação, no site oficial da autoridade da África do Sul. Este formulário deve ser preenchido pelo importador, a fim de obter a respetiva autorização de exportação. Essa autorização de importação, deverá ser apresentada aos Serviços Veterinários da Região (DSVR) onde se situa o estabelecimento de produção ou de armazenagem, do produto que pretende exportar. A DSVR procederá ao controlo documental e físico do produto e, se tudo estiver conforme, preencherá e validará os dados solicitados na autorização de importação.

37 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano Brasil Todos os produtos a exportar para o Brasil devem ter rótulos registados pelas autoridades brasileiras e ter origem em estabelecimentos que constem na Lista de Estabelecimentos Habilitados a Exportar para o Brasil. Produtos Lácteos A circular n.º 481/2013/CGPE/DIPOA alterou os requisitos sanitários que devem constar no certificado de leite e produtos lácteos ao Brasil e é aplicável a partir de 2 de setembro de No caso de exportação de leite e produtos lácteos produzidos com leite de ovelha e/ou cabra considerar a Circular n.º 817/2010/CGPE/DIPOA. Considerar as instruções normativas do Brasil referidas nos pontos 3 e 4 do Capítulo VI CERTIFICAÇÃO SANITÁRIA do Mod DGAV e nos pontos 8 e 9 do Capítulo VI CERTIFICAÇÃO SANITÁRIA do Mod. 1033A DGAV, a saber IN e

38 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano A exportação pra o Brasil pressupõe : 1- Que o queijo de leite cru, tenha mais de 60 dias de maturação a uma temperatura de + 5º C. 2- Que sejam feitas analises ao queijo a todos os parâmetros exigidos pela legislação comunitária e também a Coliformes a 45º. Analises feitas a 5 amostras de um lote. Resolução - RDC nº 12, de 2 de janeiro de Através da circular 481/2013/CGPE/DIPOA de julho -2013, ficou o operador obrigado a garantir também que o queijo cumpre com um nível aceitável de dioxinas, radioatividade, antiparasitários. 4- Aos estabelecimentos que exportam para o Brasil tem que ser feita obrigatoriamente uma vistoria por ano, qualquer que seja o grau de incumprimento da vistoria anterior ( o mesmo se aplica à Rússia ). 5-Todos os estabelecimentos forneçam leite para o estabelecimento tem que estar aprovados (exceto se for produção primaria- explorações ) AS autoridades Brasileiras poderão visitar os estabelecimentos, quando assim o entenderem dão muita atenção a: - Controlo de pragas - Vestuário do pessoal - Boas praticas de fabrico - Condensação de humidade nos tectos. - Barreira sanitária- o acesso à sala de fabrico.

39 Instruções para preenchimento do formulário de aprovação do rotulo Os diplomas citados podem ser consultados no site no item legislação

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44 Resposta do DIPOA ao pedido de aprovação de rotulos

45 Formulário para pedido de Aprovação Rótulos- BRASIL

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51 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano Colômbia Os estabelecimentos, que produzem produtos lácteos, interessados em exportar para a Colômbia devem estar previamente autorizados e registados no ICA.-SUBGERENCIA DE PROTECCIÓN Y REGULACIÓN PECUARIA PREVENCIÓN DE RIESGOS ZOOSANITARIOS. Os estabelecimentos devem pedir a autorização no ICA, através do importador Colombiano, da seguinte forma: Preencher o formulário de habilitação dos estabelecimentos de leite e produtos lácteos. Este formulário deve ser remetido num documento original para o ICA, juntamente com os anexos da documentação solicitada no formulário. A documentação deve ir devidamente assinada pelo responsável do estabelecimento, assim como devidamente validada pelos serviços oficiais (assinada e carimbada). (Nota: a documentação anexa pode também ser apresentada em formato eletrónico) Terão que ser pagos $ pesos colombianos ao ICA. Uma vez avaliada positivamente a anterior documentação pelo ICA, o organismo procederá à inclusão na lista de estabelecimentos.

52 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano Em cada exportação de produtos lácteos, o importador colombiano deve solicitar ao ICA a emissão de um Documento Zoosanitário de Importación. Este documento deve ser solicitado previamente ao embarque, sendo válido unicamente para um só carregamento, com uma vigência de 90 dias. Uma vez realizados os passos anteriormente descritos, pode ser feita a exportação dos produtos, acompanhados do certificado Mod DGAV.

