Coerência temporal: Uma característica importante

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Coerência temporal: Uma característica importante"

Transcrição

1 Coerência temporal: Uma característica importante A coerência temporal de uma fonte de luz é determinada pela sua largura de banda espectral e descreve a forma como os trens de ondas emitidas interfererem

2 Exercício: Calcule o comprimento de coerência das seguintes fontes de luz: Lâmpada espectral: temos tipicamente λ = 5000 Å e Δλ~ 1Å. Luz branca: agora temos λ = 5500 Å e Δλ~ 1500 Å, Radiação coerente (laser): um valor típico para Δνé de 10 4 Hz.

3 Fotodetectores Os fotodetectores são também dispositivos semicondutores, porém, com uma função inversa àquela dos lasers semicondutores, ou seja, em vez da geração de luz a partir de uma corrente elétrica, estes dispositivos convertem luz em corrente.

4 Os detectores mais comuns podem ser classificados da seguinte forma: A. Os detectores térmicos 1. Termopares e termopilhas 2. Bolômetros e termistores 3. piroelétricos 4. Pneumático ou Golay B. Detectores Quânticos 1. fotoemissivos -fototubos e fotomultiplicadoras 2. fotocondutivos 3. Fotovoltaica 4. fotográfico

5 termopilha Termopar (Termopar feitos de materiais diferentes (linhas claras e escuras) unidos nos pontos T1 e T2, onde a diferença de temperatura produz uma fem entre os terminais V1 e V2. Termopilha feito de termoparparesem série. A radiação é absorvida nas junções T1 em contato térmico com um absorvedor de preto e termicamente isolado das junções T2.

6 fotomultiplicadoras

7 O princípio de funcionamento da fotomultiplicadora é baseado no efeito fotoelétrico O efeito fotoelétrico fornece evidências para a natureza de partícula da luz - quantização. Einstein supôs que a luz trafega em pacotes de energia denominados fótons. A energia do fóton é dada por: E = hν

8 Quando a luz atinge um (metal) placa, fotoelétrons são liberados a partir da superfície do material. Sua energia cinética, E C, é proporcional à frequência do luz incidente, ν, ou seja, a sua cor. Há uma frequência mínima, o que corresponde a uma energia mínima, chamada de função trabalho, W, que é necessária para libertar elétrons da superfície. Isto é descrito pela equação de Einstein E = hν W C Uma consequência importante dessa equação é que a energia cinética dos fotoelétrons não depende da intensidade da luz.

9 As fotomultiplicadoras são caracterizadas por sua eficiência quântica dependente do comprimento de onda, η (λ), ou seja, a razão entre o número de fotoelétrons emitidos e o número de fótons incidentes. Quando S λ é a sensibilidade espectral do fotocátodoem A / W, e com o comprimento de onda dado em nm, a eficiência quântica pode ser calculada por

10 Fotodiodos Os fotodiodos podem ser divididos em dois dipos diferentes: PIN e avalanche Os fotodiodos do tipo PIN possuem uma região quase intrínseca tipo "n" entre duas regiões altamente dopadas "p" e "n" (por isso "pin") Os fotodiodos de avalanche possuem uma estrutura "pin" mais sofisticada de maneira que possa produzir campos elétricos extremamente intensos.

11 Exemplos de Fotodiodos

12 Eficiência do fotodiodo A eficiência do processo de conversão de receber fótons e gerar pares elétron-buraco é medido pela eficiência quântica (EQ) do detector: Número de Pares Elétron-Buraco livres gerados e coletados I ph / e η = = Número de Fótons P / hf 0

13 Responsividade A responsividade R de um fotodiodo caracteriza sua performance em termos da fotocorrente gerada por potência óptica incidente num dado comprimento de onda, R ( A) Fotocorrente = = Potência Óptica incidente I ph ( W ) P0 Relacionando com Eficiência quântica e eλ R = η = η hf hc

14 Curvas típicas

15 Detectores de imagem Usados em situações que se deseja ter resolução espacial (arranjo de fotodiodos)

16 Sensor CCD(Charged Coupled Device) CCD

17 Como funciona o CCD Este é o CCD

18 Como funciona o CCD

19 Como funciona o CCD Desenvolvido nos anos 70 como um chip de memória, o CCD hoje trabalha como um chip de imagem um sensor responsável por registrar a imagem 'vista' pelos equipamentos de captura de imagem (câmeras de vídeo, câmeras fotográficas e scanners, por exemplo). As lentes da câmera projetam sobre o CCD a imagem, que é convertida em impulsos elétricos, gerando assim o sinal de vídeo.

20 Como funciona o CCD O funcionamento do CCD Vamos do início então: um CCD traz em sua estrutura uma tela gradeada, onde cada quadradinho dessa tela corresponde à 1 pixel em computação, 1 pixel é a menor medida dentro de uma imagem digital. 1 pixel

21 Como funciona o CCD O funcionamento do CCD Cada pixel faz o registro da intensidade de luz que é captada da imagem visualizada / focada pela câmera, ou na mesa do scanner, da seguinte forma: nós sabemos que qualquer imagem é constituída por áreas distintas, com áreas mais claras e áreas mais escuras.

22 Como funciona o CCD O funcionamento do CCD No CCD a imagem é capturada pela tela gradeada. A partir dessa captura, cada pixel vai fazer a leitura da intensidade de luz captada quanto mais escuro, mas preto vai ser; quanto mais clara, mais branca. Essa leitura, ou codificação, se dá através de intensidade elétrica.

