UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS: POSSIBILIDADES PARA O MUNDO DO TRABALHO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS: POSSIBILIDADES PARA O MUNDO DO TRABALHO"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Carla Paiva Mattos INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS: POSSIBILIDADES PARA O MUNDO DO TRABALHO Trabalho de Conclusão de Curso submetido ao Programa de Pós- Graduação em Engenharia de Produção como requisito parcial à obtenção do título de MBA Orientadora: Profa. Rita de Cássia Magalhães Trindade Stano, Dra. Itajubá, julho de 2005

2 MATTOS, Carla Paiva. Um Estudo da importância das Inteligências Múltiplas para o desenvolvimento do Ser Humano e das Organizações. Itajubá: UNIFEI, (Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Itajubá). Palavras-Chaves: Inteligências Múltiplas IM, Ser Humano, Organização, Gardner. ii

3 UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ Carla Paiva Mattos INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS: POSSIBILIDADES PARA O MUNDO DO TRABALHO Trabalho de Conclusão de Curso aprovado por banca examinadora em 11 de agosto de 2005, conferido ao autor o título de MBA Banca Examinadora: Profa. Rita de Cássia Magalhães Trindade Stano, Dra. Prof. Giovanni Horácio Guimarães, Dr. Prof. Carlos Eduardo Sanches da Silva, Dr. Itajubá, julho de 2005 iii

4 Dedicatória Dedico o presente trabalho à minha família e ao Cláudio, que me deram toda força no decorrer do curso, sempre me mostrando que eu era capaz de vencer. iv

5 Agradecimento Agradeço à minha Orientadora pela motivação que me deu desde a escolha do tema e pela dedicação até o último minuto de estudo. Agradeço também a Deus que sempre está ao nosso lado nos protegendo e nos mostrando qual o melhor caminho. v

6 SUMÁRIO Dedicatória iv Agradecimento v Sumário vi Resumo vii Abstract vii 1. INTRODUÇÃO Objetivo Justificativa 1 2. O QUE É A INTELIGÊNCIA Auto Conhecimento e Relações Interpessoais O que é Inteligência Emocional Educação Emocional Importância das Emoções 6 3. HOWARD GARDNER A Teoria das Inteligências Múltiplas Projeto Zero A Teoria das Inteligências Múltiplas e suas Implicações INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS Como esta Teoria difere das definições tradicionais de Inteligência Como se desenvolveu a Teoria das Inteligências Múltiplas desde INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E NEUROPSICOLOGIA O QUE DIZEM OS CRÍTICOS DA TEORIA DAS INTELIGÊNCIAS 24 MÚLTIPLAS 7. AS NOVAS INTELIGÊNCIAS PEDAGOGIA E ANDRAGOGIA INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS NAS ORGANIZAÇÕES INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E INOVAÇÃO CONCLUSÃO 33 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS 34 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR 36 vi

7 RESUMO A Teoria das Inteligências Múltiplas (I. M.) vem expandindo a forma de avaliar e desenvolver o potencial de cada pessoa. É, sem sombra de dúvida, uma das melhores maneiras de desenvolver o ser humano, além de também ser de grande interesse para as organizações nessa época de mudanças cada vez mais rápidas. Por esse motivo, o estudo do tema, pode realmente mostrar como é importante estudar as inteligências existentes, a fim de desenvolver a vida de cada pessoa e a vida da organização a que pertence. De fato, apesar de inicialmente o interesse pelas I.M. ter sido despertado principalmente no nível de ensino de crianças e jovens, sua importância para o ciclo de aprendizado permanente exigido pelas carreiras de hoje está sendo cada vez mais apreciado. O uso de técnicas ligadas às I. M. vem crescendo cada dia e sendo aplicada cada vez mais dentro das organizações, particularmente pelas Universidades Corporativas, o que assegurará a seqüência de soluções criativas que garantirão a perenização das organizações. A realização pessoal do indivíduo, através do estudo das inteligências de cada um, poderá trazer benefícios para todos. Pessoas se conhecendo melhor e trabalhando mais motivadas, gerando organizações mais produtivas. Palavras-chave: Inteligências Múltiplas - I. M., Ser Humano, Organização, Gardner. ABSTRACT The Multiple Intelligences Theory (MI) is enlarging the way we evaluate and develop each person s potential. It is, without doubt, one of the best ways to develop the human being, besides being also of great interest to all organizations in these times of ever-faster changes. Therefore, the study of this subject will show effectively how important is to study all kinds of existing intelligences so that we can develop each person s life and also the life of his organization. Actually, besides having been in the beginning of interest mainly at the level of education for children and the youth, its pertinence to the lifelong learning is over more appreciated. The use of MI techniques grows permanently inside organizations, mainly in the Corporate Universities, allowing the creative solution sequence that will warrant the continuity of organizations. The personal realization of individuals through the study of the particular intelligence of each one will be beneficial for all. People will know themselves better, work better and generate more productive organizations. Keywords: Multiple Intelligences, MI, Human Being, Organization, Gardner. vii

8 Capítulo 1 - Introdução As inteligências dormem. Inúteis são todas as tentativas de acordá-las por meio da força e das ameaças. As inteligências só entendem os argumentos do desejo: elas são ferramentas e brinquedos do desejo. (Rubens Alves, em Cenas da Vida). Inteligência! Algo aparentemente fácil de definir. A princípio poderíamos dizer que sim. Pessoas que tem facilidade de aprender: pessoas inteligentes. Porém, como veremos neste estudo, qualquer pessoa pode desenvolver inteligências. Crianças, por exemplo, consideradas com baixo rendimento escolar, podem desenvolver atividades que antes pareciam ser impossíveis para elas. Veremos a importância do estudo das inteligências para o bom desenvolvimento do ser humano e conseqüentemente de sua vida profissional. 1.1 Objetivo: Mostrar a importância do estudo e desenvolvimento das Inteligências Múltiplas, analisando as contribuições que elas podem oferecer na vida pessoal e na qualidade das Relações do Trabalho. 1.2 Justificativa: O grande diferencial para o sucesso em qualquer área sempre esteve nas pessoas. Através do desenvolvimento do ser humano, pode-se conseguir resultados surpreendentes. Sabemos que cada indivíduo se identifica e se sobrepõe em uma ou algumas áreas em especial. Daí a importância de estudar e mostrar às pessoas em que espaço ela pode dar mais de si e se desenvolver, a fim de atingir seus objetivos e se sobressair bem em sua organização e para sua carreira profissional. Através de testes e aprofundamento no estudo da inteligência de cada um, podemos melhorar e acordar inteligências adormecidas, buscando o máximo do potencial das pessoas. 1

9 Capítulo 2 - O que é a Inteligência Inteligência é a capacidade de aprender, compreender e até mesmo adaptar-se facilmente a uma situação ou a algo novo. Buscando uma definição clara e aprofundada dessa Faculdade, acompanhamos o texto de Edênio Valle (1997): Como seres inteligentes, não poderíamos deixar de nos perguntar sobre a natureza dessa capacidade aparentemente exclusiva de entender, raciocinar, ordenar e inventar. Capacidade que implica não só a compreensão das coisas e do mundo, mas de nós próprios. Na antigüidade, os gregos, os egípcios, os hebreus, os hindus e também os povos chamados primitivos tinham alguma interpretação da inteligência humana. O senso comum define a inteligência como a capacidade para aprender, resolver problemas, entender situações inéditas, inventar e fazer relações em nível sempre mais abstrato. No início do século XX, sob o impacto da recém-inaugurada ciência psicológica, tais interpretações perderam o tom mítico-religioso ou filosófico. Passaram a ser uma investigação analítica e empírica do comportamento e da capacidade inteligente em seu desdobramento e globalidade. Os ingleses e norte-americanos realizaram um ingente esforço. Desenvolveram maneiras criativas de avaliar as capacidades mentais de crianças a adultos através de testes padronizados, de dificuldade gradativa, com quesitos aptos a explorar as diversas facetas do pensamento humano. Voltava-se para problemas de aritmética, raciocínio verbal, conhecimentos gerais, relações espaciais, provas de vocabulário, etc. Tais quesitos, aplicados a milhares e milhares de crianças, em condições controladas, receberam cuidadoso tratamento estatístico, do qual emergiram facetas convergentes, mas distintas, da atividade inteligente. Devido ao procedimento estatístico utilizado, estas facetas passaram a ser designados como fatores. A inteligência humana seria, nesta visão, composta de vários fatores que interagem. Alguns testes captam melhor os amplos, como o fator geral, mais ligado ao raciocínio lógicoabstrato e importante para qualquer tipo de solução de problemas. Outros testes são mais específicos. Medem aspectos parciais, como o verbal, importante na comunicação e expressão verbal, ou o fator espacial, importante na percepção das relações espaciais entre objetos e conjuntos. Segundo estudos feitos por Howard Gardner (1994) sobre inteligência e cognição ficou claro a existência de alguns pontos fortes ou competências intelectuais diferentes, cada um dos quais pode ter sua própria história desenvolvimental. A revisão de uma pesquisa recente em 2