53 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano Marrocos Condições Especiais Não havendo indicações da autoridade competente do país de destino, o certificado sanitário -Mod. 696 DGAV deverá ser emitido a coberto de assunção de responsabilidades por parte do interessado quanto a eventual decisão desfavorável no destino da mercadoria. Para Marrocos poderá ser necessária a emissão de certificação suplementar por indicação do interessado, nomeadamente o certificado Mod. 470 DGAV, relativo à ausência de radioatividade no produto.

54 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano RUSSIA Qualquer empresa que pretenda exportar para este país e não conste na lista supracitada, deve solicitar junto dos serviços centrais, via DSAVRC, a inclusão na mesma. Estas empresas deverão ter, pelo menos, negociações em curso com importadores russos. O processo de inclusão nas listas implica um contacto prévio com as autoridades russas que aprovarão, ou não, a referida inclusão. Legislação Russa e Acordos As empresas exportadoras devem garantir o cumprimento dos requisitos hígio-sanitários da legislação russa/união Aduaneira.

55 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano RUSSIA Leite e Produtos Lácteos A 30 de Abril de 2009 é assinado entre a Direção Geral da Saúde e Consumidores da Comissão Europeia (DG SANCO) e Chefe do Serviço Federal de Vigilância Veterinária e Fitossanitária da Federação Russa (Rosselkhoznadzor) um acordo que determina que até 01 de Setembro de 2009, o conjunto de medidas que proporciona a segurança de leite e produtos lácteos exportados da CE para a FR, em conformidade com a legislação russa, será aplicado e controlado. O certificador oficial da autoridade competente só emite o certificado de exportação de leite e produtos lácteos, derivados de bovinos e pequenos ruminantes, a exportar da CE para a FR, quando os requisitos de certificação no ponto 1, 2 e 3 daquele protocolo são cumpridos: 1. Se o período de armazenamento e entrega para o leite cru na CE exceder as 24 horas, os produtores asseguram, com base em verificações próprias, que os níveis máximos russos de microrganismos (contagem bacteriana total em leite cru e de salmonela em produtos lácteos) são respeitados. A execução dessas garantias é controlada pelas autoridades veterinárias competentes dos Estados Membros (EM) da CE.

56 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano 2. Os produtores asseguram, e as autoridades veterinárias competentes dos EM realizam a vigilância e o acompanhamento da implementação dos requisitos e normas da FR, no que respeita aos níveis de resíduos de antibióticos em leite cru.. Análises laboratoriais oficiais, realizadas no âmbito deste acompanhamento, são efetuadas em laboratórios credenciados da CE, no que diz respeito aos níveis de resíduos de antibióticos em leite cru. A CE e FR comunicarão entre sim, os níveis de deteção e os métodos laboratoriais utilizados, respetivamente na CE e na FR.

57 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano 3. A CE informará a FR, quando ocorrer nos produtos lácteos da CE, um aumento nos níveis de radioatividdae acima dos níveis máximos russos..!!!!!!!!!!!! 29/09/2009: publicação da lista das primeiras empresas do sector do leite e produtos lácteos pelas autoridades da FR. Formação da União Aduaneira Mediante a assinatura de um acordo em Outubro de 2007 é formada a União Aduaneira (UA) entre a Federação Russa, a República do Cazaquistão e a República da Bielorrússia. A formação desta união interestatal prevê a abolição de taxas e restrições económicas no território dos 3 países. São então aprovados pela UA regras de vigilância veterinária comuns que deverão ser seguidas pelos países que pretendem exportar para qualquer dos estados membros da UA.

58 4-Condições Específicas Relativas à Certificação de Produtos de Origem Animal para Consumo Humano Rússia Normas explicativas para a certificação para a Rússia Pré-Notificação : 1-O exportador deverá solicitar previamente a licença de importação à autoridade competente do estado membro da UA de destino da mercadoria 2-As empresas exportadoras devem garantir o cumprimento dos requisitos hígiosanitários da legislação russa/união Aduaneira. Licença de importação A consulta dos diplomas é possível em : tm

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