23 Como funciona o CCD O funcionamento do CCD Como resposta, teremos uma imagem formada por pixels claros e escuros, a partir das áreas identificadas na imagem. Para finalizar, cada intensidade elétrica é codificada no sistema binário bits responsáveis por representar a gradação entre as áreas claras e escuras.

24 Comparação CCD e CMOS (Complementary Metal Oxide Semicondutor) CCD Fotodiodo Fotodiodo CMOS Amplificador Pixel Leitura do arranjo Sensor Output Geração e integração de cargas Transferência de carga de pixel para pixel Amplificador de saída realiza a conversão de carga-para-tensão + Geração e integração de cargas e conversão de carga para tensão Multiplexação das voltagens dos pixels: Amplificadores conectados sucessivamentes a um barramento comum Várias opções possíveis: Nenhum circuito a mais (saída analógica) amplificadores adicionais (saída analógica) Conversão A / D (saída digital)

25 Comparativo de diferentes tipos de fotodetectores

26 Elementos ópticos

27 Princípios básicos da óptica geométrica No modelo de óptica geométrica, a luz se propaga num meio homogêneo em trajetórias retilíneas, com velocidade c= m/s no vácuo e com velocidades menores fora dele. A trajetória da luz pode ser representada por raios. Define-se o índice de refração de um meio material como n = c v

28 Reflexão

29 Refração

30 Materiais Ópticos Indice de refração complexo

31 Espectros

32 Quartzo

33 Filtros Ópticos Filtros ópscos são usados sempre que as larguras de banda de fontes de luz deve ser limitada ou quando intensidades de luz devem ser reduzidas. Filtros de cor Filtros de densidade neutra

34

Aula 2 Aquisição de Imagens

Aula 2 Aquisição de Imagens Processamento Digital de Imagens Aula 2 Aquisição de Imagens Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira mvieira@sc.usp.br EESC/USP Fundamentos de Imagens Digitais Ocorre a formação de uma imagem quando

Leia mais

ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL

ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL ANÁLISE QUÍMICA INSTRUMENTAL ESPECTROFOTÔMETRO - EQUIPAMENTO 6 Ed. Cap. 13 Pg.351-380 6 Ed. Cap. 1 Pg.1-28 6 Ed. Cap. 25 Pg.703-725 09/04/2015 2 1 Componentes dos instrumentos (1) uma fonte estável de

Leia mais

SENSORES REMOTOS. Daniel C. Zanotta 28/03/2015

SENSORES REMOTOS. Daniel C. Zanotta 28/03/2015 SENSORES REMOTOS Daniel C. Zanotta 28/03/2015 ESTRUTURA DE UM SATÉLITE Exemplo: Landsat 5 COMPONENTES DE UM SATÉLITE Exemplo: Landsat 5 LANÇAMENTO FOGUETES DE LANÇAMENTO SISTEMA SENSOR TIPOS DE SENSORES

Leia mais

Sistema de comunicação óptica. Keylly Eyglys Orientador: Adrião Duarte

Sistema de comunicação óptica. Keylly Eyglys Orientador: Adrião Duarte Sistema de comunicação óptica Keylly Eyglys Orientador: Adrião Duarte História A utilização de transmissão de informação através de sinais luminosos datam de épocas muito remotas. Acredita-se que os gregos

Leia mais

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos

1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1 Fibra Óptica e Sistemas de transmissão ópticos 1.1 Introdução Consiste em um guia de onda cilíndrico, conforme ilustra a Figura 1, formado por núcleo de material dielétrico (em geral vidro de alta pureza),

Leia mais

EFEITO FOTOELÉTRICO. J.R. Kaschny

EFEITO FOTOELÉTRICO. J.R. Kaschny EFEITO FOTOELÉTRICO J.R. Kaschny Histórico 1886-1887 Heinrich Hertz realizou experimentos que pela primeira vez confirmaram a existência de ondas eletromagnéticas e a teoria de Maxwell sobre a propagação

Leia mais

04. Com base na lei da ação e reação e considerando uma colisão entre dois corpos A e B, de massas m A. , sendo m A. e m B. < m B.

04. Com base na lei da ação e reação e considerando uma colisão entre dois corpos A e B, de massas m A. , sendo m A. e m B. < m B. 04. Com base na lei da ação e reação e considerando uma colisão entre dois corpos A e B, de massas m A e m B, sendo m A < m B, afirma-se que 01. Um patrulheiro, viajando em um carro dotado de radar a uma

Leia mais

2 Células solares semicondutoras

2 Células solares semicondutoras 2 Células solares semicondutoras 2.1 Princípios de conversão fotovoltaica Um fóton quando incidido sobre um material semicondutor fornece uma energia de hc para os elétrons que se situam na banda de valência.

Leia mais

EXERCÍCIOS ESTRUTURA ELETRONICA

EXERCÍCIOS ESTRUTURA ELETRONICA EXERCÍCIOS ESTRUTURA ELETRONICA Questão 1 O molibdênio metálico tem de absorver radiação com frequência mínima de 1,09 x 10 15 s -1 antes que ele emita um elétron de sua superfície via efeito fotoelétrico.

Leia mais

4. Medição de Irradiância. 4.1 Introdução

4. Medição de Irradiância. 4.1 Introdução Apostila da Disciplina Meteorologia Física II ACA 0326, p. 40 4. Medição de Irradiância 4.1 Introdução Das grandezas radiométricas definidas no capítulo 1, os instrumentos convencionais utilizados em estudos

Leia mais

REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL

REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL REPRESENTAÇÃO DA IMAGEM DIGITAL Representação da imagem Uma imagem é uma função de intensidade luminosa bidimensional f(x,y) que combina uma fonte de iluminação e a reflexão ou absorção de energia a partir

Leia mais

ALCANCE DINÂMICO CCD CMOS

ALCANCE DINÂMICO CCD CMOS ALCANCE DINÂMICO Nos sensores de imagem CCD (charge-coupled device) ou CMOS (complementary metal oxide semiconductor), o alcance dinâmico (ou dinâmica) é especificado tipicamente como a razão entre o sinal

Leia mais

Scanners Manual Básico. Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos.