10 neurobiologia novamente sugeriu a presença de áreas no cérebro, que correspondem, pelo menos aproximadamente, a determinadas formas de cognição. E estes mesmos estudos implicam numa organização neural que prova ser hospitaleira à noção de diferentes modos de processo de informação. Pelo menos nos campos da psicologia e da neurobiologia, o Espírito do Tempo parece estar aparelhado para a identificação das diversas competências intelectuais humanas. Mas a ciência jamais pode proceder de forma completa indutiva. Poderíamos realizar os testes e experiências psicológicas concebíveis ou esquadrinhar toda instalação e neuroanatômica que desejássemos e ainda assim não teríamos identificado as procuradas inteligências humanas. Aqui, nos confrontamos com uma pergunta não sobre a exatidão do conhecimento, mas, antes, sobre como o conhecimento é obtido. É necessário avançar uma hipótese ou uma teoria e então testá-la. Apenas quando os pontos fortes e limitações da teoria tornam-se conhecidos à plausibilidade do postulado original torna-se evidente. Então se torna necessário dizer, de uma vez por todas, que não há e jamais haverá uma lista única, irrefutável e universalmente aceita de inteligências humanas. Porque, então, prosseguir neste caminho precário? Porque há necessidade de uma melhor classificação de todas as competências intelectuais humanas da que temos agora; porque há muitas evidências recentes surgindo de pesquisas científicas, observações interculturais e estudos educacionais que precisam ser revisados e organizados; e talvez, acima de tudo, porque parece que podemos apresentar uma lista de pontos fortes intelectuais que provarão ser úteis para uma ampla gama de pesquisadores e profissionais e os capacitará a nos comunicarmos mais eficazmente sobre esta curiosamente sedutora entidade chamada intelecto. Em outras palavras, a síntese que buscamos jamais pode ser a resposta geral para todas as pessoas, mas promete oferecer algumas coisas para muitos interessados. 2.1 Auto Conhecimento e Relações Interpessoais Segundo Littlejohn (1982), a interação em qualquer ambiente que seja nasce da aceitação, desprendimento e acolhimento, e no mundo atribulado em que vivemos às vezes não nos damos conta disso. Relacionar-se é dar e receber ao mesmo tempo é abrir-se para o novo. Passamos mais tempo em nosso ambiente de trabalho do que em nosso lar, e ainda assim não nos damos conta de como é importante estar em um ambiente saudável, e o quanto isto depende de cada um. A aceitação começa pela capacidade de escutar o outro, colocar-se no lugar dele e estar preparado para aceitar ao outro e a nós mesmos. A base do relacionamento Interpessoal está no autoconhecimento. 3

11 Hoje, mais do que nunca, é importante que tomemos consciência da necessidade de investirmos no nosso processo de autoconhecimento e nas relações interpessoais, pois começamos a constatar que, além das notas baixas em leitura e escrita, existe outro tipo de deficiência vivenciada em nosso meio, a deficiência emocional. Pesquisas recentes afirmam que nossos alunos apresentam déficits de aptidões emocionais, afirmação que pode ser comprovada se levarmos em conta o comportamento apresentado por eles: retraimento ou dificuldades de relacionamento social; ansiedade e sintomas depressivos; problemas de atenção ou de raciocínio; assim como atitudes agressivas e delinqüentes. 2.2 O que é Inteligência Emocional A Inteligência Emocional está relacionada a habilidades tais como motivar a si mesmo e persistir mediante frustrações; controlar impulsos, canalizando emoções para situações apropriadas; praticar gratificação prorrogada; motivar pessoas, ajudando-as a liberarem seus melhores talentos, e conseguir seu engajamento a objetivos de interesses comuns. (Gilberto Vitor). Daniel Goleman, Ph.D. é o presidente do Emotional Intelligence Services (empresa de consultoria), em Sudbury, Massachusetts. Ao longo de 12 anos, escreveu sobre psicologia e ciências do cérebro para The New York Times. Editor da revista Psychology Today por nove anos, lecionou em Harvard (onde recebeu seu doutorado). Além de Inteligência Emocional, publicado pelo Brasil pela Editora Objetiva, entre seus livros anteriores estão Vital Lies, Simple Truths (Mentiras Vitais, Verdades Simples), The Meditative Mind (A Mente Meditativa) e, como co-autor, The Creative Spirit (O Espírito Criativo). Em um de seus livros, mapeia a Inteligência Emocional em cinco áreas de habilidades: 1. Auto-Conhecimento Emocional: reconhecer um sentimento enquanto ele ocorre. 2. Controle Emocional: habilidade de lidar com seus próprios sentimentos. 3. Auto-Motivação: dirigir emoções a serviço de um objetivo é essencial para manter-se sempre caminhando. 4. Reconhecimento de emoções em outras pessoas. 5. Habilidade em relacionamentos interpessoais. 4

12 As três primeiras acima referem-se a Inteligência Intra-Pessoal. As duas últimas, a Inteligência Inter-Pessoal. Inteligência Inter-Pessoal: é a habilidade de entender outra pessoa: o que as motiva, como trabalham, como trabalhar cooperativamente com elas. 1. Organização de Grupos: é a habilidade essencial da liderança, que envolve iniciativa e coordenação de esforços de um grupo, habilidade de obter do grupo o reconhecimento da liderança, a cooperação espontânea. 2. Negociação de Soluções: o papel do mediador, prevenindo e resolvendo conflitos. 3. Empatia - Sintonia Pessoal: é a capacidade de identificando e entendendo os desejos e sentimentos das pessoas, responder (reagir) de forma apropriada de forma a canalizá-los ao interesse comum. 4. Sensibilidade Social: é a capacidade de detectar e identificar sentimentos e motivos das pessoas. Inteligência Intra-Pessoal: é a mesma habilidade, só que voltada para si mesmo. É a capacidade de formar um modelo verdadeiro e preciso de si mesmo e usá-lo de forma efetiva e construtiva. 2.3 Educação Emocional A educação emocional é estudada, entre outros, por Daniel Goleman e Celso Antunes. Para ter sucesso em qualquer profissão, no mundo globalizado e competitivo onde vivemos, precisamos saber lidar com nossas emoções, identificar e atender às necessidades das pessoas de nosso relacionamento. Pesquisas da universidade da Harvard mostram que o sucesso profissional depende muito da competência emocional da pessoa e não somente de sua qualificação intelectual. Auto-estima, autoconfiança, autoconhecimento, vivências dos valores morais e éticos preponderantes a todas as pessoas, são o principal objetivo desse importante tema, que é a Educação Emocional. O homem é dotado, além da inteligência, também de emoções. Temos então a inteligência cognitiva (QI) e a inteligência emocional (QE). A educação emocional deve levar o indivíduo, a saber, trabalhar suas emoções, reconhecê-las, controlá-las e utilizá-las com melhor proveito na vida, tornando os relacionamentos pessoais mais ricos. É a empatia levando o ser ao contágio emocional, quando transmite e capta modos um do outro, promovendo o relacionamento interpessoal. 5

