4.2. Técnicas radiográficas especiais

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1 SEL FUNDAMENTOS FÍSICOS DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO DE IMAGENS (III. Raios-X) Prof. Homero Schiabel (Sub-área de Imagens Médicas) 4.2. Técnicas radiográficas especiais Abreugrafia Chapa, em tamanho reduzido, da região toráxica (Manuel Dias de Abreu ) R-X após passarem pelo paciente tela fluorescente luz focalizada num filme de 70 mm Exposição necessária: 5 x a normal(!) 1

2 Radiografia de magnificação Foco bem pequeno redução da penumbra d FO < d FF imagem final maior que tamanho do objeto (normalmente, objeto fica à metade da d FF m = 2,0 x) útil para visualização de objetos muito pequenos: finos vasos sangüíneos (angiografia); microcalcificações (mamografia) Radiografia de magnificação 2

3 Estereorradiografia 2 radiografias do paciente: sem movimento do paciente, mesma exposição e mesma revelação; em desuso Esq. (Exp. 1) Dir. (Exp. 2) 7 cm Tomografia Radiografia onde somente um plano no interior do paciente está nítido, enquanto as estruturas fora dele aparecem sem nitidez; Movimentos coordenados tubo-filme simul-tâneos, sincronizados e em sentidos opostos; 3

4 Tomografia Procedimento: exame radiológico comum seleção do plano a ser visualizado e sua profundidade; vários cortes; fonte movida junto com filme durante a exposição ponto de interesse centrado no plano de interesse; plano do ponto de interesse aparece em todas as posições do filme Radiografia Digital Aprimoramento da técnica de fluoroscopia computadorizada (*)Obs.: fluoroscopia básica imagem num monitor de TV Intens. imagens Câmera TV Amplif. ganho Amplif. log. R-X (Sist. processamento) Computador ADC Sistema de Fluoroscopia Computadorizada 4

5 Radiografia Digital Na radiografia digital: imagem produzida no sistema fluoroscópico digitalizada; armazenamento em bancos de memórias; processamento computacional realce da estrutura de interesse radiológico Radiografia Digital R-X SISTEMA FLUOROS- CÓPICO CONVER- SOR A/D + INTERFACE COMPU- TADOR MONITOR DE TV INTERFACE MONITOR DE VÍDEO 5

6 Radiografia Digital Angiografia (por Subtração) Digital: 1 a imagem (normal) digitalizada e armazenada em memórias; 2 a imagem (contraste) digitalizada e armazenada em memórias; Subtração (2 a - 1 a ) realce dos vasos por onde passou o contrastante Radiografia Digital Mamografia Digital: Sistema de registro da imagem arranjo de fotodiodos ou câmeras CCD especiais (alta resolução) 6

7 Radiografia Digital Tubo R-X MAMOGRAFIA DIGITAL: Esquema Básico colimador Placas compressoras Fibras óticas mama CCD detector ADC Direção de varredura computador Monitor vídeo 5. CONTROLE DE QUALIDADE Objetivos: obtenção da melhor imagem possível (nitidez); menor exposição possível ao paciente; obtenção, na imagem, de todas as informações necessárias ao correto diagnóstico. 7

8 5.1. EXPOSIÇÃO Soma de todas as cargas elétricas de todos íons de mesmo sinal num determinado volume de ar de massa m. Exp = Q m [C/kg] (*) Obs.: NÍVEL DE EXPOSIÇÃO medida da intensidade do feixe de R-X de uma dada qualidade I = Q m t [C/kg s] Dose Absorvida Relação E/m, onde E = energia absorvida pelo meio de massa m devida a um feixe de radiação ionizante. D = E m [J/kg] [Gray] = [Gy] = 100 rad Dose Equivalente Determina o efeito biológico de diferentes radiações ionizantes. [Sievert] = [Sv] D eq = Q D [J/kg] = 100 rem 8

9 Q = fator de qualidade (depende do tipo de radiação ionizante e de sua energia) Tipo de rad. ioniz. Q Raios-X ou γ 1 elétrons 1 nêutrons térmicos 2-3 nêutrons rápidos 10 prótons 10 partículas α Fatores que reduzem a exposição kvp > kvp > poder de penetração dos fótons; corrente < ma < dose (menos fótons); filtros eliminam radiação de E mais baixa; filmes filmes rápidos e écrans diminuem a quantidade de radiação necessária à visualização de uma dada densidade ótica; campo de radiação deve restringir-se ao estritamente necessário (colimadores); proteções aventais e vidros Pb, por ex. 9

10 5.2. FILME Fonte de erros diferenças que surgem se devem a: armazenamento; sensibilidade; revelação COND. GEOMÉTRICAS FOCO Objetos muito pequenos necessitam de foco tanto menor para visualização nítida; Técnica de magnificação útil somento com focos pequenos (tende a aumentar a dose pro aproximação da estrutura anatômica do tubo) Métodos para avaliação da performance: PHANTOMS 10

11 Métodos para avaliação da performance: PHANTOMS Phantoms mamográficos comerciais Métodos para avaliação da performance: FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA FTM Freqüência Espacial (ciclos/mm) 11

12 SEL705 SEL Prof. Prof. Homero Homero Schiabel Schiabel n Métodos para avaliação da performance: n FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA Dispositivo de alinhamento SEL705 SEL Prof. Prof. Homero Homero Schiabel Schiabel FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA DE MODULAÇÃO FTM Freqüência Espacial (ciclos/mm) 12

13 Métodos para avaliação da performance: MAPAS DE NITIDEZ Imagem simulada da matriz de esferas Métodos para avaliação da performance: MAPAS DE NITIDEZ Simulação do efeito do sist. registro na imagem 13

14 Dispositivos para aferição de controles operacionais (kvp, ma, tempo, dose...): penetrâmetros (filmes); detectores de cintilação; câmaras de ionização; fotodiodos... Dispositivos para aferição de controles operacionais Dispositivo computadorizado para aferição de parâmetros operacionais e tamanho do foco (LADI proj. PADCT) 14

15 Dispositivos para aferição de controles operacionais Sistema para aferição de kvp, mas, CSR e dose Sistema para aferição do ponto focal e posicionamento de campo 15

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