Scanners Manual Básico. Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos. Scanners Manual Básico Um guia prático e rápido para conhecer o melhor tipo de equipamento para seus trabalhos. Tipos de Scanners Diferentes tipos de scanners funcionam de diferentes maneiras. Conheça

Leia mais

Neste capítulo trataremos das propriedades gerais de um laser, bem como das características de um laser a fibra de cavidades acopladas.

Neste capítulo trataremos das propriedades gerais de um laser, bem como das características de um laser a fibra de cavidades acopladas. 3 Laser a Fibra Neste capítulo trataremos das propriedades gerais de um laser, bem como das características de um laser a fibra de cavidades acopladas. 3.1 Propriedades Gerais A palavra LASER é um acrônimo

Leia mais

FÍSICA DO RX. Cristina Saavedra Almeida fisicamed

FÍSICA DO RX. Cristina Saavedra Almeida fisicamed FÍSICA DO RX Cristina Saavedra Almeida fisicamed O QUE É RADIAÇÃO Pode ser gerada por fontes naturais ou por dispositivos construídos pelo homem. Possuem energia variável desde valores pequenos até muito

Leia mais

Professor Felipe Técnico de Operações P-25 Petrobras

Professor Felipe Técnico de Operações P-25 Petrobras Professor Felipe Técnico de Operações P-25 Petrobras Contatos : Felipe da Silva Cardoso professorpetrobras@gmail.com www.professorfelipecardoso.blogspot.com skype para aula particular online: felipedasilvacardoso

Leia mais

PROCESSAMENTO DE IMAGEM #01 TÓPICOS DESENVOLVIDOS NESTE MÓDULO

PROCESSAMENTO DE IMAGEM #01 TÓPICOS DESENVOLVIDOS NESTE MÓDULO PROCESSAMENTO DE IMAGEM #01 TÓPICOS DESENVOLVIDOS NESTE MÓDULO Que é Processamento Digital de Imagens (PDI) Quais as etapas fundamentais em um sistema de PDI Sensores CCD e CMOS Visão Humana x Visão de

Leia mais

Camada Física. Bruno Silvério Costa

Camada Física. Bruno Silvério Costa Camada Física Bruno Silvério Costa Sinais Limitados por Largura de Banda (a) Um sinal digital e suas principais frequências de harmônicas. (b) (c) Sucessivas aproximações do sinal original. Sinais Limitados

Leia mais

Os encoders ópticos convertem deslocamentos angulares em uma sequência de pulsos digitais, contando com um só bit ou decodificando um conjunto deles,

Os encoders ópticos convertem deslocamentos angulares em uma sequência de pulsos digitais, contando com um só bit ou decodificando um conjunto deles, Encoders ópticos O que é: Os encoders ópticos convertem deslocamentos angulares em uma sequência de pulsos digitais, contando com um só bit ou decodificando um conjunto deles, os pulsos podem ser convertidos

Leia mais

QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA

QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA QUI346 ESPECTROFOTOMETRIA ABSORÇÃO FOTOQUÍMICA 3ª Parte A INSTRUMENTAÇÃO 07/10/2013 Mauricio X. Coutrim ESPECTRO DE ABSORÇÃO A energia absorvida por um fóton é igual à diferença entre as energias do estado

Leia mais

Luis Filipe Baptista MEMM 2

Luis Filipe Baptista MEMM 2 INSTRUMENTAÇÃO E CONTROLO CAPÍTULO V Transdutores Optoelectrónicos 2012/2013 Índice do capítulo Introdução Transdutores ópticos Transdutores optoelectrónicos - Absolutos - Incrementais Aplicações industriais

Leia mais

Separação de Isótopos de Terras Raras usando Laser. Nicolau A.S.Rodrigues Instituto de Estudos Avançados

Separação de Isótopos de Terras Raras usando Laser. Nicolau A.S.Rodrigues Instituto de Estudos Avançados Separação de Isótopos de Terras Raras usando Laser Nicolau A.S.Rodrigues Instituto de Estudos Avançados Roteiro 1. Motivação: - Isótopos: o que são porque um determinado isótopo é mais interessantes que

Leia mais

Título ONDULATÓRIA Extensivo Aula 29. Professor Edson Osni Ramos (Cebola) Disciplina. Física B

Título ONDULATÓRIA Extensivo Aula 29. Professor Edson Osni Ramos (Cebola) Disciplina. Física B Título ONDULATÓRIA Extensivo Aula 29 Professor Edson Osni Ramos (Cebola) Disciplina Física B RADIAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS ONDA ELETROMAGNÉTICA Sempre que uma carga elétrica é acelerada ela emite campos elétricos

Leia mais

ANO INTERNACIONAL DA LUZ - 2015

ANO INTERNACIONAL DA LUZ - 2015 ANO INTERNACIONAL DA LUZ - 2015 FOTÔNICA: A NOVA REVOLUÇÃO DO SÉCULO 21 APRESENTAÇÃO No princípio era o vidro, com o qual foi, e continua sendo, possível fazer tantas coisas, entre elas uma tecnologia