13 2.4 Importância das Emoções Goleman (1997) fala da importância das emoções, relacionando aos itens a seguir: Sobrevivência: Nossas emoções foram desenvolvidas naturalmente através de milhões de anos de evolução. Como resultado, nossas emoções possuem o potencial de nos servir como um sofisticado e delicado sistema interno de orientação. Nossas emoções nos alertam quando as necessidades humanas naturais não são encontradas. Por exemplo, quando nos sentimos sós, nossa necessidade é encontrar outras pessoas. Quando nos sentimos receosos, nossa necessidade é por segurança. Quando nos sentimos rejeitados, nossa necessidade é por aceitação. Tomadas de Decisão: Nossas emoções são uma fonte valiosa da informação. Nossas emoções nos ajudam a tomar decisões. Os estudos mostram que quando as conexões emocionais de uma pessoa estão danificadas no cérebro, ela não pode tomar nem mesmo as decisões simples. Por que? Porque não sentirá nada sobre suas escolhas. Ajuste de limites: Quando nos sentimos incomodados com o comportamento de uma pessoa, nossas emoções nos alertam. Se nós aprendermos a confiar em nossas emoções e sensações isto nos ajudará a ajustar nossos limites que são necessários para proteger nossa saúde física e mental. Comunicação: Nossas emoções ajudam-nos a comunicar com os outros. Nossas expressões faciais, por exemplo, podem demonstrar uma grande quantidade de emoções. Com o olhar, podemos sinalizar que precisamos de ajuda. Se formos também verbalmente hábeis, juntamente com nossas expressões teremos uma possibilidade maior de melhor expressar nossas emoções. Também é necessário que nós sejamos eficazes para escutar e entender os problemas dos outros. União: Nossas emoções são talvez a maior fonte potencial capaz de unir todos os membros da espécie humana. Claramente, as diferenças religiosas, culturais e políticas não permitem isto, apesar das emoções serem "universais". 6

14 Capítulo 3 - Howard Gardner Howard Gardner é professor de Educação e co-diretor do Projeto Zero, no Harvard Graduate School of Education, e professor adjunto de Neurologia na Boston University School of Medicine. É autor de inúmeros livros, incluindo Estruturas da Mente, A Criança Pré- Escolar: como pensa e como a escola pode ensiná-la e, mais recentemente, Mentes que Criam. Em 1981, Gardner recebeu o Mac Arthur Prize Fellowship e, em 1990, tornou-se o primeiro americano a receber o Louisville Grawemeyer Award in Education. Psicólogo construtivista influenciado por Piaget, Gardner é professor especializado em educação e neurologia. Em 1983, ele e uma equipe de pesquisadores divulgaram a teoria de inteligências múltiplas, questionando a visão predominante de inteligência centrada nas habilidades lingüísticas e lógico-matemáticas. Para Gardner, a inteligência consiste na habilidade para resolver problemas ou criar produtos que sejam significativos em um ou mais ambientes culturais. Na teoria, são identificados nove "tipos" de inteligência. Em cada pessoa, tais inteligências se combinam de forma diferente. Na educação, a teoria de inteligências múltiplas implica o desenvolvimento de avaliações que sejam adequadas às diversas habilidades, a criação de currículos específicos para cada saber; um ambiente educacional mais e amplo e variado. Gardner é um crítico implacável dos testes de QI e de aptidão escolar. É considerado um dos principais pedagogos deste final de século. 3.1 A Teoria das Inteligências Múltiplas A Teoria das Inteligências Múltiplas foi elaborada a partir dos anos 80 por pesquisadores da Universidade Norte-Americana de Harvard, liderados pelo psicólogo Howard Gardner. Sua origem é interessante. Acompanhando o desempenho profissional de pessoas que haviam sido alunos fracos, Gardner se surpreendeu com o sucesso obtido por vários deles. O pesquisador passou então a questionar a avaliação escolar, cujos critérios não incluem a análise de capacidades que, no entanto, são importantes na vida das pessoas. Concluiu que as formas convencionais de avaliação apenas traduzem a concepção de inteligência, limitada à valorização da competência lógico-matemática e da lingüística. Gardner demonstrou, porém, que as demais faculdades também são produtos de processos mentais e que não há motivos para diferenciá-las do que se geralmente considera inteligência. Assim, segundo uma visão pluralista da mente, ampliou o conceito de inteligência única para o de um feixe de capacidades. Para ele, inteligência é a capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos valorizados em um ambiente cultural ou comunitário. 7

15 O psicólogo estabeleceu vários critérios para que uma inteligência seja considerada como tal, desde possível manifestação em todos os grupos culturais até a localização de sua área no cérebro. Ele próprio identificou sete inteligências, mas não considera esse número definitivo. A Teoria das Inteligências Múltiplas, de Howard Gardner (1985) é uma alternativa para o conceito de inteligência como uma capacidade inata, geral e única, que permite aos indivíduos uma performance, maior ou menor, em qualquer área de atuação. Sua insatisfação com a idéia de QI e com visões unitárias de inteligência, que focalizam, sobretudo as habilidades para o sucesso escolar, levou Gardner a redefinir inteligência à luz das origens biológicas da habilidade para resolver problemas. Através da avaliação das atuações de diferentes profissionais em diversas culturas, e do repertório de habilidades dos seres humanos na busca de soluções, culturalmente apropriadas, para os seus problemas, Gardner trabalhou no sentido inverso ao desenvolvimento, retroagindo para eventualmente chegar às inteligências que deram origem a tais realizações. Na sua pesquisa, Gardner estudou também o desenvolvimento de diferentes habilidades em crianças normais e crianças superdotadas; adultos com lesões cerebrais e como estes não perdem a intensidade de sua produção intelectual, mas sim uma ou algumas habilidades, sem que outras habilidades sejam sequer atingidas; populações ditas excepcionais, tais como idiot-savants e autistas, e como os primeiros podem dispor de apenas uma competência, sendo bastante incapazes nas demais funções cerebrais, enquanto as crianças autistas apresentam ausências nas suas habilidades intelectuais; como se deu o desenvolvimento cognitivo através dos milênios. Gardner sugere, ainda, que as habilidades humanas não sejam organizadas de forma horizontal; ele propõe que se pense nessas habilidades como organizadas verticalmente, e que, ao invés de haver uma faculdade mental geral, como a memória, talvez existam formas independentes de percepção, memória e aprendizado, em cada área ou domínio, com possíveis semelhanças entre as áreas, mas não necessariamente uma relação direta. Howard Gardner diz que todas as pessoas têm múltiplas inteligências. Estas podem ser desenvolvidas e fortalecidas, ou ignoradas e enfraquecidas. Ele diz, atualmente, que cada indivíduo tem nove inteligências. A Teoria das Inteligências Múltiplas, um resultado do empenho para se conhecer as capacidades cerebrais é uma nova concepção científica sobre a mente, uma visão pluralista, que reconhece diferentes facetas de cognição. Segundo essa teoria, todo ser humano, excluídos os casos de lesões cerebrais, possui potencialidade a serem desenvolvidas de diversos tipos de inteligência, entendendo-se inteligência como a capacidade de resolver 8

16 problemas ou elaborar produtos valorizados em um ambiente cultural ou comunitário. A resolução de problemas inclui a habilidade de comunicações de idéias e emoções, que não precisam necessariamente ocorrer através da comunicação verbal, da inteligência lingüística. A pesquisa feita a partir de uma perspectiva fundamental em aspectos psicológicos e biológicos, constata que embora as inteligências sejam inatas e façam parte da natureza humana como os olhos ou coração, é a partir das relações com o ambiente e com a cultura, que o homem desenvolve mais algumas e deixa de aprimorar outras. Gardner defende que estas gamas de habilidade não são fixas por Deus, mas construída por homens e mulheres. Um potencial biopsicológico, que depende de estímulos culturais para ser desenvolvido. Conforme esclarecimento do pesquisador, a idéia das inteligências múltiplas é antiga e ele não pretende reivindicar a sua autoria, mas sim o fato de organizar esses conceitos e sistematizálos a partir de novas descobertas sobre o cérebro humano. Nesta nova visão, as conceituadas inteligências lógico-matemática e lingüística são apenas parte de um espectro muito mais amplo. Há capacidades importantes para a vida humana, tanto do ponto de vista de realização pessoal quanto profissional, que não são desenvolvidas nas escolas. Gardner não fala mais de uma inteligência, mas de um feixe de inteligências, onde a lógica-matemática e lingüística são colocados na mesma condição das demais. É inteligente quem administra um hotel, quem cura alguém, quem faz um poema, quem possui auto conhecimento, quem constrói um computador, quem sabe se guiar numa floresta. Na sua teoria, Gardner propõe que todos os indivíduos, em princípio, têm a habilidade de questionar e procurar respostas usando todas as inteligências. Todos os indivíduos possuem, como parte de sua bagagem genética, certas habilidades básicas em todas as inteligências. A linha de desenvolvimento de cada inteligência, no entanto, será determinada tanto por fatores genéticos e neurobiológicos quanto por condições ambientais. A noção de cultura é básica para a Teoria das Inteligências Múltiplas. Com a sua definição de inteligência como a habilidade para resolver problemas ou criar produtos que são significativos em um ou mais ambientes culturais, Gardner sugere que alguns talentos só se desenvolvem porque são valorizados pelo ambiente. Ele afirma que cada cultura valoriza certos talentos, que devem ser dominados por uma quantidade de indivíduos e, depois, passados para a geração seguinte. 9