Leia mais

Instrumentação para Espectroscopia Óptica. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti

Instrumentação para Espectroscopia Óptica. CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti Instrumentação para Espectroscopia Óptica CQ122 Química Analítica Instrumental II 2º sem. 2014 Prof. Claudio Antonio Tonegutti INTRODUÇÃO Os componentes básicos dos instrumentos analíticos para a espectroscopia

Leia mais

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo

DIODO SEMICONDUTOR. íon negativo. elétron livre. buraco livre. região de depleção. tipo p. diodo DIODO SEMICONDUOR INRODUÇÃO Materiais semicondutores são a base de todos os dispositivos eletrônicos. Um semicondutor pode ter sua condutividade controlada por meio da adição de átomos de outros materiais,

Leia mais

DESCRIÇÃO DETALHADA DO ANALISADOR DE CO E DE SEU FUNCIONAMENTO

DESCRIÇÃO DETALHADA DO ANALISADOR DE CO E DE SEU FUNCIONAMENTO DESCRIÇÃO DETALHADA DO ANALISADOR DE CO E DE SEU FUNCIONAMENTO O analisador de CO para baixas concentrações (ppm - partes por milhão) no ar ambiente é um instrumento de alta sensibilidade, usado para monitorar

Leia mais

Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador

Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador Identificação de materiais radioativos pelo método de espectrometria de fótons com detector cintilador 1. Introdução Identificar um material ou agente radiológico é de grande importância para as diversas

Leia mais

Introdução aos métodos espectrométricos. Propriedades da radiação eletromagnética

Introdução aos métodos espectrométricos. Propriedades da radiação eletromagnética Introdução aos métodos espectrométricos A espectrometria compreende um grupo de métodos analíticos baseados nas propriedades dos átomos e moléculas de absorver ou emitir energia eletromagnética em uma

Leia mais

Fundamentos de Automação. Sensores 17/03/2015. Sensores. Sensores Analógicos e Sensores Digitais. Sensores Analógicos e Sensores Digitais

Fundamentos de Automação. Sensores 17/03/2015. Sensores. Sensores Analógicos e Sensores Digitais. Sensores Analógicos e Sensores Digitais Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Sensores

Leia mais

Centro Universitário Padre Anchieta

Centro Universitário Padre Anchieta Absorbância Centro Universitário Padre Anchieta 1) O berílio(ii) forma um complexo com a acetilacetona (166,2 g/mol). Calcular a absortividade molar do complexo, dado que uma solução 1,34 ppm apresenta

Leia mais

ni.com Série de conceitos básicos de medições com sensores

ni.com Série de conceitos básicos de medições com sensores Série de conceitos básicos de medições com sensores Medições de temperatura Renan Azevedo Engenheiro de Produto, DAQ & Teste NI Henrique Sanches Marketing Técnico, LabVIEW NI Pontos principais Diferentes

Leia mais

Aula 1 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa

Aula 1 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa Princípios Físicos do Sensoriamento Remoto Aula 1 Professor Waterloo Pereira Filho Docentes orientados: Daniela Barbieri Felipe Correa O que é Sensoriamento Remoto? Utilização conjunta de sensores, equipamentos

Leia mais

Introdução à Redes de Computadores

Introdução à Redes de Computadores Introdução à Redes de Computadores 1 Agenda Camada 1 do modelo OSI (continuação) 2 1 Camada 1 do modelo OSI Continuação 3 Sinais Analógicos e Digitais Os sinais são uma voltagem elétrica, um padrão de

Leia mais

Active-Pixel Sensor (APS)

Active-Pixel Sensor (APS) Projetode Circuitos Integrados IE325 Sensor de Pixel Ativo Prof. Fabiano Fruett UNICAMP FEEC - DSIF Sala 207 www.dsif.fee.unicamp.br/~fabiano Active-Pixel Sensor (APS) Circuito Integrado contendo um arrayde

Leia mais

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR

UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR UFMG - 2003 2º DIA FÍSICA BERNOULLI COLÉGIO E PRÉ-VESTIBULAR Física Questão 01 Durante uma brincadeira, Rafael utiliza o dispositivo mostrado nesta figura para lançar uma bolinha horizontalmente. Nesse

Leia mais

UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2012 GABARITO DA PROVA DE FÍSICA

UFJF CONCURSO VESTIBULAR 2012 GABARITO DA PROVA DE FÍSICA UFJF CONCURSO VESTIBULAR GABARITO DA PROVA DE FÍSICA Na solução da prova, use quando necessário: Aceleração da gravidade g = m / s ; Densidade da água ρ =, g / cm = kg/m 8 Velocidade da luz no vácuo c

Leia mais

Principais parâmetros na definição de qualidade numa imagem digitalizada

Principais parâmetros na definição de qualidade numa imagem digitalizada Principais parâmetros na definição de qualidade numa imagem digitalizada reprodução de tom reprodução de cor resolução ruído e luz parasita aberrações e erros de registo. Principais parâmetros na definição

Leia mais

ONDAS MECÂNICAS, ONDA ELETROMAGNETICA E ÓPTICA FÍSICA

ONDAS MECÂNICAS, ONDA ELETROMAGNETICA E ÓPTICA FÍSICA FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA, CAMPUS DE JI-PARANÁ, DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL DE JI-PARANÁ DEFIJI 1 SEMESTRE 2013-2 ONDAS MECÂNICAS, ONDA ELETROMAGNETICA E ÓPTICA FÍSICA Prof. Robinson

Leia mais

Sensores e Atuadores (1)

Sensores e Atuadores (1) (1) 4º Engenharia de Controle e Automação FACIT / 2009 Prof. Maurílio J. Inácio Introdução Sensores Fornecem parâmetros sobre o comportamento do manipulador, geralmente em termos de posição e velocidade

Leia mais

Aula 6 Fundamentos da fotografia digital

Aula 6 Fundamentos da fotografia digital Aula 6 Fundamentos da fotografia digital Fundamentos da fotografia digital: Câmeras digitais CCD e CMOS Resolução Armazenamento Softwares para edição e manipulação de imagens digitais: Photoshop e Lightroom

Leia mais

Sensores. unesp. Prof. Marcelo Wendling 2010 Versão 2.0 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA

Sensores. unesp. Prof. Marcelo Wendling 2010 Versão 2.0 UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA unesp UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Campus de Guaratinguetá Colégio Técnico Industrial de Guaratinguetá Professor Carlos Augusto Patrício Amorim Sensores Prof. Marcelo Wendling 2010 Versão 2.0 2 Índice

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS Goiânia, de de 2014 Aluno(a): ou h = 4,14 10 15 ev s é a O ÁTOMO DE BOHR

LISTA DE EXERCÍCIOS Goiânia, de de 2014 Aluno(a): ou h = 4,14 10 15 ev s é a O ÁTOMO DE BOHR LISTA DE EXERCÍCIOS Goiânia, de de 2014 Aluno(a): Série: 3ª Turma: Disciplina: Física Professor: Hélio Código: INTRODUÇÃO À FÍSICA MODERNA Física Clássica: Física desenvolvida antes de 1900. Física Moderna:

Leia mais

Capítulo II Imagem Digital

Capítulo II Imagem Digital Capítulo II Imagem Digital Proc. Sinal e Imagem Mestrado em Informática Médica Miguel Tavares Coimbra Resumo 1. Formação de uma imagem 2. Representação digital de uma imagem 3. Cor 4. Histogramas 5. Ruído

Leia mais

Seleção de comprimento de onda com espectrômetro de rede

Seleção de comprimento de onda com espectrômetro de rede Seleção de comprimento de onda com espectrômetro de rede Fig. 1: Arranjo do experimento P2510502 O que você vai necessitar: Fotocélula sem caixa 06779.00 1 Rede de difração, 600 linhas/mm 08546.00 1 Filtro

Leia mais

SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel

SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS. Prof. Homero Schiabel SEL 397 - PRINCÍPIOS FÍSICOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS MÉDICAS Prof. Homero Schiabel 6. FORMAÇÃO DE IMAGENS POR RAIOS X A Radiografia 2 fatores fundamentais: padrão de intensidade de raios-x transmitido através

Leia mais

A Mecânica Quântica nasceu em 1900, com um trabalho de Planck que procurava descrever o espectro contínuo de um corpo negro.

A Mecânica Quântica nasceu em 1900, com um trabalho de Planck que procurava descrever o espectro contínuo de um corpo negro. Radiação de Corpo Negro Uma amostra metálica como, por exemplo, um prego, em qualquer temperatura, emite radiação eletromagnética de todos os comprimentos de onda. Por isso, dizemos que o seu espectro

Leia mais

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Quim. Nova, Vol. 38, No. 3, S1-S6, 2015 O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Fernando Arruda Mendes de Oliveira a,b, Eduardo Ribeiro

Leia mais

2 Métodos de Medida da PMD

2 Métodos de Medida da PMD em Enlaces Ópticos 12 2 Métodos de Medida da PMD Teoria básica de medição da PMD discutida na referência 6, Test and Measurements. Neste capítulo serão abordados os aspectos mais importantes dos métodos

Leia mais

MIT 2.71/2.710 Palestra de Revisão p - 1. Visão Geral sobre Óptica

MIT 2.71/2.710 Palestra de Revisão p - 1. Visão Geral sobre Óptica Palestra de Revisão p - 1 Visão Geral sobre Óptica O que é luz? Luz é uma forma de energia eletromagnética detectada através de seus efeitos, ex. aquecimento de objetos iluminados, conversão de luz para

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1 INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1.1 - Instrumentação Importância Medições experimentais ou de laboratório. Medições em produtos comerciais com outra finalidade principal. 1.2 - Transdutores

Leia mais

Propriedades Corpusculares da. First Prev Next Last Go Back Full Screen Close Quit

Propriedades Corpusculares da. First Prev Next Last Go Back Full Screen Close Quit Propriedades Corpusculares da Radiação First Prev Next Last Go Back Full Screen Close Quit Vamos examinar dois processos importantes nos quais a radiação interage com a matéria: Efeito fotoelétrico Efeito

Leia mais

O olho humano permite, com o ar limpo, perceber uma chama de vela em até 15 km e um objeto linear no mapa com dimensão de 0,2mm.

O olho humano permite, com o ar limpo, perceber uma chama de vela em até 15 km e um objeto linear no mapa com dimensão de 0,2mm. A Visão é o sentido predileto do ser humano. É tão natural que não percebemos a sua complexidade. Os olhos transmitem imagens deformadas e incompletas do mundo exterior que o córtex filtra e o cérebro

Leia mais

Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra

Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Departamento de Zoologia da Universidade de Coimbra Armando Cristóvão Adaptado de "The Tools of Biochemistry" de Terrance G. Cooper Como funciona um espectrofotómetro O espectrofotómetro é um aparelho

Leia mais

Aula de Véspera - Inv-2009 Professor Leonardo

Aula de Véspera - Inv-2009 Professor Leonardo 01. Dois astronautas, A e B, encontram-se livres na parte externa de uma estação espacial, sendo desprezíveis as forças de atração gravitacional sobre eles. Os astronautas com seus trajes espaciais têm

Leia mais

Introdução ao Sensoriamento Remoto

Introdução ao Sensoriamento Remoto Introdução ao Sensoriamento Remoto Cachoeira Paulista, 24 a 28 novembro de 2008 Bernardo Rudorff Pesquisador da Divisão de Sensoriamento Remoto Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE Sensoriamento

Leia mais

FÍSICA. a) Newton por metro cúbico. b) Joule por metro quadrado. c) Watt por metro cúbico. d) Newton por metro quadrado. e) Joule por metro cúbico.