17 Segundo Gardner, cada domínio, ou inteligência pode ser visto em termos de uma seqüência de estágios: enquanto todos os indivíduos normais possuem os estágios mais básicos em todas as inteligências, os estágios mais sofisticados dependem de maior trabalho ou aprendizado. Uma curiosidade: Um curioso incidente que aconteceu em nosso país antes da Copa do Mundo de O Brasil possuía seu primeiro psicólogo esportivo, João Carvalhaes, que atendia a seleção brasileira de futebol. O psicólogo resolveu aplicar em todos os jogadores testes de QI. Garrincha, que estava no apogeu de sua carreira, após responder os testes ficou sabendo que seu quociente intelectual era irrisório, sendo classificado como débil mental. Por este motivo quase foi impedido de participar da Copa. (MODERNELL, 1992). Ninguém duvida do talento que possuía este atleta quando se encontrava no meio de um gramado com a bola nos pés. Todavia, o teste psicométrico de inteligência indicava Garrincha como uma pessoa sem grandes chances de ser bem sucedido em sua vida, o que não correspondeu à realidade. Fica claro que os testes de QI predizem apenas como vai ser o desempenho escolar e não o sucesso profissional depois de concluída a instrução formal. É dentro desta perspectiva que Gardner apresenta a teoria das Inteligências Múltiplas (IM). Os testes de QI medem apenas as capacidades lógica e lingüística, capacidades que normalmente são as únicas exigidas e avaliadas pelas escolas e, sem dúvida, as capacidades mais valorizadas em nossa sociedade. Gardner pretende considerar também as outras capacidades, as outras "inteligências" menos lembradas, para analisá-las em sua teoria. Para selecionar quais as inteligências que seriam trabalhadas em sua teoria foram utilizadas diversas fontes: as informações disponíveis sobre o desenvolvimento normal e o desenvolvimento do indivíduo talentoso; estudos sobre populações prodígios, idiotas sábios, crianças autistas, crianças com dificuldade de aprendizagem; dados sobre a evolução da cognição; considerações culturais comparadas sobre a cognição; estudos psicométricos; estudos de treinamento psicológico e principalmente análise da perda das capacidades cognitivas nas condições de lesão cerebral. Cada inteligência deveria ter uma operação nuclear ou um conjunto de operações identificáveis e deveria também ser capaz de ser codificada em um sistema de símbolos. (GARDNER, 1995). 10

18 3.2 Projeto Zero O Projeto Zero de Harvard, iniciado por Nelson Goodman e co-dirigido por Howard Gardner e David Perkins, realiza pesquisas básicas sobre cognição, aprendizagem e artes há 30 anos. A Universidade Harvard, nos Estados Unidos, desenhou o Projeto Zero, que reúne equipes interdisciplinares com o objetivo de estudar as relações entre a inteligência, a compreensão e o ensino. A educadora Argentina Paula Pogré, 47, da Universidade Nacional de General Sarmiento, que integra a equipe, diz que o desafio de lidar com a diversidade é algo novo. 3.3 A Teoria das Inteligências Múltiplas e suas Implicações No início do século XX, as autoridades francesas solicitaram a Alfredo Binet que criasse um instrumento pelo qual se pudesse prever quais as crianças que teriam sucesso nos liceus parisienses. O instrumento criado por Binet testava a habilidade das crianças nas áreas verbal e lógica, já que os currículos acadêmicos dos liceus enfatizavam, sobretudo o desenvolvimento da linguagem e da matemática. Este instrumento deu origem ao primeiro teste da inteligência, desenvolvido por Terman, na Universidade de Standford, na Califórnia: o Standford-Binet Inteligence Scale. Subseqüentes testes de inteligência e a comunidade de psicometria tiveram enorme influência, durante este século sobre a idéia que se tem de inteligência, embora o próprio Binet (Binet & Simon, 1905 Apud Kornhaber & Gardner, 1989) tenha declarado que um único número, derivado da performance de uma criança em um teste, não poderia retratar uma questão tão complexa quanto à inteligência humana. As pesquisas mais recentes em desenvolvimento cognitivo e neuropsicologia sugerem que as habilidades cognitivas são bem mais diferenciadas e mais específicas do que se acreditava (Gardner, 1985). Neurologistas têm documentado que o sistema nervoso humano não é um órgão com propósito único nem tão pouco é infinitamente plástico. Acredita-se, hoje, que o sistema nervoso seja altamente diferenciado e que diferentes centros neurais processem diferentes tipos de informação (Gardner, 1987). Howard Gardner, baseou-se nestas pesquisas para questionar a tradicional visão da inteligência, uma visão que enfatiza as habilidades lingüística e lógico-matemática. Segundo Gardner, todos os indivíduos normais são capazes de uma atuação em pelo menos sete diferentes e, até certo ponto, independentes áreas intelectuais. Ele sugere que não existem habilidades gerais, duvida da possibilidade de se medir a inteligência através de testes de papel e lápis e dá grande importância a diferentes atuações valorizadas em culturas diferentes. 11

19 Finalmente, ele define inteligência como a habilidade para resolver problemas ou criar produtos que sejam significativos em um ou mais ambientes culturais. Para Gardner, reduzir a inteligência às capacidades intelectuais é um erro, pois se pode falar com segurança de pelo menos sete tipos de inteligências diferentes: lingüística, lógicomatemática, corporal-cinestésica, musical, visual-espacial, interpessoal (em relação aos outros), pessoal (em relação a si mesmo). Segundo ele, essas inteligências são sete jeitos diferentes de conhecer o mundo, e a maior ou menor aptidão para cada uma delas define um perfil de cada aluno, de cada pessoa. As idéias de Gardner recebem muitas críticas de psicólogos. Uma delas é que, ao se "enraizar" as aptidões intelectuais em sete grupos predefinidos, esquece-se do enorme papel que o meio pode ter, ao abrir diversos caminhos de desenvolvimento. A crítica mais comum é do tipo "Por que não 10, 15, 18 tipos de inteligência?" Outros dizem que Gardner confunde "inteligência" com "habilidade", o que empobrece o conceito. A maioria dessas objeções é abordada pelo próprio Gardner em seus livros. Para a pedagogia, mais preocupada com possíveis aplicações práticas do que com o rigor acadêmico, essa teoria é muito atrativa, especialmente porque Gardner comanda um projeto de escola experimental na Universidade de Harvard (Projeto Zero), por meio do qual tenta verificar na prática as conseqüências de suas idéias para a educação. Em sua escola, a música, a dança, a dramatização, o desenho não são considerados apenas novas "matérias" que vêm enriquecer e equilibrar o currículo, mas também estratégias didáticas para o ensino de conteúdos mais tradicionais, procurando respeitar os possíveis diferentes modos de aprender. Trabalhos em equipe e realização de projetos, criação, apreciação e crítica de obras de arte, auto-avaliação e concepção da escola como uma pequena comunidade são outras das características do projeto pedagógico de Gardner. Não que essas idéias sejam absolutamente originais. O próprio Gardner faz questão de deixar claro que, em termos de aplicação à educação, sua teoria leva a práticas que já foram em grande parte introduzidas desde o início do século, pelo menos por pedagogos ligados ao movimento da Escola Progressiva (conhecida também como Escola Nova). Assim como acontece no caso da Teoria da Inteligência Emocional, a Teoria das I.M. de Gardner parece dever parte de seu sucesso à capacidade de agregar em torno de si um grande 12