FÍSICA. a) Newton por metro cúbico. b) Joule por metro quadrado. c) Watt por metro cúbico. d) Newton por metro quadrado. e) Joule por metro cúbico. FÍSICA 13 A palavra pressão é utilizada em muitas áreas do conhecimento. Particularmente, ela está presente no estudo dos fluidos, da termodinâmica, etc. Em Física, no entanto, ela não é uma grandeza fundamental,

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO AULA XI

INSTRUMENTAÇÃO AULA XI INSTRUMENTAÇÃO AULA XI Transdutores Eletromagnéticos Princípio de Funcionamento Lei de Faraday Um fluxo magnético variável ao atravessar perpendicularmente uma espira de área A ef induz uma tensão elétrica

Leia mais

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO CAVALCANTI SENSOR DE VELOCIDADE Hudson Pinheiro de Andrade

Leia mais

RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA. Daniel C. Zanotta 23/03/2015

RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA. Daniel C. Zanotta 23/03/2015 RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA Daniel C. Zanotta 23/03/2015 O QUE É A REM? A radiação eletromagnética é uma oscilação, em fase, dos campos elétricos e magnéticos. As oscilações dos campos magnéticos e elétricos

Leia mais

Detectores de Partículas. Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009

Detectores de Partículas. Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009 Detectores de Partículas Thiago Tomei IFT-UNESP Março 2009 Sumário Modelo geral de um detector. Medidas destrutivas e não-destrutivas. Exemplos de detectores. Tempo de vôo. Detectores a gás. Câmara de

Leia mais

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon

SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS. ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon SENSORES DISCIPLINA DE MATERIAIS ELÉTRICOS ALUNOS: André Sato Érico Noé Leandro Percebon Indrodução SENSORES são dispositivos que mudam seu comportamento sob a ação de uma grandeza física, podendo fornecer

Leia mais

Aula 8 Fótons e ondas de matéria II. Física Geral F-428

Aula 8 Fótons e ondas de matéria II. Física Geral F-428 Aula 8 Fótons e ondas de matéria II Física Geral F-428 1 Resumo da aula anterior: Planck e o espectro da radiação de um corpo negro: introdução do conceito de estados quantizados de energia para os osciladores

Leia mais

Sensores - Parte 2 SUMÁRIO 1) SENSORES DE PRESSÃO 2) SENSORES DE TEMPERATURA 3) SENSORES DE VAZÃO 4) SENSORES DE NÍVEL LÍQUIDO REFERÊNCIA

Sensores - Parte 2 SUMÁRIO 1) SENSORES DE PRESSÃO 2) SENSORES DE TEMPERATURA 3) SENSORES DE VAZÃO 4) SENSORES DE NÍVEL LÍQUIDO REFERÊNCIA Sensores - Parte 2 SUMÁRIO 1) SENSORES DE PRESSÃO 2) SENSORES DE TEMPERATURA 3) SENSORES DE VAZÃO 4) SENSORES DE NÍVEL LÍQUIDO REFERÊNCIA KILIAN, Christopher. Modern Control Technology: Components & Systems,

Leia mais

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE FÍSICA

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE FÍSICA PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE FÍSICA 9 ano 1 volume CONTEÚDOS OBJETIVOS 1.Movimento Grandezas e unidades - Unidades de medida - Conversão de unidades Conceitos iniciais - Movimento e repouso - Trajetória Posição

Leia mais

Introdução a Fibras Ópticas 2/24

Introdução a Fibras Ópticas 2/24 Introdução a Fibras Ópticas Waleska Barbosa Paes de Barros waleska@cbpf.br Marcelo Portes de Albuquerque marcelo@cbpf.br Márcio Portes de Albuquerque mpa@cbpf.br RESUMO Esta nota técnica tem como objetivo

Leia mais

Seminário Computador Óptico

Seminário Computador Óptico Universidade Federal de Minas Gerais Belo Horizonte, 23 de Junho de 2008 Seminário Computador Óptico Organização de Computadores I Bruno Xavier da Silva Diego de Moura Duarte brunoxs@dcc.ufmg.br diegomd@dcc.ufmg.br

Leia mais

RUÍDOS. São sinais elétricos não desejados que interferem num sistema de telecomunicações. Possíveis classificações: Quanto a fonte:

RUÍDOS. São sinais elétricos não desejados que interferem num sistema de telecomunicações. Possíveis classificações: Quanto a fonte: RUÍDOS São sinais elétricos não desejados que interferem num sistema de telecomunicações. Possíveis classificações: Quanto a fonte: Ruído externo: quando a fonte é externa ao sistema de telecomunicações

Leia mais

Física. Resolução. Q uestão 01 - A

Física. Resolução. Q uestão 01 - A Q uestão 01 - A Uma forma de observarmos a velocidade de um móvel em um gráfico d t é analisarmos a inclinação da curva como no exemplo abaixo: A inclinação do gráfico do móvel A é maior do que a inclinação