20 descontentamento com uma educação excessivamente preocupada com a transmissão de conteúdos intelectuais. Uma escola que admita a influência, em sua concepção de trabalho, da teoria das inteligências múltiplas, certamente poderá introduzir inovações interessantes em suas práticas, oferecendo mais oportunidades para que cada aluno encontre rumos próprios para seu crescimento. 13

13 Teoria das inteligências múltiplas - Conteúdo

13 Teoria das inteligências múltiplas - Conteúdo Introdução Concepções de inteligência Inteligência para Gardner Inteligência e criatividade Tipos de inteligências Inteligência linguística e lógico-matemática Inteligência espacial e corporal-cinestésica

Leia mais

RESENHA DO LIVRO - INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS A Teoria na Prática Howard Gardner

RESENHA DO LIVRO - INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS A Teoria na Prática Howard Gardner RESENHA DO LIVRO - INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS A Teoria na Prática Howard Gardner Introdução Histórico Inteligência Múltipla X Educação Avaliação A Pluralidades das Inteligências INTRODUÇÃO A principal idéia

Leia mais

A teoria. A Teoria das Inteligências Múltiplas e suas implicações para Educação. A Teoria das Inteligências Múltiplas

A teoria. A Teoria das Inteligências Múltiplas e suas implicações para Educação. A Teoria das Inteligências Múltiplas 1 de 5 A Teoria das Inteligências Múltiplas e suas implicações para Educação Autora: Maria Clara S. Salgado Gama Doutora em Educação Especial pela Universidade de Colúmbia, Nova Iorque No início do século

Leia mais

INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E APRENDIZAGEM

INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E APRENDIZAGEM INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E APRENDIZAGEM Tópicos Quem é Howard Gardner O que é Inteligência? Inteligências Múltiplas (IM) IM + Educação Estilos de Aprendizagem QUEM É HOWARD GARDNER? Professor de Psicologia

Leia mais

Relacionamento intra/interpessoal nas relações humanas: O Eu, o Outro e o Entre

Relacionamento intra/interpessoal nas relações humanas: O Eu, o Outro e o Entre XI SEMINÁRIO MULTIDISCIPLINAR Relacionamento intra/interpessoal nas relações humanas: O Eu, o Outro e o Entre Ms. Cristiene de Paula Alencar* * Mestre em Psicologia Educacional Como está o mundo? O que

Leia mais

Apêndice 4 Inteligências Múltiplas

Apêndice 4 Inteligências Múltiplas Apêndice 4 Inteligências Múltiplas Por Viviani Bovo O que é ser inteligente para você? Saber fazer contas de cabeça? Lembrar-se de poemas e histórias para poder repeti-las? Passar no vestibular? Ter um

Leia mais

O que são inteligências múltiplas? o que é?

O que são inteligências múltiplas? o que é? O que são inteligências múltiplas? Fontes: http://www.suapesquisa.com/educacaoesportes/inteligencias_multiplas.htm Jussara de Barros, pedagoga, Equipe Brasil Escola Maria Clara Salgado Gama, doutora em

Leia mais

Poucos livros, tratando de um objeto científico conseguiram

Poucos livros, tratando de um objeto científico conseguiram INTELIGÊNCIA EMOCIONAL OU INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS Antonio Carlos Gil* 1. O sucesso da inteligência emocional Poucos livros, tratando de um objeto científico conseguiram a proeza de Inteligência emocional,

Leia mais

A TEORIA DAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E SUA APLICAÇÃO NO ENSINO DE INFORMÁTICA BÁSICA

A TEORIA DAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E SUA APLICAÇÃO NO ENSINO DE INFORMÁTICA BÁSICA A TEORIA DAS INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS E SUA APLICAÇÃO NO ENSINO DE INFORMÁTICA BÁSICA Nome: Giuliano José Forgiarini Disciplina: Teorias da Aprendizagem Professora: Dr. ª Bettina Steren dos Santos UNISC

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA GABINETE DA DEPUTADA LUZIA TOLEDO PROJETO DE LEI Nº 157/2010

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA GABINETE DA DEPUTADA LUZIA TOLEDO PROJETO DE LEI Nº 157/2010 PROJETO DE LEI Nº 157/2010 A semana de conscientização sobre transtornos de aprendizagem, no âmbito do Estado do Espírito Santo. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO DECRETA: Art. 1º Fica

Leia mais

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian

O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Simone Helen Drumond Ischkanian O LÚDICO: JOGOS, BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS NA CONSTRUÇÃO DO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL. O projeto - o lúdico: jogos, brinquedos e brincadeiras na construção do processo de aprendizagem

Leia mais

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E O DESENVOLVIMENTO DA INTELIGÊNCIA

RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E O DESENVOLVIMENTO DA INTELIGÊNCIA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E O DESENVOLVIMENTO DA INTELIGÊNCIA Osmar J. L. dos Santos 1, Claudia Grando 2 RESUMO: Este artigo resulta de pesquisa (de iniciação científica) desenvolvida no Curso de Matemática

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

Os estilos de aprendizagem

Os estilos de aprendizagem Unidade 3 Os estilos de aprendizagem Shutterstock/Latinstock Na escola, o professor se depara com diferentes estilos de aprendizagem, que exigem dele a aplicação de estratégias variadas em busca do objetivo

Leia mais

É preciso amor pra poder pulsar

É preciso amor pra poder pulsar Autismo: ideias e práticas inclusivas É preciso amor pra poder pulsar Eugênio Cunha eugenio@eugeniocunha.com www.eugeniocunha.com O que fazer para educar essas crianças? Como podem trabalhar escola e

Leia mais

Relatório Trabalhista

Relatório Trabalhista Rotinas de Pessoal & Recursos Humanos www.sato.adm.br - sato@sato.adm.br - fone (11) 4742-6674 Desde 1987 Legislação Consultoria Assessoria Informativos Treinamento Auditoria Pesquisa Qualidade Relatório

Leia mais

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado.

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Projeto: Música na Escola O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Justificativa De acordo com as diretrizes curriculares, o som é a matériaprima da música;

Leia mais

A Arte e as Crianças

A Arte e as Crianças A Arte e as Crianças A criança pequena consegue exteriorizar espontaneamente a sua personalidade e as suas experiências inter-individuais, graças aos diversos meios de expressão que estão à sua disposição.

Leia mais

POR UMA PROPOSTA PARA IDENTIFICAÇÃO DO QUOCIENTE DA INTELIGÊNCIA EMPREENDEDORA - QI e. Por George Wilson Aiub, MSc.

POR UMA PROPOSTA PARA IDENTIFICAÇÃO DO QUOCIENTE DA INTELIGÊNCIA EMPREENDEDORA - QI e. Por George Wilson Aiub, MSc. POR UMA PROPOSTA PARA IDENTIFICAÇÃO DO QUOCIENTE DA INTELIGÊNCIA EMPREENDEDORA - QI e Por George Wilson Aiub, MSc. Resumo: A inteligência humana pode ver vista de diferentes enfoques. Uma destas visões

Leia mais

Classificação da Inteligência Humana

Classificação da Inteligência Humana Roteiro 12 Classificação da Inteligência Humana FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Programa Filosofia e Ciência Espíritas OBJETIVOS Fornecer as principais características

Leia mais

As cinco disciplinas

As cinco disciplinas As cinco disciplinas por Peter Senge HSM Management julho - agosto 1998 O especialista Peter Senge diz em entrevista exclusiva que os programas de aprendizado podem ser a única fonte sustentável de vantagem

Leia mais

LÍNGUA INGLESA: DIFERENTES PRÁTICAS DE ENSINO

LÍNGUA INGLESA: DIFERENTES PRÁTICAS DE ENSINO LÍNGUA INGLESA: DIFERENTES PRÁTICAS DE ENSINO FRITZEN, Vanessa Mestranda em Letras - Literatura Comparada Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões vane.fritzen@gmail.com Resumo: A

Leia mais

GUIA PARA OS PAIS. Ensino fundamental 1º ANO

GUIA PARA OS PAIS. Ensino fundamental 1º ANO GUIA PARA OS PAIS Ensino fundamental 2015 Apresentação O Colégio Itamarati foi fundado em 1988 e desenvolve um trabalho centrado na capacidade de aprendizagem do aluno, em sintonia com as formulações mais

Leia mais

Fundamentação teórica

Fundamentação teórica Fundamentação teórica Alfred Binet 1 foi o pioneiro no desenvolvimento de testes de inteligência. Foi no início do século XX que as autoridades francesas solicitaram ao mesmo que criasse um instrumento

Leia mais

Aprendizes do Futuro: como incorporar conhecimento e transformar realidades Eduardo Carmello

Aprendizes do Futuro: como incorporar conhecimento e transformar realidades Eduardo Carmello Aprendizes do Futuro: como incorporar conhecimento e transformar realidades Eduardo Carmello Para suportar as intensas mudanças nos próximos 10 anos, Aprendizes do Futuro compreendem que é necessário criar

Leia mais

OBJETIVOS. PALAVRAS CHAVE: PIBID, Iniciação à docência, Formação de professores, Mestrado Profissional

OBJETIVOS. PALAVRAS CHAVE: PIBID, Iniciação à docência, Formação de professores, Mestrado Profissional IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN OS JOGOS EDUCATIVOS DE QUÍMICA DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO

Leia mais

Projeto de Acessibilidade Virtual RENAPI/NAPNE. Maio de 2010

Projeto de Acessibilidade Virtual RENAPI/NAPNE. Maio de 2010 Projeto de Acessibilidade Virtual RENAPI/NAPNE Maio de 2010 Emoção: a outra inteligência Muitos estudiosos discutem a relação entre pensamento e emoções. Algumas definições segundo o artigo de Grewal e

Leia mais

Inteligência Emocional. A importância de ser emocionalmente inteligente

Inteligência Emocional. A importância de ser emocionalmente inteligente Inteligência Emocional A importância de ser emocionalmente inteligente Dulce Sabino, 2008 Conceito: Inteligência Emocional Capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

ATENDIMENTO EM ARTE COM ENFOQUE COGNITIVO

ATENDIMENTO EM ARTE COM ENFOQUE COGNITIVO ATENDIMENTO EM ARTE COM ENFOQUE COGNITIVO Resumo SANTANA, C. G. Secretaria Municipal de Educação de Curitiba claudia-gutierrez@hotmail.com Eixo Temático: Psicopedagogia Agência Financiadora: Não contou

Leia mais

2. OBJETIVO E CONCEPÇÃO DA PROVA

2. OBJETIVO E CONCEPÇÃO DA PROVA Aptidão Dança 1. INTRODUÇÃO O Curso de Graduação em Dança da Unicamp tem como objetivo formar o intérprete e criador em Dança, profissional capaz de contribuir como agente transformador da realidade, responsável

Leia mais

Empreendedor em Série?

Empreendedor em Série? Você tem o perfil de um Empreendedor em Série? Ron Bonnstetter, Ph.D., Bill J. Bonnstetter, M. A. & DeAnne Preston As fontes de criação de empregos adquiriram enorme importância quando milhões de postos

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Revelar curiosidade e desejo de saber; Explorar situações de descoberta e exploração do mundo físico; Compreender mundo exterior mais próximo e do

Leia mais

Bem Vindos à palestra: INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. Prof. Márcio Bambirra Santos mb@leadempresarial.com.br www.mbambirra.com.br www.leadempresarial.com.

Bem Vindos à palestra: INTELIGÊNCIA EMOCIONAL. Prof. Márcio Bambirra Santos mb@leadempresarial.com.br www.mbambirra.com.br www.leadempresarial.com. Bem Vindos à palestra: INTELIGÊNCIA EMOCIONAL Prof. Márcio Bambirra Santos mb@leadempresarial.com.br www.mbambirra.com.br www.leadempresarial.com.br Márcio Bambirra Santos Administrador de Empresas e Economista.

Leia mais

6/11/2012. O que é inteligência? A história da Avaliação da Inteligência

6/11/2012. O que é inteligência? A história da Avaliação da Inteligência Meiriane C. de Melo AMEEES Out.12 O que é inteligência? A história da Avaliação da Inteligência Os testes de inteligência surgiram na China, provavelmente no século V e começaram a ser usados cientificamente

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas:

EDUCAÇÃO INFANTIL LINGUAGEM ORAL E ESCRITA. Premissas básicas: EDUCAÇÃO INFANTIL A Educação Infantil, enquanto segmento de ensino que propicia um maior contato formal da criança com o mundo que a cerca, deve favorecer a socialização da criança, permitir a interação

Leia mais

Núcleo de Educação Infantil Solarium

Núcleo de Educação Infantil Solarium 0 APRESENTAÇÃO A escola Solarium propõe um projeto de Educação Infantil diferenciado que não abre mão do espaço livre para a brincadeira onde a criança pode ser criança, em ambiente saudável e afetivo

Leia mais

A Visão. Uma Introdução

A Visão. Uma Introdução 1 A Visão Uma Introdução Muitas pessoas sabem, já desde a infância ou juventude, o que querem ser na vida quando forem adultos, como, por exemplo, médico(a), enfermeiro (a), músico (a), advogado (a), ou

Leia mais

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração Material pelo Ético Sistema de Ensino Elaborado para Educação Infantil Publicado em 2011 Projetos temáticos EDUCAÇÃO INFANTIL Data: / / Nível: Escola: Nome: Sentimentos e emoções Quem vê cara não vê coração

Leia mais

ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 11 PRIMEIRA PARTE A RELAÇÃO CONSIGO MESMO. 1. AUTOCONHECIMENTO... 15 1.1 Processos... 16 1.2 Dificuldades...

ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 11 PRIMEIRA PARTE A RELAÇÃO CONSIGO MESMO. 1. AUTOCONHECIMENTO... 15 1.1 Processos... 16 1.2 Dificuldades... ÍNDICE APRESENTAÇÃO... 11 PRIMEIRA PARTE A RELAÇÃO CONSIGO MESMO 1. AUTOCONHECIMENTO... 15 1.1 Processos... 16 1.2 Dificuldades... 19 2. AUTOESTIMA... 23 2.1 Autoaceitação... 24 2.2 Apreço por si... 26

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

CONTEXTUALIZAÇÃO, RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

CONTEXTUALIZAÇÃO, RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA CONTEXTUALIZAÇÃO, RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS E EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Edda Curi Resumo Os Parâmetros Curriculares Nacionais de Matemática dos Ensinos Fundamental e Médio enfatizam como um critério essencial para

Leia mais

III SEMINÁRIO EM PROL DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Desafios Educacionais

III SEMINÁRIO EM PROL DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Desafios Educacionais III SEMINÁRIO EM PROL DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA Desafios Educacionais O USO DA MÚSICA NA EDUCAÇÃO ESPECIAL SILVA, Amós de S. 1 NOME DO GT 04: Contribuições da arte para a educação inclusiva RESUMO Neste trabalho,

Leia mais

ESCOLA DE DESENVOLVIMENTO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL

ESCOLA DE DESENVOLVIMENTO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL ESCOLA DE DESENVOLVIMENTO E APERFEIÇOAMENTO PROFISSIONAL MBA EXECUTIVO EM LIDERANÇA E GESTÃO ORGANIZACIONAL ESCOLA SUPERIOR DE PROPAGANDA E MARKETING POS GRADUAÇÃO EM: GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS CIÊNCIAS

Leia mais

TESTE VOCACIONAL PROF. BRUNO AUGUSTO COLÉGIO SÃO JOSÉ

TESTE VOCACIONAL PROF. BRUNO AUGUSTO COLÉGIO SÃO JOSÉ TESTE VOCACIONAL PROF. BRUNO AUGUSTO COLÉGIO SÃO JOSÉ S I S T E M A P O S I T I V O D E E N S I N O Na escola, você prefere assuntos ligados à: a) Arte, esportes e atividades extracurriculares b) Biologia

Leia mais

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA Luiz Rafael Moretto Giorgetti Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP (Ex-aluno) e-mail: rafael_giorgetti@hotmail.com

Leia mais

Líderes do Coração. A prática do amor no desenvolvimento de pessoas e equipes

Líderes do Coração. A prática do amor no desenvolvimento de pessoas e equipes Líderes do Coração A prática do amor no desenvolvimento de pessoas e equipes O que é? Líderes do Coração é um programa que cria espaços de estudo, reflexão e prática da arte da liderança, partindo do pressuposto

Leia mais

As habilidades na Solução de Problemas em Matemática

As habilidades na Solução de Problemas em Matemática As habilidades na Solução de Problemas em Matemática Érica Valeria Alves O que diferencia a espécie humana das demais espécies do reino animal é a capacidade de pensar, raciocinar, formular hipóteses,

Leia mais

Como a atividade construtiva de elaborar e desenvolver projetos pode se tornar uma metodologia?