Leia mais

Cabeamento Óptico 14/03/2014. Vantagens de utilização. Noções Ópticas. Vantagens de utilização. Sistema de comunicação Fibra. Funcionamento da Fibra

Cabeamento Óptico 14/03/2014. Vantagens de utilização. Noções Ópticas. Vantagens de utilização. Sistema de comunicação Fibra. Funcionamento da Fibra Cabeamento Óptico Fundamentos de Redes de Computadores Prof. Marcel Santos Silva Vantagens de utilização Total imunidade às interferências eletromagnéticas; Dimensões reduzidas; Maior segurança no tráfego

Leia mais

Fundamentos de Imagens Digitais. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens

Fundamentos de Imagens Digitais. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens. Aquisição e Digitalização de Imagens Fundamentos de Imagens Digitais Aquisição e Serão apresentadas as principais características de uma imagem digital: imagem do ponto de vista matemático processo de aquisição e digitalização de uma imagem

Leia mais

CONSTANTE DE PLANCK 739EE

CONSTANTE DE PLANCK 739EE 1 T E O R I A 1. INTRODUÇÃO Segundo Studart (2000).. A invenção do quantum de energia é um dos muitos exemplos na historia da ciência que revela que conceitos científicos são criados por ações da imaginação

Leia mais

7 -MATERIAIS SEMICONDUTORES

7 -MATERIAIS SEMICONDUTORES 7 -MATERIAIS SEMICONDUTORES 1 Isolantes, Semicondutores e Metais Isolante é um condutor de eletricidade muito pobre; Metal é um excelente condutor de eletricidade; Semicondutor possui condutividade entre

Leia mais

Automação Industrial Parte 5

Automação Industrial Parte 5 Automação Industrial Parte 5 Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html Sensores capacitivos -Sensores de proximidade capacitivos estão disponíveis em formas e tamanhos

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS (PERFIL 01) «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS (PERFIL 01) « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS» CONTROLE E PROCESSOS INDUSTRIAIS (PERFIL 01) «21. Transistores são dispositivos eletrônicos que podem ser utilizados como chaves eletrônicas ou para a amplificação de sinais

Leia mais

Questão 1 Questão 2. Resposta. Resposta

Questão 1 Questão 2. Resposta. Resposta ATENÇÃO: Escreva a resolução COMPLETA de cada questão no espaço a ela reservado. Não basta escrever apenas o resultado final: é necessário mostrar os cálculos ou o raciocínio utilizado. Utilize g 10 m/s

Leia mais

Biofísica Bacharelado em Biologia

Biofísica Bacharelado em Biologia Biofísica Bacharelado em Biologia Prof. Dr. Sergio Pilling PARTE A Capítulo 4 Luz como uma onda, refração, polarização, difracão e interferência. Formação de imagens e instrumentos óticos. Objetivos: Nesta

Leia mais

Métodos Instrumentais de Análise

Métodos Instrumentais de Análise Métodos Instrumentais de Análise Química (Licenciatura) & Eng. Alimentos Segundo Semestre/2014 Prof. Wendell 1 Introdução à Química Analítica SINAL MÉTODO INSTRUMENTAL Emissão de radiação Absorção de radiação

Leia mais

Energia Fóton elétron volt (ev)

Energia Fóton elétron volt (ev) (1) Slide 1 Espectro eletromagnético O Espectro Eletromagnético Freqüência Hertz (Hz) Comprimento de Onda metros (m) Energia Fóton elétron volt (ev) Energia Fóton Joule (J) Raios gama Raios X Ultravioleta

Leia mais

Radiação Espalhada no Paciente

Radiação Espalhada no Paciente Interação dos Raios X com a Matéria Os Raios-X podem ser: Transmitidos, Absorvidos, Espalhados. A probabilidade da interação depende da energia do fóton incidente, da densidade do meio, da espessura do

Leia mais

Aula 2 ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO MOLECULAR NA REGIÃO DO UV VIS. Elisangela de Andrade Passos

Aula 2 ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO MOLECULAR NA REGIÃO DO UV VIS. Elisangela de Andrade Passos Aula 2 ESPECTROFOTOMETRIA DE ABSORÇÃO MOLECULAR NA REGIÃO DO UV VIS META Apresentar a natureza da energia radiante e as regiões espectrais; apresentar as medidas de transmitância e absorbância; apresentar

Leia mais

ANALÍTICA V 1S 2013. Aula 6: 11-06-13 ESPECTROSCOPIA. Prof. Rafael Sousa

ANALÍTICA V 1S 2013. Aula 6: 11-06-13 ESPECTROSCOPIA. Prof. Rafael Sousa ANALÍTICA V 1S 2013 Aula 6: 11-06-13 ESPECTROSCOPIA Espectrometria de Absorção Atômica - Parte I Prof. Rafael Sousa Departamento de Química - ICE rafael.arromba@ufjf.edu.br Notas de aula: www.ufjf.br/baccan

Leia mais

Física IV. Interferência

Física IV. Interferência Física IV Interferência Sears capítulo 35 Prof. Nelson Luiz Reyes Marques Interferência Arco-íris = Bolha de sabão refração interferência Princípio da superposição Quando duas ou mais ondas se superpõem,

Leia mais

Fenómenos Ondulatórios. Reflexão, refracção, difracção

Fenómenos Ondulatórios. Reflexão, refracção, difracção Fenómenos Ondulatórios Reflexão, refracção, difracção Natureza dualística da radiação electromagnética A radiação electromagnética é um fenómeno ondulatório envolvendo a propagação de um campo magnético

Leia mais

Óptica. Estudo da luz, como sendo a onda eletromagnética pertencentes à faixa do espectro visível (comprimento de 400 nm até 700 nm).