Como a atividade construtiva de elaborar e desenvolver projetos pode se tornar uma metodologia? PROJETO? O QUE É? COMO SE FAZ? Fagundes, Léa da Cruz Co-Autoras Luciane Sayuri Sato/ Débora Laurino Maçada A CULTURA DO PROJETO Como a atividade construtiva de elaborar e desenvolver projetos pode se tornar

Leia mais

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS

GRUPO FRESTAS: FORMAÇÃO E RESSIGNIFICAÇÃO DO EDUCADOR: SABERES, TROCA, ARTE E SENTIDOS Eixo: Políticas para a Infância e Formação de Professores Contempla as produções acadêmico-científicas que tratam de ações políticas e legislações referentes à Educação Infantil e a infância. Aborda pesquisas

Leia mais

MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1

MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1 MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1 PROJETO MEU TEMPO DE CRIANÇA Missão Visão Valores Colaborar com a importante tarefa de educar as crianças, nesse momento único de suas jovens vidas, onde os

Leia mais

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636

FACESI EM REVISTA Ano 3 Volume 3, N. 2 2011 - - ISSN 2177-6636 PEDAGOGIA EMPRESARIAL E APRENDER BRINCANDO E A IMPORTÂNCIA DO JOGO: DIFERENTES TEMAS NA ÁREA EDUCACIONAL Ana Flávia Crespim da Silva Araújo ana.crespim@hotmail.com Elaine Vilas Boas da Silva elainevb2010@hotmail.com

Leia mais

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves

Expressão Musical II. Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013. Docente: António Neves Universidade De Trás-Os-Montes e Alto Douro Educação Básica 1ºano,2ºsemestre,2012/1013 Expressão Musical II Docente: António Neves Discente: Ana Matos nº 53184 A música e o som, enquanto energia, estimulam

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA APRENDIZAGEM DOS ALUNOS NOS ANOS INICIAIS RESUMO Marcelo Moura 1 Líbia Serpa Aquino 2 Este artigo tem por objetivo abordar a importância das atividades lúdicas como verdadeiras

Leia mais

Bill Gates, Steve Jobs e Richard Branson grandes empreendedores que não foram excelentes alunos

Bill Gates, Steve Jobs e Richard Branson grandes empreendedores que não foram excelentes alunos http://blogs.pme.estadao.com.br/blog-do-empreendedor/bill-gates-steve-jobs-e-richard-branson-grandesempreendedores-nao-foram-excelentes-alunos/ Bill Gates, Steve Jobs e Richard Branson grandes empreendedores

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NO TRABALHO DOCENTE

A INFLUÊNCIA DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NO TRABALHO DOCENTE A INFLUÊNCIA DA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NO TRABALHO DOCENTE Rosana Maria Luvezute Kripka Universidade de Passo Fundo (UPF) rkripka@upf.br Resumo: Neste artigo são apresentados alguns resultados teóricos

Leia mais

Profa. Lenimar Vendruscolo Mery 2013 APOSTILA DE DESENVOLVIMENTO INTERPESSOAL

Profa. Lenimar Vendruscolo Mery 2013 APOSTILA DE DESENVOLVIMENTO INTERPESSOAL APOSTILA DE DESENVOLVIMENTO INTERPESSOAL SUMÁRIO 1. DESENVOLVIMENTO INTERPESSOAL... 3 2. GRUPO E EQUIPE... 4 3. COMPETÊNCIA INTERPESSOAL... 4 4. COMO DESENVOLVER COMPETÊNCIA INTERPESSOAL... 5 5. INTELIGÊNCIA

Leia mais

A Sustentabilidade na Educação. Ensinar e aprender Devem ser sempre experiências surpreendentes! Educação Complementar e Gestão de Talentos

A Sustentabilidade na Educação. Ensinar e aprender Devem ser sempre experiências surpreendentes! Educação Complementar e Gestão de Talentos A Sustentabilidade na Educação Ensinar e aprender Devem ser sempre experiências surpreendentes! Educação Complementar e Oferecer apoio para o pleno desenvolvimento cognitivo dos alunos, alavancando seus

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PSICOLOGIA Ementário/abordagem temática/bibliografia básica (3) e complementar (5) Morfofisiologia e Comportamento Humano Ementa: Estudo anátomo funcional

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Educação Especial e Novas Tecnologias: O Aluno Construindo Sua Autonomia

Educação Especial e Novas Tecnologias: O Aluno Construindo Sua Autonomia I Introdução Educação Especial e Novas Tecnologias: O Aluno Construindo Sua Autonomia Teófilo Alves Galvão Filho teogf@ufba.br http://infoesp.vila.bol.com.br Com muita frequência a criança portadora de

Leia mais

Câmpus Alfenas SUMÁRIO. Cláudio Novaes... 2. Eliane Souza dos Santos... 3. Elizabeth Aparecida Santos de Oliveira... 4. Fernanda Alice de Santana...

Câmpus Alfenas SUMÁRIO. Cláudio Novaes... 2. Eliane Souza dos Santos... 3. Elizabeth Aparecida Santos de Oliveira... 4. Fernanda Alice de Santana... Câmpus Alfenas 14 de agosto de 2010 SUMÁRIO Cláudio Novaes... 2 Eliane Souza dos Santos... 3 Elizabeth Aparecida Santos de Oliveira... 4 Fernanda Alice de Santana...5 Mary Silva Faria... 6 Valéria de Oliveira

Leia mais

IMAGINAÇÃO como fator competitivo Profissional e Empresarial. Treinando Asas. Treinamentos Individuais Palestras em todo Brasil

IMAGINAÇÃO como fator competitivo Profissional e Empresarial. Treinando Asas. Treinamentos Individuais Palestras em todo Brasil IMAGINAÇÃO como fator competitivo Profissional e Empresarial Wings Training treina a imaginação. A Imaginação cria barreiras e/ou sucesso, dependendo da direção que está sendo treinada. Podemos criar um

Leia mais

www.marcelodeelias.com.br Palestras Inteligentes

www.marcelodeelias.com.br Palestras Inteligentes www.marcelodeelias.com.br Palestras Inteligentes Sólidos conteúdos com alegria - essas são algumas características das palestras de Marcelo de Elias. Outra característica marcante: Cada palestra é um projeto

Leia mais

CORPOREIDADE: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CORPOREIDADE: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL UNIVERSIDADE METROPOLITANA DE SANTOS NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA FACULDADE DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE PEDAGOGIA Educação Mediadora Ana Lucia Rodrigues Nunes Teixeira Carla Trindade da Silva

Leia mais

COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS PESSOAIS E PROFISSIONAIS. Adm. Paulo César Diniz de Araújo, M.Sc. E MBA.

COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS PESSOAIS E PROFISSIONAIS. Adm. Paulo César Diniz de Araújo, M.Sc. E MBA. COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS PESSOAIS E PROFISSIONAIS Adm. Paulo César Diniz de Araújo, M.Sc. E MBA. Comece 2011 desenvolvendo Competências Essências Pessoais e Profissionais tão desejadas nos dias de hoje.

Leia mais

PROF. DR. PAULO ROBERTO SCHROEDER DE SOUZA

PROF. DR. PAULO ROBERTO SCHROEDER DE SOUZA Inteligência Artificial CONCEITOS PROF. DR. PAULO ROBERTO SCHROEDER DE SOUZA O que é Inteligência Artificial O que é Inteligência Artificial? É a ciência e engenharia de projetar/construir máquinas inteligentes,

Leia mais

O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO O CURSO DE ADMINISTRAÇÃO IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. Missão Capacitar Administradores, propiciando uma base técnico-científica que lhes permita um aprendizado hábil a absorver, processar e adequar informações

Leia mais

Escola emocional. Santos, Cintia Maria Basso dos 1 Santos, José Reus dos 2. Santos 1, Cintia Maria Basso dos Santos 2, José Reus dos.

Escola emocional. Santos, Cintia Maria Basso dos 1 Santos, José Reus dos 2. Santos 1, Cintia Maria Basso dos Santos 2, José Reus dos. Escola emocional Santos, Cintia Maria Basso dos 1 Santos, José Reus dos 2 Resumo O estudo da inteligência emocional mostra-se importante sob o ponto de vista teórico e prático para os profissionais e estudantes

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro Padre Alberto Neto CÓDIGO 170318. Sub-departamento de Educação Especial

Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro Padre Alberto Neto CÓDIGO 170318. Sub-departamento de Educação Especial Sub-departamento de Educação Especial A deficiência mental interfere directamente no funcionamento intelectual do ser humano, sendo este abaixo da média. O aluno apresenta comprometidos, além das funções

Leia mais

INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL.

INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL. 1 INTEGRAÇÃO DOS PARADIGMAS CONTEMPORÂNEOS DA EDUCAÇÃO COM OS PILARES DA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI 1 E ABORDAGENS DA ANÁLISE TRANSACIONAL Paradigmas da educação Competências Paradigmas contemporâneos

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Expressar curiosidade e desejo de saber; Reconhecer aspetos do mundo exterior mais próximo; Perceber a utilidade de usar os materiais do seu quotidiano;

Leia mais

Gestão de Pessoas Diversidade e Competências

Gestão de Pessoas Diversidade e Competências Gestão de Pessoas Diversidade e Competências Gestão de Pessoas ESTRATEGICA 1985 a hoje Aumentar o envolvimento dos colaboradores e integrar sistemas de suporte ADMINISTRATIVA 1965 a 1985 Foco: indivíduos

Leia mais

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende

Como transformar a sua empresa numa organização que aprende Como transformar a sua empresa numa organização que aprende É muito interessante quando se fala hoje com profissionais de Recursos Humanos sobre organizações que aprendem. Todos querem trabalhar em organizações

Leia mais

RESUMO. O recurso dos Jogos como ferramenta importante utilizada pelos bolsistas do PIBID para o ensino de matemática nas series iniciais.

RESUMO. O recurso dos Jogos como ferramenta importante utilizada pelos bolsistas do PIBID para o ensino de matemática nas series iniciais. RESUMO O recurso dos Jogos como ferramenta importante utilizada pelos bolsistas do PIBID para o ensino de matemática nas series iniciais. Kayte Katiane Linhares Pereira 1 Pedro Winícius de Almeida Gomes

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

leader training Liberando o melhor de você!

leader training Liberando o melhor de você! leader training Liberando o melhor de você! Objetivos Desenvolver habilidades de autocoaching, com foco na gestão de pensamentos e emoções, orientados para as dimensões do bem-estar humano e uma liderança

Leia mais

Altas Habilidades e Talentosos

Altas Habilidades e Talentosos Altas Habilidades e Talentosos PENSEM!!! 1. Algo que você faz bem feito 2. O que você acha que faria bem se tentasse 3. O que você gostaria de aprender a fazer bem feito PENSEM!!! 1. Algo que você faz

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2

SUMÁRIO O QUE É COACH? 2 1 SUMÁRIO INTRODUÇÃO...3 O COACHING...4 ORIGENS...5 DEFINIÇÕES DE COACHING...6 TERMOS ESPECÍFICOS E SUAS DEFINIÇÕES...7 O QUE FAZ UM COACH?...8 NICHOS DE ATUAÇÃO DO COACHING...9 OBJETIVOS DO COACHING...10

Leia mais

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem

Brincadeiras que ensinam. Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Brincadeiras que ensinam Jogos e brincadeiras como instrumentos lúdicos de aprendizagem Por que as crianças brincam? A atividade inerente à criança é o brincar. A criança brinca para atribuir significados

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos*

Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos* Alfabetização e Letramento: caminhos e descaminhos* Magda Soares Doutora e livre-docente em Educação e professora titular emérita da Universidade Federal de Minas Gerais. Um olhar histórico sobre a alfabetização

Leia mais

Definição. Conjunto de habilidades cognitivas do indivíduo e resultante dos diferentes processos intelectivos.

Definição. Conjunto de habilidades cognitivas do indivíduo e resultante dos diferentes processos intelectivos. Inteligência Definição Conjunto de habilidades cognitivas do indivíduo e resultante dos diferentes processos intelectivos. Cognição Inteligência Capacidade de identificar e resolver problemas novos, de

Leia mais

A Dança na Terceira Idade

A Dança na Terceira Idade A Dança na Terceira Idade Bárbara Costa Carolina Miguel Leonardo Delarete Pimenta Na terceira idade, geralmente, o ser humano sofre algumas alterações de um declínio geral no aspecto biopsicossocial. Como

Leia mais

Contribuições de Bruner e Gagné para a Teoria da Aprendizagem Musical de Edwin Gordon

Contribuições de Bruner e Gagné para a Teoria da Aprendizagem Musical de Edwin Gordon Contribuições de Bruner e Gagné para a Teoria da Aprendizagem Musical de Edwin Gordon Ricardo Dourado Freire Universidade de Brasília e-mail: freireri@unb.br web: www.musicaparacriancas.unb.br Sumário:

Leia mais

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Léa Pintor Martins de Arruda Maria Angela de Souza Lima Rizzi O trabalho realizado com os educadores, pela equipe da Associação Arte Despertar no

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA & TECNOLOGIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS. BIEMBENGUT, Maria Salett- Universidade Regional de Blumenau - salett@furb.

MODELAGEM MATEMÁTICA & TECNOLOGIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS. BIEMBENGUT, Maria Salett- Universidade Regional de Blumenau - salett@furb. MODELAGEM MATEMÁTICA & TECNOLOGIA: POSSIBILIDADES E DESAFIOS BIEMBENGUT, Maria Salett- Universidade Regional de Blumenau - salett@furb.br SANTOS, Selma dos Universidade Regional de Blumenau - selmasantos@senai-sc.ind.br

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

Alessandra Santana. Angélica Cristina da Silva Freire

Alessandra Santana. Angélica Cristina da Silva Freire Câmpus Alfenas 28 de novembro de 2011 SUMÁRIO Alessandra Santana... 2 Angélica Cristina da Silva Freire... 2 Bárbara Luiza Novais... 3 Bruna Aparecida Reis... 3 Carolina Esteves Martins... 4 Celsianne

Leia mais

Competências avaliadas pela ICF

Competências avaliadas pela ICF Competências avaliadas pela ICF ð Estabelecendo a Base: 1. Atendendo as Orientações Éticas e aos Padrões Profissionais Compreensão da ética e dos padrões do Coaching e capacidade de aplicá- los adequadamente

Leia mais

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária

Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Desenvolvimento de Competências Múltiplas e a Formação Geral na Base da Educação Superior Universitária Paulo Gabriel Soledade Nacif, Murilo Silva de Camargo Universidade Federal do Recôncavo da Bahia

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO 0 1 A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA

Leia mais

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009

Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 Caderno de Provas EDUCAÇÃO FÍSICA Edital Nº. 04/2009-DIGPE 10 de maio de 2009 INSTRUÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA Use apenas caneta esferográfica azul ou preta. Escreva o seu nome completo e o

Leia mais

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM?

ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? ÁREAS DE CONTEÚDO: O QUE SÃO? COMO SE DEFINEM? As Áreas de Conteúdo são áreas em que se manifesta o desenvolvimento humano ao longo da vida e são comuns a todos os graus de ensino. Na educação pré-escolar

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL. A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL. A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades: OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANUAL EDUCAÇÃO INFANTIL INFANTIL V - 2012 A prática da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:

Leia mais