Óptica. Estudo da luz, como sendo a onda eletromagnética pertencentes à faixa do espectro visível (comprimento de 400 nm até 700 nm). Óptica Estudo da luz, como sendo a onda eletromagnética pertencentes à faixa do espectro visível (comprimento de 400 nm até 700 nm). Fenômenos ópticos Professor: Éder (Boto) Sobre a Luz O que emite Luz?

Leia mais

Detetores Analógicos

Detetores Analógicos Detetores Analógicos Certificado de qualidade Nº. 010 ISO 9001 Integridade do sistema confirmada Continuamente para operação segura Pré-alarme e verificação de níveis de alarme ajuda a reduzir falsos alarmes

Leia mais

TEORIA INFRAVERMELHO

TEORIA INFRAVERMELHO TEORIA INFRAVERMELHO Irradiação ou radiação térmica é a propagação de ondas eletromagnética emitida por um corpo em equilíbrio térmico causada pela temperatura do mesmo. A irradiação térmica é uma forma

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ FÍSICA PROSEL/PRISE 1ª ETAPA 1 MECÂNICA COMPETÊNCIAS

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO PARÁ FÍSICA PROSEL/PRISE 1ª ETAPA 1 MECÂNICA COMPETÊNCIAS 1.1 Conceitos fundamentais: Posição, deslocamento, velocidade e aceleração. 1.2 Leis de Newton e suas Aplicações. 1.3 Trabalho, energia e potência. 1.4 Momento linear e impulso. UNIVERSIDADE DO ESTADO

Leia mais

SENSORES INDUSTRIAIS

SENSORES INDUSTRIAIS SENSORES INDUSTRIAIS Sensores: são dispositivos que transformam grandezas físicas em um sinal Sensores Analógicos e Digitais Caracterís:cas Alcance Precisão Resolução Sensibilidade Tempo de Resposta Não

Leia mais

Imagens de Satélite (características):

Imagens de Satélite (características): Imagens de Satélite (características): São captadas por sensores electro ópticos que registam a radiação electromagnética reflectida e emitida pelos objectos que se encontram à superfície da terra através

Leia mais

Sensores Ultrasônicos

Sensores Ultrasônicos Sensores Ultrasônicos Introdução A maioria dos transdutores de ultra-som utiliza materiais piezelétricos para converter energia elétrica em mecânica e vice-versa. Um transdutor de Ultra-som é basicamente

Leia mais

são aplicadas num objeto cuja massa é 8,0 kg, sendo F» 1 mais intensa que F» 2

são aplicadas num objeto cuja massa é 8,0 kg, sendo F» 1 mais intensa que F» 2 Física Unidade Movimentos na Terra e no spaço QUSTÕS PROPOSTS 4. Duas forças F» e F» 2 são aplicadas num objeto cuja massa é 8,0 kg, sendo F» mais intensa que F» 2. s forças podem atuar na mesma direção

Leia mais

Células solares caseiras ( Homemade solar cells)

Células solares caseiras ( Homemade solar cells) Revista Brasileira de Ensino de Física, v. 26, n. 4, p. 379-384, (2004) www.sbfisica.org.br Células solares caseiras ( Homemade solar cells) Reginaldo da Silva 1, Adenilson J. Chiquito, Marcelo G. de Souza

Leia mais

Redes de Computadores sem Fio

Redes de Computadores sem Fio Redes de Computadores sem Fio Prof. Marcelo Gonçalves Rubinstein Programa de Pós-Graduação em Engenharia Eletrônica Faculdade de Engenharia Universidade do Estado do Rio de Janeiro Programa Introdução

Leia mais

C A P Í T U L O 1 F U N D A M E N T O S S E N S O R I A M E N T O

C A P Í T U L O 1 F U N D A M E N T O S S E N S O R I A M E N T O C A P Í T U L O 1 F U N D A M E N T O S D E S E N S O R I A M E N T O R E M O T O E l i s a b e t e C a r i a d e M o r a e s 1 INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS-INPE 1 e.mail : bete@ltid.inpe.br

Leia mais

Parte IV FÍSICA MODERNA

Parte IV FÍSICA MODERNA 60 PARTE IV FÍSICA MODERNA Parte IV FÍSICA MODERNA Tópico 1 1 Raios X são radiações eletromagnéticas cujos comprimentos de onda, no vácuo, podem variar de 10 9 m a 10 11 m, ou seja, de 10 Å a 0,1 Å. A

Leia mais

Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com

Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com Fundamentos em Sistemas de Computação Davidson Rodrigo Boccardo flitzdavidson@gmail.com Camada Física Primeira cada do modelo OSI (Camada 1) Função? Processar fluxo de dados da camada 2 (frames) em sinais

Leia mais

Fotografia Digital Obtenção da Imagem e Impressão

Fotografia Digital Obtenção da Imagem e Impressão Fotografia Digital Obtenção da Imagem e Impressão 1 Diferenças entre o CCD e o Filme: O filme como já vimos, é uma película de poliéster, coberta em um dos lados por uma gelatina de origem animal com partículas

Leia mais

O ABC DAS CÂMARAS CCD

O ABC DAS CÂMARAS CCD O ABC DAS CÂMARAS CCD Pedro Ré http://astrosurf.com/re O aparecimento recente de câmaras CCD 1 refrigeradas e não refrigeradas tem vindo a revolucionar as técnicas de obtenção de imagens astronómicas.

Leia mais